Reavivados por Sua Palavra


NÚMEROS 10 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
16 de fevereiro de 2019, 0:55
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NÚMEROS 10 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
16 de fevereiro de 2019, 0:45
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Atenção! A viagem vai começar! Junte-se a nós…

Orientações para viajar:

1. As trombetas de pratas: Deus se ocupa com cada detalhe. Sem microfone, sem autofalante, sem megafone, a orientação para criar duas trombetas no deserto daria a mensagem certa para cada situação (vs. 1-10):

• Toque das duas trombetas simultaneamente convocava a congregação para reunir-se à porta do tabernáculo;
• Toque de apenas uma trombeta convocava os príncipes para a reunião;
• Retinir das duas trombetas sinalizava o momento de sair organizadamente.

2. A ordem de marchar: O verso 11 indica o início da viagem do povo de Deus, a qual duraria 38 anos, culminando em Números 21:35. Tudo sob a regência divina.

3. O convite de Hobabe: Moisés convida seu cunhado para ir com o povo de Deus à Terra Prometida (vs. 29-32).

4. O início da viagem: A coluna de nuvem leva o povo por caminhos mais difíceis visando evitar guerras contra os filisteus, caso fossem pelo caminho mais fácil. “Seu percurso estendia-se através de barrancos e desolação estéril. Tudo em redor deles era o grande deserto […]. As gargantas de pedra, de longe e de perto, estavam repletas de homens, mulheres e crianças, com animais e carros, e longas fileiras de rebanho e gado. Sua marcha era necessariamente lenta e trabalhosa; e as multidões, depois de seu longo acampamento, não estavam preparadas para suportar os perigos e incômodos do caminho” (Ellen G. White).

Imagina 2.000.000 de pessoas no deserto!

Temos muito que aprender com Deus assim como os ex-escravos do Egito em seu início de viagem. “Em sua marcha tribal de três dias, a nação foi liderada por Deus na coluna de nuvem e fogo. A marcha teve lugar ordeiramente, conforme os sinais das trombetas de prata, tendo os sacerdotes à frente, levando a arca. A nuvem os conduziu para o leste e em direção ao note no deserto de Parã” (Frank Houbrook).

Aplicações:

• Seguir orientações de Deus pode não ser fácil, mas é melhor do que não segui-las;
• Fazer a vontade de Deus não é somente para os preparados, mas para os disponíveis;
• Convidar parentes/amigos para a caminhada rumo o destino estipulado por Deus ajuda a suportar os desafios do caminho.
• Nunca rebelar-se/reclamar/duvidar das sábias orientações de Deus!

Avancemos juntos! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 10 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
16 de fevereiro de 2019, 0:30
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“Se vieres conosco, far-te-emos o mesmo bem que o Senhor a nós nos fizer” (v.32).


Ao som de um único instrumento, todo o povo compreendia a mensagem a ser transmitida. Em suas celebrações, assembleias solenes, preparação para marchar, ou até mesmo para a guerra, havia um sonido certo de trombeta. Na devida ordem, cada lado do acampamento entendia que chegara a sua vez de partir. Não havia desculpas para o descaso, pois todo o Israel sabia discernir a mensagem que cada toque deveria transmitir. De todos os toques, o toque a rebate era uma espécie de alarme. Era um prenúncio de que algo estava para acontecer, geralmente, alertando-os de algum confronto inimigo.

Antes de Israel iniciar as suas peregrinações no deserto, “jornada após jornada” (v.12), ainda estava na companhia de Moisés o seu cunhado, Hobabe. Vendo que este pretendia voltar à sua terra, Moisés rogou que ele permanecesse com eles e participasse das bênçãos que o Senhor daria a Seu povo Israel. Certamente, o líder de Israel reconheceu em Hobabe a experiência de quem sabia como sobreviver no deserto, além da afeição que lhe tinha. Podemos dizer que Hobabe representa aqueles que estão sendo convidados a fazer parte do povo de Deus e que têm sido uma grande ajuda e alívio àqueles que não sabem lidar com as dificuldades nas jornadas desta vida.

A trombeta é um instrumento apocalíptico que vem anunciando ao mundo, ao longo da história, de que o fim aproxima-se de seu cumprimento. As sete trombetas que o apóstolo de Patmos viu na mão dos sete anjos (Ap.8:2), estavam para ser tocadas, e cada uma representa um tempo profético na história da humanidade. Segundo a profecia bíblica, a sexta e penúltima trombeta anuncia um desastre sem precedentes. Momentos calamitosos que antecedem o soar da última trombeta. Mas que, apesar de ser um sonido de juízo sobre a Terra, os homens não se arrependeram de suas obras más, permanecendo em sua idolatria, assassínios, feitiçarias, prostituição e furtos (Ap.9:20-21).

Diante de um quadro tão desanimador, antes de soar a sétima trombeta, porém, João viu outro anjo forte que anunciou o surgimento de um povo através do estudo de um “livrinho”, mas que qual foi com João, doce à boca e amargo ao estômago, sofreria um grande desapontamento com a mensagem que lhes causara grande alegria (Ap.10:1-10). Os mileritas acreditavam que o fim do período que anunciara o profeta Daniel, das “duas mil e trezentas tardes e manhãs” (Dn.8:14), culminaria no retorno de Cristo à Terra, quando, na verdade, era o princípio do juízo investigativo no Céu. Jesus passara do lugar Santo para o lugar Santíssimo do santuário celeste, e esta fase de Seu ministério começaria pelos de casa (Ap.11:1-2; 1Pe.4:17).

Um pequeno grupo de crentes, ainda que decepcionados pelo terrível desapontamento, acreditaram que o Senhor tinha algo a lhes falar através daquela prova. Descobriram, então, que aquela data de 22 de outubro de 1844 não era o fim, mas o começo do fim. Pois “é necessário que ainda profetizes a respeito de muitos povos, nações, línguas e reis” (Ap.10:11). Nascia dali, uma igreja profética com a missão de pregar o “evangelho eterno… aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo” (Ap.14:6); um atalaia de Deus a fim de dar ao mundo o sonido certo da trombeta. De chamar os servos do Senhor que ainda se encontram em Babilônia para participar junto conosco da grande ceia do Senhor, das “boas coisas” (v.29) que Ele prometeu ao Seu povo.

“Levanta-Te, Senhor” (v.35), tem sido o clamor daqueles que peregrinam pelo deserto deste mundo e percebem a brevidade dos tempos. Há um inimigo cruel e desleal no encalço dos filhos do Reino e que tem agido apressadamente, “sabendo que pouco tempo lhe resta” (Ap.12:12). É tempo de consagrar-se para o Senhor e revestir-se de toda a Sua armadura, “para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo” (Ef.6:11). O Espírito Santo está recrutando os últimos escolhidos de todas as nações. Como Moisés, precisamos chamar nossos amigos e familiares que ainda se encontram em zona de risco. A última trombeta está para ser tocada. Não há tempo a perder. Que a nossa vida, nas mãos do Senhor, seja um instrumento de salvação a Seu comando e que, de nosso coração, saia o constante e urgente clamor: “Volta, ó Senhor, para os milhares de milhares de Israel” (v.36).

“Amém! Vem, Senhor Jesus!” (Ap.22:20).

Feliz sábado, Israel de Deus!

Dez dias de oração, 3° dia: Solteiros, orem pelo reavivamento de seus pais. Casados, orem pelo reavivamento de seu cônjuge e de seus filhos. Continuemos em oração por aqueles que estamos estudando a Bíblia, para que se decidam pelo batismo.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Números10 #RPSP

Comentário em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100



NÚMEROS 10 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
16 de fevereiro de 2019, 0:05
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NÚMEROS 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
16 de fevereiro de 2019, 0:05
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752 palavras

10.11 – 22.1 Esta seção começa com o Senhor guiando o povo de Israel imediatamente até à área de Cades-Barnéia, no deserto de Parã (10.12; 12.16;13.3, 26), o acampamento de onde eles dariam início à conquista. em lugar da vitória prometida, o relatório sombrio dos espias criou uma rebelião que afetou a nação inteira, excetuando somente Moisés, Arão, Josué e Calebe. O Senhor pronunciou Seu julgamento sobre toda aquela primeira geração que tinha sido contada no recenseamento e ordenou-lhes que deixassem Cades-Barnéia e se voltassem outra vez na direção do Sinai. Bíblia de Genebra.

O décimo capítulo nos ensina: 1) As trombetas eram duas e serviam para convocar os homens e para apelar a Deus, o que mostra a obra dupla do culto: a pregação da Palavra e a oração; 2) A mensagem de Moisés contida no v. 29 é apropriada para cada crente pregar, porque inclui o Testemunho (“estamos de viagem”), o Convite (“Vem conosco”), a promessa (“Te faremos bem”) e o Motivo (“Porque o Senhor prometeu”). Este apelo, dividido em quatro partes, sempre estará nos nossos lábios se temos a mesma nítida e segura confiança em Deus que Moisés tinha; 3) As orações de Moisés incluíam petições: a) pela proteção de Deus durante o dia, e b) pela Sua presença durante a noite, vv 35-36. Bíblia Shedd.

2 trombetas. Heb hatsotsorot, um termo técnico, diferente daquele empregado para as trombetas tocadas no jubileu (shofar, Lv 25.9). Bíblia Shedd.

10 Também em seus dias festivos … vocês deverão tocar as cornetas. …para preparar o povo para a comunhão com Deus. Posteriormente, Davi expandiu os instrumentos para incluir a orquestra inteira na adoração ao Senhor (ver e.g., 1Cr 25), mas manteve o uso das cornetas de prata regularmente diante da arca da aliança (1Cr 16.6). Bíblia de Estudo NVI Vida.

11 a nuvem se ergueu. O sinal visível da glória de Deus se ergueu para ir adiante dos israelitas em marcha não para abandonar o povo, como aconteceu com a glória do Shekinah depois de séculos de idolatria, Ez 10.18-22. Bíblia Shedd.

No vigésimo dia do segundo mês do segundo ano (NVI). Quase catorze meses depois da saída do Egito e onze meses depois da chegada ao Sinai (Êx 19.1). Bíblia de Genebra.

Israel parte numa viagem que deveria ter levado à conquista de Canaã dentro de poucos meses. Bíblia de Estudo NVI Vida.

12 deserto [ermo] de Parã. Os limites precisos deste deserto não foram estabelecidos. Em termos gerais, estava limitado pelo golfo de Áqaba a leste, pelo golfo de Suez a oeste e pelas montanhas do Sinai ao sul. Era a morada de Ismael (Gn 21:21; ver Gn 14:6; Dt 33:2). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 930.

14-27 A ordem de marcha é essencialmente a mesma do cap. 2. os pormenores novos são que os gersonitas e os meraritas, que carrega o tabernáculo, seguem a tríade das tribos com Judá (v. 17), e os coatitas, que carregam as coisas santas, seguem a tríade das tribos de Rúben (v. 21). Bíblia de Estudo NVI Vida.

14 sobre o seu exército, estava Naassom. O príncipe, em todos os casos (v. 14-27), era o líder escolhido de sua tribo (Nm 1:4-16) e quem dava as ordens quando em marcha. CBASD, vol. 1, p. 930.

21 coisas santas. Não se trata de uma referência ao tabernáculo ou à tenda, que era carregada pelos gersonitas e meraritas, mas à mobília santa – arca, etc. -, levada sobre os ombros dos coatitas (Nm 4:4, 15). CBASD, vol. 1, p. 930.

29 Hobabe, filho do midianita Reuel (NVI). Sendo assim, Hobabe era cunhado de Moisés. Reuel. Jetro (ver Êx 2.18; 3.1). Bíblia de Estudo NVI Vida.

29-32 Ao elogiar o conhecimento de Hobabe do deserto, Moisés o fez saber que ele era necessário. A pessoas não poderão saber que você as aprecia se você não disser que elas são importantes para você. Elogiar aqueles que merecem estabelece relacionamentos duradouros e ajuda as pessoas a saber que elas tem valor. Pense nas pessoas que ajudaram você neste último mês. O que você pode fazer para fazê-las saber o quanto você as aprecia e precisa delas? Life Application Study Bible Kingsway.

31 nos servirá de guia. Jz 1.16 indica que Hobabe atendeu ao pedido de Moisés. Bíblia de Estudo NVI Vida.

33 três dias. Por causa do enorme número de pessoas nas tribos de Israel, e porque essa era sua primeira marcha organizada, não é provável que essa primeira marcha cobrisse muito território. Bíblia de Estudo NVI Vida.

35-36 Moisés tinha plena consciência da poderosa presença de Deus entre o Seu povo. Essas orações honram ao Senhor como o Guerreiro divino que ia à frente da multidão do povo (v. 35), bem como a fonte da proteção divina para o acampamento (v. 36). Bíblia de Genebra.



DEZ DIAS DE ORAÇÃO – DIA 3 (MUNDIAL) by Jeferson Quimelli
15 de fevereiro de 2019, 18:52
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Uma Experiência Mais Profunda

 DIa 3 —A MAIOR BATALHA

“Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração” (Jer. 29:13).

“O coração inteiro tem de render-se a Deus, ou do contrário não se poderá jamais operar a transformação pela qual é restaurada em nós a Sua semelhança. … A luta contra o próprio eu é a maior batalha que já foi ferida. A renúncia de nosso eu, sujeitando tudo à vontade de Deus, requer luta; mas a alma tem de submeter-se a Deus antes que possa ser renovada em santidade” (Caminho a Cristo, p. 43). Desde a infância, tive o desejo de ser como Jesus. Quando eu diariamente consagrava minha vida a Ele, orava para que Ele me mudasse. Ele respondeu minha oração de uma forma muito interessante. 

Meu sogro, George, veio morar conosco depois que sua esposa faleceu de câncer. Ficamos felizes em tê-lo mais perto de nós e queríamos que ele fizesse parte da vida de nossa jovem filha. Esperávamos que viver em nossa casa e participar de adorações familiares tivesse uma influência espiritual positiva nele. 

Vivíamos em uma fazenda com um celeiro, lago, pasto e com a vida selvagem que frequentava a propriedade. George era um homem que gostava muito do ar livre, então este era um local privilegiado para sua aposentadoria. Todas as manhãs ele passeava às margens do lago. Um dia, quando ele não voltou de sua caminhada no horário habitual, meu marido foi procurá-lo. Ele estava preso em uma amoreira onde havia caído. Nas semanas seguintes, George reclamou que suas pernas e pés formigavam, e ele encontrou dificuldade em andar. Testes revelaram um tumor que apresentava metástases em sua espinha. Seu médico realizou uma cirurgia que removeu o tumor, mas que lhe causou paralisia permanente da cintura para baixo. 

Em vez de interná-lo em uma clínica de enfermagem, decidimos que eu cuidaria dele em casa. Eu não tinha treinamento de enfermagem, apenas um curso intensivo dado ao saímos do hospital. Meu dia-a-dia consistia em dar banho em George, cuidar de suas feridas, administrar seus medicamentos e transferi-lo da cama para a cadeira, depois de volta para cama. Foi incrivelmente humilhante para ele não puder mais cuidar de si mesmo, e eu assumi o peso de sua frustração. 

Meu marido e eu planejamos uma escapada de fim de semana e providenciamos um jovem para cuidar de George enquanto estávamos fora. Na noite anterior à nossa partida, coloquei George na cama, beijei-o na testa e lembrei-lhe de que sairíamos na manhã seguinte para o fim de semana. A isso, George disse com raiva: “Eu sou sua responsabilidade! Você não tem o direito de me deixar com outra pessoa!” Eu respondi de volta com: “Você é um velho egoísta e injusto! ” 

Imediatamente, fui convencida de que minhas ações eram erradas e não-cristãs. Chorando, corri para o meu quarto e caí na minha cama. “Senhor, o que há de errado comigo? Por que não posso controlar meu temperamento? Você está realmente trabalhando na minha vida? ”A resposta veio muito gentilmente: “Estou trabalhando em sua vida. Estou respondendo sua oração para que você seja mais como Eu. Você está ressentida com George. Ele toma seu tempo, deixando você se sentindo sobrecarregada, sem saída. O ressentimento é pecado, e se você entregar para Mim, eu lhe darei graça para continuar cuidando de George.”

“Muitos que sinceramente consagram suas vidas ao serviço de Deus ficam surpresos e desapontados ao se encontrar, como nunca antes, confrontados por obstáculos e atormentados por provações e perplexidades. . . . [Então] Dá-lhes oportunidade de corrigirem tais defeitos e de se tornarem aptos para O servir” (A Ciência do Bom Viver, pp. 470, 471). “O arrependimento compreende tristeza pelo pecado e afastamento do mesmo. Não renunciaremos ao pecado enquanto não reconhecermos a sua malignidade; enquanto dele não nos afastarmos sinceramente, não haverá em nós uma mudança real da vida” (Caminho a Cristo, p. 23).

Eu vi como era o ressentimento e não queria que estivesse no meu coração. Eu confessei meu pecado e resolvi viver para Deus. Pedi a Ele que me lavasse e me desse um novo coração. Levantei-me da cama, enxuguei os olhos e pedi perdão a George. A paz encheu meu coração e minha derrota se transformou em vitória. Mais tarde, tivemos que colocar George em um retiro para idosos, pois seu cuidado tornou-se impossível para mim. Recebemos um telefonema uma noite dizendo-nos para vir porque George tinha sofrido um derrame. Meu marido sentou-se ao lado dele e sussurrou em seu ouvido: “Papai, você sabe que Jesus te ama? Se você pedir em seu coração, Ele salvará você.” O único sinal visível que George entendeu foi uma lágrima que escorria pelo seu rosto. Em seus últimos momentos, eu acredito sinceramente que ele aceitou Jesus como seu Salvador. 

Jodi Genson

 

FORMATO SUGERIDO PARA O MOMENTO DE ORAÇÃO

Louvor 

  • Senhor, Te louvamos porque nos dá força e nos sustenta quando somos fracos.
  • Nós Te louvamos porque quando caímos,  não nos abandonas.
  • Te louvamos, Senhor, porque lanças nossos pecados nas profundezas do mar e deles não mais se lembra. 

Confissão 

  • Senhor, perdoa-nos quando nos permitimos que o eu seja nosso mestre.
  • Por favor, perdoa-nos quando Te representamos mal para outras pessoas.
  • Perdoa-nos quando nos apegamos ao pecado, ao invés de permitir que  o removas de nossas vidas.
  • Senhor, por favor, sonda os nossos corações. Veja se há algum caminho perverso em nós e nos conduza no caminho eterno (Sl 139: 23, 24). [Passem alguns momentos em oração pessoal e silenciosa, permitindo que o Espírito Santo sonde seus corações.]

Súplica e Intercessão

  • Senhor, ajuda-nos a ser pacientes e bondosos, mostrando Seu amor e piedade àqueles que nos incomodam e nos acusam falsamente.
  • Por favor, ajude-nos a perseverar através das dificuldades, especialmente quando é difícil amar.
  • Oramos por aqueles que cuidam de familiares idosos ou doentes. Dê-lhes paciência, força e amor.
  • Senhor, por favor, alivie a ansiedade daqueles que enfrentam doenças terminais. Conceda-lhes coragem e a paz de Jesus.
  • Oramos para que os 202 milhões de pessoas nas 41 cidades menos atingidas da Divisão do Sul da Ásia-Pacífico conheçam a Jesus.
  • Oramos pelo Departamento da Escola Sabatina/Ministérios Pessoais de cada igreja local, ao buscarem Teus planos e estenderem às suas comunidades serviço amoroso, estudo da Bíblia e testemunho pessoal.
  • Oramos pela Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (ADRA), ao atenderem às necessidades práticas ao redor do mundo.
  • Também oramos pela nossa lista de sete ou mais pessoas [cite os nomes, se apropriado.].

Ação de Graças 

  • Obrigado por colocar um guarda em nossas bocas e cerrar as portas dos nossos lábios.
  • Obrigado pelo amor semelhante ao de Cristo por aqueles que são difíceis de amar.
  • Obrigado porque ao Seu caráter se formar em nossas vidas, outros serão atraídos a Ti.
  • Senhor, obrigado por nos ouvir, por responder nossas orações e por trabalhar nos bastidores para realizar a Sua vontade.

 

CANÇÕES SUGERIDAS

“Exulta, Meu Coração” (HASD 239); “Porque Ele Vive” (HASD 80); “Comigo Habita” (HASD 397); [Sem versão para o português: “Live Out Thy Life Within Me” (SDA Hymnal #316); “O for a Closer Walk with God” (SDA Hymnal #315)]

PROMESSAS PARA REIVINDICAR EM ORAÇÃO

  • “O SENHOR firma os passos do homem bom e no seu caminho se compraz; se cair, não ficará prostrado, porque o SENHOR o segura pela mão.” (Sl. 37:23, 24).
  • “Os que esperam no SENHOR renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam” (Isa. 40:31).
  • “O SENHOR é a minha força e o meu escudo; nele o meu coração confia, nele fui socorrido; por isso, o meu coração exulta, e com o meu cântico o louvarei.” (Sl. 28:7).

 

Fonte: https://www.tendaysofprayer.org, da Associação Geral da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Trad J.A.Q.



NÚMEROS 9 by Jeferson Quimelli
15 de fevereiro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/numeros/nm-capitulo-9/

Dois aspectos marcantes da vida judaica aparecem neste capítulo: a cerimônia da Páscoa e a aparição da nuvem durante o dia e a coluna de fogo durante a noite. Ambas demonstram a incrível graça de Deus. A nuvem e a coluna mostram o tipo de orientação divina pela qual todos nós ansiamos. Esta orientação era visível a todos os israelitas.

Tanto na prática judaica quanto na cristã, a Páscoa tem grande significado. Para os cristãos, a Páscoa é um símbolo da morte de Cristo. Deus criou um povo que deveria se manter separado, tanto racial, quanto culturalmente. Dessa forma, os judeus eram altamente sensíveis ao contexto familiar. Contudo, o desejo de Deus de um povo santo, separado, não significava que forasteiros não pudessem se juntar a Israel. O livro de Números deixa claro que não-judeus também eram bem-vindos para celebrar a Páscoa, desde que assim o desejassem e o fizessem de acordo com as regras do culto. Israel não deveria ser uma nação racialmente preconceituosa e com orgulho separatista.

Nós podemos ser gratos pela aceitação de Deus a todos os que vêm a Ele, não importa sua raça ou origem familiar. Por isso, louvamos ao Senhor.

Mark Sheffield
Southern Adventist University

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/9
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



NÚMEROS 9 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
15 de fevereiro de 2019, 0:55
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NÚMEROS 9 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
15 de fevereiro de 2019, 0:45
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Nossa principal refeição matinal deve ser uma substanciosa reflexão espiritual. Sem ela, nossa alma empobrece, nossa esperança enfraquece e nossa fé esmorece.

Religião é relacionamento, compromisso, fidelidade… melhor dizendo, é entrega a Deus como não se entrega a mais nada. Religião é dependência total de Deus durante a caminhada para o Céu. Salvação resulta desse relacionamento.

Números 9 pode ser dividido em duas importantes partes:

1. A Páscoa como reconhecimento da necessidade de um Salvador que oferece perdão, restauração e salvação (vs. 1-14); início da caminhada após a conversão.
2. A coluna de fogo à noite e a nuvem de dia é evidência da orientação divina no deserto, mostrando a necessidade da dependência constante de Deus para avançar em santificação (vs. 15-23); a total orientação divina após a conversão é essencial.

Curiosidades: a Páscoa…

• …foi celebrada no Egito e no deserto (vs. 1-2).
• …era aberta aos israelitas e não-israelitas (v. 14).
• …era comemoração anual instituída por Deus.
• …foi instituída para ser uma festa comemorativa e instrutiva: Comemorava a libertação e celebrava o Libertador.
• …apontava para Cristo; portanto, a partir de Sua morte, “a ceia do Senhor é a páscoa cristã, paralelo do Novo Testamento à libertação de Israel do Egito” (Frank Holbrook).
• …não existe mais, pois Cristo é a nossa páscoa exclusiva na atualidade (I Coríntios 5:7).
• …era um emblema de morte para o pecado e renovação da vida com Deus, não se podia participar dela sem assimilar tais verdades à vida (vs. 6-7).
• …não poderia ser ignorada; ignorá-la implicava apegar-se ao pecado antes que a Deus. Pecado é veneno fatal! (vs. 10-13).

Desprezar a Páscoa/Santa Ceia implica desprezar sublimes orientações de Deus (vs. 8-9); O qual quer estar junto ao Seu povo para protegê-lo e guiá-lo (vs. 15-23). Deus protege àquele que permite ser guiado por Ele!

Quem se recusa participar da Santa Ceia está dizendo que prefere antes morrer com seu pecado do que viver ao lado de Deus.

Além da nuvem e do fogo como evidência da presença de Deus, Lauriston J. Du Bois observa que o povo tinha “a ordem direta do dito do Senhor [v. 18] para instruí-los enquanto viajavam”.

Servem verdadeiramente a Deus aqueles que estão dispostos a ir aonde Deus conduzir. Agir diferente é loucura! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 9 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
15 de fevereiro de 2019, 0:30
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“Segundo o mandado do Senhor, se acampavam e, segundo o mandado do Senhor, se punham em marcha; cumpriam o seu dever para com o Senhor, segundo a ordem do Senhor por intermédio de Moisés” (v.23).

As festas cerimoniais que compunham o calendário de Israel eram celebradas em datas fixas, instituídas pelo próprio Deus. E a festa inaugural era a Páscoa. No tempo determinado, os filhos de Israel deveriam rememorar a noite em que o Senhor livrara os primogênitos do Seu povo e o libertara do cativeiro egípcio. A Páscoa era um símbolo de remissão e libertação; uma data para ser observada em família e um privilégio concedido a naturais e estrangeiros. Todos eram convidados a “celebrar a Páscoa ao Senhor” (v.14). Mas todo aquele que negligenciasse tal privilégio, deveria ser eliminado do povo, levando “sobre si o seu pecado” (v.13).

A Páscoa simboliza a entrega do Cordeiro pascal, que “tomou sobre Si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre Si” (Is.53:4). O sangue de Cristo foi derramado para que nós fôssemos salvos do salário do pecado. Seu sacrifício abriu para nós uma janela de liberdade rumo à manhã gloriosa de Sua segunda vinda. Em cada memória de Israel acerca daquela noite definitiva, havia um cântico especial ao Senhor que os livrou e os salvou. O sangue nos umbrais das portas os selara para a vida, enquanto aguardavam apercebidos a ordem para partir. Muitos não têm a mesma disposição e prontidão, como o foi com os filhos de Israel. Mas, então, a porta da graça será fechada, e como nos dias de Noé, só perceberão quando o povo do advento já estiver selado em segurança na arca da salvação.

Jesus percorreu o caminho da cruz, nos ensinando, à cada passo, que a dependência de Deus é a nossa única segurança. Precisamos atender ao conselho de Moisés: “Esperai, e ouvirei o que o Senhor vos ordenará” (v.8). Em um mundo altamente acelerado e imediatista, esperar parece perda de tempo. É desanimador o status mundial de quanto mais rápido melhor, e acabamos perdendo de ouvir o que o Espírito de Deus tem a nos falar. Aqueles que estavam imundos aguardaram a resposta divina e o Senhor lhes indicou uma Páscoa especial para que eles tivessem tempo de se purificar. Deus não quer “que ninguém se perca, senão que todos cheguem ao arrependimento” (2Pe.3:9). Esperar em Deus pode ser sinônimo de segunda chance.

A nuvem da presença de Deus que ficava acima do santuário era a bússola de Israel. “Quando a nuvem se erguia de sobre a tenda, os filhos de Israel se punham em marcha; e, no lugar onde a nuvem parava, aí os filhos de Israel se acampavam” (v.17). A única alternativa era esperar, “segundo o mandado do Senhor” (v.20). Nem sempre os caminhos que o Senhor traça para nós são tranquilos e livres de perigos. Por vezes, precisamos lidar com inimigos. Outras vezes, com o calor de nossos desertos. Ainda outras, com a nossa própria teimosia. Uma coisa é certa: quer acampados, quer em marcha, a constante presença de Deus é uma garantia eterna a todos os que O amam.

Vejamos a descrição do cenário pascal, nas palavras de Ellen G. White:

“A Páscoa devia ser tanto comemorativa como típica, apontando não somente para o livramento do Egito, mas, no futuro, para o maior livramento que Cristo cumpriria libertando Seu povo do cativeiro do pecado. O cordeiro sacrifical representa o ‘Cordeiro de Deus’, em Quem se acha nossa única esperança de salvação. Diz o apóstolo: ‘Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós’ (1Co.5:7). Não bastava que o cordeiro pascal fosse morto, seu sangue devia ser aspergido nas ombreiras; assim os méritos do sangue de Cristo devem ser aplicados à alma. Devemos crer que Ele morreu não somente pelo mundo, mas que morreu por nós individualmente. Devemos tomar para o nosso proveito a virtude do sacrifício expiatório” (Patriarcas e Profetas, p. 192).

“Sede, pois, irmãos, pacientes, até à vinda do Senhor. Eis que o lavrador aguarda com paciência o precioso fruto da terra, até receber as primeiras e as últimas chuvas. Sede vós também pacientes e fortalecei o vosso coração, pois a vinda do Senhor está próxima” (Tg.5:7-8).

Bom dia, pacientes cidadãos do Reino de Deus!

Dez dias de oração, 2° dia: Oremos pelo reavivamento de nossas famílias e por nossos estudantes da Bíblia, para que se decidam pelo batismo.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Números9 #RPSP

Comentário em áudio:

https://www.youtube.com/user/nanayuri100