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TEXTO BÍBLICO GÊNESIS 5 – Primeiro leia a Bíblia
GÊNESIS 5 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
GÊNESIS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
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1134 palavras
1 Este é o livro. Um período de cerca de 1500 anos é coberto na lista de gerações apresentada neste capítulo. … Eles [os principais patriarcas]são lembrados pela posteridade só por seus nomes. Somente dois, Enoque e Noé, superaram os outros em excelência e piedade. Enoque foi o primeiro pecador, salvo pela graça, a ser honrado pela trasladação; Noé foi o único chefe de família a sobreviver ao dilúvio … A palavra “livro”, sefer, é usada no AT para se referir a um rolo completo (Jr 36:2, 8) ou a uma única folha de um livro. CBASD –Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 232.
2 E lhes chamou pelo nome de Adão.A única informação nova é o nome que por Deus – e lhes foi dado por Deus: “homem”, adam. A partir deste texto fica claro que o nome Adão era originalmente genérico, incluindo tanto o homem quanto a mulher, e que ele era equivalente à palavra “humanidade”. CBASD, vol. 1, p. 232.
3 À sua semelhança. Embora Sete não fosse o filho primogênito de Adão, era aquele através de quem a linhagem piedosa se perpetuaria. O que sucedeu a Adão depois da queda está resumido em três curtos versos que servem como padrão para as biografias subsequentes. CBASD, vol. 1, p. 232.
5 Os dias todos da vida de Adão foram novecentos e trinta anos. A longevidade da raça antediluviana pode ser atribuída às seguintes causas: (1) vitalidade original com a qual a humanidade foi dotada na criação, (2) piedade e inteligência superiores, (3) efeito residual do fruto da árvore da vida, (4) qualidade superior dos alimentos disponíveis, e (5) graça divina em postergar a execução da penalidade do pecado. Adão viveu para ver oito gerações sucessivas alcançarem a maturidade. Uma vez que sua vida abarcou mais da metade do tempo que decorreu até o dilúvio, é claro que muitos puderam ouvir de seus próprios lábios a história da criação, do Éden, da queda e do plano da redenção, tal como este lhe havia sido revelado. CBASD, vol. 1, p. 233.
E morreu.Com estas sombrias palavras termina a biografia de Adão. A monótona repetição desta declaração no final de cada biografia – exceto de Enoque – afirma o domínio da morte (Rm 5:12). Revela que a sentença de morte não foi uma vã ameaça. A morte é uma lembrança persistente da natureza e dos resultados da desobediência. CBASD, vol. 1, p. 233.
22 Andou Enoque com Deus. Esta expressão … Retrata uma vida de piedade singularmente elevada, não meramente a constante percepção da presença divina ou mesmo o contínuo esforço para uma santa obediência, mas a conservação da mais íntima relação com Deus. A vida de Enoque evidentemente estava em plena harmonia com a vontade divina. CBASD, vol. 1, p. 233.
Depois que gerou a Metusalém. [Esta declaração] não significa que ele havia sido uma pessoa ímpia antes e só nesse momento experimentara conversão. … Porém, com a chegada desse filho, ele compreendeu, por experiência própria, a profundidade do amor de um pai e a confiança de uma criança indefesa. … Sua comunhão com Deus consistiu não apenas na contemplação de Deus, mas também no ministério ativo em favor do próximo. Ele ansiava pela vinda de Cristo em glória, advertindo fervorosa e solenemente os pecadores ao redor sobre o terrível destino que aguardava os ímpios (Jd 14, 15). CBASD, vol. 1, p. 233.
Trezentos anos. A constante fidelidade de Enoque, manifesta ao longo de um periodo de 300 anos, deve encorajar cristãos que acham difícil “andar com Deus” mesmo por um dia. CBASD, vol. 1, p. 233.
E teve filhos e filhas. Segundo o relato inspirado, Enoque gerou filhos e filhas durante sua vida de excepcional piedade. Aqui está uma evidência inegável de que o estado de matrimônio está de acordo com a mais estrita vida de santidade.CBASD, vol. 1, p. 233.
24 E já não era, porque Deus o tomou para Si. O evento mais significativo da era antediluviana, um evento que encheu os fiéis de esperança e alegria, a trasladação de Enoque, é relatado por Moisés nestas poucas e simples palavras. Enoque foi trasladado “para não ver a morte”(Hb 11:5). Esse significado está implícito na palavra laqah, “Ele [Deus] tomou”, uma palavra nunca usada para denotar a morte. O moderno uso cristão da expressão não tem autoridade bíblica. A palavra é usada, contudo, em conexão com a trasladação de Elias (2Rs 2:3, 5, 9, 10). … Como modelo de virtude, Enoque, “o sétimo depois de Adão”, está em distinto contraste com a sétima geração da linhagem cainita, Lameque, que acrescentou o crime de homicídio ao vício da poligamia (Jd 14; cf. Gn 4:6-19). A partida de Enoque foi presenciada por alguns, tanto justo como ímpios (ver PP, 88). Sua trasladação foi planejada por Deus, não só para recompensar a piedade, mas para demonstrar a certeza do livramento do pecado e da morte prometido por Deus. A lembrança desse evento notável sobreviveu na tradição judaica (ver Eclesiástico 44:16), no registro cristão (Hb 11:5; Jd 14) e até em fábulas pagãs. … lendas árabes o apresentam como o inventor da escrita e da aritmética. … A vida exemplar de Enoque, com seu glorioso clímax, ainda testifica da possibilidade de viver num mundo ímpio sem pertencer a ele. CBASD, vol. 1, p. 233,234.
25 Metusalém. A curta vida terrena de Enoque [em comparação a seus contemporâneos], de apenas 365 anos, foi seguida pela de seu filho Metusalém, que viveu 969 anos e chegou até o ano do dilúvio. CBASD, vol. 1, p. 234.
29 Noé. Na esperança de que seu primogênito fosse o descendente prometido, o redentor cuja vinda os fiéis esperavam ansiosamente, Lameque o chamou de Noé, “descanso”, dizendo: “Este nos consolará.” O nome “Noé”(ruah, “descansar”) e a palavra “consolar”vêm de uma raiz comum que significa “suspirar”, “respirar’, “descansar”e “deitar”. CBASD, vol. 1, p. 234.
32 Era Noé da idade de quinhentos anos. Nenhum dos patriarcas esperou tantos anos antes do nascimento de seus descendentes como Noé; passou-se meio milênio antes de seu lar ser abençoado pela chegada de um filho (ver p. 183 [Introdução a Gênesis/CBASD]). Essa lista genealógica é interrompida com Noé, mencionando-se apenas o nascimento de seus filhos. A menção dos três filhos sugere a importância deles no povoamento da terra após o dilúvio. CBASD, vol. 1, p. 234.
Gerou a Sem, Cam e Jafé. A última parte de Gênesis 5:32 … seria traduzida de maneira mais exata da seguinte forma[em ordem de nascimento]: “E gerou a Jafé, Sem e Cam.” Sem é mencionado [no relato bíblico] como o primeiro dos três filhos por causa de sua importância como o progenitor da linhagem patriarcal pós-diluviana, da qual viria o escolhido povo de Deus, bem como o descendente prometido. CBASD, vol. 1, p. 235.
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GÊNESIS 5 – O capítulo anterior revelou a existência de duas linhagens: A de Caim e a de Sete. O ato satânico de Caim que parecia o fim do bem foi revertido com o nascimento de Sete.
Provavelmente, Caim casou-se com uma de suas irmãs, Adão e Eva tiveram dezenas de filhos e filhas (Gênesis 5:4). O sinal que Deus colocara em Caim visava protegê-lo da morte de quem quer o encontrasse; graciosamente preservado com vida, ele gerou Enoque.
Visando preencher o vazio que cabe somente a Deus, a família de Caim criou várias atividades. Assim surgiu o desenvolvimento cultural, político e econômico. Os primeiros construtores, músicos e fazendeiros surgiram ao procurarem sentido na vida sem Deus; sentido este que só existe quando Deus está no centro da existência (Gênesis 4:17-27).
Da família de Sete surgem aqueles que, em contraste com aqueles que buscam sentido nas coisas materialistas e ilusórias deste mundo, descobrem a verdadeira satisfação do coração no ato de invocar o nome do Senhor (Gênesis 4:25-26).
No capítulo 5 continua a estratégia divina de restaurar o estrago operado pelo pecado. Os seres humanos foram criados à imagem e semelhança de Deus para relacionar-se com Ele. Foram abençoados por Ele, e não será o pecado que vai arruinar para sempre as nobres intenções de Deus.
Deus deixa de lado a linhagem de Caim e foca na linhagem de Sete. O que importa para Deus não são os bens materiais, fama, sucesso e prosperidade neste mundo, mas buscar a Sua presença. Ele almeja nosso relacionamento que passou por uma ruptura com a entrada do pecado.
Enfim, a genealogia de Caim termina em maldição, a de Sete apresenta a progressão da promessa messiânica. Ambas as genealogias possuem nomes iguais, Enoque e Lameque (Gênesis 4:17-18; 5:21-25), embora o caráter deles sejam contrastantes. Enoque, sétimo da linhagem de Sete, anda com Deus; já Lameque, sétimo da linhagem de Caim, é bígamo, vingativo, assassino e violento. “A linhagem de Caim leva ao juízo; a linhagem de Sete, à Salvação” (Bruce K. Waltke).
No tempo do fim, duas gerações contrastantes existirão: Uma apegada ao pecado, outra apegada ao Salvador do pecado! Qual é tua escolha? – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO GÊNESIS 4 – Primeiro leia a Bíblia
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/gn/4
Gênesis 4 descreve as terríveis consequências da raiva descontrolada. As emoções desenfreadas de Caim o levaram a matar seu irmão Abel. Quando nossas emoções ficam fora de controle as consequências são sérias. Caim deixou sua casa e vagou como um “fugitivo e andarilho”. Sua vida mudou em um instante. Más escolhas, emoções descontroladas e atitudes negativas produzem consequências devastadoras. Boas escolhas, emoções sob controle e emoções positivas resultam em consequências positivas. Uma vida sob o controle do Espírito de Deus está preparada para enfrentar qualquer circunstância que a vida apresente com uma atitude de calma segurança nos propósitos preponderantes de Deus.
Uma das perguntas mais fascinantes desta narrativa bíblica é feita por Caim. Ele pergunta: “Sou eu o guardião do meu irmão?” Onde nossas decisões impactam os outros, a resposta é um sonoro “sim”. Embora não sejamos responsáveis pelas escolhas que “nosso irmão” faz, somos responsáveis pelas escolhas que fazemos que influenciam a vida das pessoas ao nosso redor. Isso nos deve fazer parar a fim de avaliarmos a influência de nossas ações e atitudes.
Mark Finley
Evangelista aposentado
Estados Unidos
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/4
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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GÊNESIS 4 – Os efeitos do pecado se multiplicaram rapidamente. A frieza espiritual e suas consequências são logo percebidas neste capítulo.
Após você ler o relato bíblico, te convido a uma reflexão:
• Por que Deus aceitou a oferta de Abel e não o fruto do suado esforço e trabalho de Caim?
• Seria Deus arbitrário demonstrando aceitação por um e rejeição por outro?
• Em Levítico 23:10-11 Deus revela interesse nos frutos da terra como forma de aceitar Seu povo, então, por que rejeitou os frutos de Caim?
• Seria predestinação?
O que realmente importa é: No que consistia a questão da desaprovação de Deus à adoração de Caim?
Ao lermos o texto com pressupostos equivocados, julgaremos mal o caráter justo e gracioso de Deus. Embora sejam sucintos os primeiros capítulos da história humana, a revelação desvenda mistérios, não os cria. Observe:
Após o pecado, o Éden não foi imediatamente retirado do planeta; pois, ao afastar-se de Deus, Caim foi ao lado leste dele (Gênesis 4:16). Subentende-se, então, que Adão compartilhara a triste história de sua vida aos filhos e revelara a providência divina para a tragédia do pecado expressa em Gênesis 3:15, 21.
Do contrário, não haveria sentido algum de Deus indagar a Caim: “Se você fizer o bem, não será aceito?” (Gênesis 4:7) caso ele desconhecesse o que era certo.
O problema foi que a ação contrária à instrução caracterizou desobediência e rebelião de Caim, o qual se apresentou “perante Deus com murmuração e incredulidade com respeito ao sacrifício prometido e necessidade de ofertas sacrificais. Sua oferta não expressava arrependimento pelo pecado”; portanto, “Caim não foi vítima de um intuito arbitrário. Um irmão não fora eleito para ser aceito por Deus, e outro para ser rejeitado. Abel escolheu a fé e a obediência; Caim, a incredulidade e a rebeldia. Nisto consistia toda a questão” (Ellen White).
Toda a história de Caim foi corrupta (Gênesis 4:17-24). Somente surgiu um raio de esperança com o terceiro filho de Adão e Eva: Sete, com seu filho Enos (Gênesis 4:25-26). Reavivemo-nos como Sete e Enos nestes dias de frieza espiritual.
Quem deseja verdadeira espiritualidade em meio a tantas formas de religiosidade, a revelação é clara: “Não sejamos como Caim, que pertencia ao Maligno e matou seu irmão” (1 João 3:12) – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO GÊNESIS 3 – Primeiro leia a Bíblia
GÊNESIS 3 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
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COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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2027 palavras
[Nota do compilador: Recomendamos com ênfase a leitura do Comentário Bíblico Adventista sobre Gênesis 3, de cujas 9 1/2 páginas extraímos aqui esta seleção]
1 Disse à mulher. Usando a serpente como médium, Satanás achou um momento em que pôde se dirigir à mulher sozinha. Sempre é mais fácil persuadir uma pessoa a fazer algo errado quando ela está longe de um ambiente protetor. Tivesse Eva permanecido junto ao marido, sua presença teria sido uma proteção para ela, e a história sem dúvida teria tido uma sequência diferente. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 213.
2 Do fruto das árvores do jardim podemos comer. … em vez de voltar as costas e correr para o marido, mostrou sinais de vacilação e dúvida e uma disposição para discutir o assunto um pouco mais com a serpente. CBASD, vol. 1, p. 213.
5 No dia …se vos abrirão os olhos. Satanás … acusou a Deus de: (1) Invejar a felicidade de Suas criaturas. … (2) Mentir. … A promessa “se vos abrirão os olhos” sugeria uma então presente limitação de visão que podia ser removida seguindo-se o conselho da serpente. CBASD, vol. 1, p. 214.
6 Vendo a mulher.Depois de terem sido despertadas na mulher a dúvida e a incredulidade com respeito à Palavra de Deus, a árvore lhe pareceu muito diferente. Três vezes é feita a menção de quão atrativa ela era: agradava ao paladar, aos olhos e ao anseio por mais sabedoria. O olhar para a árvore dessa forma, com o desejo de participar de seu fruto, foi uma concessão ao estímulo de Satanás. Em sua mente, ela já era culpada de transgredir o mandamento divino: “Não cobiçarás”(Êx 20:17). O ato de tomar o fruto e comer dele foi apenas o resultado natural de haver se colocado no caminho da transgressão. CBASD, vol. 1, p. 214.
Tomou-lhe do fruto.Havendo cobiçado aquilo a que não tinha direito, a mulher prosseguiu, transgredindo um mandamento após outro. A seguir ela roubou o que era propriedade de Deus, violando o oitavo mandamento (Êx 20:15). Comendo do fruto proibido e dando-o ao marido, transgrediu também o sexto mandamento (Êx 20:13). Então, quebrou o primeiro mandamento (Êx 20:3) porque colocou Satanás acima de Deus em consideração e obedeceu a ele em vez de ao Criador. CBASD, vol. 1, p. 214, 215.
E deu também ao marido. Observando que não havia morrido imediatamente – o que parecia confirmar a definida afirmação do sedutor: “Não morrereis” – Eva experimentou uma enganosa sensação de enlevo. Desejou que o marido também partilhasse dessa sensação. CBASD, vol. 1, p. 215.
E ele comeu. … o poder de persuasão da esposa aliado a seu próprio amor por ela, induziu-o a partilhar das consequências de sua queda, quaisquer que elas fossem. Em vez de esperar até que tivesse a oportunidade de discutir o trágico assunto com Deus, Adão decidiu tomar o destino em suas mãos. A queda de Adão é a mais trágica, porque ele não duvidou de Deus, nem foi enganado como Eva; agiu sob a segura expectativa de que a terrível ameaça de Deus se concretizaria. … Não foi a escolha de Eva, mas a deliberada escolha de Adão, na plena compreensão de uma ordem expressa de Deus, que tornou o pecado e a morte a sorte inevitável da humanidade. Eva foi enganada, mas o mesmo não ocorreu com Adão … Se Adão tivesse permanecido leal a Deus, apesar da deslealdade de Eva, a sabedoria divina teria resolvido o dilema e evitado o desastre para a raça humana. CBASD, vol. 1, p. 215.
7 Abriram-se, então, os olhos de ambos. Que ironia há nessas palavras, que registram o cumprimento da ambígua promessa de Satanás! Abriram-se os olhos de seu intelecto e compreenderam que não mais eram inocentes. CBASD, vol. 1, p. 215.
9 Onde estás? Deus … o chamou não porque ignorasse o seu esconderijo, mas para levá-lo à confissão. Adão procurou ocultar o pecado por trás das consequências deste e sua desobediência, por trás de seu senso de vergonha, declarando a Deus que havia se escondido devido ao embaraço da nudez. A consciência dos efeitos do pecado era mais aguçada que o senso de pecado em si. CBASD, vol. 1, p. 216.
12 A mulher que me deste. A resposta de Adão para explicar seu embaraço foi uma desculpa tortuosa e evasiva que acabou sendo uma acusação contra Deus. A que ponto o caráter de Adão havia mudado no curto intervalo de tempo desde que enveredara pelo caminho da desobediência! O homem que havia amado tanto a esposa que intencionalmente violara o mandamento de Deus para não se separar dela, agora fala da esposa com fria e insensível antipatia, como “a mulher que me deste”. … Um dos amargos frutos do pecado é que o coração se torna duro, “sem afeição natural” (Rm 1:31). CBASD, vol. 1, p. 216.
13 A serpente me enganou. Nenhum dos dois deu evidências de arrependimento. Existe, porém uma diferença notável entre a confissão de um e de outro. A mulher alegou que havia sido enganada; Adão admitiu tacitamente que seu ato havia sido deliberado, com pleno conhecimento das consequências.CBASD, vol. 1, p. 216.
14 Comerás pó. Uma expressão figurativa. CBASD, vol. 1, p. 216.
15 Entre a tua descendência e o seu descendente. Faz-se referência aqui ao conflito milenar entre a “descendência” ou os seguidores de Satanás (Jó 8:44; At 13:10; 1Jo 3:10) e o descendente da mulher. O Senhor Jesus Cristo é designado, por preeminência, como “o descendente” (Ap 12:1-5; cf. Gl 3:16, 19). Ele que veio para “destruir as obras do diabo” (Hb 2:14; 1Jo 3:8). CBASD, vol. 1, p. 217.
Este te ferirá a cabeça. Adão, que foi vice-rei de Deus na Terra enquanto permaneceu leal, havia cedido a autoridade a Satanás, ao transferir sua lealdade a Deus para a serpente. … Adão começou a perceber a extensão de sua perda quando, de governante deste mundo passou a ser um escravo de Satanás. Contudo, antes de ouvir o pronunciamento da sentença, o bálsamo da esperança foi aplicado à sua alma despedaçada. Para a mulher, a quem havia culpado pela sua queda, ele agora devia se voltar em busca do livramento – na espera pelo descendente prometido, em quem haveria poder para vencer o arqui-inimigo de Deus e do homem. CBASD, vol. 1, p. 218 e 218.
16 O teu desejo será para o teu marido. A palavra heb. shuq, “desejo”, significa “correr atrás de de, ter ardente anseio por algo”, indicando o mais forte desejo possível. Embora governada pelo homem e torturada pelas dores do parto, a mulher ainda sentiria intenso desejo pelo marido. … Prece razoável concluir que esse “desejo” foi dado para aliviar as tristezas da feminilidade e unir ainda mais o coração do marido e da esposa. CBASD, vol. 1, p. 218.
Ele te governará. A mulher havia rompido seu relacionamento com o homem, o qual fora estabelecido por Deus. Em vez de ser uma auxiliadora “idônea”, ela havia se tornado sua tentadora. Portanto, seu status de igualdade com o homem foi afetado; ele havia governado como seu senhor e amo. As Escrituras descrevem a mulher como sendo “possuída”pelo homem. Entre a maioria dos povos não-cristãos a mulher tem estado sujeita, ao longo dos séculos, à degradação e, quase, à escravidão. Entre os hebreus, contudo, a condição da mulher era de distinta subordinação, mas não de opressão ou de escravidão. O cristianismo colocou a mulher na mesma plataforma que o homem no que diz respeito às bênçãos do evangelho (Gl 3:28). Embora o marido seja descrito como a cabeça do lar, os princípios cristãos devem levar o homem e sua esposa a uma experiência de verdadeira parceria, em que um seja tão devotado à felicidade e bem-estar do outro que nunca nenhum dos dois queira “governar”sobre o outro (ver Cl 3:18, 19). CBASD, vol. 1, p. 218, 219.
17 Maldita é a terra. Deve ser notado, novamente, que Deus não amaldiçoou Adão nem sua esposa. As maldições foram pronunciadas somente sobre a serpente e a terra. Mas Deus disse a Adão: “Maldita é terra por tua causa”. CBASD, vol. 1, p. 219.
18 A erva. A punição divina estipulava também uma mudança parcial na alimentação. Evidentemente se deve concluir que a quantidade e a qualidade dos cereais, castanhas e frutas originalmente dados ao homem foram, como resultado da maldição, reduzidos a tal ponto que ele precisaria buscar uma porçãoda alimentação diária nas ervas. Essa mudança também deve ter ocorrido, em parte, devido à perda de certos elementos que eram obtidos da árvore da vida, à mudança no clima e talvez, principalmente, à sentença de ter de trabalhar arduamente para obter sustento.CBASD, vol. 1, p. 219.
19 No suor do seu rosto. O trabalho e o esforço desenvolvem o caráter e ensinam a humildade e a cooperação com Deus. Essa é uma das razões pelas quais a igreja cristã geralmente tem encontrado seus mais leais adeptos e defensores na classe trabalhadora.CBASD, vol. 1, p. 219.
Até que tornes à terra. O Senhor informou Adão que a sepultura era seu destino certo. Ele compreendeu, assim, que o plano da redenção (v. 15) não impediria a perda da vida presente, mas oferecia a certeza de uma nova vida. … A menos que, em misericórdia, fosse concedido um tempo de graça para o homem, a morte teria ocorrido instantaneamente. A justiça divina exigia a vida; a misericórdia divina concedeu uma oportunidade para restaurar essa vida. CBASD, vol. 1, p. 220.
20 E deu o homem o nome de Eva a sua mulher. Este verso … mostra que Adão creu na promessa relativa ao descendente da mulher e manifestou essa fé no nome que deu à esposa. Eva hawwah, significa “vida”, e é aqui traduzida como zoepela LXX [versão em latina do AT efetuada antes do nascimento de Jesus]. … Em Gênesis 4:1, hawwah foi imperfeitamente transliterado como euapela LXX e daí vem a forma “Eva”em nossa língua.CBASD, vol. 1, p. 220.
Por ser a mãe.Adão deu, em fé, o nome “aquela que vive”à sua esposa… Em vez de chamá-la, em desânimo e desespero – como seria de se esperar naquelas circunstâncias – de “a mãe de todos os condenados à morte”, ele fixou os olhos, pela fé, em seu Juiz e, antes mesmo que ela desse à luz seu primogênito, chamou-a, com esperança, de “aquela que vive”. A fé de fato foi para ele “a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que não se veem” (Hb 11:1).CBASD, vol. 1, p. 220.
21 Vestimenta de peles. O ritual dos sacrifícios, embora não seja especificamente mencionado aqui, foi instituído nessa ocasião (PP, 68; cf. DTN, 28). A história dos sacrifícios de Caim e Abel relatada no capítulo seguinte mostra que os primeiros filhos de Adão e Eva estavam bem familiarizados com esse ritual. Se Deus não tivesse comunicado regulamentos definidos quanto aos sacrifícios, Sua aprovação à oferta de Abel e desaprovação à de Caim teria sido arbitrária. O fato de Caim não acusar a Deus de parcialidade evidencia que tanto ele quanto o irmão sabiam o que era requerido.CBASD, vol. 1, p. 220.
22 Como um de nós. Pela desobediência havia aprendido a diferença entre o bem e o mal, ao passo que Deus havia planejado que ele obtivesse esse conhecimento mediante a cooperação voluntária com a vontade divina.CBASD, vol. 1, p. 221.
Estenda a mão. Era então necessário impedir que o homem continuasse a participar do fruto da árvore da vida, a fim de que não se tornasse um pecador imortal (PP, 60).CBASD, vol. 1, p. 221.
24 O refulgir de uma espada. A luz sempre foi um símbolo da presença divina. Como tal, o shekinah … Não havia uma espada literal guardando o portão do paraíso. O que havia era o que parecia ser o cintilante reflexo de luz de uma espada “que se revolvia”em todas as direções com grande rapidez – setas de luz refulgentes que irradiavam de um centro intensamente brilhante. … Essa luz viva e radiante não era nada senão a glória do shekinah, a manifestação da presença divina. Diante dela, durante séculos, os que eram leais a Deus se reuniam para adorá-Lo (PP, 62, 83, 84.).CBASD, vol. 1, p. 222.
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1611 palavras
1 Adquiri um varão com o auxílio do SENHOR. O hebraico diz, literalmente: “Adquiri um varão, o SENHOR”. Quando Eva segurou seu primogênito nos braços, provavelmente se lembrou da promessa divina (Gn 3:15) e, acariciando a esperança de que ele fosse o Libertador prometido, deu-lhe o nome de Qayin, “adquirido”(DTN, 31). Pobre esperança! Seu ávido anseio pelo rápido cumprimento da promessa do evangelho estava destinado a doloroso desapontamento. Mal sabia ela que aquela criança se tornaria o primeiro assassino do mundo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 223.
2Abel, seu irmão. O nome Abel significa “vaidade”ou “insignificância”. CBASD, vol. 1, p. 224.
3 No fim de uns tempos. Literalmente, “ao fim de dias”. … a palavra yamim, “dias”, é usada em vários exemplos em que o contexto deixa claro que se quer dizer um ano. CBASD, vol. 1, p. 224.
Trouxe Caim do fruto da terra uma oferta ao SENHOR. O que tornou a oferta de Caim inaceitável a Deus? A contragosto, Caim reconhecia parcialmente as reivindicações de Deus sobre ele. Mas um espírito secreto de ressentimento e rebelião o levou a cumprir os reclamos divinos de forma que ele mesmo escolheu, em vez de seguir precisamente o plano estabelecido por Deus. Aparentemente ele obedeceu, mas a maneira em que o fez revelava um espírito desafiador. Caim pretendia se justificar por suas próprias obras, ganhar a salvação por seus méritos. Ele se recusou a reconhecer que era pecador e que precisava de um Salvador. Apresentou uma oferta que não expressava nenhum arrependimento pelo pecado – uma oferta sem sangue. E “sem derramamento de sangue não há remissão”, pois “é o sangue que fará expiação pela alma” (Hb 9:22; Lv 17:11, ARC, PP, 71, 72).… Examinar bem o coração pode evitar que como Caim ofereçamos a Deus dons [dádivas] inúteis e inaceitáveis. CBASD, vol. 1, p. 224.
4 Das primícias do seu rebanho. A oferta de Abel foi uma demonstração de fé. A oferta de Caim, em contraste, foi uma tentativa de obter a salvação pelas obras. CBASD, vol. 1, p. 225.
Agradou-se. Embora não seja revelada a maneira como Deus aceitou a oferta de Abel, ela consistiu na aparição de um fogo celestial para consumir o sacrifício, como ocorreu muitas vezes em épocas posteriores [ref. omitidas]. CBASD, vol. 1, p. 225.
5 Ao passo que de Caim e de sua oferta.Caim notou a ausência de qualquer sinal visível do agrado de Deus e da aceitação da oferta. O resultado foi uma ira ardente e profunda. … Caim não fez nenhuma tentativa de esconder sentimentos de desapontamento, insatisfação e ira. Sua face demonstrava o ressentimento. CBASD, vol. 1, p. 225.
6 Por que andas irado? Fica aqui evidente, como nos v. 14 e 16, que Deus não deixou de ter contato pessoal com o ser humano quando o expulsou do jardim. CBASD, vol. 1, p. 225.
7 Se, todavia, procederes mal, eis que o pecado jaz à porta. Se Caim não mudasse, mas continuasse no caminho do mal, o pecado o dominaria. A frase “o pecado jaz à porta”(como um animal selvagem) é provavelmente um provérbio (ver 1Pe 5:8). CBASD, vol. 1, p. 225.
8 Estando eles no campo.As obras de Caim “eram más, e as de seu irmão, justas”(1Jo 3:12). Foi por isso que Caim matou seu irmão. A inimizade entre o bem e o mal, predita por Deus antes da expulsão do jardim, era vista então pela primeira vez em sua forma mais horrível. CBASD, vol. 1, p. 226.
9 Onde está Abel, seu irmão?Assim como ocorreu com Adão e Eva, Deus, então, foi atrás de Caim para pôr a transgressão na devida luz, a fim de despertar arrependimento em sua consciência culpada e crir nele um novo coração. Como Deus havia se dirigido aos pais de Caim com uma pergunta, fez o mesmo com ele. Os resultados, contudo, foram bem diferentes: Caim ousadamente negou sua culpa. A desobediência havia levado ao homicídio, ao qual ele acrescentava a mentira e o desafio, pensando cegamente que poderia ocultar de Deus o seu crime. CBASD, vol. 1, p. 227.
11 És agora, pois, maldito. Alguns comentaristas têm interpretado esta passagem como indicando que Caim foi banido para uma região menos fértil. O contexto (v. 12, 14) parece favorecer essa explicação, ou talvez a ideia de que, pelo fato de Caim ter usado mal os frutos da terra, Deus não mais permitiria que ele ganhasse o sustento cultivando o solo. Alguém que é errante pela Terra (v. 14, 16), seja um pastor de ovelhas ou um nômade, não pode ser um agricultor bem-sucedido. CBASD, vol. 1, p. 227.
12 Não te dará ele [o solo] a sua força. Caim estava condenado a vaguear perpetuamente a fim de conseguir alimento para si, para a família e o animais. CBASD, vol. 1, p. 227.
13 Já não posso suportá-lo. Embora Caim merecesse a pena de morte, um Deus misericordioso e paciente lhe deu mais uma oportunidade de arrependimento e conversão. Mas, em vez de se arrepender, Caim reclamou da punição como sendo mais severa do que merecia. CBASD, vol. 1, p. 227.
14 Quem comigo se encontrar. Caim se viu sem esperança de continuar vivo, com medo de que a maldição de Deus implicasse a retirada da restrição de sobre aqueles que buscassem vingar o sangue de Abel. Uma consciência culpada o advertia de que ele merecia morrer e que, daí em diante, sua própria vida estava em perigo. CBASD, vol. 1, p. 227.
15 Assim. Em outras palavras, à declaração de Caim “Quem comigo se encontrar me matará”, Deus teria respondido “Não será assim”. CBASD, vol. 1, p. 228.
Sete vezes. Isto subentende uma penalidade severíssima para qualquer pessoa que assassinasse Caim … A vida de Caim e de seus descendentes devia ser uma demonstração do que o pecado faz nos seres racionais (PP, 78). CBASD, vol. 1, p. 228.
Um sinal. Alguns comentaristas veem nesse sinal uma marca exterior ligada à pessoa de Caim, enquanto outros creem que ele recebeu um sinal de Deus como uma garantia divina de que nada colocaria em perigo sua vida. O que quer que seja, não era um sinal do perdão de Deus, mas apenas uma proteção temporal. CBASD, vol. 1, p. 228.
17 E coabitou Caim com sua mulher. A repentina menção da mulher de Caim não deve criar problema. Gênesis 5:4 declara que Adão “teve filhos e filhas”além dos três filhos cujos nomes são mencionados. Os primeiros habitantes da Terra não tinham outra escolha exceto se casarem com seus irmãos e irmãs a fim de cumprirem a ordem divina: “Sede fecundos, multiplicai-vos”(ver At 17:26). … Tais casamentos foram mais tarde proibidos (Gn 1:28; ver Lv 18:6-17). CBASD, vol. 1, p. 228.
Ela concebeu e deu à luz a Enoque. O fato de Deus não impedir que o desobediente e réprobo Caim tivesse descendentes é outra evidência de Seu caráter misericordioso (Sl 145:9; Mt 5:45). O nome “Enoque”pode significar “dedicação”ou “consagração”; pode também significar “iniciação”. CBASD, vol. 1, p. 228.
Caim edificou uma cidade. É digno de nota que a primeira “cidade” do mundo tenha sido fundada pelo primeiro assassino, um indivíduo perversamente impenitente cuja vida, completa e irreversivelmente dedicada ao mal, foi vivida em desafio a Deus. Foi alterado, assim, o plano de Deus de que o homem vivesse em meio à natureza, contemplando nela o poder do Criador. Muitos males atuais são resultado direto do agrupamento antinatural de seres humanos em grandes cidades, onde os piores instintos predominam e vícios de todos os tipos florescem. CBASD, vol. 1, p. 229.
18 A Enoque nasceu-lhe Irade. O caráter de Enoque, filho de Caim, [e de seus descendentes] está em contraste tão acentuado com o do Enoque da linhagem de Sete, que é impossível identificar os dois como uma só pessoa.Quanto aos outros pares de nomes [Lameque, Matusalém,] a semelhança é apenas superficial. CBASD, vol. 1, p. 229.
19 Lameque tomou para si duas esposas. Lameque foi o primeiro a perverter o casamento, tal como este fora estabelecido por Deus, transformando-o na concupiscência dos olhos e da carne, sem ter sequer o pretexto de que a primeira esposa não tivesse tido filhos. A poligamia foi um novo mal que ficou arraigado durante longos séculos. Os nomes das esposas de Lameque sugerem atração sensual: Ada significa “adorno”e Zilá significa “sombra”ou “tilintar”. CBASD, vol. 1, p. 229.
22 Naamá. Não se sabe por que a irmã de Tubalcaim é especificamente mencionada. A tradição judaica a identifica como a esposa de Noé. Seu nome, que significa “a bela”ou “a agradável” reflete a mente mundana dos cainitas, que olhavam para a beleza, e não para o caráter, como o principal atrativo das mulheres. CBASD, vol. 1, p. 230.
23 Matei um homem. As palavras de Lameque, em forma hebraica poética, têm sido apropriadamente chamadas de o “Cântico de Lameque”. Tanto quanto se saiba saiba, esse cântico constitui a primeira composição poética do mundo. É difícil saber o significado exato de suas palavras um pouco enigmáticas. Orígenes escreveu dois livros sobre o “cântico”e depois declarou que ele não podia ser explicado. CBASD, vol. 1, p. 230.
25 Sete. Depois de relatar o desenvolvimento da ímpia família de Caim, o autor volta a Adão e Eva e repassa brevemente a história daqueles que foram fiéis a Deus. Pouco depois a morte de Abel nasceu um terceiro filho, a quem sua mãe deu o nome de Sete, Seth, o “nomeado”, a “compensação”ou o “substituto”, em lugar de Abel. Eva, tendo visto que seu filho piedoso estava morto e reconhecendo que as palavras de Deus com respeito ao descendente prometido não podiam encontrar cumprimento no amaldiçoado Caim, expressou sua fé de que o Libertador prometido viria através de Sete. Sua fé foi recompensada, pois os descendentes de Sete obedeceram ao Senhor. CBASD, vol. 1, p. 230.
26 Enos. Em seu tempo, iniciou-se um culto mais formal. As pessoas, é claro, haviam invocado o Senhor antes do nascimento de Enos, mas à medida que o tempo passava surgiu uma distinção mais evidente entre aqueles que adoravam ao Senhor e aqueles que O desafiavam. A expressão “invocar o nome do Senhor”é usada frequentemente no AT (Sl 79:6; 116:17; Jr 10:25; Sf 3:9) para indicar adoração pública, como ocorre aqui. CBASD, vol. 1, p. 230.
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GÊNESIS 3 – Esse texto nos conta sobre a maior tragédia humana. Este capítulo nos revela por que não estamos num jardim, onde originalmente Deus colocara a humanidade. Ele mostra como o maravilhoso plano de Deus para nós foi arruinado. Ele explica a origem da dor, do sofrimento, da humilhação, da morte; e também da esperança!
Analisando atentamente este texto em seu contexto, entendemos que Moisés intentava mostrar aos sofredores israelitas que a angústia deles na escravidão egípcia não se dava pela inexistência de Deus, mas pela existência do pecado. E, que a existência do pecado, não se deu pelo fato de que Deus não cuidou bem do que criou, mas pela negligência de nossos primeiros pais.
Desde que o homem e a mulher optaram por confiar em suas próprias conclusões, Deus Se mostrou amoroso por trás de cada acontecimento e de cada capítulo da história humana, almejando reverter a situação. Apesar da porta do mundo ter sido aberta para o pecado e todo seu pacote de desgraça resultando em terríveis calamidades e angústias, Deus está conduzindo à história mundial a um fim glorioso.
Em meio ao medo, vergonha e desespero humanos veio Deus com a solução que eliminaria a morte e todas consequências funestas do pecado. Quando o futuro parecia escuro e incerto, Deus apresentou a primeira e mais importante profecia de toda a Bíblia. Em Gênesis 3:15 Deus revela que O descendente da mulher (Jesus) pagaria altíssimo preço a fim de cobrir a culpa do pecador com a justiça divina, assim como Deus cobriu os dois transgressores com peles de animais (Gênesis 3:19).
Na pior desgraça humana, percebemos a maior graça divina. Os desobedientes que deveriam morrer no dia em que comessem do fruto proibido, não morreram – animais inocentes morreram no lugar deles. Contudo, os pecadores sentiram a morte na pele ao serem revestidos com peles de animais mortos. A morte de Jesus pagaria o resgate da humanidade.
Assim foi revelado o evangelho, as boas notícias de que o mal não existirá eternamente. Em breve a cabeça do autor do pecado será esmagada por Quem já foi ferido na cruz (Romanos 16:20).
Através de Jesus, o desespero se transforma em esperança, a incerteza quanto ao futuro se transforma em certeza de vitória! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.