Filed under: acontecimentos finais | Tags: arrependimento, confiança em Deus, conversão, rebeldia
Comentário devocional:
Isaías começa o capítulo descrevendo um problema de rebelião pela grande maioria do povo de Deus, que os levou a procurar refúgio no lugar errado (v. 1). Judá procurou refúgio no Egito sem consultar a Deus (v. 2a-c).
Quando fazemos alguma coisa sem consultar a Deus certamente entraremos em dificuldades. Isaías adverte o povo acerca da inutilidade de confiar no Egito a fim de obter segurança no futuro (v. 5-7).
Isaías descreve vividamente a situação espiritual de Judá. “Esse povo é rebelde; são filhos mentirosos, filhos que não querem saber da instrução do Senhor. Eles dizem aos videntes: ‘Não tenham mais visões!’ e aos profetas: ‘Não nos revelem o que é certo! Falem-nos coisas agradáveis, profetizem ilusões’ ” (v. 9-10, NVI). Há uma rejeição geral da Palavra de Deus (v. 12b).
Quando não se confia no Senhor, se está confiando automaticamente no mestre da opressão e o resultado é a instabilidade (v. 13). O colapso vem de repente (v. 13c). O fim dos ímpio é o mesmo de Satanás (v. 14): total e definitiva destruição.
Então Isaías apresenta a solução: “Em vos converterdes e em sossegardes está a vossa salvação” (v. 15b ARA). Se o povo se voltasse arrependido para o Senhor, confiando em Sua bondade e obedecendo às Suas instruções, a nação poderia ser poupada. O problema é que eles não estavam dispostos em assim proceder (15d).
Quando um ser moral livre escolhe fazer o que é errado, Deus se entristece, mas respeita a decisão tomada. Mas, de acordo com Isaías, Deus espera ansiosamente a oportunidade de ser benigno para com seus filhos. “O Senhor espera o momento de ser bondoso com vocês; ele ainda se levantará para mostrar-lhes compaixão. Pois o Senhor é Deus de justiça. Como são felizes todos os que nele esperam!” (v. 18, NVI).
Isaías mostra, então, o que está reservado àqueles que se refugiam em Deus e nEle depositam sua confiança (versos 19-26). Eles serão guiados pelo Espírito de Deus, que lhes dirá: “Este é o caminho, andai por ele” (v. 21 ARA). Isso indica que muitos abandonarão seus ídolos e retornarão à obediência aos mandamentos de Deus (v. 22).
Apesar das dificuldades enfrentadas por todos nós, um dia o Senhor curará todas as feridas do Seu povo. Isso ocorrerá por ocasião da Segunda Vinda, quando os corpos dos fiéis serão transformados e tornados incorruptíveis. O Senhor será para eles o sol da justiça, sete vezes mais brilhante do que o sol (v. 26).
Isaías mostra no final do capítulo a situação do mal quando Deus se levantar. Cristo, o Messias Guerreiro, virá com poder e fogo destruidor contra o mal. Neste dia, enquanto os ímpios serão abalados, Isaías vê o remanescente em segurança e cantando cheios de alegria (v. 29).
Querido Deus,
Nosso maior anseio é sermos ressuscitados e renovados na Segunda Vinda. Permita-nos estar no Monte do Senhor para celebrarmos com músicas e canções o final da história do mal e o começo de uma nova criação. Amém.
Koot van Wyk
Coreia do Sul
Traduzido por JAQ/JDS
Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/30/
Texto bíblico: Isaías 30
Comentário devocional:
Isaías ainda está focando o fim dos tempos e a batalha divina de Cristo. “Naquele dia” o Senhor “castigará o Leviatã, a serpente veloz” (v.1b NVI). Lúcifer, ou Satanás, é a serpente veloz. Isto acontecerá no final do Milênio.” Deus o matará com “Sua espada severa, longa e forte” (v.1a NVI). Esta expressão parece demonstrar uma espada muito poderosa. Mas, na verdade, o Messias Guerreiro só precisa falar. Sua Palavra é Sua espada. O Leviatã é uma serpente torcida (v.1d ARA), porque ele torceu a Palavra de Deus para Eva no Jardim do Éden. A serpente na época era um animal voador e a mais bela das criaturas e Satanás a escolheu para abordar Eva.
No dia do julgamento executivo, Cristo tomará os espinheiros e roseiras bravas e as queimará completamente (v. 4). Neste capítulo, Cristo explica a Isaías que Ele tem uma vinha (v. 2) da qual Ele é o agricultor. “Eu, o Senhor, sou o seu Vigia” (v. 3a NVI). Ele é o protetor dela, a rega, e durante o tempo de angústia a protegerá “de dia e de noite para impedir que lhe façam dano” (v. 3b-c) .
O Senhor busca incessantemente os espinhos e abrolhos espirituais – enquanto há tempo – para que façam amizade com Ele (v. 5). Ele cuidará deles de tal maneira que eles se tornarão parte da vinha de Deus: “Que façam as pazes comigo” (v. 5c NVI), deseja o Senhor. O tempo de salvação antes do tempo do fim será um tempo em que Deus fará com que aqueles que vêm a Ele floresçam e deem frutos. O Israel espiritual encherá o mundo de frutos (v. 6). Mas antes que Cristo volte, um juízo investigativo acontece no céu para examinar cada vida para ver se é seguro mantê-la na terra restaurada.
Isaías então olha por cima do ombro para a platéia atrás dele e diz-lhes que as suas imagens de madeira e altares de incenso não ficarão inteiras e em pé. A cidade de adoração dos deuses será “abandonada, desabitada e esquecida como o deserto” (v. 10a NVI). Quanto aos adoradores destes deuses, o Senhor diz que são “um povo sem discernimento” e entendimento espiritual (v. 11c).
Isso é sério. Sempre foi a intenção de Deus de que todos tivessem acesso a ele, bem como um relacionamento. Como Ele diz em Oséias: “No lugar onde se dizia a eles:’Vocês não são meu povo’, eles serão chamados ‘filhos do Deus vivo’” (Os 1:10 NVI) (ver tb Rom. 9:6, 24-25).
João, o Revelador, escreveu: “Depois disso olhei, e diante de mim estava uma grande multidão que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, em pé, diante do trono e do Cordeiro, com vestes brancas e segurando palmas. E clamavam em alta voz: “A salvação pertence ao nosso Deus, que se assenta no trono, e ao Cordeiro”(Apoc 7:9,10 NVI).
Querido Deus,
Que nenhum de nós, que somos parte de sua vinha, seja encontrado seco e inútil. Amém.
Koot van Wyk
Coreia do Sul
Texto original: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/isaias/is-capitulo-27/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto original: Isaías 27
Comentário devocional:
Neste capítulo, Isaías retrata o coro dos justos com sua atenção dirigida à Sião Celestial (v. 1a-b). Eles cantam uma canção que diz que a salvação é o seu fundamento e suas defesas (v. 1c). Como num canto de romagem, ou de peregrinação, os salvos prestes a entrar na cidade pedem que se abram as portas para a entrada dos salvos, a nação dos justos, que se manteve fiel e da qual fazem parte (v.2).
A canção reflete as características de confiança daqueles que compõem a multidão de salvos: mantiveram paz espiritual porque guardaram um propósito firme de confiar em Deus somente (v.3). Confiaram no Senhor mesmo em condições extremas.
A razão para essa confiança “no Senhor” é que Ele é a Rocha eterna (v.4). Cristo é a Rocha-reino que, no sonho de Daniel 2 atinge todos os reinos e enche o mundo inteiro, por ocasião de Sua Segunda Vinda. Todos os reinos são, então, lançados ao pó (v. 5b). O justo, antes desamparado, agora andará sobre eles (v. 6). O Senhor é quem aplaina o caminho dos justos (v. 7). Eles andam nos caminhos da vontade do Senhor e confiam em Suas decisões (v. 8a). O nome e a lembrança do Senhor são o desejo de sua alma (v. 8b).
Isaías se inclui neste grupo a viajar para a Sião Celestial. Ele expõe que nos momentos escuros (à noite) sua alma anseia por Deus (v. 9a) e quando a luz se faz em sua vida (de manhã) ele deseja que Deus o acompanhe (por todo o dia) (v. 9b). Assim, seu espírito busca a Deus diligentemente porque sabe que é conhecendo a vontade de Deus e reconhecendo os Seus juízos que se aprende a justiça. (v. 9c-d).
Ao contrário do justo que reconhece os caminhos de Deus, os ímpios não aprendem a justiça (v. 10a ) e não reconhece a majestade do Senhor “(v. 10d ). Cegueira espiritual! Isaías diz que um dia o ímpio verá o zelo do Senhor pelo Seu povo e sentirá vergonha pela sua cegueira/por não ter visto o óbvio (v. 11b).
Isaías viu isso na visão e sentiu saudades do céu. Ele deseja profundamente a paz que Deus planeja para os Seus (v.12) e reconhece que já estivemos sob domínio de outros senhores, que ainda desejam voltar a nos dominar. Por isso dá graças a Deus pela liberdade (v. 13).
Nos versos restantes do capítulo, Isaías fala da angústia que virá aos justos (v. 16) antes que todas as coisas sejam restauradas, à semelhança do sofrimento da mulher em trabalho de parto (v. 17).
Lamenta que séculos de recebimento de bênçãos por parte de Israel não produziram resultados dignos, apenas o fracasso em cumprir o plano divino – não mais que vento (v. 18). E anseia por uma ressurreição espiritual de seu povo como também Ezequiel profetizou (Ez. 37:1-14) e como no futuro “os mortos em Cristo ressuscitarão” (1 Ts 4:16,17).
Ao final, Isaías fala ao seu povo que se esconda por um momento (v. 20) até que se passe a ira de Deus “para castigar os moradores da terra por suas iniqüidades”(v. 21 NVI). “Enquanto os primogênitos no Egito eram mortos, o povo de Deus devia permanecer nos seus lares (Ex. 12:22, 23). Durante as sete pragas, Deus convida Seu povo a fazer dEle seu esconderijo, que Ele seja para eles ‘refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações’(Sl 46:1). Assim protegido, Seu povo não deve temer ‘ainda que a terra se transtorne e os montes se abalem no seio dos mares’(Sl 46:2; cf. 25:5; 91:1-10). A ira de Deus dura ’por um momento’ (Is 54:8; cf. Sl 30:5). O juízo é, para o Senhor, ‘obra estranha’ (Is 28:21); mas o momento da ira divina contra os ímpios é também o de livramento e triunfo do povo de Deus”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 207.
Querido Deus,
Como Isaías, também estamos de joelhos. Nós oramos por nosso povo e entes queridos. Salva-nos, Senhor, em vosso reino quando vieres. Amém.
Koot van Wyk
Coreia do Sul
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/26/
Traduzido e adaptado por JAQ
Texto bíblico: Isaías 26
Comentário devocional:
Isaías continua a falar sobre o fim dos tempos. Satanás e o exército do céu serão “presos” pelas circunstâncias do milênio e a seguir, juntamente com os governantes da terra, serão punidos no julgamento executivo de Deus, quando serão destruídos (24:22). Então o Senhor “reinará no monte Sião” (24:25b NVI).
Isaías está tão entusiasmado que abre o capítulo 25 com um louvor de gratidão. Ele diz como Deus o impressionou com a realização das “maravilhas … há muito planejadas” (v. 1d NVI). O profeta vê as cidades do mundo transformadas em montes de entulho (v. 2a), cidades fortificadas em ruínas (v. 2b), palácios destruídos (v. 2c ) que jamais serão reconstruídos (v. 2d).
Um povo forte, o povo de Deus, entretanto, glorificará ao Senhor (v. 3a-b) porque durante todo o tempo, e em especial no tempo de angústia (Daniel 12:1), Deus foi “a fortaleza do necessitado” (v. 4b ARA), “refúgio contra a tempestade e sombra contra o calor” (v. 4c). O Senhor, neste tempo, subjugou os cruéis e silenciou o triunfo dos tiranos (v. 5a -b).
Isaías vê, ainda, o Senhor colocar um banquete para os salvos (v. 6a). Este é o período após a ressurreição de que fala Daniel ( Dan. 12:1-2). O ajuntamento dos ressuscitados significa que a morte foi destruída “para sempre” (v. 8a NVI). “Deus mesmo, então, “enxugará as lágrimas de todo rosto” (v. 8b), cena que João também contemplou (Apoc. 21:4).
Nenhum rei terreno permite que seu povo se assente com ele. Os salvos, entretanto, se assentarão com seu Deus e dirão: “Este é o nosso Deus; nós confiamos nEle, e Ele nos salvou. Este é o Senhor, nós confiamos nEle; Exultemos e alegremo-nos pois Ele nos salvou” (v. 9 NVI).
Por fim, Isaías mostra em contraste o destino dos inimigos de Deus (Moabe), quando Deus abaterá o orgulho deles a ponto de destruir completamente suas fortalezas e seus muros (v. 10-12).
O mal em todas as suas formas estará, então, totalmente exterminado naquele tempo em que o Senhor reinar em Jerusalém, “no monte Sião”.
Querido Deus,
Isaías nos faz almejar fortemente pelo nosso resgate e maravilhoso banquete no Monte Sião. Concede-nos o privilégio de participarmos desse grande evento. Amém.
Koot van Wyk
Coreia do Sul
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/25/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto biblico: Isaías 25
Filed under: acontecimentos finais | Tags: juízo, justiça divina, proteção
Comentário devocional:
Neste capítulo Isaías se refere ao fim dos tempos. Ele descreve vividamente uma série de eventos que acontecerão consecutivamente. Fenômenos devastadores acontecerão dentro do plano do Senhor (v. 1), o que também é mencionado em Joel 1:15. “O Senhor vai arrasar a terra … e espalhará seus habitantes” (v. 1 NVI). Estes eventos alcançarão a todos. O sacerdote sofrerá junto com o povo, o mestre com o servo, a senhora com sua criada, o credor com o devedor (v. 2).
“A terra será completamente arrasada e totalmente saqueada” (v. 3a), um tema que também é mencionado por outros profetas. Os mais altos líderes perderão o seu poder: “definham os nobres da terra” (v. 4). A terra está poluída e contaminada fisica e moralmente porque “seus habitantes … desobedeceram às leis, violaram os decretos e quebraram a aliança” (v. 5 NVI). Os que vivem na Terra são considerados culpados “e poucos homens restarão” (v. 6 ARA).
As colheitas sofrerão (v. 7). Cessarão as manifestações musicais (v. 8). As cidades ficarão em ruínas e as casas silenciosas (v. 10 e 12). Note que Isaías não está descrevendo apenas uma cidade, mas toda a terra (v. 13).
Neste tempo, os fiéis erguerão as vozes e cantarão de alegria (v. 14). O nome do Senhor, o Deus de Israel espiritual, é glorificado devido ao derramamento do Espírito em todo o mundo (Joel 2:28): “Desde os confins da terra ouvimos cantar: ‘Glória seja dada ao justo!” (v. 16 NVI).
O profetizado tempo de angústia fará os fiéis dizerem como Isaías: “Ai de mim … Os traidores agem traiçoeiramente!” conosco (v. 16 NVI). O terror confronta os habitantes da terra (v. 17). As pessoas fogem do terror, mas aquele que escapar de um perigo cairá em outro (v. 18). A descrição é de algo que não é humanamente concebido: “as represas do alto de abrem, e tremem os fundamentos da terra” (v. 18c NVI). A terra se despedaça, é sacudida violentamente, cambaleando como um bêbado (v. 19-20).
Neste dia o Senhor castigará o exército do céu (Satanás e seus anjos), assim como os reis da terra (v. 21). Os reis ficarão confinados ao túmulo e Satanás condenado à solidão na terra por 1000 anos. “Depois de muitos dias” [1000 anos], os reis viverão novamente e serão destruídos com Satanás” no julgamento executivo, pelo Messias Guerreiro, Jesus Cristo, em Sua erradicação definitiva do mal (v. 22).
No céu, o sol e a lua não serão mais necessários porque naquele tempo “o Senhor dos Exércitos reinará no monte Sião e em Jerusalém”, na presença de Seu povo (v. 23 NVI).
Querido Deus,
Isaías abre nossos olhos para o fato de que estás no controle da história e dos eventos futuros. Por favor, assuma também o controle de nossas vidas e cuida de nós, para que permaneçamos firmes alegres em meio aos perturbadores acontecimentos que ocorrerão ao nosso redor. Amém.
Koot van Wyk
Coreia do Sul
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/24/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Isaías 24
Filed under: acontecimentos finais | Tags: conversão, juízos divinos, salvação
Comentário devocional:
Agora Isaías escreve sobre os eventos que ele viu a respeito do Egito. Contudo, o que ele menciona não pode ser associado a qualquer evento histórico das dinastias do Egito. Em nenhum ponto da história Deus veio “cavalgando uma nuvem ligeira” (v.1 ARA) para lidar com o Egito. Nem mesmo Moisés disse que a nuvem escura que se interpôs entre os israelitas e seus perseguidores egípcios era Deus cavalgando sobre uma nuvem. Montar sobre as nuvens é um termo geralmente associado com a Segunda Vinda de Cristo. O original hebraico diz que o Senhor “vem ao Egito” (v. 1b ARA), e não “está prestes” a vir para o Egito. Estes eventos são mostrados a Isaías em visão e ele descreve o que viu.
Próximo à Segunda Vinda de Cristo, o Senhor fará várias coisas, como mostrado em vários versos 4a, 12c, 14, 16, 17, 19, 20, 21, 22 e 25. Estes eventos nos levam não a um fato histórico como muitos pensam, mas para o “tempo do fim” e à Segunda Vinda de Cristo.
O Egito, Babilônia e Roma simbolizam na Bíblia os centros de oposição a Jerusalém, a cidade de Deus. No tempo do fim, haverá egípcios contra egípcios (v. 2a), cidade contra cidade (v. 2c); divisão entre os detentores do poder. Eles recorrerão ao espiritismo (v. 3c-d). Deus entregará os egípcios nas mãos de Satanás, um mestre cruel/duro (v. 4), e forte (v. 4b). As águas do mar secarão (v. 5a), os canais de irrigação exalarão um cheiro forte, os braços do Nilo diminuirão (v. 6); pescadores lamentarão (v. 8); a indústria têxtil lamentará (v. 9), os grandes serão esmagados e os assalariados estarão em agonia (v. 10); os sábios conselheiros são tolos (v. 11), o que significa que toda a sabedoria do Egito não tem proveito nenhum (v. 12).
Estes não são eventos históricos referentes a humanos e refletindo confrontos entre impérios rivais. Este é o resultado da ação do Senhor dos Exércitos (v. 12c). Aqui, “exércitos” significam os Seus anjos que formam a nuvem que O acompanham quando Ele vier. Satanás levou o Egito ao erro através de seus ajudantes terrenos (v. 13, 14). “Naquele dia, os egípcios … tremerão e temerão ao levantar-se da mão do Senhor dos Exércitos, que Ele agitará contra eles (v.16 ARA).
Isaías então mostra o momento em que o Espírito do Senhor é derramado e a “terra de Judá” (v. 17 ARA) se tornará, pela vontade do Senhor, um terror para os ímpios no Egito. Isaías vê, então, que uma parte do Egito (cinco cidades) responderão ao chamado do Senhor (v. 18). Aqueles que respondem ao Espírito do Senhor “clamarão ao Senhor” por ajuda (v. 20b), quando oprimidos por sua nova fé “Ele lhes enviará um Salvador e Defensor que os libertará (v . 20c). No auge de tudo isso Miguel e Seus anjos vêm para os resgatar e salvar (Daniel 12:1-2).
“Assim, o Senhor se dará a conhecer aos egípcios, e naquele dia eles saberão quem é o Senhor. A Ele prestarão culto… farão votos ao Senhor e os cumprirão. O Senhor ferirá os egípcios; Ele os ferirá e os curará. Eles se voltarão para o Senhor, e Ele responderá às suas súplicas e os curará”(v. 21-22).
Querido Deus,
Fazei com que nos alegremos com a beleza da salvação e a conversão de outras pessoas durante os eventos finais da história. Que unamos as mãos com eles para cumprir o Teu propósito para toda a humanidade. Amém.
Koot van Wyk
Coreia do Sul
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/19/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: Isaías 19
Filed under: acontecimentos finais, Justiça | Tags: restauração, segurança
Este capítulo continua a profecia do cap. 13 a respeito da queda de Babilônia. A ênfase deste poema está na fidelidade de Deus e no cumprimento de Sua promessa de dar descanso ao Seu povo. De acordo com os versos 1-3 quando fosse liberto do cativeiro, o povo de Israel zombaria de seu opressor.
Isaías 14 pode ser visto como uma canção da vitória de Deus sobre o mal. O Senhor prometeu dar descanso ao Seu povo destruindo o rei da Babilônia (v. 4-6). Ele próprio entra na batalha para alcançar Seus propósitos. Então a terra exulta em cânticos (v.7).
Os traços de caráter do rei da Babilônia são tão similares aos de Satanás que é legítima uma identificação entre os dois (v. 12-14). Orgulho e egoísmo foram demonstrados por Satanás no Céu e duplicados na terra de forma notável pelo monarca babilônico.
A Assíria e a Filístia seguiram os passos de Satanás. A causa da verdade enfrentou muito inimigos ao longo dos séculos. Mas os dias dos que se opõem a Deus estão contados (v. 15).
Agora mesmo você pode estar sofrendo sob opressão e injustiça (v. 32). Não desista! Deus promete lhe erguer e libertar. Confie nEle e experimente vitórias espirituais hoje.
Pr Diego Stingelin
Curitiba, Paraná, Brasil
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/14, https://www.revivalandreformation.org/?id=939 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/14/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/03/10
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Isaías 14 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/