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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gn/32
Será que a batalha que você está enfrentando resultará numa bênção?
Na hora do sofrimento, dificilmente achamos que a bênção virá logo após. Certamente este não foi o sentimento de Jacó naquela noite escura e solitária. Assolado pelo medo e pela angústia por causa da iminente ameaça representada pelo exército de Esaú, Jacó estava sozinho junto ao rio Jaboque. Nota para os sábios… Deus tende a aparecer quando estamos sozinhos.
De repente, Jacó começou a lutar com um “homem”. Mais tarde, Jacó descobriu que seu oponente tinha vindo do céu. Recusando-se a desistir, ele disse: “Não te deixarei ir”. Ele confiou que uma bênção viria daquela luta.
E isso aconteceu… Jacó lutou com Deus e com as pessoas, e venceu.
Você está lutando com Deus a respeito de quais assuntos? Que batalhas você está enfrentando com as pessoas?
Lutar com Deus e com outros muitas vezes nos deixa emocionalmente e espiritualmente mancos. Você pode ter cicatrizes das batalhas que já lutou. Sua batalha atual pode parecer perdida. Só não desista de Cristo. Apegue-se a Ele até que as bênçãos fluam.
Lembre-se disto: As pessoas mais fortes são produto do sofrimento. Os feridos de Deus muitas vezes se tornam Seus melhores soldados.
Nossas maiores bênçãos vêm de nossas lutas mais profundas.
Lori Engel
Capelã
Eugene, Oregon EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/32
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Luís Uehara
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1204 palavras
1-32 Este é um capítulo chave na biografia de Jacó. Na luta com o Anjo de Deus, Jacó finalmente chega ao fim. Cheio de ansiedade e na perspectiva do encontro com Esaú, ele recebe encorajamento divino especial (Andrews Study Bible).
1 Esta palavra significa”duplo acampamento” ou “dupla hoste”, em referência a dois grupos de anjos, um que ia adiante dele e outro que o seguia (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.1).
Do mesmo modo como os anjos lhe tinham aparecido por ocasião de sua viagem de exílio, aqui também, o Senhor lhe envia graciosamente Seus anjos para certificá-lo da presença divina, bem como da indispensável proteção em face do ameaçador encontro com Esaú (Bíblia Shedd).
Maanaim. Significa “dois acampamentos” e mais tarde se tornou cidade levítica em Gade (Jos. 13.26) bem como a capital temporária do reinado de Isbosete (2 Sam. 2:8-9). Note a forte ligação com Gên. 28:11-12, que marcou a saída de Jacó de Canaã (Andrews Study Bible).
3-8 Jacó fez tudo humanamente possível para preparar o caminho: o relatório que seus mensageiros trouxeram de volta, contudo, é confuso e aumenta a ansiedade de Jacó. A divisão do seu acampamento em dois é motivado pelo seu desejo de sobreviver e talvez como uma resposta à revelação divina em Maanaim (Andrews Study Bible).
4 Os mensageiros deviam traçar uma clara distinção entre “meu senhor Esaú” e “teu servo Jacó”. A tarefa deles era apaziguar Esaú, principalmente pela ênfase na humildade de Jacó – que era uma tácita admissão de seu erro – e no fato de que Jacó desistia de toda pretensão à herança. Ao salientar que estava voltando com grandes riquezas, JAcó não estava se gabando, mas deixando claro para Esaú que não retornara com o desejo de participar do patrimônio (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.1).
6 Se a inimizade de Esaú para com seu irmão havia se abrandado durante os anos, parece que ele nunca mencionou o fato para seus pais, e o resultado foi que Rebeca não tinha conseguido cumprir a promessa de mandar buscar Jacó (Gn 27:45). […] A razão de Esaú para encontrar Jacó com um grupo armado era, primeiro, impressionar o irmão com o devido respeito para com sua condição de superioridade; segundo, garantir um entendimento satisfatório; e terceiro, usar a força, se necessário, para salvaguardar seus próprios interesses. Em outras palavras, ele estava preparado para qualquer eventualidade (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.1).
9-12 A oração de Jacó clama pelas promessas divinas (v. 12) e expressa seus medos (Andrews Study Bible).
13-21 O presente de Jacó é muito grande e busca (1) sugerir a Esaú que Jacó não veio reclamar seu direito de primogenitura e (2) pacificar o irmão afastado (Andrews Study Bible).
22 O ribeiro do Jaboque ainda permanece como linha divisória na cadeia de montanhas de Gileade. Despeja suas águas no Kordão (no lado oriente) a 70 km ao sul da Galiléia e a cerca de 38 km ao norte do mar Morto (Bíblia Shedd).
24-29 De modo similar à sua saída de Canaã, Jacó se encontra sozinho novamente (28:11-22). Homem. O leitor é deixado a imagina a identidade do atacante. Os. 12:4 o identifica como “o Anjo”, enquanto Jacó o reconhece como “Deus” (v. 30) (Andrews Study Bible).
Pode ser que tal homem tivesse dado a Jacó a impressão de que se tratasse de espia vindo da parte de Esaú. Entretanto, no decorrer da luta ali travada, Jacó veio a compreender que aquele homem não era um simples mortal, pois se tratava de um emissário da parte de Deus (Bíblia Shedd).
25 O oponente desconhecido usou apenas a força de um ser humano em sua luta com Jacó. Pensando ter sido abordado por um inimigo mortal, Jacó lutou como o faria para salvar a própria vida. Mas, à medida que se aproximava a aurora, um único toque de força mais que humana foi suficiente para aleijar Jacó, e ele se deu conta de que seu antagonista era mais que humano (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.1).
O anjo poderia facilmente prevalecer sobre Jacó na pugna física ali travada. Transparece o fato de que o Senhor desejava que Jacó se Lhe rendesse de modo voluntário, corporal e espiritualmente, assim como se demonstrava predisposto a oferecer a Esaú suas riquezas. Mediante um golpe instantâneo, o Senhor o privara de qualquer capacidade de resistir. Assim Deus procede também para conosco. Deus há de elevar-nos até sua pessoa; isto, porém, Ele efetua tão somente depois de levar-nos aos extremos de nossas necessidades [capacidades]. Por causa da inveterada resistência que Lhe oferecemos, bem como da incapacidade que revelamos de sentir Sua mão paternal através da disciplina que nos é imposta, Ele tem de “tocar-nos” para reduzir-nos à impotência total, e, assim, fortalecer-nos na Sua graça ( 2 Co 12.9,10) (Bíblia Shedd).
28 O novo nome de Jacó (ver 35:10) marca uma mudança significante: o suplantador se tornou o superador e pode, agora, prover o nome certo para a nação do concerto. (Andrews Study Bible).
Não mais Jacó, “suplantador”, mas Israel, “Campeão com Deus”, pois que Jacó lutara (sarah) com Deus e com os homens, obtendo a vitória (Bíblia Shedd).
E sim Israel. Uma combinação de yisra[h], “ele luta” ou “ele governa”, de sarah, “lutar” ou “governar”, e ‘El, “Deus”. Sem a interpretação acompanhante dada pelo próprio Deus, o nome poderia ser traduzido “Deus luta” ou “Deus governa”. O significado pretendido e explicado por Deus, porém, é “ele luta com Deus”, “ele prevalece com Deus” ou “ele governa com Deus” (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.1).
29 A revelação do nome de alguém era como um passo avantajado, no sentido de firmar-se uma amizade íntima e de estabelecer-se uma aliança mútua (Bíblia Shedd).
30 Jacó vê a face de Deus na absoluta escuridão da noite. Somente as “costas” (Êx. 33.23), os “pés” (Êx. 24:10), a “forma” (Num. 12:8) de Deus podem ser vistas. “Peniel” (face de Deus) reflete a experiência de Jacó (Andrews Study Bible).
A minha vida foi salva. Isto é, “estou preservado e serei preservado”. Estas palavras ecoam a nova fé que Jacó encontrara. Ele tinha a certeza de que, o que quer que lhe acontecesse, contanto que fosse da vontade de Deus, uma mão divina o preservaria de todo o mal. Até as coisas que pareciam ser contra ele no momento em que ocorreram, demonstraram ser providenciais (Gn 42:36). Peniel foi o ponto decisivo na vida de Jacó (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.1).
31 Manquejava. Embora fisicamente manco, provavelmente para o resto da vida, mas com o espírito liberto, Jacó desfrutou as mais ricas bênçãos de Deus. Toda luta deixa cicatrizes. […] Até nosso Senhor Jesus Cristo leva as marcas do feroz conflito pelo qual passou quando esteve na Terra, e continuará a tê-las por toda a eternidade. Nossas marcas desaparecerão e erão esquecidas (2Co 4:17; Is 65:17). Ao passo que nossas cicatrizes são resultado da luta contra o eu, as marcas dos cravos nas mãos de Cristo sobrevieram através do conflito enfrentado com os poderes das trevas, em nosso favor (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.1).
32 articulação do quadril. …a frase diria “o nervo do quadril”. Os judeus ortodoxos se abstêm de comer essa porção de qualquer animal usado como alimento… Embora ela não seja mencionada em outra parte do AT, o Talmude judaico considera esse costume como uma lei cuja violação deve ser punida com açoites (Tratado Chulin, Mishnah, 7) (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.1).
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“Então, disse: Já não te chamarás Jacó, e sim Israel, pois como príncipe lutaste com Deus e com os homens e prevaleceste” (v.28).
A saída de Labão do acampamento promoveu alívio ao coração de Jacó. Ele, porém, continuava pesaroso ao pensar no que o esperava em seu encontro com Esaú. Foi então que, ao seguir viagem, “anjos de Deus lhe saíram a encontrá-lo” (v.1). E diferente da situação de tensão anterior, desta vez os visitantes eram celestiais e enviados por Deus para fortalecer o coração do aflito viajante. Sobre este acampamento, Jacó declarou: “Este é o acampamento de Deus” (v.2). Encorajado por essa experiência providencial, enviou mensageiros para informar a Esaú de sua chegada.
A resposta, no entanto, não lhe pareceu favorável, de modo que “Jacó teve medo e se perturbou” (v.7). Dividindo seu povo em dois bandos, iniciou sua estratégia de sobrevivência e orou com fervor de alma, dirigindo-se ao Senhor como Deus de seu pai Abraão e Deus de seu pai Isaque. Jacó reivindicou as promessas de Deus, mas não sem antes reconhecer sua indignidade diante da misericórdia e da fidelidade divina. Ele não somente orou, mas também agiu. E, separando entre alguns de seus servos um dos maiores presentes relatados na Bíblia, tentou aplacar a ira de Esaú com o melhor que havia em seus rebanhos. Jacó não sabia, mas estava prestes a enfrentar a maior luta de sua vida, e esta não era contra Esaú.
A luta no “vau de Jaboque” (v.22) não foi simplesmente um acerto de contas de Deus com Seu filho usurpador. Em toda a trajetória de Jacó percebemos como ele era estrategista e parece que tinha sempre um plano para atingir seus objetivos. Sua estratégia é vista em ações como aproveitar-se da fome de Esaú, participar do plano de sua mãe, propor seu trabalho em troca de Raquel, usar as varas verdes no nascimento dos rebanhos, planejar a sua fuga do Oriente, dividir seu povo em dois grupos e enviar presentes a Esaú. Nelas, percebemos que Jacó era um homem de ação, e com isso não estou dizendo que seja errado agir. É importante saber o que fazer, principalmente diante de situações de crise. Mas entre o planejamento e a ação é necessário que sempre tenhamos em mente a vontade de Deus. Devemos sempre perguntar ao Senhor: “O que queres que eu faça?”
A Bíblia diz que Jacó estava só. Aquela luta representava a sua experiência pessoal com Deus. Não havia testemunhas. Isso é tão interessante e importante de se observar, amados! Porque aquela noite dividiu a vida de Jacó em antes e depois. Foi depois daquela experiência que Jacó recebeu um nome novo. O Senhor olha para cada um de nós como se fôssemos Seus filhos únicos. Não me pergunte como isso funciona, pois está além da compreensão humana. É divino! E vale a pena repetirmos e refletirmos novamente no versículo que lemos no início: “Então, disse: Já não te chamarás Jacó, e sim Israel, pois como príncipe lutaste com Deus e com os homens e prevaleceste” (v.28). Eu acredito que a resposta do Senhor quando Jacó perguntou pelo nome dEle era uma pergunta retórica. Era como se o Senhor o questionasse assim: “Por que perguntas pelo Meu nome? Pois você já o conhece!”.
Ó, meus irmãos, como necessitamos dessa experiência do verdadeiro conhecimento de Deus! Jacó errou muito na vida, mas perseverou em buscar ao Senhor e o Senhor o honrou e o recompensou por isso. Todos nós somos pecadores e indignos da misericórdia e da fidelidade de Deus. Mas Ele nos ama com amor eterno e deseja que cada um de nós tenhamos uma experiência pessoal com Ele. Foi após aquela noite de luta que Jacó declarou: “Vi a Deus face a face, e a minha vida foi salva” (v.30). Lembram de Jó? Foi depois da sua experiência pessoal com o Senhor que ele declarou: “Eu Te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos Te veem. Por isso, me abomino e me arrependo no pó e na cinza” (Jó 42:5-6).
Sabem, amados, um verdadeiro encontro com Deus que promove um verdadeiro reavivamento, é revelado no manquejar de uma vida quebrantada pelo Espírito Santo. Jacó voltou para o seu povo diferente. E o Senhor deseja nos tornar diferentes. Não no sentido de sermos melhores do que os outros, mas em reconhecermos a nossa grande necessidade da bênção divina, a ponto de como Jacó clamarmos: “Não Te deixarei ir se me não abençoares” (v.26). A culpa que consumia a mente de Jacó foi dissipada naquela noite. Que tal experimentarmos o mesmo? Deus está ansioso por realizar esse milagre em nossa vida.
Logo, estaremos diante da hora mais escura deste mundo, e só poderão contemplar o romper do dia vendo a face do Senhor os que, semelhante a Jacó, perseverarem na oração. Jesus está às portas, amados! Perseveremos em buscá-Lo e em permanecer em Sua presença até que Ele mesmo nos dê “uma pedrinha branca, e sobre esta pedrinha escrito um nome novo, o qual ninguém conhece, exceto aquele que o recebe” (Ap.2:17). O seu nome na eternidade representará a sua experiência pessoal com Deus. Isso é lindo! Isso é maravilhoso! Isso é graça! Que o Deus de Israel seja o seu Deus também!
Pai Santo e Bendito, como a Tua graça se manifestou de maneira tão grandiosa no vau de Jaboque, que ela se manifeste a nós também onde quer que estivermos. Pode ser que não precise ser uma experiência tão impactante como a de Jacó, mas certamente sabemos que o Senhor realizará o suficiente para nos salvar e nos dar um nome novo. Obrigada, nosso Deus, por Tua misericórdia e fidelidade mesmo diante da nossa indignidade! Clamamos por Tua bênção e continuaremos a clamar até que nos abençoes na vinda de nosso amado Salvador. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz semana, filhos únicos de Deus!
Rosana Garcia Barros
#Gênesis32 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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GÊNESIS 32 – Todos nós precisamos encontrar-nos com Deus para mudar o turbilhão que borbulha no íntimo de nosso coração. Quem busca a face do Soberano do Universo enfrentará as ameaças da vida e não fugirá.
O medo estimula muitas de nossas ações. O medo motivou Jacó a presentear seu irmão, a clamar a Deus, e a separar seus bens. Além disso, a angústia o levou a lutar com Deus que viera para lhe socorrer.
O contexto do relato revela que “a imagem de Esaú perseguiu Jacó por 20 anos; durante esse tempo, ele nunca visitou sua terra natal, seus pais ou se reconciliou com seu irmão. Portanto, antes que Jacó pudesse se encontrar com Esaú, ele precisava se encontrar com seu Deus. Antes de ver o rosto de seu irmão novamente, ele tinha que ver a face do Senhor” (Jiří Moskala).
Embora Jacó avistasse anjos como exército de Deus em sua companhia, ele mandou mensageiros à frente com muitos presentes. Porém, seu irmão saiu encontrá-lo com 400 homens. Consequentemente, o medo aumentou; então, Jacó dividiu seu grupo em dois, caso um fosse atacado, o outro escaparia. Além disso, ele caiu de joelhos; humildemente clamou pela misericórdia graciosa de Deus baseando-Se em Suas promessas. Aumentando a angústia, Jacó multiplicou os presentes para seu irmão. O medo também o levou à luta contra o Senhor à noite, tendo assim sua articulação deslocada. Finalmente, reconheceu a Deus e clamou por Suas bênçãos, chamando aquele lugar de Peniel, por ter a vida poupada depois de ver a face de Deus.
O medo revela fragilidades, mostra nossas fraquezas. Apresenta a insignificância de nossa existência. Quanto mais entendermos nossa pequenez, mais reconheceremos nossa necessidade do Deus poderoso. Eis as razões pelas quais Jacó se debruçou em oração clamando pelas bênçãos divinas.
O medo do desconhecido é indicação que não podemos controlar a história; portanto, é importante que esse medo refresque nossa memória e nos leve à oração em busca do Salvador que mudou o nome de Jacó e pode mudar qualquer situação.
A alma angustiada é fruto de consciência culpada. Todavia, quando enfrentamos nossos traumas confiando em Deus, a fé fará o medo recuar diante de nós.
Portanto, permitamos que a fé, não o medo, tome conta de nossas ações! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: GÊNESIS 31 – Primeiro leia a Bíblia
GÊNESIS 31 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gn/31
“Tenho visto tudo o que Labão lhe fez!” (v. 12, NVI)
Falada por Deus, essa mensagem certamente encorajou o coração perturbado de Jacó, desgastado por anos de excesso de trabalho e manipulação emocional. Que reconfortante! Jacó não precisava lutar suas batalhas sozinho; Deus estava lutando por ele.
Você já foi enganado e maltratado por alguém durante anos? Imagine como seria reconfortante se Deus lhe dissesse diretamente: “Tenho visto tudo o que Fulano de Tal fez a você”. Nada escapa ao conhecimento de Deus: nenhum insulto, nenhum engano, nenhum abuso, nenhuma traição – absolutamente nada é trivial demais para Ele. Nada escapa ao Seu escrutínio soberano. Deus se importa como as outras pessoas tratam você, a menina dos Seus olhos!
Você pode ter Labãos modernos tornando sua vida miserável hoje, mas, mais importante, você tem um Deus que vê tudo o que está sendo feito a você. Confie que Deus tirará o bem do mal, assim como fez com Jacó. No fim, todas as coisas cooperam para o nosso bem.
Deus é especialista em transformar maldições em bênçãos. Seu “Labão” moderno pode ter planejado o mal contra você, mas Deus está planejando o seu caminho. Deus está lutando por você.
Se Deus é por você, quem será contra você?
Lori Engel
Capelã
Eugene, Oregon EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/31
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Luís Uehara
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1208 palavras
1-55 Em cumprimento à sua promessa em 28.15, o Senhor levou Jacó de volta à Terra Prometida com grande riqueza às custas de Labão e acima da oposição do mesmo (v. 42). Deus permaneceu firme às suas promessas, apesar das maquinações de Jacó e da idolatria pagã de sua casa (v. 19; 28.20) (Bíblia de Genebra).
1-3 Jacó “ouvia”, “reparou”, e, então, Deus falou. Todos os sentidos dispararam o alarme da mudança da situação. Os filhos de Labão, que aparecem pela primeira vez na história, reclamam do estrangeiro (Andrews Study Bible).
3 Torna à terra. A partida de Jacó e seus filhos de Padã-Arã prenuncia o êxodo das doze tribos de Israel do Egito: eles vão em resposta a um chamado de Deus para adorar na terra de Canaã (vs. 3,13; cf Êx 3:13-18); eles despojam o inimigo de sua riqueza (v. 9; cf Êx 12:35-36); eles são perseguidos por forças superiores e salvos por intervenção divina (vs 21-42; cd Êx 14:5-31). Estes exemplos do Antigo testamento, por sua vez, apontam para a peregrinação do Novo Israel, a igreja (1Co 10-1-4) (Bíblia de Genebra).
4 Então, Jacó mandou vir. Jacó finalmente começou a responder a Deus com pronta obediência (cf 12.4; 17.23; 22.3) (Bíblia de Genebra).
4-15 Esta é a primeira vez que Lia e Raquel concordam com um plano de ação. O retorno a Canaã não é somente uma necessidade (devido à alteração das condições), mas também uma resposta à ordem de Deus, que (como sempre) é seguida de uma promessa divina (ver 12:1-2) (Andrews Study Bible).
7 dez vezes. O número dez significava plenitude; Jacó talvez esteja deplorando a magnitude da desonestidade de Labão (Bíblia de Genebra).
9 Deus tomou. Através de seu comportamento desonesto para com Jacó, Labão ficou sujeito à maldições da aliança (12.3; 27.29) (Bíblia de Genebra).
15 consumiu tudo o que nos era devido. Esta frase ocorre em contextos sociais semelhantes nos textos mesopotâmicos de Nuzi (c. 1500 a.C). Legalmente, pelo menos parte da compensação recebida pelo pai quando cedia a filha em casamento deveria ser dada à própria filha (Bíblia de Genebra).
17-21 Note a descrição completa da visão divina, comparada à breve visão no v. 3 (Andrews Study Bible).
19 ídolos do lar. Ídolos pequenos, portáteis, associados frequentemente com deuses ancestrais ou padroeiros. Estes ídolos domésticos eram muito importantes, e seu desaparecimento significava problemas. Uma vez que eles eram parte da herança, pode ser que Raquel os considerava como seu direito de herança – especialmente considerando que elas não tinham recebido nada (vs. 14-15) (Andrews Study Bible).
Os ídolos, que Raquel furtara, eram “terafins”, ou “deuses domésticos”, pertencentes a Labão (cf 30). Os tabletes de Nuzi indicam que os “terafins” provavam então, que os possuidores eram os legítimos herdeiros. É provável que Labão não tivesse nenhum herdeiro varão ao tempo da vinda de Jacó para sua casa. Uma vez casado com suas filhas, Jacó deveria, naturalmente, ser admitido como filho adotivo e herdeiro. Entretanto, posteriormente nasceram filhos a Labão (31.1) e os costumes de então estabeleciam que os filhos tivessem precedência sobre os adotivos. Transparece, na descrição dos fatos, que Raquel estava determinada a tudo fazer no sentido de que se mantivessem os direitos do esposo e dos descendentes. Jacó estava na plena ignorância dos atos de Raquel. Ele deveria estar consciente do direito de primogenitura em sua própria família, isto é, de Isaque (Bíblia Shedd).
23 seus irmãos. Labão tinha superioridade militar [cf. v. 29] (Bíblia de Genebra).
24 veio Deus. Deus soberanamente protegeu Jacó, assim como tinha feito com Abraão (12.17; 20.3) e Isaque (26.8) (Bíblia de Genebra).
25-42 O diálogo entre Labão e Jacó é cheio de acusações e suposições. Labão foi muito longe para encontrar seus ídolos caseiros, mas não pôde encontrá-los devido à esperta ação de Raquel. De acordo com as leis posteriores sobre menstruação (Lev. 15:19-23), uma audiência judia poderia ver o humor implícito: Raquel, argumentando menstruação, estava, na verdade, ridicularizando estes deuses (Andrews Study Bible).
27 alegria… harpa. Novamente, Labão apelou para o costume (cf 29.26), desta vez reclamando que o ritual costumeiro de despedida não havia sido seguido (cf 24.60) (Bíblia de Genebra).
35 regras das mulheres. O período menstrual. A lei mosaica vai, mais adiante, especificar que as mulheres nessa condição eram cerimonialmente impuras (Lv 15.19-24). Assim como no cap. 27, o filho mais novo havia enganado seu pai (Bíblia de Genebra).
39 sofri o dano. De acordo com as leis antigas que especificavam as responsabilidades dos pastores, como as que estão no código de Hamurábi (c. 1750 a.C.), Jacó não deveria ser responsável pelas perdas (Bíblia de Genebra).
38-41 Jacó conseguiu excelente folha de serviços, como pastor de ovelhas. O Código de Amurabe (contemporâneo) estabelecia que o pastor teria de fornecer uma lista dos animais que lhe fossem confiados. Alguns poderiam ser usados para alimentação; ele não ficava responsável pelos que fossem devorados pelos leões ou mortos pelos raios. Do pastor, porém, esperava-se que devolvesse o rebanho com razoável incremento e que pagasse em dobro as ovelhas que se tivessem perdido por negligência. Os versículos que seguem ficam bem esclarecido em face do referido Código (Bíblia Shedd).
43-55 A despeito da atitude agressiva de Labão, Jacó e seu sogro entram em concerto que resolve a questão entre eles. Uma pedra é estabelecida como uma coluna (28:11, 18; 35:14,20), e uma pilha de pedras é juntada. Seu nome é incluído tanto em aramaico (a provável língua de Labão) e em hebraico, para funcionar como testemunha (Andrews Study Bible).
42 O Temor de Isaque, ou “aquele que atemoriza Isaque” (Bíblia de Genebra).
O comportamento decisivo apresentado por Jacó em sua amarga argumentação, consistia em asseverar que Deus tinha pronunciado uma sentença e condenado os atos de Labão. Tal maneira de arrazoar levou Labão a propor o estabelecimento de uma aliança com Jacó (cf v. 44) (Bíblia Shedd).
43 tudo que vês é meu. A reivindicação de Labão mostra que o temor de Jacó era justificado (v. 31) (Bíblia de Genebra).
46 A antiga praxe de tomar uma refeição para firmar um compromisso é bem conhecida. Posteriormente, oferecia-se também um sacrifício, o qual se fazia acompanhar de uma festa de ação de graças (54). mediante a participação no sacrifício e os compromissos mutuamente assumidos, não se podia admitir nenhuma violação (cf também 26.30) (Bíblia Shedd).
47 Jegar-Saaduta, frase aramaica que significa “monte/pilha do testemunho”. Galeede [Gileade] é palavra hebraica equivalente (Bíblia Shedd).
49 Mispa, “posto de vigilância”. A ereção de uma coluna ou “monte” tinha por objetivo indicar que ficava estabelecida uma linha divisória através da qual nenhum dos compromissados haveria de passar com intuitos hostis (Bíblia Shedd).
50 tomares outras mulheres além delas. A família de Tera dava valor à estrutura familiar, em contraste com os cananeus (24.3-4; 26.34-35; 27.46; 28.9). Esta proibição era comumente encontrada em contratos de casamento do antigo Oriente Próximo (Bíblia de Genebra).
53 O Deus de Abrãao… Naor… pai. Labão, o pagão, aparentemente considerava o Deus de Abraão como um dos deuses de sua família. Tera, o pai de Abrão e Naor, foi provavelmente um adorador da lua em Ur (11.27; Js 24.14) (Bíblia de Genebra).
54 Irmãos nesta passagem poderá ter a significação de parentes próximos referindo-se, provavelmente, aos filhos de Labão. O termo “filhos” em hebraico (55) não raro inclui todos os filhos e, neste caso, os netos de Labão. Pelo menos nesta fuga, Jacó não deixara um parente ou irmão tão ofendido que precisaria temer por sua vida, como foi no caso de Esaú. Foi uma lição de fé para Jacó, ouvir como Deus tinha advertido a Labão para não vingar-se. Não foi a astúcia de Jacó, mas o cuidado de Deus que o salvara (29.31) (Bíblia Shedd).
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“E disse o Senhor a Jacó: Torna à terra de teus pais e à tua parentela; e Eu serei contigo” (v.3).
Enciumados pela prosperidade de Jacó, Labão e seus filhos começaram a revelar sua insatisfação. Percebendo isso, Jacó deve ter temido até mesmo por sua vida. Mas, “em sonho” (v.11), o Senhor o orientou a voltar à casa de seu pai e prometeu protegê-lo no caminho. Não era uma decisão fácil de ser tomada. Ele não estava mais sozinho como em sua jornada ao Oriente. Agora precisava ser cauteloso e pensar em como faria essa grande jornada com toda a sua família, servos e animais; e isso, sem despertar a suspeita de Labão.
Ao chamar Lia e Raquel para conversar a respeito do retorno à Canaã, Jacó se mostrou sensível aos sentimentos e à opinião de suas mulheres. Ele poderia simplesmente ter ordenado que se preparassem para a viagem. Mas em respeito ao que elas deixariam para trás, as consultou e revelou tudo o que Deus havia lhe falado em sonho. Lia e Raquel conheciam o pai que tinham e também conheciam seu marido e a intimidade que ele tinha com Deus. A resposta positiva de suas mulheres, no entanto, foi de grande importância para Jacó, e o impulso e encorajamento que ele precisava para dar início ao plano de fuga.
Apesar do discurso emocional de Labão ao alcançar Jacó e sua comitiva após “sete dias de jornada” (v.23), não fosse o Senhor ter lhe aparecido em sonho, Labão teria agido com violência e tomado de volta tudo o que considerava como sendo seu (v.43). O fato de Raquel ter levado consigo “os ídolos do lar” (v.19) da casa de seu pai, também era o motivo que Labão precisava para acusar Jacó e ter razão quanto ao que reivindicava. Fato que demonstra o quanto Raquel ainda estava distante do conhecimento do Senhor. E ainda que aqueles ídolos não tenham sido descobertos, eles representavam uma maldição no meio do acampamento. Não sabemos que fim Raquel deu aos ídolos, mas acredito que ela percebeu que não poderia permanecer com eles.
A aliança feita entre Jacó e Labão representava um acordo de paz, e aquela coluna era como uma testemunha e uma divisa constante de que ambos não iriam ultrapassar os limites um do outro. Por duas vezes, Jacó referiu-se a Deus como o “Temor de Isaque” (v.42, 53). Uma expressão que revelava não somente o seu respeito e temor ao Senhor, mas também, e eu creio que principalmente, a visão que Jacó tinha da relação de seu pai Isaque com Deus. A referência espiritual que tinha de seu pai ficou gravada em seu coração e, naquele pacto com Labão, foi revelada com a firme segurança na assinatura do nome do “Temor de Isaque, seu pai” (v.53).
A família é uma dádiva de Deus ao homem. Instituída no Éden, tinha por objetivo ser uma escola da verdadeira educação, enchendo o mundo de homens e mulheres felizes no Senhor. Mas com o pecado, veio a deturpação da família e o ardente desejo de Satanás de destruí-la. De lá pra cá, não tem sido fácil manter uma família inteira em submissão à vontade de Deus. Quantas vezes erramos como pais na instrução de nossos filhos! Quantas vezes erramos em relação ao nosso cônjuge! Quantas vezes erramos como filhos! Quantas vezes erramos como irmãos! E esses erros geram consequências que não têm como não atingir a família inteira.
O furto de Raquel quase resultou em uma tragédia, não fosse a misericordiosa intervenção divina. E creio que o que aconteceu foi o suficiente para que ela se desse conta disso. Infelizmente, nem todos têm o mesmo fim, e, fechando o coração para reconhecer o seu erro, acabam trazendo maldição e sofrimento não somente para si, mas para toda a sua família. Amados, o temor a Deus que Jacó havia aprendido de seu pai, precisa ser visto em nossa vida também, principalmente pelos de nossa casa. Temos o dever cristão de iluminar primeiramente o nosso lar com a luz que emana de Cristo. Precisamos permitir que o Espírito Santo realize a Sua boa obra em nossa vida para que essa obra seja revelada em uma vida de temor e fé em Jesus.
Em nome de Jesus, se desfaça dos ídolos do lar, caso isso seja uma realidade em sua casa! Ore para que Deus habite soberano em seu lar e deixe erguido o altar do Senhor todos os dias através do culto familiar, para que o inimigo saiba que ali ele não pode entrar. Que o Temor de Isaque seja também o seu Temor!
Deus de Abraão e Temor de Isaque, nosso Deus e Pai, nós Te agradecemos porque ao vermos a Tua intervenção na história do Teu povo, percebemos que és um Deus fiel e misericordioso! Perdoa-nos se não temos desempenhado o nosso papel como deveríamos como membros de uma família! Limpa o nosso lar de tudo o que não Te agrada e nos faz andar Contigo em todos os momentos. Que a nossa casa seja um lugar de adoração somente a Ti. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, famílias tementes a Deus!
Rosana Garcia Barros
#Gênesis31 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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GÊNESIS 31 – Cunhados chateados, invejosos e traiçoeiros incomodam quando aparecem para infernizar a vida do marido de suas irmãs. Filhos de Labão surgem na história para prejudicar ainda mais o judiado Jacó.
Jacó ouviu-os comentando: “Jacó tomou tudo o que o nosso pai tinha e juntou toda a sua riqueza à custa do nosso pai”. Consequentemente, “Jacó percebeu que a atitude de Labão para com ele já não era mais a mesma de antes” (Gênesis 31:1-2).
Diante dessa tensão, Deus pediu que Jacó voltasse a Canaã e prometeu acompanhá-lo. Jacó comunicou a suas esposas e falou também da forma estranha que vinha sendo tratado pela família delas. Sendo exímio trabalhador, abençoando a si e a seu sogro (Gênesis 30:27), Jacó foi tratado como bobo, tendo o salário alterado dez vezes objetivando prejudicá-lo (Gênesis 31:3-13). Se não fosse por Deus, Jacó teria saído sem nada.
Raquel e Lia concordaram que o pai usou de malandragem, e ainda gastou tudo o que Jacó pagara por elas. Então, fugiram de Labão; Raquel ainda roubou os deuses do pai.
Se não fosse a intervenção de Deus em sonhos ao irado Labão, a lambança que ele faria seria descomunal. Todavia, fez acusações infundadas contra Jacó (Gênesis 31:14-30).
A tensão entre Jacó e Labão foi intensa. Jacó expôs a verdade nua e crua perante o sogro egoísta e ganancioso; entretanto, tudo terminou num acordo entre os dois (Gênesis 31:31-55). Ellen White afirma que “Jacó apresentou claramente o procedimento egoístico e ambicioso de Labão, e apelou para ele como testemunha de sua própria fidelidade e honestidade… Labão não pôde negar os fatos apresentados, e propôs então entrar em um concerto de paz”. A partir daí, não houve mais “conexão entre os filhos de Abraão e os moradores da Mesopotâmia” (PP, 193).
Inveja, ganância e egoísmo cegam quem se deixa levar por esses pecados. Faz o indivíduo errado pensar que está certo, fazendo condenar quem agiu com honestidade. Explora e ainda faz seu hospedeiro de vítima. É melhor afastar-se de gente assim, mesmo que Deus transforme tensão em celebração!
Durante os 20 anos na casa do sogro, Jacó aprendeu que enganar cria mais problemas do que evita a existência deles; assim Deus moldava seu caráter!
Permita que Deus molde teu caráter também! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: GÊNESIS 30 – Primeiro leia a Bíblia
GÊNESIS 30 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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