Reavivados por Sua Palavra


2CRÔNICAS 05 — Rosana Barros by Ivan Barros
23 de abril de 2026, 0:45
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“Puseram os sacerdotes a arca da Aliança do Senhor no seu lugar, no santuário mais interior do templo, no Santo dos Santos, debaixo das asas dos querubins” (v.7).

Terminada a edificação do templo, Salomão “pôs entre os tesouros da Casa de Deus”, “as coisas que Davi, seu pai, havia dedicado” (v.1). Então, reunindo os principais do povo, fez “subir a arca da Aliança do Senhor, da Cidade de Davi, que é Sião, para o templo” (v.2). Seguindo as orientações dadas por Deus para o transporte da arca, da tenda da congregação e dos utensílios sagrados, “os levitas sacerdotes é que os fizeram subir” (v.5). Transporte que foi acompanhado de “tão numerosos” sacrifícios, que “não se podiam contar” (v.6).

Chegando ao templo, colocada a arca em seu lugar determinado — no lugar Santíssimo — saindo os sacerdotes e iniciada a ministração dos cantores e dos sacerdotes com suas trombetas, “quando em uníssono, a um tempo, tocaram as trombetas e cantaram […] para louvarem o Senhor, porque Ele é bom, porque a Sua misericórdia dura para sempre, então, sucedeu que a Casa, a saber, a Casa do Senhor, se encheu de uma nuvem […] porque a glória do Senhor encheu a Casa de Deus” (v.13-14).

A inauguração e dedicação do templo foi precedida de ofertas voluntárias, obediência às instruções divinas, sacrifícios, louvor agradável a Deus e submissão aos mandamentos de Deus — representados pelas “duas tábuas que Moisés ali pusera” (v.10) dentro da arca. Foi nesse cenário de verdadeira adoração e genuína entrega que o Senhor manifestou a Sua glória. Ele encheu aquele lugar com Sua presença santa e pura.

Quando Jesus veio à Terra, Ele fez tudo segundo a vontade do Pai. A Sua vida iluminava o mundo com a atmosfera de Seu caráter santo e puro. Tudo o que fazia, não o fazia por vontade própria, mas movido pelo amor do Pai em cumprimento de Sua sagrada Lei: “Se guardardes os Meus mandamentos, permanecereis no Meu amor; assim como também Eu tenho guardado os mandamentos de Meu Pai e no Seu amor permaneço” (Jo.15:10). Jesus era o próprio tesouro da Casa de Deus, o Filho da obediência, o sacrifício perfeito, o cumprimento da Lei, o mais sublime louvor. Ele foi a perfeita revelação da glória de Deus.

Como naqueles momentos solenes não havia grande ou pequeno, rico ou pobre, escravo ou livre, assim Cristo nos uniu para que “em uníssono, a um tempo” (v.13), como corpo de Cristo, louvemos ao Senhor, “porque Ele é bom, porque a Sua misericórdia dura para sempre” (v.13). Sendo que Jesus “não veio para ser servido, mas para servir” (Mc.10:45), e devemos imitar-Lhe o exemplo, precisamos nos despir de nossa natureza egoísta e combater nossos gostos não santificados, buscando na verdade presente para os nossos dias toda a sabedoria e conhecimento necessários para andarmos em fidelidade na presença de Deus.

O relógio deste mundo já está marcando os minutos finais, amados. Há um cenário profético em rápido andamento. Será que estamos como Jonas, fugindo da vontade de Deus, adormecidos dentro do barco do comodismo enquanto há uma terrível tempestade lá fora? Ou como Salomão e os levitas, estamos prontos e preparando o Israel espiritual de Deus para a manifestação do glorioso advento de Cristo?

Jesus está agora no “santuário, que se encontra no Céu” (Ap.14:17), no Santo dos Santos, como nosso Sumo Sacerdote (Hb.8:1), prestes a concluir a Sua obra. Logo Ele virá “com as nuvens, e todo olho O verá” (Ap.1:7). Que Ele nos encontre apercebidos e como templos preparados para a glorificação.

Senhor, nosso Deus e Pai, nós Te louvamos, porque o Senhor é bom e a Sua misericórdia dura para sempre! Pai bondoso, tem misericórdia de nós, pecadores! Como está escrito em Lucas 21:38, que todo o povo madrugava para ir ter com Jesus no templo, a fim de ouvi-Lo, nos desperta nas madrugadas para a nossa audiência Contigo em Teu santuário, pois queremos e precisamos Te ouvir, Senhor! São muitas as vozes e os barulhos deste mundo, mas nós clamamos que o Teu Espírito mantenha os nossos ouvidos atentos à Tua voz! Enche a nossa vida da Tua presença, Senhor, e vem reclamar-nos como Teu povo! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, templos do Espírito Santo!

Rosana Garcia Barros

#2CRÔNICAS5 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



II CRÔNICAS 05 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
23 de abril de 2026, 0:30
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II CRÔNICAS 5 – Apesar do pecado – que é exacerbadamente inflamável diante da presença de Deus – o santo Deus quer Se envolver com pecadores.

Se não fosse Sua graça, misericórdia, bondade e compaixão pelos seres humanos mergulhados nas mazelas do pecado, o abandono seria o mínimo que Deus faria. Todavia, a Bíblia revela o santo Deus sempre indo atrás do pecador; ainda que, desde o início, o culpado fugia e se escondia dEle (Gênesis 3).

O Santuário foi um empreendimento divino com o objetivo de poder habitar entre os pecadores (Êxodo 25:8-9). Quando foi concluído esse projeto no deserto, a presença gloriosa de Deus manifestou-Se espetacularmente (Êxodo 40:34-35).

Nesse dia antigo, uma “nuvem cobriu a Tenda do Encontro, e a glória do Senhor encheu o tabernáculo. Moisés não podia entrar” nela, “porque a nuvem estava sobre ela, e a glória do Senhor enchia o tabernáculo”.

• Isso foi no passado! E, mais tarde, quando Salomão concluiu o templo (II Crônicas 5:1), Deus demonstrou Sua glória como fizera no passado?

O “sim” para esta pergunta deve-se ao fato de Deus ser bom e Seu amor misericordioso durar para sempre (II Crônicas 5:13). Nesse dia magnífico, a arca fora levada da Cidade de Davi ao Lugar Santíssimo do Templo, com a mesma forma de cortejo que se deu quando Davi transferiu a arca para Jerusalém (I Reis 8:1-11; I Crônicas 15:16). O povo agiu com Salomão como agiu com Davi: Todo o Israel aglomerou-se em Jerusalém. Levitas levavam a arca, e o cortejo celebrava alegremente, oferecendo inúmeras ofertas sacrificais (II Crônicas 5:2-13).

Então, “uma nuvem encheu o templo do Senhor, de forma que os sacerdotes não podiam desempenhar o seu serviço, pois a glória do Senhor encheu o templo de Deus” (II Crônicas 5:13-14), igualmente como aconteceu no tempo de Moisés.

“A música é uma forma de adoração, e o louvor e as ações de graças são um importante elemento da oração”; por isso, “enquanto as pessoas elevavam a voz e alegre louvor a Deus e em grata lembrança de Suas maravilhosas misericórdias, o Senhor Se aproximou, e uma nuvem encheu o templo”, salienta o Comentário Bíblico Adventista.

Sonho quando a glória de Deus encher toda a Terra (Isaías 11:9; Habacuque 2:14). Reavivemo-nos enquanto aguardamos… Celebremos a Deus! – Heber Toth Armí.



II CRÔNICAS 4 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
22 de abril de 2026, 1:30
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Texto bíblico: II CRÔNICAS 4 – Primeiro leia a Bíblia

II CRÔNICAS 4 – BLOG MUNDIAL

II CRÔNICAS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



II CRÔNICAS 4 by Jeferson Quimelli
22 de abril de 2026, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2cr/4

Moldes enormes foram feitos de argila na planície do Jordão, abaixo. A quantidade de bronze derretido e moldado foi tão grande que eles até perderam a noção do peso total!

Da planície do Jordão, até as montanhas íngremes para chegar a Jerusalém e ao local do templo a distância é enorme. Com suor, dores musculares e perseverança, lentamente, os produtos acabados são reunidos. Há um grandioso altar de bronze para sacrifícios, dez pias para lavar, dez castiçais para brilhar continuamente, dez mesas sólidas para os pães da proposição e uma centena de bacias de ouro. Além de tudo isso, há panelas, pás, garfos, aparadores, incensários, e flores ornamentais. Salomão queria oferecer a Deus apenas o melhor!

E quanto a nós? Nós não precisamos construir um templo glorioso como local de culto, mas temos de preparar os nossos corações para a adoração. Como você se prepara? O pai de Salomão, Davi, deixou isso claro: “Quem poderá subir o monte do Senhor? Quem poderá entrar no seu Santo Lugar? Aquele que tem as mãos limpas e o coração puro, que não recorre aos ídolos nem jura por deuses falsos” (Salmos 24:3-4 NVI).

Talvez eu e você devamos nos preparar para o nosso próximo culto de adoração, buscando-O hoje para que nos dê um novo coração.

Pastor Scott Griswold
Recrutador de Missionários
Apoio a Projetos para o Sudeste da Ásia

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ch/4
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



II CRÔNICAS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
22 de abril de 2026, 0:50
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554 palavras

O capítulo 4 trata da mobília, dos vasos e dos utensílios do templo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol 3, p. 225.

1 Altar de bronze. Era destinado à oferta dos holocaustos e sacrifícios, que faziam parte do culto e apontavam para a crucificação de Jesus Cristo, como nosso substituto. Bíblia Shedd.

2 Mar de fundição (ARA; NVI: “tanque de metal fundido”). O principal depósito da água destinada aos ritos de purificação, que simbolizavam a santificação (cf Hb 6.1). Bíblia Shedd.

Substituiu a bacia de bronze no tabernáculo (Êx 30:18). Bíblia de Estudo NVI Vida.

3 touros (NVI; ARA: “colocíntidas” [um tipo de fruto]). 1 Rs 7.24 tem “frutos”. Em hebraico, as duas palavras são muito semelhantes entre si, de modo que a diferença pode ser muito bem devido a um erro de copista. Bíblia de Estudo NVI Vida.

4 doze touros. Simbolizavam, possivelmente, as 12 tribos, que também acampavam de três em três, em cada lado do tabernáculo durante a peregrinação no deserto (Nm 2; Ez 48.30-35). Bíblia de Estudo NVI Vida.

5 Aqui se vê o tamanho deste mar que era, na realidade, uma enorme bacia, com capacidade para 3.000 batos, ou seja, 22.000 litros. Bíblia Shedd.

6 Porque tudo no templo era construído em tão grande escala? O grande número e tamanho eram necessários para acomodar as grandes multidões que o visitariam nas festas, como as da Páscoa (30:13). Os numerosos sacrifícios diários requeriam muitos sacerdotes e muito equipamento. Life Application Study Bible.

7 Os artífices seguiam as instruções divinas cuidadosamente – com resultados espetaculares. Quando Deus dá instruções específicas, elas devem ser obedecidas ao pé da letra. Existe um tempo de ser criativo e para colocar em prática nossas próprias ideias, mas não quando estas ideias alteram ou contradizem quaisquer orientações específicas que Deus já tenha dado para nós na Bíblia. Para melhores resultados em sua vida espiritual, siga cuidadosamente e siga as instruções divinas. Life Application Study Bible.

9 o pátio dos sacerdotes e o pátio grande. Esses dois pátios são mencionados em Reis (1Rs 6.36; 7.12). O pátio grande era para os leigos. Bíblia de Genebra.

10 Lado direito. O mar (v. 2) foi colocado no pátio, no canto sudeste do templo. Em hebraico, as direções são dadas do ponto de vista de alguém que esteja voltado para o leste; assim, o lado direito indica o sul (cf. 1Rs 7:39; ver também com. de Gn 23:19; Êx 3:10. CBASD, vol 3, p. 225.

11 As panelas. Ver 1Rs 7:40. As Panelas aqui mencionadas eram usadas para cozer a carne com vistas a propósitos sacrificais (ver 1Sm 2:13, 14). CBASD, vol 3, p. 225.

11-16 Panelas, pás e tigelas – estes são equipamentos de cozinha familiares para nós. Ainda que os artigos usados na adoração tenham mudado, o propósito continua o mesmo – honrar e louvar a Deus. Nunca devemos deixar nosso louvor a Deus ser ofuscado pelas coisas que usamos para louvá-Lo. Life Application Study Bible.

11 Pás. Para remover as cinzas sobre o altar sacrificial. Bíblia Shedd.

17 Sucote e Zereda. Entre 40 e 60 km ao nordeste de Jerusalém, no vale do Jordão. Bíblia Shedd.

20 Candeeiros. Estes, com os demais utensílios do Templo, foram levados para a Babilônia na ocasião do Cativeiro (Jr 52.19). Bíblia Shedd.

22 Todos esses detalhes a respeito do templo demonstravam o cuidado que Israel dava aos atos de adoração… As instruções também eram úteis aos leitores originais de 2 Crônicas, aqueles que reconstruiriam o novo templo em sua localização original (Esdras 3:8 – 6:15) após o templo de Salomão ter sido destruído pelos babilônios (2Rs 25). Life Application Study Bible.



2CRÔNICAS 04 — Rosana Barros by Ivan Barros
22 de abril de 2026, 0:45
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“Assentava-se o mar sobre doze bois; três olhavam para o norte, três, para o ocidente, três para o sul, e três para o oriente; o mar apoiava-se sobre eles, cujas partes posteriores convergiam para dentro” (v.4).

Quando estudamos sobre o santuário no livro de Êxodo, vimos a disposição dos objetos e o significado de cada um deles. A Casa de Deus era uma tenda que era desmontada e remontada a cada peregrinação de Israel. Mas Salomão recebeu o encargo e o privilégio de edificar um lugar fixo de adoração ao único e verdadeiro Deus.

No capítulo de hoje, vários objetos são citados, como as pias, os candeeiros, as mesas e as bacias. Mas o primeiro objeto descrito chama a atenção pela sua dimensão e riqueza de detalhes. O mar de fundição, sem dúvida, foi um dos objetos do templo que mais se destacava. Lembram da pia de bronze no santuário, onde os sacerdotes se lavavam? Salomão fez um “mar” para isso. Em proporções gigantescas, aquele imenso lavatório era sustentado por doze bois, tudo feito “de bronze purificado” (v.16).

Calcula-se que o mar tivesse 4,4m de diâmetro e 2,2m de altura, com a capacidade de armazenar extraordinários 44 mil litros de água (CBASD, vol.2, p.830). Este suntuoso objeto fazia parte do pátio do templo, assim como a pia fazia parte do pátio do santuário. Tinha a função de lavar os sacerdotes, simbolizando a purificação dos pecados.

Sabemos que os bois naquele período eram muito utilizados para transporte de cargas e para arar a terra. Os bois do mar de fundição foram divididos de forma que os quatro cantos da Terra fossem alcançados. Israel possuía doze tribos que eram representantes do Deus vivo. O reinado de Salomão foi uma oportunidade ímpar de destacar o papel do povo de Deus na Terra: representá-Lo.

A mensagem de salvação estava sobre seus ombros e deveria ser reconhecida em toda parte. Doze bois, doze tribos, quatro cantos da terra… estas não são ilustrações reflexivas, amados? O ponto culminante, o último sinal antes do segundo advento de Cristo será a pregação do evangelho a todo o mundo. “Então, virá o fim” (Mt.24:14). Em cada direção devemos levar a “carga” da esperança e “arar” a Terra, semeando a Palavra de Deus.

A pia, ou o mar, representam o santo batismo, mas também representam a nossa necessidade diária de purificação. Todos são convidados a descer às águas para remissão de seus pecados e para do Alto receber o Espírito Santo. Assim fazendo, o Espírito inicia a Sua obra de purificação, uma obra que Salomão sabiamente ilustrou da seguinte forma: “Mas a vereda do justo é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito” (Pv.4:18).

O Senhor nos convida a levar a mensagem ao mundo; a proclamar o sacrifício de Cristo e Sua breve volta para que, assim como Ele morreu e ressuscitou, todos tenham a oportunidade de morrer para os seus pecados e renascer para o reino dos Céus. Pois o chamado de Deus não foi apenas para Israel: “Chegai-vos, nações, para ouvir, e vós, povos, escutai; ouça a Terra e a sua plenitude, o mundo e tudo quanto produz” (Is.34:1). Muito em breve o mundo inteiro saberá que há um Deus que tanto o amou que enviou o Seu único Filho para salvá-lo (Jo.3:16). Então, Ele mesmo chamará os Seus: “Direi ao Norte: entrega! E ao Sul: não retenhas! Trazei Meus filhos de longe e Minhas filhas das extremidades da terra, a todos os que são chamados pelo Meu nome, e os que criei para Minha glória, e que formei, e fiz” (Is.43:6-7).

Meus amados, estamos em tempos difíceis e solenes. A cada dia temos visto dor, miséria e destruição. O que estamos fazendo para amenizar o sofrimento alheio? Realmente compreendemos que a esperança que um dia nos alcançou precisa ser compartilhada? Este mundo está prestes a contemplar o maior acontecimento de todos os tempos: o retorno glorioso de Cristo Jesus. E o que estamos fazendo? Conhecemos, de fato, o tempo em que estamos vivendo?

É hora, e já chegou, de cada pedacinho deste mundo ser alcançado pelo evangelho eterno. Fomos criados para a glória de Deus e não para nos destruirmos uns aos outros. A obra que temos em mãos é infinitamente mais grandiosa do que o mar de fundição. Como um só povo, ergamos a bandeira ensanguentada do Príncipe Emanuel! Aceitemos o Seu chamado: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (Mt.28:19). E Ele promete estar conosco, todos os dias, até à Sua breve volta, quando seremos levados para adorá-Lo “em pé no mar de vidro, tendo harpas de Deus” (Ap.15:2).

Pai Celestial, eu creio que estamos vivendo em tempos emprestados e que logo veremos o céu se enrolar como um pergaminho e o sinal do Filho do Homem. Não deixa, Pai, que sejamos distraídos e iludidos pelas coisas deste mundo, mas que sejamos filhos da luz, conhecedores do tempo. Purifica o nosso coração e que a nossa vida, escondida em Ti, revele ao mundo o Teu amor e a Tua justiça. Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, missionários do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#2CRÔNICAS4 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



II CRÔNICAS 04 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
22 de abril de 2026, 0:30
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II CRÔNICAS 4 – O desenvolvimento do ensinamento divino é nítido no decorrer das páginas das Escrituras Sagradas.

O evangelho que começou com Deus matando um cordeiro para Adão e Eva em Gênesis 3:15-19, que passou a ser experimentado através da prática dos altares de pedra com Abel, Noé, Abraão, Isaque, Jacó, tornou-se o Tabernáculo durante a peregrinação israelita até chegar à Terra Prometida.

Apesar do grande desenvolvimento, o progresso foi além do Tabernáculo. Com a ampliação da revelação e o aumento da compreensão da teologia da salvação, surgiu o Templo, um imóvel imponente, com materiais preciosos e decorações exuberantes.

Observe que o altar não mais seria de pedras, mas de bronze; com teria 9 metros de comprimento, 9 metros de largura e 4 ½ metros de altura (II Crônicas 4:1). Sendo assim, aqueles que…

• …se apegam incorretamente à ideia de que se deve voltar aos “marcos antigos”, não conseguem progredir no conhecimento mais amplo da teologia bíblica.
• …se gabam de serem tradicionalistas, ficariam chocados com a flexibilidade e acréscimo do que estavam acostumados, se tivessem assistindo o projeto de Salomão.
• …são rígidos opositores de alterações daquilo que já foi longamente praticado não aceitam crescer, e se tornam idólatras de suas ideias minúsculas, causando muitas vezes, transtornos entre o povo de Deus, atrapalhando aqueles que querem crescer e amadurecer espiritualmente.

O texto de Crônicas estimula-nos a olhar além do que já víamos, nos incentiva a deixar nossa rigidez e imaturidade a fim de buscarmos compreensão mais ampla, elevada e profunda da revelação de Deus.

Note também que o Deus que proíbe fazer imagens de esculturas para adorá-las (Êxodo 20:4-6), colocou no projeto do templo a fabricação de 12 touros em 3D. Quem entende incorretamente o segundo mandamento ficaria horrorizado com a presença desses grandes touros no pátio do templo segurando um tanque de metal fundido (II Crônicas 4:2-4).

• Será que os críticos atuais diriam que a liderança do povo de Deus estava em apostasia declarada com aquelas imagens de esculturas no templo?
• Será que os críticos de hoje se oporiam ao material precioso e à ornamentação luxuosa evidente no moderno lugar de adoração se estivessem presentes (II Crônicas 4:5-22)?

Crônicas apresenta a progressividade da teologia, a qual deve levar-nos a progredir na espiritualidade verdadeira… Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



II CRÔNICAS 3 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
21 de abril de 2026, 1:30
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Texto bíblico: II CRÔNICAS 3 – Primeiro leia a Bíblia

II CRÔNICAS 3 – BLOG MUNDIAL

II CRÔNICAS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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II CRÔNICAS 3 by Jeferson Quimelli
21 de abril de 2026, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2cr/3

Como é bom começar algo novo! “Começou Salomão a edificar a Casa do SENHOR.” Esse era originalmente o desejo e o sonho de Davi. Davi preparara tudo para a construção do templo (1Cr 22). E não apenas o que era necessário, mas muito mais! Salomão cobriu tudo com o ouro que Davi havia colecionado. Todo o templo brilhava!

Ao ler a passagem, observe que os dois querubins são o foco da descrição, com grande ênfase em suas asas. No Lugar Santíssimo de 20 côvados * de comprimento e 20 côvados de largura, as quatro asas cobrem 20 côvados! As asas estão conectadas com as paredes do Lugar Santíssimo e as asas estão conectadas umas às outras. O versículo 12 (ARA) declara: “As asas destes querubins se estendiam por 20 côvados.” Parece que as asas estão abertas, como está escrito em Êxodo 25:20: “Os querubins estenderão suas asas”.

No meio do trono de Deus, existem dois anjos, não com armas para proteger, mas com braços e asas abertos para receber você na sua casa ao lado de seu pai.

* 20 côvados é igual a 30 pés ou 9 metros, aprox.

Kris Lenart
Conselheiro, Amos Ministry, Áustria

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ch/3
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara

Recomendamos também a leitura do comentário completo em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2016/07/15/



II CRÔNICAS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
21 de abril de 2026, 0:50
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685 palavras

1 Monte Moriá.O único texto no AT onde o Monte Sião é identificado com o monte Moriá, o lugar onde Deus ordenou Abraão a sacrificar Isaque (Gn 22.2, 14). Bíblia de Estudo NVI Vida.

O sítio do templo tinha um significado de redenção, pois foi ali [a eira de Ornã] que o sacrifício que Davi ofereceu interrompera o castigo divino à cidade de Jerusalém (1Cr 21.18-30) e … foi ali que Abraão levara Isaque para oferecê-lo segundo a ordem de Deus (Gn 22.2; Hb 11.17). Bíblia Shedd.

O lugar onde Abraão deveria sacrificar seu filho Isaque (Gen 22:2). Os samaritanos, por outro lado, acreditavam que isto estava ligado ao monte Gerizim. Andrews Study Bible.

3 côvados, segundo o primitivo padrão. Era igual a 20,5 polegadas era o usado por Ezequiel no templo do qual teve

6 Parvaim. Um lugar provavelmente localizado na Arábia e famoso por seu fino ouro. Andrews Study Bible.

8 Nove metros de comprimento e nove metros de largura (NVI; ARA: “vinte côvados”). Tinha, também, nove metros de altura (1Rs 6.20), fazendo com que as dimensões do Lugar Santíssimo formassem um cubo perfeito … Na Nova Jerusalém não existe templo (AP 21.22); pelo contrário, a cidade inteira tem a forma de um cubo (Ap 21.16), pois a cidade inteira se torna “o Lugar Santíssimo”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

9 pregos de ouro. É improvável, por ser o ouro um metal tão mole, que os pregos fossem feitos dessa substância. É provável que essa quantidade pequena (só 600 g) representasse ouro em folha para dourar as cabeças dos pregos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

10 Santo dos Santos. O lugar mais santo do templo, separado do Lugar Santo por um véu (Êx 26.31-37). Nele, somente uma vez por ano, no dia da Expiação, o sumo sacerdote entrava para oferecer um sacrifício por si mesmo e depois o sacrifício pelos pecados do povo. Quando Jesus expirou na cruz, o véu do templo rasgou-se de alto a baixo (Mc 15.38) e desde essa ocasião o pecador tem livre acesso a Deus por intermédio do perfeito Sumo Sacerdote que é Jesus Cristo (Hb 9.27; 10.19-22). Bíblia Shedd.

querubins (ARA; NKJV: “querubim”). Esta palavra hebraica está no plural [o sufixo “im” indica o plural]. Um querub (ou querube) era uma criatura composta geralmente representada com cabeça de leão, asas de águia e corpo humano ou de leão. Andrews Study Bible.

A palavra “querubins” é na verdade incorreta, pois “querubim” já é uma transliteração da forma hebraica plural; portanto, o “s”seria desnecessário. A forma mais correta para o singular seria “quérube” (que, embora exista no português, é praticamente desconhecida). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol 3, p. 223.

Representações físicas de seres angélicos que, com suas asas estendidas, simbolizavam a glória da presença de Deus. Não poderiam ser vistos pelo povo, e muito menos adorados, pois ficavam dentro do Santo dos Santos. Veja Êx 36.35n. Bíblia Shedd.

11 Vinte côvados. Isto é, o comprimento total das asas dos dois querubins era de 20 côvados. Uma vez que o lugar santíssimo tinha vinte côvados de largura, as asas estendidas dos dois querubins juntos iam de uma parede a outra. Assim, cada querubim ocupava dez côvados, e cada asa tinha cinco côvados. Dessa forma, a asa externa de cada querubim tocava uma das paredes externas do edifício, enquanto a asa interna de ambos se tocavam. CBASD, vol 3, p. 223.

14 véu. Também fazia separação entre os dois aposentos do tabernáculo (Êx 26.31). Portas de madeira também podiam ser fechadas para tampar a abertura (4.22; 1Rs 6.31, 32; v. Mt 27.51; Hb 9.8). Bíblia de Estudo NVI Vida.

O templo de Salomão acompanhava o padrão do tabernáculo de Moisés, mas tinha o dobro das suas dimensões (Êx 26.31-35). … O véu simbolizava a restrição do acesso à presença de Deus, uma restrição eliminada pela obra mediatória da morte de Cristo (Mt 27.51, nota; Hb 9.1-14, nota; 10.11-12, nota). Bíblia de Genebra.

17 Colunas. Seus nomes, Jaquim (“Ele estabelece”) e Boaz (“Ele virá com poder”), simbolizavam a firmeza e o poder, representando o propósito de Deus de ser fiel à Sua Promessa (cf 1Rs 7.21n). Bíblia Shedd.

As consoantes destas duas palavras hebraicas podem ser lidas como uma oração a Deus pela proteção do templo e da dinastia de Salomão: “Que Ele estabeleça a força”. Andrews Study Bible.