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1219 palavras
18:1 – 27:34 Estes capítulos ensinam os israelitas como viver vidas santas. Andrews Study Bible.
18.1 – 20.27 Aqui, o povo de Deus recebe instruções a respeito dos relacionamentos entre pessoas e de uma moralidade que reflete a santidade de Deus. Dessa maneira, Israel foi sendo preparado para um estilo de vida diferente daquele dos cananeus, cujo comportamento era deploravelmente imoral. O cap 18 contém proibições na esfera moral, o cap. 19 expande os dez mandamentos para detalhar a moralidade correta, e o cap. 20 determina as penalidades pela violação dos padrões divinos da moralidade. Bíblia de Estudo NVI Vida.
1-30 Moisés instrui [a partir da palavra do Senhor] Israel acerca das práticas ilegítimas vinculadas ao sexo e à família, incluindo o incesto (vs. 6-20), os sacrifícios de crianças (v. 21), o homossexualismo (v. 22) e a bestialidade (v. 23). Os vizinhos de Israel não tinham muitas restrições nas suas atitudes sexuais e no seu comportamento (v. 3). … As leis existentes neste capítulo pressupões o casamento entre israelitas. Entretanto, uniões entre parentes em primeiro grau … e … e parentes próximos por casamento também eram proibidas. Bíblia de Genebra.
Os padrões de pureza na vida familiar que sempre tinham tomado vulto perante os olhos dos israelitas, a saber, os do Egito e de Canaã, eram corrompidos; por este motivo, Israel precisava de um padrão divinamente inspirado, por ser um povo santo, dedicado a Jeová. As leis modernas sobre o casamento, na sua maior parte, seguem as limitações estabelecidas aqui. O casamento entre parentes consanguíneos aumenta a possibilidade de problemas de hereditariedade, especialmente no caso de doenças mentais. a pureza sexual é uma parte integrante da saúde do corpo e da alma. Bíblia Shedd.
3 Os israelitas se moveram de um país infestado de ídolos para outro. À medida que Deus os auxiliava a formar uma nova cultura, Ele os advertia para deixar todos os aspectos do ambiente pagão de onde vieram. Ele também os advertia de quão fácil seria deslizar para dentro da cultura pagã de Canaã, para onde iriam. A sociedade e as religiões de Canaã apelavam para desejos mundanos, especialmente para imoralidade sexual e embriaguez. Os israelitas deveriam se manter puros e separados para Deus. Ele não queria que Seu povo se absorvesse na cultura e ambiente ao redor. A sociedade pode nos pressionar a nos conformar com seu modo de agir e pensar, mas ceder a esta pressão: 1) criará confusão quanto a que lado devemos estar e 2) eliminará nossa efetividade de servir a Deus. Siga a Deus, e não deixe que a cultura em torno de você molde seus pensamentos e ações. Life Application Study Bible.
5 viverá. Com a plena bênção de Deus. A lei era o caminho da vida para os redimidos (v. Ez 20.11, 13, 21), e não o caminho da salvação para os perdidos (v. Rm 10.5; Gl 3.12). Bíblia de Estudo NVI Vida.
As leis de Deus visam o bem das pessoas (comparar com Dt 10:13). Assim, por causa e efeito, o Seu povo prosperaria aos observá-las (comparar com Êx 20:12 – “para que se prolonguem os teus dias na terra”). Mas a obediência não afasta as consequências das falhas passadas em observar as leis de Deus (Rm 3:19-26; Gl 3:10-14). Andrews Study Bible.
6-18 Casar com parentes foi proibido por Deus por razões físicas, morais e morais. Crianças nascidas de parentes próximos poderiam experimentar sérios problemas de saúde. … Relações sexuais impróprias destroem a vida familiar. Life Application Study Bible.
6-27 Vários ações abomináveis ou perversas são listadas aqui. … A sociedade de hoje trata de forma condescendente de algumas dessas práticas, chegando a fazer algumas delas aceitáveis. Mas elas ainda são pecado aos olhos de Deus. Se você as considera aceitáveis, você não as está julgando de acordo com os padrões e Deus. Life Application Study Bible.
6 Nenhum homem se chegará a qualquer parenta de sua carne. Esta é a proibição básica do incesto, que obviamente regula as relações sexuais com filha ou irmã. Os vs. 17-20, 22-23 aplicam a regra a outros tipos de relações sexuais proibidas. … Essas são leis morais eternas [timeless]. Andrews Study Bible.
É verdade que nos primeiros dias da raça humana irmão se casava com irmã, desde que não havia mais ninguém com quem casar. Com o firme estabelecimento da raça humana, Deus proibiu casamentos consanguíneos. Por exemplo, um homem não devia se casar com sua irmã, nem com sua tia, ou com sua nora. Bíblia Shedd.
7 não lhe descobrirás a nudez (ARA). NVI: “não se envolva sexualmente com ela” [também nas demais ocorrências].
8 é nudez de teu pai (ARA). NVI: “isso desonraria seu pai” [de forma análoga, nas demais ocorrências].
16 a mulher de seu irmão. Casar-se com a viúva do irmão, além de ser imoral, poderia lesar a herança do irmão. A lei do levirato, em Dt 25.5, 6, oferecia uma exceção no caso de ser necessário preservar a herança do irmão falecido e continuar sua linhagem. Bíblia de Estudo NVI Vida.
18 Não tome por mulher a irmã da sua mulher, tornando-a rival. Nesse contexto, essa lei proíbe o casamento com duas irmãs entre si (comparar com v. 17), o que poderia causa rivalidade entre si (comparar com Gn 29-30). Mas a expressão “por mulher a irmã da sua mulher” pode se referir a qualquer mulher, não necessariamente irmã literal (p.e., 26:3, 5-6; Ez 1:9, 23; 3.13). Então, a letra dessa lei tende a desencorajar a poligamia. Andrews Study Bible.
O triste exemplo do casamento de Jacó com Lia e Raquel ilustra a sabedoria compassiva dessa lei (Gn 29.23-30.24). Bíblia de Genebra.
21 Moloque. O deus dos amonitas (v. 20.2-5; 1Rs 11.5 e nota). A prática detestável de sacrificar crianças a Moloque era comum na Fenícia e em outros países ao redor. V 2Rs 3.26, 27. O rei Manassés, segundo parece, sacrificou seus filhos a Moloque (2Cr 33.6; v. 2Rs 23.10). Jr 32.35 protesta contra essa prática. Bíblia de Estudo NVI Vida.
A proibição contra o culto idólatra e cruel adoração a este deus adorado pelos amonitas se encaixa neste capítulo que trata de ofensas sexuais porque faz mau uso da “semente” (descendentes), assim como o adultério faz mau uso da “semente” (sêmen; Lv 18:20). Além disso, a adoração a Moloque era um tipo de adultério espiritual. Andrews Study Bible.
O culto a Moloque, o deus dos amonitas, foi uma tentação para os israelitas (1Rs 11.7; 2Rs 23.10). Bíblia de Genebra.
O nome específico usado aqui se refere a uma imagem oca, com braços estendidos, e com um incinerador na parte vazia, destinado a receber crianças em sacrifício queimado. Bíblia Shedd.
22 Não se deite com homem. Aqui a atividade homossexual masculina é declarada como abominação a Deus (ver tb 20:13). Rm 1:26-17 se refere como paixões pecaminosas tanto a homossexualidade masculina quanto a feminina. A condenação é por agir de acordo com a tendência. Andrews Study Bible.
24-30 Estes versículos lançam luz sobre o motivo da destruição das nações de Canaã por mandato divino. As abominações da imoralidade das nações pagãs tinham chegado a um tal extremo que, afinal, a “medida da iniquidade dos amorreus” se encheu, Gn 15.16. Por isso, Deus advertiu a Israel que tivesse cuidado e não fizesse como os cananeus. Como Israel era o povo escolhido de Jeová, esperava-se mais deles do que de qualquer outra nação, Dt 9.25-29. Bíblia Shedd.
25 a terra se contaminou. A imundícia e o pecado são contagiosos; tudo o que entrasse em contato com essas coisas ficava infectado, incluindo o santuário (16.16, nota) e a terra. Bíblia de Genebra.
28 se vocês contaminarem a terra, ela os vomitará. Não havia reparação ritual para tais contaminações, o que resulta no exílio da terra prometida (comparar com 26:33-39). Andrews Study Bible.
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LEVÍTICO 18 – O sexo foi criado por Deus. A depravação sexual é fruto da perversão moral resultante do pecado que deformou os desejos dos seres humanos. Deus, o Criador, precisou colocar ordens para corrigir as depravações em meio do Seu povo.
A imoralidade sexual permeou os indivíduos desde o início da história. A poligamia surgiu na sétima geração da humanidade (Gênesis 4:17-19). Um dos motivos do dilúvio foi a corrupção nos casamentos (Gênesis 6:1-5). A destruição de Sodoma e Gomorra também foi devido à imoralidade nos relacionamentos (Gênesis 19:1-13).
“Um dos pecados mais marcantes da antiguidade era a imoralidade… O casamento era tido em baixa conta, e as mulheres eram tratadas como gado. Este capítulo pinta um quadro vívido das condições em que viviam os pagãos (v. 24-27). Deus advertiu Israel de tudo isso […]. O tema de Levítico 18 é a reverência pelo corpo e suas funções; reverência pelo próprio corpo e pelo corpo dos outros”, observa o Comentário Bíblico Adventista.
A ética divina deve reger os filhos de Deus aqui neste mundo perverso e imoral. Não podemos permitir que as práticas e costumes contrários à ética do Criador suplantem os princípios divinos na vida do indivíduo que se consagra ao Senhor. A cultura pagã sempre esteve em contraste com a cultura judaico-cristã. Levítico 18 coincide com 1 Tessalonicenses 4:3-7 que diz:
“A vontade de Deus é que vocês sejam santificados: abstenham-se da imoralidade sexual. Cada um saiba controlar seu próprio corpo de maneira santa e honrosa, não dominado pela paixão de desejos desenfreados, como os pagãos que desconhecem a Deus. Neste assunto, ninguém prejudique seu irmão nem dele se aproveite. O Senhor castigará todas essas práticas, como já dissemos e asseguramos. Porque Deus não nos chamou para a impureza, mas para a santidade. Portanto, aquele que rejeita estas coisas não está rejeitando o homem, mas a Deus, que lhes dá o Seu Espírito Santo”.
Portanto, considere:
• Fuja das más influências da sociedade imoral (Levítico 18:1-5).
• Fuja da espiritualidade adulterada (Levítico 18:6-8).
• Fuja de toda prática corrupta (Levítico 18:20-26).
Deus abomina a imoralidade; contudo, deu Jesus para lavar, purificar e santificar à humanidade (Romanos 1:18-32; 1 Coríntios 6:9-11). No Céu entrará somente pessoas transformadas pelo evangelho (1 Timóteo 1:8-10; Apocalipse 21:6-8). Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO LEVÍTICO 17 – Primeiro leia a Bíblia
LEVÍTICO 17 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
LEVÍTICO 17 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Os capítulos 17 -26 são por vezes chamados de “código da santidade”, porque focaliza o que significa viver uma vida santa. O verso central é 19.2: “Sejam santos porque Eu, o Senhor, o Deus de vocês, sou santo” (NVI). Life Application Study Bible NVI.
17.1 – 27.34 Nestes capítulos, o Senhor exige que a santidade atinja, claramente, cada aspecto da vida de Israel. Considerando temas tão diversos como o comportamento sexual e o Ano do Jubileu, os crimes capitais e os pães do tabernáculo, o Senhor ensina Israel a refletir a Sua santidade no seu comportamento. Bíblia de Genebra.
3-9 No período em que Israel esteve no deserto, os animais só podiam ser mortos no tabernáculo, mesmo para refeições normais. Isso visava impedir que sacrifícios secretos fossem oferecidos a ídolos (v. 7). Bíblia de Genebra.
3 sacrificar um boi, um cordeiro ou um cabrito. Animais que podiam ser sacrificados. Essa lei permitia o abate desses animais, mesmo quando utilizados como alimento, somente se sacrificados no santuário do Senhor. A razão era evitar que os israelitas abatessem esses animais como sacrifícios a demônios (ver v. 7). A lei foi instituída enquanto o povo israelita estava acampado em volta do santuário no ermo [wilderness]. Mais tarde, quando se espalharam em Canaã, lhes foi permitido abater animais sacrificáveis para sua alimentação fora do santuário se o seu sangue fosse drenado, no mesmo tratamento dado a animais de caça (Dt 12:20-25; comparar com Lv 17:13). Andrews Study Bible.
Por que os israelitas eram proibidos de sacrificar fora da área do tabernáculo? Deus havia estabelecido tempos e lugares específicos para sacrifícios e cada ocasião era permeada de simbolismo. Se o povo sacrificasse de acordo com sua vontade, eles poderiam facilmente adicionar ou subtrair algo da Lei de Deus para que se ajustasse ao seu estilo de vida. Muitas religiões pagãs permitiam que cada sacerdote individual estabelecesse suas próprias regras; As ordens de Deus ajudavam os israelitas a resistirem à tentação de seguir o padrão pagão. Quando os israelitas caiu em idolatria, foi porque “cada um fazia o que achava certo”. Life Application Study Bible NVI.
Quando os filhos de Israel saíram do Egito, um grande grupo de pessoas, principalmente egípcios, saiu com eles. A Bíblia os chama de “mistura de gente”, literalmente uma “multidão mista” (Êx 12:38;Nm 11:4). Uma palavra ainda melhor seria “turba”, usada em algumas versões. Eles viviam causando problemas e se rebelavam constantemente. Estavam dentre os que exigiram carne como alimento, o que resultou na morte de milhares (Nm 11:4-6, 18-20, 31-33). Embora testemunhassem diariamente o milagre divino do maná que caía do céu, eram ingratos e profanos. Como tantos que vivem da caridade alheia, suas exigências aumentavam constantemente. Parece razoável assumir que essa multidão procurava continuar seus cultos e festivais pagãos. No Egito havia as mais degradantes formas de paganismo. Dentre elas, o culto ao demônio era provavelmente a pior (Lv 17:7). Nesse culto, bodes eram sacrificados. Abusos assim começaram a se infiltrar entre os israelitas e uma reforma foi necessária. Antes do estabelecimento do santuário, o pai da família era também seu sacerdote e, como tal, oferecia sacrifícios por sua casa. Quando o tabernáculo foi construído, os sacerdotes assumiram as ofertas e uma grande mudança ocorreu na vida de Israel. Os pais entregaram aos levitas algumas de suas antigas prerrogativas, e isso pode ter provocado insatisfação. O mais difícil foi atender à ordem de que todo sacrifício de animais devia, dali em diante, ser feito no santuário e todas as festas comumente celebradas em conexão com os sacrifícios deviam ser feitas também ali. Essa mudança, em si mesma, não causaria dificuldade ao povo, pois o santuário ocupava posição central no acampamento, com facilidade de acesso a todos. O arranjo, porém, acabaria automaticamente com as festas de convívio da multidão mista e, pode-se supor, muitos israelitas participavam entusiasticamente das mesmas. É possível inferir, do v. 7, quão longe os israelitas foram na participação desses cultos pagãos. … Deus não proibiu encontros sociais, mas estes deviam estar de acordo com as normas envolvendo o santuário. Não devia haver festas pagãs. … A ordem de matar os animais na porta do santuário foi suspensa depois que Israel entrou em Canaã (ver Dt 12:15, 20, 21). Todos os animais sacrificais deviam ser levados ao tabernáculo, mas se o animal era para alimento diário, então devia ser morto em casa. Presumivelmente nessa época Israel havia aprendido a lição que Deus pretendia ensinar; além disso, a multidão mista já não era uma armadilha para eles. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 845-847.
7 demônios (ARA; NVI: “ídolos em forma de bode”). A palavra para “demônios” é, literalmente, “bodes”, o mesmo termo utilizado para o bode do Senhor e o Bode de Azazel no cap. 16. Talvez os israelitas associassem Azazel com este bode e o vissem como um bode-demônio a quem deviam sacrificar para que não lhes causasse dano. De qualquer forma, sacrificar a qualquer um a não ser ao Senhor era uma “imoralidade” espiritual que violava a aliança exclusiva com Ele (comparar com Êx 20:3). A ideia que sacrifícios pagãos eram feitos a demônios (não a divindades) aparece em Dt 32:17 e 1Co 10:20. Andrews Study Bible.
Os ídolos em formato de bode (também chamados demônios) eram objeto de adoração e sacrifício em tempos antigos, particularmente no Egito, de onde eles haviam recentemente escapado. Deus não queria que o povo fizesse esse tipo de sacrifício no deserto ou na terra prometida, para onde se dirigiam. Life Application Study Bible NVI.
A prostituição simboliza a apostasia, a falta de fidelidade a Deus e, naquelas épocas, se relacionava mormente com a idolatria com seus ritos perversos. Bíblia Shedd.
11 Pois a vida da carne está no sangue. Temos, neste versículo, uma das mais importantes afirmações teológicas do Livro do Levítico. A vida é sagrada porque pertence a Deus. Como sinal de respeito pela vida e pelo Criador, nenhum israelita poderia comer sangue, pois a vida da carne está no sangue (cf. Gn 9.4-6). Bíblia de Genebra.
Como a vida era sagrada, o sangue (um símbolo da vida) devia ser tratado com respeito (Gn 9.5, 6). Por isso, era rigorosamente proibido comer sangue. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Sete vezes nos livros de Moisés a proibição de comer sangue é repetida … A razão dada é que o sangue representa a vida; de fato, sangue é vida. Isso é verdade em sentido literal. … O sangue ocupa um lugar elevado no plano da salvação. O sangue de Cristo é repetidamente descrito como o elemento vital da redenção. … É o sangue que faz a expiação por causa da vida que há nele. O sangue de Cristo faz expiação [v. 11] porque representa a vida dEle. A morte de Cristo cumpriu um propósito: uma vida por outras. Assim, a vida e a morte de Cristo asseguram a salvação. Por Sua morte, Cristo pagou o preço e satisfez os reclamos da lei; através de Sua vida, Ele nos assegura vida (ver Rm 5:10). CBASD, vol. 1, p. 847-848.
Eu vo-lo tenho dado. O sistema sacrificial do Antigo Testamento era um dom gracioso de Deus ao Seu povo. Bíblia de Genebra.
14 Porque comer ou beber sangue foi proibido? A proibição contra comer sangue tem suas origens nas instruções dadas a Noé (Gn 9:4). Deus proibiu comer e beber sangue por várias razões: 1) Desencorajar práticas pagãs. Israel deveria ser separada e distinta das nações à sua volta. Comer sangue era uma prática pagã comum. Isso era feito geralmente com a intenção de ganhar as características do animal sacrificado (resistência, força, velocidade, etc.). O povo de Deus deveria confiar nEle, não ingerir sangue para sua força. 2) Para preservar o simbolismo do sacrifício. O sangue simbolizava a vida do animal que era sacrificado em lugar do pecador. … 3) Proteger o povo de infecções porque muitas doenças mortais são transmitidas através do sangue. Os judeus levavam a sério essa proibição, e foi por causa disso que os ouvintes de Jesus ficaram tão contrariados quando Ele disse que eles deveriam beber o Seu sangue (Jo 6:53-56). Contudo, Jesus, sendo o próprio Deus e o definitivo sacrifício requerido pelos pecados, estava pedindo aos ouvintes que se identificassem com Ele completamente. Ele quer que tomemos Sua vida em nós e quer participar de nossas vidas. Life Application Study Bible NVI.
15 animal encontrado morto ou despedaçado. Quando um animal morria de alguma doença, ou era morto por algum animal, era provável que seu sangue não houvesse sido devidamente removido, portanto não seria uma comida lícita para o homem. Além disso, a doença que ceifou o animal podia ser uma ameaça à saúde daqueles que o comessem. Bíblia Shedd.
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LEVÍTICO 17 – A teologia do sangue é interessante. Sua sacralidade devia chamar a atenção do pecador. “O sangue do Filho de Deus era simbolizado pelo sangue da imolada vítima, e Deus queria que fossem conservadas ideias claras e definidas entre o santo e o comum. O sangue era sagrado, porque somente por meio do derramamento do sangue do Filho de Deus é que poderia haver expiação pelo pecado”, conscientiza-nos Ellen White (FF, 225).
O ritual requeria que o sangue de animais limpos e mortos devia ser oferecido ao santo Deus na porta do Santuário (Levítico 17:1-6).
“A purificação, tanto do serviço típico como no real, deveria executar-se com sangue: no primeiro, com sangue de animais; no último, com o sangue de Cristo […] O serviço no santuário terrestre dividia-se em duas partes: Os sacerdotes ministravam diariamente no Lugar Santo, ao passo que uma vez ao ano o sumo sacerdote efetuava uma obra especial de expiação no Lugar Santíssimo, para a purificação do santuário. Dia após dia, o pecador arrependido levava sua oferta à porta do tabernáculo e, colocando a mão sobre a cabeça da vítima, confessava seus pecados, transferindo-os assim, figuradamente, de si para o sacrifício inocente. O animal era então morto. ‘Sem derramamento de sangue’, diz o apóstolo [Paulo em Hebreus 9:22], ‘não há remissão de pecado’. ‘A vida da carne está no sangue’ (Lv 17:11). A lei de Deus sendo violada, exige a vida do transgressor. O sangue, representando a vida que o pecador havia perdido, pecador cuja culpa a vítima arrostava, era levado pelo sacerdote ao lugar santo e aspergido diante do véu, atrás do qual estava a arca contendo a lei que o pecador havia transgredido. Por essa cerimônia, o pecado transferia-se, mediante o sangue, em figura, para o santuário. Em alguns casos o sangue não era levado para o Lugar Santo; mas a carne deveria então ser comida pelo sacerdote, conforme Moisés determinou aos filhos de Arão, dizendo: ‘O Senhor a deu a vocês, para levarem a iniquidade da congregação” (GC, 417-419).
Algumas proibições deveriam ser rigorosamente seguidas, tais como nunca sacrificar aos demônios ou ingerir sangue, nem consumir animais que morriam por si ou despedaçados (Levítico 17:7-16). O cuidado de Deus com Seu povo é visivelmente notório! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO LEVÍTICO 16 – Primeiro leia a Bíblia
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Este capítulo é o clímax da primeira seção do Livro, os 16 capítulos que apresentam o caminho de acesso a Deus, do qual este ritual é o mais solene e eficaz, realizado uma vez ao ano, pelo qual o sumo sacerdote entrava no santuário para fazer expiação pelo povo. Bíblia Shedd.
O Dia da Expiação [Yom Kippur], em que uma expiação anual pelos pecados da nação era feita, era o dia mais santo do calendário do Antigo Testamento. Bíblia de Genebra.
Ver 23.26-32; 25.9; Êx 30.10; Nm 29.7-11; Hb 9.7. A ordem do dia para o Dia da Expiação era a seguinte:
- O sumo sacerdote ia até a bacia no pátio, retirava suas vestes regulares, lavava-se (v. 4) e entrava no Lugar Santo para vestir as roupas especiais para o Dia da Expiação (v. 4).
- Saía para sacrificar o novilho no altar do holocausto como oferta pelo pecado de si mesmo e dos demais sacerdotes (v. 11).
- Entrava no Lugar Santíssimo com parte do sangue do novilho, com incenso e com brasas vivas do altar do holocausto (v. 12,13). O incenso era colocado sobre as brasas vivas, e a fumaça do incenso ocultava a arca à vista.
- Aspergia parte do sangue do novilho sobre a tampa da arca e diante dela (v. 14).
- Saía para fora do tabernáculo e lançava sortes entre dois bodes para determinar qual deles devia ser sacrificado e qual deles devia ser o bode emissário [para Azazel] (v. 7, 8).
- Diante do altar do holocausto, o sumo sacerdote sacrificava o bode para a oferta pelo pecado do povo e, pela segunda vez, entrava no Lugar Santíssimo, desta vez para a aspergir o sangue do bode diante da tampa da arca e sobre ela (v. 5, 9, 15, 16a).
- Voltava ao Lugar Santo (chamado “Tenda do Encontro” no v. 16) e aspergia ali o sangue do bode (v. 16b).
- Saía até o altar do holocausto e o aspergia (v. 18) com o sangue do novilho (a favor dele mesmo, v. 11) e do bode (a favor do povo, v. 15).
- Enquanto estava no pátio, punha as duas mãos no segundo bode, simbolizando, assim, a transferência a este do pecado de Israel, e o mandava embora ao deserto (v. 20-22).
- O homem que levava o bode embora, depois de ter cumprido a sua tarefa, lavava a si mesmo e suas roupas fora do acampamento (v. 26) antes de voltar a ficar entre o povo.
- O sumo sacerdote entrava no Lugar Santo para tirar as vestes especiais (v. 23).
- Saía até a bacia para lavar-se e vestir suas vestes sacerdotais regulares (v. 24).
- Para o sacrifício final, saía até o grande altar e oferecia um carneiro (v. 3) como holocausto a favor de si mesmo e outro carneiro (v. 5) a favor do povo (v. 24).
- A conclusão do dia inteiro era a remoção dos sacrifícios que representavam as ofertas pelo pecado a um lugar fora do arraial, e ali o homem que cumpria esse ritual banhava-se e lavava as suas roupas (v 27, 28) antes de voltar a ficar entre o povo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
1-25 De acordo com o Talmude, o sumo sacerdote passava a semana precedente ao Dia da Expiação em um quarto reservado para ele nos aposentos destinados aos sacerdotes, envolvido em meditação e oração e revisando cuidadosamente o ritual do dia. Ele podia pensar somente no significado do serviço que estava prestes a desempenhar. CBASD, vol.1, p. 839.
Arão tinha que passar horas se preparando para se encontrar com Deus. Mas nós podemos nos aproximar de Deus a qualquer momento (Hb 4:16). Que privilégio! Nos é oferecido acesso a Deus mais fácil do que o do sumo sacerdote dos tempos do Antigo Testamento! Ainda assim, não devemos nunca esquecer de que Deus é santo e de que este privilégio deve nos fazer nos aproximar de Deus com muito cuidado e respeito. O caminho para Deus foi-nos aberto através de Cristo. Mas fácil acesso a Deus não elimina nossa necessidade de preparar nossos corações ao nos aproximarmos em oração. Life Application Study Bible.
1 Falou o SENHOR a Moisés. Embora Arão fosse o escolhido como sumo sacerdote, Deus mantinha Moisés como líder e, através dele, dava instruções a Arão. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 835.
2 que não entre… para que não morra. Isso foi logo após a morte dos dois filhos de Arão, registrada no capítulo 10. Embora ainda houvesse alguns meses até o Dia da Expiação, Deus instruiu Arão em relação a isso, para que se familiarizasse com o ritual. CBASD, vol. 1, p. 835.
dentro do véu. O véu em questão aqui é o … que ficava diante do propiciatório (Êx 26:31, 32). CBASD, vol. 1, p. 835.
propiciatório (ARA; NVI: “tampa da arca”). V Êx 25.17 e nota. O sangue aspergido na tampa da arca fazia expiação a favor de Israel no Dia da Expiação (v. 15-17). Na Septuaginta (versão do AT em grego) a palavra traduzida por “tampa da arca” é a mesma aplicada a Cristo e traduzida por “sacrifício para propiciação” em Rm 3.25. Bíblia de Estudo NVI Vida.
O propiciatório, heb kapporeth, lit “cobertura”. A tradução grega [Septuaginta, LXX] o chama de hilasterion, “propiciação”, a mesma palavra usada para descrever o Senhor Jesus Cristo em Rm 3.25. … Era a tampa da arca, e o lugar da expiação. Bíblia Shedd.
Lit “tampa da expiação” (Êx 25.17, nota). Essa tampa de ouro puro servia para tampar a arca e como base para os dois querubins [em heb, cherubim, plural de cherub] de ouro. A presença divina aparecia acima da tampa da arca (Êx 25.22; Sl 99.1). Arão salpicava o propiciatório com sangue no Dia da Expiação. Simbolicamente, Deus revelou o evangelho através dessa cobertura da arca. A arca continha as duas tábuas de pedra da lei, inscritas pelo dedo do próprio Deus, representando a eterna lei moral de Deus (Dt 10.1-5). Visto que todos os seres humanos violam a lei, a justiça de Deus requer a morte deles (Ez 18.20; Rm 6.23). Mas Deus providenciou um meio de expiação para o Seu povo escolhido e para a reconciliação com Ele – o sangue da expiação sobre a tampa da arca. Essa tampa recoberta com sangue era o ponto de encontro entre o santo Deus com o Seu povo pecador. Simbolizava o santuário celeste que Cristo entrou com o Seu próprio sangue (Hb 9.12), sangue eficaz para a expiação de todos os pecados do Seu povo, no passado, no presente e no futuro (Rm 3.21-26; Hb 9.15). Bíblia de Genebra.
3 Arão tinha de oferecer um touro como oferta pelo pecado e um carneiro como holocausto [oferta totalmente queimada] por si mesmo e pela sua família antes de oferecer um bode pelo povo (v. 5). Em contraste, Jesus Cristo, o mediador da nova aliança, não tinha pecado e, por conseguinte, ofereceu sacrifício unicamente pelo povo. Bíblia de Genebra.
5 dois bodes como oferta pelo pecado. Um era a oferta usual pelo pecado (v. notas em 4.3, 5) e o outro era um bode emissário. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Os dois bodes representavam os dois modos pelos quais Deus estava tratando com os pecados dos israelitas: (1) Ele estava perdoando os pecados deles através do primeiro bode, que era sacrificado, e (2) Ele estava removendo a culpa deles através do segundo bode, que era enviado ao deserto. Life Application Study Bible.
6 expiação (ARA; NVI: “propiciação”). Heb kippêr, “encobrir”. Um sacrifício expiatório cobre a transgressão, para nunca ser considerada e, portanto, punida. Este foi feito por Cristo de maneira eficaz, quando sacrificou em prol dos pecadores a Sua própria vida imaculada, de perfeita obediência a Deus, pagando assim uma penalidade que encobre os pecados dos que creem. O justo sofreu vicariamente [substitutivamente] pelo injusto, 2 Co 5.21; 1 Pe 2.24. … O efeito desta obra de Cristo é a retidão e a vida eterna para os que a aceitam pela fé, Ef 2.8-10. No dia da expiação, os homens tomavam parte numa cerimônia que prenunciava a morte de Cristo; o sangue dos animais não removia o pecado (Hb 10.4), mas sim, a obra de Cristo, da qual era símbolo, é que o removia. Bíblia Shedd.
8 bode emissário (ARA; NVI: “para Azazel”). Heb ‘azazel, … esta cerimônia indicava que a culpa estava sendo simbolicamente afastada da terra e do povo. Bíblia Shedd.
Hebraico “pertencente a Azazel”, do mesmo modo como o outro bode pertencia ao Senhor. … Não sabemos o que o nome “Azazel” significa. “Emissário” é uma tradução proposta do hebraico ”Azazel”. Andrews Study Bible.
Alguns teólogos acham que ambos os bodes são símbolos de Cristo e representam as duas fases de Seu trabalho expiatório. Não são poucos, no entanto, que creem que eles representam duas forças opostas, uma força pelo Senhor e a outra para Satanás. A maioria das versões deixa a palavra hebraica para bode emissário, ‘azazel, sem traduzir, já que não há unanimidade em relação ao significado. Alguns estudiosos defendem, com os judeus, que Azazel denota um espírito pessoal, sobrenatural e pérfido; … Como um bode é para o Senhor, um ser pessoal, o outro bode também deve ser para um ser pessoal; e como ambos são, evidentemente, antitéticos [antagônicos, opostos], o ponto de vista mais consistente é que Azazel se opõe ao Senhor, e, portanto, só pode ser Satanás. … O sangue do bode do Senhor purificava (v. 15, 16); o do bode emissário contaminava (v. 26). O contraste entre os dois bodes é total (ver 20, 21). CBASD, vol. 1, p. 839.
13 A fumaça do incenso cobria a arca da maneira tal que o sumo sacerdote não pudesse ver a gloriosa presença de Deus (v. 2) e viesse a morrer por causa disso. Bíblia de Estudo NVI Vida.
15 O ato de o sumo sacerdote entrar no Santo dos Santos era uma prefiguração da entrada de Cristo nos céus, depois de Sua morte e ressurreição, Hb 9.11-12. Bíblia Shedd.
16 pelo santuário (ARA; NVI: “pelo Lugar Santíssimo”). O objeto do sacrifício ritual não era somente o povo de Israel, mas o próprio santuário, que tinha sido contaminado pelos pecados do povo. O santuário terrestre era uma representação do santuário celeste (Hb 9.23-24). Bíblia de Genebra.
Tenda do Encontro (NVI; ARA: tenda da congregação). Aqui e nos vs. 17, 20, 33 o termo significa o Lugar Santo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
29, 31 se humilharão (NVI; ARA: “afligireis a vossa alma”). V. nota textual NVI [“Ou jejuarão“]. A expressão veio a ser aplicada ao jejum (Sl 35.13). O Dia da Expiação era o único dia regular de jejum estipulado no AT (v. 23.27, 29, 32 e nota Textual NVI), embora a tradição tenha posteriormente acrescentado outros dias de jejum ao calendário judaico (v. Zc 7.5; 8.19). Bíblia de Estudo NVI Vida.
29 perpétuo. Foi observado até ao Cativeiro na Babilônia (587 a.C.), e recomeçado depois da restauração (538 a.C.), até a destruição de Jerusalém no ano 70 d.C. … O permanecer na Terra Prometida dependia da Aliança condicional baseada na obediência e na fidelidade dos israelitas para com seu Deus. Bíblia Shedd.
sétimo mês. Tisri, o sétimo mês, começa com a Festa das Trombetas (v. nota em 23.24). O Dia da Expiação [interpretado pela IASD como tipo da purificação do santuário celeste, em 1844, e que deu início ao juízo investigativo] segue-se no décimo dia, e no décimo quinto dia começa a Festa das Cabanas (v. 23.23-26) [interpretado pela IASD como tipo da Volta de Cristo]. Bíblia de Estudo NVI Vida.
30 puros de todos os seus pecados. No dia da Expiação, o israelita arrependido recebia a certeza do perdão dos seus pecados. Bíblia de Estudo NVI Vida.
34 uma vez por ano. Em contraste, Jesus Cristo ofereceu o sacrifício final e completo pelo pecado (Hb 9.23-28). Bíblia de Genebra.
Hb 9.11 – 10.14 ressalta repetidas vezes esse contraste com o sacrifício de Cristo, “uma vez por todas”. Bíblia de Estudo NVI Vida.
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LEVÍTICO 16 – O dia da expiação mostra que, além de querer estar conosco, Deus é por nós; e, nada nem ninguém nos poderá separar dEle, a não ser que optamos por nossos pecados em detrimento ao perdão disponível devido à morte do Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, Jesus Cristo.
Os rituais do santuário proporcionavam o significado do evangelho: O sacrifício substitutivo de Cristo, a intercessão sacerdotal realizada por Cristo, e, o juízo oficiado por Cristo. O sacrifício substitutivo acontecia diariamente no altar do pátio do Santuário, era a expiação contínua (Êxodo 27:1-8); a intercessão sacerdotal se dava continuamente no altar de incenso do Lugar Santo (Êxodo 30:1-10). Nestes altares, tanto o incenso quanto o sangue simbolizam sacrifício e intercessão. Animais sacrificados apontavam para Cristo morrendo em lugar do pecador. O incenso oferecido pelo Sacerdote indicava a justiça de Cristo apresentada em prol do pecador. A doutrina do juízo de Cristo sobre o pecado era ensinada através dos rituais do Dia da Expiação, que aconteciam no final do calendário israelita.
Os pecadores reconheciam seus pecados durante o ano e recebiam o perdão divino mediante a oferta sacrificada oferecida a Deus; assim, a culpa do transgressor transferia-se para o animal, e do animal para o Santuário, através do sangue aspergido em seus recintos (Levítico 4); implicando, assim, que Cristo assumia a culpa e o pecado do ofertante (Isaías 53). Em Levítico 16, no Dia da Expiação, o Sumo Sacerdote aspergia o sangue do bode para o Senhor nos lugares Santo, Santíssimo e no altar, a fim de purificar o Santuário completamente. Nessa ocasião, os pecados cometidos e confessados durante o ano eram erradicados, para, então, começarem o ano novo com a congregação totalmente purificada, perdoada, consagrada a Deus!
O Dia da Expiação representa o juízo que eliminará o pecado e suas terríveis consequências. Antes do segundo advento de Cristo, há um julgamento (Daniel 8:13-14; Mateus 25:31-46); o qual terá sua segunda fase com os salvos no Céu (Mateus 19:28; 1 Coríntios 6:1-3); e, culminará com a execução dos ímpios, no final do milênio (Apocalipse 20). Satanás é ilustrado pelo bode para Azazel, o causador de todos os pecados; sua morte no deserto indica a erradicação absoluta do pecado!
Portanto, reavivemo-nos! Cristo vencerá! – Heber Toth Armí.
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Importante:
Amanhã leremos Levítico 16, que trata do Dia da Expiação –Yom Kippur–, o centro da Torah (Pentateuco).
A ampla compreensão deste texto é vital para o entendimento da Doutrina do Santuário, um dos pilares doutrinários da Igreja Adventista, com seus desdobramentos em Daniel e Apocalipse.
Não perca!
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TEXTO BÍBLICO LEVÍTICO 15 – Primeiro leia a Bíblia
LEVÍTICO 15 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
LEVÍTICO 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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