Reavivados por Sua Palavra


NÚMEROS 23 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
1 de março de 2019, 0:55
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NÚMEROS 23 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
1 de março de 2019, 0:45
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Uma grande história possui grandes lições. Nos próximos capítulos as aplicações das tristes experiências de Balaão deverão desviar-nos do caminho da ruína.

Para abrir nossa mente à mensagem divina deste capítulo considere: “O mundo tem-se tornado um leprosário de pecado, um monturo de corrupção. É um mundo que não conhece os filhos de Deus, porque não conhecem a Deus” (Ellen G. White).

Balaão não era um profeta pagão, nem judeu. No entanto, Deus o chamara para proclamar Sua misericórdia e o plano da salvação aos politeístas da mesopotâmia. Ou, no mínimo, para acalmar os ânimos das nações, explicando que Israel nada faria com aqueles que tinham certo parentesco com Abraão (ver Deuteronômio 2).

Todavia, o medo evidencia que moabitas e midianitas nada sabiam destas recomendações. Balaão deve ter negligenciado sua missão como muitos de nós negligenciamos a nossa função como cristãos.

• Quando não testemunhamos, desprezamos oportunidades que Deus nos deu para ajudar pecadores em seus temores.

Ao invés de profetizar sobre Deus para abençoar o mundo corrompido, Balaão intentava amaldiçoar o povo de Deus, tornando-se uma pedra de tropeço tanto para o povo de Deus quanto para os pagãos. Mesmo assim, Deus colocou palavras na boca desse profeta como colocou na boca da jumenta; e, então, ele falou somente o que Deus queria:

1. O primeiro discurso (vs. 7-10);
2. O segundo discurso (vs. 18-24).

Pergunto: Por que Balaão orientou Balaque a fazer sete altares para sete sacrifícios, sendo que nenhum servo de Deus agiu assim na Bíblia?

Estudos demonstram que a cultura religiosa das nações pagãs cultuava cinco planetas mais o sol e a lua, ao todo sete astros. Sendo assim, Balaão tentou afastar-se de Deus visando amaldiçoar Israel; contudo, fracassou (vs. 1-6, 11-17, 25-30).

• Mesmo em um mundo que é leprosário de pecado, um monturo de corrupção, um povo abençoado por Deus não pode ser amaldiçoado por ninguém.

A adoração aos astros sempre foi forte no paganismo, a ponto de ser absolvido pelo cristianismo, levando a igreja cristã à apostasia. O profeta Balaão é mencionado pelo apóstolo João como progenitor de doutrinas falsas entre o povo de Deus (Apocalipse 2:14).

Cuidado com ministros que seguem doutrinas de Balaão: Cegos espiritualmente, ávidos materialmente. Fique alerta: Busque sempre a verdade!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 23 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
1 de março de 2019, 0:30
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Como posso amaldiçoar a quem Deus não amaldiçoou? Como posso denunciar a quem o Senhor não denunciou?” (v.8).


Chegando ao lugar designado, Balaão orientou Balaque a construir sete altares e neles oferecer sacrifícios. Saindo da presença do rei, Balaão seguiu para um lugar solitário a fim de encontrar-se com o Senhor. Diante da presença de Deus, ele ouviu a Sua resposta e retornou ao monarca a fim de lhe expor a palavra do Senhor. Qual não foi a sua surpresa, ao invés de ouvir palavras de maldição, Balaque teve de ouvir Balaão abençoando os filhos de Israel. Apesar de frustradas as suas expectativas, não desistiria tão fácil de realizar o seu intento. Indicando outro lugar, ofereceu outros sacrifícios e aguardou que, desta vez, a resposta lhe fosse favorável.

“Encontrando-Se o Senhor com Balaão” (v.16) pela segunda vez, colocou em sua boca novas palavras de bênção para o Seu povo. Balaque foi obrigado a ouvir a confirmação da eleição divina quanto ao Seu povo Israel e a declaração de que “contra Jacó não vale encantamento, nem adivinhação contra Israel” (v.23). Maldição alguma pode atingir aqueles a quem o Senhor abençoou. Encantamento algum tem efeito sobre aqueles no meio dos quais Deus habita. A obstinação de Balaque, no entanto, o levara ao terceiro lugar e à terceira tentativa. Todos os seus sacrifícios, porém, eram inúteis e desprezíveis aos olhos do Senhor. E quanto mais alto subia, mais o seu coração se elevava e mais o medo o aterrorizava ao avistar os estandartes de Israel.

A prática do uso de encantamentos e agouros a fim de prejudicar alguém não ficou no passado, apenas mudou de forma. É uma prática mais comum do que possamos imaginar o uso de maldições. O ocultismo ainda permanece destilando seu veneno para os que não se submetem à proteção divina. Deus mesmo abomina qualquer tipo de feitiçaria e ordena os Seus filhos a se afastarem de suas práticas: “Não vos voltareis para os necromantes, nem para os adivinhos; não os procureis para serdes contaminados por eles. Eu sou o Senhor, vosso Deus” (Lv.19:31). “Quando vos disserem: Consultai os necromantes e os adivinhos, que chilreiam e murmuram, acaso, não consultará o povo ao seu Deus? A favor dos vivos, se consultarão os mortos?” (Is.8:19).

Lugares estratégicos, tentativas incontáveis e sacrifícios vazios nunca terão o poder de tocar num só fio de cabelo daqueles que pertencem a Deus. “Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não vive em pecado; antes, Aquele que nasceu de Deus o guarda, e o Maligno não lhe toca” (1Jo.5:18). Cristo Jesus, o Senhor dos Exércitos, assume a linha de frente da batalha de todo aquele que O aceita como Senhor e Salvador de sua vida. Os inimigos podem ir de um lugar a outro em uma sina incansável para destruir os servos de Deus, mas sob a fortaleza inabalável do Altíssimo, nada os pode abater.

Assim como Israel não fazia ideia do que acontecia acima deles, muitas vezes não temos noção das tentativas frustradas do inimigo em nos derrotar. Precisamos estar constantemente vigilantes quanto ao grande conflito em que estamos envolvidos. Eis a nossa segurança: “O Senhor, seu Deus, está com ele, no meio dele se ouvem aclamações ao seu Rei” (v.21). Seja a nossa vida uma oferta contínua de louvor e adoração ao nosso Rei e Ele nos guardará do mal, inclusive, e principalmente, quando estivermos em condição mais vulnerável.

Façamos da oração de Davi a nossa oração hoje:

“Guarda-me como a menina dos olhos, esconde-me à sombra das Tuas asas, dos perversos que me oprimem, inimigos que me assediam de morte. Insensíveis, cerram o coração, falam com lábios insolentes; andam agora cercando os nossos passos e fixam em nós os olhos para nos deitar por terra… Eu, porém, na justiça contemplarei a Tua face; quando acordar, eu me satisfarei com a Tua semelhança” (Sl.17:8-11 e 15).

Bom dia, nascidos de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Números23 #RPSP

Comentário em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100



NÚMEROS 23 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
1 de março de 2019, 0:05
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NÚMEROS 23 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS  by Jeferson Quimelli
1 de março de 2019, 0:05
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1144 palavras

Edifica-me aqui. Ao multiplicar o número de sacrifícios, [Balaão] pensou que poderia aplacar a Deus. Sua mente estava completamente dominada por conceitos pagãos sore o Senhor, segundo os quais a quantidade é mais importante do que a qualidade, e as ofertas materiais são mais eficazes do que um coração sincero e obediente. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 986.

holocausto [Oferta totalmente queimada – nada seria comido dela pelos ofertantes]. Um custoso grupo de sacrifícios invocaram o Senhor para receber uma mensagem dEle.

monte desnudo. Um monte estéril/árido era um lugar em uma alta elevação em um monte, sem vegetação. Life Application Study Bible Kingsway.

Balaão desejava ficar só; ele já estava num lugar “desnudo” (um alto), onde os altares eram construídos. CBASD, vol. 1, p. 986.

Deus. Aqui, a palavra hebraica é Elohim, que é o título de Deus como criador de tudo, capaz, portanto, de se comunicar com o espírito de um profeta que não era do povo escolhido. Bíblia Shedd.

o SENHOR. Aqui, o nome de Deus Jhwh (Jeová), o Deus que se revela como Redentor dos que nEle creem; a mudança de nome é significante, pois aqui se seguem as profecias que apontam para o Messias, o Senhor Jesus Cristo, o Redentor eterno. Bíblia Shedd.

pôs a palavra na boca de Balaão. Já se observou que assim como Deus, indo na contramão da natureza, colocou palavras na boca da jumenta, também pôs palavras na boca de Balaão, a despeito da vontade obstinada do profeta. CBASD, vol. 1, p. 986.

oráculo. Hebr. mashal, em geral traduzido por “provérbio”, mas aqui “oráculo” é apropriado. Com essa palavra, fica estabelecida a natureza inigualável das profecias de Balaão. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Como posso amaldiçoar? A peergunta indica que Balaque estava pedindo a Balaão que fizesse o impossível. A bênção de Deus repousava sobre Seu povo e a maldição de um homem não prevaleceria conra ela.CBASD, vol. 1, p. 986.

Ao homem é impossível amaldiçoar a quem o próprio Deus abençoou, Gn 12.3. Bíblia Shedd.

Balaão se viu incapacitado para fazer o que fora contratado para fazer. Deus o impediu de invocar uma maldição contra o povo dele, que era diferente das nações da terra (v.9). Bíblia de Estudo NVI Vida.

 habita só. Habitar só eera sinal de segurança (Dt 33:28; Mq 7:14). Além disso, o povo de Deus deveria se separar dos hábitos e costumes das nações ao redor. CBASD, vol. 1, p. 986.

e não se considera como qualquer nação (NVI; ARA: “não será reputado entre as nações”). Por serem escolhidos de Deus, os israelitas deveriam ser um povo particular (ver Êx 33:16; 1 Rs 8:53). Eles passaram a se considerar, porém, totalmente superiores a todas as outras nações.CBASD, vol. 1, p. 986.

10 Morra eu a morte dos justos. Esse desejo não foi atendido (ver 31.8, 16). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Isto implica que os israelitas era justos (ver tb v. 21), a despeito da necessidade frequente de Deus discipliná-los. Deus não criticava Seu povo para estrangeiros. Balaão expressou admiração pelos israelitas e desejava ser como eles, mas, desafortunadamente, ele traria a si próprio a morte do ímpio (31:8). Andrews Study Bible.

16 assim falarás. Era impossível Balaão falar contra Israel enquanto o povo de Deus permanecesse fiel à vontade divina. CBASD, vol. 1, p. 987.

18-24 O segundo oráculo de Balaão reafirma a determinação de Deus em abençoar a Israel, conferindo-lhes a vitória sobre os moabitas. O v. 21 é surpreendente, em vista dos pecados descritos em Números. Apesar das falhas deles, Deus considerava as pessoas de Seu povo como justas por causa de Suas promessas da aliança e Ele proveu os meios para o perdão deles (Gn 17.2, nota). Bíblia de Genebra.

18 Levanta-te, Balaque. “Preste atenção e ouça”. CBASD, vol. 1, p. 987.

19 Em versos, em dois pares de paralelismos, ensina-se que Deus não voltará atrás naquilo que pronunciou, e que tem poder para cumprir totalmente tudo aquilo que na Sua Palavra prometeu. Por Si mesmo jurou que vai redimir Seus eleitos e cumprir as suas esperanças, Hb 6.13-20; Rm 4.21. Prometeu aceitar todos quantos vem para Ele, dando-lhes a vitória sobre o pecado e a ressurreição gloriosa de entre os mortos. Deus não mente, Tt 1.2. Bíblia Shedd.

Deus não é homem para que minta. Essas palavras [do Senhor,v. 16] sublimes designam a imutabilidade do Senhor e a integridade da Sua palavra. Balaão, constantemente mudando, prevaricando, enganando, alterando, serve de contraste com Deus, e é um exemplo notável da distinção entre Deus e o homem. Bíblia de Estudo NVI Vida.

nem filho de homem. A palavra traduzida por “homem” tem o sentido genérico de qualquer componente da raça humana; Deus não é um mero mortal. CBASD, vol. 1, p. 988.

Se arrependa. No sentido de sentir pesar por Seus atos. A mudança de localização, os altares adicionais e os sacrifícios oferecidos não convenceram o Senhor de que errara ao não se deixar influenciar pelo primeiro lugar e as primeiras ofertas. Só quando o pecador se afasta do mal com sinceridade, Deus pode ser influenciado a reter o castigo merecido (ver Jr 18:8; 26:3; Ml 3:6-7; Rm 11:27-32). CBASD, vol. 1, p. 988.

20 para abençoar recebi ordem. Muitas vezes as bênçãos de Deus são administradas por instrumentos humanos. Muitos crentes são despertados e edificados por evangelistas, pastores e ensinadores cristãos. Bíblia Shedd.

21 no meio deles se ouvem aclamações ao seu Rei. Aclamação do Senhor como Rei no meio de um acampamento de guerra nacional, real, o que significa que a força israelita era formidável. Ao enfatizar o poder de Seu povo escolhido devido à Sua presença com eles, Deus estava misericordiosamente advertindo Balaque contra ação hostil. Ver nota em Lv 23:24 [O festival das trombetas – Rosh Hashanah, “Ano Novo” judeu – é uma lembrança da soberania da proteção divina]. Andrews Study Bible.

23 contra Jacó não vale encantamento. Deus protege Seu povo de ataques de forças ocultas, sobrenaturais (comparar Ef 6:10-18). Andrews Study Bible.

24 devore a presa. Um retrato das conquistas israelitas do passado e do futuro. Na guerra contra os midianitas, logo após o encontro entre Balaão e Balaque, nenhum israelita perdeu a vida (Nm 31:49). CBASD, vol. 1, p. 988.

26 tudo que o SENHOR falar. Balaão percebeu que não poderia ficar em silêncio se o Senhor o mandasse abençoar (Nm 22:20; 23:3, 12). CBASD, vol. 1, p. 988, 989.

27-30 Supersticiosamente, Balaque resolveu ver se outra localização ou sacrifícios adicionais poderiam trazer um resultado mais favorável. Bíblia de Genebra.

27 Balaque levou Balaão a vários lugares, procurando seduzi-lo a amaldiçoar os israelitas. ele pensou que uma mudança de cenário ajudaria a opinião de Balaão. Devemos aprender a enfrentar a fonte de nossos problemas. Mover-se/mudar-se para escapar de problemas somente deixa a sua resolução ainda mais difícil. Problemas enraizados em nós não são solucionados com uma mudança de cenário. Uma mudança de endereço ou de trabalho podem apenas distrair-nos da necessidade de transformar nosso coração. Life Application Study Bible Kingsway.

30 como dissera Balaão. Nesta ocasião, Balaão não se retirou para ficar só. Não fingiu estar trabalhando em alguma arte mágica secreta, mas permaneceu com Balaque no altar. Sem questionar, Balaque cumpriu as instruções dadas por Balaão. CBASD, vol. 1, p. 989.



NÚMEROS 22 by Jeferson Quimelli
28 de fevereiro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/numeros/nm-capitulo-22/

Como mãe, muitas vezes tenho que dizer aos meus filhos “Não.” Às vezes eles me ouvem claramente na primeira vez, mas seus pequenos corações estão tão atraídos ao foco de seu desejo que continuam pedindo, esperando me desgastar.

Às vezes, ajusto minhas instruções na tentativa de agradá-los, sem comprometer o objetivo final. Você sabe o que é interessante? Quando eu cedo a um pedido egoista, muitas vezes é quando eles têm maior dificuldade com a disciplina. Em vez de demonstrar gratidão, a imaturidade infantil costuma atacar quando surgem obstáculos, como quando Balaão acusou a jumenta de fazê-lo parecer um tolo. Quando evitamos o desenvolvimento da autodisciplina no caráter, sempre acabamos mais preocupados com a forma como olhamos para os outros do que com o estado de nossa alma.

Você está implorando a Deus por algo que ele já disse que é uma má ideia? Você está mais preocupado com a opinião dos espectadores do que a formação de um caráter forte? É hora de mudar as prioridades? !

Sarah McDugal
Autora, Palestrante e Facilitadora para a Superação de Abusos
Ministério para o Desenvolvimento da Liderança entre as Mulheres
Tampa, Flórida, EUA

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/22/
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



NÚMEROS 22 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
28 de fevereiro de 2019, 0:55
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NÚMEROS 22 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
28 de fevereiro de 2019, 0:43
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Creio ser excelente este pensamento para iniciar uma das mais deprimentes histórias bíblicas:

“Nenhum de nós pode permitir-se pecar. É um negócio demasiado caro. O pecado cega os olhos de tal modo que o mal não é discernido, e mediante procedimento irrefletido, os que assim ficam cegados tornam-se instrumentos para difundir a injustiça em favor de Satanás” (Ellen G. White).

Balaão era verdadeiro PROFETA de Deus no mais pleno sentido da palavra. Ele foi convidado pelos moabitas a uma missão que não poderia falhar. Ele era a pessoa certa, na visão do rei Balaque (vs. 1-17). Sua convicção ficou evidente sua rejeição peremptória:

“Mesmo que Balaque me desse sua casa repleta de prata e ouro, eu não seria capaz de desafiar as ordens do Eterno e fazer qualquer coisa, grande ou pequena” (v. 18).

Antes disso, ele falara face a face com Deus. Balaão tinha intimidade com Deus e o texto revela familiaridade entre os dois. Balaão não agia sem consultar Sua perfeita vontade. Entretanto, perante a segunda comitiva de importantes líderes moabitas, oferecendo-lhe nova proposta tentadora, Balaão insistiu com Deus. Obteve permissão, porém com restrição; logo saiu sem titubear rumo à missão de amaldiçoar Israel.

Conhecendo a motivação de Balaão, percebendo sua ambição e onde seu coração intentava pousar… Deus preparou-lhe uma poderosa lição fazendo uma jumenta falar/conversar/dialogar igual gente.

• Convicção sem submissão a Deus requer exortação e orientação espiritual.

Balaão conversa com a jumenta sem surpreender-se, de tão ávido que estava por avançar. A jumenta desviou-se do CAMINHO e o profeta disse-lhe que se tivesse uma ESPADA na mão, a MATARIA. Quando o anjo abriu-lhe os olhos, Balaão viu que, na verdade, ele havia se desviado do CAMINHO; e, se não fosse pela jumenta, o anjo o teria MATADO com a espada que trazia à mão (vs. 22-33).

• Independência de Deus nos faz agir pior que jumenta!

Deus permitiu que Balaão prosseguisse; entretanto, falaria somente o que Deus colocasse em sua boca como fez com a boca do animal (vs. 34-41).

• Se Deus usou até a jumenta, Ele pode usar-nos como quiser!

Devemos abençoar, não amaldiçoar! Indiferença para com a missão de Deus leva-nos à acomodação. Nesta situação, nem mesmo convicção é suficiente para resistir à tentação!

Sejamos ativos: Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 22 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
28 de fevereiro de 2019, 0:30
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“Então, disse Deus a Balaão: Não irás com eles, nem amaldiçoarás o povo; porque é povo abençoado” (v.12).


As constantes vitórias sobre os seus inimigos, o milagroso livramento do Mar Vermelho e os prodígios de Deus em favor de Israel no Egito fez deste povo o mais temido entre as nações. Além de ser mui numeroso, o santuário móvel revelava a presença de um Deus Todo-Poderoso e intimidava todo aquele que o avistava. Diante de tão poderosa ameaça, Balaque, rei dos moabitas, temeu por seu reino. Ele sabia, porém, que não se tratava apenas de evitar uma guerra com lanças e espadas, mas de um conflito que envolvia forças espirituais.

Julgando haver na Terra alguém capaz de interromper a bênção divina, Balaque mandou chamar um conhecido adivinho cujos encantamentos eram famosos em seus resultados. A Bíblia não menciona a origem de Balaão, mas que ele tinha conhecimento do Deus verdadeiro. Persuadido pelos “anciãos dos moabitas e os anciãos dos midianitas” (v.7), Balaão lhes ofertou pousada e lhes pediu que aguardassem a resposta do Senhor quanto ao seu pedido. A primeira fala do Senhor ao vulgo profeta, veio em forma de pergunta: “Quem são estes homens contigo?” (v.9). Ora, Deus sabia quem eles eram. A pergunta era na verdade uma reprovação à atitude de Balaão, que deveria tê-los mandado embora assim que tivesse ouvido a proposta, mas seu coração ansiava pelas recompensas oferecidas.

Ciente da resposta divina, logo pela manhã dispensou os “príncipes de Balaque” (v.13) para que retornassem à sua terra. O medo do rei pelo confronto com o povo de Deus, no entanto, fez Balaque insistir com Balaão, enviando-lhe príncipes “mais honrados do que os primeiros” (v.15) com promessas superiores. A primeira experiência não fora suficiente para que Balaão dispensasse a comitiva. Ele esperava que, de algum modo, pudesse ser recompensado. Segunda vez submeteu-se aos encantos da cobiça. O Senhor já havia lhe dado resposta, mas ele insistiu em obter a resposta que pudesse favorecê-lo.

Partindo para uma missão fadada ao fracasso, seguiu a passos pesados ao encontro de seu benfeitor. Sua consciência não o deixava em paz e, nesta viagem maldita, aliviava suas tensões espancando o animal que parecia estar tão nervoso quanto o dono. Por três vezes o Anjo do Senhor Se pôs no caminho de Balaão a fim de tirar-lhe a vida, e por três vezes a jumenta que o carregava o livrou da morte. “Então, o Senhor fez falar a jumenta” (v.28), que iniciou o diálogo mais estranho da história da humanidade. Balaão estava tão desorientado que não se deu conta de estar conversando com um animal, até que Deus abriu os seus olhos e “ele viu o Anjo do Senhor, que estava no caminho, com a sua espada desembainhada na mão” (v.31).

Prostrado com o rosto em terra, Balaão recebeu as últimas orientações acerca do que fazer e ao chegar diante do monarca de Moabe, deixou claro de que seus encantamentos não poderiam prevalecer diante da vontade de Deus: “A palavra que Deus puser na minha boca, essa falarei” (v.38). Levado para lugares cada vez mais altos, “Balaão viu dali a parte mais próxima do povo” (v.41). Olhando de cima, Balaque considerava lançar sobre Israel a maldição que os destruiria, ignorando que do mais alto Lugar, há um Deus que cuida do Seu povo.

A atitude de Balaão frente às ofertas de Balaque representa a atitude de muitos frente às ofertas de Satanás. Mesmo reconhecendo a reprovação divina quanto ao mal que os assedia, até resistem por um tempo, mas retornando o inimigo com mais tentadoras sugestões, sem resistência moral e espiritual, ignorando o poder que lhes foi dado a resistir à primeira oferta, são deixados a seguir pelo caminho que escolheram. E mesmo que usem o nome do Senhor para justificar suas escolhas, em seu íntimo há um conflito gerado pela conscienciosa certeza de que estão partindo para um caminho contrário à vontade de Deus.

Faz parte integrante da fé cristã acreditar em relatos como o dilúvio, o grande peixe que engoliu o profeta Jonas e a conversa entre Balaão e a sua jumenta. Os atos sobrenaturais de Deus simbolizam o Seu grande zelo em fazer com que o homem caminhe na direção correta. A jumenta simboliza o incomparável amor de Deus em nos salvar de nós mesmos. Como Balaão, muitos vagueiam pelas estradas da vida em busca de honras desta Terra. A justiça de Deus arde como espada flamejante diante de nossos pecados, mas as Suas misericórdias nos desviam do castigo merecido. Convencidos de que estamos seguindo na direção certa, somos comprimidos pelas circunstâncias e a dor e o sofrimento tornam-se instrumentos para nos despertar de nossa letargia. Então, desviados e feridos, nos sentimos desamparados, como quem perde o chão.

Tudo isso, no entanto, se não reconhecido como atos de Deus para nos salvar, provocam no homem o desejo de vingança e olhamos para as nossas frustrações com a mesma ira de Balaão por seu animal de carga. O mesmo Deus que converteu a língua de uma jumenta em língua de erudito, é Aquele que age em defesa de Seu povo hoje. Inimigos podem até nos olhar de cima e assumirem posições mais elevadas, mas a nossa confiança deve estar em Deus: “Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do Senhor, que fez o céu e a terra” (Sl.121:1-2).

Nada neste mundo é mais amado por Deus do que o Seu povo. Somos alvos das bênçãos e das misericórdias divinas. Não incorramos no erro da igreja de Pérgamo, que sustentavam “a doutrina de Balaão, o qual ensinava a Balaque a armar ciladas diante dos filhos de Israel para comerem coisas sacrificadas aos ídolos e praticarem a prostituição” (Ap.2:14). No que tudo indica, Balaão prosseguiu em auxiliar o rei de Moabe em suas investidas contra Israel. Isto nos mostra que precisamos ter muito cuidado quanto àqueles que afirmam ser profetas de Deus, mas cujos corações são contaminados pela cobiça.

Avancemos, em oração, para as cenas seguintes desta história repleta de ricos ensinamentos…

Bom dia, povo abençoado de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Números22 #RPSP

Comentário em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100



NÚMEROS 22 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
28 de fevereiro de 2019, 0:16
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