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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/pv/8
A sabedoria é personificada neste capítulo como uma dama – honesta, justa, sempre fazendo o certo, vivendo em correção. A sabedoria, na última metade do capítulo, é descrita como existente antes de Deus criar qualquer coisa: antes das montanhas e colinas, antes dos rios, antes de … tudo.
A sabedoria em Provérbios 8, de fato, corresponde à sabedoria saudada em Provérbios 3:18, 19 como não apenas existindo antes da criação de Deus, mas como parte integrante da criação. Foi pela sabedoria que Deus criou … tudo.
Poderia “sabedoria” ser um termo usado para as “especificações arquitetônicas” de como Deus projetou o universo material? E poderia a Lei de Design incluir também o aspecto moral, do mesmo modo como o reino material ilustra os princípios de como as coisas funcionam na realidade espiritual?
Por exemplo, a gravidade não é uma realidade que podemos negar. Não é uma “lei” que eu possa “infringir”, desconsiderando-a. Se eu pular de um penhasco, apenas demonstrarei como funciona – me espatifando nas rochas abaixo. Toda “lei natural” tem seu resultado certo, dependendo de como a respeitamos ou não. A causa é seguida pelo efeito.
Toda verdade moral também tem sua consequência natural (em contraste a uma penalidade imposta). Às vezes Deus intervém no julgamento, mas geralmente nos castigamos por nossos próprios pecados.
Quão melhor é viver em harmonia com a maneira como as coisas foram projetadas para operar!
Virginia Davidson
Artista – projetista e construtora de vitrais
Spokane Valley, Estado de Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=882
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
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513 palavras
5 Simples. Do heb. petha’im, termo que abrange aqueles que ainda não entregaram o coração à sabedoria, mas não foram comprometidos pelo mal. Encontram-se no vale da decisão, prontos para serem influenciados pelo bem ou pelo mal. Inclui também quem é facilmente tentado. Os “néscios”, em contrapartida, são os que resistiram ativamente ao chamado da sabedoria e, por isso, são mais difíceis de ser conquistados para esse estilo de vida (ver Pv 1:7). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1092.
8 Nenhuma coisa torta. As palavras da verdadeira sabedoria não contém nada de pervertido. … “O temor do SENHOR é o princípio do saber” (Pv 1:7). Aqueles que rejeitam a crença num Deus pessoal e num padrão absoluto de comportamento não são sábios (Sl 14:1; 1Tm 6:20, 21; 2Pe 3:3-5). CBASD, vol. 3, p. 1092.
13 A soberda. Quando a verdadeira relação entre o Deus santo, elevado e eterno e o pecaminoso coração mortal é percebida, não há espaço para a soberba. CBASD, vol. 3, p. 1092, 1093.
15 Reinam os reis. Os primeiros intérpretes consideraram que estas palavras se aplicavam a Cristo. … É verdade que muitos dos atributos que o orador em Provérbios 8 atribui a si também descrevem a obra e natureza de Cristo. … A declaração “Por meu intermédio, reinam os reis” é verdadeira tanto em relação a Cristo quanto à sabedoria. CBASD, vol. 3, p. 1093.
17 Os que me procuram. O sentido é de procurar com tanta diligência, a ponto de se levantar cedo para iniciar a busca. Por causa das distrações dos assuntos mundanos e do engano do coração humano, é necessário perseverar na diligência para manter um relacionamento salvífico com a sabedoria e com Deus. CBASD, vol. 3, p. 1093.
18 Justiça. Um prêmio inestimável, celestial. O poder do Salvador é prometido a todos os que buscam a bondade. Esse poder torna possível a um ser humano pecaminoso seguir os bons conselhos da sabedoria. A justiça é uma recompensa interior, evidenciada mediante o comportamento externo (1Co 1:30). CBASD, vol. 3, p. 1093.
20 No meio das veredas. Esta passagem é igualmente clara, se aplicada a Cristo. Ele foi à nossa frente e trilhou por nós o caminho da justiça e do juízo. Nos dias anteriores à cruz, falou por intermédio dos patriarcas e profetas (1Pe 1:11). Todo o simbolismo da lei ritual mosaica apontava para a vida dAquele que purificaria o pecador. CBASD, vol. 3, p. 1093, 1094.
31 Filhos dos homens. O ser humano foi a obra-prima do Criador (PP, 44). Embora Deus ame a criação animal e se importe com ela, os bichos eram simplesmente uma parte do ambiente de Adão e Eva. Os animais podem ser sagazes, mas não são capazes de conhecer a sabedoria que é temer ao Senhor. Deus só encontrou Sua imagem refletida no ser humano. Por isso, demonstrou deleite e interesse especiais nele (ver Hb 2:7, 8). CBASD, vol. 3, p. 1095.
35 Vida. A vida eterna é a recompensa para a busca diligente por sabedoria; a morte eterna é a pena para quem não a ouve (ver 1Jo 5:11, 12). A busca bem-sucedida por sabedoria significa a entrega do eu para a habitação do Espírito sAnto (ver Jo 16:13). Essa entrega torna possível que Deus opere em nós e para nós as maravilhas de Sua graça. CBASD, vol. 3, p. 1095.
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“Meu é o conselho e a verdadeira sabedoria, eu sou o Entendimento, minha é a fortaleza” (v.14).
Estudando o Antigo Testamento, temos escavado verdadeiros tesouros e descoberto verdades que com certeza têm transformado a nossa vida e a nossa maneira de pensar. Ao examinarmos a Sua Palavra, o Senhor nos convida a uma expedição arqueológica, explorando minuciosamente cada capítulo na intenção de encontrarmos as mais belas e preciosas descobertas. Não há nada encoberto que Deus não possa revelar a todo aquele que O ama e que busca nEle a sabedoria.
A narrativa deste capítulo apresenta “a Sabedoria” de forma personificada. Mas não faria sentido a sabedoria dizer que ela é a verdadeira sabedoria e nem o próprio Salomão declarar ser ele mesmo o entendimento. Observem a afirmação central do verso quatorze: “eu sou o Entendimento”. Quem Se declara como o Eu Sou? Está escrito: “Disse Deus a Moisés: Eu Sou o Que Sou” (Êx.3:14), e disse Jesus: “… se não crerdes que Eu Sou, morrereis nos vossos pecados” (Jo.8:24). Jesus Cristo, o Verbo e o Eu Sou, Ele é a Fonte de toda a sabedoria e de todo o entendimento.
Jesus falou: “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida” (Jo.14:6). A sabedoria proclama a verdade, concede a felicidade aos que seguem seus caminhos (v.32) e conduz à vida (v.35). A sabedoria é eterna (v.23), assim como Cristo é eterno. E tudo isto é colocado à nossa disposição se tão-somente pedirmos (Leia Tg.1:5). O apóstolo Paulo descreveu a verdadeira sabedoria, e como encontrá-la: “mas falamos a sabedoria de Deus em mistério, outrora oculta, a qual Deus preordenou desde a eternidade para a nossa glória… mas Deus no-lo revelou pelo Espírito; porque o Espírito a todas as coisas perscruta, até mesmo as profundezas de Deus” (1Co.2:7 e 10).
A sabedoria de Deus era um mistério antes de ser revelada em Cristo. E a revelação de Jesus Cristo só pode ser entendida através do Espírito Santo. Porque “as coisas de Deus ninguém as conhece, senão o Espírito de Deus” (1Co.2:11). Ou seja, quem não tem o Espírito de Deus não possui sabedoria, e, consequentemente, não tem a verdade, anda sem direção e não tem a vida. Porém, todo aquele que é nascido de Deus possui “a mente de Cristo” (1Co.2:16). Quer uma sabedoria mais privilegiada do que esta? Não existe!
A excelência da sabedoria está em seguir os passos de Jesus, e a vida eterna está em perseverar neste propósito até o fim (Mt.24:13); uma jornada que só é possível mediante a orientação do Espírito Santo. Lembre-se: quanto mais compartilhamos sabedoria, mais a recebemos. Portanto, ouça, agora, a voz do Espírito: “Feliz o homem que Me dá ouvidos” (v.34). E alcançarás o “favor do Senhor” (v.35). Persevere em estudar a Sua Palavra e dela testemunhar, e acharás a vida (v.35). Vigiemos e oremos!
Bom dia, guiados pelo Espírito Santo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Provérbios8 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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PROVÉRBIOS 8 – A sabedoria não surgiu com a evolução. Absolutamente! É loucura pensar que a sabedoria surgiu por acaso, do nada. A sabedoria é um dom dado aos humanos pelo Criador.
O capítulo em apreço é assim sumariado por Bruce K. Waltke:
1. Introdução (vs. 1-10):
a) Marco e destinatário do discurso sobre a sabedoria (vs. 1-5);
b) Exortação de sabedoria para escutar com motivação (vs. 6-11).
2. Lição (vs. 12-31):
a) Atributos da sabedoria comunicáveis em tempos históricos (vs. 12-21):
• Papel da sabedoria na ordem civil (vs. 12-16);
• Presentes de glória material da sabedoria para aqueles que a amam (vs. 17-21).
b) Nascimento e celebração da sabedoria nos primórdios dos tempos (vs. 22-31).
3. Conclusão (vs. 32-36).
Este capítulo apresenta características da sabedoria; essencialmente, “a sabedoria, em Provérbios 8, vai além da mera personificação poética e se refere, na verdade, a um Ser divino – o Cristo pré-encarnado, que foi Criador associado com o Pai e serviu, mesmo antes do pecado, como Mediador entre a Divindade infinita e criaturas finitas” *, comenta Jacques Doukhan.
Jesus recebe incumbência de ser o Criador, Ele é a sabedoria em pessoa (Colossenses 2:3). Por conseguinte, Jesus está convidando-nos, neste texto, a:
• Ouvir e confiar em Suas Palavras fieis e verdadeiras a fim de que sejamos sábios e prósperos;
• A termos um encontro com Ele e receber dEle as orientações para vivermos na terra os princípios da justiça que promove a vida;
• Considerarmos os Seus planos de sabedoria para que nossa vida esteja com harmonia com Sua vontade e seja cheia da sublime alegria e felicidade.
Somente quem tem Jesus no coração pode realmente agir com sabedoria; pois, assim, o pecador andará como Ele, a personificação da sabedoria, andou (I João 2:6).
Reavivemo-nos: Vamos ser felizes vivendo em sabedoria? – Heber Toth Armí.
* Um dos grandes problemas apresentados a essa interpretação seria que o texto é claro quando a sabedoria declara: “Antes de haver abismos, eu nasci…” (v. 24). Doukhan explica que isso “não indica que Cristo nasceu literalmente e não implica que houve um tempo anterior em que Cristo não existia. Ao contrário, alusões ao nascimento, quando associadas a palavras hebraicas como ‘estabeleci’ (v. 23), constituem uma linguagem técnica do Antigo Testamento para se referir à instalação de uma pessoa num novo cargo”.
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TEXTO BÍBLICO PROVÉRBIOS 7 – Leia a Bíblia antes
PROVÉRBIOS 7 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
PROVÉRBIOS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO PR. HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUAREZ (link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)
VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR(link externo)
COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA(link externo)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/pv/7
Salomão mostra que a imoralidade sexual é um pecado difícil de ser superado. Ele sabia que um simples passo abaixo no caminho da imoralidade sexual traz consequências eternas.
Paulo viu o mesmo perigo quando escreveu: “Fuja da imoralidade sexual. Qualquer outro pecado que o homem comete é fora do corpo, mas aquele que comete pecados sexuais peca contra o próprio corpo” (1 Coríntios 6:18 NVI).
Em Provérbios 7, Salomão diz que viu um jovem entrar na casa de uma mulher tentadora e sensual. Talvez o jovem tenha pensado que seria uma visita de apenas uma noite. Talvez, após ter sido vencido pelo desejo, tenha prometido a si mesmo que isso nunca mais iria acontecer novamente. Mas ele nunca mais seria o mesmo depois da experiência proibida e do conhecimento que ele vivenciou. Salomão diz que o jovem inocentemente cometeu suicídio moral: “…como o pássaro que salta para dentro do alçapão, sem saber que isso lhe custará a vida” (v. 23 NVI).
Sexo fora dos limites do casamento custa às pessoas suas vidas morais. É por isso que o Senhor diz: “Não cometa adultério” (Ex. 20:14 NTLH).
Andrew McChesney
Editor, Adventist Mission
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=881
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
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684 palavras
1 Guarda as minhas palavras. Isto é, obedece-me. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1089.
2 A menina dos teus olhos. Figura de linguagem que expressa preciosidade extrema. CBASD, vol. 3, p. 1089.
3 Aos dedos. Desta forma, sempre à vista, servindo de lembrete constante (ver Dt 6:8; 11:18). CBASD, vol. 3, p. 1089.
4 Minha irmã. Símbolo de associação íntima. CBASD, vol. 3, p. 1089.
6 Por minhas grades. As janelas das casas orientais não eram revestidas de vidro, como das casas de hoje, mas, sim, com uma treliça de madeira, que permitia ao ocupante da casa ver do lado de fora, ao passo que a visão de quem se encontrava fora era obscurecida. CBASD, vol. 3, p. 1089.
Olhando eu. O escritor escolhe usar uma generalização concreta, em vez de proferir generalidades abstratas, acrescentando força a sua instrução. Pode ter contado um caso real ou uma parábola. CBASD, vol. 3, p. 1089.
9 Na escuridão da noite, nas trevas. Literalmente, “na pupila [do olho] da escuridão e das trevas”. A pupila da noite se refere ao período de escuridão total, entre o crepúsculo e o raiar do dia. O jovem errou ao se colocar no caminho da tentação. Talvez ele não tivesse intenção deliberada de pecar, mas sentiu prazer ao se aventurar nos limites da transgressão. O caso dele é típico de muitos transgressores morais da atualidade que permitem associações indiscretas sem a intenção de vender a alma à luxúria vil. De repente, se veem numa armadilha da qual não parecem ter poder para se libertar. Deveriam ter repugnado com clareza a primeira sugestão do mal. “Não manuseies isto, não proves aquilo, não toque aquiloutro”(Cl 2:21) é o único rumo seguro a tomar em tais situações.”Aquele, pois, que pensa estar em pé veja que não caia”(1Co 10:12). CBASD, vol. 3, p. 1089.
10 Sai ao encontro. O fato de a mulher sair tarde da noite já dá um indicativo de seu caráter. No Oriente, as mulheres de boa reputação ficavam isoladas e não costumavam deixar os recintos do lar à noite, certamente não sem companhia. CBASD, vol. 3, p. 1089.
11 Inquieta. Os v. 11 e 12 descrevem o caráter da mulher vil de modo geral, não necessariamente sua conduta naquela ocasião. Ela não era como as “boas donas de casa” às quais Paulo elogiou (Tt 2:5). CBASD, vol. 3, p. 1089.
14 Sacrifícios pacíficos. Neste tipo de sacrifício, o animal apresentado era dividido entre o sacerdote e o ofertante (ver Lv 7:11-19). A mulher afirmou ter cumprido seus votos naquele dia e estar celebrando com uma festa em casa, para a qual convidou o jovem tolo. CBASD, vol. 3, p. 1090.
15 Saí ao teu encontro. Ela tenta convencer o ingênuo de que estava procurando especialmente por ele e de que o estima muito. CBASD, vol. 3, p. 1090.
19 O meu marido não está em casa. Um forte elemento de tentação é apresentado: a ideia de segurança, de não ser descoberto. Sem a restrição imposta pelo medo de ser pego e punido, a condição da sociedade seria muito pior do que é. Poucos na atualidade são refreados pela atuação do Espírito Santo no coração (ver Gn 6:5). Nesta era degenerada, em que as pessoas são fracas e o pecado é forte, o povo de Deus deve transformar a sabedoria e o entendimento em seus companheiros íntimos, e se aproximar tanto do Salvador que até o pensamento do pecado seja logo expulso da mente (2Co 10:5). No entanto, o pecado que é evitado apenas pelo medo da condenação ainda assim polui a alma (ver com. de Mt 5:28). … Já se observou habilmente que o caráter pode ser avaliado por aquilo que uma pessoa faria caso soubesse que nunca seria descoberta. CBASD, vol. 3, p. 1090.
21 Com as suas muitas palavras. Literalmente, “instrução abundante”. Fica evidente que a adúltera usava uma linha de raciocínio planejada com cuidado. CBASD, vol. 3, p. 1090.
22 Ao matadouro. Os bois podem caminhar tranquilamente para o matadouro e ficar calmos diante da morte. CBASD, vol. 3, p. 1090.
25 Para os caminhos dela. O único proceder seguro é rejeitar instantaneamente as primeiras insinuações do mal e evitar se colocar no caminho da tentação (ver Gn 39:13; 1Co 6:18). Aquele que já se encontra preso deve procurar se libertar de imediato das cadeias que o amarram. Todos devem se proteger da familiaridade indevida (T5, 591-603). CBASD, vol. 3, p. 1090.
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“Guarda os Meus mandamentos e vive… escreve-os na tábua do teu coração” (v.2, 3).
De uma maneira assinalada e insistente, o sábio fez menção ao perigo do adultério e da lascívia. As palavras de apelo que introduzem este capítulo são conselhos tão preciosos em sabedoria, que, se seguidos, evitariam a ruína de muitas famílias. Notem que o discurso da mulher adúltera é disfarçado com romance (v.11 e 13), religiosidade (v.14) e com a promessa de que o jovem insensato não será descoberto (v.19). Apesar da tentação não ser pecado, ela é como um ímã que atrai para o mau caminho. Quando há resistência à tentação, não há consumação do pecado. O inimigo é o tentador, por isso que a Bíblia nos adverte: “… resisti ao diabo, e ele fugirá de vós” (Tg.4:7).
Não poderia haver exemplo mais apropriado de um jovem que resistiu a este tipo de tentação do que o exemplo de José. Levado para o Egito como escravo, logo se destacou na casa de seu senhor, e sob os olhares da esposa de Potifar, José procurava ser fiel aos princípios adquiridos na casa de seu pai. Percebem a importância da educação do lar? Sobre este episódio, escreveu Ellen White: “a esposa de seu senhor esforçou-se por seduzir o jovem a transgredir a lei de Deus… José bem sabia qual seria a consequência da resistência. De um lado estavam o encobrimento, os favores e as recompensas; do outro a desgraça, a prisão, a morte talvez… A resposta de José revela o poder do princípio religioso. Ele não trairia a confiança de seu senhor na Terra, e, quaisquer que fossem as consequências, seria fiel ao seu Senhor no Céu” (CPB – Patriarcas e Profetas, p.148-149).
Com a firmeza de um jovem submisso a Deus, José declarou: “Como pois faria eu este tamanho mal, e pecaria contra Deus?” (Gn.39:9). Lembrando, que José estava longe de casa, Potifar estava viajando, e ele poderia ganhar muitos privilégios se cedesse ao capricho insano da mulher adúltera. Mas ele escolheu andar perante Deus e perante os homens na luz do dia, rejeitando as ofertas da “escuridão da noite, nas trevas” (v.9). O que é realizado às ocultas pode ser encoberto diante das pessoas, mas jamais o é diante do Deus que tudo vê. A motivação de José, contudo, não foi pelo medo de ser descoberto, e sim pelo amor que devotava ao Senhor. Potifar bem sabia que José era inocente, por isso não o entregou à morte, e sim à prisão.
Estamos vivendo em um tempo onde o que era imoral tornou-se relativo; onde o que era praticado às escuras, já pode ser visto em plena luz do dia. E o único meio de nos mantermos seguros é escrevendo a Palavra do Senhor e os Seus mandamentos na tábua do nosso coração (v.3). Não permita que a maldita “flecha [do pecado] lhe atravesse o coração” (v.23). Que as tuas vestes não sejam vestes de prostituição (v.10) e nem o teu espírito inquieto para o mal (v.11), mas que estejas, à cada dia, revestido(a) de um “incorruptível trajo de um espírito manso e tranquilo, que é de grande valor diante de Deus” (1Pe.3:4). E assim como José foi da prisão ao palácio, em breve, o Senhor nos levará de uma vez por todas do império das trevas para “o Reino do Filho do Seu amor” (Cl.1:13). Vigiemos e oremos!
Bom dia, fiéis servos do Senhor!
Deixe o seu pedido de oração e tome nota de algum pedido aqui registrado para orar ao longo da semana. #EuOroPorVocê
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Provérbios7 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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PROVÉRBIOS 7 – A sabedoria prática em ação faz bem ao coração, promove a paz e a harmonia familiar e garante um futuro salutar. Em contrapartida, a loucura leva indivíduos, famílias e futuro para condições infernais, desesperadores e deprimente.
Quando escolher o cônjuge jamais se deve dar atenção à voz da paixão desenfreada, nem mesmo à voz do prazer degenerado, nem mesmo aos gritos dos desejos carnais. Fazer isso é loucura, resulta em tragédias!
Considere estes pontos:
1. Convocação para que o filho atente às instruções do pai sábio (vs. 1-5);
2. Filhos sábios aprendem a dar atenção às palavras do pai sábio em detrimento da mulher sedutora, imoral e de fala sensual (vs. 6-20);
3. Aqueles que dão crédito à mulher perversa se tornam escravos da perversidade (vs. 21-23);
4. A mulher adúltera é pior que veneno mortal – cuidado! (vs. 26-27).
“A religião verdadeira oferece o poder para a pureza moral e ética”, declara Virgínia Everett Davidson; porém “no mundo de hoje os ensinos da Bíblia sobre questões morais são comumente considerados antiquados e incompatíveis com as necessidades da existência moderna”, consequentemente, “quando se condescende com a união sexual fora do casamento, como nos casos pré-maritais ou extraconjugais (ou nas perversões), a relação é prejudicial à saúde espiritual e emocional, sendo portanto contrária à vontade de Deus. E também pode ser prejudicial à saúde física. As pessoas envolvidas sentem-se traídas, ficam traumatizadas e nunca serão as mesmas que antes, nesta vida”.
Atente:
• Brincar com fogo parecer ser legal, mas pode chegar a sofrer queimadura fatal. Flertar com a sensualidade e a imoralidade em breve se verá que seu fim resultou em terrível fatalidade.
• O prazer desconectado dos princípios bíblicos leva o inocente para as piores desgraças da vida. Mulheres provocantes e descaradas, andando quase nuas pelas ruas, inquietas, buscam jovens inexperientes para caírem em suas armadilhas.
• Muitas mulheres casadas aproveitam a ausência do marido para seduzir os jovens desnorteados. Oferecem todo tipo de encanto, só não mostram que o feitiço é uma isca, uma emboscada para o sofrimento.
• O jovem que quiser uma vida decente, deve procurar uma mulher decente para casar!
Precisamos dar atenção total à voz de Deus, caso queiramos alcançar a paz, a harmonia e a felicidade em nosso dia a dia! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO PROVÉRBIOS 6 – Leia a Bíblia antes
PROVÉRBIOS 6 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
PROVÉRBIOS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO PR. HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUAREZ (link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)
VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR(link externo)
COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA(link externo)
COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES(link externo)