Reavivados por Sua Palavra


2CRÔNICAS 07 — Rosana Barros by Ivan Barros
25 de abril de 2026, 0:45
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“Se o Meu povo, que se chama pelo Meu nome, se humilhar, e orar, e Me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, Eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra” (v.14).

Ao concluir sua prece, Salomão e todo o Israel testemunharam a manifestação divina. No Pentecostes, os discípulos de Cristo “estavam todos reunidos no mesmo lugar” (At.2:1). “Todos estes perseveravam unânimes em oração” (At.1:14). Então, veio do céu um som que encheu toda a casa em que estavam, e sobre cada um pousaram línguas como de fogo (At.2:2-3). Quando Salomão terminou de orar com todo o povo, desceu fogo do céu “e a glória do Senhor encheu a casa” (v.1). Estes dois episódios, separados pelo tempo, mas unidos pelo mesmo poder, nos mostram que a ação de Deus é sempre para o bem eterno dos que O amam, “porque [Ele] é bom, porque a Sua misericórdia dura para sempre” (v.3).

Foram dias de festa diante da presença de Deus. O rei, todo o povo e os sacerdotes, todos eles em “seus devidos lugares” (v.6), prestando culto a Deus. E tudo o que Salomão realizou, tanto na Casa do Senhor como em sua casa, “prosperamente o efetuou” (v.11). A partir daí, somos privilegiados em ter em mãos uma das respostas mais lindas e repletas de amor de nosso Criador. Uma das provas inequívocas de Sua eterna misericórdia e de que os Seus mandamentos também são eternos.

O Senhor dirigiu-Se a Salomão nas horas da noite, dizendo: “Ouvi a tua oração” (v.12). Estudamos ontem a condição para que o Senhor possa nos ouvir. Isto quer dizer que a oração de Salomão não foi apenas com os lábios, mas com o coração em fidelidade para com os mandamentos de Deus. Deus tem prazer na oração do justo. Quando o homem reconhece a sua natureza incapaz de fazer o bem, que depende da mão divina a moldar-lhe o caráter, a oração se torna uma ferramenta indispensável. E se queremos ser participantes do verdadeiro reavivamento, ele só virá por meio de uma vida de oração e verdadeira entrega.

O famoso versículo 14 começa deixando algo muito claro: “Se”. Deus usa uma conjunção subordinativa condicional. Ou seja, para que a oração possa produzir seus efeitos, condições precisam ser cumpridas. E essas condições promovem o despertar espiritual de que Satanás mais tem medo. Somente quando essas ações são somadas é que acontece o resultado final da equação do verdadeiro adorador:
HUMILHAÇÃO + ORAÇÃO + BUSCA + CONVERSÃO = OUVIDOS ATENTOS DE DEUS, PERDÃO DOS PECADOS E CURA.

Contudo, ainda há a equação da desgraça. E ela inicia com a conjunção “porém”. Ou seja, “por outro lado”, “todavia”, “no entanto”, indicando o oposto do que acabamos de ver. Eis a equação do tolo:
SE DESVIAR + DEIXAR OS MANDAMENTOS DE DEUS + SERVIR E ADORAR OUTROS DEUSES = DESERÇÃO, AUSÊNCIA DA PRESENÇA DE DEUS E MALDIÇÃO. Que contraste, não é mesmo, amados?

Vocês já perceberam que não é preciso muita coisa para que percamos o Senhor de vista? O começo é bem sutil: desviar-se. E não precisa ser por intermédio de grandes coisas, mas pequenas concessões que fecham os olhos da fé e abrem os ouvidos da impiedade. A Palavra de Deus é ignorada e desprezada, e a voz do Espírito Santo vai ficando cada vez mais distante. A chegada da maldição, portanto, é o resultado das escolhas humanas. Por isso a importância da vigilância. Vigiar, permanecer e perseverar são sinônimos no sentido espiritual. Precisamos permanecer conectados ao Senhor num relacionamento constante e crescente. E isso só é possível através do estudo da Palavra e da oração.

A verdadeira oração precisa vir acompanhada de ação. Precisamos permitir que o Espírito Santo conjugue em nossa vida o Verbo de Deus (Jo.1:1). Cristo Se fez servo, orou e a Si mesmo Se humilhou, nos deixando o perfeito exemplo de uma vida de oração e comunhão com Deus. Jesus em nós é a chave-mestra para abrir as janelas dos céus em nosso favor. Aceitemos as condições da aliança do Senhor e Ele nos assegura a Sua fidelidade e eterna herança.

Querido Pai do Céu, nosso Criador, hoje não temos mais aquele santuário, mas cremos na intercessão do nosso Salvador no mais santo lugar do santuário celestial e que, pela fé, podemos entrar no Teu santuário por meio da oração. Por isso, Senhor, clamamos a Ti pelo Espírito Santo, realizando a Sua boa obra em nosso coração, para que a nossa vida esteja em harmonia com as condições estabelecidas por Ti no versículo catorze do capítulo de hoje! Almejamos o verdadeiro reavivamento em nós e na Tua igreja! Almejamos estar prontos e preparando outros para a Tua volta! Ajuda-nos, Santo Deus! Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, povo da aliança do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#2CRÔNICAS7 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



II CRÔNICAS 07 – COMENTÁRIO PR HEBER by Jeferson Quimelli
25 de abril de 2026, 0:30
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II CRÔNICAS 7 – A presença de Deus traz bênçãos, tanto quanto abandoná-Lo acarreta maldições. Deus é bom; o pecado é mau. Deus é gracioso; o diabo, porém, é desgraçado. Não podemos brincar de ser religiosos, é questão de vida ou morte.

Salomão deixa-nos cientes dessa verdade em sua experiência com a adoração a Deus e a revelação que teve dEle. Quando terminou de orar, Deus Se fez presente com fogo aprovando a cerimônia, as ofertas de sacrifício e a dedicação do templo (II Crônicas 7:1-3).

A conclusão do Templo foi um sucesso e foi celebrado com grande alegria. “A celebração de Salomão incluiu uma assembleia especial para dedicar o altar dos dias 8º ao 14º do sétimo mês (setembro/outubro) que incluía o Dia da Expiação. Foi seguida imediatamente pela Festa dos Tabernáculos (15º-21º) e uma assembleia especial no 8º dia, ou seja, no 22º dia do mês”, explica-nos John MacArthur.

Após todos esses dias de festividades espirituais, Salomão despediu o povo, o qual voltou para suas casas tomado de alegria e com o coração transbordando de contentamento pela forma em que Deus lidara com Seu povo (II Crônicas 7:4-10). Quando a adoração tem a aprovação do Céu, a glória divina invade a Terra, um clima celestial e festivo toma conta do povo e Deus Se satisfaz em Se aproximar dos pecadores.

O relato apresenta Deus falando pela segunda vez a Salomão, momento em que uma aliança foi estabelecida entre ambos (II Crônicas 7:11-22). Além de o texto mostrar o interesse de salvar, Deus mostra interesse pelo compromisso do povo. A bênção da presença divina deixaria de existir diante da negligência espiritual do povo. Fica claro que Deus não premia a desobediência, mas recompensa a obediência!

Deus também aprecia o arrependimento. Não importa quão longe você for, se voltar para Deus, Ele te aceitará. Ele te perdoará. Ele anseia pela reconciliação. É por isso que, diante a apostasia, Deus não está à espreita para punir, mas Seus olhos e ouvidos estão atentos para receber a oração do penitente (II Crônicas 7:15).

• Deus Se alegra quando Seu povo está contente com Ele; Se satisfaz quando Seu povo se interessa por Seus planos.

• Deus abençoa aqueles que sofrem às mazelas do pecado quando O buscam de coração!

Portanto, reavivemo-nos! Alegremo-nos! Celebremos! – Heber Toth Armí.



II CRÔNICAS 6 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
24 de abril de 2026, 1:30
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Texto bíblico: II CRÔNICAS 6 – Primeiro leia a Bíblia

II CRÔNICAS 6 – BLOG MUNDIAL

II CRÔNICAS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



II CRÔNICAS 6 by Jeferson Quimelli
24 de abril de 2026, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2cr/6

Ah sim, aquela longa oração do rei Salomão…

Existe alguma relação entre pessoas importantes e longas orações? Nenhuma, realmente, exceto que a oração seja definitivamente poder. Poder, não de quem está orando, mas daquEle a Quem se ora. A oração – longa, curta ou média – oferecida de joelhos dobrado ou não – tocará o âmago de Deus, que conhece o coração de quem a oração se origina.

Embora os pedidos da oração de Salomão tenham aplicações especiais para os filhos de Israel, eles também têm aplicações específicas para nossa própria vida. Independentemente do lugar em que estamos, podemos pedir que Deus habite dentro de nós, visto que a Bíblia diz que nosso corpo é o Templo do Deus Santo (1 Cor 6:19)! Gosto disso. Um Templo do Senhor portátil e sempre disponível! Deus tornou tão fácil nós pedirmos que Ele habite em nós!

Vemos como Deus encheu completamente o templo de Salomão com Sua presença depois que a oração foi feita. É o que nossa oração sincera também pode fazer. Deus está esperando para encher o nosso coração com Sua bela presença.

Sherlin Paka – Awungashi
Mãe, esposa de pastor
Campo do Golfo [Oriente Médio] da Igreja Adventista do Sétimo Dia

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ch/6
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



II CRÔNICAS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
24 de abril de 2026, 0:50
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1420 palavras

O cap. 6 relata a fervorosa oração feita por Salomão na dedicação do templo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol 3, p. 231.

1-2 Salomão expressa aqui a sua esperança quanto à permanência da presença de Deus no templo. Isso foi um forte desejo da comunidade de Israel, que procurava se estabelecer após ter retornado da Babilônia, no século VI a.C. (5.13-14, nota). Bíblia de Genebra.

1 nuvem espessa. O fato se menciona também em Êx 19.9; Lv 16.2; Êx 25.22; 40.34-35; Sl 18.11; 97:2. O homem pecaminoso vivendo na terra, não podia suportar uma visão esplendorosa da plenitude da glória de Deus, mas a nuvem servia como sinal aceitável aos olhos humanos dawuela gloriosa luz, chamada de Shequiná [shequinah] (nome em heb). Bíblia Shedd.

2 Para Tua eterna habitação. Não era plano de Deus que o templo fosse destruído (ver PR, 46) ou que a nação de Israel desaparecesse. Se Israel tivesse permanecido fiel ao Senhor, guardando Seus mandamentos e partilhando o conhecimento de Deus com as nações ao redor, o mundo todo teria sido alcançado com a luz, o que teria dado a todos os povos da Terra uma oportunidade de salvação. Nesse caso, o templo se tornaria o centro mundial de adoração a Deus, e Jerusalém seria a capital e metrópole do mundo (DTN, 577). CBASD, vol 3, p. 231.

7 Propusera em seu coração. Ver com de 1Rs 8:17. Haveria muito mais igrejas para a adoração a Deus no mundo se mais pessoas tivessem em seu coração um desejo semelhante ao de Davi, de construir […] templos para o Senhor. CBASD, vol 3, p. 231.

8-9 tiveste no teu coração o edificar uma casa … contudo, tu não edificarás a casa. A obra do templo, geralmente, é feita assim: um semeia e o outro colhe (Jo 4.37, 38); uma geração começa e a outra traz à perfeição. Bíblia de Estudo Matthew Henry.

11 aliança do SENHOR (NVI, NKJV). A expressão se refere às duas tábuas de pedra mantidas na arca sagrada. O número dois é representativo de Deus e Israel que entraram em um concerto. Andrews Study Bible.

13 Feito uma tribuna de bronze. Desta posição elevada, Salomão teria uma visão melhor da congregação, e o povo, por sua vez, teria oportunidade de ver e ouvir o rei. CBASD, vol 3, p. 231.

Nessa tribuna, que não é mencionada em 1 Rs 8, Salomão profere uma importantíssima oração, em que relembra as advertências que Deus fizera ao povo de Israel (Lv 25; Dt 28). Bíblia Shedd.

Ajoelhou-se. Esse ato foi um sinal tanto da grandeza quanto da humildade do rei, pelo qual este reconheceu publicamente sua humilde posição diante dAquele que é o grande Rei dos reis e Senhor dos senhores. CBASD, vol 3, p. 231.

16 Para andarem na lei. Salomão compreendia a importância da lealdade a Deus e da obediência à Sua santa lei. Conhecia a glória e a paz que adviriam se Israel permanecesse fiel a Deus, e sabia também dos tristes resultados que a transgressão traria. Assim, a oração do rei se tornou um sermão, apresentando ao povo um solene e comovente apelo para que sempre se lembrasse de Deus e andasse em Seus caminhos. CBASD, vol 3, p. 232.

Esta oração também serve como modelo para as orações públicas, no sentido de abranger todas as necessidades e aspirações das pessoas reunidas, em todas as situações. Bíblia Shedd.

minha lei (NVI, NKJV). A palavra hebraica aqui para “lei” (torah) significa “lei”, “ensinamento”, ou “instrução”. Andrews Study Bible.

18-39 Salomão volta-se aqui para o âmago de suas preocupações. Ele ora para que o templo seja o centro nacional de orações eficazes. Bíblia de Genebra.

18 Habitaria Deus com os homens na terra? A todo aquele que abre a porta, Deus estende a promessa: “Entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo” (Ap 3:20). Em toda parte da Terra pessoas tem crido que Deus habita, sim com os seres humanos. CBASD, vol 3, p. 232.

ouve, pois, as súplicas do teu servo. Aqui estão as petições: (1.) para que Deus se apropriasse desta casa (v. 20); (2.) para que Deus ouvisse e aceitasse as orações [que fossem] ffeitas naquele local ou em direção a ele. Ele orou para que Deus ouvisse do lugar da Sua habitação, lá do céu. O céu é sua morada ainda, e não o templo, e [de lá] deve vir o socorro. Bíblia de Estudo Matthew Henry.

20 dia e noite. Uma expressão poética que significa “todo o tempo”. Andrews Study Bible.

O templo e seus utensílios representavam a graça vindoura do evangelho, sendo que Cristo foi o Fundamento e o Construtor do grande e perfeito Templo espiritual do evangelho, no qual os pecadores podem ter reconciliação com Deus e gozar do Seu amor. Bíblia Shedd.

22 e lhe for exigido que jure. Quanto aos tipos de procedimento legal que aqui estão em mente, ver Êx 22.10-11; Lv 6.1-7. Bíblia de Genebra.

26 não houver chuva. Secas e fome eram maldições da aliança [concerto].  Andrews Study Bible.

Por que Salomão assumiu que seca viria como um resultado do pecado? O pecado não é, necessariamente, a causa direta de desastres naturais hoje, mas este foi um caso especial. Deus havia feito um acordo especial com os israelitas de que seca poderia ser uma consequência de seus pecados (Dt 28:20-24). Life Application Study Bible.

30 Você já se sentiu longe de Deus, separado dEle por sentimentos de falha e problemas pessoais? Em sua oração, Salomão destaca o fato de que Deus está sempre pronto a ouvir Seu povo, perdoar seus pecados e restaurar seu relacionamento conSigo. Deus aguarda e ouvirá nossas confissões de culpa e a renovação de nosso compromisso de obedecer a Ele. Ele nos ouve quando derramamos a Ele nossas necessidades e problemas e Ele está pronto a nos perdoar e nos restaurar a uma amizade com Ele. Não espere para experimentar Sua amorosa benignidade. Life Application Study Bible.

31 andarem nos Teus caminhos (ARA; NVI: “andarão segundo a Tua vontade”). Andar no caminho reto é uma metáfora bíblica frequente de viver uma vida de acordo com a vontade de Deus. Andrews Study Bible.

32 Ao estrangeiro. Salomão orou não apenas por Israel, mas pelos estrangeiros de longe. Não era a vontade de Deus que somente Israel fosse salvo, mas que todos os povos da Terra viessem a conhecê-Lo e a andar nos caminhos da justiça. CBASD, vol 3, p. 232.

Salomão rogou que estrangeiros também recebessem resposta às suas orações feitas no templo. Os profetas esperavam pelo tempo em que os gentios [não-judeus] seriam incluídos entre o povo de Deus (Is 56.6-8; Zc 8.20-23; 14.16-21). A forma da petição salienta a centralidade do templo, à medida em que o reino se expandisse a outras nações. A inclusão de muitos gentios no reino foi, finalmente, cumprida em Cristo (Rm 3.29; Gl 3.14; Ef 2.14-22). Bíblia de Genebra.

É a pregação do evangelho que produz tal resultado no íntimo dos pecadores (Is 52.7; Mt 16.15-20; Rm 10.9-17; 1 Cr 18-24). Bíblia Shedd.

36-39 os leve cativos … faze-lhes justiça. O exílio e o cativeiro são, com frequência, alistados como maldições por causa da maldição da aliança (Dt 28.36-37, 64). A petição de Salomão foi atendida por duas vezes dentro da própria história de Crônicas. Primeiramente, no caso de Manassés (33.1-13) e, mais tarde, o remanescente de Israel (36.20-23), que sofreu exílio na Babilônia, mas foi restaurado à Terra Prometida. Bíblia de Genebra.

não há ninguém que não peque. Várias passagens bíblicas declaram o estado de pecado [de impiedade] da raça humana (Sl 14:3; Jer 17:9; Rm 3:23). Andrews Study Bible.

A Bíblia deixa claro que ninguém está isento de pecado, nem mesmo os reis escolhidos por Ele. Pecado é uma condição que todos nós compartilhamos e que devemos assumir, como Salomão o fez. Quando percebemos o nosso pecado, devemos imediatamente pedir a Deus por perdão e restauração. Saber que temos uma tendência ao pecado deveria nos tornar mais próximos a Deus, buscando por sua guia e força. Esta verdade é também mencionada em Salmo 14:3, Eclesiastes 7:20 e Romanos 3:23. Life Application Study Bible.

38 na direção do templo (NKJV). O costume de orar orientado para Jerusalém e seu templo é mencionado em Dn 6:20. Andrews Study Bible.

Daniel do cativeiro da Babilônia, orava, voltado para Jerusalém (Dn 6.10). Bíblia Shedd.

37 E se converterem. Deus convida fervorosamente os extraviados para Ele. Há perdão e vida para os que aceitam o convite divino para voltar (ver Ap 22:17). CBASD, vol 3, p. 232, 233.

Deus requer um arrependimento genuíno, to tipo de Sl 119.67, 71 e Dn 9.5, com a mais humilde e sincera confissão dos nossos pecados. Bíblia Shedd.

40 Agora, pois, ó meu Deus. A oração de Salomão termina com uma adaptação de Sl 132.8-10. Bíblia de Genebra.

41 a arca do Teu poder. A arca sagrada representava o estrado no trono no qual os pés de Deus descansavam. Andrews Study Bible.

42 ungido. Com um óleo de oliva perfumado para tornar uma pessoa especial para Deus. Andrews Study Bible.



2CRÔNICAS 06 — Rosana Barros by Ivan Barros
24 de abril de 2026, 0:45
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“Ouve, pois, a súplica do Teu servo e do Teu povo de Israel, quando orarem neste lugar; ouve do lugar da Tua habitação, dos céus; ouve e perdoa” (v.21).

Contemplando a magnitude do templo e a aceitação divina pela manifestação da glória do Senhor, Salomão dirigiu-se a Israel com palavras que declaram a fidelidade de um Deus que cumpre as Suas promessas. De forma reverente e humilde, o sábio rei se colocou na posição de servo, proferindo uma oração de teor altruísta, de um líder preocupado com o bem-estar de seu povo e consciente a respeito da fraqueza humana e da justiça divina.

Salomão sabia que as promessas de Deus são condicionais à resposta do homem: “Ó Senhor, Deus de Israel, não há Deus como Tu, nos céus e na terra, como Tu que guardas a aliança e a misericórdia a Teus servos que de todo o coração andam diante de Ti” (v.14). Há uma entrega a ser feita; uma experiência pessoal a ser vivida e compartilhada em forma de evidência de que é possível, pelo poder do Espírito Santo, andar em sinceridade e em fidelidade na presença de Deus. Essa entrega precisa ser diária: “para que Te temam, para andarem nos Teus caminhos, todos os dias que viverem” (v.31).

O Senhor aguarda com ardente expectativa que se repita a experiência de Enoque, de Noé, de Jó, dentre outros que viveram uma intensa e genuína intimidade com Ele. Homens e mulheres que O busquem “de todo o coração” (v.14) e que vivam para compartilhar as bênçãos da verdadeira piedade. O Deus “que falou pessoalmente a Davi” (v.4) é o mesmo que deseja falar comigo e com você hoje e todos os dias. O templo era um símbolo de comunhão pessoal e coletiva, de que o Senhor Se importava com cada indivíduo, mas também com a unidade do todo.

À semelhança da oração e súplica de Salomão, nossas orações devem ser carregadas das intenções mais nobres, santas e puras. Nossa vida deve ser uma casa ornada para a habitação do Eterno. Nosso coração deve ser lugar acessível ao Espírito Santo. O Senhor deseja nos ouvir, atender e perdoar, mas, antes, precisamos reconhecer a nossa necessidade dEle e nos submeter à Sua vontade. Para isso, precisamos ser regidos pela Palavra de Deus, “orando noite e dia, com máximo empenho” (1Ts.3:10).

Todos os dias estamos sujeitos ao pecado, “pois não há homem que não peque” (v.36). Esta condição, entretanto, não tem o poder de nos destruir, se aceitarmos que o nosso Criador, com Seu braço poderoso e mão estendida, nos refaça a cada dia. O Deus que é “conhecedor do coração dos filhos dos homens” (v.30) aguarda com paciência a decisão da última geração e o despertar de um povo que com “toda oração e súplica” (v.29) declare ao mundo quem de fato Ele é. Um povo que erga o clamor do terceiro anjo, encharcado da chuva serôdia; que diga ao mundo: “Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus” (Mt.4:17).

É hora de volver os nossos olhos para a “eterna habitação” (v.2), para o Senhor que habita “em nuvem espessa” (v.1), e andar nesta Terra como aqueles que “manifestam estar procurando uma pátria”, que “aspiram a uma pátria superior, isto é, celestial” (Hb.11:14 e 16). Acreditem: após o “bom combate” (2Tm.4:7), há um lugar de repouso à nossa espera. Entreguemos o nosso coração ao Senhor. Permitamos que Ele nos ensine o bom caminho em que devemos andar e que o Seu amor nos transforme, “de glória em glória, na Sua própria imagem” (2Co.3:18), e nossas orações serão ouvidas e atendidas “como prometera o Senhor” (v.10).

Senhor, nosso Deus, Tu és grande e os céus e até os céus dos céus não Te podem conter. E nós somos pecadores. Mesmo assim, o Senhor deseja não somente habitar conosco, mas em nós. Que sublime e precioso privilégio! Pai, ajuda-nos a andarmos em fidelidade e humildade na Tua presença! Que a Tua graça, a Tua verdade e a Tua justiça estejam sempre guiando o nosso caminho, de modo que os que vierem atrás de nós vejam que andamos nas pegadas de Cristo Jesus. Em nome dEle nós Te oramos, e desde já, Te agradecemos, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, santos do Altíssimo!

Rosana Garcia Barros

#2CRÔNICAS6 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



II CRÔNICAS 6 – COMENTÁRIO PR HEBER by Jeferson Quimelli
24 de abril de 2026, 0:30
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II CRÔNICAS 6 – Perdão divino é uma maravilhosa graça outorgada ao pecador. Ninguém merece perdão. Perdão é fruto da graça.

Merecedores de sentença de morte receberem o perdão de Deus é um extraordinário milagre gracioso da Onipotência.

A oração de Salomão na inauguração do templo é uma súplica por aceitação, reconciliação e perdão. O sábio Salomão foi claro quando disse: “Quando pecarem contra Ti, pois não há ninguém que não peque, e ficares irado com eles”, e sofrendo as consequências se arrependerem e orarem: “Pecamos, praticamos o mal e fomos rebeldes” e, assim, “voltarem para Ti de todo o coração e de toda sua alma […] então, dos Céus, lugar da Tua habitação, ouve a sua oração e súplica, e defende a sua causa. Perdoa o teu povo, que pecou contra Ti” (II Crônicas 6:36-39).

• Impressionante! Só quem reconhece quão insignificante e miserável pecador e também conhece Quem realmente é Deus, pode fazer uma prece tão profunda como a que se encontra em II Crônicas 6.

Salomão sabia que Deus não caberia no esplendoroso templo que acabara de Lhe construir (II Crônicas 6:1-2). Suas palavras são extremamente pensadas, depois de abençoar o povo. Note a seguinte frase de sua oração de dedicação do templo:

“Mas será possível que Deus habite na terra com os homens? Os céus, mesmo os mais altos céus, não podem conter-Te. Muito menos este templo que construí! Ainda assim, atende a oração de teu servo e ao seu pedido de misericórdia […] Ouve o clamor e a oração que teu servo faz hoje na Tua presença” (II Crônicas 6:18-19).

Além disso, creio ser um dos pontos altos da oração Salomônica a preocupação que ultrapassa os limites do povo de Deus. Salomão contempla aos estrangeiros em sua intercessão. Isso revela que sua preocupação primária é que todos os povos da Terra conheçam o nome de Deus e O temam (II Crônicas 6:32-33). Uau… que oração!

• Refletindo atentamente sobre os destaques acima, percebo que tenho muito a aprender com Salomão.

Atenção! Todos precisam de perdão. Quem já é membro do povo de Deus, e quem ainda não é. Importa saber que o perdão está disponível indiscriminadamente para todos!

Vamos usufruir da graça do perdão e reavivarmo-nos, para então testemunharmos de De



II CRÔNICAS 5 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
23 de abril de 2026, 1:30
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Texto bíblico: II CRÔNICAS 5 – Primeiro leia a Bíblia

II CRÔNICAS 5 – BLOG MUNDIAL

II CRÔNICAS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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II CRÔNICAS 5 by Jeferson Quimelli
23 de abril de 2026, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2cr/5

O edifício do templo está terminado. Agora é hora de trazer o mais sagrado dos tesouros de Israel – a arca da aliança.

Com cuidado os sacerdotes conduzem a arca passando ao lado do altar de sacrifício, então através do Lugar Santo, até alcançarem o Santo dos Santos. Tudo é feito de acordo com o padrão celeste.

Agora, a arca é colocada em seu lugar, perfeitamente centrada no meio de um quadrado perfeito. A arca é um símbolo do lugar onde Deus Se assenta no Seu trono de domínio universal. Esse domínio se baseia no amor e justiça perfeitos, resumidos nos Dez Mandamentos. E é por isso que os Dez Mandamentos e somente eles estão de forma especial guardados na arca do concerto.

Quando os sacerdotes saem do Lugar Santo, cantos e louvores enchem o ar. Tudo o que temos registrado das belas canções está resumido no versículo 13: “Porque Ele é bom, porque a sua misericórdia dura para sempre.” Esta simples frase resume a verdade que necessitamos desesperadamente. Na presença de um Deus perfeito com uma lei perfeita, precisamos de Sua misericórdia perfeita.

Pastor Scott Griswold
Recrutador de Missionários
Apoio a Projetos para o Sudeste da Ásia

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ch/5
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



II CRÔNICAS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
23 de abril de 2026, 0:50
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859 palavras

A arca de Deus, que era o objeto mais sagrado, é trazido até o templo. Este texto faz paralelo com 1Rs 8:1-12. Andrews Study Bible.

Por que é colocada tanta ênfase no templo no Antigo Testamento? … (5) Ele preparou o povo para o Messias. No Novo Testamento, Cristo disse que Ele veio para cumprir a Lei, não destruí-la. Hebreus 8:1, 2 e 9:11, 12 usa o ritual do templo para explicar o que Cristo realizou quando morreu por nós. Life Application Study Bible.

1 Assim, se acabou. Este verso, na realidade, se encaixaria melhor no final do capítulo 4, pois resume os materiais mencionados. No relato paralelo ele é o último verso do capítulo (1Rs 7:51). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol 3, p. 227.

O templo demorou sete anos para ser construído. Life Application Study Bible.

2 Cidade de Davi. A arca havia sido guardada numa tenda na Cidade de Davi. A Cidade de Davi era a área mais baixa, no extremo sul da cidade de Jerusalém: a velha fortaleza jebusita de Sião, conquistada or Davi, onde ele fez a residência real (2Sm 5:6-9; 1Cr 11:5, 7). CBASD, vol 3, p. 227.

Sião. O nome foi primeiro utilizado para a cidade de Davi, mas depois foi aplicado a toda a cidade de Jerusalém. Andrews Study Bible.

3 todos os homens de Israel. A arca foi trazida com a presença de uma imensa assembleia de anciãos de Israel, que vieram prestigiar a solenidade. Bíblia de Estudo Mathew Henry.

Festa. A Festa dos Tabernáculos, também chamada a Festa da Colheita (Êx 23.16). Bíblia Shedd.

no sétimo mês. No mês de Tisri, quando acontecia a Festa dos Tabernáculos, que comemorava a habitação de Israel no deserto (Lev 23:33-34). Andrews Study Bible. [NC: E prefigurava que Jesus “tabernacularia” ou “viveria em tendas”, ou “viveria temporariamente” entre nós.]

6 sacrificaram carneiros e bois. Quando … a lei é escrita no coração, a arca do concerto é colocada ali para que se torne o templo do Espírito Santo … haverá grande satisfação naquela alma. Bíblia de Estudo Mathew Henry.

10 Até ao dia de hoje. Se todo o livro das Crônicas foi compilado após o exílio (ver Introdução a Crônicas, p. 107-109), o compilador aqui preserva uma declaração feita antes da destruição do templo (2Rs 24:13; 25:9, 13-17) e da ocultação da arca numa caverna (ver PR, 453). CBASD, vol 3, p. 228.

Sob inspiração divina, alguns livros da Bíblia foram compilados e editados de outras fontes. Tendo em vista que 1 e 2 Crônicas cobriam muitos séculos, eles foram compilados de várias fontes por uma simples pessoa. A frase “aí estão … até os dias de hoje” (v.tb. 1Rs 8:8) foi retirada de material escrito anteriormente ao exílio de Judá em 586 a.C. Apesar de 1 e 2 Crônicas terem sido compilados após o exílio e após a destruição do templo de Salomão, o escritor julgou ser melhor deixar esta frase na narrativa. Life Application Study Bible.

Horebe. Outro nome para o Monte Sinai, onde Deus apareceu a Moisés (Êx 3:1). Andrews Study Bible.

Nada havia na arca. Na arca propriamente dita se encontravam apenas  as duas tábuas de pedra que continham a lei de Deus. O vaso de maná e a vara de Arão já não estavam mais ali (ver com. de 1Rs 8:9). CBASD, vol 3, p. 228. [cf. Nm 17.10-11 e Êx 16.32-34.]

Supõe-se que esses artigos foram perdidos, talvez enquanto a arca estava na mãos dos filisteus. Bíblia de Estudo NVI Vida. [ou, “… talvez se perderam durante a época dos juízes, o qua se prolongara por quatro séculos”. Bíblia Shedd.]

Fez aliança. A lei de Deus foi a base da antiga aliança que Deus fez com Israel no Horebe quando o povo saiu do Egito (Êx 19:5-8; 34:27, 28), e também foi a base da nova aliança, segunda a qual Ele prometeu escrever essa lei no coração (Jr 31:33, 34). CBASD, vol 3, p. 228.

11 Todos os sacerdotes. Normalmente, o serviço do templo se dividia entre os 24 turnos de sacerdotes (1 Cr 23.6 a 24.31; Lc 1.8-9). Cada quinzena servia um novo turno; mas a solenidade de um acontecimento daquela relevância exigia a presença integral do corpo sacerdotal. Bíblia Shedd.

12-13 Crônicas enfatiza o uso da música no culto (ver 1Cr 15.16, nota). Bíblia de Genebra.

12 Asafe e Hemam e Jedutum. Os três músicos líderes no templo indicados por Davi. Os cantores mencionados são seus descendentes cuja execução de músicas sagradas coincidiu com a aparição da nuvem divina. Andrews Study Bible.

13 Para louvarem o SENHOR e render-Lhe graças. A música é uma forma de adoração, e o louvor e as ações de graças são um importante elemento da oração. Enquanto as pessoas elevavam a voz em alegre louvor a Deus e em grata lembrança de Suas maravilhosas misericórdias, o Senhor Se aproximou, e uma nuvem encheu o templo. CBASD, vol 3, p. 228.

porque ele é bom … para sempre. Uma linha familiar de louvor descritivo que honra a Deus por sua bondade e misericórdia perpétuas (7.3, 6; Sl 106.1; 107.1, 136). Bíblia de Genebra.

a casa se encheu de uma nuvem. Dessa forma, Ele simbolizou a Sua aceitação de que este templo significava para Ele o mesmo que o tabernáculo de Moisés significava. Assim, Ele considerou a fraqueza e debilidade daqueles a quem se manifestava, os quais não conseguiam suportar o brilho da luz divina. Bíblia de Estudo Mathew Henry.

Os profetas esperavam que a glória de Deus retornasse ao templo após o exílio na Babilônia (Ez 43.1-5; Ag 2.7-9; Zc 2.10; 8.3). Bíblia de Genebra.