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Texto bíblico: SALMO 76 – Primeiro leia a Bíblia
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COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
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Texto bíblico: SALMO 76
Não seria maravilhoso se pudéssemos voltar no tempo e ouvir este Salmo musicado pelo compositor original? Uma canção de louvor a Deus, com música de instrumentos de cordas. Felizmente ainda temos a letra, embora a música tenha se perdido na história.
Deus é ilustre. Ele é esplendoroso. Ele deve ser temido, honrado e obedecido. Ele é grande e ninguém jamais o dominará.
Como soaria sua canção de honra a Deus?
Obrigado, Deus, pelo seu cuidado! Tu me salvastes de um acidente de carro hoje.
Obrigado pelo Teu poder. Ajudaste-me a não ter medo quando estava dando meu testemunho para um amigo.
Obrigado pela beleza com a qual pintastes o pôr do sol.
Eu te encorajo a reservar alguns minutos para escrever algumas coisas pelas quais você é grato a Deus hoje.
Lisa Ward
Escriturária na Country Life SDA Church, Texas, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/76
Tradução: Luís Uehara/ Jeferson Quimelli
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280 palavras
O Salmo 76 é uma ode [poema lírico destinado ao canto] de ação de graças pelo livramento de Jerusalém de um grande perigo. O salmo foi usado para celebrar a derrota dos exércitos assírios sob o comando de Senaqueribe (ver PR, 361, 362; cf. GC, 23). O salmista contemplo além das cenas de vitória imediata e vê nelas o triunfo da justiça divina, provando a tolice da ira do ser humano e a sabedoria em se submeter a Deus. O salmo consiste de quatro estrofes com três versículos cada. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 910.
1 Judá … Israel. O paralelismo sinonímico [como sinônimos] das duas frases deste versículo indica que “Israel” é sinônimo de “Judá”. CBASD, vol. 3, p. 910.
2 Salém. O nome mais curto e antigo de Jerusalém. O lugar de paz, onde Deus habita (ver com. de Gn 14;18; PP, 703). CBASD, vol. 3, p. 910.
5 Os de ânimo forte. Os invasores que se orgulhavam de sua força. CBASD, vol. 3, p. 910.
8 Juízo. A derrota do inimigo foi considerada como um juízo dos céus. CBASD, vol. 3, p. 910.
10 Há de louvar-Te. A impiedade do ser humano faz com que Deus realize grande feitos. A hostilidade humana para com Deus dá oportunidade para que o poder divino seja manifestado, despertando louvor a Deus (ver Êx 9:16; 18:11). CBASD, vol. 3, p. 910.
Do resíduo das iras Te cinges. Literalmente, “Te cingirás”. O paralelismo das duas frases no versículo indica que Deus coloca, como um adorno, os últimos e inúteis esforços dos débeis seres humanos para demonstrar Sua força, vestindo-Se para Sua própria glória. A experiência de Daniel é um exemplo notável disso (ver PR, 543, 544). CBASD, vol. 3, p. 910, 911.
12 Orgulho (ARA; ARC: “espírito”). Do heb. ruach, literalmente, “vento”(ver com. de Ec 12:7). CBASD, vol. 3, p. 911.
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SALMO 76 – Este é um cântico de vitória que nasce num momento real da história para revelar uma verdade eterna. Ele nos remete ao ano 701 a.C., quando o poderoso exército assírio de Senaqueribe cercou Jerusalém. Diante de uma ameaça aparentemente invencível, Deus interveio diretamente: numa única noite, a força militar inimiga foi neutralizada. Guerreiros, com carros e cavalos, tombaram em sono profundo.
O texto nos ensina uma lição central: a força humana mais formidável é nada diante da palavra de Deus.
Para a Igreja, essa narrativa histórico-teológica carrega significados profundos:
• Segurança na crise: Deus revela Seu poder soberano para que Seu povo não viva dominado pelo terror das ameaças terrenas.
• Soberania divina: até mesmo a fúria e a rebelião humana são transformadas em instrumento de louvor. As crises da história não são acidentes fora de controle, mas meios pedagógicos pelos quais Deus refina, protege e liberta os humildes.
• Graça: a salvação e a preservação do povo de Deus nunca dependem de recursos ou alianças terrenas, mas do favor imerecido do Senhor.
A libertação de Jerusalém não é o fim da história, mas um vislumbre de algo muito maior. “Tu, sim, tu És um Deus terrível; se Te iras, quem pode subsistir à Tua vista?” (v. 7). “Uma pergunta semelhante ocorre em Ap 6:17. Ninguém pode se apresentar por si mesmo diante de Deus. Todos somos pecadores. Os seres humanos só recebem salvação por meio da atividade salvadora divina, fruto de Sua graça, quando se achegam a Ele em humildade, pedem perdão e, agradecidos, pelo poder do Espírito, vivem respeitando ao Senhor e Sua vontade (Sl 15:1-5; 32:1-2; 51:10-12)” (Bíblia Andrews).
O Salmo 76 aponta para o Juízo Final, quando Deus Se levantará não para socorrer uma cidade, mas para julgar a Terra com justiça. O temor que alcançou os exércitos da antiguidade prefigura o dia em que todas as nações reconhecerão Seu domínio.
A exortação “fazei votos e pagai-os” é o convite para uma resposta de fidelidade diária. O povo de Deus é chamado a viver em gratidão e aliança, aguardando o dia em que a paz definitiva será estabelecida para sempre.
A história humana é o palco onde Deus demonstra Seu juízo, mas a eternidade é o Seu desfecho triunfante e irrevogável – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: SALMO 75 – Primeiro leia a Bíblia
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COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
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Texto bíblico: SALMO 75
Enquanto esperava numa fila, comecei a conversar com um desconhecido. Trocamos algumas palavras e então ele começou a se gabar de sua incrível inteligência – em linguagem, ciência, teologia, filosofia e quase todos os assuntos concebíveis. Ele tinha uma resposta para a maioria das perguntas que confundem os especialistas e ele ficou magoado com a falta de respeito que recebeu, dadas suas propensões geniais. Logo ficou claro que ele se sentia melhor do que eu em quase todos os aspectos que se possa imaginar. Como você deve ter adivinhado, não me senti triste quando a fila terminou e de despedi da conversa.
Poucos de nós gostam de ouvir um esnobe. Então, por que fazemos isso nós mesmos? Mais importante, por que fazemos isso com Deus? Por que achamos tão fácil confundir erroneamente as coisas que Deus faz por nosso intermédio como coisas pelas quais merecemos crédito? Por que expressamos a altivez por toda parte sem uma palavra sobre o Deus que nos deu todos os dons? Ainda assim, dar honra a Deus é um de nossos chamados na vida.
Vamos fazer um plano para dar crédito onde o crédito é devido.
Damos graças a Ti, ó Deus, damos graças!
Lisa Ward
Escriturária na Country Life SDA Church, Texas, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/75
Tradução: Luís Uehara/ Jeferson Quimelli
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396 palavras
O Salmo 75 é um hino que celebra a libertação das mãos do inimigo. […] Como os Salmos 46 e 47, aos quais de certa forma este se assemelha, o poema é vividamente dramático, em especial, na apresentação de Deus como o justo juiz. O salmo afirma que Deus faz tudo no tempo devido e reprova a impaciência humana. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 908.
1 Graças Te rendemos. O emprego da primeira pessoa do plural sugere que o salmo foi escrito para adoração pública. A repetição da frase confere ênfase litúrgica. CBASD, vol. 3, p. 908.
2 Tempo determinado. Do heb. mo’ed, “determinar o tempo”, “assembleia”, “lugar de reunião”. Deus é apresentado como o orador. Ele escolhe o tempo oportuno, o momento exato, mais apropriado para seus propósitos. A impaciência humana pretende ir adiante de Deus (vr Hc 2:3). CBASD, vol. 3, p. 908.
Retamente. Quando Deus julga, a justiça é feita a todos (ver 2Sm 23:3; Sl 58:1). CBASD, vol. 3, p. 908.
3 Vacilem. Quando o país parece estar prestes a se dissolver diante do invasor, Deus intervém para sustê-lo. Sem Deus, tudo se arruinaria. CBASD, vol. 3, p. 908.
Colunas. A terra é comparada a um forte edifício sustentado por colunas. CBASD, vol. 3, p. 908.
6 Auxílio. Literalmente, “levantar”. O êxito não advém de vantagens geográficas naturais ou de nações que habitam as regiões das quatro direções, mas da conformidade do ser humano com o plano eterno de Deus (ver CBV, 476, 477). A resposta final vem de Deus (ver v. 7). CBASD, vol. 3, p. 908.
7 Abate. Isto acontece tanto com pessoas quanto com nações (ver 1Sm 2:7, 8; Sl 147:6; Dn 2:21; 4:17). CBASD, vol. 3, p. 909.
8 Cálice. Representa-se a Deus segurando um cálice para que a humanidade o beba (ver com. de Sl 60:3; cf. Is 51:17, 22; Ap 14:9, 10). CBASD, vol. 3, p. 909.
Cheio de mistura. O vinho é misturado com especiarias, para torná-lo anda mais forte e aumentar o seu poder intoxicante (ver Pv 9:2; 23:30; Is 5:22). CBASD, vol. 3, p. 909.
Escórias. Os ímpios devem esvaziar o cálice, bebendo todo o seu conteúdo. ate quadro impressionante do juízo justo d Deus tem o propósito de provocar temor ao pecado. CBASD, vol. 3, p. 909.
9 Abaterei. O sujeito deste verso pode ser Deus. A linguagem hebraica utiliza bastante o recurso de trocar de forma repentina o pronome pessoal. O salmista talvez fale por Deus, ou pelo povo, mas com a certeza de que Deus os ajudará a derrotar o ímpio. O salmo termina com uma declaração universal do governo justo de Deus. CBASD, vol. 3, p. 909.
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SALMO 75 – A teologia expressa neste Salmo é simples, porém profunda e impactante.
Reflita a seguir nos seguintes pontos:
• Deus tem o poder de julgar: como Juiz do Supremo Tribunal Celestial Deus possui capacidade e autoridade para exaltar e humilhar a quem quer que seja, conforme Sua Soberana vontade (Salmo 75:7). No momento adequado conforme Sua presciência, o julgamento ocorrerá perfeitamente (Salmo 75:2).
• Deus controla o tempo e os eventos históricos: Ele detém um cálice do juízo para cada situação injusta e ímpia que os indivíduos promoverem. Deus tem o controle completo sobre o curso da história e sabe quem deverá beber do cálice amargo da Sua justiça até a última gota (Salmo 75:8). Mesmo que pareça que tudo esteja desmoronando, Deus está mantendo as coisas firmes e estáveis (Salmo 75:3).
• Deus julga os ímpios e os justos: o Deus que um dia julgará no futuro, intervém no presente na história humana para quebrar as forças cruéis dos ímpios e para exaltar aos justos (Salmo 75:9-10). Nestes versículos, vemos um reconhecimento da grandeza de Deus e o compromisso de proclamar Sua soberania e justiça de geração em geração (Salmo 75:1).
Devido a estas sublimes e elevadas verdades reveladas, os arrogantes e os ímpios são advertidos nos versículos 4 e 5; neles, o salmista repreende a atitude orgulhosa e a postura insolente; chamando aos prepotentes à humildade diante da autoridade do Deus verdadeiro. Note o texto sapiencial de Provérbios 6:16-19:
“Há seis coisas que o Senhor odeia, sete coisas que Ele detesta: Olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, coração que traça planos perversos, pés que se apressam para fazer o mal, a testemunha falsa que espalha mentiras e aquele que provoca discórdia entre irmãos”.
Deus é intolerante aos arrogantes e aos soberbos, mas quer salvá-los. Eles são instruídos a não se exaltarem nem a desafiar a Deus com insolência. O Salmo exige respeito e reverência diante da majestade e soberania do Juiz Celestial.
No Apocalipse 16, descreve-se sete taças da ira de Deus as quais contêm julgamentos divinos a serem derramados sobre a Terra como juízo final. Tanto o cálice mencionado em Salmo 75:8 quanto as taças do Apocalipse representam o poder e o controle de Deus sobre a história. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: SALMO 74 – Primeiro leia a Bíblia
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Texto bíblico: SALMO 74
Talvez nada desperte mais a ira de um povo quanto a depreciação de seu deus e a profanação de seu lugar de culto. Cerca de 150 anos antes de Cristo, Antíoco Epifânio invadiu Jerusalém e provocou a ira dos judeus, sacrificando um porco no Lugar Santíssimo. Ainda hoje hindus, muçulmanos e cristãos brigam por templos, mesquitas e igrejas destruídas ou profanadas.
A oração do Salmo de hoje foi proferida por alguém que lamentava profundamente a profanação do Templo. Inimigos de Deus haviam invadido os lugares santos e destruíram os painéis esculpidos em busca do ouro dos entalhes. Símbolos e estandartes pagãos se levantaram no templo e o santuário foi queimado até ao chão (versos 4-8), profanando assim o lugar onde o nome de Deus habitava.
Mas o ‘inimigo’ nem sempre está fora da igreja. Cada um de nós tem visões um pouco diferentes sobre como tratar o santuário de Deus. Devemos remover nossos sapatos? Devemos cobrir nossas cabeças? Esta não é uma questão fácil de resolver, porque o que ajuda uma pessoa na adoração pode atrapalhar outra.
O local de culto é um solo sagrado e deve ser mantido o mais limpo e arrumado possível. Qualquer negligência em manter a igreja no melhor estado de conservação é irreverência. Nenhuma cultura pode desculpar isso. No entanto, o uso de sapatos e cobertura para a cabeça é cultural. Em algumas culturas, a remoção ou uso seria irreverente. O objetivo é criar um ambiente de adoração o mais reverente possível.
Gordon Christo
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/74
Tradução: Luís Uehara/ Jeferson Quimelli