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1357 palavras
Balaão é descrito como o mercenário que negociava com seus dons, em Jd 11. Bíblia Shedd.
3 Moabe teve muito medo deste povo. Os israelitas haviam derrotado os amorreus, que eram mais fortes do que os moabitas (21:26). Os moabitas que Deus ordenara aos israelitas que não perturbassem os moabitas ou os amonitas, que eram aparentados com eles através de Ló (Dt 2:9, 19; ver tb Gn 19:36-38). Andrews Study Bible.
4 Moabe. Os moabitas eram descendentes da relação incestuosa de Ló com uma de suas filhas (ver Gn 19.37-38, nota). Bíblia de Genebra.
Moabe e Midiã eram inimigos tradicionais (Gn 36:35), mas se mostraram prontos a se unir contra Israel. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 980.
5 Balaão. O profeta pagão Balaão vivia em Petor, uma cidade do norte da Mesopotâmia, às margens do rio Eufrates. O fato de Balaque ter enviado emissários por aquela distância respeitável serve como evidência da considerável reputação de Balaão como alguém que tinha poderes sobrenaturais. … Balaão parece ter sido um oportunista sincretista, que procurava manipular o mundo espiritual visando seu próprio lucro. Bíblia de Genebra.
Petor. Identificada, hoje, com toda certeza, com Pitru, a curta distância do Eufrates, ao sul de Carquemis. … A viagem desde Pitru … uma viagem de aproximadamente 650 km, requeria duas semanas (ver PP, 438, 439). CBASD, vol. 1, p. 980.
6 amaldiçoa-me este povo. Balaque e seu povo criam nos poderes da feitiçaria e dos encantamentos. A mágica, magia negra e possessão demoníaca são acompanhamentos naturais da idolatria. CBASD, vol. 1, p. 980.
8 vos trarei a resposta. Um profeta apóstata brinca com o fogo, na expectativa de obter ganhos materiais. Balaão já conhecia os israelitas e a atitude de Deus em relação a eles (PP, 439). CBASD, vol. 1, p. 981.
o SENHOR. Literalmente “Yahweh“, o nome santo de Deus. Muitos comentaristas acham extremamente confuso Balaão ter usado a palavra “Yahweh”, pois o definem como um adivinho pagão. A realidade é que Balaão era originalmente um verdadeiro profeta de Deus, que perverteu seus dons para obter ganhos materiais [PP, 439]. CBASD, vol. 1, p. 981.
9 Passagens posteriores na Bíblia mostram que Balaão não pôde resistir à tentadora atração de dinheiro e idolatria (31:16; 2Pe 2:15; Jd 11). Life Applications Study Bible Kingsway.
10 Balaque. Fica sugerido que o componente mais forte da coalizão era Balaque, rei dos moabitas, e que os midianitas eram os participantes mais fracos. CBASD, vol. 1, p. 981.
12 é povo abençoado. Ver Gn 12:2-3; 22:16-18. Balaão ecoou esta promessa na conclusão de seu terceiro oráculo (Nm 24:9). Andrews Study Bible.
13 o SENHOR recusa. Mais uma vez, Balaão usa o nome “Yahweh”, como no v. 8. Ele deixa de informar aos mensageiros de Balaque que os filhos de Israel eram abençoados por Deus. CBASD, vol. 1, p. 981.
16 não te demores. A forma reflexiva do verbo sugere que Balaque achava que a relutância de Balaão se devia ao desejo de mais reconhecimento e recompensa. CBASD, vol. 1, p. 981.
19 para que eu saiba o que mais o SENHOR me dirá. Isto poderia implicar que a resolução de Balaão de recusar as ricas recompensas de Balaque estava se enfraquecendo (v. 12), senão, porque perguntar de novo, como se Deus pudesse mudar sua vontade (23:19)? Andrews Study Bible.
20 Se aqueles homens vierem chamar-te. Este seria o sinal de que Balaão teria a permissão de Deus para ir e amaldiçoar Israel. Mas os homens não o chamaram de manhã, o que significa que a permissão divina foi negada. Entretanto, ele decidiu alcançar os enviados de Balaque, trazendo sobre si a ira de Deus. Andrews Study Bible.
21 a jumenta. Jumentos eram veículos para todos os usos utilizados para transporte, carregar cargas, moer grãos e arar campos. Eram usualmente totalmente dependentes, o que explica por quê Balaão ficou tão irado quando sua jumenta se recusou a se mover. Life Applications Study Bible Kingsway.
Naquela época, os jumentos eram usados normalmente por pessoas de toda categoria, em especial para percorrer curtas distâncias. Os camelos eram usados para jornadas mais longas. CBASD, vol. 1, p. 982.
22 Balaão ia caminhando… e dois de seus servos com ele. Não se menciona que os príncipes de Balaque estavam com Balaão. Esses mensageiros, homens de posição, com grande presentes em mãos e com a promessa demais (v. 15-17), estavam chateados porque Balaão não concordara em acompanhá-los de imediato. Antecipando outra negativa, já haviam iniciado a jornada de regresso (PP, 441). Balaão tentava alcançá-los e, por isso, qualquer demora o incomodava. Os dois servos não figuram na cena, nem mesmo para ajudar a controlar a jumenta. CBASD, vol. 1, p. 983.
Acendeu-se a ira de Deus. Se o profeta tivesse o desejo de cumprir a vontade de Deus, as palavras registradas no v. 12 teriam encerrado o assunto. Mas, quando uma pessoa é rebelde de coração, Deus pode permitir que ela siga seus desejos e sofra as consequências (ver Sl 81:11, 12; Os 4:17). Balaão é um exemplo de um profeta que prostituiu seu chamado, ao tentar obter ganhos com o dom divino. Por isso, lê-se sobre “a doutrina de Balaão” (Ap 2:14), o “erro de Balaão” (Jd 11) e o “caminho de Balaão” (2 Pe 2:15). CBASD, vol. 1, p. 982.
o Anjo do Senhor. Com frequência, a expressão se refere a Cristo (Êx 3:2, 14; 23:20, 23; 32:34; PP, 311, 366)… Nesta situação, trata-se de Cristo (PP, 366; ver Êx 23:20). CBASD, vol. 1, p. 982. [Esta conclusão é reforçada pelas expressões que indicam fonte divina: “o teu caminho é perverso diante de Mim”, v. 33, e “aquilo que Eu te disser, isso falarás”, v. 35].
23 uma jumenta tem mais visão do que um homem cego pela cobiça. Bíblia Shedd.
27 a jumenta… deixou-se cair. A jumenta não podia virar para a direita nem para a esquerda; tampouco conseguiria virar para trás e fugir apressadamente. … percebeu que não havia esperança para a situação. O profeta, cego pela avareza e ira, só conseguia enxergar teimosia no comportamento do animal. CBASD, vol. 1, p. 983. [Vemos aqui, no comportamento da jumenta, um claro exemplo de como a depressão funciona em nós. Quando o emocional não vê mais esperança nas agressões de contrariedade, pressão e ansiedade que sofre – e também se impõe-, simplesmente desiste de lutar e deixa-se cair. É um conflito para o qual não se vê saída. O melhor caminho para que o deprimido se levante é alívio do fardo, aceitação e uma nova perspectiva, mais leve, da vida.]
28 o SENHOR fez falar a jumenta. A história de Balaão está repleta de ironia cômica. A jumenta foi capaz de ver a vereda melhor do que o adivinho, para então falar-lhe (2Pe 2.16). Bíblia de Genebra.
Há apenas mais um episódio de um animal falando na Bíblia: a serpente de Gênesis 3. CBASD, vol. 1, p. 983.
O apóstolo Pedro ensina-nos que este milagre impediu os intentos do profeta de amaldiçoar Israel, 2 Pe 2.25-16. Bíblia Shedd.
29 tivera eu uma espada. Balaão estava clamando por uma espada, sem saber que, em breve, ele veria uma apontada para ele. Bíblia de Genebra.
30 Acaso tem sido o meu costume fazer assim contigo? O comportamento estranho da jumenta deveria ter sido suficiente para impressionar Balaão de que algo estava errado, pois ela nunca havia apresentado tal comportamento antes. CBASD, vol. 1, p. 983.
31 Então o SENHOR abriu os olhos de Balaão (NVI). A linguagem segue a mesma estrutura das palavras iniciais do v. 28 [“Então o SENHOR abriu a boca da jumenta”]. Bíblia de Estudo NVI Vida.
32 perverso. Literalmente, “irresponsável”. A ideia é que Balaão estava fazendo aquela jornada com base em sua obstinação, em desarmonia com a vontade de Deus. CBASD, vol. 1, p. 983.
33 Eu, agora, te haveria matado. O profeta devia a própria vida à jumenta que ele espancara com tanta violência. O espírito que controlava Balaão ficou completamente manifesto em sua conduta. CBASD, vol. 1, p. 983.
36 Este encontro simboliza o poderio cívico e o poderio eclesiástico colaborando para restringir os verdadeiros crentes. Bíblia Shedd.
40 Balaque sacrificou bois e ovelhas. Não sacrifícios aos Senhor. Bíblia de Estudo NVI Vida.
É provável que se tratasse de uma festa de sacrifícios para honrar a Balaão e abrir espaço para um começo propício de seu trabalho. CBASD, vol. 1, p. 984.
41 Bamote-Baal. Quer dizer “os lugares altos de Baal”; era, portanto, um monte consagrado à adoração das divindades pagãs. Bíblia Shedd.
Provavelmente era o mesmo Bamote de Números 21:19. O nome indica que se tratava de um santuário pagão. É possível que Balaque tivesse a ideia de que a maldição de Balaão seria mais eficaz se ele visse os israelitas enquanto os amaldiçoava. CBASD, vol. 1, p. 984.
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/numeros/nm-capitulo-21/
Muitas vezes, nossos maiores fracassos seguem rapidamente nos calcanhares de nossos maiores triunfos. Israel acabara de experimentar uma tremenda vitória sobre os cananeus. Eles viram Deus responder diretamente às suas orações. É quando nos sentimos confiantes em nossa própria força que somos mais propensos a tirar os olhos de Cristo e baixar a guarda.
O foco em nós mesmos leva à amargura, à queixa, à impaciência e à desconfiança da capacidade de Deus e de Seu caráter. À medida que a visão de Israel se concentrava em suas dificuldades, eles perderam de vista o propósito de seu tempo no deserto. Eles também pararam de agradecer a Deus por resgatá-los da escravidão egípcia e trazê-los à liberdade. As serpentes ardentes trouxeram uma oportunidade para reorientar sua atenção ao louvor pela libertação divina e confiança na capacidade de Deus em conduzi-los ao futuro. Eles não podiam curar a si mesmos. Tudo o que tinham que fazer para se manter vivo era olhar para cima.
Quantas vezes agimos da mesma forma? O orgulho em vitórias recentes distrai você de olhar para Cristo? Você está mordido pelo descontentamento? Deus está te oferecendo uma oportunidade de cura para levá-lo a olhar para cima.
Olhe para cima!
Sarah McDugal
Autora, Palestrante e Facilitadora para a Superação de Abusos
Ministério para o Desenvolvimento da Liderança entre as Mulheres
Tampa, Flórida, EUA
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/21/
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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Falta de fé e compromisso com Deus geram atrasos na vida. Andar em círculos, patinar, remar sem sair do lugar… torna-se rotina. Alguns acostumam-se com isso, acomodando-se.
Como cristãos, devemos arregaçar as mangas e avançar; para tanto, precisamos repudiar o pecado! Pois pecado é um enorme obstáculo à fé.
“Por não haverem colocado plena fé em Deus, o que deveria ter sido uma aventura de dois meses acabou sendo uma provação de quarenta anos. Quantos de nós podemos pensar em pessoas que ignoram a oferta de salvação ano após ano, só para colher as terríveis consequências de sua recusa? Com que frequência, à semelhança do antigo Israel, essas mesmas pessoas culpam a Deus pelos problemas que trouxeram sobre si mesmas? […] Com que frequência usamos as desculpas mais estapafúrdias para justificar nossa procrastinação?” argui Frank Holbrook.
Após a geração de perversos morrer no deserto, a nova geração vai à luta. Antes de entrar em Canaã Deus concedeu vitórias miraculosas a Seu povo. Desta forma, somos informados da:
• …vitória sobre o rei Arade (vs. 1-4);
• …vitória sobre o rei Seom (vs. 21-32);
• …vitória sobre o rei Ogue (vs. 33-35).
No meio destas batalhas, houve outra guerra: Contra o pecado! Como serpentes abrasadoras, o pecado aplica seu veneno mortal nos filhos de Deus. A morte é evidência de sua eficácia. O pecado afasta-nos da proteção de Deus; então, a desgraça aparece. Contudo, Deus sempre tem o remédio certo. Não há nenhuma solução, senão a providência de Deus: Uma serpente de bronze numa haste (vs. 4-9).
A serpente é símbolo do mal. Jesus assumiu nossos pecados, nossa culpa, e morreu a nossa morte. Ao fazer-Se maldição, almejava abençoar-nos (João 3:14-15; Gálatas 3:13). Assim, serpente também tornou-se símbolo de Cristo!
Ir ao médico não cura nenhuma doença. Decorar receitas, obter remédios, entender composição química dos medicamentos, explicar bulas dos medicamentos, sem, porém, ingeri-los não cura nenhuma doença. Assim também é com a doença do pecado: Conhecer a Bíblia, saber que Deus tem uma igreja, estudar Jesus, sem entregar-se integralmente a Ele… não haverá chance de perdão, restauração nem salvação.
Somente após submeter-se plenamente a Deus como um paciente submete-se ao médico pacientemente, é que o crente avança, vence e canta alegremente durante sua jornada rumo ao Céu (vs. 10-35).
Avancemos! – Heber Toth Armí.
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“E o povo falou contra Deus e contra Moisés: Por que nos fizestes subir do Egito, para que morramos neste deserto, onde não há pão nem água? E a nossa alma tem fastio deste pão vil” (v.5).
Após enfrentarem tantas perdas e mortes, finalmente Israel sentiria o sabor da vitória. Sob juramento, avançaram contra Arade, corajosamente, cumprindo com fidelidade o que votaram a Deus. E o Senhor lhes entregou os inimigos nas mãos. Porém, na ocasião de terem que “rodear a terra de Edom” (v.4), ficaram impacientes, tornando a murmurar contra Moisés e contra Deus. Moisés já não tinha mais o seu irmão Arão para compartilhar as suas angústias. Perdera a sua dupla de oração, e necessitava como nunca de conforto e alívio.
Denominando o maná, o pão do Céu, de “pão vil” (v.5), Israel ascendera a ira do Senhor que, antes de ver mais uma vez Moisés sendo ameaçado de morte, prontamente retirou a Sua proteção do povo quanto às serpentes do deserto, “e morreram muitos do povo de Israel” (v.6). Mas àquele mesmo líder que rejeitaram correram em busca de livramento. Reconheceram em Moisés o único capaz de ser ouvido por Deus. “Então, Moisés orou pelo povo” (v.7), e, segundo o mandado do Senhor, fez “uma serpente de bronze e a pôs sobre uma haste” e aqueles que haviam sido mordidos, ao olharem para a serpente de bronze, eram sarados (v.9).
Então, Israel prosseguiu marchando, jornada após jornada. Em algumas delas Moisés recebia do Senhor o gozo de uma jornada tranquila. Em outras, porém, era assediado pela incredulidade e dureza de coração do povo. Tendo suas necessidades atendidas, os filhos de Israel irrompiam em cânticos de louvor. Em situações de perigo ou de escassez, tornavam a murmurar. Mesmo as constantes vitórias sobre os reinos inimigos não eram suficientes para assegurar-lhes de que a verdadeira felicidade está em fazer a vontade de Deus, independente das circunstâncias.
Que misericórdia e que paciência o Senhor tinha para com aquele povo rebelde! Vez após outra, Israel desafiava a Deus com suas palavras provocativas e atitudes insanas. Como “cobras” do deserto, os filhos de Israel não aliviavam quando o assunto era murmuração. Envenenaram-se a si mesmos ao rejeitar o cuidado paterno de Deus. Muitos têm dúvida quanto à serpente de bronze. Não se tratava, porém, de uma imagem de escultura para fins de adoração, mas para fins de ensino e de cura. Também não havia naquela escultura o poder da cura, mas na fé através da obediência à instrução divina dada por intermédio de Moisés, o Senhor sarava os que haviam sido mordidos “por alguma serpente (v.9).
Jesus mesmo afirmou que aquela escultura levantada no deserto para a cura dos filhos de Israel, fora um símbolo de Seu sacrifício para a salvação dos que nEle creem: “E do modo por que Moisés levantou a serpente de bronze no deserto, assim importa que o Filho do Homem seja levantado para que todo o que nEle crê tenha a vida eterna” (Jo.3:14-15). Isso mesmo, o texto que introduz um dos versículos mais conhecidos das Escrituras, são palavras de Cristo acerca daquele fatídico episódio do deserto. Isto nos mostra que Israel estava diante de um dos símbolos do amor eterno de Deus por uma raça caída, corrompida, mas que é alvo constante de Sua compaixão e amor. “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo.3:16).
Todas as vezes que rejeitamos a provisão de Deus para a nossa vida, estamos a replicar as palavras de Israel: “E a nossa alma tem fastio deste pão vil” (v.5). Caímos no perigo de dar as costas ao cuidado do Senhor e termos que enfrentar sozinhos os desertos desta vida. Muitos, contudo, nesta lida solitária, selam o seu destino final, perecendo pelo caminho. O Senhor nos convida, hoje, a olhar para a cruz e viver. Mesmo que, em algum ponto da nossa caminhada tenhamos nos desviado dos propósitos divinos e sido contaminados pelo veneno mortal do pecado, assim diz o Senhor: “Olhai para Mim e sede salvos” (Is.45:22).
Assim como Deus dera tantas vitórias a Israel, Ele deseja fazer de nós vitoriosos em Cristo Jesus. Temos um conflito a enfrentar todos os dias, e precisamos, antes de qualquer outra coisa, crer em Jesus e em Seu perfeito sacrifício. Creia que Aquele que já venceu a morte eterna por nós, “é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos” (Ef.3:20). Como Paulo, não duvidemos que, muito em breve, “se cumprirá a palavra que está escrita: “Tragada foi a morte pela vitória” (1Co.15:54).
Bom dia, vitoriosos em Cristo Jesus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Números21 #RPSP
Comentário em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
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1161 palavras
1 Rei de Arade Arade fica cerca de 80 km ao norte de Cades, e a cerca de 27 km ao sul de Hebrom. A região é conhecida hoje como Tall’Arad (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).
Pelo caminho de Atarim Ou, “pelo caminho dos espias” (ARC) [ou, “pelo caminho que também foi percorrido pelos espias”].
Cativos Ao que parece, o rei pegou alguns retardatários no fim ou nas laterais da fila de marcha: pois, caso tivesse atacado a força principal, é provável que houvesse algum relato de mortes na batalha (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).
2 destruirei totalmente Lit. “dedicarei suas cidades” (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).
Isto significava uma total e imutável dedicação a Deus, o que neste contexto significava que os itens dedicados seriam completamente destruídos e Israel não poderia usá-los. Os caananitas não eram parentes dos israelitas como os edomitas eram. Assim, os israelitas retaliaram contra a agressão não provocada (comparar Ex. 17:8-16) (Andrews Study Bible).
3 Horma Hormah significa “destruição”, no sentido de dedicação a Deus e, portanto, irremissível para uso humano (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).
Refere-se a destruição sagrada. Este foi o lugar para onde os amalequitas e caananitas fizeram recuar os israelitas quando estes tentaram conquistar Canaã sem Deus (14:45). Então Deus os trouxe de volta ao lugar da derrota anterior e lhes deu a vitória(Andrews Study Bible).
6 serpentes abrasadoras Aparentemente suas picadas causavam dor ardente(Andrews Study Bible).
Morreram muitos do povo de Israel As mortes ocorreram porque Deus retirara Sua mão protetora. A região por onde viajavam era cheia de serpentes, escorpiões, etc. (Dt 8:15); cada dia era um milagre da proteção divina. Mas, nessa ocasião, o Senhor retirou sua proteção e permitiu que as víboras atacassem o povo (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).
8,9 serpente de bronze Tipifica Jesus Cristo, feito pecado por nós, para nos salvar (Jo 3.14-15). Olhar e viver era a mais simples manifestação da fé singela. “Ver”, aqui, é esperar dEle, depender dEle, crer nEle. Como ilustração, podemos dizer que a serpente é o pecado que requer o juízo de Deus. A haste lembra a Cruz de Cristo, onde foi oferecido substitutivamente para nos salvar: todos os que olharem para Ele com fé receberão dEle a salvação e a vida (Rm 8.3; 2 Co 5.21). Esta serpente de bronze, que tinha que ser guardada como lembrança da misericórdia de Deus, foi usada mais tarde como objeto de idolatria, pelo que o Rei Ezequias a despedaçou e a chamou Neustã, isto é, “pecado de bronze” (2 Rs 18.4) (Bíblia Shedd).
Esta escultura não devia ser adorada. […] Nem era um instrumento mágico.Em Taberá, Deus simplesmente retirou o perigo [fogo] de todos quando Moisés intercedeu por eles (Num 11.2). Mas agora a cura na picada dependia de escolher olhar para uma representação da origem do mal que o povo havia causado sobre si mesmos. Assim, olhar era uma forma de confissão não verbalizada. Jesus disse que Ele seria levantado (na cruz) como a serpente de bronze, para que todo aquele que crer tenha a vida eterna (João 3:14-15) (Andrews Study Bible).
Se olhava para a de bronze O povo sabia que não era suficiente apenas olhar para a serpente, mas o olhar devia ser acompanhado de fé, já que não havia cura na serpente em si mesma. Era possível contemplar a imagem sem ser curado, se a pessoa não colocasse fé em Deus como o divino restaurador. De modo semelhante, as ofertas apresentadas sem fé eram desprovidas de valor (ver Jo 3:14, 15; PP 430, 431) (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).
12 Vale de Zerede Por este tempo, o último representante da velha geração rebelde, proibida de entrar em Canaã (Num. 14) já havia morrido (Deut 2:14). Agora a nova geração poderia tomar a terra prometida (Andrews Study Bible).
14 Livro das Guerras Este registro se perdeu, assim como o do Livro dos Justos (Js 10:13; 2 Sm 1:18) (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).
16 Beer significa “poço” (de água). Deus trouxe o povo de novo a uma questão de repetida queda no passado – falta de água (20:2-5; 21:5; Ex 15:22-24; 17:1-3) – para que eles tivessem uma oportunidade de acreditar em Deus. Desta vez eles finalmente entenderam! (Andrews Study Bible).
17 Cantou Israel este cântico É difícil exagerar a importância de um bom poço nos países orientais. Eles eram motivo de cânticos de louvor e de disputas violentas (Gn 21:25; 26:15-22; Jz 1:15;ver Jo 4:12) (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).
21-35 Os israelitas precisaram viajar para o norte através das áreas a leste do rio Jordão (aonde se encontra agora a Jordânia), para entrar em Canaã por Jericó. Mas os reis Seom e Basã se recusaram a deixa-los passar em paz. Com o poder divino, os israelitas se defenderam com tanto sucesso que eles capturaram os territórios destes reis da Transjordânia. Isto encorajou os israelitas que eles também tomariam Canaã cooperando com Deus (contra o relatório negativo dos espias; 13:31) (Andrews Study Bible).
21-30 A vitória do povo de Deus sobre Seom, rei dos amorreus. Os amorreus não formavam uma nação, mas eram nômades que, ás vezes, conseguiram certos territórios. Seom seria apenas um entre os muitos líderes amorreus, e sua moradia na época da invasão deve ter sido as montanhas pelas quais o rio Jordão passava. É a porção que Gade e Rúben mais tarde pediram (32.1-32). Esse território consta nos mapas como território de Moabe, porque era dos moabitas, dos quais os amorreus tinham tomado esse trecho de terra (26), que logo depois caiu nas mãos dos israelitas (Bíblia Shedd).
29 Quemos o deus dos moabitas (1 Rs 11:7; Jr 48:7), a quem se ofereciam sacrifícios humanos (2 Rs 3:26, 27), (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).
31-35 A vitória sobre o rei de Basã. Basã é o nome do território que fica ao norte dos amorreus que veio a ser conquistado pelos israelitas e que mais tarde seria a parte mais preciosa da porção da tribo de Gade e da tribo de Rúben. Pertencia aos amonitas, descendetes de Ló, sobrinho de Abraão (Gn 19.35-38). Forma a parte mais rica do território chamado Gileade, bom para o gado. Este rei nem quis saber de mensageiros e já saiu para a batalha.
As tentativas de barrar o caminho do Povo de Deus para a terra Prometida são sugestões das ciladas que Satanás lança contra os crentes para que não entrem no gozo do Senhor, engendrando aflições aos crentes para que não sintam a plenitude da vida que Cristo deseja lhes dar aqui na terra, (Bíblia Shedd).
33 Ogue, rei de Basã O último de uma raça de gigantes (Deut. 3:11) (Andrews Study Bible).
Basã Esta era uma região famosa por suas ótimas pastagens, onde se desenvolviam grandes rebanhos, e também por suas florestas de carvalhos (Dt 32:14; Sl 22:12; Ez 27:6) [Provavelmente a área a leste do Mar da Galiléia] (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).
Neste mapa, retirado do Atlas Biblico, se encontram muitas das referências geográficas aproximadas citadas no capítulo: Caminho do Mar Vermelho (Tamar-Elate) (4), Obote, Ijé Abarim (11), Zerede (12), Arnon (13), Hesbom (21-25), Jasa (ou Jaza) (23), Jaboque (24), amorreus (21, 26) e Jazer (32).
O Atlas Bíblico foi publicado originalmente por Carta, The Israel Map and Publishing Company, Ltd e tem seus direitos para a língua portuguesa reservados à CPAD.
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/numeros/nm-capitulo-20/
A palavra para “deserto” em hebraico é “midbar“. Ela pretende transmitir a ideia de um lugar de ordem, arranjo, harmonia. Aqui é onde YAHWEH trouxe Israel para ensiná-los a viver. No entanto, no versículo 5, Israel está amaldiçoando a Deus por trazê-los para esse lugar “maligno”. As circunstâncias são proibitivas. Há pouca comida ou água. Eles querem voltar para o Egito, o lugar da escravidão. Pois lá, gritaram, ao menos suas barrigas estavam cheias.
Deuteronômio 8:2-3 detalha seu vaguear pelo deserto a partir da perspectiva de Deus. Nós vemos que Deus permitiu que eles padecessem de fome. Por que o Criador e Sustentador do Universo quer fazer isso? É para “para te dar a entender que não só de pão viverá o homem, mas de tudo o que procede da boca do SENHOR”. (Dt 8:3 NVI).
Deus está nos guiando, se escolhermos ser guiados, em circunstâncias semelhantes. Podemos ter pouco em termos de bênçãos físicas. Em nosso deserto espiritual, podemos ter pouco/nenhum alimento, água, abrigo, companheirismo, etc. Este lugar deserto destina-se a nos ensinar dependência, não independência, harmonia, não caos. Deus está querendo que percebamos que não vivemos apenas por essas coisas temporais, mas por toda Palavra que vem do Ser Auto-Existente. Faça dele uma prioridade e tudo o mais será fornecido.
Nicholas Arroyave Howling-Crane
Auxiliar dos Ministérios da Saúde e Evangelista de Literatura
Beaufort, Carolina do Sul, EUA
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/20
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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A Bíblia responde nossas maiores inquietações; porém, pecadores têm medo da verdade. A verdade divina revelada expõe a ruindade humana; consequentemente, muitos desprezam a Bíblia, outros fogem da igreja.
Moisés e Arão tiveram que lidar com a verdade da parte de Deus: Eles não entrariam na Terra Prometida. Deus, graciosamente, deu satisfação, explicando-lhes a razão: “Já que vocês não confiaram em mim, não me trataram com reverência diante do povo de Israel, os dois estarão impedidos de conduzir a comunidade para a terra que estou dando a eles” (v. 12).
Que triste! Moisés que deixara o sossego do trabalho pastoril, família; que enfrentara o irredutível Faraó; guiara o povo; sofrera rebelião do povo; permanecera manso frente à acusação infundada sobre sua esposa…
Nesse contexto Moisés estava muito indignado pela atitude do povo pela falta de água (vs. 2-13), triste pela morte de sua irmã (v. 1). Em seguida recebeu resposta negativa à solicitação para passar nas terras de Edom (vs. 14-21). Logo depois lidou com a morte de seu irmão Arão (vs. 22-29). No mesmo capítulo, seus dois irmãos morrem. Parece injusto?
Parece justo chorar um mês por Arão e nenhum dia por Miriã (vs. 1, 29)?
Neste mundo…
1. A vida é injusta: sofremos pressões, reclamações, críticas, acusações…;
2. Somos pecadores: Estragamos tudo;
3. Liderar é complexo: Lidar com pessoas é difícil;
4. Grandes homens: Cometem erros.
O problema é que endeusamos nossas opiniões e desprezamos a Deus. Questionamos e reclamamos, mas Moisés não resmungou. Não ficou depressivo/fugindo. Ele submeteu-se a Deus humildemente.
Amplie tua visão:
• “Os filhos de Israel nunca foram afeiçoados ou fieis a seus líderes. Moisés não constituiu a prova disso? Seus contemporâneos lhe causaram tanto sofrimento que poderíamos nos perguntar se a decisão divina de barrar-lhe o acesso à terra prometida não foi um prêmio em vez de castigo. Só depois de sua morte sua gente entendeu sua singular grandeza” (Elie Wiezel).
• “Não houvesse a vida de Moisés sido mareada por aquele único pecado, deixando de dar a Deus a glória de tirar água da rocha, em Cades, e teria entrado na Terra Prometida, e seria transladado para o Céu sem ver a morte” (Ellen G. White).
Deus sabe o que faz! Nós, não sabemos! Daremos-Lhe glória? – Heber Toth Armí.
