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NAUM 2 – Existem magérrimos espirituais devido à insuficiência de nutrientes espirituais quando deveríamos ser robustos na fé, na oração e na espiritualidade. Portanto, alimentemo-nos do livro de Naum.
Stanley A. Allisen divide o capítulo 2 da seguinte forma:
• Descrito o cerco de Nínive (vs. 1-4): Censurada pelo Senhor; aterrorizada pelos inimigos.
• Descrita a queda de Nínive (vs. 5-8): Seus muros minados pela água; seu povo escravizado pelos estrangeiros.
• Descrita a pilhagem de Nínive (vs. 9-10): Habitantes saqueados, os tesouros roubados; derretidos de aflição os seus corações.
• Demolido o “covil de leões” de Nínive (vs. 11-13).
“Naum quer dizer consolação’” – explica Allisen – “Como o nome sugere, o Livro de Naum é único entre os profetas que não profere julgamento contra Israel, apenas consolação. Ele prediz o fim de seu grande inimigo do oriente […] O objetivo do livro era ser uma consolação para Judá”.
Mas, o que esse texto sagrado ensina para os dias atuais? Como Naum 2 alimenta nossa alma faminta e desnutrida, revigorando nossa fé? Observe atentamente:
1. Há muitos cristãos oprimidos e perseguidos na atualidade. Se esta for a tua realidade, saiba que qualquer instituição ou nação por mais que “guarda a fortaleza”, “vigia o caminho”, “fortalece os lombos” e “reúna todas as suas forças”, nada poderá fazer contra o Senhor que restaurará Seu povo.
2. Nações, cidades, instituições e pessoas poderosas que se opõem ao povo de Deus, mal sabem que estão mais que “cutucando a onça com vara curta”, estão provocando a Deus; portanto, se você, cristão, sofre por causa da tua fé, nas mãos de tiranos, saiba que Deus te socorrerá.
3. Não há nada pior que estar contra Deus e a favor do pecado. Caso você detêm o poder nas mãos (seja político, econômico, executivo, empresarial ou mesmo religioso), arrependa-se de tuas arrogâncias, orgulho, distorções e explorações, haja em harmonia com a justiça divina, pois Deus combaterá toda injustiça da Terra.
Deus vencerá o mal:
• Toda pessoa que a Ele se apegar experimentará de Sua vitória.
• Ele pretende confortar e consolar nosso coração com tais revelações.
• O futuro é só de glória para quem se rende ao Libertador!
• Ele quer nos reavivar e reformar ao revelar estas verdades!
Não deixe Deus de fora de tua vida! Não compensa! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO NAUM 1 – Primeiro leia a Bíblia
NAUM 1 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/na/1
Naum reafirma que Deus é o poder acima de todos os poderes; Aquele que mantém o controle dos acontecimentos mundiais e governos. Quando os “os reis da terra tomam posição e os governantes conspiram unidos contra o Senhor e contra o Seu ungido … Do seu trono nos céus o Senhor põe-se a rir e caçoa deles.”(Salmo 2:2-4 NVI).
Apesar do poder assírio controlar grande parte do mundo bíblico no século VII aC, os cruéis abusos e a rejeição das advertências proféticas rapidamente encheram sua taça de iniquidade e trouxe a eles o juízo. As bênçãos da liderança vêm com responsabilidades de usar a autoridade e o poder a fim de garantir direitos humanos básicos para o bem de todos.
O profeta desconhecido, Naum, lembra os assírios que Deus atenta para as ações das nações. Se as oportunidades de serviço à humanidade são desperdiçadas, então tenha cuidado! A ira divina tarda para se manifestar, mas os juízos infinitos certamente prevalecerão.
Por fim, Deus não somente livrará Seu povo da opressão, mas colocará um fim ao mal para sempre; este nunca se levantará novamente. Mesmo ao passar por injustiças e perseguições, o povo de Deus pode colocar a sua confiança em Sua bondade, porque Ele é “um refúgio em tempos de angústia” (Naum 1:7 NVI).
Gary Councell
Capelão aposentado
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/nah/1 e https://www.revivalandreformation.org/?id=1147
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
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189 palavras
1 Os v. 1 a 10 foram escritos em forma de acróstico (ver sobre esse recurso, no vol. 3 [CBASD] p. 705). As primeiras 15 letras do alfabeto [hebraico] parecem ter sido empregadas, mas com algumas irregularidades. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1143.
10 Espinhos. Ver Nm. 33:55; Js 23:13. Embora o exército assírio formasse uma frente tão impenetrável como uma sebe de espinhos, Deus poderia facilmente vencê-lo (ver Is 27:4). CBASD, vol. 4, p. 1143.
Bêbados. A experiência da Assíria seria paralela à de Babilônia, em alguns aspectos (ver Dn 5:1). Em qualquer caso, não pode haver dúvida de que os assírios gostavam de festejar e de beber (ver Diodoro, ii.26). CBASD, vol. 4, p. 1145.
11 Saiu um. Referindo-se a Nínive, isso deve-se aplicar ao seu rei (ver Is 36:4-10, 18-20). CBASD, vol. 4, p. 1144.
15 Boas novas. Uma exclamação de alegria pela derrota do inimigo do povo de Deus (ver com. de Is 52:7). Naum 1:15 é o primeiro versículo do cap. 2 tanto em hebraico como em siríaco. CBASD, vol. 4, p. 1144.
Celebra as tuas festas. Com o restabelecimento da paz, seria mais uma vez possível para o povo de Judá celebrar as grandes festas religiosas (ver com. [CBASD] de Êx 23:14-17; Lv 23:2; Dt 16:16). CBASD, vol. 4, p. 1144.
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NAUM 1 – Incrivelmente Deus une justiça e misericórdia! Naum nos revela e esclarece muitos temas teológicos. Observe:
Assíria, no século VII a.C., representava toda nação que se opunha a Deus. Enquanto ela causava pavor ao povo judeu, o próprio Deus preparava a sentença para quem parecia inatingível.
Contudo, como diz Eugene Peterson, “a maneira característica de Deus agir é no silêncio e por meio da oração… Se estamos condicionados a reagir apenas a tudo que faz barulho e a coisas grandes, vamos perder a palavra e a ação de Deus”.
Embora Naum expusesse a realidade vivida pelos pagãos, Peterson garante que sua “finalidade não é fomentar o ódio religioso contra o inimigo, mas dizer: ‘Não admirem esses inimigos nem se sintam intimidados por eles. Eles serão julgados pelos mesmos padrões que nós’”.
• Desta forma, não há como fugir da mensagem do profeta; ela nos adverte tanto quanto advertiu aos judeus do passado.
O primeiro capítulo pode ser dividido em duas partes:
1. Revelação do Juiz e do juízo (vs. 1-7): Deus é um Juiz sério. Ele é justo e vinga com justiça. Sua justiça fundamenta-se em Sua paciência; a qual, porém, não anula Seu poder. Contudo, aos que O buscam em qualquer situação encontrarão refúgio em Sua presença misericordiosa. Assim, a única forma de sermos absolvidos no dia do juízo é aliando-se ao divino Juiz!
2. Revelação do julgamento celestial (vs. 8-15): Cidades opulentas, aparentemente invencíveis, se orgulham de sua política e filosofia contrárias aos princípios do Céu revelados na Bíblia; nações opressoras, que exploram os fracos… no dia do juízo pagarão pelo que fizeram – eis a intervenção divina para libertar os crentes.
“O texto afirma que Deus é zeloso, vingador e cheio de ira, mas também tardio em irar-se e grande em poder […] O zelo do senhor é o zelo bom e justo de um marido pela esposa a quem ama, não um zelo que inveja a felicidade dos outros” (William MacDonald).
Estando mergulhados numa enlameada sociedade cruel, busquemos piedosamente ao bondoso Deus. Observe o versículo sete: “O Senhor é bom, um lugar de refúgio em tempos difíceis. Ele reconhece e recebe qualquer um que busca ajuda, não importa o tamanho do problema”.
Podemos nos alegrar e nos reavivar com Deus! Confiaremos plenamente nEle? –Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO MIQUEIAS 7 – Primeiro leia a Bíblia
MIQUEIAS 7 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
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1 Frutas do verão. Assim como depois da colheita nenhum fruto se encontra no campo, depois da colheita do mal nenhum justo seria encontrado em Israel. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1136.
3 Suborno. Este é um antigo vício, condenado aqui (ver Is 1:23). CBASD, vol. 4, p. 1136.
5 Não creiais. Os v. 5 e 6 descrevem as condições morais como tão graves que não se podia confiar num amigo, vizinho, nem na esposa de um homem que deitasse em seu “peito”, ou em qualquer membro próximo da família. CBASD, vol. 4, p. 1136.
6 Despreza. Jesus citou as palavras deste versículo para descrever as condições morais na era cristã (Mt 10:21, 35, 36). CBASD, vol. 4, p. 1136.
7 Eu, porém. Ao falar em nome de Israel, o profeta expressa fé em Deus, apesar do castigo, e aguarda confiante a restauração prometida. CBASD, vol. 4, p. 1136.
8 Não te alegres. Israel está tão seguro de sua salvação final que destoa a nota de triunfo sobre o inimigo que Deus usou para discipliná-lo. CBASD, vol. 4, p. 1136.
9 Sofrerei. Esta é a linguagem do verdadeiro penitente. Ele sabe que sua única esperança está em Deus e não pede a redução da pena. Ele acredita que tudo o que Deus faz é para seu bem. CBASD, vol. 4, p. 1136.
12 Do mar até o mar. Não é certo a que mares o texto se refere. A expressão indica ampla extensão. CBASD, vol. 4, p. 1136.
14 Basã e Gileade. Estes lugares são mencionados por causa de suas ricas pastagens, e, possivelmente, também porque esses territórios a leste do rio Jordão, que haviam sido perdidos para a Assíria (ver com. [CBASD] de 1Cr 5:26), seriam recuperados. CBASD, vol. 4, p. 1136, 1137.
16 Verão isso. O inimigo havia se vangloriado anteriormente: “Onde está o SENHOR, teu Deus”” (v. 10). Então, os papéis se inverteriam, e as nações iriam reconhecer o poder do Senhor teriam vergonha do poder de que se vangloriaram. CBASD, vol. 4, p. 1137.
17 Lamberão o pó. Uma figura que descreve a mais extrema humilhação (ver Sl 72:9; ver também Is 49:23). CBASD, vol. 4, p. 1137.
Esconderijos. Os abrigos para os quais os ímpios tinham fugido de terror por causa do Senhor. CBASD, vol. 4, p. 1137.
18 Quem, ó Deus … ? Miqueias fecha sua profecia sua profecia com uma nota de louvor pela misericórdia e fidelidade de Deus (ver expressões semelhantes em Êx 15:11, Sl 71:19). CBASD, vol. 4, p. 1137.
19 Pisarás aos pés as nossas iniquidades. As iniquidades de Israel, que tinham sido tristes demais para Miqueias descrever, seriam gratuitamente perdoadas. Embora aqui não seja enfatizado, o perdão se deu apenas com base em profundo arrependimento e reforma. A disciplina do cativeiro foi designada para efetuar esse reavivamento espiritual entre o povo. Isso não foi conseguido em escala nacional e, assim, as gloriosas promessas com que Miqueias fecha suas profecias nunca foram alcançadas pela nação de Israel como um todo. É claro que indivíduos experimentaram a graça salvadora de Deus e obtiveram o perdão prometido. Essa bênção também pode ser reivindicada pelo cristão. Pelos méritos da graça de Cristo, seus pecados podem ser perfeitamente perdoados. Se persistir até o fim, seus pecados nunca mais serão mencionados contra ele. Se, contudo, apostatar e se perder, todos os seus pecados o encontrarão novamente no dia do julgamento (ver Ez 18:21-24). CBASD, vol. 4, p. 1137 [Destaques acrescentados].
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MIQUEIAS 7 – Em seu livro “Em busca de sentido”, Viktor F. Frankl, prisioneiro de um campo de concentração nazista, observou que as pessoas que criavam fantasias e geravam esperanças surrealistas de sair do campo de concentração, e em seguida tinham sua esperança frustrada, entravam em um colapso nervoso, ficavam mais dispostas a doenças e morriam pouco tempo depois.
A esperança é a mola propulsora aos pecadores para enfrentarem com fé as dificuldades que visam minar os princípios divinos.
As promessas de Deus não promovem esperanças surrealistas. No decorrer da trajetória israelita, Deus sempre levantou profetas para avivar sua esperança. No cristianismo não é diferente – leia com atenção ao livro de Apocalipse.
Agora volte ao último capítulo do profeta Miqueias. Veja com atenção cada um destes pontos:
• Diante do desespero da religião decadente, de uma sociedade depravada, de líderes políticos corrompidos e laços familiares em extinção (vs. 1-6), só resta esperar em Deus (v. 7).
• Diante de qualquer situação caótica, deplorável e desesperadora, a intervenção divina pode promover disciplina, correção, instrução, esperança e restauração. Através da esperança Deus anseia moldar o coração de Seu povo carente de direção (vs. 8-14);
• Diante das impossibilidades do povo, Deus é capaz de operar grandes maravilhas que, com as quais, impactará o coração dos incrédulos e pagãos (vs. 15-17);
• Diante das terríveis e tenebrosas façanhas do pecado e do destino assustador do pecador, só a misericórdia, compaixão e perdão divino para levar-nos a confiar e esperar no Deus que é fiel às Suas promessas (vs. 18-20).
Miqueias significa “quem é como Deus?”; ele termina seu livro com a pergunta: “Quem, ó Deus, é semelhante a ti, que perdoas…?” A resposta é obvia: Ninguém é como Deus!
Observe atentamente com oração:
• Quando o trio do mal (pecado, transgressão e iniquidade) se levanta contra nós, Ele envia o trio do bem (misericórdia, compaixão e perdão) a favor de nós.
• Quando os deuses pagãos exigia o sacrifício dos filhos da humanidade, Deus entrega Seu próprio Filho para nascer, viver e morrer pela humanidade.
• Quando Deus oferece o perdão para quem perece a destruição, não há como não cantar e testemunhar alegremente de um Deus sem rival, incomparável em Seus feitos.
Com uma mensagem como esta só nos resta esperar nEle! – Heber Toth Armí.
Escreva como a mensagem de Miqueias te impressionou:
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TEXTO BÍBLICO MIQUEIAS 6 – Primeiro leia a Bíblia
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581 palavras
1 Causa. Miqueias é chamado a pleitear pelo povo diante da natureza inanimada, “as montanhas” e as “colinas”, testemunhas silenciosas dos grandes feitos de Deus para com os israelitas e da ingratidão deles para com o Senhor. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1132.
4 Pois te fiz sair. Deus defende Seu caso, rememorando alguns dos benefícios notáveis que concedera a Seu povo. O êxodo foi um dos sinais evidentes de Seu interesse amoroso e constante cuidado (ver Is 63:11-13; Am 2:10). CBASD, vol. 4, p. 1132.
5 Maquinou. Balaão atendeu ao pedido de Balaque para amaldiçoar Israel, mas pronunciou, em vez disso, uma bênção (ver Nm 22-24). CBASD, vol. 4, p. 1132.
Desde Sitim. Sitim foi o último ponto de parada dos israelitas antes de atravessarem o Jordão (Js 3:1) e Gilgal, o primeiro acampamento na terra de Canaã (Js 4:19). Em sua viagem de Sitim a Gilgal, eles atravessaram o Jordão e viram a intervenção maravilhosa de Deus em favor deles (Js 3, 4). CBASD, vol. 4, p. 1132.
6 Deus excelso. Literalmente, “o Deus das alturas” (comparar com Is 33:5; 57:15; 66:1). CBASD, vol. 4, p. 1132.
De um ano. Os “filhos de um ano” (Lv 9:3; Nm 7:17) eram os nascidos no presente ano (ver Êx 12:5), pelo menos, com uma semana de idade (Lv 22:27). CBASD, vol. 4, p. 1133.
7 Milhares. Como se tão grande número pudesse garantir o maior favor de Deus, e assim uma maior disposição divina para perdoar os pecados. CBASD, vol. 4, p. 1133.
Azeite. Usado em conexão com as ofertas de manjares (Lv 2:1, 4-7; 7:10-12; Nm 15:4). CBASD, vol. 4, p. 1133.
Primogênito. Aqui se faz referência a um costume pagão comum nos tempos antigos, e que era proibido aos israelitas; mas que foi praticado por alguns reis de Israel (Lv 18:21, 20:2; 2Rs 3:27; 16:3; 23:10; Sl 106:37, 38; Jr 7:31). O costume parece que se baseava na ideia que Deus deveria receber do ser humano o que ele possuía de melhor e de mais caro, e que o Céu atribuiria valor a uma oferta de acordo com o seu custo. Apesar da declarada santidade da vida humana (Gn 9:6) e da prática de se resgatar o filho primogênito (Êx 13:13), o paganismo exerceu influência sobre Israel. A questão aqui levantada é retórica e, como todas as outras, exige uma resposta negativa. CBASD, vol. 4, p. 1133.
8 Ele te declarou. … o povo parecia ter se esquecido de que a mera prática dos ritos exteriores não tem valor sem a verdadeira piedade. CBASD, vol. 4, p. 1134.
Humildemente. O objetivo da verdadeira religião é o desenvolvimento do caráter. A cerimônia exterior só tem valor se contribuir para esse desenvolvimento. Mas, como muitas vezes é mais fácil prestar um culto externo do que mudar as más inclinações do coração, as pessoas sempre foram mais propensas a adorar externamente do que cultivar as graças do espírito. Assim foi com os escribas e fariseus a quem Jesus repreendeu. Eles ciosamente se guardavam de qualquer infração em matéria de dízimo, mas negligenciavam “os preceitos mais importantes da Lei: a justiça, a misericórdia e a fé” (Mt 23:23). … Andar “humildemente com o teu Deus” é viver em harmonia com os princípios da primeira parte do decálogo (ver com. [CBASD] de 22:37, 38), que tem a ver com nossa relação com Deus. CBASD, vol. 4, p. 1133, 1134.
10 Tesouros da iniquidade. Riquezas obtidas por meios ilícitos (ver Am 8:5). CBASD, vol. 4, p. 1134.
14 Removerás. O povo procuraria em vão salvar seus tesouros, removendo-os. CBASD, vol. 4, p. 1134.
16 Estatutos de Onri. A Bíblia não menciona “estatutos” especiais deste rei de Israel. Talvez seja uma provável referência às regras idólatras do culto que Onri instituiu (ver 1Rs 16:25, 26). Onri foi o fundador da dinastia iníqua que produziu Acabe a Atalia (ver 1R 16:29-33; 2Rs 8:26; 11:1). CBASD, vol. 4, p. 1134.