Reavivados por Sua Palavra


Deuteronômio 25 — Rosana Barros by Ivan Barros
11 de outubro de 2025, 0:45
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“Em havendo contenda entre alguns, e vierem a juízo, os juízes os julgarão, justificando ao justo e condenando ao culpado” (v.1).

As sanções penais instituídas em Israel correspondiam às correções respectivas ao grau de rebeldia. Açoites, amputação, exposição vexatória e até pena de morte faziam parte dos dispositivos legais, a fim de provocar no povo aversão ao mal e à injustiça. O propósito de Deus era que ficasse muito claro que o resultado do pecado é ruína e morte. Estas leis limitavam o senso de justiça dos próprios filhos de Israel, que poderia ser aumentado, causando mortes ou punições infundadas; ou ignorado, resultando em quebra de princípios e libertinagem.

A questão do casamento e da procriação era tão importante aos olhos do Senhor, que Ele suscitou a lei do levirato, a fim de dar continuidade à família; além de lidar com firmeza quanto à mulher comprometer a integridade física do homem ao “pegar pelas suas vergonhas” (v.11), na tentativa de apartar uma briga. Além de ser um ato público imoral, também colocava em risco a fertilidade masculina, que também fazia parte do plano original de Deus: “E Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a” (Gn.1:28).

Outra questão fundamental tratada neste capítulo é a honestidade nos negócios. Dois pesos e duas medidas, ou seja, negociar com injustiça, “é abominação ao Senhor” (v.16). Ser justo e honesto ainda que no meio de um mundo onde o lucro é o mais importante, é um dever do cristão em todos os negócios da vida. Desde uma simples atividade do lar até o mais promissor acordo financeiro devem ser realizados sob o sólido fundamento da justiça e da transparência. Nunca espere a bênção de Deus em um negócio duvidoso!

A injustiça e a ameaça de violência sem causa são atitudes perigosas e contaminantes. Por sua atitude egoísta e perversa, Amaleque levou todo o seu povo à destruição. Por outro lado, sua liderança ímpia e corrupta também revelava o caráter perverso de seus liderados. Certamente, Deus faria justiça ao destruir os inimigos de Seu povo, antes que estes atentassem contra a nação de Israel, e a contaminassem com sua corrupção sem limites.

Amados, um dia o nosso Salvador foi exposto à maior situação vexatória, foi cuspido, açoitado e entregue à morte mais injusta de todos os tempos, para que nEle fôssemos justificados. O Inocente deu a vida pelo culpado. Cada sanção sofrida deveria causar no coração dos filhos de Israel dor maior do que a dor física, a dor de ferir o coração de Deus com os seus pecados. O santuário deveria lembrá-los constantemente de que o Substituto logo tomaria o lugar do pecador, assumindo uma culpa que não era Sua. A mensagem do santuário deve ser para nós, hoje, um caminho para o Pai porque, antes, Jesus fez o caminho reverso, deixando a glória do Pai para tornar-se, de fato, “o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo.1:29).

Muito em breve Jesus voltará não mais como servo sofredor, mas como “Rei dos Reis e Senhor dos Senhores” (Ap.19:16), “justificando ao justo e condenando ao culpado” (v.1). Jesus pagou um alto preço para que você e eu possamos receber a Sua justiça e a recompensa eterna que a Ele pertence. Logo, Cristo apagará a memória de Satanás e seus anjos “de debaixo do céu” (v.19), e nos levará para casa. Aceite, agora, a graça que ainda está à nossa disposição! Cristo te ama e te chama!

Nosso Deus e Pai amado, em Tua infinita graça o Senhor nos deu uma segunda chance em Cristo Jesus. Na verdade, todos nós éramos culpados e merecíamos a morte, mas Jesus veio e pagou o preço da nossa redenção. E é por meio da Sua justiça que encontramos libertação, salvação e santificação. Ajuda-nos a estarmos tão unidos a Cristo que a nossa vida esteja imersa nEle! Batiza-nos com Teu Espírito, Senhor! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, justificados em Cristo Jesus!

Rosana Garcia Barros

#Deuteronômio25 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



DEUTERONÔMIO 25 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
11 de outubro de 2025, 0:40
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DEUTERONÔMIO 25 – Uma das verdades claras deste capítulo é que Deus preza pela justiça.

Moisés deixa bem claro que Deus detesta quem negocia desonestamente (Deuteronômio 25:16). Por isso, há regras para que não sejamos divinamente detestados:
• Culpados devem receber punição adequada, limitada pela misericórdia.
• O levirato revela preocupação com a preservação familiar.
• Honestidade nos negócios implica em fidelidade para com o próximo.
• A justiça prática deve ir além dos seres humanos, deve beneficiar inclusive aos animais.
• A injustiça tem preço, e custa caro. Em algum momento a conta chega, como chegaria aos amalequitas.

“Os tribunais foram estabelecidos por ordem divina”, declara o Comentário Bíblico Adventista. Eles são fundamentais inclusive entre o povo de Deus; pois, nossa natureza pervertida exerce poder muito forte para o mal, mesmo numa sociedade religiosa.

Temendo o julgamento de Deus, os judeus limitaram os açoites a 39 para não ultrapassarem sem querer os limites e assim serem divinamente punidos. Porém, quando açoitaram Jesus, não se atentaram para Sua inocência visivelmente nítida (João 19:1). O apóstolo Paulo foi punido cinco vezes com 39 açoites, nenhuma vez por um crime que realmente havia cometido, mas por proclamar a Cristo aonde quer que fosse (2 Coríntios 11:24).

O apóstolo que sofreu injustamente a punição orientada em Deuteronômio 25:1-3, “citou Deuteronômio 25:4 [que trata do cuidado amoroso que se deve ter com os animais] como evidência de que o ministro deve receber um salário justo e apropriado em harmonia com seu sagrado ministério (ver 1Co 9:9; 1Tm 5:18; cf. Mt 10:10)”. Pois, “o serviço fiel, seja de seres humanos ou de animais [Provérbios 12:10] merece reconhecimento” (Idem).

“Tanto a lei do Antigo Testamento como Jesus enfatizam esse princípio do sustento dos obreiros. Aqueles que estão no ministério [pastoral] devem viver do ministério. Embora Paulo tenha preferido não tirar vantagem do direito de ser sustentado (1Co 9:3-18; 1Ts 2:7-9), sempre defendia vigorosamente o direito dos apóstolos e seus assistentes de serem materialmente sustentados pela comunidade (2Co 11:8-9; 12:13)”, explica Hernandes Dias Lopes.

Numa sociedade pautada por injustiças e explorações, devemos ser conscientes que, além de cada membro do povo ter de Deus viver de forma diferente, deve agir intencionalmente para fazer a diferença.

Precisamos crescer como povo fiel à revelação bíblica! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



DEUTERONOMIO 24 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO  by Maria Eduarda
10 de outubro de 2025, 1:30
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Texto bíblico: DEUTERONÔMIO 24 – Primeiro leia a Bíblia

DEUTERONÔMIO 24 – BLOG MUNDIAL

DEUTERONÔMIO 24 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



DEUTERONÔMIO 24 by Luís Uehara
10 de outubro de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/dt/24

Há pouco tempo conheci uma mãe que junto com seu filho decidiu compartilhar sua comida com uma velha viúva que chegara à igreja com muitas necessidades. Depois de um tempo, eles não a viram mais na igreja, mas sempre havia alguém necessitado a quem eles davam pacotes de solidariedade. A velha viúva serviu para despertar e motivar uma generosidade sistemática para com os menos afortunados.

Nos tempos bíblicos, viúvas, órfãos e estrangeiros eram considerados vulneráveis e eles precisavam da generosidade do povo. Viúvas e órfãos eram considerado vulneráveis, porque a sociedade em que viviam era principalmente agrícola, a qual exigia força física. Os estrangeiros eram residentes não-nativos, que por alguma razão poderiam ter sido forçados a deixar sua aldeia para viverem em outras terras, portanto, também eram vulneráveis, maltratados e explorados.

Deuteronômio 24:19-22 é uma lei que fornece um equilíbrio muito saudável entre a generosidade e dignidade das pessoas, já que os proprietários de terras tinham que deixar parte plantação sem colher e os pobres tinham que ir e fazer a colheita eles próprios.

Sigamos também o exemplo de Cristo, pois Ele alimentou os famintos e cuidou dos doentes.

Freddy Efraín Tancara
Professor de Teologia Pastoral
Universidade Adventista da Bolívia

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/deu/24
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



DEUTERONÔMIO 24 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Maria Eduarda
10 de outubro de 2025, 0:50
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1815 palavras

1-4 Alguns pensam que esta passagem apoiava o divórcio, mas este não é o caso. Ela simplesmente reconhece uma prática que já existia em Israel. Todos os quatro versos deveriam ser interpretados com o objetivo de entender o objetivo desta passagem; ela certamente não está sugerindo que um homem se divorciasse de sua esposa por um simples capricho. O divórcio era um ato final e permanente para o casal. … Esta restrição objetivava prevenir o novo casamento efetivado de maneira casual após uma separação frívola. O objetivo era fazer as pessoas pensarem duas vezes antes de se divorciarem. Life Application Study Bible Kignsway.

coisa indecente (ARA; NVI: “algo que ele reprova”; NKJV: “algo impuro”). O texto aqui refere-se à mesma “coisa indecente” de Dt 23.14, tendo um sentido bastante genérico. … O divórcio foi reconhecido por uma variedade de razões, mas não necessariamente permitido (os vs. 1-3 são descritivos, e não prescritivos). Bíblia de Genebra.

A palavra heb. literalmente significa “nudez”: de forma figurada como neste caso, é “vergonha” ou “desonra”. Não era ofensa de adultério, pois isso era punido com a morte (Dt 22:22; cf Mt 19:9). Simplesmente era algum comportamento que o marido considerava impróprio. Os judeus compreendiam que este preceito mosaico significava que o homem podia se divorciar da esposa por qualquer motivo (Mt 19:3, 7). No entanto, Cristo explicou que não era a vontade de Deus que o divórcio fosse feito tão facilmente (Mt 19:4-6) e que esta previsão tinha sido feita somente devido à dureza de coração (Mt 19:8). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1140.

Êx 21 indica outra razão pela qual o casamento poderia ser dissolvido no antigo Israel: se uma escrava fosse libertada por conta de abuso passivo (negligência) ou ativo cometido pelo seu senhor/marido, o casamento poderia ser anulado (Êx 21:10-11, 26-27). Andrews Study Bible.

certificado de divórcio. Literalmente, “uma nota de separação”. … isto deveria ser feito formalmente, provavelmente diante de testemunhas, a fim de ser legalmente válido e incontestávelCBASD, vol. 1, p. 1140.

e a despedir. Outro ato formal. Supõe-se que o marido tinha a obrigação de despedi-la com o mínimo necessário para chegar até a casa de seu pai em segurança (ver Gn 21:14; cf. Dt 15:13).CBASD, vol. 1, p. 1140.

Isto a protegeria da acusação de adultério, indicando que ela foi liberada do casamento por outra razão. Andrews Study Bible.

se este a aborrecer (ARA; NVI: “Se … não gostar mais dela).

foi contaminada. A consumação do casamento com um segundo marido tornava-se impura para seu primeiro marido. Se ele a tomasse de novo por esposa estaria cometendo adultério. ela lhe era ilícita como esposa (ver Jr 3:1).CBASD, vol. 1, p. 1140.

assim não farás pecar a terra. Isto é, ao permitir a depravação moral. Embora Deus tolerasse algumas coisas que certamente não podia aprovar (ver com. [CBASD] de Dt 14:26), havia limites que não podiam ser transpostos. A “terra” com frequência é personificada, como se pudesse agir e sentir (ver Lv 18:25; Is 24:5). … estes versículos revelam a vida do judeu sem seu lar. Desposar uma mulher  era considerado como a aquisição de uma propriedade. A autoridade do marido sobre a esposa era quase absoluta. O propósito da lei anunciado neste versículo era de melhorar a sorte da mulher hebreia. Esta lei, longe de estabelecer um padrão moral baixo, representava um padrão mais elevado do que o reconhecido pelos costumes cruéis da época. … A lei garantia certos direitos à mulher divorciada e a protegia de ser considerada adúltera ou proscrita pela sociedade. A carta de divórcio estabelecia que o primeiro esposo já não tinha mais jurisdição sobre ela e que ela não maias tinha nenhuma obrigação para com ele. Ela estava livre para se tornar esposa de outro homem. … A lei mosaica do divórcio não foi instituída para anular os ideais de casamento instituídos na criação, mas devido à “dureza” do coração dos israelitas (Mt 19:8). A condição de uma mulher sozinha e rejeitada era deplorável. A carta de divórcio amenizava o infortúnio. Esta lei simplesmente reconhecia a situação prevalecente e tentava atenuá-la. Era uma lei de permissão, não de ordenança. Essas restrições precisas foram designadas para eliminar o fácil processo de divórcio que os hebreus tinham aprendido aparentemente no convívio com povos pagãos. Criso falou de forma enfática contra o conceito de esposa como propriedade (Mt 5:27-32; 10:3-9). Essa prática tinha acarretado muita desgraça e injustiça às mulheres judias. … No tempo de Cristo, a escola de Hillel [em contraponto à escola de Shammai que definia a expressão “coisa indecente como qualquer ato comprovado de imodéstia ou adultério] permitia o divórcio por trivialidades como a exposição do braço de uma mulher em público, o fato de queimar a comida do marido, ou quando o marido encontrava uma mulher mais atraente. … A lei de Deuteronômio não instituiu o divórcio, mas o tolerou em vista da imperfeição da natureza humana e dos baixos conceitos morais do povo de Deus naquela época. Para saber o que Deus pensa sobre o casamento sobre o casamento, não se deve deter em Deuteronômio 24:1, 4, mas ir a Gênesis 1:27 e 2:24, como fez Jesus (Mt 5:27-32; 19:3-9).  CBASD, vol. 1, p. 1140, 1141.

24.5 – 25.4 A chave destas leis é a compaixão posta em prática, o amor de Deus refletido no comportamento humano. Bíblia Shedd.

não sairá à guerra. Esta lei provia tempo para que o lar se estabelecesse firmemente. E, ainda mais importante, do ponto de vista hebreu, dava mais possibilidade para o nascimento de um herdeiro que perpetuasse o nome da família e herdasse sua terra.CBASD, vol. 1, p. 1141.

não se tomarão em penhor as duas mós (ARA; NVI: “as duas pedras de moinho”). Usadas para moer grãos a fim de produzir farinha e o alimento diário (v. nota em Jz 9.53). Bíblia de Estudo NVI Vida.

a vida. Ninguém devia aceitar, como garantia de um empréstimo, aquilo de que a vida ou a saúde de outrem dependia (cf 10-31). Bíblia Shedd.

…algo essencial para o preparo de alimento, colocando assim em risco a saúde de sua família.CBASD, vol. 1, p. 1141.

Em consonância com o propósito do empréstimo, aquele que emprestasse não deveria causar maiores dificuldades ao que pedisse o empréstimo confiscando itens essenciais como uma mó doméstica ou vestes externas. Bíblia de Genebra.

tendo roubado um dentre os seus irmãos (ARA; NVI: “sequestrando um de seus irmãos”). Ver Êx 21:16. Raptar uma pessoa para escravizá-la era crime punível com a morte. A liberdade é preciosa aos olhos de Deus. A escravidão é um pecado indesculpável contra Deus e a sociedade, bem como contra o escravo.CBASD, vol. 1, p. 1141.

Paulo condenou os comerciantes de escravos (“raptores”) juntamente com outros violadores dos Dez Mandamentos (1Tm 1.10). Bíblia de Genebra.

Guarda-te da praga da lepra. Devia ser dada cuidadosa atenção à prescrição divina para tratar com essa enfermidade visto que a saúde da comunidade inteira corria perigo. Bíblia Shedd.

Esta era a pior forma de impureza cerimonial, e, portanto, deviam ser tomadas as precauções mais cuidadosas.CBASD, vol. 1, p. 1141.

Miriã. Ver Nm 12. Miriã foi uma dos três importantes líderes de Israel (Mq 6:4). No entanto, ela foi repentinamente acometida dessa terrível doença e retirada do acampamento de Israel por sete dias (Nm 12:14). Sua importante posição e a relação pessoal com Moisés não a protegeram. Não havia diferença no trato para com o leproso mais pobre e miserável e o leproso rico ou de família importante. … A lepra é um símbolo do pecado. O leproso espiritual, cuja alma está doente, não pode encontrar cura a não ser em Cristo.CBASD, vol. 1, p. 1141, 1142.

10 em sua casa. Isto era uma provisão legal para proteção do pobre. Sua casa com o que continha era de pouco valor material, e consistia apenas do indispensável para as necessidades. É provável que a família não tivesse mais que as roupas, algumas vasilhas e um moinho primitivo, e talvez só a casa e o terreno. Todavia, esta casa devia ser respeitada. Não devia ser violada. … O pobre não tinha muito para oferecer em penhor por um empréstimo (ver Êx 22:26, 27), mas não se devia abusar desse pouco como algo sem importância. O dono saía à porta para mostrar o que podia dar em penhor. Quem lhe emprestava não podia entrar na casa para escolher o que desejava levar. … Os direitos de propriedade do necessitado eram tão sagrados para Deus como o são os do rico.CBASD, vol. 1, p. 1142.

13 justiça. A fé de Abraão foi imputada como justiça perante Deus. A manifestação de misericórdia para com o pobre e necessitado é igualmente agradável a Deus (Mt 25:34-36). Os seres humanos são objeto do amor e da misericórdia divina. deus quer que tratemos o próximo da mesma forma. … os israelitas não deveriam das “esmolas”, literalmente “justiça”, diante dos homens (Mt 6:1). Eles deveriam ser justos perante o Senhor.CBASD, vol. 1, p. 1142.

14 não oprimirás o jornaleiro pobre e necessitado. Isto se aplicava a trabalhadores contratados por dia que esperavam e necessitavam de seus salários a cada dia. Andrews Study Bible. [Destaque acrescentado.]

Ver Lv 19:13; Jr 22:13; Ml 3:5; Tg 5:4.CBASD, vol. 1, p. 1142.

15 o seu salário. A pontualidade no pagamento do salário era um requisito divino tanto quanto a observância do sábado ou a entrega do dízimo. Não era uma to de benevolência, mas de justiça. CBASD, vol. 1, p. 1142.

16 os pais não serão mortos em lugar dos filhos. Esta lei interessante e justa é citada em 2Rs 14.6; 2Cr 25.4 e que foi criada como sendo do “Livro da Lei de Moisés” ou “Lei, no Livro de Moisés”. Bíblia de Genebra.

Em alguns sistemas legais não israelitas, se um homem causasse dano a um membro de alguma família, ele era punido tendo um membro de sua família sofrendo o mesmo dano causado. Andrews Study Bible.

Não era incomum entre os pagãos condenar uma família inteira pelo crime de um membro dela (ver Dn 6:24). Porém, Deus fazia com que o transgressor carregasse toda a culpa e o castigo por seu crime (2Rs 14:6; Ez 18:10-24).

19 Quando… esqueceres um feixe de espigas, não voltarás.  O intuito compassivo dessa lei é visto em Rt 2.2-23. Bíblia de Genebra.

O povo de Deus foi instruído a deixar um pouco de suas colheitas no campo para que os viajantes e os pobres o pudessem colher. Esta segunda colheira, chamada respiga, era um modo de providenciar comida para eles.Anos mais tarde, Rute conseguiu comida para ela e Rute ao respigar atrás dos ceifeiros no campo de Boaz (Rt 2:2).Rute, uma mulher na linhagem de Jesus, pôde conseguir comida porque esta lei ainda era obedecida muitos anos depois de ter sido escrita. Life Application Study Bible Kignsway.

19-21 Quando… segares a messe… oliveira…vinha. De estação a estação, o tempo da colheita recordaria aos homens o valor e a beleza da compaixão. A existência de necessitados dá a oportunidade de cultivar o espírito da generosidade. Aquele que ainda na colheita, quando recolhe os abundantes frutos da natureza, permanece som o coração duro, dificilmente poderá ser generoso em outro momento.CBASD, vol. 1, p. 1143.

22 Lembrar-te-ás de que foste escravo na terra do Egito. Ver o v. 18; e 15:15. As experiências difíceis e desalentadoras devem servir para o cristão entender que deve confortar a outros que passam pela mesma situação.CBASD, vol. 1, p. 1143.



Deuteronômio 24 — Rosana Barros by Ivan Barros
10 de outubro de 2025, 0:45
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A primeira cerimônia de casamento da Terra foi realizada em um jardim e ambiente perfeitos. Olhando para a bela mulher criada por Deus como sua auxiliadora, Adão declarou as palavras que definem a essência do casamento: “Esta, afinal, é osso dos meus ossos e carne da minha carne; chamar-se-á varoa, porquanto do varão foi tomada” (Gn.2:23). A impecável simetria, a pureza e a glória divina que lhes envolvia, compunha o mais admirável cenário assistido pelos anjos e abençoado pelo Criador. Este era o desejo de Deus para cada união entre um homem e uma mulher, pelas gerações sem fim.

Contudo, com a entrada do pecado no mundo, houve uma grave ruptura nos relacionamentos e, o primeiro registro de bigamia, encontra-se na genealogia de Caim, onde diz que “Lameque tomou para si duas esposas” (Gn.4:19). Portanto, foi uma prática que surgiu da descendência do primeiro homicida do mundo e se espalhou como praga para as demais gerações. Quando o Senhor ordenou que leis fossem cumpridas acerca dos relacionamentos conjugais, eram leis de caráter protetivo, a fim de zelar não só pela moral, mas também para preservar a instituição do casamento e a família, que funcionam como a base da sociedade.

A lei acerca do divórcio foi estabelecida visto a dureza de coração do povo. Jesus mesmo confirmou esta verdade aos fariseus: “[…] Por causa da dureza do vosso coração é que Moisés vos permitiu repudiar vossa mulher; entretanto, não foi assim desde o princípio” (Mt.19:8). O princípio aqui refere-se justamente ao casamento que o Senhor estabeleceu no Éden. Ao contrário do que muitos pensam, o casamento não era um benefício apenas para o homem, mas sobre este pesava a responsabilidade de promover “felicidade à mulher que tomou” (v.5). Deus deseja que tanto o homem quanto a mulher desfrutem de um casamento feliz, estável e abençoado; e que sua união revele ao mundo as bênçãos do plano original divino.

Aproveitando este contexto de casamento e de família, permitam-me fazer uma analogia com as demais leis registradas neste capítulo. As “duas mós” (v.6) eram pedras de moinho que haviam nas casas dos israelitas para moer os grãos usados no preparo do pão. Era, portanto, um dos meios de subsistência da família. Penhorando o moinho ou uma das pedras, a família toda seria prejudicada. Um lar estruturado financeiramente não equivale necessariamente a uma família rica, mas a todo aquele em que o pão de cada dia não é comprometido. Por mais simples que seja a casa, a organização financeira é uma bênção no sentido de promover paz e contentamento entre os membros da família.

Sobre a lepra, o capítulo 14 de Levítico contém a lei acerca da lepra em uma casa. Uma praga de fungo ou bolor é sinônimo de uma casa mais propícia à proliferação de doenças. O pecado é lepra mortal, e quando permitida a sua presença em nosso lar, grande ruína será o resultado. Precisamos ficar atentos aos “fungos” espirituais que porventura venham surgir em nosso lar e tratar logo de erradicá-los. Nisto consiste a segurança eterna não apenas nossa, mas de toda nossa família e até mesmo daqueles que de alguma forma exercemos influência. Ainda que não haja transferência de culpa entre pais e filhos (v.16), seus pecados podem causar consequências desastrosas no lar.

O resultado de um casamento conforme o plano original do Criador é um lar feliz, bem ordenado, que se desvia do mal e que é uma bênção à comunidade, principalmente àqueles que estão à margem da sociedade (v.17). Entendam o comando divino, amados, “pelo que te ordeno que faças isso” (v.22), como a voz do Pai que deseja o melhor para Seus filhos. Que o mundo olhe para nossa casa e nos reconheça, pela graça e misericórdia de Deus, “como família bendita do Senhor” (Is.61:9). E se você tem vivido um contexto familiar difícil, em nome de Jesus, não perca a esperança! Mas creia no Senhor Jesus, que tem poder para restaurar o seu lar, “e serás salvo, tu e tua casa” (At.16:31).

Santo Deus, Tu és o nosso Pai amado que deseja a nossa eterna felicidade. Por isso, reconhecemos que necessitamos da Tua presença em nossa vida e em nosso lar. Se o Senhor estiver conosco, cremos que sairemos triunfantes mesmo nas piores batalhas. Ó Deus, caminha conosco e habita em nós e em nossa casa na pessoa do Teu Espírito! E que, através de nós, muitas famílias também tenham a alegria de Te conhecer e de Te servir, para que, dentro em breve, todos nós sejamos uma só família no Teu reino eterno. Em nome de Cristo Jesus, nós clamamos por esse milagre, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, famílias bem ordenadas do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#Deuteronômio24 #RPSP

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DEUTERONÔMIO 24 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ  by Maria Eduarda
10 de outubro de 2025, 0:40
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DEUTERONÔMIO 24 – A cultura muda de acordo com a época e o lugar. As condições de vida das pessoas também são diferentes. Contudo, os princípios da Palavra de Deus não devem ser alterados, nem ignorados, independentemente do lugar e da época.

Às vezes não é fácil captar os princípios imutáveis de um capítulo muito antigo da Palavra de Deus. A interpretação é fundamental para que sejam compreendidos para serem aplicáveis.

Do capítulo em pauta separei alguns princípios presentes no próprio texto, contendo várias instruções divinas, relacionadas à condição de Israel ao entrarem na Terra Prometida.

Não foi preciso alterar ou extrair o significado do texto. Apenas transcrevi abaixo alguns versos em que os princípios estão nítidos, independente do contexto. Selecionei apenas 4:
• “Não tragam pecado sobre a terra que o Senhor, o Seu Deus, dá a vocês por herança” (Deuteronômio 24:4).
• “Eliminem o mal do meio de vocês” (Deuteronômio 24:7).
• “Não se aproveitem do pobre e necessitado, seja ele um irmão… ou estrangeiro. Paguem-lhe o seu salário diariamente…” (Deuteronômio 24:14-15).
• “Não neguem justiça ao estrangeiro e ao órfão, nem tomem como penhor o manto de uma viúva” (Deuteronômio 24:17).

Considerado com atenção, Deuteronômio 24 mostra-nos que, desprezo, traição, exploração, humilhação e destruição de seres humanos contrariam o interesse de Deus e atraem condenação. Por outro lado, preocupação com o bem-estar, felicidade, e desenvolvimento do próximo está em harmonia com a revelação de Deus para Seus representantes neste mundo depravado (Filipenses 2:14-16).

Deus não quer Seu povo indiferente às pessoas carentes. Note como Deuteronômio 24 revela preocupação com a mulher, com o casal recém-casado, com pobres, órfãos e viúvas. Perceba o cuidado que Deus quer que tenhamos com o estrangeiro, com os vulneráveis e necessitados. Deus não quer Sua igreja demonstrando superioridade e atitudes arrogantes frente a quem quer que seja.

Com os ensinamentos de Deuteronômio 24, Deus está pedindo uma limpeza do entulho de nosso orgulho e vaidade; Ele almeja piamente que trilhemos o caminho da humildade. Paulo tratou desse princípio geral com maestria ao escrever:

“Nada façam por ambição egoísta ou por vaidade, mas humildemente considerem os outros superiores a vocês mesmos. Cada um cuide, não somente dos seus interesses, mas também dos interesses dos outros” (Filipenses 2:3-4).

Sejamos cristãos de verdade! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



DEUTERONOMIO 23 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Maria Eduarda
9 de outubro de 2025, 1:30
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Texto bíblico: DEUTERONÔMIO 23 – Primeiro leia a Bíblia

DEUTERONÔMIO 23 – BLOG MUNDIAL

DEUTERONÔMIO 23 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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DEUTERONÔMIO 23 by Luís Uehara
9 de outubro de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/dt/23

Deuteronômio 23:21-23 faz meu coração vibrar. Lembro-me de haver prometido ao Senhor, após terminar o ensino médio, que iria aonde Ele me conduzisse e que eu apenas queria servi-Lo em Sua obra, em qualquer cargo. Quando terminei meus estudos teológicos, juntamente com a maioria dos meus colegas, não recebi um chamado para o trabalho pastoral.

Então, eu comecei a minha carreira educacional e fiz pós-graduação na área de educação e em pesquisa, ao mesmo tempo em que trabalhava como colportor e professor de Bíblia. Eu havia prometido ao Senhor que iria servi-lo onde quer que ele quisesse! Parecia que os planos que Deus tinha para mim eram muito diferentes dos meus sonhos. No entanto, não perdi minha esperança inicial de ser pastor de igreja.

Depois de ver muitos milagres enquanto estudava e trabalhava casado e com filhos, um amigo me disse que a Associação estava à procura de pessoas formadas em teologia e casadas para o trabalho pastoral. Naquele momento me lembrei da promessa que eu havia feito para Deus. Eu prontamente me apresentei e depois de dois meses, com a idade de 35 anos, finalmente entrei na sagrada obra pastoral de Deus. Agora eu sou um ministro ordenado e trabalho como pastor na Universidade Adventista da Bolívia.

Não esqueça: cumpra suas promessas a Deus e Ele será fiel completando o trabalho que começou em você!

Freddy Ramos
Pastor sênior
Universidade Adventista da Bolívia

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/deu/23
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



DEUTERONÔMIO 23 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Maria Eduarda
9 de outubro de 2025, 0:50
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1080 palavras

trilhados os testículos (NVI: “testículos esmagados”) ou cortado (NVI: “amputado”) o membro viril.A mutilação intencional dos órgãos masculinos em devoção a algum deus por alguns “homens santos” sobreviveu até os tempos modernos. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1134.

Era uma prática pagã. Nas antigas religiões pagãs, os eunucos eram sacerdotes dos templos. Bíblia Shedd.

A redução na “completeza” do físico de uma pessoa e, portanto, de sua santidade (comparar Lv 21:20 – Um defeito desqualificaria um descendente de Arão de oficiar como sacerdote). Andrews Study Bible.

não entrará na assembleia do SENHOR. …exclusão do santuário, onde a congregação adorava (Ne 13:1, 7; Lm 1:10), mas não a exclusão da salvação ou da casa espiritual de Deus (ver Is 56:3, 5). Séculos mais tarde, na comunidade espiritual cristã, um eunuco foi altamente honrado por um mensageiro especial enviado por Deus (At 8:27-40). CBASD, vol. 1, p. 1134.

Essa frase refere-se à comunidade reunida em adoração diante do Senhor e não á população de Israel como um todo (Ne 13.1-3). A palavra hebraica que significa “assembléia” (qahal) é geralmente traduzida por ekklesia na Septuaginta (o Antigo Testamento grego). Este é, também, o termo empregado no Novo Testamento para “igreja”. Bíblia de Genebra.

bastardo. Ou “filho de uma união ilegítima”, que poderia incluir um “casamento proibido”, como o casamento entre um israelita e uma cananita (compare 7:3-4). Andrews Study Bible.

A tradição rabínica não aplica este termo a todo que nascia de uma união ilegítima, mas o limita ao nascido de incesto. … A pureza da vida familiar e da vida espiritual sempre foi algo de suprema importância para Deus. CBASD, vol. 1, p. 1135.

nem ainda sua décima geração. Talvez para sempre, pois o número dez simboliza a conta completa ou definitiva. No v. 6, a expressão equivalente é “enquanto vocês viverem” (lit., “todos os seus dias para sempre”). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Nenhum amonita ou moabita entrará na assembleia do SENHOR. Tobias, um amonita, foi excluído do templo com base neste texto (ver Ne 2:10; 13:1-8). CBASD, vol. 1, p. 1136.

Rute é uma exceção notável à regra de Moabe ser excluído de Israel. Bíblia de Estudo NVI Vida.

nem aborrecerás o egípcio. Não se devia esquecer de que Israel tinha encontrado refúgio do Egito por muitos anos e havia prosperado na terra a despeito das dificuldades. … Deus não permitiria que Seu povo visse apenas o lado mau de uma nação. CBASD, vol. 1, p. 1136.

coisa má. Ou: “qualquer coisa ruim”. Isto podia incluir coisas impuras, impróprias, nojentas, não propriamente moralmente “ímpias”. Andrews Study Bible.

Nesta passagem se adverte sobre estrita limpeza física e pureza de vida. Como um exército em marcha, um contingente de soldados sem as relações sociais normais podia ser tentado a rebaixar as normas de conduta. A condição de Israel diante de Deus era muito mais importante do que sua preparação militar para o confronto com o inimigo. Deus não podia conduzir à vitória um povo infiel e impuro. CBASD, vol. 1, p. 1136, 1137.

10 polução noturna. Uma emissão noturna de sêmen, que causava uma impureza ritual menor (comparar com Lv 15:16-17). Andrews Study Bible.

12 haverá um lugar, fora do acampamento, para onde irás. Devia se observar a decência e o respeito pelas convenções da vida. As regras sanitárias deviam ser observadas, não apenas por respeito ao próximo, mas como proteção da saúde do exército. CBASD, vol. 1, p. 1137.

13 porrete (ARA; NVI: “algo com que cavar”).Um instrumento pontiagudo que tinha várias utilidades. CBASD, vol. 1, p. 1137.

14 que ele não veja em ti coisa indecente. A expressão hebraica significa, literalmente, “a nudez de alguma coisa”, isto é, alguma coisa impropriamente deixada descoberta. Andrews Study Bible.

Uma igreja impura não pode ser vitoriosa no conflito entre Cristo e Satanás, pois as bênçãos do Céu são somente para aqueles que creem em Deus e Lhe obedecem sem reservas. CBASD, vol. 1, p. 1137.

15 escravo fugido. Pode-se supor que o escravo fugira de um senhor cruel. Bíblia Shedd.

A escravidão em Israel era cuidadosamente regulamentada e seus abusos eram limitados (15.12, nota). Em vista, aqui, está algum escravo que escapou de outro país e se refugiou no território de Israel. Bíblia de Genebra.

17 se prostitua no serviço do templo. Sem exceções, a prostituição do corpo é uma abominação a Deus, mas fazer da prostituição uma parte da religião constitui uma depravação terrível. Há várias referências à prostituição em conexão com a religião (1Rs 14:23, 24; 15:12; 2Rs 23:7; Jr 3:2). CBASD, vol. 1, p. 1137.

18 não trarás salário de prostituição nem preço de sodomita à Casa do Senhor … por qualquer voto.

A prostituição é uma zombaria do plano original de Deus para o sexo, tratando o sexo como um ato físico isolado ao invés de um ato de comprometimento por outra pessoa. Fora do casamento, o sexo destrói relacionamentos. Dentro do casamento, se praticado com a atitude correta, é um construtor de relacionamentos. Deus teve que constantemente advertir Seu povo contra o sexo extramarital. Hoje ainda precisamos destas advertências – jovens precisam ser lembrados a respeito do sexo premarital e adultos precisam ser lembrados de fidelidade sexual. Life Application Study Bible Kingsway.

19 A teu irmão não emprestarás com juros. A economia agrícola da antiga região de Israel era muito diferente da economia comercial de nossos dias, e todo empréstimo normalmente era pedido em face da pobreza. Bíblia de Genebra.

O propósito era beneficiar aqueles que de fato estivessem em apuros. CBASD, vol. 1, p. 1138.

20 Ao estrangeiro emprestarás com juros. Um comerciante estrangeiro viria para Israel buscando vantagens financeiras [Bíblia Shedd: relacionamento de “caráter comercial”], e por isso estaria sujeito ao pagamento de juros. Bíblia de Estudo NVI Vida.

21 voto ao SENHOR. Tal voto era feito voluntariamente (v. 22). Um voto tomado era considerado uma coisa seríssima e todo voto válido devia ser observado. A lei dos votos aparece, na íntegra, em Lv 27; Nm 30. Bíblia de Genebra.

24 comerás uvas. Este caso se refere a trabalhadores numa vinha e a viajantes com necessidade de alimento. É comum no Oriente que, ao passar por um canavial, a pessoa corte e consuma cana-de-açúcar ao ir de uma aldeia a outra (ver Mt 12:1-9). CBASD, vol. 1, p. 1138.

25 na seara não meterás a foice. Ver Mc 2:23. A fome legítima devia ser satisfeita; pegar mais seria roubo. Esta previsão estava em harmonia com o segundo “grade mandamento”, o do amor ao próximo, além de ser um reconhecimento de que a colheita pertencia a Deus. … O dono não perderia com a pequena quantidade de grão ou fruto tomado de seu campo ou horta, porém, seria suficiente para satisfazer a fome imediata de quem passasse por ali. … O estranho, se fosse pobre, não pensaria que a sociedade não se interessava por suas necessidades. CBASD, vol. 1, p. 1138.