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345 palavras
Este lamento é mais pessoal e autobiográfico do que a maioria das lamentações. O autor parece ser uma pessoa já idosa, cheia de reflexões, tal como o autor de Eclesiastes. Bíblia de Genebra.
Jedutum. Mencionado aqui e nos títulos dos salmos 62 e 77. Um dos três líderes dos corais de Davi (1Cr 16:41-42; 25:1, 6; 2Cr 5:12), provavelmente o compositor das melodias destes salmos. Andrews Study Bible.
1-3 Davi resolveu livrar-se do pecado; Ou seja, ele decidiu não queixar-se a outras pessoas sobre o tratamento de Deus a ele. Davi certamente tinha razão para reclamar. Davi era o rei de Israel, mas teve que esperar muitos anos antes de assumir o trono. Então um de seus filhos tentou matá-lo e tornar-se rei em seu lugar. Mas quando Davi não pôde ficar quieto por mais tempo, levou suas queixas diretamente a Deus. Life Application Study Bible Kingsway.
2 O salmista reprimiu seus sentimentos, mas não podia livrar-se deles. Finalmente, falou. Bíblia de Genebra.
4 A vida é curta não importa quanto tempo nós vivamos. Se há algo importante que queiramos fazer, não devemos deixá-lo fora para um dia melhor. Pergunte a si mesmo: “Se eu tivesse apenas seis meses de vida, o que eu faria?” Dizer a alguém que você o/a ama? Lidar com uma área indisciplinada na sua vida? Contar a alguém a respeito de Jesus? Porque a vida é curta, não negligencie o que é verdadeiramente importante. Life Application Study Bible Kingsway.
5, 6 A brevidade da vida é um tema abordado nos livros dos Salmos, Provérbios e Eclesiastes. Jesus também falou sobre isso (Lucas 12:20). É irônico que as pessoas gastam tanto tempo investindo suas vidas na Terra e gastam pouco ou nenhum pensamento sobre onde passarão a eternidade. Davi percebeu que acumular riquezas e realizar tarefas mundanas não faria diferença na eternidade. Poucas pessoas entendem que sua única esperança está no Senhor. (Para outros versos sobre a brevidade da vida, ver Eclesiastes 2:18 e Tiago 4:14). Life Application Study Bible Kingsway.
6 em vão. Essa mesma palavra, no hebraico, é traduzida por “vaidade” no v. 5. O sentimento é similar àquele encontrado em Eclesiastes (5.8-20). Bíblia de Genebra.
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/sl/38
Davi é apresentado como um rei exemplar, um homem que seguia e honrava a Deus. No entanto, ele muitas vezes foi imprudente e tolo. Por duas vezes seus pecados públicos foram repreendidos por profetas. Dois de seus pecados exigiram arrependimento público: por ter se envolvido sexualmente com Bate-Seba e assassinado o seu marido (2Sm 12) e por ele ter ordenado o censo dos homens de guerra, cerca de 15 anos mais tarde, perto do fim do seu reinado (2Sm 24).
O Salmo 32 e o Salmo 38 tanto registram a tristeza de Davi sobre um pecado específico como oferecem a outros pecadores o exemplo de uma oração suplicando perdão.
Pai, você testemunhou o meu pecado e feriu fortemente o meu coração – feridas infligidas por um amigo fiel. Eu não preciso implorar por compaixão, pois a Sua compaixão já me alcançou. Em Sua misericórdia, lembre-me muitas vezes que quando eu confio na minha própria opinião e sigo os meus próprios caprichos, eu O desonro e trago sobre mim desastre após desastre. Sustenha-me em Seus braços. Amém.
Helen Pyke
Professora aposentada
Universidade Adventista do Sul
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=762 e https://reavivadosporsuapalavra.org/2016/12/08/
Tradução: Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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SALMO 38 – O salmos penitenciais são: Salmo 6, 32, 51, 102, 130, 143, e este em apreço.
Segundo Derek Kidner, esses salmos penitenciais se compõem em três partes:
1. O fardo repugnante (vs. 1-8).
2. A vítima solitária (vs. 9-14).
3. A única esperança (vs. 15-22).
Não precisa ter muito discernimento para saber que o pecado aflige, sufoca, esmaga e mata; o salmista Davi clama pela graciosa misericórdia divina devido ao terrível castigo que sofria pelo seu pecado.
• Ao recorrer a Deus é preciso ser humilde e reconhecer Sua intolerância ao pecado devido a Sua santidade (vs. 1-2).
• Ao orar é necessário admitir ser um causador de problemas, um transgressor da Lei divina, traçando uma existência pautada pela loucura do pecado (vs. 3-5).
• Ao confessar pecados a Deus é imprescindível relatar tudo, o fedor das feridas na alma, o ardor dos lombos, a franqueza física, seus órgãos débeis e o abandono – uma vida miserável por causa do pecado (vs. 6-12).
• Ao colocar o caso nas mãos do Deus que sabe todas as coisas e livra aos que O buscam, não é necessário gastar energia física e mental para fazer justiça com as próprias mãos (vs. 13-15).
• Ao entregar as questões da existência nas mãos do Autor da vida, nosso único foco deve ser o nome de Deus. Como representantes dEle, não devemos sujar Seu caráter com nossos atos contaminados com pecados para lidar com os que se acham superiores e pisam nos outros (vs. 16-20).
• Ao encerrar a oração de aflição diante de um Deus que possui todas as soluções, é preciso apegar-se a Ele como uma criança apega-se a seu pai quando corre perigo (vs. 21-22).
O pecado nos faz enfermar total e mortalmente, já a oração que nos liga a Deus que é o Médico dos médicos, tem poder de nos reavivar.
A saúde perdida por causa do pecado pode ser recuperada através da busca incessante dÀquele que atende as nossas orações em quaisquer situações.
Aqueles moribundos, capengando espiritualmente, devem entrar de cabeça num ministério fervoroso de oração a fim de ser reavivados e fortalecidos na fé.
A falta de vigor resulta de uma vida desprovida de oração; pois, a oração restaura fisicamente, revigora emocionalmente e fortalece espiritualmente! – Heber Toth Armí.
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“Estou aflito e mui quebrantado; dou gemidos por efeito do desassossego do meu coração” (v.8).
Quantas vezes nos sentimos tão mal por nossos erros e atitudes precipitadas que sentimos até vergonha de orar e pedir perdão! Mas nossa mente é tomada por um sentimento de impotência diante de nossa própria natureza pecaminosa e o grito da alma eclode em clamor e confissão. O Salmo de hoje revela palavras de quem viveu momentos assim. É importante reconhecer a nossa condição como pecadores e a nossa necessidade constante do perdão e do favor divino. Corremos o risco, porém, de estar carregando um fardo demasiadamente pesado.
Sabendo que é “a bondade de Deus que [nos] conduz ao arrependimento” (Rm.2:4), precisamos atender ao Seu chamado crendo que Ele nos ouvirá e atenderá. Nossas fraquezas e defeitos de caráter, sejam herdados ou adquiridos, não são irremediáveis. E ainda que nossas más escolhas tenham nos provocado prejuízos no corpo ou na mente, Jesus não nos trata com indiferença, mas estende para nós Sua terna mão de misericórdia e nos oferece auxílio e salvação: “Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o Meu jugo… Porque o Meu jugo é suave, e o Meu fardo é leve” (Mt.11:28-30).
Não é errado clamar a Deus por socorro. Pelo contrário, é quando mais necessitamos de Seu perdão e aprovação, quando mais sentimos repulsa de nossa triste condição, quando em humilhação nos voltamos para Ele como servos, que Ele nos recebe como filhos amados e nos oferece as vestes de Sua justiça. É contemplando a Cristo, Seu sacrifício expiatório, Seu amor incondicional e Sua vitória sobre o mal, que “somos transformados, de glória em glória, na Sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito” (2Co.3:18).
Ninguém, nem mesmo Satanás, tem o direito de nos acusar por pecados que já foram confessados e perdoados. Como Davi diante de seus adversários, precisamos ser “como quem não ouve e em cujos lábios não há réplica” (v.14). Que o Senhor nos conceda um coração humilde e contrito em tempo de frieza e mornidão, crendo que “Ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo” (Tt.3:6). Portanto: “Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus” (Fp.4:6-7). Vigiemos e oremos!
Bom dia, humildes do Senhor!
* Deixe nos comentários o seu pedido de oração. #EuOroPorVocê
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Salmo38 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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999 palavras
Esse é chamado de salmo penitencial, porque nele Davi expressa tristeza por seu pecado (38:18). Ele declara que seu pecado causou problemas de saúde (38:1-8) e o separou de Deus e de outros, causando extrema solidão (38:9-14). Ele então confessa seu pecado e se arrepende (38:15-22). Life Application Study Bible Kingsway.
O Salmo 38 é uma oração de arrependimento (ver Sl 6; ver também p. 703[CBASD]). O salmista retrata um sofrimento intenso, tanto físico quanto mental. Ele descreve seu corpo sendo atormentado pela dor, e sua mente, pela angústia, porque se sente condenado ou porque teme seus inimigos. O sofrimento se intensifica ao perceber que os que deveriam ser seus amigos o abandonaram quando ele mais precisa da compreensão e do consolo deles. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 816.
Título ARA: “Em memória”; NKJV: “Para trazer à lembrança”; NVI: “Uma petição”.
2 Tuas setas. Símbolos do castigo divino (ver Sl 7:13). CBASD, vol. 3, p. 816.
3 Não há parte sã. Ver Is 1:6. Os sintomas descritos, somados ao fato de seus amigos o deixarem sozinho (ver v. 7, 11), dão a entender que a doença era extremamente repulsiva. CBASD, vol. 3, p. 817.
saúde. Do heb shalom, “paz”, fim do sofrimento. CBASD, vol. 3, p. 817.
não há saúde. O pecado do salmista exercera efeitos sérios sobre a sua saúde. Em alguns casos, o pecado e a culpa são a causa das enfermidades, mas nem sempre as enfermidades resultam de pecados cometidos pela pessoa que sofre (Livro de Jó; Jó 9:1-12). Bíblia de Genebra.
por causa do meu pecado. O salmista sente que seu sofrimento é uma punição por seus pecados. Todo sofrimento é resultado da entrada do pecado no universo e, muitas vezes, o sofrimento pessoal é resultado direto de atos errados. … Deus não faz um milagre para impedir que o ser humano sofra as consequências de violar as leis da natureza (ver CRA, 29). Se fossem protegidos dos resultados desastrosos de se praticar o mal, os pecadores se sentiriam encorajados na iniquidade. Porém, nem todo sofrimento é resultado direto do pecado pessoal da parte do sofredor. Antigamente, muitos consideravam que toda aflição era castigo de algum erro, fosse do sofredor ou de seus pais (ver Jo 9:2). Julgavam o grau de culpabilidade pela intensidade de sofrimento. … Eis a verdadeira filosofia do sofrimento: “O sofrimento é infligido por Satanás, mas Deus predomina sobre ele para fins misericordiosos” (DTN, 471). A razão por que Deus nem sempre protege Seus filhos da enfermidade e do sofrimento é que, se fizesse isso, Satanás O acusaria como fez no relato do livro de Jó. … Deus deve dar a Satanás a oportunidade de afligir os justos, para que no fim seja provado que todas as acusações de injustiça não possuem fundamento. Assim, o sofredor pode encontrar conforto na ideia de que, embora um “mensageiro de Satanás” o esbofeteie (ver 2Co 12:7), Deus está no controle para fins misericordiosos e fará com que a aflição se transforme em bênção (ver Rm 8:28). CBASD, vol. 3, p. 817.
5-10 Uma descrição do sofrimento físico e o sofrimento moral que sempre acompanham a prática do pecado (cf Is 1.5-6). Bíblia Shedd.
7 Ardem-me os ombros. Os sintomas parecem indicar uma enfermidade repulsiva com inflamação intensa. CBASD, vol. 3, p. 817.
9 Na Tua presença, SENHOR, estão os meus desejos todos. O salmista reconhece que Deus sabe de seu desejo de perdão e cura, e que não há necessidade de repetir a oração. A oração mais débil é ouvida no Céu. Não precisamos falar muito para que Deus ouça a nossa oração. Ele observa os propósitos do coração e nossa devoção a Ele. “A verdadeira oração requer as energias da alma e afeta a vida” (T4, 535). Este versículo é o único lampejo de conforto nos v. 1 a 14. Para o salmista é suficiente saber que pode derramar seu coração a um Deus que o conhece e que Se importa com ele. CBASD, vol. 3, p. 817, 818.
11 Os meus amigos. Comparar com Sl 31:11. Eles não estão dispostos a se aproximarem do enfermo, provavelmente por temer o contágio (ver Jó 19:13-20). Talvez esse distanciamento seja uma das setas do v. 2. CBASD, vol. 3, p. 818.
13, 14 É extremamente difícil ficar em silêncio quando outros nos destroem porque queremos proteger a nossa reputação. Achamos difícil não fazer nada enquanto eles atacam algo tão precioso para nós. Mas não precisamos contra atacar em vingança ou justificar nossa posição; Podemos confiar em Deus para proteger nossa reputação. Jesus ficou calado diante dos Seus acusadores (Lucas 23: 9, 10); Ele deixou Seu caso nas mãos de Deus (1 Pedro 2: 21-24). Este é um bom lugar para deixar o nosso caso também! Life Application Study Bible Kingsway.
Quando somos esbofeteados e humilhados, a atitude correta é a do Senhor. Como a ovelha muda perante seus tosquiadores, ele não abriu a Sua boca! Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento, F. B. Meyer.
O salmista não leva em conta a calúnia de seus inimigos e permanece em silêncio ao ser perseguido. CBASD, vol. 3, p. 818.
15 No versículo 15 o tom se torna mais calmo. A alma volta a voltar ao seu centro de gravidade em Deus. … A fé dispõe os seus argumentos. … Como Sansão, ela acha mel na carcaça do leão. Mas Deus não nos abandonará, Nunca, nem por um momento retirará de nós sua atenção. O Refinador se assenta junto ao crisol, e resfriará o calor no momento em que a obra estiver terminada. Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento, F. B. Meyer.
19, 20 Pecou contra o Senhor, mas é inocente de qualquer injustiça cometida contra os que atacam. Bíblia de Estudo NVI Vida.
19 Mas os meus inimigos. O salmista está perplexo com o fato de os ímpios continuarem prosperando e com boa saúde. CBASD, vol. 3, p. 818.
20 porque eu sigo o que é bom. A razão por trás da conduta dos inimigos é que ele era um homem bom, que fazia o bem. O pecado não tolera o que é bom. A depravação total abomina a justiça (ver 1Jo 3:12). CBASD, vol. 3, p. 818.
22 salvação minha. Ver Sl 27:1. As últimas palavras do salmo mostram os resultados positivos do sofrimento do salmista. As provas fizeram com que clamasse com fervor a Deus, a quem reconhece como sua única esperança de salvação. CBASD, vol. 3, p. 818.
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/sl/37
O Salmo 37 produziu uma profunda impressão em mim quando o descobri durante meu primeiro ano na Mount Vernon Academy, uma escola em Ohio. Eu memorizei os seus oito primeiros versos e posso repeti-los até hoje.
Em vários momentos o Salmo 37 aconselha: “Não se preocupe…”. “Não se preocupe por causa de malfeitores. . .”; “Não se preocupe por causa daquele que prospera em seu caminho . . .”; “Não se preocupe, ele só causa danos” .
Eu não conhecia malfeitores na Academia, mas eu tinha algo a superar. Meus pais não eram ricos. Eu tive que trabalhar muitas horas por semana para pagar minhas despesas escolares. Minhas roupas eram poucas e bastante simples e eu não conseguia deixar de me preocupar com aqueles poucos que não tinham que trabalhar e se vestiam melhor. Sim, eu tive um problema preocupante que eu precisava superar.
Mais importante do que o conselho do Salmo sobre O QUE NÃO FAZER é o conselho sobre O QUE FAZER. O Salmo 37 me ajudou a não me preocupar através das ordens positivas: “Seja feliz”; “Confia no Senhor e faze o bem…”; “Deleita-te também no SENHOR…”; “Entrega o teu caminho ao SENHOR…”; “Descansa no SENHOR e espera nele…” Enquanto eu meditava nos conselhos positivos do Salmo 37, o Senhor me ajudou a parar de me preocupar e ser feliz.
Helen E. Sauls
Professora Associada Aposentada
Southern Adventist University
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=761
Tradução: Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli