Reavivados por Sua Palavra


HABACUQUE 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
4 de abril de 2021, 0:40
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HABACUQUE 2 – Temos de ser mais interessados em admoestações divinas do que em bajulações humanas.

Infelizmente, nosso orgulho fica ferido e nos fechamos quando somos confrontados com as advertências divinas; porém, nos inchamos com elogios humanos.

O profeta Habacuque não dá voltas, ele é objetivo: vai direto à ferida. Para quem almeja moldar-se com a Palavra de Deus, fique alerta. Na Bíblia “A Mensagem” diz:
1. Quem vocês pensam que são, enriquecendo por meio da extorsão e do roubo? Por quanto tempo acham que vão ficar impunes?… (v. 6-8) – Riqueza é bênção?
2. Quem vocês pensam que são, roubando e saqueando despreocupadamente, vivendo no luxo, agindo como maiorais, fazendo de conta que estão acima da lei e dos problemas? Vocês arquitetaram a ruína de sua própria casa… (vs. 9-11) – Perigo!
3. Quem vocês pensam que são, construindo uma vila sobre homicídios, uma cidade sobre crimes? […] Enquanto isso, a terra se enche da percepção da glória do Eterno, assim como as águas cobrem o mar (vs. 12-14) – Aleluia!
4. Quem vocês pensam que são, convidando os vizinhos para suas festas, com bebida à vontade, enchendo-os nas suas orgias? Acham que isso é diversão? Errado! É o chamariz da desgraça… (vs. 15-17) – Cuidado!

Agora reflita: Como respondes a mensagens como estas?

Saiba que, “… o Senhor está em seu santo templo! [E, ordena:] Quietos, todos – façam silêncio santo e ouçam!” (v. 20). Deus não apenas sabe o que faz, Ele sabe o que dizer antes de fazer qualquer coisa. Ele é Deus Soberano! Honre-O! Respeite-O! Ouça-O!

Veja a seguir mais ensinamentos:
• É preferível esperar em Deus mesmo ficando sem respostas imediatas, do que ouvir palpites humanos.
• É preferível descansar esperando em Deus a agir/decidir baseando-se no desespero das circunstâncias.
• É preferível viver uma fé sincera e firme mas viva, do que viver cheio de si com a alma vazia de Deus.
• É preferível sofrer pela fé a abandoná-la para não sofrer, viver sem fé é o pior caminho a seguir.
• É preferível servir ao Deus vivo a criar deuses para nos servir…

O segredo da espiritualidade é desenvolver mais e mais fé em Deus!

Enfim, o mal parece indestrutível; a injustiça, incorrigível; e, a maldade, indescritível… Até quando? Espere para ver o que Deus responderá…

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



HABACUQUE 1 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
3 de abril de 2021, 1:10
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TEXTO BÍBLICO HABACUQUE 1 – Primeiro leia a Bíblia

HABACUQUE 1 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

HABACUQUE 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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HABACUQUE 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
3 de abril de 2021, 0:50
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506 palavras

1 Do heb. massa’, um pronunciamento (ver com. de Is 13:1).

2 Até quando... ? O profeta estava angustiado por causa da pecaminosidade do povo e dos resultados que certamente se seguiriam. Pela linguagem que emprega parece que Habacuque apresentava sua perplexidade a Deus já havia algum tempo, mas Deus não o escutava, isto é, aparentemente não fazia nada para deter os males em Judá. Habacuque deixa implícito que parece estar mais interessado na retidão e na justiça do que o próprio Deus.

3 Violência. Na LXX, a última frase do v. 3 diz: ”A sentença foi dada contra mim e o juiz recebe uma recompensa.

4 Lei. Do heb. torah (ver com. de Dt 31:9; Pv 3:1).

Afrouxa. O profeta atribui a paralisação da eficácia da lei entre os habitantes de Judá ao fato de Deus não pôr fim à iniquidade.

5 Entre as nações. Deus passa a responder à queixa do profeta. Ele acusa Habacuque de procurar entre as nações vizinhas a que Deus usará para punir o povo por seus pecados.

Maravilhai-vos e desvanecei. Quando chegar repentinamente, a punição divina levará terror aos corações.

Em vossos dias. Uma vez que Habacuque havia perguntado “até quando” (v. 2) seria permitido que esta iniquidade continuasse, o Senhor lhe assegura que a ira divina chegaria quando os daquela época ainda estariam vivos.

6 Os caldeus. Do heb. Kasdim (ver com. De Dn 1:4). A nação de Babilônia é então revelada como o agente da ira divina que Deus suscitaria para servir ao Seu propósito.

Impetuosa. Isto prediz o rápido movimento das conquistas babilônicas, bem representadas pela figura das “asas de águia” da profecia de Daniel (ver com. De Dn 7:4).

8 Águia. Moisés havia profetizado que se Israel se desviasse de Deus, seria punido por seus pecados por uma nação que tivesse cavalos tão velozes que poderiam apropriadamente ser comparados a águias (Dt 28:47-50).

10 Amontoando terra. Uma alusão à construção de rampas ou aterros para atacar uma cidade.

11 Fazem-se culpados. Isso se devia ao fato de os babilônios atribuírem seu sucesso à própria força e habilidade, fazendo de seu poder um Deus (ver com. do v. 7) O profeta deixa implícito que a nação usada para punir a Judá seria, ela própria, punida por seus pecados.

12 Rocha. Do heb. Tsur (ver Dt 32:31; 2Sm 22:3, 47). Este título enfatiza a ideia de que Deus é um apoio seguro e inamovível para Seu povo.

14 Os peixes. Muitas vezes o justo fica tão mudo e indefeso nas mãos de um opressor ímpio quanto o peixe na rede dos pescadores.

15 Levanta. Aqui o profeta mostra figurativamente como os babilônios conquistavam as nações, sendo que o equipamento de pesca representa os exércitos caldeus. Contudo, esta mesma figura poderia representar a atividade de qualquer pessoa ímpia.

16 Oferece sacrifício. Um modo metafórico de indicar que os caldeus não reconheciam o Deus verdadeiro, mas atribuíam o sucesso à sua própria habilidade (ver com. De Hc 1:7; cf. Is 10:12, 13).

17 Esvaziando. O profeta pergunta se será permitido aos caldeus prosseguirem em suas conquistas e continuarem “esvaziando a sua rede” para enchê-la novamente com os despojos de guerra.

Referência: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1115-1157.



HABACUQUE 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
3 de abril de 2021, 0:40
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HABACUQUE 1 – Amigos, reflitam: Quem não já questionou alguma coisa na vida?

• Por que as coisas são como são?
• Por que ninguém faz nada para corrigir a imoralidade?
• Por que o mal parece prevalecer?
• Por que a injustiça toma conta da sociedade?
• Por que a corrupção está por todo lado?
• Por que a igreja está sendo influenciada pelo mundo, quando deveria influenciá-lo? Por que Deus parece não agir?
• Por que…

Se você teve tais experiências, sentiu na pele o que experimentou Habacuque ao ver a igreja em sua época trocando Deus pelo pecado. O capítulo 1 de seu livro pode ser assim dividido:

• O problema: Por que Deus não julga o pecado de Seu povo que está aumentando cada dia mais? Como um Ser todo poderoso e santo não age para combater o pecado que está no meio de Seu povo? Onde está a justiça de Deus para combater a injustiça? (vs. 1-4).

• A solução: Deus respondeu para o profeta dizendo que Ele não está de braços cruzados (Deus nunca cruzou os braços diante do pecado, tanto é que Jesus morreu de braços abertos). Deus revelou que os caldeus (Babilônia) estavam fortalecendo-se e seriam usados como instrumentos para disciplinar Seu povo (vs. 5-11).

• A solução de Deus, um problema para o ser humano: Os porquês de Habacuque voltam a aflorar. Agora que Deus deu a resposta, ele quer saber por que os ímpios caldeus, piores que os judeus, seriam usados como instrumento de Deus? (vs. 12-17).

A resposta está no próximo capítulo. Em Habacuque 1 ficamos meditando; entretanto, algumas lições podem ser extraídas. Talvez a maior lição deste capítulo seja: Quando pensamos que Deus não está agindo, devemos saber que Ele nunca é indiferente ao pecado – seja dentre Seu povo ou fora dele.

Observe as aplicações observadas por T. Whitelaw. Como Habacuque…
1. …nenhum servo de Deus pode ficar indiferente ao caráter moral e espiritual do tempo em que vive;
2. …devemos nutrir o mais alto interesse em levar os problemas de nossa nação a Deus em oração;
3. …o servo de Deus nunca deve duvidar que Deus é justo, e, ouve nossas orações.

A forma de Deus agir é muito superior à nossa forma de entender! Desta forma, precisamos confiar plenamente nEle. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



NAUM 3 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
2 de abril de 2021, 1:10
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TEXTO BÍBLICO NAUM 3 – Primeiro leia a Bíblia

NAUM 3 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

NAUM 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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NAUM 3
2 de abril de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/na/3

Comparado a Jonas, que reformou Nínive com sucesso e evitou o julgamento da cidade, Naum aparentemente não foi um evangelista tão bem-sucedido. Os ninivitas voltaram aos seus maus caminhos, resultando nos julgamentos preditos que foram cumpridos em 612 a.C. com a captura de Nínive pelos babilônios.

Várias lições espirituais se destacam neste livro profético:
1. Deus controla o universo; nações são comissionadas a serem Seus ministros realizando os Seus desígnios.
2. Deus graciosamente concede liberdade a todas as pessoas para que cooperem com a Seus santos princípios e vivam uma vida correta.
3 A maldade colhe o que plantou; a justiça prevalece ao final.
4. Deus nos surpreende com Suas “reviravoltas sagradas” – num mundo de cabeça para baixo onde o erro predomina, Ele retorna as coisas ao seu devido lugar.

Durante os dias mais sombrios, muitas vezes o Senhor tranquiliza Seu povo através da voz de um profeta pouco conhecido. A mensagem pode ser curta, direta e falar de mudanças aparentemente impossíveis, mas é a verdade e concede esperança.

Gary Councell
Departamento de Capelania da Associação Geral da Igreja Adventista

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1149
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



NAUM 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
2 de abril de 2021, 0:50
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816 palavras

1 Cidade sanguinária. Os monumentos assírios mostram como cativos eram esfolados, decapitados, empalados vivos ou pendurados pelas mãos ou pés para morrer em lenta agonia. Essas e outras práticas desumanas revelam a crueldade dessa nação. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1148

Roubo. Do heb. pereq, “um ato de violência”, denotando a violência dos assírios ao lidar com os povos conquistados. A frase final do v. 1 indica que os líderes de Nínive jamais deixaram de pilhar suas vítimas (ver Is 33:1). CBASD, vol. 4, p. 1148.

2 Estrondo. O profeta descreve aqui os sons do avanço dos exércitos sitiantes, depois de já te descrito a aparência deles (Na 2:3, 4). É como se ele ouvisse, por assim dizer, o estalar do chicote dos cocheiros o barulho das rodas dos carros, os cavalos a galope e o avanço veloz das carruagens. CBASD, vol. 4, p. 1148.

3 Multidão de transpassados. O número de mortos era tão grande que os guerreiros vivos tropeçavam nos corpos, dificultando o avanço no campo de batalha. CBASD, vol. 4, p. 1148.

4 Prostituição. Expressão usada figurativamente para idolatria (ver Ez 23:27; Os 1:2, 4:12, 13; 5:4). A idolatria foi outro motivo para a queda da Assíria. Como a idolatria Assíria se tornava abertamente imoral, designá-la como “prostituição” era duplamente apropriado (ver com. [CBASD] de 2Rs 9:22). CBASD, vol. 4, p. 1148.

5 Levantarei as abas de tua saia. Por causa das “libertinagens” de Nínive (ver Na 3:4), Deus a puniria do modo mais vergonhoso, como uma prostituta. CBASD, vol. 4, p. 1149.

6 Imundícias. Do heb. shiqquts, “coisa abominável”, geralmente usada em conexão a culto idólatra. CBASD, vol. 4, p. 1149.

7 Fugirão de ti. Uma figura que indica a punição extrema a vir sobre Nínive. À vista da terrível destruição, o espectador fugiria. CBASD, vol. 4, p. 1149.

8 És tu melhor do que Nô-Amom. Do heb. No’ ‘Amon, a cidade do deus egípcio Amen, ou seja, a cidade de Tebas, no alto Egito (cf. Jr 46:25; Ez 30:14-16). … Naum adverte a Nínive de que, diante do Céu, ela não era melhor do que Tebas e podia facilmente encontrar o mesmo destino. Tebas havia sido destruída em 663 a.C. por Assurbanípal, rei da Assíria. CBASD, vol. 4, p. 1149.

O mar. Aqui usado para se referir ao rio Nilo. No AT, os grandes rios são chamados de “mares”. A frase final significa simplesmente que o Nilo, com seus canais, constituía o “muro”, ou as defesas de Tebas. CBASD, vol. 4, p. 1149.

9 Etiópia. Ou, Cushe, principalmente a clássica Núbia, ou o Sudão moderno (ver com. de Gn 10:6). O rei que governou o Egito no tempo da destruição de Tebas foi Tanutamon, o sucessor e sobrinho de Taharca, o Tiraca bíblico. CBASD, vol. 4, p. 1149.

Egito. O povo egipcio se juntou aos núbios e formaram uma força “inumerável” (2 Cr 12:3). CBASD, vol. 4, p. 1149.

13 Como mulheres. …  no sentido de não poder resistir e derrotar os exércitos sitiantes (ver com. de Os 10:5). CBASD, vol. 4, p. 1149.

14 Fortifica as tuas fortalezas. Ou seja, fortalecer lugares que podiam estar fracos nas fortificações. O profeta, em toque de ironia, manda Nínive faça todo o possível a fim de se preparar para um cerco longo e difícil. CBASD, vol. 4, p. 1149.

15 Ali. Apesar de todos os cuidados tomados para fortalecer os lugares frágeis nas fortificações, o “fogo” iria devorar a cidade. A arqueologia tem mostrado claramente que esta profecia foi literalmente cumprida. CBASD, vol. 4, p. 1149.

Ainda que te multiplicas. Embora os assírios reunissem exércitos tão numerosos como as hordas de gafanhotos ou locustas, isso de nada lhes valeria. CBASD, vol. 4, p. 1149, 1150.

A locusta. Do heb. yeleq, o estágio inicial do gafanhoto (ver Sl 105:34; Jr 51:14, 27; Jl 1:4; 2:25). Evidentemente o profeta usou essa figura aqui e no versículo seguinte para mostrar que a destruição de Nínive seria repentina e completa como os gafanhotos fazem nas plantações. CBASD, vol. 4, p. 1150.

16 Teus negociantes. Nínive estava vantajosamente situada para desenvolver extenso comércio com outros países. Mas essas relações comerciais seriam de nenhum proveito para ela. A destruição causada pelos inimigos seria rápida e completa. CBASD, vol. 4, p. 1150.

17 Teus chefes. Do heb. tafsarim, … Este termo se refere a oficiais militares de alta patente, os quais são retratados, com frequência, nos monumentos. Assim como as locustas se tornam inativas e inertes no frio, também os líderes de oficiais se tornariam impotentes ante a derrocada da cidade. A única coisa que restaria ao exército assírio seria “fugir” ou perecer e desaparecer. CBASD, vol. 4, p. 1150.

18 Os teus pastores dormem. Os líderes da nação são representados como dormindo diante de suas responsabilidades, CBASD, vol. 4, p. 1150.

O teu povo se derrama. Sem os líderes, o povo de Nínive não poderia oferecer resistência aos inimigos. CBASD, vol. 4, p. 1150.

19 Os que ouvirem a tua fama. Do heb shema’, “um relato” (ver Gn 29:13; Êx 23:1; Dt 2:25). Diante do relato da queda de Nínive, as nações vizinhas são retratadas como aplaudindo alegremente porque isso significaria o fim da crueldade e da opressão implacável para com outros povos. O profeta termina a sua mensagem com uma nota de certeza. O tempo de graça para a Assíria havia acabado, portanto, não haveria mais misericórdia. CBASD, vol. 4, p. 1150.



NAUM 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
2 de abril de 2021, 0:40
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NAUM 3 – Quando o mal parece não ter fim, está cada vez mais perto de seu fim. Quando o mal parece ganhar proporção com força e poder, nos fazendo crer que é invencível, confiemos na revelação divina; pois, sua destruição se aproxima: Certamente o bem vencerá o mal!

O livro de Naum “é um clássico da poesia hebraica, absolutamente refinado e vívido em suas descrições”, destaca Merrill F. Unger.

C. H. Wright confirma que “o livro está classificado, com merecimento, como uma das melhores obras literárias do AT”. Entretanto, entre cristãos, pouca atenção se dá a esses três capítulos.

Sobre seu último capítulo, Naum “prossegue com a descrição da derrota de Nínive e ressalta a humilhação da cidade. O juízo de Deus acontece porque Nínive está cheia de mentiras, violência e opressão [v. 1]. Nínive escraviza outros [v. 4] e é cruel [v. 19]. Por esse motivo Deus está contra os assírios e exporá a nudez deles [v. 5], cobri-los-á com imundícia [v. 6], fará deles objeto de desprezo [v. 6] e mostrará que a cidade é fraca [vs. 8-9]. O comércio e a atividade governamental serão interrompidos [vs. 16-19]” (Paul R. House).

Reflita nestas verdades:
• É evidente na mensagem de Naum que Deus não gosta de feitiçaria (benzedeiras, magia branca, tarôs, búzios, etc.), nem de idolatria (santos, imagens de esculturas, outros deuses, etc.).
• Deus não suporta a prostituição (imoralidade sexual, pornografia, sexo sem compromisso, etc.), nem mentiras, roubos e violências. Estes pecados atraem Sua santa ira contra a Terra.
• A destruição do pecado está retratada na destruição de Nínive: “Rei da Assíria! Seus pastores-líderes, que têm a responsabilidade de cuidar do povo, estão ocupados fazendo tudo, menos isso. Não estão fazendo seu trabalho, e o povo está espalhado, perdido, e ninguém se dispõe a ir atrás deles. Vocês passaram do ponto de retorno. Sua ferida é fatal. Quando a história do seu destino se espalhar por aí, o mundo inteiro vai aplaudir e pedir: ‘Bis’…” (vs. 18-19).

“Nínive foi destruída em 612 a.C.” (William MacDonald). Nínive reflete nossa sociedade! Então, aguardemos o fim do mundo do ponto-de-vista bíblico e exultaremos alegremente diante do Deus vivo.

O fim do mundo é novo começo de uma nova fase para o cristão! (Apocalipse 20-21). Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

O que você destaca do livro do profeta Naum?



NAUM 2 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
1 de abril de 2021, 1:10
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TEXTO BÍBLICO NAUM 2 – Primeiro leia a Bíblia

NAUM 2 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

NAUM 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)

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NAUM 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
1 de abril de 2021, 0:50
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528 palavras

1 Ó Nínive. Mais de uma vez, o profeta se dirige ao povo da Assíria (ver com. [CBASD] de Na 1:14), alertando-o sobre o futuro turbulento. O contexto mostra (Na 1:1, 2:1, 8, 3:1, etc.) que o cap. 2 descreve a queda de Nínive. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1145.

3 Seus heróis. Provável referência aos que fizeram o cerco a Nínive. CBASD, vol. 4, p. 1145.

4 Carros. Do heb. rekev, veículos de duas rodas de vários tipos, puxados por cavalos. A carruagem era usada quase que exclusivamente para fins militares (ver com. [CBASD] de Gn 41:43). Embora não haja evidência arqueológica de que as carruagens eram usadas para levar funcionários do governo em missões oficiais, não há praticamente nada que indique que elas eram usadas para o transporte privado comum. CBASD, vol. 4, p. 1146.

[NC: Não há como deixar de lembrar, ao ler o verso 4, dos cruzamentos de trânsito modernos das grandes cidades, à noite. Porém, não existe nenhuma evidência de que este verso se trate de uma profecia para os tempos modernos].

Cruzam velozes. A força esmagadora dos exércitos que atacariam Nínive é aqui indicada. Uma multidão de veículos de guerra se “chocariam” uns com os outros (ver ARC). Todo o contexto deste capítulo mostra claramente que Naum estava descrevendo, em linguagem gráfica, a queda de Nínive. CBASD, vol. 4, p. 1146.

5 Os nobres. Literalmente, “seus poderosos”. Evidentemente, o rei assírio cobra de seus generais a defesa dos muros da cidade. CBASD, vol. 4, p. 1146.

6 Comportas. Alguns sustentam que a profecia teve seu cumprimento no incidente descrito pelo historiador grego Diodoro (ii.26, 27), que descreve a queda de Nínive por uma rara inundação de grandes proporções do Eufratas (ou, Tigre), que destruiu parte da muralha e abriu a cidade para os medos e os babilônios. CBASD, vol. 4, p. 1146.

7 Como pombas. Isto é, servas lamentariam como [o barulho de] pombas (ver Is 38:14; 59:11; Ez 7:16). CBASD, vol. 4, p. 1147.

Batem no peito. Bater no peito expressa tristeza profunda e comovente (ver Lc 18:13; 23:48). CBASD, vol. 4, p. 1147.

9 Abastança. Fontes gregas afirmam que os “despojos” de “prata” e “ouro”, tomados de Nínive, eram elevados em quantidade e valor. Não é de se estranhar que os conquistadores encontrassem despojos tão ricos na cidade que tinha “pilhado”tantos povos (ver 2Rs 15:19, 20; 16:8, 9, 17, 18; 17:3; 18:14-16; etc.). CBASD, vol. 4, p. 1147.

10 Vacuidade, desolação e ruina. Do heb. buqah umebuqah umebullaqah. “Destruída, deserta, despovoada” (NTLH) é uma tentativa de reproduzir a aliteração forte no hebraico que descreve a ruína de Nínive (ver com. [CBASD] de Am 5:5). CBASD, vol. 4, p. 1147.

O coração se derrete. Expressão que denota medo e desespero (ver Js 7:5; Is 13:7; Ez 21:7). CBASD, vol. 4, p. 1147.

11 Covil dos leões. Nos v. 11 e 12, o profeta emprega a figura de um leão para descrever o poder da Assíria (ver Jr 50:17; PR, 265; ver com. de Jr 4:7). Ele mostra vividamente como Nínive, através de suas conquistas, reteve despojos suficientes para o seu povo. CBASD, vol. 4, p. 1147.

13 Estou contra ti. Ver Na 3:5; Jr 51:25; Ez 38:3. A destruição de Nínive chegou depois que ela atingiu o limite do tempo de graça sem mostrar arrependimento persistente. A paciência divina chegara ao fim (ver PR, 364).

O SENHOR dos Exércitos. Ver com. de Jr 7:3. CBASD, vol. 4, p. 1147.

Leõezinhos. Aqui, evidentemente, a referência é feita aos guerreiros da cidade (ver com. do v. 11). CBASD, vol. 4, p. 1147.