Reavivados por Sua Palavra


ISAÍAS 15 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
5 de setembro de 2020, 1:10
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TEXTO BÍBLICO ISAÍAS 15 – Primeiro leia a Bíblia

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ISAÍAS 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
5 de setembro de 2020, 0:50
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15:1-16:14 Profecia ou oráculo contra Moabe (ver também 25:10 e, nos escritos de outros profetas, Jr 48:1-47; Ez 25:8-11; Am 2:1-3; Sf 2:8-11). A origem de Moabe remonta à história de Ló e suas filhas (Gn 19:30-38; ver também Nm 22-25). O antagonismo entre Moabe e Israel é comprovado em uma das maiores descobertas arqueológicas, a chamada pedra Moabita (do nono século a.C., encontrada em 1868), na qual o rei Mesa celebra sua vitória sobre Israel. … Israel não recebeu permissão para guerrear contra eles durante o processo de conquista (ver Dt 2:1-23). Bíblia de Estudo Andrews.

1 Sentença contra Moabe. Ou, “mensagem solene com respeito a Moabe”. … Pouco se sabe da geografia política e da história de Moabe, e, portanto, muito dessa profecia não está claro. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.

Moabe. País a leste do mar Morto e inimigo perpétuo de Israel (v.25.10; 2Rs 13.20). Quir. Orivavelmente Quir-Haresete, 24 km ao sul do rio Arnom e talvez capital de Moabe nesse período. “Quir” significa “cidade”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Moabe … oprimiu Israel e invadiu suas terras (Jz 3:12-14), lutou contra Saul (1Sm 14:47) e contra Davi (2Sm 8:2, 11, 12). Moabe seria punida por tratar Israel cruelmente. Life Application Stuby Bible Kingsway.

Esta profecia começou a cumprir-se em 712 a.C., nas invasões de Sargom II, da Assíria na Palestina …, e em 701, quando Senaqueribe repetiu a invasão, chegando até Jerusalém. Outros golpes foram sofridos entre 600 e 590 a.C., nas invasões dos caldeus, e depois os persas e árabes foram reduzindo a nação inexpressiva. Bíblia Shedd.

2 Dibom. Uma cidade 5 km ao norte do Arnom, onde foi achada a famosa “Pedra de Moabe”, no ano 1868. A pedra é uma inscrição descrevendo as guerras entre Moabe e Israel (cf 2 Rs 3.4-27). Rapada. No oriente, o raspar voluntário da barba era sinal de luto. Bíblia Shedd.

altares idólatras (NVI; ARA: “montes”). Santuários erigidos no cume dos montes, e em geral associados ao culto pagão. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Nebo … Medeba. Na famosa Pedra Moabita, o rei Mesha se vangloria de ter sido ordenado por Quemos [divindade pagã] a tomar Nebo de Israel, e de ter sitiado a cidade e matado 7 mil homens, mulheres e crianças, os quais ofereceu a seu deus. Mesha declara que Medeba foi tomada por Onri [rei do reino de Isarel do Norte], que com seu filho Acabe, a ocupou por muitos anos. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.

3 roupas de lamento. Roupas toscas (v. Jó 16.15; Jr 48.37; Lm 2.10), feitas de pelos de bode. Bíblia de Estudo NVI Vida.

4 Hesbom. O pranto seria ouvido mais ao norte. Hesbom (Tell Hesban) está cerca de 10 km ao norte de Medeba e 24 km a nordeste da foz do Jordão. Os armados de Moabe clamam, sua alma treme. Era tão terrível o açoite que viria sobre Moabe que mesmo os soldados estariam em pânico e gritariam de terror. Os que deveriam ajudar não poderiam fazê-lo, os que deviam ter coragem se encheriam de terror. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.

5 Zoar. Cidade situada no extremo sudeste do mar Morto (cf Jr 48.34). É para Zoar que Ló fugiu de Sodoma (Gn 19.20-23). Luíte. Nome de um pico ao oeste do monte Nebo, a 1,6 km de distância, que se consagrava aos sacrifícios oferecidos aos ídolos. Novilha de três anos. Símbolo da plenitude, do vigor e da saúde, ou possivelmente, nome de uma cidade que, transliterando do hebraico, seria Eglate-Shelishia .. Não se descobriu, porém, nenhum lugar com este nome. Bíblia Shedd.

Beer-Elim. Beer significa “poço”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

6 As águas de Ninrim. Mencionadas também em Jeremias 48:34, e talvez seja o local de um reservatório usado para fins de irrigação. Acredita-se que Ninrim ficava junto a um leito de rio que desembocava nas margens ao sudeste do Mar Morto. Quando o reservatório foi destruído, a área ficou desolada. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.

9 Dimom. Um rio perto do extremo sul do mar Morto, que forma a divisa entre Moabe e Edom. O Rolo do mar Morto traz “Dibom” (cf v 2). Bíblia Shedd.

um leão. Referências ou ao exército (v 5.29; Jr 50.17), ou a leões de verdade (v. 13.21,22). Bíblia de Estudo NVI Vida.



ISAÍAS 15 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
5 de setembro de 2020, 0:40
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ISAÍAS 15 – Jonh Knox observou e declarou: “Os amigos de Deus vão e vêm são e salvos”. Podemos acrescentar que inimigos dos amigos de Deus sofrerão grandes consequências. Tal inimizade surgiu desde Gênesis 3:15, passou por Gênesis 4 e chega até nossos dias.

Moabe surgiu da união incestuosa de Ló com uma de suas filhas (Gênesis 19:30-38). Embora fossem parentes de Israel, a inimizade era declarada contra o povo de Deus (Números 25, 31; Deuteronômio 23:3).

Inimigos do povo de Deus declaram inimizade contra o próprio Deus. No fim dos tempos tal inimizade seria bem nítida como se vê em Apocalipse 12, 13 e 14. Contudo, Deus está no controle de tudo. A profecia de Isaías 15 evidencia a soberania divina sobre os poderes da oposição, opressão e destruição.

Ter amizade com Deus suscita inimizade com os o inimigos de Deus; contudo, vale muito mais a pena ser amigo de Deus do que não ser. Veja isso bem claramente na profecia em pauta:
• Cidades fortes que se opõem ao Autor da vida se tornam cidades destruídas. Ar e Quir revelam que não vale a pena dar rédeas soltas aos pecados (v. 1);
• Grandes religiões, intensos rituais e buscas perseverantes a deuses falsos é perder tempo; pior ainda, espiritualidade fraudulenta atrai a ira do Deus verdadeiro e a situação torna-se intensamente desesperadora (vs. 2-3);
• Os que causam terror aos servos de Deus serão assombrados com terror a tal ponto de entrar em pânico. A lei de semeadura é colher muito mais do que se planta. É importante saber qual o tipo de semente se está plantando, pois geralmente a colheita é farta. É sábio aprender a lição com os que erram (v. 4);
• Mesmo que o povo inimigo colha as terríveis consequências de suas atitudes cruéis, aqueles que têm coração regido por Cristo não devem se alegrar com a desgraça deles. Isaías se compadeceu, apiedou-se e clamou pelos aflitos (vs. 5-9).

Os juízos de Deus antes do fechamento da porta da graça são recheados de graça visando o arrependimento. Caso não houver sinal de reconhecimento de pecados, os juízos iniciais resultarão num juízo final. Isso está nítido no capítulo em pauta e na profecia das sete trombetas dos capítulos 8 a 11 de Apocalipse.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 14 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
4 de setembro de 2020, 1:10
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TEXTO BÍBLICO ISAÍAS 14 – Primeiro leia a Bíblia

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ISAÍAS 14 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
4 de setembro de 2020, 0:40
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ISAÍAS 14 – Cada nação tem sua versão da guerra em que se envolveu; assim como duas pessoas que brigam tem cada um a sua versão. Porém, ao abrir a cortina da história, Deus revela coisas impossíveis de enxergar com olhos naturais.

Observe atentamente cada frase deste capítulo com oração. Merril F. Unger assim o esboça:
• A profecia da restauração de Israel prevê a queda de Babilônia (vs. 1-3);
• O cântico de triunfo de Israel sobre o último rei de Babilônia (vs. 4-11);
• Satanás é tratado como inspirador do último rei de Babilônia (vs. 12-17);
• A futura destruição do satânico sistema mundial (vs. 18-27);
• Oráculo sobre a Filístia (vs. 28-32).

Por trás das guerras há um conflito maior. Desde a entrada do pecado no mundo há um grande conflito nos bastidores das decisões e ações humanas. Isso não inocenta o pecador, mas o responsabiliza mais ainda. Pois, das forças sobre-humanas, quem está nos moldando e regendo?

Satanás estava por trás da serpente no Jardim do Éden e de Herodes (Gênesis 3:1-5, 14-15; Apocalipse 12:1-10). Estava influenciando o príncipe de Tiro (Ezequiel 28:12-19). Como também estava no caso de Babilônia (Isaías 14). Por outro lado, Deus também está agindo na vida de alguns indivíduos e nações, como se vê claramente em Isaías 13.

As origens de Babilônia revelam uma motivação errada. A Torre de Babel tinha o propósito de alcançar o céu, assim como o rei da Babilônia ambicionava o poder mundial. Nos versos 13 e 14, o profeta revela cinco verbos no futuro, em destaque para o “EU”, mesclando as intenções do rei babilônico e as satânicas.

• A ambição, orgulho, arrogância e vaidade caracterizam o diabo.

Em Apocalipse 12 e 13 percebe-se Satanás usando nações, reis e poderes eclesiásticos como instrumentos em sua investida final contra o remanescente fiel. Porém, a revelação de Isaías 14 vai além de apresentar Satanás, ela mostra a ação e vitória de Deus e Seu povo.

Deus preza e protege o pequeno grupo de fieis neste mundo em decadência econômica, política e religiosa. “Por trás do quebra-cabeças de conspirações políticas e militares entre antigos e modernos países do mundo, Satanás está em ação para enganar, degradar e destruir. Mas o plano de Deus finalmente prevalecerá” (Roy Gane).

Vivamos esperançosos! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 13 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
3 de setembro de 2020, 1:10
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TEXTO BÍBLICO ISAÍAS 13 – Primeiro leia a Bíblia

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ISAÍAS 13 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ
3 de setembro de 2020, 0:40
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ISAÍAS 13 – Nem bem ainda estabelecera, o império babilônico recebe uma profecia de destruição. Nesse contexto, Babilônia crescia, enquanto a Assíria progredia. Mas de ambas, Deus já sabia o futuro.

Babilônia, na Bíblia, ganhou significados titânicos. Das terras de Sinear, da antiga cidade de Ninrode, construtor da Torre de Babel, ergue-se a megalomaníaca Babilônia dos caldeus. Babilônia nasce das lamas do dilúvio motivada pela rebelião às ordens de Deus (Gênesis 9:1; 10:8-11; 11:1-9).

O termo “Babilônia” é mencionado na Bíblica quase 300 vezes, só perde para Jerusalém das cidades mais citadas. Essas duas cidades se opõem nas páginas da história sagrada.

A cidade projetada para frustrar os planos divinos, que buscava unidade e poder político-religioso, construída por homens pretendendo alcançar o céu, recebe uma profecia divina da parte de Isaías (v. 1):
1. Babilônia seria atacada, e o próprio Deus seria o regente dos exércitos que a atacariam. Ele mesmo deu ordem, chamou valentes para executarem Sua ira. Ele é o Senhor dos exércitos (vs. 2-4).
2. A ira de Deus contra a Babilônia antiga vai além de sua conquista em 539 a.C. Atinge a escatologia apocalíptica. A Babilônia literal é símbolo da profética Babilônia espiritual como consta em Apocalipse – envolvendo “toda a terra” (vs. 5-8; Apocalipse 17, 18 e 19).
3. As convulsões cataclísmicas nos astros siderais antecedem ao grande dia do Senhor; ou seja, elas apontam para a majestosa segunda vinda de Cristo em glória. Será o fim do mundo – da Babilônia – para os perversos, e a salvação para os conversos (vs. 9-16; Joel 2:30-32; Mateus 24:29-31; Apocalipse 6:12-17; 16:12-21).
4. A destruição de Babilônia será a libertação do povo de Deus. O caos inabitável em que “a joia dos reinos, a glória e o orgulho dos caldeus” se transformaria é símbolo do que se tornará a terra imediatamente à ascensão dos salvos com Cristo (vs. 17-22; I Tessalonicenses 4:16-17; Apocalipse 20:1-15).

Os medos e persas foram despertados por Deus para invadir a opulenta Babilônia. A profecia se cumpriu como Isaías previu, e a Babilônia histórica não existe mais conforme Deus revelou. Assim, temos certeza que o que falta cumprir se cumprirá. Portanto, creiamos e preparemo-nos para o que a Bíblia revela para o futuro próximo!

Viva com esperança! Deus é Soberano! – Heber Toth Armí



ISAÍAS 12 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
2 de setembro de 2020, 1:10
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TEXTO BÍBLICO ISAÍAS 12 – Primeiro leia a Bíblia

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ISAÍAS – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

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ISAÍAS 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
2 de setembro de 2020, 0:55
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1. Graças te dou, ó SENHOR. Este capítulo é um salmo de ação de graças, uma continuação apropriada do capítulo anterior, no qual o Messias liberta os justos das mãos dos opressores.

2. Deus é a minha salvação. No tempo da invasão de Senaqueribe, foi Deus que salvou Seu povo, nãos os muros que cercavam Sião ou os exércitos de Judá (Is 37:33-36). Nos últimos dias, o remanescente fiel será salvo do poder do inimigo pelas mãos do Senhor.

4 Tornai manifestos os Seus feitos. O povo de Deus é encorajado a relembrar as misericórdias divinas e a contar a outros as bênçãos recebidas. Se houvesse mais louvor entre o povo de Deus haveria menos desânimo e crítica. O ser humano falha em não relembrar as misericórdias do Céu e, com isso, tende a se esquecer de Deus (Rm 1:21-23) e a se demorar nos erros de seus irmãos.

5 Coisas grandiosas. Incontáveis são os atos de misericórdia da parte de Deus para com Seus filhos. Então, por que não relembrá-los e cantar louvores ao Senhor por Suas misericórdias? Cantar afasta o desânimo, o medo e a tentação e fortalece contra os ardis do diabo.

6 O Santo de Israel. O profeta não representava um Deus distante, que Se encerra num Céu santo, mas um Deus que habita com Seu povo (Is 57:15; 66:1, 2). O fato de Deus estar com Seu povo – Emanuel, “Deus conosco”- era a mensagem da vida do profeta e de suas palavras (ver Is 7:14; 8:8, 10). Os que foram libertos do pecado interior e dos inimigos exteriores (ver com. do v. 1) não podem permanecer em silêncio. Não é suficiente pensar que só no futuro, sobre o mar de vidro, será o momento de se unir ao cântico dos remidos. É nosso privilégio nesta vida alçar a voz e cantar, com a alegria e paz do Céu no coração. Este hino de louvor (Is 12) conclui o que é chamado de “Livro de Emanuel” da profecia de Isaías.

 

Fonte: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.4.



ISAÍAS 12 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
2 de setembro de 2020, 0:40
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ISAÍAS 12 – A verdadeira religião produz salvação para quem está sentenciado à condenação. A libertação, obviamente, produzirá alegria e adoração.

“Este capítulo 12 é uma conclusão poética da primeira grande divisão do livro de Isaías […]. É uma conclusão apropriada das mensagens dos primeiros onze capítulos, e especialmente de 11:1-10. Expressa com força e clareza a esperança do profeta de que Israel, apesar da sua infidelidade como nação, tem um grupo dos fieis ao Santo de Israel que cumprirá a sua missão messiânica” (A. R. Crabtree).

Tanto no capítulo anterior, como neste, percebe-se o plano de Deus contemplando toda a terra. Portanto, “Isaías revela que o Messias é um grande missionário de Deus, que deseja se tornar um ponto de ligação não só para seu povo escolhido, mas para todo o mundo” (Comentário Bíblia de Estudo Andrews).

“O cântico apresenta-se em duas porções. Os versos de 1 a 3 expressam a gratidão individual, talvez da assembleia congregada no culto. Os versos 4 a 6, no plural, falam da gratidão ao Senhor, e da proclamação das suas grandes obras em toda a terra” (Crabtree).

Jesus disse: “E eu, quando for levantado da terra, atrairei todos a mim mesmo” (João 12:32).

Jesus é o Messias, o Salvador da humanidade. Assim como Israel seria restaurado, pecadores são salvos da escravidão resultantes do pecado. Quem realmente experimenta a graça do plano da salvação, exulta em louvor e adoração: Gratidão a Deus inunda o coração do pecador.

• Prevendo a futura libertação do pecado e suas consequências, o profeta declara como reagirá o povo de Deus e até mesmo o que dirá quando experimentar a salvação (v. 1);
• Os salvos reconhecem que a salvação não está fundamentada em coisas ou filosofias, mas em uma pessoa, o Messias – O Senhor é força, salvação e cântico do condenado pecador. A música comum difere do louvor ao Senhor! (v. 2);
• Os miseráveis pecadores resgatados exploram as bênçãos da conversão. Os salvos são beneficiados com o refrigério espiritual e se tornam fontes de bênçãos aos outros (vs. 3-4);
• Quem experimenta realmente o milagre da graça em sua vida desgraçada, proclamará alegremente ao mundo os divinos atos salvíficos (vs. 5-6).

A presença de Deus é nossa única esperança (v. 6)! Com tal mensagem, resta-nos reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.