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Neste mundo corrupto é extremamente importante aprender a tomar cuidado, vigiar, estar atento e proteger o que Deus nos dá, desde o tempo até os bens materiais. O roubo, a guerra e o vandalismo pode acontecer em qualquer lugar, portanto, todo cuidado é pouco. É preciso guardar e proteger o que se tem.
Davi colocou pessoas responsáveis pelo cuidado e proteção dos seus tesouros, dos tesouros dos campos, das cidades, das aldeias e das torres; ou seja, todo patrimônio estava assegurado por pessoas de respeito (v. 25-31). Muitas pessoas não têm nada ou sempre perdem o que têm por falta de vigilância. Nunca devemos esquecer que somos mordomos de Deus e tudo o que temos não é nosso; está sob nossa responsabilidade, porém pertence a Deus. Se devemos cuidar bem do que é nosso ou do que é dos outros, que dirá do que é de Deus?! É por isso que Davi investiu na organização e treinamento de um exército a fim de proteger o povo de Deus (vs. 1-22). Tem gente que ganha bem, tem um bom salário, e vive sempre na miséria porque não cuida do que tem. Além disso, tem o aspecto espiritual da vida que também exige cuidado, muito cuidado! Matthew Henry afirma “Nos reinos deste mundo a prontidão para a guerra assegura a paz; em forma semelhante, nada anima tanto os ataques de Satanás como estar descuidado”. Jesus alertou: vigiai e orai; faça isso hoje e viva em paz!
Há uma tensão neste mundo entre as forças do mal e as do bem, entre as pessoas do mal contra as pessoas do bem; por isso, um servo de Deus nunca deve baixar a guarda. Qualquer brechinha é suficiente para que o inimigo encontre espaço e destrua bens materiais, bens espirituais, a família, a paz, a saúde e, até mesmo a fé. Todo o conhecimento que se adquire nesta vida deve ser acompanhado do desejo de saber cada vez mais, pois os desafios neste mundo são infindos e imprevisíveis. Veja com atenção que Davi separou o povo maduro, esperto e hábil para a batalha sem que houvesse sinal de guerra. Ele separou o seu numeroso exército em 12 divisões, cada um com 24.000 homens, e pôs comandantes para cada uma das divisões. Cada divisão era chamada à ativa uma vez ao ano, por trinta dias. Cada divisão era responsável por um mês. Assim, nenhum mês, nenhuma semana e nenhum dia do ano o povo de Israel ficava desprotegido. Nossa vida deve ser de total vigilância, e isso se faz através da oração; porém, infelizmente uma pesquisa na Christianity Today revela que “o pastor médio ora apenas três minutos por dia”. Se um pastor, o líder, ora apenas isso, será que os membros do exército de Deus estão orando mais? … Eu convoco você a convidar mais gente a se unir em oração fervorosa e constante a fim de não abaixarmos a guarda em momento algum até Jesus voltar para buscar o Seu povo!
“Na medida em que estejamos armados com toda a armadura de Deus, no exercício de nossa fé e preparação do coração, certamente estaremos a salvo, e provavelmente desfrutemos de paz interior”, comenta Matthew Henry sobre I Crônicas 27. Se não ficarmos atentos, se não vigiamos como deveria, como podemos ter paz se o inimigo não perde tempo, não dorme, não vacila e nem brinca no trabalho? Paz é o que todos querem, entretanto poucos realmente fazem o que deve ser feito a fim de ter e manter a paz. Para manter a paz é preciso precaver, como diz o ditado, “é melhor prevenir do que remediar”. Charles Cook nos chama a atenção, “Não há algo de que mais precisem a igreja e o mundo do que um forte Espírito de intercessão, para que o poder de Deus seja derramado sobre a terra. Ore para que se derrame do Céu o Espírito de intercessão e haja um grande reavivamento na oração”. Não existe outra forma, outra estratégia ou outro método para se ver livre das cruentas afrontas do mal; ou seja, não há como ter paz a não ser através da vigilância e da oração. Não ore apenas, vigie também! Clame pelo poder de Deus, mas fique atento contra armadilhas do inimigo que deseja te impedir de orar. Evite qualquer coisa que esteja ligado a sessões espíritas, levitação, meditação transcendental, cartas de tarô, horóscopos, etc. É melhor evitar a guerra do que lutar pela paz! Então, leia a Bíblia, ore, vigie e viva em paz! – Heber Toth Armí
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“Joabe, filho de Zeruia, tinha começado a contar o povo, porém não acabou, porquanto viera por isso grande ira sobre Israel; pelo que o número não se registrou na história do rei Davi” (v.24).
Na tentativa de conhecer o “número” de seu poder, Davi ordenou que fosse feito um censo sem a aprovação de Deus. Em um lapso de orgulho, ignorou que “o Senhor tinha dito que multiplicaria a Israel como as estrelas do céu” (v.23). A multidão em que se tornara o povo não era obra humana, mas divina. Superado este episódio, buscou o rei em seus últimos anos deixar toda a nação em ordem, de forma que todas as famílias tivessem algum tipo de participação no bom andamento e avanço do reino.
Além de organizar as funções e turnos dos oficiais do tabernáculo, Davi também contava com doze companhias de vinte e quatro mil soldados cada, cada uma escalada para servir durante um mês. As doze tribos de Israel também possuíam seus chefes, além dos “administradores da fazenda do rei Davi” (v.31) e dos conselheiros do rei. Um reino assim organizado tinha tudo para galgar as maiores alturas da Terra e cumprir o propósito de ser uma luz no mundo.
Só a organização, contudo, não é suficiente para tornar um povo ilustre. “Tudo, porém, seja feito com decência e ordem” (1Co.14:40). A palavra “decência” significa “dignidade; modo de agir de quem segue as regras morais e éticas”. Ou seja, além da ordem, deve haver obediência às leis estabelecidas à comunidade. As leis dadas por Deus ao Seu povo deveriam ser cabalmente obedecidas, principalmente pelos líderes em todas as esferas, incluindo os “chefes das famílias” (v.1).
Deus não chamou o Seu povo nos últimos dias para ser apenas uma igreja organizada, mas que declare ao mundo por preceito e por exemplo a validade dos Seus mandamentos: “os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap.12:17). Como “Jônatas, tio de Davi” (v.32), precisamos de Jônatas atuais, homens sábios e conhecedores da Lei; conselheiros que revelem através de uma vida sensata o verdadeiro conhecimento de Deus. Só assim, a organização fará sentido e faremos parte da última geração de Deus, que muito em breve exclamará: “Eis que este é o nosso Deus, em Quem esperávamos, e Ele nos salvará; este é o Senhor, a Quem aguardávamos; na Sua salvação exultaremos e nos alegraremos” (Is.25:9). Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, igreja do Rei dos reis!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #1Crônicas27 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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743 palavras
O autor sagrado volta-se para questões de ordem militar (27.1-15), chefes tribais (27.16-24), superintendentes reais (25-31) e conselheiros reais (32-34). Bíblia de Genebra.
Após apresentar um esboço da organização religiosa do país (1Cr 22-26), o relato descreve de maneira sucinta a administração militar e civil. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 201.
1 Os chefes das famílias. Isto é, os chefes das 12 tribos de Israel. CBASD, vol. 3, p. 201.
de mês em mês. Os deveres militares tinham uma rotatividade, tal como se dava com as responsabilidades sacerdotais (24.7-18, nota). Bíblia de Genebra.
A cada mês uma divisão de 24 mil homens ficava de prontidão como guarda nacional, para a ação imediata. Este constante rodízio das tropas tornava possível o treinamento de um grande número de homens, de modo que um exército de soldados aptos estivesse disponível a qualquer momento no caso de alguma emergência. Visto que o tempo era de apenas um mês, ninguém era sobrecarregado. CBASD, vol. 3, p. 202.
2-15 Os doze capitães mencionados eram sete de Judá, dois de Benjamim, dois de Efraim e um de Levi. Bíblia Shedd.
Os que tinham servido a Davi quando este fugiu de Saul ficaram sendo comandantes no exército regular. Bíblia de Estudo NVI Vida.
2 Jasobeão. De acordo com 2 Samuel 23:8 (ver 1Cr 11:11), Jasobeão era sem dúvida o “principal dos capitães”, de todos os homens valentes de Davi. A honra de comandar a primeira tropa a servir durante o ano foi concedida a ele. CBASD, vol. 3, p. 202.
16-22 a ordem das doze tribos difere aqui da de Gênesis e de 1 Cr 4-7. Gade e Aser não são incluídos, Levi e Arão são separados, embora fossem ambos levitas. Dã aparece em último lugar, e alguns atribuem isso ao fato de terem caído na idolatria; mas outros ligam-no ao fato de que havia uma tradição hebraica afirmando que o falso Messias sairia da tribo dessa tribo. Dã é chamado de serpente (Gn 49.17). Bíblia Shedd.
23-24. Estes versículos referem-se ao recenseamento de Davi em 21.1-22.1 (2Sm 24). Por causa da reação divina ao recenseamento, a contagem nunca veio a tornar-se parte do registro oficial da corte. Bíblia de Genebra.
23 vinte e três anos. Os soldados em Israel eram homens de 20 anos para cima. Bíblia de Estudo Andrews.
25-31 Lista dos encarregados para cuidar dos bens do rei (v. 31). As cidades grandes do antigo Oriente Médio tinham tres setores econômicos básicos: 1) da realeza; 2) dos templo; e 3) particular. Não há evidência da cobrança direta de impostos durante o reinado de Davi; sua corte parece ter sido financiada por propriedades imóveis extensivas, pelo comércio, pelos despojos das suas muitas guerras, e pelos tributos pagos pelos reinos subjugados. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Davi havia enriquecido, e eram necessárias pessoas hábeis que tomassem conta de suas finanças. CBASD, vol. 3, p. 203.
27 Vinhas. O solo da Palestina era favorável ao cultivo de uvas. A uva florescia em todo o país, nas colinas d Judá e SAmaria, nas planícies e Esdraelom, e nos planaltos do outro lado do Jordão. CBASD, vol. 3, p. 203.
as adegas. A palavra original hebraica também pode se referir a um lugar para armazenamento do suco da uva. Bíblia de Estudo Andrews.
28 os olivais. A principal fonte de óleo no antigo Oriente Médio. Bíblia de Estudo Andrews.
A oliveira … era muito valorizada não apenas por seu fruto, mas também por seu azeite, que era usado para cozinhar e temperar, para iluminar os candeeiros e para ungir. CBASD, vol. 3, p. 203.
Sicômoros. Ou, figueiras. Eram abundantes nas planícies de Judá, e encontradas também no vale do Jordão. CBASD, vol. 3, p. 203.
campinas. No heb. Shephelah [ou Sefelá]. Nome próprio da região baixa entre a região montanhosa da Judéia e o Mediterrâneo. Bíblia Shedd.
29 Sarom. Uma planície fértil ao longo da costa mediterrânea, ao sul do monte Carmelo. CBASD, vol. 3, p. 203.
30 o ismaelita. Um descendente de Ismael, o filho de Abrão e Agar. Bíblia de Estudo Andrews.
Os ismaelitas do deserto da Arábia entendiam bem de camelos, e um deles seria uma pessoa adequada para cuidar dos camelos de Davi. CBASD, vol. 3, p. 203.
os camelos … as jumentas. Animais de carga usados para o transporte de pessoas e mercadorias. Bíblia de Estudo Andrews.
32 Atendia os filhos do rei. Hacmoni deveria ser um um tutor dos filhos do rei. CBASD, vol. 3, p. 203. [NC: E, à luz dos conflitos na família, não foi muito eficiente…].
33 Aitofel. Desertara a Davi para apoiar a rebelião de Absalão (2 Sm 15.12, 31; 16.20-23), mas sendo seu plano desfeito por Husai (15.32, 37; 17.1-16), suicidou-se (17.23). Bíblia Shedd.
Usai, o arquita. O fiel conselheiro de Davi que contestou o conselho de Aitofel (ver 2Sm 17:7-14). CBASD, vol. 3, p. 203.
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1cr/26
As funções mais importantes do reino de Israel eram desempenhadas pelos levitas. Alguns atuavam como porteiros, outros como tesoureiros e outros ainda como administradores e juízes da nação.
Os porteiros eram os vigias, os guardas do templo. A presença deles era muito necessária a fim de preservar a integridade dos adoradores e também para proteger o edifício em si. O templo de Salomão era revestido de ouro e abrigava os mais valiosos tesouros da nação. Cabia aos porteiros garantir a segurança de toda esta riqueza.
Zacarias, um dos porteiros, era também um conselheiro muito sábio. Isto ilustra que não precisamos ficar restritos a nossa atividade básica de sobrevivência, mas podemos ampliar a nossa área de atuação a fim de dar a melhor contribuição possível à sociedade.
Alguns levitas atuavam como tesoureiros. Eles zelavam pela correta utilização das dádivas do povo e dos espólios de guerras que haviam sido consagrados ao Senhor. Aqueles que ocupavam esta função eram descendentes de Gérson e Eliézer, filhos de Moisés.
Seis mil levitas foram separados para atuar como administradores e juízes. Eles cuidavam de questões religiosas ligadas ao templo e de assuntos seculares ligados a administração civil. Ao redor do país, eles eram os encarregados pelo ensino religioso e pela sábia condução do reino como um todo.
O sucesso de qualquer empreendimento depende da atuação dedicada e fiel de alguns colaboradores chaves. Davi encontrou nos levitas homens capazes e consagrados, que lhe ajudaram a fazer da nação de Israel um reino próspero e justo. Hoje, também, Deus está procurando por pessoas de confiança a quem Ele possa usar para abençoar a humanidade.
Rei celestial, use-me para dar uma importante contribuição para o Seu reino!
Pastor Jobson Santos
UNASP
Fonte: https://www.revivalandreformation.org
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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Até nos mínimos detalhes da casa de Deus precisa ter ordem e organização. Isso revela o respeito que se tem pelas coisas sagradas referentes ao único Deus vivo e verdadeiro. Os levitas das famílias de Coré e Merari ficaram responsáveis pela segurança do Templo como porteiros (I Crônicas 26:1-19). Os quais foram selecionados por causa de seus dons, não aleatoriamente (v. 8). A função deles era prezar, guardar e cuidar a Casa de Deus de dia e de noite, sem parar (vs. 14-19). Hoje, os diáconos devem exercer esse papel de preservar, guardar e manter a ordem, a organização e proteger o patrimônio particular de Deus aqui na terra. Tudo deve ser feito com zelo, dedicação e amor; tudo está ligado à Deus e à adoração. Ainda hoje é preciso verificar quem tem habilidades e responsabilidades para desempenhar tais funções; ela é tão importante quanto qualquer outra, tanto é que está bem especificada e detalhada na Bíblia. Os porteiros tinham seus postos, horários e funções bem definidos. Isso poderia ser informado mais rapidamente para nós, porém o Espírito Santo pensou ser melhor colocar como está escrito. Há muitas igrejas que escolhem para diáconos àqueles que não sabem fazer nada, pessoas de idade avançada ou aqueles que não se encaixam em nenhuma outra função; isso é diferente do que nos ensina este capítulo. Aprendamos a servir com ordem e com organização diante de tudo aquilo que pertence a Deus e à Sua Casa de Culto.
Além dos líderes espirituais, pastores, evangelistas e mestres, a igreja de Deus na terra deve ter um grupo de administradores e tesoureiros (I Crônicas 26:20-28). Estes não eram escolhidos aleatoriamente dentre o povo. Eram levitas também, pessoas consideradas consagradas. Naquele tempo os tesouros do templo incluíam as ofertas dedicadas por Davi, Samuel e Saul (vs. 26-28). Além disso, eram eles que coletavam impostos para o rei (vs. 29-32), tudo estava ligado ao templo. A vida de todo o povo estava centralizada no templo. Todas as atividades deveriam estar relacionadas com o templo, pois a vida só tem sentido se Deus for o centro de uma nação e do coração de cada indivíduo. Deus deve estar acima da política, acida do poder econômico e financeiro, acima do poder legislativo e judicial. Deus deve reger cada indivíduo, cada família, cada empresa, cada bairro, cada cidade, cada corporação, cada nação e assim todo o Planeta Terra como Ele faz com cada astro, cada planeta, cada cometa, cada constelação, cada galáxia, etc. Onde Deus não tem permissão para reger, é muito fácil sair de órbita e sofrer tragédias. É por Deus não ser o centro da vida das pessoas como deveria ser é que o nosso mundo e a nossa sociedade está um caos, uma baderna, uma situação deplorável. E, a tendência é piorar cada vez mais caso não permitimos que Deus assuma o centro de nossa vida e da vida de todas as nações. Faça você o que sabe que deve fazer sem esperar pelos outros!
É importante que a igreja seja organizada e bem administrada! As Associações/missões, as Uniões, as Divisões e a Associação Geral é fundamental para o bom andamento da igreja de Deus no mundo de forma harmoniosa. Como disse Matthew Henry, “A magistratura é uma ordenança de Deus para bem da igreja, tão verdadeiramente como o ministério, e não deve ser descuidada”. O pastor Jan Paulsen disse que “A estrutura da igreja deve ser sempre uma agente funcional”; e complementa falando de dois objetivos, “funções essenciais na administração da igreja e unidade da missão”. Paulsen ainda diz, “cremos que, desde o início, Deus deseja que [a] igreja seja uma família unida; não uma igreja regional e, certamente, não congregacional… Para mim, é inconcebível que a igreja possa se manter unida, como uma comunidade global dotada da mesma habilidade de maximizar os recursos para a missão, se não houver uma Associação Geral – uma estrutura mundial que ajuda a manter essa unidade”. Por isso, cada filho de Deus que se une a Sua igreja deve valorizar, considerar e respeitar a organização da mesma. A igreja de Deus é organizada e todos os que se unem a ela, se organizam conforme o Deus de ordem organiza a Sua igreja. Que cada um de nós aprendamos os princípios e lições práticas contidos em I Crônicas 26 com respeito à ordem, organização e administração da igreja de Deus neste mundo. Sejamos zelosos, reverentes e respeitosos pelas coisas de Deus aqui no mundo! – Heber Toth Armí.
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“Todos estes foram dos filhos de Obede-Edom; eles e seus filhos, e seus irmãos, homens valentes e de força para o ministério; ao todo sessenta e dois, de Obede-Edom” (v.8).
Em sua tentativa de trazer a arca da aliança de volta a Jerusalém, Davi não cumpriu com os estatutos estabelecidos por Deus para o transporte das coisas sagradas. Sendo assim, Uzá pagou com a própria vida e, desgostoso, Davi guardou a arca na casa de Obede-Edom até segunda ordem. Este recebeu grande bênção mantendo a arca depositada em sua casa, de onde foi devidamente transportada para Jerusalém três meses depois (2Sm.6:11).
Obede-Edom reaparece neste capítulo como um dos chefes dos porteiros do templo. Novamente é destacado, e seus filhos e irmãos conhecidos como “homens valentes” (v.6), “homens capazes e robustos para o serviço” (v.8). Aos chefes destacados para este ofício “foi entregue a guarda, para servirem, como seus irmãos, na Casa do Senhor” (v.12), sendo divididos por “sortes para designar os deveres tanto dos pequenos como dos grandes, segundo as suas famílias” (v.13).
Ainda foram designados os guardas “a cargo dos tesouros da Casa do Senhor” (v.22) e os oficiais e juízes, “que superintendiam Israel… em todo serviço do Senhor e interesses do rei” (v.30). Todos estes tinham por encargo a proteção de algo, quer das entradas do templo, quer dos tesouros, quer dos negócios de Deus ou do rei. Os sentinelas, divididos por turnos, tinham a importante missão de manter o tabernáculo seguro. Serviam como uma espécie de soldados especiais de Deus.
Em profecia dada a Isaías, ocorre um diálogo entre os habitantes de Seir e um guarda: “Guarda, a que hora estamos da noite? Guarda, a que horas? Respondeu o guarda: Vem a manhã, e também a noite; se quereis perguntar, perguntai; voltai, vinde” (Is.21:11-12). Habacuque assumiu a sua missão profética usando a figura de linguagem de um vigia: “Pôr-me-ei na minha torre de vigia, colocar-me-ei sobre a fortaleza e vigiarei” (Hc.2:1). Em ambos os textos fica claro de que os guardas da Casa do Senhor também eram seus atalaias.
Hoje, precisamos montar guarda à porta do nosso coração, não permitindo que ele seja contaminado pelas impurezas deste mundo. Como um anjo do Senhor deu as boas-novas aos pastores de Belém durante a vigília da noite, anjos estão sendo enviados para encher de expectativa o coração dos apercebidos que, na hora mais escura da noite, despertarão para serem recebidos nas bodas do Cordeiro pelo Guarda de Israel. Portanto, vigiemos e oremos!
Bom dia, vigilantes do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #1Crônicas26 #RPSP
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473 palavras
1-19 A mais extensiva das listas de porteiros em Crônicas (v.9-17-27; 16.37,38) [NC: designados por Davi]. Uma lista de porteiros no período pós exílico acha-se em Ed 2.42 (Ne 7.45) (Biblia de Estudo NVI Vida).
1 porteiros. Havia quatro mil porteiros (23.5) cujos deveres eram abrir e fechar todos os portões, agir como guardas contra os intrusos, ajudar e encorajar aos adoradores, impedir os imundos de entrarem nos recintos sagrados (2Cr 23.19). Estavam encarregados dos vasos sagrados e das ofertas voluntárias (2Cr 31.14) e habitavam nas câmaras ao redor do templo (1Cr 9.27). Eram levitas e vinham das vilas levíticas cada sete dias para servirem por turnos (1Cr 9.25). Seu serviço era honroso, como o dos cantores, abaixo dos sacerdotes (Biblia Shedd).
1 Asafe. Este não é o Asafe do cap. 25.2 [o músico], que era gersonita (1Cr 6:38-43). Os coraítas, descendentes de Corá, eram levitas coatitas [descendentes de Coate, filho de Levi] (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 198).
4,5 Inúmeros filhos são, aqui também, um sinal da bênção divina (Biblia de Estudo NVI Vida).
Deus o abençoou.Assim como a Hemã (25.4-5), Obede Edom tinha muitos filhos. Sendo levita, ele cuidou da arca por três meses e isto lhe foi uma fonte de grande bênçãos (Andrews Study Bible).
10 a quem o pai constituiu chefe. Isto é, tornou-o um “fratriarca” (líder entre seus irmãos), com o direito de exercer autoridade além dos direitos que em geral acompanhavam a primogenitura (ver The Biblical Archaeologist, vol. 3, nº 1, p. 9,10) (CBASD, vol. 3, p. 198, 199).
14 porta leste. Esta, a primeira porta mencionada, era a porta de honra, pois o santuário dava para o leste (CBASD, vol. 3, p. 198, 199).
A entrada principal; tinha seis guaritas para os guardas , em contraposição com quatro diante das demais portas (v. 17) (Biblia de Estudo NVI Vida).
15 porta sul. Os palácios de Davi e de Salomão ficavam ao sul do monte do templo. A porta do sul seria a principal usada pelo rei, e essa destinação provavelmente reflete uma honraria especial para Obede Edom (Biblia de Estudo NVI Vida).
16 porta Salequete. A única referência a uma porta com esse nome; presumidamente ficava no lado oeste. O cronista escreve a leitores familiarizados com esses pormenores topográficos (Biblia de Estudo NVI Vida).
Significado provável: “a porta por onde se tira”, isto é, a “porta dos resíduos”. Imagina-se que tenha sido a porta pela qual eram retirados os dejetos do templo (ver Ne 3.13) (CBASD, vol. 3, p. 199).
24 filho de Gérson. Exemplo de “filho” no sentido de descendente remoto (CBASD, vol. 3, p. 198, 199).
29-32 Esses versículos designam os 6 mil oficiais e juízes (23.4) que trabalhariam fora de Jerusalém; são tirados de dois subclãs de Coate (6.18) [NT: um dos filhos de Levi]. Dt 17.8-13 prevê uma função judicial para os sacerdotes e levitas (v. 2Cr 19.4-11) (Biblia de Estudo NVI Vida).
Sendo levitas, conheciam a lei e podiam promover e administrar a justiça (Biblia Shedd).
31 No ano quarenta. O último ano do reinado de Davi (Biblia de Estudo NVI Vida).