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481 palavras
1-2 A agradável refeição se encerra com mais um teste: a taça de prata de José é escondida no saco de grãos de Benjamim (Andrews Study Bible).
4-5 adivinhações. A acusação de roubo da taça do governador que era utilizada em ritos de adivinhação sem dúvida aumenta a culpa do ofensor. Adivinhação com líquidos (água, óleo, vinho) era comum e, como qualquer forma de adivinhação, era proibida na lei bíblica (Lev. 19:26; Deut. 18:10) (Andrews Study Bible).
6-13 Após reter os irmãos de José, o mordomo os acusa de roubo e uma busca é feita. Um precipitado voto dos irmãos (v. 9) destaca sua convicção de inocência e lembra ao leitor de um precipitado voto similar (também feito na ignorância dos fatos reais) por Jacó (31:32) (Andrews Study Bible).
9 Se algum dos seus servos for encontrado com ela. Anos antes, Jacó dera a Labão uma resposta igualmente apressada (v. 31.32). Bíblia de Estudo NVI Vida.
10 O administrador abrandou a punição contida na proposta dos irmãos. Bíblia de Estudo NVI Vida.
13 rasgaram suas vestes. Sinal de aflição e desespero (v. 37.29). Bíblia de Estudo NVI Vida.
44:14 Novamente os irmãos se prostram diante de José (37:7 – 10; 42:6). Esta cena final acaba em 45:15 e é o clímax da história (Andrews Study Bible).
15 A referência de José à adivinhação é outro meio de aumentar a tensão (Andrews Study Bible).
16 A admissão coletiva de culpa, por parte de todos os irmãos, relativamente àquele furto do copo indica que, provavelmente, Judá estava incluindo o pecado cometido contra José naquela confissão. O pecado não confessado ou reparado é uma ferida que não pode ser curada (cf Is 1.6). Bíblia Shedd.
18-34 Um magistral discurso de Judá, recontando a história da interação do governador com os filhos de Jacó no Egito até este ponto. Destaca-se a transformação de alguém interessado somente em si mesmo e em ganhos pessoais (37:26-27; 38:1-30) em alguém pronto a se envolver, com perda pessoal, na resolução de um problema (vs. 33-34). Na fala José tem conhecimento da tristeza e lamento de seu pai. Interessantemente, esta é a mais longa fala individual de Gênesis, e foca o conceito da substituição (João 15:13) (Andrews Study Bible).
Aqui temos uma das mais comoventes intercessões que a literatura universal registra. É um retrato quase incomparável, no AT, da pessoa de Jesus Cristo pertencente à tribo de Judá, o qual se ofereceu a Si mesmo como nosso substituto no sacrifício do Calvário. Judá exibe, assim, as marcas genuínas da transformação moral. … a operação disciplinadora de Deus em sua vida o tinha transformado de modo completo. Bíblia Shedd.
27 minha mulher me deu dois filhos. Jacó tinha pensado apenas em Raquel como sua verdadeira esposa. Foi isto uma das principais causas dos ciúmes e invejas que permeavam a família. Não era assim que Deus o planejava, visto como, mediante a providência, foi Lia, e não Raquel, que fora sepultada com Jacó na cova de Macpela, contando-se seu nome entre os ancestrais de Jesus. Bíblia Shedd.
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“O meu copo de prata pô-lo-ás na boca do saco de mantimento do mais novo, com o dinheiro do seu cereal. E assim se fez segundo José dissera” (v.2).
Tratar Benjamim de forma especial em sua mesa não foi suficiente para que José provasse o caráter de seus irmãos. Mantendo sua identidade ainda em segredo, José contou com o apoio e a discrição do mordomo de sua casa, que logo colocou em prática o plano de seu senhor. Já fora da cidade e aliviados por retornarem em paz com Benjamim e os mantimentos necessários para suas famílias, os irmãos de José foram surpreendidos com a acusação do mordomo de José. Maior surpresa, porém, tiveram ao ver o copo de prata do governador sendo retirado do saco de Benjamim. O que se seguiu foi uma viagem de volta cheia de lamentação e espanto.
Diante da possibilidade de retornar para casa sem Benjamim, Judá iniciou talvez a defesa mais emocionante de toda a Escritura. Aquele que foi o mentor da venda de José como escravo aos ismaelitas agora se oferecia como escravo no lugar de seu irmão. O plano de José, então, foi plenamente satisfeito. Ele percebeu que estava diante de outro homem. Não se tratava mais daquele Judá invejoso e irascível, mas de um homem forjado pelo sofrimento de uma consciência culpada e que estava disposto a dar a vida pelo filho amado de seu pai. Judá não suportaria novamente causar tamanha dor ao coração de seu velho pai, pois declarou: ‘Para que não veja eu o mal que a meu pai sobrevirá’ (v.34).
O que senti ao ler o capítulo de hoje foi como se nunca o tivesse lido antes. Senti meu coração arder em cada palavra dita por Judá. Ele intercedeu por seu irmão com inteireza de coração e demonstrou verdadeiro fruto de arrependimento. Porque a tristeza que o consumia naquele momento não era pela punição que sofreria, nem uma preocupação com a sua reputação ou de explicar que tudo aquilo não passava de um mal-entendido. Não, meus irmãos! O que Judá não poderia suportar era entristecer o coração de seu pai. E nós, amados? Quando a nossa consciência nos acusa, o que tememos? Tememos o castigo? Tememos que outros saibam? Inventamos desculpas para aplacar nosso sentimento de culpa? Ou não suportamos a ideia de entristecer o coração de nosso Pai Celestial?
Que emoção José experimentou ao perceber que estava diante de um irmão transformado! Amados, todo o céu chora de alegria e ‘há júbilo diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende’ (Lc.15:10). E o genuíno arrependimento é aquele que provém de um coração que sofre ao perceber que feriu o coração de Deus. Assim como Judá se ofereceu como fiador de seu irmão, Jesus não somente se ofereceu, mas consumou o ato e pagou o preço do nosso resgate. O Leão da tribo de Judá se deu para pagar uma dívida que jamais conseguiríamos pagar e ainda prometeu voltar e nos levar para morar na casa de Seu Pai.
Que essa boa notícia aqueça o nosso coração e o transforme um dia de cada vez, até que estejamos dispostos a dar a nossa vida, se preciso for, por amor aos nossos irmãos. E se o verdadeiro arrependimento e conversão ainda não nos alcançaram, que seja uma realidade em nossa vida agora, pois ‘eis, agora, o dia da salvação’ (2Co.6:2).
Nosso Pai Celestial, infelizmente a nossa teimosia muitas vezes nos faz passar por experiências que poderiam ser evitadas se tão somente conservássemos os nossos olhos sempre em Ti. Mas ainda assim, o Senhor deseja usar cada uma delas a fim de endireitar os nossos caminhos e para que possamos Te conhecer. E quando Te conhecemos, Pai, o que mais tememos é ferir o Teu coração. Se o fizemos, Senhor, que a Tua bondade nos conduza ao arrependimento e que esse arrependimento nos conduza ao genuíno reavivamento. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, homens e mulheres transformados pelo amor!
Rosana Garcia Barros
#Gênesis44 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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GÊNESIS 44 – A confiança perdida é difícil ser restaurada; contudo, não impossível quando Deus atua no coração humano. Este capítulo é a esperança para problemas antigos, de relacionamentos arruinados.
José prova seus irmãos com o objetivo de ver se havia alguma transformação na vida deles. As provas foram meticulosamente pensadas (Gênesis 44:1-13) evidenciando que estavam transformados (Gênesis 44:14-34). José queria ver honestidade nas atitudes deles, que antes se mostravam cruéis, frias, indiferentes, injustas e desleais (Gênesis 42:19-20, 33-34; 43:33-34). Além das provas mostrarem que os terríveis filhos de Jacó foram transformados, elas ajudaram a completar a obra de Deus no coração deles.
Os irmãos de José eram afligidos por um forte sentimento de culpa. Diante de qualquer dificuldade, o peso da culpa assolava o coração deles (Gênesis 42:13, 21, 32), além de terem a consciência avivada pela dor emocional quando Jacó espremia as gangrenas de sua alma estrangulada pela suposta morte de seu filho querido (Gênesis 42:35-38; 43:1-9, 14). O medo invadia o coração deles até mesmo quando coisas boas lhes aconteciam (Gênesis 43:18).
Deus é Mestre em curar nossas emoções arruinadas! A transformação do coração que os irmãos de José precisavam experimentar para crescerem e amadurecerem na vida, nós também precisamos. Por isso, assim como José provou a seus irmãos, o nosso irmão Jesus também nos prova, não apenas para que mostremos o quanto somos transformados, mas também para conduzir-nos a mais maturidade (1 Pedro 1:6-9, 13-17).
Como a família de Jacó no passado, a igreja de Deus no presente vive como peregrina neste mundo corrompido pelo pecado. Portanto, da mesma forma que os filhos de Israel aprenderam humildade e reverência diante das autoridades (Gênesis 44:14, 16, 18, 32-33), os modernos filhos de Deus devem aprender a respeitar devidamente as autoridades (1 Pedro 2:11-14), se humilhar e desvencilhar-se de toda ansiedade, confiando que Deus está agindo; e, no tempo certo, Ele exaltará aos humildes (1 Pedro 5:6-7), como fez com José. Os sonhos de José foram a didática usada por Deus para moldar o coração dos filhos de Israel (Gênesis 37:5-11; 44:14, 18), mostrando que Ele é o Soberano na história humana.
Precisamos permitir que Deus conduza nossa vida e execute Seus planos em nós. Precisamos da intervenção dEle em nossa história! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: GÊNESIS 43 – Primeiro leia a Bíblia
GÊNESIS 43 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gn/43
Na longa história de Gênesis 43, vejo algumas coisas que me lembram o livro do Apocalipse. Por exemplo, a palavra “abominação” é usada pela primeira vez na Bíblia neste capítulo. Era assim que os egípcios viam os pastores, e isso levou a uma separação em dois grupos. Felizmente Deus não viu os hebreus como abomináveis. E em Apocalipse 21:27, encontramos o último uso da palavra – aqueles que praticam abominação não são encontrados no livro da vida.
A cena de José comendo com seus irmãos me lembra aquela maravilhosa ceia das bodas do Cordeiro, onde os escolhidos se reunirão naquela longa mesa de prata para comer a comida servida pelo Rei Jesus. E naquela mesa os ímpios não encontrarão lugar. Eles não podem entrar no céu porque fizeram coisas que Deus chama de “abominação”.
Além disso, foi incrível ver Ruben e Judá dispostos a sacrificar tanto para salvar seu irmãozinho. Eles passaram no teste planejado por José e nem sabiam que estavam sendo testados! O espírito voluntário deles me lembra este versículo: “Porque, qualquer que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas qualquer que, por amor de mim, perder a sua vida, a salvará”. (Lucas 9:24, NVI)
Timothy Chin
Aluno do Instituto de Treinamento do Leste Asiático, Malásia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/43
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1264 palavras
1-34 Através de José, o misericordioso (v. 14), provisor (v. 23) e gracioso (v. 29) Deus dos patriarcas começa a trazer paz àquela família dividida (vs. 23.26-28). Bíblia de Genebra.
2 Voltai. Quando o cereal trazido do Egito foi todo consumido e a fome persistia devido à contínua seca, Jacó pediu aos filhos que voltassem ao Egito para buscar “um pouco de mantimento”. Não foram os filhos que tomaram a iniciativa; eles sabiam que seria inútil voltar sem Benjamim, mas também sabiam que era aparentemente impossível fazer o pai mudar de ideia. Judá, tornando-se o porta-voz dos outros, disse com firmeza que eles não iriam a menos que Benjamim fosse com eles, uma vez que o governante egípcio havia declarado solenemente que não veriam sua face sem o irmão mais novo. Judá, o quarto filho de Jacó, foi o porta-voz dessa vez porque Rúben, o filho mais velho, já havia sido recusado, Simeão estava numa prisão egípcia e Levi provavelmente havia perdido a confiança do pai devido a sua traição contra os siquemitas (Gn 34). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 480.
3 Judá lhe disse. A partir desse momento, Judá passou a ser porta-voz de seus irmãos (cf. v. 8-10; 44.14-34; 46.28). Sua tribo passaria a ter preeminência entre as 12 (v. 49.8-10), e ele mesmo seria o antepassado de Jesus (v. Mt 1.2, 17; Lc 3.23, 33). Bíblia de Estudo NVI Vida.
9 Eu serei responsável. Judá oferece a si mesmo como fiador da segurança de Benjamim – gesto ainda mais generoso que o de Rúben (v 42.37). Bíblia de Estudo NVI Vida.
A nobreza de caráter, tão evidente na linguagem de Judá, é ilustrada mais tarde em seu apelo emocionado diante de José (Gn 44:18-34). Uma grande mudança deve ter ocorrido em seu caráter desde os incidentes registrados em Gênesis 37 e 38. CBASD, vol. 1, p. 481.
Ao passo que Rúben não fora capaz de persuadir a Jacó da absoluta necessidade de consentir na ida de Benjamim ao Egito, quando se tornara inevitável voltarem para adquirirem alimentos, Judá o persuadira. Rúben tinha prometido as vidas de seus dois filhos, caso não lhe fosse possível trazer a Benjamim, são e salvo ao pai (42.37). Judá, porém, se ofereceu a si mesmo. Vem-nos, imediatamente ao pensamento aquEle divino Descendente de Judá, quando refletimos no emprego da palavra “culpado” (lit “pecado”, em hebraico hatta) “Serei, para contigo para sempre”. Cristo deu a sua vida “como oferta pelo pecado” (Is 53.10) e “foi feito pecado por nós” (2 Co 5.21) a fim de que pudesse levar-nos salvos para o Pai Celestial. Bíblia Shedd.
14 Todo-Poderoso (El-Shaddai). Jacó resigna-se com relutância, ante o fato inegável traçado pela soberania de Deus – se Benjamim não fosse, toda a família ficaria sujeita a perecer de fome, mas, indo, caso não voltasse com vida, pouco lhe conviria viver. Não obstante, o Senhor vive para sempre. A Jacó só resta descansar no Senhor a sua confiança. Bíblia Shedd.
se eu perder os filhos. Embora Jacó tivesse fé na proteção divina, logo na declaração seguinte ele revela incerteza quanto a Deus abençoar seus filhos pecadores. Eles eram imprevisíveis e podiam arranjar problemas mesmo onde não havia razões para tal. Num espírito de resignação, ele se submeteu à vontade divina, qualquer que ela fosse. CBASD, vol. 1, p. 481.
A oração de Jacó ecoa uma oração anterior (32:10-11). Deus, o “Poderoso” (17:1, 28:3; 35:11; 48:3; 49:25) e capaz, não somente de dar filhos à estéril, mas também proteger Seu filho (Andrews Study Bible).
15-23 Na chegada de Benjamim ao Egito, José o reconhece e prepara uma festa. Por causa da superamistosa recepção, os irmãos de José suspeitam de algo (v. 18) e, consequentemente, decidem relatar o achado de seu dinheiro. Ele passam pelo teste anterior (42:26-28) e relatam ao mordomo de José o incidente com o dinheiro devolvido (Andrews Study Bible).
23 o vosso dinheiro me chegou a mim. O mordomo, aparentemente a par dos planos de José, acalmou-os com a certeza de que o dinheiro chegara até ele, e que a reaparição do dinheiro deles devia ser explicada como um ato de Deus. Como para banir-lhes todos os temores, trouxe Simeão até eles e, com verdadeira cortesia oriental, tratou-os como convidados, dando-lhes água para lavarem os pés e ração para alimentar os animais de carga.CBASD, vol. 1, p. 482.
O tema central em todo o relato da vida de José (Gn 37-50) consiste na demonstração da soberania divina. Bíblia Shedd.
24-25 José dá a eles a tradicional saudação oriental, que inclui lavar os pés, prover comida para seus animais e troca de presentes (18:4; 19:2; 24:32; Lucas 7:44) (Andrews Study Bible).
26-28 e prostraram-se. É repetida para mostrar como os sonhos de José se cumpriram profeticamente (cf 37.7,9 com 42.6). Bíblia Shedd.
26-31 Importante diálogo entre José e seus irmãos, que não suspeitavam de nada. Tocado pelas boas novas a respeito de seu bem amado pai e pelo encontro com Benjamim, José se retira e chora. se movera no íntimo. A mesma expressão é utilizada para descrever os sentimentos de uma mãe por seu filho moribundo (1 Rs. 3:26) (Andrews Study Bible).
29 Deus te conceda graça. José reservou uma saudação especial para seu amado e verdadeiro irmão (cf Nm 6.25; Rm 1.7). Biblia Shedd.
30 porque se movera no seu íntimo. Esta foi a segunda vez em que José foi dominado pela emoção; a primeira foi quando seus irmãos falavam entre si sobre sua crueldade para com ele (Gn 42:21). Agora foi a presença de seu próprio irmão, que ele não via havia longos 22 anos, que despertou suas emoções. Então, “suas entranhas se comoveram” (BJ). … Uma vez que desejava testar a atitude dos irmãos com relação a Benjamim, ainda não estava pronto para se dar a conhecer, e se retirou apressadamente, com receio de não ser capaz de prosseguir com o plano até o fim. Durante a refeição, quando o esperado era conversar livremente, José teria uma excelente oportunidade para observar a atitude deles. recompondo-se, lavou o rosto, voltou para onde estavam os irmãos e ordenou que a refeição fosse servida. CBASD, vol. 1, p. 482.
32-34 A ordem dos assentos dos irmãos deveria dar a eles uma pista da identidade de José. Apesar de Benjamim receber porções cinco vezes maior que a de seus irmãos, nenhuma inveja é notada, satisfazendo, portanto, outro teste. A aversão dos egípcios em comer com estrangeiros (v. 32) é bem conhecida de fontes clássicas (p. ex., Heródoto, Strabo). Outra abominação aos egípcios envolvia o pastoreio (46:34). Canaanitas eram considerados bárbaros e incivilizados (Andrews Study Bible).
Os antigos egípcios sempre eram rigorosos no assunto de associação com estrangeiros. Consideravam-se a classe mais elevada de seres humanos. Autodenominavam-se “pessoas”, enquanto que os outros eram mais ou menos bárbaros, criaturas intermediárias entre eles e o reino animal. A aversão aos estrangeiros se revelava notavelmente no contexto da alimentação. Os hebreus, por exemplo, abatiam e comiam animais considerados pelos egípcios como sagrados. Segundo o relato de Heródoto (11.41), nenhum egípcio usaria a faca, o garfo ou a panela de um grego, nem comeria carne de um animal limpo cortada com a faca de um grego. CBASD, vol. 1, p. 482, 483.
33 se maravilhavam. A capacidade misteriosa de colocar os irmãos na ordem certa elevaria a apreensão de interpretação divina perseguindo-os. Bíblia Shedd.
Descobrindo que seus lugares à mesa foram ordenados de acordo com a idade de cada um, eles olharam uns para os outros com espanto, convencidos de que esse augusto dignitário havia sido avisado de maneira sobrenatural sobre a idade deles.CBASD, vol. 1, p. 483.
34 cinco vezes. Benjamim era o convidado de honra. … José procurou testar seus irmãos para descobrir o verdadeiro sentimento deles para com Benjamim e, assim, para consigo mesmo. Desejava ver se invejavam e odiavam o irmão mais novo por causa de sua origem materna, como haviam anteriormente invejado a ele próprio.CBASD, vol. 1, p. 483.
Seu comportamento (“beberam e se regalaram com ele”) indicou que seu arrependimento fora genuíno. Bíblia de Genebra.
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“José se apressou e procurou onde chorar, porque se movera no seu íntimo, para com seu irmão; entrou na câmara e chorou ali” (v.30).
Não sabemos quanto tempo os irmãos de José demoraram para retornar, mas foi tempo suficiente para consumirem todo o cereal que haviam trazido do Egito. Diante do pedido de Jacó para que voltassem e comprassem mais mantimento, Judá viu a oportunidade de convencer seu velho pai a levar Benjamim com eles. Mesmo relutante, Jacó permitiu e usou a mesma estratégia que anos antes havia empregado com Esaú: mandou preparar muitos presentes para José e os abençoou, dizendo: ‘Deus Todo-Poderoso vos dê misericórdia perante o homem, para que vos restitua o vosso outro irmão e deixe vir Benjamim’ (v.14).
Era um tempo de prova para toda a família. Cada um precisava exercer sua fé em Deus, desde Jacó até Benjamim. Enquanto isso, José aguardava ansioso o retorno de seus irmãos com seu irmão mais novo. Ao ver Benjamim, ordenou a um de seus empregados que os preparassem para almoçar em sua casa. Essa notícia fez estremecer o coração de seus irmãos, que pensaram se tratar de um encontro para acusá-los de roubo por causa do dinheiro que lhes voltou nos sacos de cereais. O que os intimidava, na verdade — e sua constante desconfiança e medo — era uma consciência culpada desde o tempo em que venderam José como escravo. A cada ameaça de infortúnio, sua consciência os acusava e os fazia pensar que estavam diante de um castigo divino.
Mesmo sendo tratados agora com brandura e certos privilégios, ‘prepararam o presente’ (v.25) para entregar ao governador do Egito. Era muito difícil para eles não olharem com desconfiança para aquele momento. Chegaram a pensar que seriam punidos com a mesma sorte de José, sendo capturados como escravos (v.18). O que é isso, senão o resultado de uma mente cheia de culpa? A culpa tem seu lugar no processo que envolve o genuíno arrependimento. Ela age como a dor que indica que algo está errado. Mas, se for canalizada para o eu — como se tivéssemos o poder de vencê-la por meio de nossos próprios esforços —, ela pode levar ao mesmo fim de Judas, que tentou devolver as moedas aos sacerdotes e anciãos, mas, vendo que não adiantou, ‘foi enforcar-se’ (Mt.27:5). Contudo, se como Pedro, encontrarmos o olhar de Jesus (Lc.22:61), experimentaremos o verdadeiro arrependimento, que transforma e redime.
O certo é que, ao invés do que esperavam, os filhos de Jacó foram tratados com honra e dignidade e desfrutaram de uma excelente refeição na casa do oficial mais respeitado e poderoso do Egito. José, contudo, não pôde conter a emoção ao ver seu irmão caçula e ‘procurou onde chorar’ (v.30). E como mais uma forma de provar o caráter de seus irmãos, ‘a porção de Benjamim era cinco vezes mais do que a de qualquer deles’ (v.34). Quando olhamos para a cruz e para tudo o que nosso Salvador teve de passar por causa de nossos pecados, poderíamos nos sentir como os irmãos de José: culpados e passíveis do pior castigo possível. Mas, ao invés disso, Cristo nos prometeu levar para Sua casa e nos tratar com honra e dignidade, enquanto desfrutamos do banquete celestial. Porque ‘Aquele que não conheceu pecado, Ele o fez pecado por nós; para que, nEle, fôssemos feitos justiça de Deus’ (2Co.5:21).
Vocês compreendem, amados? Cristo é a nossa Justiça! Essa é a mensagem que deve permear a nossa vida e ser revelada ao mundo. Esse é o evangelho eterno que transforma e salva! Jesus está na mais sagrada câmara do santuário celeste e é ali, no Santíssimo lugar, que Ele está a derramar Suas últimas lágrimas de amor por mim e por você. Não permita que a culpa seja um agente de destruição em sua vida, mas, pela graça de Deus, que ela te faça olhar para Jesus, Aquele que quer te perdoar e te vestir com Sua perfeita justiça.
Nosso amado Pai, obrigado pela maravilhosa obra redentora de Jesus, que nos deixou escrito o caminho para encontrá-Lo! Tu conheces o nosso coração e sabes bem de que somos culpados. Perdoa-nos, Senhor! Purifica-nos de nossos pecados e prepara-nos para Te encontrar! Estamos, agora, abrindo a porta para que o Senhor entre e coma conosco e nós Contigo. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, justificados por Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Gênesis43 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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GÊNESIS 43 – Você conhece a profecia da túnica de José?
Veja, “…ganhar uma vestimenta especial (provavelmente tingida de cores raras e enriquecida de adornos) foi uma mensagem para os irmãos de José. Significava que ele era o favorito de Jacó para ocupar a chefia do grupo após sua morte”, explica Rodrigo Silva.
Parece que, inconscientemente, Jacó fazia uma profecia sobre José. Embora a túnica fosse rasgada pelos irmãos, o sonho de Deus dado ao irmão humilhado não poderiam ser destruídos. Tanto a projeção de Jacó a José sobressaindo a seus irmãos, quanto os sonhos que José tivera na infância, fluíam para tornarem realidade. Evidentemente, não era o poderoso Faraó, nem mesmo José, que estava no controle de tudo; certamente era Deus – como continua sendo Ele que conduz à história para que todas as profecias fluam para a segunda vinda do Messias.
“Quando José chegou”, diante dos irmãos lá no Egito, “eles o presentearam com o que tinham trazido e curvaram-se diante dele até o chão” (Gênesis 43:26). Contudo, isso não levou José ao orgulho, e a humilhar seus irmãos que o humilharam. Ao contrário, na escola de Deus, José aprendeu a humildade. José é o ícone da humildade no Antigo Testamento, algo que acontece com cada cristão que realmente se converte ao Mestre mais humilde que pisou nosso planeta (Filipenses 2:5-11).
O segredo da vida é entender que “onde Deus é tudo, o ego é nada”, como expressou Andrew Murray. E, acrescentou, “que Deus nos ensine que nossas opiniões e palavras e sentimentos com respeito aos outros homens são Seu teste de nossa humildade diante dEle é o único poder que nos capacita a ser sempre humildes com os homens. Nossa humildade tem de ser a vida de Cristo, o Cordeiro de Deus, dentro de nós”.
O poder pode corromper muitas pessoas que o alcançam, mas não corrompe àqueles que estão sob o poder do Deus do Onipotente. O poder nas mãos de alguém que se submete humildemente a Deus se torna num poderoso canal de bênçãos para beneficiar várias pessoas.
A submissão a Deus leva os indivíduos a desfrutar dos mistérios de Suas provisões. Desta forma, o que era caos e confusão será visto como providência de Deus em Sua Universidade!
Cresçamos espiritualmente! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: GÊNESIS 42 – Primeiro leia a Bíblia
GÊNESIS 42 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gn/42
Que belo caráter José tinha! Embora todos os seus vizinhos fossem egípcios pagãos, o jovem José permaneceu fiel ao Deus de seu pai, Israel.
Quando colocado em uma posição elevada, José percebeu que havia Alguém acima dele. Isso me mostrou como é importante ter a reverência a Deus implantada em nosso coração desde a mais tenra idade. Os frutos de uma boa educação espiritual na infância foram mostrados mais tarde no caráter de José.
Eu gosto de como José concedeu o milho de graça para seus irmãos escondendo o dinheiro do pagamento em seus sacos. Isso me lembra de como o dom da salvação que Deus concedeu a você e a mim é gratuito. Não podemos comprar a salvação, pois Deus já pagou o preço. Como os irmãos de José, não temos mais nada a pagar. E pensar que muitos ao nosso redor, especialmente aqui na Ásia, nada sabem a respeito da salvação!
Quando os irmãos se curvaram perante ele, José se lembrou de seu sonho profético da juventude. Mas os irmãos não se lembravam porque nunca o tinham levado a sério. E isso me faz pensar em nós. Reconheceremos as profecias se cumprindo ao nosso redor se nunca levarmos a sério nossas oportunidades de estudá-las?
Audra Haijon
Aluna do Instituto de Treinamento do Leste Asiático, Malásia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/42
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara