Reavivados por Sua Palavra


ECLESIASTES 4 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
5 de agosto de 2020, 1:10
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TEXTO BÍBLICO ECLESIASTES 4 – Primeiro leia a Bíblia

ECLESIASTES 4 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

ECLESIASTES 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO PR. HEBER TOTH ARMÍ

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ECLESIASTES 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
5 de agosto de 2020, 0:50
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1 … Opressões. Do heb. ‘ashuquim, de uma raiz que significa “oprimir”, “ser injusto com”, “extorquir”. Está relacionada a uma palavra árabe que significa “rudeza” ou “injustiça”.  Salomão se refere aos padecimentos dos fracos e pobres através da história (ver Jó 35:9; Am 3:9; cf 1Sm 12:4)…

Consolasse… O coração aflito anseia por palavras de consolo de alguém que o compreenda, e sua angústia se aprofunda quando ninguém o conforta (ver Sl 69:20; Lm 1:2).

2 … Mais do que os que ainda vivem. Comparar com Jó 3:13 e as palavras de Cristo referentes a Judas (Mt 26:24). Em certas más circunstâncias, e a partir de determinados pontos de vista, poderia ser melhor estar morto do que continuar a viver. É deste ponto de vista que Salomão escreve. Ele representa um estado de espírito despertado pelas desigualdades e maldades que resultaram de milhares de anos de pecado. Hoje, mais do que no passado, homens e mulheres sentem a futilidade da vida.

3. Mais […] feliz. Mediante a fé em Deus e firme confiança no salvador (Mt 11:28) se enfrenta melhor o pessimismo, que procede do diabo (comparar com a calma confiança de Paulo, em Rm 5:1).

4… Inveja. A rivalidade desperta inveja e amargura à medida que se intensifica a competição. O princípio aqui apresentado se aplica a condições de trabalho, rivalidade nos negócios, questões internacionais e relacionamentos pessoais.

Correr atrás do vento. Uma figura de linguagem que descreve a futilidade do sucesso mundano como garantia de felicidade.

6… Punhado de descanso. Literalmente, “completar a mão com serenidade”. O hebraico indica uma mão em concha.Sem dúvida, “serenidade” aqui se refere à paz mental…

Cheias de trabalho. Atividade intensa, uma agitação nervosa no empenho de realizar muito cada dia a fim de obter a recompensa máxima. Uma vida plena e feliz não depende de abundância de coisas desta vida.

7. Considerei outra vaidade. Salomão se refere a outro fenômeno da vida: a avareza.

8. Um homem sem ninguém. A descrição  é de uma pessoa solitária, sem amigos ou pessoas próximas…

Não tem filho nem irmã. Um quadro patético de solidão,  com pouco incentivo para estimular alguém em seus esforços. Trabalhar para prover as necessidades de pessoas amadas é uma tarefa nobre e traz satisfação…

Não se fartam de riquezas. Quanto mais se acumula, mais se deseja. A aquisição de riqueza se torna uma obsessão para o avarento (ver Pv27:20). Poucas pessoas estão contentes com sua sorte.

Nego à minha alma… É uma virtude cristã ser laborioso, porém, plenamente satisfeito sob a mão de Deus (Rm 12:11; Ef 4:28; 1Tm 6:8; Hb 13:5). A indolência é reprovável em um cristão (Pv 12:24; Ec 10:18)…

11. Se dois dormirem juntos. O v. 10 trata de auxílio e apoio na dificuldade; o v. 11, de conforto. Neste verso, Salomão se refere ao calor do dia seguido pelo frio da noite e a pobreza de uma pessoa comum, cuja única roupa de cama com frequência se consistia somente de sua vestimenta externa (ver Êx 22:26, 27).

12. Se alguém quiser prevalecer. Aqui são enfatizadas as bênçãos  da ajuda e da proteção. A mesma verdade se expressa no aforismo: “a união faz a força”.

Cordão de três dobras. Separadamente, três pedaços de corda podem se romper com facilidade, mas quando trançado em uma corda, é muito difícil rompê-las. Alguns comentaristas têm exagerado ao tentar explicar este verso. Eles pretendem ver aqui uma alusão à Trindade; citam incidentes como o amor e companheirismo entre Lázaro e suas irmãs Marta e Maria; e também a Cristo, quando escolheu três discípulos para acompanhá-Lo ao jardim do Getsêmani. tais exegeses fantasiosas devem ser evitadas.

13… E insensato. Seria melhor “mas insensato”.

14. Saia do cárcere… O significado é que um jovem pode vencer as desvantagens que enfrenta e, se for sábio e dócil para o ensino, se tornará um sucesso na vida. Ele poderá até mesmo ocupar os postos mais elevados da nação (ver 1Rs 11: 26-28).

15… O jovem sucessor. Este verso pode se referir ao entusiasmo que acompanha a ascenção do novo governante ao ocupar o lugar do que foi deposto.

16… Tampouco […] se hão de regozijar nele. A aclamação pública  de hoje pode se  transformar em condenação pública amanhã. José, no Egito, ilustra a inconstância da recompensa do mundo (Êx 1:8).

Fonte: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3.



Eclesiastes 4 – Comentário Pr. Heber Toth Armí
5 de agosto de 2020, 0:40
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ECLESIASTES 4 – A realidade em que vivemos:

1. No mundo enfrentamos grandes desafios, lidamos com opressões de diversas formas e tamanhos (vs. 1-3).

2. A preguiça é um tipo de acomodação que resulta em autodestruição, contudo, o trabalho excessivo produz o mesmo resultado (vs. 4-8).

3. Mais importante do que fortunas neste mundo – que é o palco do grande conflito, a arena onde o bem e o mal se confrontam –, são as amizades verdadeiras (vs. 9-12).

4. Poderes políticos e popularidade que alguém pode alcançar duram bem menos que a vida; o desejo de mais poder de quem chega lá é prova suficiente de que tais conquistas são insignificantes (vs. 13-16).

A vida é injusta neste mundo inflamado de ambição e inveja, egoísmo e orgulho (vs. 1-4). Os sofrimentos são exacerbados para alguns indivíduos. Ficamos chocados com a fúria do mal contra o bem:

· Terrível violência; brutalidade familiar; grosseria no trabalho. Assaltos, assassinatos, vinganças, crueldades com crianças, estupros, abortos – quanta gente sem coração, quantas atitudes desumanas. Satanás faz do mundo um inferno, e nós sentimos isso na pele.

· Lágrimas secretas, preocupações infindas e soluções escassas sem alguém para ajudar. Oprimidos, sequestrados, roubados, expulsos, abandonados, rejeitados, solitários – quanta gente carente sem receber algum consolo.

· Vítimas inocentes, esmagadas por opressores cruéis, frios e calculistas; ninguém parece perceber ao seu redor pessoas rindo por fora, mas vegetando por dentro – assim é a dura realidade que muitos maquiam e mascaram com lindos sorrisos fingindo serem fortes neste mundo fragilizado pelo pecado.

· Solidão, trabalhar compulsivamente, dificuldades de relacionamento, ganância e coração duro – tais características são geradas por orgulho e egoísmo.

Muitos se escondem atrás de prazeres, riquezas, status, de tudo – mas quem não tem o discernimento anestesiado pelas máscaras e maquiagem, consegue ver na sociedade a dura realidade deprimente. Salomão percebeu e, registrou!

· É unicamente possível obter sentido nesta vida ao fazer de Deus seu amigo (vs. 9-12). Ele é amigo incomparável!

Nada, senão Deus preenche o vazio da alma. Nada, senão Deus nos satisfaz. Nada, senão Deus nos eleva das mazelas deste mundo efêmero para uma existência com propósito, somente assim valerá a pena curtir os poucos anos que temos neste planeta.

· Nada, senão Deus enche nosso coração de paz, felicidade e satisfação indescritíveis (I Pedro 1:8; Romanos 14:17).

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ECLESIASTES 3 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
4 de agosto de 2020, 1:10
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TEXTO BÍBLICO ECLESIASTES 3 – Primeiro leia a Bíblia

ECLESIASTES 3 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

ECLESIASTES 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

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ECLESIASTES 3
4 de agosto de 2020, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ec/3

Eu não sou uma mulher paciente. Não gosto de esperar por nada e por isso a lição mais difícil para mim aprender tem sido ficar quieta e esperar em Deus. Muitas vezes prejudiquei os planos de Deus por causa da minha impaciência e impulsividade para fazer o trabalho, estragando tudo. Felizmente, Deus tem uma paciência imensa!

Salomão nos lembra que há uma estação para tudo. Há tempo para trabalhar e tempo para descansar – e também tempo para fazer uma pausa e esperar por Deus. Cabe a Ele tomar a decisão sobre o que é verdadeiro a respeito de uma pessoa e fazer o trabalho que precisa ser feito se esse indivíduo se desviou. Enquanto isso, precisamos nos concentrar em trabalhar em nossas próprias vidas a fim de nos tornarmos a pessoa que precisamos ser para Deus.

Serei a primeira a admitir que tudo isso é um enorme desafio e Deus ainda tem muito trabalho a fazer comigo.

Jill Simpson Marier
Primeira Igreja Adventista do Sétimo dia de Augusta
Lincolnton, Geórgia, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=908
Comentário da rodada anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2017/05/03
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli



ECLESIASTES 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
4 de agosto de 2020, 0:50
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1. … Propósito. De uma palavra hebraica cuja raiz significa “deleitar-se em”, “ter prazer em”. O substantivo basicamente significa ” aquilo em que alguém se deleita”, seja uma profissão ou um passatempo.

4. … Prantear. … É um termo específico para se referir às ruidosas lamentações públicas e expressões de luto manifestadas pelos povos orientais (ver 2Sm 3:31; Jr 4:8; 9:17-22; 49:3).

Saltar de alegria. Ou, “dançar” (NVI). Nos tempos antigos, especialmente no Oriente, a dança era uma parte importante das cerimônias religiosas e festivas (ver 2Sm 6:14, 16; 1Cr 15:29; cf. Mt 11:17; ver com. de Êx 15:20; 32:19).

5 Juntar pedras. Referência à remoção das pedras que estavam no campo impedindo o cultivo, e a utilização delas para construir cercas entre as propriedades ou muros de contenção para os campos e vinhas (ver Is 5:2, 5).

8. … De guerra. Talvez uma ilustração sobre a verdade desta afirmação é que a batalha do grande dia do Senhor, ainda por vir (Ap 16:15-17), será seguida pela paz eterna (Ap 21:22).

10. Trabalho. Ver com. de Ec 1:13. A severa disciplina da vida, necessária ao que busca a imortalidade (ver Rm 2:6, 7) está sob as mãos de um Pai amoroso e onipotente.

11 … Eternidade. Do heb ‘olam, de uma raiz que significa “esconder”, “obscuro” (ver com. de Êx 12:14; 21:6). A tradução de ‘olam como “mundo” (ARC) é mais incomum. Ocorre frequentemente como “eternidade”, “duradouro”, “continuidade”. Nos pensamento humano está implantada uma preocupação profunda com o futuro. Esta consciência do infinito no tempo e no espaço desperta insatisfação com a natureza transitória das coisas da vida (ver com. do v. 14).

No coração. Ou seja, nos pensamentos dele. É desígnio de Deus que o ser humano compreenda que o mundo material não constitui a essência de sua existência. Ele está unido a dois mundos: fisicamente a este mundo, porém mental, espiritual e psicologicamente ao mundo eterno. Apesar da consciência obscurecida pelo pecado, o homem ainda parece ter percepção de que deveria continuar a viver para além dos estreitos limites desta vida transitória.

14. Eternamente. Da mesma palavra hebraica traduzida como “mundo”e “eternidade” no v. 11 [‘olam] (ver com. do v. 11). Aqui Salomão afirma a imutabilidade da vontade divina que atua nos assuntos humanos (ver Sl 33:11; Is 46:10).

15 O que é já foi. Este verso indica a plenitude e permanência das obras de Deus. Em certo sentido, com Ele não há passado nem futuro. A eternidade está sempre presente (ver Ap 1:8).

16 No lugar do juízo. Ou, “lugar de justiça”, isto é, o lugar dedicado à administração da justiça. Suborno e corrupção permitiram que a impiedade reinasse nos átrios sagrados da dispensação da justiça.

18 … Prove. Literalmente “purificar”(ver Is 52:11; Dn 11:35; 12:10), “selecionar”, “testar”, “provar”. Salomão expressou o desejo de que Deus testasse as pessoas como uma medida disciplinar, a fim de purificá-las e limpá-las (ver Jó 5:17; 23:10…).

19 … Morre. Este fenômeno inescrutável da morte acontece a todos os seres viventes, sejam humanos ou animais…

Fôlego. do heb. ruach. Quando o sopro de vida se vai, morre a criatura vivente, seja humanos ou animal (ver com. do v. 21).

Nenhuma vantagem. Todas as criaturas viventes, sem distinção, morrem quando cessa o fôlego. As consequências físicas da morte são as mesmas. As aparências externas não sugerem superioridade para o ser humano. Mas, por meio da fé na Palavra inspirada, cremos que Deus os redimirá do poder da sepultura Iconizei 15:51-58).

21 Quem sabe […]? …O destino do corpo é conhecido: ele retorna ao pó, por meio de um processo de desintegração, mas a sabedoria humana não pode assegurar o que acontece ao “espírito” ou “fôlego”, exceto que “retornará a Deus” (…)…

Fôlego. … Note que tanto o ser humano quanto o animal possuem um ruach e que o ruach do ser humano é “o mesmo do animal”. Se o ruach ou “fôlego” do ser humano se torna uma entidade consciente desencarnada na morte, o mesmo deveria acontecer  com o ruach dos animais. Mas a Bíblia em nenhum lugar afirma que, na morte, um “espírito” consciente, continue a viver fora do corpo. E nenhum cristão faz tal afirmação com relação aos animais. No v. 21, Salomão incredulamente pergunta quem sabe e pode provar que o ruach do ser humano sobe enquanto que o dos animais desce. Salomão desconhecia esse processo e duvidava que alguém o soubesse.

22 Alegrar-se […] nas suas obras. Ou seja, encontrar contentamento e satisfação no que esta vida tem a oferecer. Esta é a perspectiva normal de uma pessoa cuja fé não está firmemente baseada nas coisas eternas.

O que será depois dele? O que jaz  além da sepultura escapa ao alcance do conhecimento humano… Há cristãos que, como os saduceus da Antiguidade, não creem na ressurreição futura. Porém, Deus é o Deus dos vivos (ver Mat 22: 23-32) e os “filhos de Deus” (IJo 3:1,2) viverão novamente. Jesus Cristo tem assegurado a vida eterna além do túmulo (ICo 15:16-22; 2Tm 1:10).

Fonte: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3.



ECLESIASTES 3 – Comentário Pr Heber Toth Armí
4 de agosto de 2020, 0:40
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ECLESIASTES 3 – Estava Salomão delirando quando escreveu Eclesiastes? Estava ele depressivo, desanimado ou incrédulo para ser tão negativista? Em minha opinião ele estava, na verdade, escrevendo com intenção de alertar o leitor para não ser acometido de depressão, desânimo e incredulidade – delirando numa existência insignificante.

“Eclesiastes incomoda muitos leitores cristãos, diz… Desde o começo, quando declara que tudo é inútil (1.2), parece ser escandalosamente pessimista e negativo em relação à vida. Alguns se perguntam por que esse livro está na Bíblia. Mas se examinarmos o ambiente e a mensagem do livro com cuidado, descobriremos que Eclesiastes nos confronta e nos direciona para Deus de uma forma que poucos livros fazem” (Duane A. Garrett).

Leia o capítulo em tua Bíblia, depois analise estes pontos com oração:

• Nosso tempo é efêmero, passageiro; ansiamos pela eternidade no íntimo da alma. Além disso, há uma instabilidade em nossa existência. Nada é permanente, e não temos controle absoluto sobre tudo o que queremos. Isso é frustrante, a não ser que confiemos tudo nas mãos do Eterno Deus (vs. 1-15);

• A política é instável, não é confiável. As esferas do poder político estão empapuçadas de corrupção de toda sorte. Há malandragem de todos os tipos e exploração dos cidadãos constantemente. Isso é deprimente, a não ser que confiemos que Deus fará justiça sobre cada uma das injustiças cometidas pelo governo (vs. 15-17);

• A vida também é efêmera; nunca sabemos quando será nosso último suspiro, ou da pessoa que amamos e dependemos. Na luta pela vida somos derrotados pela morte. Assim como animais, os humanos morrem – e, não vão aproveitar as benesses do Céu ou enfrentar pavores no inferno. Isso também é deprimente, a não ser que confiemos no plano de salvação e aceitemos a morte de Jesus que nos traz vida eterna (vs. 18-22).

“Ao contrário do que muitos pensam, Eclesiastes não expõe uma espécie de ceticismo ou desencanto com a vida. O livro revela a avaliação feita por alguém que teve o privilégio de viver a vida com intensidade e descobrir que a mesma é totalmente vazia se não vivida em Deus. A própria sabedoria tão ovacionada em Provérbios é tida como tola quando usada para interesses pessoais e objetivos mesquinhos” (Josué Gonçalves).

Anima-te! Viva de verdade consagrando-se diariamente! – Heber Toth Armí.

[Texto publicado originalmente em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2017/05/03/eclesiastes-3-comentario-pr-heber-toth-armi/%5D



ECLESIASTES 2 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
3 de agosto de 2020, 1:10
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TEXTO BÍBLICO ECLESIASTES 2 – Primeiro leia a Bíblia

ECLESIASTES 2 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

ECLESIASTES 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

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ECLESIASTES 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
3 de agosto de 2020, 0:50
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1. Disse comigo. Aqui a parte racional da mente de Salomão fala com a parte que representa o desejo físico e a satisfação…
Eu te provarei. Ou seja, “fazer um teste” ou “experimentar” para descobrir os resultados de determinado modo de agir.
Alegria. Ou “prazer”. A palavra hebraica tem significado amplo: “felicidade”, “prazer”, “júbilo”, todas elas denotando satisfação física. Aqui, seu uso está limitado às emoções e apetites despertados ao participar dos prazeres terrenos, embora em outros lugares a palavra possa denotar alegria e felicidade religiosas.
Goza, pois, a felicidade. Literalmente, “pareça bem”, isto é, “aproveite bem as boas coisas da vida”. Um moderno idiomatismo equivalente seria “divirta-se”. Salomão se propôs sorver os prazeres que o mundo oferece até se saciar, na busca de satisfação duradoura.

3. Dar-me ao vinho. Ou melhor, “refrescar meu corpo com vinho”…
Regendo-me […] pela sabedoria… Salomão pretendia que o bom senso lhe permitisse satisfazer o apetite e a paixão com moderação. Em outras palavras, ao iniciar a experiência (…), ele se propôs a não ser tão imprudente, nem se exceder. Essa, naturalmente, é a intenção da maioria das pessoas que cedem aos prazeres sensuais. Porém, a ideia de que é possível utilizar moderadamente as coisas erradas, é um engano fatal.
Loucura. Talvez, nesse caso, signifique “o que pode levar ao pecado” sem ser algo pecaminoso em si mesmo. Parece que Salomão procurou estas experiências para tirar o máximo proveito delas, visando aprender pela experiência o que a satisfação tinha a lhe oferecer, porém, sem permitir que ela o dominasse.
Até ver. Aqui Salomão declara explicitamente seu propósito. Ninguém o obrigou a se portar de forma tão arriscada e insensata. Deus não podia elogiá-lo por essa conduta.
Homens. Do heb. ‘adam, o termo genérico que inclui homens e mulheres …

4. … Vinhas. Comparar com Ct 8:11. A condição econômica do povo comum nos dias de Salomão é sugerida em I Reis 4:25: “cada um debaixo da sua videira e debaixo de sua figueira”.

5. Jardins. Literalmente, “cercos”, do verbo “encerrar”, “cercar”. Devido ao fato de cabras, asnos e outros animais no Oriente Médio pastarem sem restrições, é impossível ter um jardim sem uma cerca forte e bem conservada.
Pomares. Do heb. pardes … era um parque ou área real preservada e cercada…

6. Açudes. As chuvas da palestina não fornecem água suficiente (…). A irrigação já era necessária nos tempos antigos, quando os agricultores escavavam cisternas e reservatórios…

7. Servos e servas. Uma grande comitiva de servos e trabalhadores seria necessária para manter os vastos projetos de Salomão. A rainha de Sabá ficou admirada com a quantidade de empregados nas suas obras (IRs 10:5). Ele utilizou escravos não hebreus (IRs 9:21; 2Cr 8;8) bem como um grande número de servos hebreus submetidos a um tipo de escravidão mais branda…

8. … Cantores. Salomão deve ter feito muitas festas e recebido visitantes de vários países. Isso requeria grande grupo de artistas profissionais (ver 2Sm 19:35; Am 6:5).

9. … Preservou também comigo a minha sabedoria … A expressão pode significar que a sua sabedoria se manteve com ele no sentido de ajudá-lo a adquirir todas as suas posses e também guardá-lo de praticar excessos…

11. … Correr atrás do vento. Banquetes, festividades, música e prazer sensual não fornecem satisfação duradoura. De acordo com João 4:24, literalmente, “Deus é espírito” e não “um espírito” no sentido de ser um espírito entre muitos, mas essencial e absolutamente espírito. O ser humano deve se aproximar de Deus mediante seu próprio espírito. Somente nesse tipo de união o ser humano pode encontrar perfeita satisfação e contentamento. Salomão observou que todos os prazeres do mundo eram como o “vento”, “sopro” ou “correr atrás do vento”…

12. Passei a considerar… Salomão havia experimentado e tomado nota das alegrias materiais da vida. Então, ele começou a examinar a sabedoria e a tolice de forma realista…
Já fizeram. A pessoa inferior que viria “depois do rei” dificilmente poderia esperar fazer mais do que Salomão já tinha realizado. Ele havia comprovado o vazio e a futilidade dosa prazeres deste mundo, portanto, o assunto podia ser considerado resolvido.

13. Luz traz mais proveito do que as trevas... Nesta figura de linguagem se compara “a luz” com o desenvolvimento espiritual e mental e “as trevas”, com a depravação moral e mental…

15. … Também isso era vaidade. Salomão raciocinava que a ambição e o esforço para progredir na vida não têm valor, são um mero e fugaz alento. Na verdade, à parte de Deus, não há resposta para os enigmas da vida. A verdadeira finalidade da existência somente se encontra quando o ser humano cresce em sabedoria divina e organiza sua vida em harmonia com a vontade de Deus (ver Mt 6:33).

16. A memória não durará para sempre. Tanto o tolo quanto o sábio são rapidamente esquecidos poe seus semelhantes. Esta afirmação é verdadeira no que se refere a este mundo, mas uma pessoa que organiza sua vida de acordo com a sabedoria divina é lembrada para sempre (Sl 112:6; Pv 10:7) e pode se alegrar com confiança porque seu nome está escrito no Céu (Lc 10:20; Fp 4:3).

21. Destreza… o pensamento de Salomão era: mesmo que uma pessoa tenha sido habilidosa e bem-sucedida, ela ainda deixa os frutos de seu trabalho a alguém que não contribuiu na sua edificação e que, portanto, é incapaz de valorizá-los

23. Dias. Em contraste com “noite”. As horas de trabalho foram plenas de atividade, e a “noite”, para examinar as labutas do dia. Salomão parece não ter compreendido completamente as bênçãos da disciplina do esforço, tristeza e desapontamento (ver Jó 35:10; cf Rm 8:35; 2Co 12:9; Hb 12:11; Ap 3:19).

24. Comer, beber. Salomão apresenta suas conclusões baseadas nas experiências vividas. Ele sente que o ganho final é nulo, portanto, por que não comer e beber e se alegrar com as coisas que a vida oferece?…
Da mão de Deus. É da vontade de deus que o ser humano não apenas desfrute os frutos de seu trabalho, mas que também encontre prazer em realizar suas tarefas. Esta expressão também sugere que Salomão reconhecia o soberano poder de Deus, e o desenlace feliz que Ele reserva para Seus filhos a despeito de sofrimentos e desapontamentos.

26. Porque Deus dá… Salomão confessa a onipotência e a vigilância onipresente de Deus, que não abandona o ser humano…
Ajunte. O pecador desperdiça a vida em trabalhos que não o levam ao reino eterno. Tudo o que ele acumula é apenas para esta vida. Ele labuta para ajuntar riquezas e as acumula, mas não com um propósito eterno (ver Mt 13:12; 25:28; Lc 12:20)…
Correr atrás do vento… A ênfase está no fato fundamental de que Deus dispõe como Lhe apraz.

Fonte: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3.



ECLESIASTES 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
3 de agosto de 2020, 0:40
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ECLESIASTES 2 – O sábio rei Salomão escreveu três livros inspirados por Deus:
• Primeiramente, “Cântico dos cânticos”, quando era jovem;
• Depois, “Provérbios”, quando já era homem maduro;
• Finalmente, “Eclesiastes”, na terceira (ou, melhor) idade.

“Eclesiastes é um livro indigesto, difícil de engolir. Mas uma de suas características admiráveis é que suas palavras estão firmemente arraigadas na experiência de vida do próprio autor. O Eclesiastes não está dentro de sua biblioteca particular filosofando sobre o significado da existência. Ele abraçou a existência, experimentou o que lhe pareceu interessante experimentar e daí tirou conclusões. Não foi um homem de pesquisas, de levantamentos sociais e de médias de amostras colhidas; não era homem de fazer senso. Ele fala com a autoridade de quem experimentou pessoal e intensamente cada uma das vivências mencionadas” (Ed René Kivitz).

Após analisar e refletir sobre a vida, com o dom da sabedoria divina lhe outorgado com generosidade, sob a regência do Espírito Santo, Salomão deixa-nos um extraordinário legado filosófico.

No capítulo em pauta, o vazio da vida é claramente revelado (vs. 1-23) na insignificância…
1. …dos prazeres;
2. …dos bens materiais (dinheiro);
3. …do trabalho;
4. …do conhecimento.

Deus quer nossa felicidade no prazer, nos bens materiais, no trabalho e na sabedoria, o que só será possível com Ele!

William MacDonald vai direto ao ponto quando afirma: “Cinema, televisão e outras mídias comerciais divulgam a mentira de que o ser humano pode construir um céu particular aqui na terra. Entretanto, Salomão descobriu que o mundo só tem cloacas e esgotos a oferecer, ao passo que o Senhor oferece água da vida”.

• Sem Deus nossa vida é como se estivéssemos na fossa. A insatisfação é insaciável. Atividades intensas tendem a amenizar, mas não satisfazem nossa sede por felicidade e paz.
• Com Deus, até as coisas simples que fazemos ganham sentido! Temos paz e satisfação na alma!

Relacionamento intenso com Deus é o segredo de uma existência feliz, realizada e satisfeita (vs. 24-25). As bênçãos de Deus devem ser vividas corretamente, senão também trarão resultados deprimentes (v. 26).

“Uma vida tão centrada em si mesma é o próprio inferno na terra” (Kivitz). Portanto, estar satisfeito com a vida é um dom de Deus. Desfrute com sabedoria divina cada dia, independente de onde você estiver! Apressa-te! – Heber Toth Armí.