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Comentário devocional:
Oh, Senhor, como podem ser difíceis os Teus caminhos! Ezequiel foi Seu profeta fiel, mas ele não foi poupado de nenhuma dor.
A sua esposa, o deleite de seus olhos, morreu no mesmo dia que Jerusalém, a Sua esposa, Senhor, morreu. Como Oséias, antes dele, Ezequiel não apenas falou as palavras de Deus, ele experimentou pessoalmente os sentimentos que Deus estava sentindo.
Senhor, erram aqueles que vêem o Seu caminho como uma forma de escapar da tristeza e da dor. Tu nunca prometeste aos teus seguidores uma vida fácil ou próspera. Quando nos tornamos íntimos de Ti, Senhor, sentimos a dor que Tu sentes pelo pecado. Essa realidade é pesada, quase nos esmaga. Ao nos aproximarmos de Ti, a dor pelo pecado, Sua própria tristeza, se torna também nossa. O seu peso nos esmaga e nos quebranta.
No entanto, não recebemos somente Tua dor e sofrimento. Tu nos dás a Si mesmo. Essa é a essência do Calvário. Quem tem a Ti, tem tudo.
Senhor, sabemos que nenhum de nós é chamado por Ti para a auto-punição. Mas o caminho a que Tu nos chama às vezes é um caminho íngreme e rochoso, com muitos espinhos. No entanto, posso dar testemunho neste dia que Tu és suficiente, pois na minha fraqueza Eu vejo a Tua força perfeita!
Ross Cole
Avondale College, Austrália
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/24/
Traduzido por JAQ/GASQ/JDS
Texto bíblico: Ezequiel 24
Comentário em áudio
Comentário devocional:
Isaías começa sua descrição messiânica de Cristo como Rei que reinará com justiça (v. 1a).
“Isaías desvia a atenção do iminente ataque assírio a Jerusalém (Is 31:8,9) para se referir ao tempo de paz que viria a seguir. Depois da retirada de Senaqueribe, em 701 a.C., seguiu-se um tempo de paz sob o justo reinado de Ezequias… . De forma similar a derrota de todas as forças de Satanás será seguida do eterno reinado de Cristo em justiça e glória. Como de costume, o quadro profético de paz e segurança une a descrição das glórias do mundo porvir com a era messiânica. Nesse contexto messiânico, o “rei” é Cristo”. CBASD, vol. 4, p. 231.
Os fiéis são vistos como “príncipes que governarão com justiça” (v1b NVI) Paulo diz que os justos irão julgar o mundo e até os anjos (ver 1 Cor. 6:2,3).
Nesta época pós-advento glorioso, onde cada homem terá a firmeza de uma fortaleza (v. 2), os cegos verão, os surdos ouvirão (v. 3). A “mente do precipitado saberá julgar”, pois discernirá a verdade (v. 4a), e os gagos falarão “com facilidade e clareza (v. 4b NVI). Isaías viu a perfeição total.
No final do tempo as coisas receberão o devido valor. Nunca mais o tolo será chamado nobre (v.5a) e os violentos serão chamados generosos (v.5b).
Isaías define como insensato (NVI) aquele que loucamente “só pensa no mal; … pratica a maldade e espalha mentiras sobre o Senhor” (v. 6 NVI). O insensato está constantemente a fazer planos para retirar proveito daquele que não tem como defender seu direito (v. 7). Em contraste, Isaías mostra que o homem nobre planeja o que é nobre e será apreciado por causa disso (v. 8).
No final desta descrição Laodiceana da igreja, há um duplo chamado ao despertamento àqueles que dormem como as dez virgens da parábola de Jesus (v. 9). Isaías fala a seguir do momento em que o remanescente será convidado a se retirar do meio do erro: “saiam dela, povo meu … para que as pragas que vão cair sobre ela não os atinjam!” (Apoc. 18:4 NVI). Então, em um alívio, Isaías fala no verso 15 como o derramamento do Espírito tornará frutíferos os campos.
Em Joel 2:28, o Senhor diz: “derramarei do meu Espírito sobre todos os povos” e, então, quem quer que invocar o nome do Senhor será salvo. É o momento da chamada final em que muitos se unirão ao Remanescente. A justiça e a retidão serão encontradas onde antes era apenas deserto, mas que se tornou em campo fértil (v. 16).
Agora Isaías retorna ao tema inicial do capítulo, o reino Messiânico: “o fruto da justiça será paz” (v. 17a). A paz em Sião é fruto da justiça de Jesus e de seu justo reinado. O justo “viverá em locais pacíficos, em casas seguras” (v. 18 NVI).
No versículo 19 Isaías vai voltar a mencionar como as cidades ficaram desoladas e destruídas. João em Apocalipse fala de grandes pedras de granizo e cidades arrasadas (Apocalipse 16:21). Em contraste, os justos estarão no céu onde eles e os animais poderão andar livremente porque lá não haverá guerras ou ladrões (v. 20).
Querido Deus,
Queremos viver em segurança espiritual e desejamos crescer na Sua graça. E quando a última chuva do Espírito for derramada, queremos ser banhados por ela. Amém.
Koot van Wyk
Coreia do Sul
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/32/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Isaías 32
Comentário devocional:
Chegou o dia escolhido por Hamã, por meio de sortes, em que os judeus deveriam ser mortos. No entanto com o novo decreto, emitido agora pelo governo, os judeus tinham o direito de se defenderem. A guerra começou. Funcionários do governo, por todo o império, estavam ansiosos para agradar a Mordecai, o novo braço direito do rei. Sendo assim, prontamente ajudaram o povo judeu a derrotarem todos os seus inimigos.
Na capital 500 inimigos foram mortos, incluindo todos os dez filhos de Hamã. O decreto de Mordecai dizia que os judeus eram livres para tomar o despojo desta guerra. Mas os judeus não levaram nada, nem propriedade, nem dinheiro ou jóias de seus inimigos. O propósito deles nessa luta não era a guerra em si nem o lucro. Era apenas salvar suas vidas e as vidas de seus familiares.
O caos e a destruição na capital chamaram a atenção do normalmente indiferente rei. No final do dia, ele perguntou a Ester se ela tinha mais algum pedido. Ester, então, pede que o segundo decreto se estenda mais um dia em Susã, e que os corpos dos filhos de Hamã sejam pendurados na forca. Talvez ela estivesse preocupada que no segundo dia alguns dos familiares ou amigos de Hamã pudessem tentar sair da lei em busca de vingança. Então, os judeus estariam preparados para se defender. No segundo dia, mais 300 inimigos foram mortos e os corpos dos filhos de Hamã foram expostos na forca.
A guerra em todo o país terminou com 75.000 dos inimigos dos judeus mortos [NT: Teria sido aqui finalmente cumprido o mandado de Deus, originamente dado a Saul, de exterminar os amalequitas?]. O povo judeu saiu ileso e celebrou com gratidão. Eles espalharam a sua alegria através de pequenos presentes de uns para os outros e para os pobres.
Mordecai instituiu um feriado e estabeleceu uma festa. Em outras partes da Bíblia, foi Deus quem estabeleceu as festas nacionais. Mas aqui Mordecai parece ser a própria voz de Deus. Foi assim que a festa de Purim, em homenagem a pur (“pedrinha para lançar sortes”) foi estabelecida. Durante dois dias, a cada ano, o povo judeu deveria celebrar este grande livramento operado por Deus a favor dEles. A tristeza se transformou em alegria e o pranto em festa. Mordecai atuou como a voz oficial do povo judeu e Ester confirmou, endossando suas instruções.
Mordecai e Ester foram reverenciados e admirados em todo o império. Eles tinham, em essência, conseguido anular a lei dos medos e persas, cujas leis não podiam ser alteradas e muitas vidas do povo de Deus foram poupadas. Deus usou Ester e Mardoqueu como humildes vasos de Sua vontade.
A festa de Purim pode ser pouco conhecido hoje fora do ambiente do povo judeu , mas a história de Ester e a história da luta de seu povo, continua a ser muito cara para jovens e velhos. Ela nunca será esquecida.
Jean Boonstra
Voz da Profecia
Comentário devocional:
Você terminará bem? Muitos começam bem. Nós os vimos disparar à frente no começo da corrida, como, por exemplo: Saul, Salomão, Roboão e, agora, Asa.
Saul era alto e belo.Ninguém poderia se comparar a Salomão em sabedoria. As vitórias e reformas de Asa foram notáveis.
Entretanto, a corrida é longa e mesmo bons corredores se cansam.
Asa tirou seus olhos do Senhor e usou a prata e o ouro do tesouro de Deus para comprar o apoio de Ben-Hadade, da Síria. O profeta Hanani veio relembrar o rei de que é um erro apoiar-se no homem. O que aconteceu a seguir é relevante. O rei Asa ficou tão bravo que colocou o profeta na prisão! Mais tarde, com uma séria doença nos pés, ele se recusou a buscar o Senhor e continuou buscando aos médicos. Pouco tempo depois ele morreu.
Que orgulho estúpido este, que nos impede de nos arrependermos!
Deus é tão gracioso, tão pronto a perdoar! Não há pecado que Ele não possa perdoar, a não ser aquele para o qual não pedimos perdão. Lealdade não significa nunca falhar. Lealdade, significa sempre retornar à fonte da força.
“Pois os olhos do Senhor estão atentos sobre toda a terra para fortalecer aqueles que Lhe dedicam totalmente o coração” (v. 9 NVI).
Levante-se! Retorne à corrida!Termine bem!
Pastor Scott Griswold
Recrutador de Missionários
Apoio a Projetos para o Sudeste da Ásia
Trad JAQ – Rev GASQ/ JDS
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Texto bíblico: II Crônicas 16
Fonte: Blog da Bíblia
Filed under: alegria, amor, Bíblia, confiança em Deus, gratidão, sucesso, vitória
Parabéns a todos nós!
Hoje faz exatamente um ano que começamos esta jornada de um ano de descobertas na Bíbia.
E quanta coisa maravilhosa descobrimos juntos!
Agradecemos ao Pai Celeste, pela inspiração, força e cuidado, em conceder a estes vasos imperfeitos que somos, tanta honra em poder colaborar com este trabalho de incentivo à leitura da Palavra, tão poderosa hoje quanto o foi na criação.
E a você, querido leitor, agradecemos, de coração, a sua companhia,
Ela tem sido um estímulo a continuarmos sempre, cada vez, melhor…
Que o querido Pai Eterno nos dê a graça de continuarmos sendo Reavivados Pela Palavra até que o possamos ver pessoalmente!
Forte abraço,
Equipe do blog
Leitura do dia 09/04/2013, terça
Texto bíblico –> I Crônicas 20
Tudo parecia ir bem em israel. Ano após ano, os inimigos eram derrotados e as bênçãos de Deus eram tomadas como certas. As coisas íam tão bem que Davi não viu necessidade de acompanhar o exército no ataque a Rabá, capital dos Amalequitas.
O sucesso tem seus riscos. A ociosidade, os pensamentos impuros, a vaidade e tantos outros males florescem mais em tempos de prosperidade do que em tempos de adversidade.
Enquanto Joabe e os soldados arriscam a vida, Davi condescende com pensamentos sensuais e é vencido por eles. Envolve-se com Bate-Seba e ordena o assassinato de Urias. Triste fim para passatempos que pareciam inofensivos. O salário do pecado é a morte. Pensamentos errados, geram sentimentos impróprios que culminam em ações desastrosas.
Quando a capital amalequita já estava praticamente vencida, Davi foi chamado para comandar o ataque derradeiro. A cidade de Rabá foi deixada em ruínas e Davi recebeu as glórias. Opressão e violência se seguiram. Muitas cidades amalequitas foram assoladas e o povo obrigado a trabalhos forçados.
O fato de Davi ter usado a coroa do rei vencido recebeu grande destaque, mas aos olhos de Deus isso não era importante. Quando damos lugar ao pecado em nossa vida, nossa escala de valores fica prejudicada.
O que Deus valoriza é a retidão de vida, fruto da comunhão com Ele. Se não temos prazer em orar e meditar na bondade de Deus, se nossas práticas se inclinam para o exibicionismo e a opressão ao próximo, podemos saber que nossa vida é um fracasso, mesmo que recebamos o aplauso dos homens.
Vitórias externas não compensam derrotas internas. Por isso a Bíblia diz: “Mais vale controlar o seu espírito do que conquistar uma cidade” (Provérbios 16:32).
Justo juiz, “vê se há em mim algum caminho mau e guia-me pelo caminho eterno” (Salmo 139:24)
Jobson Santos
Rede Novo Tempo
Ministério da Oração
Leitura do dia 08/04/2013, segunda-feira
Texto bíblico –> I Crônicas 19
Davi e Naás, rei dos amonitas, mantinham um bom relacionamento entre si. Com a morte de Naás, Davi enviou uma delegação para expressar condolências a seu filho Hanun. Os conselheiros do novo rei interpretaram mal as intenções de Davi, humilharam seus emissários e os enviaram de volta sem barba e quase sem roupas.
Ao invés de pedirem desculpas pela grosseria, os amonitas, seguiram caminhos de orgulho e violência. Arrendaram soldados da Mesopotâmia e se prepararam para atacar ao povo de Israel.
O exército Israelita avançou para o campo de batalha e se viu cercado. À frente deles, estavam os Amonitas e por detrás estavam os Mesopotâmios. Joabe dividiu os seus homens em dois bandos, um deles sob o comando do seu irmão Abisai, e lhe disse: “Se os arameus forem fortes demais para mim, venha me ajudar; mas, se os amonitas forem fortes demais para você, eu irei ajudá-lo. Seja forte e lutemos com bravura pelo nosso povo e pelas cidades do nosso Deus. E que o Senhor faça o que for de sua vontade” (1 Crônicas 19:12-13). O espírito de companheirismo entre os dois comandantes israelitas e o senso de dependência divina foram determinantes para a vitória que se seguiu.
Algum tempo depois, o rei Hanun, ainda não satisfeito com a derrota prévia, contratou outro exército para se opor aos Israelitas. Hadadezer enviou seu comandante com um grande exército, mas estes foram derrotados. Assim os arameus não quiseram mais ajudar aos amonitas.
Nem sempre conseguimos vencer as dificuldades que nos cercam utilizando apenas a diplomacia. Muitas vezes precisamos travar árduas batalhas contra inimigos internos e externos. Quando você estiver passando por uma situação desafiadora, clame a Deus e Ele lhe concederá a vitória.
Deus dos exércitos, na luta contra o mal, ajude-me a fazer a minha parte e a confiar no Teu livramento!
Jobson Santos
Rede Novo Tempo
Ministério da Oração