Reavivados por Sua Palavra


ISAÍAS 48 by Jobson Santos
8 de outubro de 2020, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/Is/48

Quando os exércitos de Nabucodonosor descessem sobre Judá, aquele povo não poderia reclamar que Deus os havia deixado sem proteção. Há muito tempo Ele havia dito a eles o que aconteceria e por quê. Ele até mesmo lhes disse como lidar com a invasão (Jeremias 27:6-11). Deve ter sido uma grande decepção para o Senhor: “Tu nem as ouviste, nem as conheceste, nem tampouco antecipadamente se te abriram os ouvidos” (v. 8a, ARA).

Nada é mais mortal para a alma do que a teimosa recusa em ouvir a Deus e ceder à Sua vontade. “Ah! Se tivesses dado ouvidos aos meus mandamentos!” diz Deus: “Então, seria a tua paz como um rio, e a tua justiça, como as ondas do mar.” (v. 18, ARA).

Quantas vezes renunciamos a paz interior disponível porque respondemos mais prontamente às ruidosas vozes das circunstâncias ao nosso redor, em vez da voz segura do Senhor. Temos que admitir que confiar em Deus não é algo natural para nós. Enquanto estivermos nesta terra, sempre precisaremos escolher acreditar no que Deus diz ao invés de acreditar no que sentimos. Mas todo o céu está do nosso lado (v. 16)!

Ron E M Clouzet
Diretor da Associação Ministerial
Divisão Ásia-Pacífico Norte

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=973
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



ISAÍAS 48 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
8 de outubro de 2020, 0:50
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663 palavras

1 Ouvi isto. Isaías se dirige aos hipócritas de Israel, aqueles que professavam servir a Deus, mas na verdade faziam o que queriam (ver com. de Mt 6:2). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 288.

Da santa cidade tomam o nome. Esses traidores professavam ser cidadãos de Sião, mas o eram apenas no nome … Eles buscavam os benefícios que resultavam da lealdade a Deus, mas não estavam dispostos a pagar o preço da obediência (ver com. de M7 7:21-27). Queriam todos os privilégios do discipulado, mas se recusavam a assumir as responsabilidades. CBASD, vol. 4, p. 288.

3 As primeiras coisas … anunciei. Não os pagãos, mas o infiel povo de Judá é chamado a reconhecer a presciência de Deus.  CBASD, vol. 4, p. 288.

De repente. Deus predisse esses eventos, mas os hipócritas infiéis foram pegos de surpresa (ver Mt 24:39). Em Tessalonicenses 5:1 a 8, há um conselho semelhante para os que aguardam a vinda do Senhor. CBASD, vol. 4, p. 288.

O meu ídolo fez estas coisas. Israel tinha acabado de sair do Egito quando atribuiu sua libertação a um ídolo (Êx 32:4). CBASD, vol. 4, p. 288.

8 Eu sabia que procederias mui perfidamente. Deus conhecia o caráter perverso dos israelitas e sabia que não queriam acreditar e que, até o fim, tentariam justificar sua rebeldia. A seguir, ele apresenta uma série de predições incomuns, incluindo o cativeiro por vir, a missão de Ciro um século antes de sua época, a libertação do jugo babilônico e outros eventos que culminariam com a vinda do Messias. CBASD, vol. 4, p. 288, 289.

9 Por amor ao Meu nome. Por causa da perversidade …, o povo de Judá não merecia a misericórdia ou o favor de Deus. Sua queda, porém, traria opróbrio sobre seu santo nome, pois O considerariam caprichoso, vingativo e incapaz de cumprir seus próprios planos. O nome de Deus representa Seu caráter: um Deus “compassivo, clemente e longânimo e grande em misericórdia e fidelidade” (Êx 34:6). CBASD, vol. 4, p. 289.

11 Por amor de Mim. Se não tivesse redimido Israel, o nome do Senhor teria sido profanado entre os pagãos. Deus restauraria os filhos de Israel, não por mérito deles, mas por Sua misericórdia. CBASD, vol. 4, p. 289.

16 Agora, o SENHOR Deus Me enviou a Mim e o Seu Espírito. De acordo com o contexto … Cristo é Quem fala. Foi Deus Quem enviou Jesus em Sua missão. Jesus tem estado com o Pai desde o início (Jo 1:1-3); mas, quando o Pai Lhe deu uma obra a realizar neste mundo de pecado, Ele deixou o Céu para cumpri-la (Jo 1;14; 3:34; 6:29, 57; 17:3, 4). Quando Jesus veio ao mundo como o Messias, Deus enviou o Espírito Santo para estar sobre Ele (Is 11:2; 42:1; 61:1-3; Mt 3:16; Lc 4:18-21; Jo 1:32, 33; At 10:38). Aqui são mencionados os três membros da Divindade (ver com. de Is 42:1). CBASD, vol. 4, p. 289.

17 Que te ensina o que é útil. Cristo veio para ensinar à humanidade os segredos da paz e das bênçãos … e guiá-la no caminho da vida eterna. CBASD, vol. 4, p. 289.

18 Ah! Se tivesses dado ouvido aos Meus mandamentos! Os mandamentos de Deus foram dados para guiar a humanidade nos caminhos da paz e da justiça (Sl 119:1, 2, 6, 9, 165; Pv 3:1, 2). Todas as leis de Deus são para o bem do ser humano, para guiá-lo no caminho da retidão e protegê-lo do pecado e do sofrimento. CBASD, vol. 4, p. 290.

19 Os teus descendente, como a areia. ver Gn 22:17; 32:12. A obediências resultaria numa descendência numerosa; mas a desobediência causaria extinção. CBASD, vol. 4, p. 290.

20 Saí da Babilônia. Esta é uma antecipação do tempo quando Deus chamaria Seu povo para sair de Babilônia [literal], a fim de não ter o mesmo destino dela (jr 50:8; 51:6, 45). Nos últimos dias, faz-se o mesmo convite urgente ao povo de Deus; contudo, com respeito à Babilônia espiritual (Ap 18:4). CBASD, vol. 4, p. 290.

22 Não há paz. Paz é o resultado seguro da justiça (ver com. de Is 32:17), e é completamente inatingível para os que andam nos caminhos do mal. No v. 18, a paz está associada à obediência aos mandamentos de Deus. Embora o ser humano busque a paz com sinceridade, não pode assegurá-la a não ser pelos meios instituídos por Deus. CBASD, vol. 4, p. 290.



ISAÍAS 48 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
8 de outubro de 2020, 0:45
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“Assim diz o Senhor, o teu Redentor, o Santo de Israel: Eu sou o Senhor, o teu Deus, que te ensina o que é útil e te guia pelo caminho em que deve andar” (v.17).

Desconfiando da promessa divina de que nunca mais o mundo seria destruído pelo dilúvio (Gn.9:15), homens vis decidiram fundar uma cidade e construir uma torre cujo topo atingisse os céus (Gn.11:4), havendo assim a necessidade da intervenção de Deus para dar um fim àquele despropósito. Divididos em grupos conforme o idioma de cada um, os descendentes de Noé foram dispersados por toda a Terra (Gn.11:9). Somente várias gerações depois, da descendência de Sem, surgiu Abrão, a quem Deus chamou para ser o pai de “uma grande nação” e por meio de quem seriam “benditas todas as famílias da Terra” (Gn.12:2 e 3). A mudança de seu nome para Abraão (pai de uma multidão) e o milagroso nascimento de Isaque fortaleceu-lhe a fé, pela qual foi justificado (Gn.15:6).

Ao separar um povo para Si, e passar a ser conhecido como o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó, o Senhor desejava ensinar a Israel e às demais nações que o Deus Todo-Poderoso, que “fundou a terra” e “estendeu os céus” (v.13) também é Deus pessoal, que ama e chama Suas criaturas para um relacionamento de amizade com Ele. Não foi sem razão que de Abraão Ele declarou: “Abraão, Meu amigo” (Is.41:8). E esse relacionamento de amizade deve estar fundamentado na fidelidade e na confiança. Foi por acreditar que “Deus era poderoso até para ressuscitá-lo dentre os mortos” (Hb.11:19), que, “pela fé, Abraão, quando posto à prova, ofereceu Isaque” e “estava mesmo para sacrificar o seu unigênito” (Hb.11:17). Foi por fé e obediência que Abraão conheceu o Senhor e a alegria em servi-Lo.

Vendo a necessidade vital de que Seus discípulos compreendessem o que Abraão compreendeu, Jesus declarou: “Vós sois Meus amigos, se fazeis o que Eu vos mando” (Jo.15:14). Aquele que nos ensinou por preceito e por exemplo a obediência que provém da “fé que atua pelo amor” (Gl.5:6), reforçou o apelo dado a Israel: “Ah! Se tivesses dado ouvidos aos Meus mandamentos! Então, seria a tua paz como um rio, e a tua justiça, como as ondas do mar” (v.18). Os mandamentos de Deus e os princípios celestes contidos em Sua Palavra permanecem “para sempre” (Sl.119:152). O Senhor declara: “Eu sou O mesmo, sou o primeiro e também o último” (v.12).

Amados, antes da volta de Jesus, será “revelado o homem da iniquidade, o filho da perdição… ostentando-se como se fosse o próprio Deus” (2Ts.2:3 e 4), e este tempo está bem diante de nós. Satanás imitará o retorno de Cristo, operando sinais e maravilhas à vista de todos, se declarando como sendo o próprio Senhor e apresentando muitos de seus anjos caídos como pessoas que foram ressuscitadas. Estamos prontos para resistir a este engano final? Lembremos da advertência de Paulo: “E não é de admirar, porque o próprio Satanás se transforma em anjo de luz. Não é muito, pois, que os seus próprios ministros se transformem em ministros de justiça” (2Co.11:14-15). Lembremos de que o apóstolo João, mesmo tendo contemplado Jesus em Sua glória, curvou-se diante de um anjo por duas vezes e por duas vezes foi repreendido (Ap.19:10 e 22:9).

A nossa segurança está em perseverar e crescer em nosso relacionamento com Deus, fortalecendo a fé pela Sua Palavra, que nos ensina o que é útil e nos guia pelo caminho em que devemos andar. E o Caminho é Cristo (Jo.14:6)! Ele é o nosso porto seguro, a nossa torre forte e fortaleza na qual estaremos amparados no “tempo de angústia qual nunca houve” (Dn.12:1). O Senhor não nos falou “em segredo desde o princípio” (v.16). Tudo o que necessitamos saber nos está revelado. Como amigos de Deus, precisamos confiar em Sua Escritura, proclamando-a “até ao fim da Terra” (v.20). “Ajuntai-vos, todos vós, e ouvi!” (v.14): “Saí da Babilônia, fugi de entre os caldeus e anunciai isto com voz de júbilo” (v.20). “Porque, ainda dentro de pouco tempo, Aquele que vem virá e não tardará; todavia, o Meu justo viverá pela fé” (Hb.10:37-38). Vigiemos e oremos!

Bom dia, amigos de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Isaías48 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ISAÍAS 48 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
8 de outubro de 2020, 0:40
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ISAÍAS 48 – Ser negligente espiritual, relaxado na religião, morno na prática da fé, relapso no cumprimento da missão significa estar enredado nas teias do mal pensando que tudo está bem.

Os judeus se acomodaram em Babilônia, afrouxaram no propósito divino para eles e perderam o foco espiritual, que era a vinda do Messias. A única forma de resolver nossa apatia espiritual, nossa letargia religiosa e nossa indisposição para cumprir a missão resume-se em ouvindo a Palavra de Deus.

O capítulo em pauta foi divido por John N. Oswalt da seguinte forma:

ESCUTA AO SENHOR:
1. A palavra de Deus:
a) Coisas do passado (vs. 1-5).
b) Coisas novas (vs. 6-11).
2. Escuta-me:
a) O Senhor da eternidade e do tempo (vs. 12-16).
b) Se houvesses atendido (vs. 17-22).

“Seria de se pensar que os judeus estivessem ansiosos para deixar sua ‘prisão’ e voltar para sua terra, a fim de ver Deus fazer coisas novas e grandiosas por eles. Porém, haviam se acostumado com a segurança do cativeiro e se esquecido dos desafios da liberdade. Não é difícil para a igreja de hoje se acomodar com seu conforto e fartura. Deus pode nos colocar na fornalha [assim como enviou os judeus para o exílio] para nos lembrar de que estamos aqui para ser servos e não consumidores ou espectadores” (Warren W. Wiersbe).

Neste maravilhoso texto, “o Senhor se apresenta como Deus absoluto e eterno (o primeiro e também o último), o criador e sustentador do universo, o organizador de sua história, o Deus da profecia, e anuncia que suscitará alguém a quem ele ama (Ciro) para derrotar os babilônios e libertar o povo de Israel. Observe as três pessoas da Trindade no versículo 16: O Senhor Deus, Seu Espírito e a mim (i.e., Cristo). Aqui ocorre uma transição quase imperceptível de Ciro para seu antítipo, o Senhor Jesus Cristo” (William MacDonald).

Deus não nos quer estagnados numa forma exterior de religiosidade (v. 1) nem desviados da religião verdadeira (v. 5). Por isso, bondosamente, Ele oferece graça e anseia que abandonemos a Babilônia espiritual, isto é, os princípios, filosofias e práticas que não Lhe agradam (Apocalipse 18).

A obediência a Deus promove tudo o que a desobediência roubou. Paz e alegria são proporcionais à obediência. Obedeceremos? – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 47 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
7 de outubro de 2020, 1:10
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TEXTO BÍBLICO ISAÍAS 47 – Primeiro leia a Bíblia

ISAÍAS 47 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

ISAÍAS 47 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)

COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)

VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)

VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)



ISAÍAS 47 by Jobson Santos
7 de outubro de 2020, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/Is/47

Babilônia, o instrumento que Deus usou para disciplinar Israel, não demonstrou misericórdia, nem mesmo para com os idosos. Consequentemente, Deus os informa que não poupará ninguém. Deus não tem misericórdia daqueles que não mostram misericórdia.

Os babilônios viviam pelo lema “Eu sou, e não há outro além de mim”. Acostumados a não prestarem contas a ninguém, eles acreditavam que poderiam escapar impunes mesmo continuando com sua injustiça e maldade, destruição e assassinato. Eles estavam fatalmente errados.

Nosso Deus que tudo vê está ciente de todos os motivos, pensamentos e sentimentos humanos. Ele vê as razões por trás de cada ação. Ele desvenda o que está escondido e desenterra o que está enterrado. Ele expõe para curar. Não há nada que você tenha feito, pensado ou sentido que Deus não esteja ciente.

O conceito de um Deus que tudo vê é assustador para os impiedosos, assassinos e autoindulgentes. Um dia, expostos diante do Soberano do Céu, eles implorarão às pedras para cobri-los, assim como Adão e Eva envergonhados se esconderam nos arbustos do Éden.

No entanto, para aqueles de coração transformado, o olhar onisciente de Deus não é angustiante. Em vez disso, é o olhar íntimo de um Pai compassivo, que vê, mas ama. O conhecimento absoluto que Deus possui do nosso coração, é o maior presente que já recebemos. Aquele que nos conhece muito bem nos ama mais do que ninguém!

Lori Engel
Capelã, atualmente com necessidades especiais
Eugene, Oregon, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=972
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



ISAÍAS 47 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
7 de outubro de 2020, 0:50
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Leitores atentos observam a surpreendente semelhança entre parte do simbolismo e da linguagem do Apocalipse e passagens de Isaías, Jeremias, Ezequiel e Daniel. Fica claro que João, sob inspiração divina, usou muito da linguagem dos profetas antigos, a fim de apresentar as experiências da igreja numa terminologia familiar e significativa ao leitor do AT. A opressão causada pela Babilônia histórica e sua subsequente desolação ofereceram a João uma descrição vívida da opressão do povo remanescente de Deus pela Babilônia espiritual e da final desolação da mesma. O simbolismo e a linguagem do Apocalipse se tornam mais claros e significativos quando estudados à luz do que os profetas antigos escreveram com respeito aos acontecimentos de seus dias. Vários aspectos do castigo de Babilônia histórica ajudam a entender o castigo da Babilônia espiritual. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4. p. 284, 285. [Ver quadro comparativo entre Isaias 47 e Apocalipse 16 a 19 nesta referência, à p. 285.]

1 Virgem filha. Babilônia era prostituta (cf. Ap 17:1, 5). As prostitutas ligadas aos antigos templos orientais eram chamadas de “virgens santas”, mas não eram nem virgens nem santas. Babilônia se jactava de sua religião, que aparentemente tinha glória e beleza, mas na verdade era abominação. O profeta desmascara a “virgem filha” e revela sua vergonha. em vez de se sentar num trono, ela assumiria seu lugar, no pós da terra, símbolo de luto e desolação (cf. Is 3:26; comparar com Ap 17:4). CBASD, vol. 4. p. 284.

2 Mói a farinha. Tarefa braçal realizada pelas mulheres [em especial, as escravas]. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Babilônia se considerava uma senhora (Is 47:7; cf. Ap 18:7), mas se tornaria uma escrava (cf. Êx 11:5;Jó 31:10). Seria privada dos ornamentos e das roupas finas com que se enfeitava, e todos veriam a figura de uma escrava, deformada por anos de trabalho pesado. CBASD, vol. 4. p. 285.

Desnuda a perna. Literalmente, “tira a saia”. Assim as imagens assírias retratam as mulheres cativas. CBASD, vol. 4. p. 285. [Nota: Não necessariamente retratando as escravas babilônicas. Esta arte da época, imagens em artefatos e inscrições assírias, retratava o tratamento dado às escravas naquela época. Possivelmente escravas do próprio império assírio, feitas muito antes da queda de Babilônia, frente aos persas. na época da queda de Babilônia, a Assíria já não existia como nação dominante do Oriente.]

Atravessa. O quadro é de um grupo de escravas tristes, despojadas de suas vestes, de pés descalços e nuas atravessando um riacho a caminho da terra do cativeiro. CBASD, vol. 4. p. 285.

5 Assenta-te calada. Em vez de alegria e regozijo, haveria silêncio de desolação e morte (ver Jr 50:12, 13, 39; 51:26, 29, 43, 62). CBASD, vol. 4. p. 286

rainha dos reinos. Babilônia era cidade belíssima (ver 13.19 e nota). Bíblia de Estudo NVI Vida.

6 Muito me agastei. Deus permitiu que Babilônia punisse o povo ímpio de Judá (ver Jr 5:15; Hb 1:6), mas não sancionou as crueldades que Babilônia lhe infligiu. Por causa da crueldade e voracidade, Deus destruiria Babilônia, a destruidora (Jr 50:10, 11; 51:25). Deus lidou com a Assíria d forma semelhante (Is 10:5-15). CBASD, vol. 4. p. 286.

profanei a minha herança. Deus permitiu a invasão de Samaria e de Jerusalém. Bíblia Shedd.

7 Eu serei senhora para sempre! Com jactanciosa confiança, Babilônia pensava que seria sempre a principal cidade e senhora do mundo. Da mesma forma, Roma se considerava a “cidade eterna”. Nos últimos dias, a Babilônia espiritual também se considerará uma rainha destinada a jamais prantear (Ap 18:7). CBASD, vol. 4. p. 286.

Nem te lembraste do teu fim. Em sua prosperidade e glória, Babilônia não ponderou o resultado de sua conduta ímpia e de sua arrogância. Felizes os que se lembram de que “aquilo que o homem semear, isso também ceifará” (Gl 6:7), e que os caminhos do mal são sempre “caminhos de morte” (Pv 14:12). CBASD, vol. 4. p. 286.

8 Além de mim não há outra. Só Deus pode afirmar isso (Dt 4:35, 39; Is 44:8; 45:5), mas Babilônia logo declarou isso de si mesma. Nínive também havia se vangloriado de forma semelhante (Sf 2:15). CBASD, vol. 4. p. 286.

Não ficarei viúva. Comparar com Ap 18:7. CBASD, vol. 4. p. 286.

Tuas feitiçarias. O misticismo de Babilônia não a salvaria da destruição. Na última noite da história de Babilônia, os astrólogos e videntes chamados diante de Belsazar foram incapazes até de ler a escrita na parede, sem falar na incapacidade de salvar a cidade de sua sorte (Dn 5:7, 26-31). É por meio da feitiçaria que a Babilônia espiritual consegue enganar e desviar as nações da terra (Ap 18:23). Pela prática do ocultismo, os feiticeiros babilônicos professavam ter contato com os deuses. Contudo, quando suas declarações foram postas à prova puderam apenas admitir vergonhosamente que não possuíam tal poder. CBASD, vol. 4. p. 286.

11 Por encantamentos não saberás conjurar. Deus predisse a queda de Babilônia um século e meio antes, de fato antes de surgir o império neobabilônico. Mesmo assim, todos os sábios da Babilônia ficaram surpresos quando essa hora chegou (Dn 5:4-9; cf Mt 24:39). Os feiticeiro não tinham encantamentos contra o decretos dos céus e o poder de Ciro. CBASD, vol. 4. p. 286.

12 Tirar proveito. As palavras de Isaías tinham um tom irônico. Como sabia que Babilônia recorreria à feitiçaria a despeito de qualquer advertência, Isaías propôs, com evidente ironia, que continuasse com sua tolice. CBASD, vol. 4. p. 286.

13 Os que dissecam os céus. Literalmente, “os que dividem os céus”. A astrologia … era forte na antiga Babilônia. Estudava-se o céu com atenção bem como sinais de eventos futuros. Mas de nada valeriam os esforços dos astrólogos babilônios. CBASD, vol. 4. p. 286, 287.

Os que em cada luz nova te predizem. Literalmente, “os que fazem saber [o tempo das] luas novas”, um campo da antiga ciência da astronomia. CBASD, vol. 4. p. 287.

14 Aqui não existem brasas para aquecer ninguém. Referência sutil à lenha, material do qual os pagãos às vezes faziam ídolos (ver 44.15). Bíblia de Estudo NVI Vida.

15 Aqueles com quem negociaste. Babilônia era “terra de comerciantes” e “cidade de mercadores” (Ez 17:4). A Babilônia espiritual também está intimamente ligada aos “mercadores da terra” (Ap 18:11-19). O grande interesse da Babilônia antiga estava em coisas materiais e em ganho financeiro. O uso ilegítimo de bênçãos materiais sempre prova ser uma maldição para aqueles que as acumulam (ver Dt 8:10-18; Os 2:5-9; Lc 12:13-21; ver p. 19-20). CBASD, vol. 4. p. 287.



ISAÍAS 47 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
7 de outubro de 2020, 0:45
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“Assenta-te calada e entra nas trevas, ó filha dos caldeus, porque nunca mais serás chamada senhora de reinos” (v.5).

Os juízos de Deus têm sido derramados sobre a Terra desde que a mancha do pecado a corrompeu. A expulsão de Adão e Eva do Éden, a exclusão de Caim, o dilúvio, a destruição de Sodoma e Gomorra, a morte de Nadabe e Abiú, as pragas no Egito, os quarenta anos de peregrinação israelita no deserto, o cativeiro babilônico, a queda de reinos, tudo aponta para o fim do pecado de uma vez por todas pelo reino que “subsistirá para sempre” (Dn.2:44), um reino que “jamais será destruído” (Dn.7:14). Mas antes de cada juízo, houve um apelo, um tempo de oportunidade e uma orientação segura; sendo alguns deles mais uma forma divina de alcançar os impenitentes.

A nossos primeiros pais foi dada clara advertência: “De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás” (Gn.2:16-17). A Caim foi feito o apelo: “Se procederes bem, não é certo que serás aceito?” (Gn.4:7). Aos antediluvianos foi-lhes dada uma voz profética por 120 anos. A Sodoma e Gomorra séculos de oportunidade foram dados para que se arrependessem de sua “soberba, fartura de pão e próspera tranquilidade”, pois que nunca amparavam “o pobre e o necessitado” (Ez.16:49). A Nadabe e Abiú foi-lhes conferida a responsabilidade sacerdotal e o privilégio de contemplar os objetos que apontavam para a redenção do mundo, mas levaram “fogo estranho perante a face do Senhor, o que não lhes ordenara” (Lv.10:1).

Também, antes mesmo da primeira praga, Faraó foi advertido quanto ao desfecho de sua rebeldia: “Digo-te, pois: deixa ir Meu filho, para que Me sirva; mas, se recusares deixá-lo ir, eis que Eu matarei teu filho, teu primogênito” (Êx.4:23). A Israel foram dadas provas mais do que suficientes de que o Senhor cumpriria a Sua promessa de fazê-los entrar e possuir Canaã, mas preferiram se unir aos espias murmuradores, de forma que diziam: “Levantemos um capitão e voltemos para o Egito” (Nm.14:4). O profeta Jeremias percorreu o reino de Judá com o apelo do Céu para livrá-lo do jugo babilônico: “Circuncidai-vos para o Senhor, circuncidai o vosso coração, ó homens de Judá e moradores de Jerusalém, para que o Meu furor não saia como fogo e arda, e não haja quem o apague, por causa da malícia das vossas obras” (Jr.4:4). Babilônia, Medo-Pérsia, Grécia, Roma, as nações da Europa e todas as nações foram e têm sido igualmente advertidas por profecias que se cumprem com precisão cirúrgica. E aproxima-se o dia em que o Senhor tomará “vingança e não poupará homem algum” (v.3), que não se apartou dos pecados da Babilônia espiritual.

Examinai e dai ouvidos à voz profética de Apocalipse 14:6-12! Logo os juízos de Deus cairão sobre os ímpios, “num momento, no mesmo dia” (v.9)! “Quanto ao nosso Redentor, o Senhor dos Exércitos é o Seu nome, o Santo de Israel” (v.4). Ele virá “com poder e muita glória” para reunir “os Seus escolhidos, dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus” (Mt.24:30-31). De que lado estaremos? Se “até agora não tomaste a sério estas coisas” (v.7), agora é o tempo de entender que “ninguém te salvará” (v.15) se não atenderes ao apelo final: “Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Ap.18:4). “O Espírito e a noiva dizem: Vem! Aquele que ouve, diga: Vem! Aquele que tem sede venha, e quem quiser receba de graça a água da vida” (Ap.22:17). “Ouve isto” (v.8), “lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras” (Ap.2:5).

Consideremos com temor e tremor o que escreveu Ellen White: “Meus irmãos, lede o livro do Apocalipse do começo ao fim, e perguntai a vós mesmos se não seria melhor gastar menos tempo em discussões e contendas, e começar a pensar em quão depressa estamos nos aproximando da última grande crise. Aqueles que procuram dar a impressão de que não há nenhuma significação especial nos juízos que o Senhor agora está enviando sobre a Terra, logo se verão obrigados a reconhecer o que agora eles preferem não perceber” (E Recebereis Poder, p.288). Vigiemos e oremos!

Bom dia, alvos da misericórdia divina!

* Oremos [e trabalhemos] por nossos familiares e amigos que ainda não tomaram uma firme decisão ao lado de Cristo.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Isaías47 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ISAÍAS 47 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
7 de outubro de 2020, 0:40
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ISAÍAS 47 – Babilônia está novamente nos escritos do profeta Isaías. Antes de extrair preciosas lições de vida, considere esta análise:

“Segundo a tradição antiga, o profeta Isaías foi serrado em pedaços. Não podemos ter certeza da veracidade da tradição, mas sabemos que um dos primeiros feitos da alta crítica foi fazer algo parecido com sua profecia. A teoria de uma profecia dividida está ganhando tanto terreno que ninguém pode ter erudição se hesita em aceitar a autoria dupla de Isaías. Do capítulo 40 até o final, somos informados com cansativa repetição, temos uma passagem que não foi escrita por Isaías, mas por um profeta do exílio – o grande desconhecido” (J. Sidlow Baxter).

Mas, Isaías continua falando de Babilônia neste capítulo – tema que teve início nos capítulos 13, 14 e 21. Babilônia, que, inicialmente pequena, ao crescer, aumentou sua arrogância, crueldade, orgulho, egoísmo e amor à luxúria (vs. 1-8), recebeu a sentença divina (vs. 9-15).

O mesmo Isaías “passa a expandir agora o tema que mencionou brevemente em 13:10. O Senhor condena a astrologia da Babilônia, sua adoração as estrelas e sua apreciação pela magia (47:9-13)” diz Edouard Kitoko Nsiku. Sim, “o texto censura a crueldade da Babilônia (v. 6), sua arrogância (v. 7,8,10) e a sua devoção à astrologia e às práticas da magia (v. 12,13)”, explica David F. Payne.

“Estas coisas”, afirma Nsiku, “além de causarem a ira de Deus, não tem utilidade alguma. Para os babilônios, não serviram para protegê-los do julgamento de Deus (47:14-15)”.

A condenação da Babilônia seria a salvação do povo remanescente de Deus. Apesar das notas pessimistas, os humildes as entenderam como boas-novas.

As lições que extraímos para nossa vida são as seguintes:
• Quando a injustiça é praticada na Terra, Deus vê, julga e redime os injustiçados.
• A crueldade, orgulho (arrogância), presunção e práticas religiosas antibíblicas são todos pecados que levarão àqueles os amarem à destruição.
• Aqueles que permitem que a humildade e a submissão a Deus sejam suas características principais certamente serão livres da desgraça dos pecados de Babilônia.

Deus quer salvar todas as pessoas que estão enraizadas na cultura de Babilônia apocalíptica. Por isso Seu apelo:

“Retirai-vos dela, povo meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes de seus flagelos” (Apocalipse 18:4) – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 46 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
6 de outubro de 2020, 1:10
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TEXTO BÍBLICO ISAÍAS 46 – Primeiro leia a Bíblia

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COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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