Comentário devocional:
Isaías é um artista que com palavras cria belos quadros mentais. Neste capítulo, o primeiro quadro é o do Vale da Visão (v. 1), em que ele retrata o que acontecerá com Jerusalém. Ele descreve as pessoas no topo de suas casas, assustadas porque as ruas da cidade estavam cheias de barulho por conta daqueles que haviam sido feridos na batalha (v. 2). Além disso, os governantes tinham fugido da cidade, mas foram capturados (v. 3).
Isaías se sente terrivelmente mal a respeito deste desastre a ponto de chorar amargamente e pedir para ficar só (v. 4). Segundo Isaías, este “dia de alvoroço, de atropelamento e confusão” vem “da parte do Senhor” (v. 5).
Joel profetizou um dia semelhante, aplicando-o à Segunda Vinda de Cristo, em um outro vale: “pois o dia do Senhor está próximo, no vale da decisão” (Joel 3:14 NVI). Em Joel, os santos estarão em segurança na Sião celestial e o Senhor mesmo será o refúgio para o Seu povo (Joel 3:16).
As pessoas mencionadas por Isaías não alcançaram esta segurança. Para eles este é um dia de choro e grande “clamor que vai até aos montes (v. 5d). Parece até que Isaías está pintando para nós o que acontecerá pouco antes da segunda vinda de Cristo.
O próximo quadro pintado em palavras por Isaías também descreve Jerusalém. Os vales próximos estavam cheios de cavalos e carros prontos para o ataque (v. 6, 7). Então, o Senhor remove a proteção de Judá (v. 8). O problema com os habitantes da cidade de Davi, era de que eles dependiam das armas guardadas no Palácio da Floresta (v. 8b. Ver 1 Rs 7:2-6; 10:17-21) em vez de no Senhor.
Eles repararam as paredes, fizeram túneis para canalizar água para dentro dos muros (2 Rs 20:20; 2 Cr 32:4,5, 30) e, em seguida, derrubaram algumas casas para fortalecer os muros (v. 9-10). Mas faltou a eles, neste momento, o foco adequado para seu choro e lamentações (semelhante ao que acontecerá no tempo do fim). Eles choravam por causa das ameaças humanas que estavam sobre eles, mas deveriam chorar pelo seu pecado e dureza de coração. Seu foco não estava em Deus, mas em outras coisas. Eles diziam: “comamos e bebamos, porque amanhã morreremos”(v.12-14). Não houve sacrifícios nem sinal de arrependimento, mesmo em face da morte (v. 14).
Em outro quadro, Isaías retrata Sebna, o responsável pelo Tesouro do rei, que deseja ter um funeral real para si em Jerusalém (v. 15-16). A punição pela sua arrogância seria ser agarrado pelo Senhor, ser embrulhado como uma bola e atirado para um enorme país, morrendo ali, em vergonha (v. 17-18). Em seu lugar Deus convocaria o Seu servo, Eliaquim (v.20), que teria autoridade e poder. Ele será como uma “estaca em terreno firme” (v. 23 NVI) e quando ele abre ou fecha uma porta, ninguém pode fechá-la ou abri-la (v. 21-23), o que nos lembra a autoridade suprema de Jesus (Apoc. 3:7). Deus honra seus servos humildes e fiéis.
A seguir, Isaías parece voltar aos primeiros quadros que retratam o cerco e queda de Jerusalém e que também podem retratar a situação dos últimos dias: “Naquele dia, anuncia o Senhor dos Exércitos, a estaca fincada em terra firme cederá” (v. 25 NVI). Na Segunda Vinda, honras, graduações, títulos, certificados, placas, medalhas, coroas, mantos humanos nada valerão e serão retirados, porque para a ressurreição e a mudança para o céu, eles não são mais necessários.
Querido Deus,
Isaías nos convida a refletirmos sobre o tempo do fim e nós Te agradecemos por isso. Impressiona-nos com a importância de colocar a Ti colocá-lo em primeiro lugar em nossas vidas. Aceita e fortaleça a nossa decisão de Te escolher e de desprezar o mundo por amor a Jesus. Amém.
Koot van Wyk
Coreia do Sul
Texto bíblico: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/21/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Isaías 22
Comentário devocional:
Isaías recebeu do Senhor uma visão da queda de Babilônia que foi derrubada pelos medos e persas sob Ciro em 538 aC. Esta visão foi dada pelo Senhor, como podemos ver no versículo 19, que diz: ” Babilônia, a jóia dos reinos, … será destruída por Deus, à semelhança de Sodoma e Gomorra” (NVI). Imagens vívidas brilharam diante dos olhos de Isaías e ele percebeu que sua audiência poderia confundir esses eventos com a vinda do Senhor no fim dos tempos. Ele queria tornar distintos estes dois eventos mas ele discorre sobre ambos.
Sabemos do sonho de Nabucodonosor em Daniel 2, que o mundo e seus reinos chegarão ao seu fim quando a Pedra atingir os pés da imagem. Os anjos são os instrumentos de indignação de Deus para destruir a terra (Is 13:5). Isto não se aplica somente à Babilônia ou ao território entre os dois grandes rios [Mesopotâmia], mas, sim, a toda a terra. “Chorem, pois o dia do Senhor está perto; virá como destruição” (v. 6). “Castigarei o mundo por causa da sua maldade” (v. 11) – não apenas os babilônios, mas o mundo inteiro. “Por isso farei o céu tremer, e a terra se moverá do seu lugar … no dia do furor da sua ira.” (v. 13).
Então Isaías pinta em detalhes um quadro da queda de Babilônia (v. 17-22). O Senhor diz a Isaías, cerca de 163 anos antes, que Babilônia seria derrubada pelos medos e os persas. Deus colocou limites aos reinos da terra desde o império Assírio nos dias de Isaías até a Segunda Vinda. A queda de Babilônia seria tão completa que ninguém mais a habitaria, nem mesmo os animais e os pássaros. “O tempo dela está terminando, e os seus dias não serão prolongados. Seu tempo está prestes a vir e os seus dias não se prolongarão” (v. 22).
Querido Deus,
Concede-nos a perspectiva de Isaías para que estejamos sempre seguros da Tua vitória final. Amém.
Koot van Wyk
Coreia do Sul
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/13/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto original: Isaías 13
Filed under: confiança em Deus
Comentário devocional:
Escolhemos chamar nosso primeiro filho de Andrew [André], o nome do discípulo que disse a seu irmão onde encontrar Jesus, o Messias (João 1:40-42). Demos à nossa filha mais velha o nome Susana, o nome de uma dos “muitos” que ajudaram a fornecer alimentos para Jesus e seus discípulos (Lucas 8:3). Demos à próxima filha o nome de Rebekah [Rebeca], que quer dizer “Alegria”, porque ela foi uma surpresa agradável ao nascer quando já éramos maduros e porque sempre consideramos nosso casamento um milagre, tanto quanto encontrar Rebeca foi uma resposta à oração do servo de Abraão (Gênesis 24).
Isaías era filho de Amoz (Isa. 1:1, 2 Rs. 19:2). Não sabemos o nome de sua mãe. No entanto, podemos ter certeza de que seus pais hebreus estavam bem conscientes do significado do seu nome: “Yahweh salva”. Tudo o que sabemos sobre a esposa de Isaías é que ela é chamada de “profetisa” (v.2). O nome de seu primeiro filho era Sear-Jasube (Isa. 7:3), que significa “um remanescente voltará.” O nome de seu segundo filho era Maher-Salal-Hás-Baz (Isa. 8:1), “rapidamente até os despojos, agilmente até a pilhagem” (nota NVI), que significa que os assírios viriam saquear Israel e a Síria por se oporem a eles (v. 4).
Este capítulo também contém algumas promessas:
– “Deus está conosco” (v.10), é a primeira;
– Para aqueles que confiam no Senhor, Ele será “um santuário”, mas para aqueles que não confiam, Ele lhes será como uma “pedra de tropeço” (v.14 NVI);
– Aqueles que esperam no Senhor ansiosamente porão a sua esperança Nele (v. 17). Mas aqueles que não dedicam o seu coração inteiramente para Cristo são vulneráveis a ser seduzido por “espíritos” (v.19), impressionados por falsas predições e emoções não fundamentadas em verdades bíblicas. A Bíblia deixa claro que os mortos não sabem nada (Ecl. 9:5-6). Isaías 8:20 enfatiza a importância de confiar inteiramente nas promessas de Deus. Vale muito memorizá-las.
Senhor, ajude-nos a Te obedecer e a depositarmos nossa confiança e nossa força somente em Ti, para que sejamos dignos de Teu nome. Por favor, reaviva-nos por Tua Palavra, e transforma-nos enquanto mantemos nossos olhos em Ti. Amém.
Pr. Lloyd e Sheila Schomburg
EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/8/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: Isaías 8
Comentário devocional:
O rei Uzias tornou-se orgulhoso de suas realizações e confiante de que não precisava prestar contas a ninguém. Um dia ele entrou presunçosamente no Templo e realizou o ministério atribuído exclusivamente aos sacerdotes. Quando repreendido pelos sacerdotes, o rei ficou furioso. Imediatamente foi atingido com lepra (II Cr. 26:16-21).
Em contraste com o rei Uzias, vemos o profeta Isaías em pé, à sombra do pórtico do Templo, sentindo-se indigno de entrar. Como ele poderia ter certeza de que Deus o estava chamando para reprender os líderes orgulhosos, obstinados e presunçosos como o rei? Tal ousadia era perigosa. Enquanto esses pensamentos giravam em sua cabeça, Isaías é levado em visão e lhe parece que as paredes do templo são levantadas. Mas, o que ele vê é mais do que o lugar Santíssimo do templo terrestre. Ele contempla a sala do trono do céu, onde o Rei dos reis está rodeado por coros de seres celestiais que cantam “Santo, Santo, Santo!” (v.3 ARA e NVI).
Condenado por sua própria indignidade e pela iniquidade de seu povo, Isaías grita “Ai de mim! Estou perdido!” Ele se pergunta como poderia sobreviver depois de ver o Rei do universo, o “Senhor dos Exércitos” (v.5 NVI). Então um anjo traz uma brasa do altar e Isaías recebe a certeza de que seu pecado é perdoado. Ele ouve então a pergunta: “Quem irá?” E a sua resposta é: “Eis-me aqui, envia-me!” (v.8 NVI).
Durante os 60 anos de ministério de Isaías, sempre quando enfrentava oposição, provações e perseguições, tudo que ele precisava se lembrar era desta visão. Ele tinha visto o Rei celestial!
Nós também um dia O veremos face a face; mas agora O vemos somente pela fé.
Com certeza houve momentos em que você, assim como Isaías, também já se sentiu indigno. Você já se sentiu um fracasso tentando ganhar almas ou na criação dos filhos, em aconselhamento matrimonial e mediador de conflitos…? Então, através de milhões de maneiras que só Deus tem, a Bíblia promete uma palavra de encorajamento ou, quem sabe algum ato de bondade foi feito a você encorajando-o a dizer: “Eis-me aqui, envia-me!”?
Perdoa e reaviva-nos, Senhor, para que os outros nos vejam como incentivadores, graciosamente pacientes, amantes de Jesus, que agradecidamente guardam os Teus mandamentos. Somente Tu és digno. Pela fé, nossos olhos estão fixos em Ti, nosso Rei que breve retornará. Amém.
Pr. Lloyd e Sheila Schomburg
EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/6/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: Isaías 6
Comentário devocional:
Isaías 4:1 é a conclusão do tema iniciado no capítulo 3. A tragédia de Judá em não confiar em Deus resultou em guerra. Com a perda de homens em batalha, as mulheres egoístas em Jerusalém (ao contrário da mulher virtuosa descrita em Provérbios 31:10-31) competiam entre si pelo casamento com os homens sobreviventes. Elas supersticiosamente acreditavam que era uma maldição divina não ter filhos. Em vez de confiar em Deus e esperar pacientemente pela Sua vontade e Seu tempo, estavam dispostas a uma solução humana incompleta (diversas mulheres casadas com um só homem).
Em meio a uma mensagem de desgraça, Isaías encoraja os corações ansiosos para que vejam no futuro um pequeno remanescente de sobreviventes que seriam “chamados santos” (v.3 ARA e NVI). Hoje, enquanto um mundo sem fé caminha para a auto- destruição, aqueles que vêem Jesus como “o Renovo do Senhor” ( v.2), e O aceitam como Salvador pessoal, experimentarão o cumprimento dessas promessas messiânicas. Paz, perdão e salvação estão disponíveis a toda pessoa, de qualquer raça. O evangelho eterno mencionado em Apocalipse 14:6 não tem fronteiras nacionais.
O ministério de Jesus no Santuário nos oferece a limpeza de nossa “impureza” (v. 4 NVI).
À medida que seguimos para a Canaã celestial, temos a promessa de sermos cobertos por uma nuvem de proteção e glória (v.5). Jesus será o nosso “abrigo e sombra para o calor do dia, refúgio e esconderijo contra a tempestade e a chuva” (v.6 NVI) , tal como prometido nos Salmos 91 e 46. Que bendita esperança!
Oração: Obrigado Senhor por nos dar Tua grande salvação, tão rica e livre. Seja o que for que o futuro nos reserva, permita-nos, por Tua graça, sermos sempre fiéis a Ti. Amém.
Pr Lloyd e Sheila Schomburg
EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/4/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Isaías 4
Comentário devocional:
Foi muito triste o que aconteceu na esquina perto da minha casa, onde morava uma jovem família com três crianças entre as idades de seis meses a seis anos. Mark, o marido, foi diagnosticado com câncer. Em menos de seis meses, ele morreu em sua casa, nos braços de Beth. Logo após, Beth perdeu o emprego. Em seguida, veio um tornado que quase pôs abaixo a sua casa. E, para completar, uma das crianças foi diagnosticada com uma doença que exigia cuidados constantes. Que situação difícil!
Hoje Beth está casada com um homem de Deus, um marido e pai maravilhoso, e eles vivem felizes juntos em um novo lar.
Apesar de gostar de finais felizes, não é a vida nova de Beth que mais me fortaleceu espiritualmente nessa história toda. É a confiança inabalável que minha amiga Beth tem em Deus, tanto nos bons quanto nos maus momentos. Nem uma única vez durante os tempos difíceis eu a ouvi reclamar, desistir, ou questionar o porquê de tantas dificuldades. Em meio a tudo o que atravessou, ela sempre soube que iria se recuperar e que seus maus momentos eram apenas um revés temporário. “Pois ainda que o justo caia sete vezes, tornará a erguer-se” (Provérbios 24:16a NVI).
Esse não é apenas um provérbio agradável a ser usado como consolo a quem passa por dificuldades. É a verdade, experimentada e testada por milhares de pessoas que sofreram o pior da vida na Terra. Se você está passando por uma situação difícil sinta-se consolado com a certeza do amor de Deus por você e a promessa de dias melhores à frente, seja neste mundo ou no porvir.
Querido Senhor, Tu guiaste os filhos de Israel quando eles enfrentaram situações difíceis. Por favor, guia também a minha vida. Dê-me a coragem que eu preciso para atravessar momentos difíceis sempre confiando em Tuas promessas. Amém.
Fylvia Fowler Kline
Hope Channel, USA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/pro/24/
Traduzido por JAQ/GASQ/JDS
Texto bíblico: Provérbios 24
Comentário devocional:
Este é mais um salmo de Davi. É o seu grito de angústia quando estava sendo perseguido por pessoas que tinham sido seus amigos mas agora retribuíam o amor com ódio.
O salmo tem três seções principais. Na primeira, nos versos 1 a 10, Davi pede a Deus que lute contra os que lutam contra ele. Davi deseja que eles sejam derrotados e envergonhados. Ele quer que a destruição venha inesperadamente sobre seus inimigos ao caírem eles em suas próprias armadilhas preparadas para ele.
A segunda seção está nos versos 11-18, onde Davi descreve seus inimigos. Eles são testemunhas falsas, acusando-o do que ele não fez . Eles o recompensam com mal o bem que Davi tem feito a eles. Quando estavam doentes, ele jejuou e orou por eles, pensando que eles eram verdadeiros amigos. Davi se sente traído quando, na sua adversidade, esses “amigos” se alegraram e se uniram contra ele, sem o seu conhecimento.
A última divisão é versos 19-28. Davi apela a Deus para intervir em seu nome. Ele ora para que Deus não permita que seus inimigos se alegrem sobre ele. Ele pede que Deus o defenda de modo que aqueles que verdadeiramente o amam alegrem-se e louvem a Deus .
Pai, não é natural a amar os nossos inimigos. Mas Você prometeu que nós podemos fazer todas as coisas em Cristo, que nos fortalece. Dá-nos a graça de sempre escolher amar e fazer o bem aos nossos inimigos. Sabemos que podes suprir o poder para fazê-lo. Em nome de Jesus. Amém !
Secretário Executivo da IASD
Divisão Centro-Ocidental da África
Traduzido por JAQ/Revisado por JDS
Texto bíblico: Salmo 35
Leitura do dia 11/09/2013
Neste Salmo Davi roga a Deus por misericórdia e libertação de sua angústia. No versículo 5, ele lembra a Deus que “Entre os mortos ninguém se lembra de ti. Do túmulo, quem te louvará?” (NIV). Em outras palavras, apresse-se e livra-me antes que eu morra, enquanto ainda posso louvar o seu nome!
Você, assim como Davi, já se sentiu sobrecarregado emocionalmente a ponto de ficar exausto fisicamente? Jesus lhe convida a ir a Ele, depositar sobre Ele os seus fardos, e encontrar descanso nEle (Mateus 11:28-30).
Que seus cuidados e preocupações sejam aliviados hoje, porque Jesus, está levando a sua carga.
Jackie O Smith
Silver Spring, Mariland, USA
Traduzido e adaptado por JDS/JAQ
Comentário devocional:
Não temos como conhecer a música associada ao Salmo 4. Mas, por ter sido escrito para instrumentos de corda, a lira e a harpa, que eram instrumentos ligados a músicas mais tranquilas (em oposição aos de sopro e percussão), sabemos que este salmo era associado a momentos de meditação e oração.
Este salmo foi chamado de Oração Vespertina e visto como sequência do Salmo 3, conhecido como Oração Matutina. O Salmo 4 descreve a paz e tranquilidade do salmista ao chegar à noite na confiança de que do mesmo modo como Deus o ajudou a superar as dificuldades e angústias do dia (v. 1), não o desamparará também à noite. A confiança no cuidado e no poder de Deus dá àquele que O ama paz, tranquilidade e sono sereno. Ainda que cercado de dificuldades, ele sabe que Deus está com ele.
“O cristão que compartilha a confiança do salmista não precisa temer durante o sono da noite, nem em meio aos deveres do dia (cf Sl 121). “(Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 721).
Enquanto os materialistas negam a importância da espiritualidade para a felicidade do homem (“Quem nos fará desfrutar o bem?” v. 6, NVI), a experiência do salmista lhe diz que a alegria que Deus lhe colocou no coração é mais plena e duradoura do que aquela proporcionada por muitos bens (v. 7).
“A alegria do mundo baseia-se sobre cereal e vinho, mas o verdadeiro regozijo do crente depende de sua comunhão com Deus (Fp 4.4)” (Bíblia Shedd).
Que você possa experimentar a paz e a proteção decorrente de se refugiar no Senhor.
Senhor,
Chama-me a um relacionamento íntimo conTigo para que eu possa conhecer a verdadeira felicidade, confiança e paz em todos os momentos.
Jeferson Quimelli
Filed under: confiança em Deus
Comentário devocional:
No Capítulo 39 Deus concluiu sua explicação sobre Sua capacidade de criar uma ampla gama de animais com características peculiares. No capítulo anterior, um animal enorme (Behemoth) foi descrito com características semelhantes a um hipopótamo. Agora, no capítulo 41, um outro animal de grande porte (liwyathan) é apresentado com características que lembram o crocodilo.
Deus pergunta a Jó: 1) Se ele pode arpoar este grande animal. 2) Se ele pode “prender sua língua com uma corda” (v. 1, NVI) [Sabidamente, a língua é a parte mais sensível de um crocodilo]. 3) Se Jó pode colocar uma corda em seu nariz, ou 4) Atravessar sua mandíbula com um gancho (v. 2).
O animal é descrito com características semelhantes a um crocodilo, mas pode simbolizar também um poder maligno, Satanás (ver Is 27.1; Sl 74:14; Ap. 12:7; 13:1). 4) “Você imagina que ele vai implorar misericórdia e dizer palavras amáveis?” (v. 3, NVI) [isto nos lembra as “amáveis” palavras ditas a Eva]. 5) Será que este animal “fará um acordo com você para que o tenha como escravo pelo resto da vida?” (v. 4, NVI) [o pecado é quem faz dos homens escravos do mal que com ele tentam brincar]. 6) Você vai conseguir brincar com ele como um animal de estimação? (v. 5). 7) “Se puser a mão nele, a luta ficará em sua memória” (v. 8, NVI) [Eva tomou o fruto de suas mãos e desde aquele momento a batalha nunca mais cessou].
Deus pergunta, ainda, a Jó: “Não será derrubado aquele que se levanta contra mim?” (v. 10, tradução do original pelo autor). Na batalha cósmica final, a batalha do Senhor, Satanás será finalmente erradicado. Deus ainda diz: “Eu não vou ficar em silêncio acerca dele e de seus ramos” (v. 12, tradução do original pelo autor). Esta pode ser uma alusão aos anjos que seguiram a Satanás e também foram expulsos do céu. Sabemos que Deus agiu e agirá firmemente contra Satanás e seus anjos, a quem liderou enganosamente para a queda (cf. Apoc. 12 e 20).
Cristo é vitorioso. Ele é Rei dos reis e Senhor dos senhores. Nenhuma criatura, semelhante a qualquer animal, é mais forte do que Ele. Como resultado dessa revelação de Deus, Jó declara no capítulo 42:2: “Eu sei que você pode fazer todas as coisas”.
Querido Deus,
Aprendemos que não devemos temer nada fora, ou em torno de nós, mas, sim, o que existe dentro de nós e nos separa de Ti. Sabemos que se Te aceitarmos como Rei dos Reis, compartilharemos da Tua vitória na batalha final contra o mal, a qual porá um fim na história do pecado e dará início a uma eternidade de paz. Conceda-nos o privilégio de estar ao Teu lado hoje e sempre. Amém.
Koot van Wyk
Universidade Nacional Kyungpook
Sangju, Coreia do Sul
Traduzido e adaptado por JDS/JAQ
texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/job/41
Texto bíblico: Jó 41