Reavivados por Sua Palavra


JEREMIAS 28 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
23 de novembro de 2020, 0:40
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JEREMIAS 28 – Nossa confiança precisa estar no lugar certo, ou melhor, na pessoa certa. Do contrário, nosso fim será certo.

“A espoliação do Templo e sua destruição faziam parte da pedagogia divina que visava levar Israel a transferir a confiança do Templo ao Senhor do Templo. Vinculado como estava a uma teologia falsa, era melhor que o Templo desaparecesse no cataclisma final. Chegara o momento de Israel aprender que a religião genuína depende menos de apoios externos, Templo e sacrifícios, do que de uma comunhão pessoal com Deus. Foram os que aprenderam esta lição que tiveram o privilégio de trabalhar na restauração do segundo Templo, e de conservar na terra o conhecimento do verdadeiro Deus” (Sigfried Júlio Schwantes).

Uma teologia equivocada produz atitudes erradas. Teologias falsas impulsionam indivíduos, não apenas a rejeitar a teologia verdadeira, mas a confrontá-la.

Por defender a verdade, Jeremias foi confrontado por Hananias, um dos falsos profetas do Templo.

Neste capítulo temos um duelo de profecias:
• Hananias quebrou o jugo de Jeremias que ilustrava o jugo do povo de Deus objetivando transmitir mensagem oposta: Que o exílio em Babilônia logo terminaria.
• Hananias profetizou que em dois anos os tesouros do templo seriam devolvidos a Jerusalém, o rei Jeconias e os exilados retornariam. Jeremias declarou que Jeconias jamais retornaria (22:24-27) e os exilados ficariam 70 anos em Babilônia (27:16-22).
• Hananias ignorou tudo o que os profetas anteriores a ele declarou, desprezou Deuterenômio como base da profecia referente ao cativeiro pregada por Isaías e Jeremias. Havia grande contraste na forma de fazer profecias entre Hananias e os outros profetas bíblicos.
• Hananias quebrou o jugo de Jeremias, ficou irado e profetizou a libertação de todas as nações, contrariando Jeremias abertamente (27:1-7).
• Jeremias calou-se, mas não se acovardou. Ele esperou a mensagem do Senhor. Logo depois declarou que, para não restar dúvidas, o falso profeta dentre eles morreria em poucos dias: Dois meses depois, morreu Hananias.

Com Deus não se brinca! Como você tem lidado com Seus servos?

A verdadeira teologia auxilia na interpretação correta da vontade de Deus; já a falsa teologia, empapuçada de preconceitos humanos, pautada por uma cosmovisão deturpada, interpreta a revelação divina como equivocada. O pior, é quando a mera opinião torna-se incontestável convicção.

Em que se baseiam tuas convicções? – Heber Toth Armí.



JEREMIAS 27 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
22 de novembro de 2020, 1:10
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TEXTO BÍBLICO JEREMIAS 27 – Primeiro leia a Bíblia

JEREMIAS 27 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

JEREMIAS 27 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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JEREMIAS 27 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
22 de novembro de 2020, 0:50
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368 palavras

1 Zedequias. Enquanto Zedequias governava pela tolerância de Nabucodonosor, que o colocou no trono (ver 2Rs 24:17-19), ele e os reis vizinhos que pagavam tributo não perderam a esperança de se livrarem do jugo caldeu. A experiência de Jeremias 27 ocorreu no 4º ano de Zedequias, cerca de 593 a.C. (ver com. de Jr 28:1). CBASD, vol. 4, p. 491.

2 Faze correias e canzis e põe-nos ao pescoço (ARA). NVI: “Faça para você um jugo de cordas e madeira e ponha-o sobre o pescoço.

Aparecendo daquela forma, como se fosse um escravo cativo em correias ou um animal de carga sob o jugo, Jeremias prenderia a atenção de todos, o que palavras somente não fariam. CBASD, vol. 4, p. 491.

3 Envia outros. Os reis citados aqui enviaram “mensageiros” ou embaixadores a Zedequias encorajando uma aliança contra Nabucodonosor. CBASD, vol. 4, p. 491.

6 Os animais do campo. Os exércitos conquistadores tomavam principalmente os cavalos e o gado dos povos conquistados, agravando, assim, a angústia e o desespero dos vencidos. CBASD, vol. 4, p. 492.

15 Para que Eu vos expulse e pereçais. Na Bíblia, Deus é frequentemente apresentado como fazendo o que ele não impede (ver 1Rs 22:22). CBASD, vol. 4, p. 492.

16 Não deis ouvidos às palavras dos vossos profetas que vos profetizam, dizendo: Eis que os utensílios da Casa do SENHOR voltarão em breve da Babilônia. Os falsos profetas predisseram que os utensílios sagrados [levados por Nabucodonosor, 2Rs 24:10-13; 2Cr 36:7] logo retornariam a Jerusalém. No entanto, eles não foram levados de volta até que Ciro os devolveu aos judeus. CBASD, vol. 4, p. 493.

18 Orem. Jeremias aconselhou os falsos profetas a suplicarem a Deus para que os utensílios que Nabucodonosor não levara anteriormente não fossem para Babilônia, em lugar de desperdiçarem seu tempo em esforços inúteis para reaver os utensílios já retirados do templo. CBASD, vol. 4, p. 493.

19 Acerca das colunas, do mar, dos suportes e do restante. Duas colunas de bronze chamadas de Jaquim e Boaz, que estavam uma de cada lado do pórtico do templo (ver com. de 1Rs 7:15). O “mar” de fundição era sustentado por 12 bois (ver com. de 1Rs 7:23). Havia dez “suportes” para as dez pias (1Rs 7:27-37). Embora não seja especificada aqui, a arca ainda estava no templo, onde permaneceu até que foi ocultada durante o cerco final a Jerusalém (ver PR, 453). CBASD, vol. 4, p. 493.



JEREMIAS 27 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
22 de novembro de 2020, 0:40
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JEREMIAS 27 – Leia o capítulo, depois medite:

“Esta visão começa com a afirmação da soberania universal de Jeová (v. 5). Visto ser o Criador da terra, Ele a dava a quem Lhe parecesse bem. Na conjuntura de então, Ele entregava todas as nações a Nabucodonosor, aqui chamado Seu ‘servo’ (v. 6). Era o propósito divino que estas nações servissem a Nabucodonosor e a seus descendentes até a terceira geração. A nação que recusasse submeter-se ao jugo do reino de Babilônia, o Senhor mesmo a puniria (vv. 7 e 8)” (Sigfried Júlio Schwantes).

Existem obstáculos como hipocrisia, formalidades religiosas, vaidades espirituais, egoísmo e orgulho que impedem verdadeiros reavivamentos espirituais. Pior é quando elementos pagãos e demoníacos penetram na vida do povo de Deus.

“Dez anos antes da queda de Jerusalém, o profeta [Jeremias] adverte as nações (27.1-11), Zedequias (27.12-15) e o povo (27.16-22) a servir ao instrumento escolhido por Yahweh, a Babilônia. No entanto, como obstáculo à fé, há profetas, adivinhos, prognosticadores e feiticeiros que anunciam a derrota de Babilônia (27.9,10,14-16)”, sintetiza Paul R. House.

Entregar-se ao inimigo era a mensagem divina. Nossa lógica imperfeita não aceita tal mensagem. Contudo, “conselhos ao contrário oferecidos por adivinhos, sonhadores, agoureiros e encantadores, eram conselhos mentirosos e só podiam redundar em pura perda (vv. 9 e 10)… Os profetas que emitiam opiniões contrárias [à de Jeremias], o faziam sob pretensões falsas. Ouvir suas mentiras seria acarretar a morte sobre uns e outros” (Schwantes).

Aplicações relevantes:
1. É mais sábio acatar as recomendações de Deus do que atacá-las; o resultado de aceitá-las contrasta com o resultado de rejeitá-las.
2. Ainda que seguir orientações de Deus não façam sentido, no final demonstrará mais sentido que nossa lógica.
3. É melhor aceitar nossa ignorância do que questionar a sabedoria divina.
4. Nem toda mensagem de esperança procede de Deus; às vezes, Deus orienta-nos, então ficamos desesperados.
5. Pregadores reivindicando pertencer a Deus podem estar usando o nome dEle para transmitir mensagens diabólicas.
6. A interpretação da situação pelas pessoas não é a mesma interpretação dada por Deus, a visão divina é mais abrangente que a visão humana.
7. Submeter-se a Deus e a Sua Palavra é a decisão mais sábia e importante que alguém pode tomar.

“Senhor, não permita que sejamos teimosos. Reaviva-nos” – Heber Toth Armí.



JEREMIAS 26 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
21 de novembro de 2020, 1:10
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TEXTO BÍBLICO JEREMIAS 26 – Primeiro leia a Bíblia

JEREMIAS 26 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

JEREMIAS 26 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

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JEREMIAS 26
21 de novembro de 2020, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/jr/26

Atentai para a minha repreensão; eis que derramarei copiosamente para vós outros o meu espírito e vos farei saber as minhas palavras.
Provérbios 1:23, NVI

Deus desejava que Seus filhos retornassem a Ele e enviou instruções por meio de pessoas escolhidas, mas Seu povo continuou matando Seus mensageiros. “Por quarenta anos, Jeremias devia estar diante da nação como testemunha da verdade e da justiça. Num tempo de apostasia sem paralelo, devia ele exemplificar na vida e no caráter a adoração do verdadeiro Deus” Profetas e Reis, cap. 34

Também somos chamados a dar uma mensagem impopular a um mundo que ama o pecado. Temos um coração acomodado que não quer se envolver com coisas complicadas e desconfortáveis. Falar aos outros sobre Jesus e o que Ele fez por nós nem sempre é bem recebido. Dizer ao mundo sobre os julgamentos vindouros encontrados no Apocalipse é motivo de riso.

Enfrentaremos o ridículo e o escárnio, assim como Jeremias. “Mas o profeta fiel era diariamente fortalecido para resistir” (id.). Talvez Jesus esteja esperando por pessoas que estão trabalhando ativamente para acordar as pessoas “Desperta, ó tu que dormes, levanta-te de entre os mortos, e Cristo te iluminará.” (Efésios 5:14, NVI).

Cheri Holmes
Enfermeira da sala de emergência
Lynden, Washington, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1019
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



JEREMIAS 26 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
21 de novembro de 2020, 0:50
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570 palavras

1 Princípio do reinado. Em algum momento entre 609 a 610 a.C. Certamente, foi antes do primeiro cerco a Jerusalém por Nabucodonosor (ver com. de Dn 1:1), porque os babilônios não são mencionados no capítulo e Jeoaquim é ilustrado como estando favorável ao Egito. A mensagem do discurso do templo (Jr 7-10) é resumida brevemente neste capítulo. As reações do povo e dos líderes ao discurso e o resultado final de todo o incidente é registrado apenas aqui. CBASD, vol. 4, p. 488.

3 Bem pode ser. Isto é, “talvez”. Tão severa é a ameaça que se segue (ver v. 6), que é expressa com a esperança de que não tivesse que ser realizada. CBASD, vol. 4, p. 488.

7 Os sacerdotes, os profetas. Jeremias foi comissionado por Deus para alertar, de modo especial, ás duas ordens às quais ele pertencia, a primeira delas por nascimento (ver com. de Jr 1:1) e a última por eleição divina (ver com. de 1:5). Os falsos profetas eram especialmente hostis a Jeremias (23:9-40). CBASD, vol. 4, p. 488.

9 Por que profetizas … ? Afirmar que o templo, orgulho e glória dos israelitas (ver com. de Jr 7:4), sofreria o destino do antigo santuário de Siló era um pensamento tão insuportável que “todo o povo” se uniu contra o profeta [ver tb. acusação similar dirigida contra Jesus]. O povo colocou toda sua confiança numa estrita observância dos serviços religiosos externos do templo. CBASD, vol. 4, p. 488.

11 Réu de morte. Neste versículo, há um bom exemplo de iniciativa e método vicioso, tão característicos da Idade Média, que entregava pessoas falsamente acusadas de heresia e blasfêmia ao braço secular do estado, para castigo e morte. CBASD, vol. 4, p. 488 e 489.

13 Emendai os vossos caminhos. A defesa de Jeremias foi apenas a mensagem que Deus lhe deu. Se o povo de Deus reformasse seus caminhos, ainda poderia evitar a destruição que os ameaçava. CBASD, vol. 4, p. 489.

15 Sabei, porém, com certeza. O profeta não apela aos sacerdotes e profetas, de quem não esperava justiça, mas “a todos os príncipes e a todo o povo” (ver v. 12). Os príncipes [da linhagem real], especialmente, foram os que hesitaram em derramar sangue inocente de alguém que falava não de si mesmo, mas de Deus. CBASD, vol. 4, p. 489.

18 Miqueias. Idêntico ao autor do livro de Miqueias (ver Mq 1:1; p. 8, 9). CBASD, vol. 4, p. 489.

20 Urias. Este incidente foi registrado, possivelmente, para mostrar que a experiência de Jeremias não era única. CBASD, vol. 4, p. 489.

21 Para o Egito. A região ao longo do Nilo era, frequentemente, um asilo para refugiados da Judeia. CBASD, vol. 4, p. 489.

22 Elnatã. Possivelmente, o sogro do rei *ver 2Rs 24:8). Elnatã era um dos príncipes favoráveis a Jeremias (Jr 36:12). CBASD, vol. 4, p. 489.

Ao Egito. Os tratados antigos continham uma cláusula em que ambas as partes prometiam fazer regressar os prisioneiros políticos a seu país de origem. CBASD, vol. 4, p. 489.

23 Tiraram a Urias. Urias foi tratado vergonhosamente. A “seu cadáver” foi negado o enterro com seus pais, e foi “lançado … em sepulturas do povo comum”, no vale do Cedrom [entre os montes do templo e das Oliveiras]. Mais tarde, o rei que cometeu essa desonra foi “sepultado como se sepulta um jumento”, sem as honras fúnebres costumeiras e sem lamentação (Jr 22:18, 19). CBASD, vol. 4, p. 489, 490.

24 Aicão. O pai de Aicão, possivelmente, foi Safã, um escriba bem conhecido na reforma de Josias, aquele superintendeu a restauração do templo (2Rs 22:3, 8-14; 2Cr 34:8, 14-21). … Foi com um filho de Aicão, Gedalias (ver Jr 40:6), “governador sobre as cidades de Judá”, que Jeremias encontrou refúgio depois que Nabucodonor conquistou a Judeia (Jr 40:5, 6). CBASD, vol. 4, p. 490.



JEREMIAS 26 – COMENTARIO PR HEBER TOTH ARMI
21 de novembro de 2020, 0:40
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JEREMIAS 26 – Tanto no Antigo como no Novo Testamento a oposição à verdade e a perseguição aos proclamadores dela eram evidentes e intensas. Profetas e apóstolos sofreram para deixar um legado espiritual fidedigno para o mundo.

1. A fiel pregação da Palavra de Deus fere o inchado coração dos orgulhados, tornando-os orgulhosos inflamados de ódio. O pregador verdadeiramente bíblico muitas vezes não vê resultados positivos em sua pregação, na maioria das vezes tais resultados são negativos: Jeremias foi cruelmente ameaçado de morte (vs. 1-6).
2. A fiel pregação da revelação de Deus desperta todo tipo de oposição, inclusive religiosa. A pregação de Jeremias suscitou perseguição da parte de sacerdotes e profetas dentre o próprio povo de Deus (vs. 7-11).
3. O fiel pregador é regido por Deus, não moldado pelas circunstâncias. Mesmo diante daqueles que não querem ouvir a verdade, essa verdade é proclamada pelo fiel mensageiro, para que, no juízo, ninguém diga que não sabia. Apesar da ferrenha perseguição, Jeremias expõe a revelação que recebera de Deus (vs. 12-15).
4. O fiel pregador da revelação de Deus pode enfrentar o martírio, outros apenas a perseguição; contudo, Deus sempre está no controle. O profeta Urias, contemporâneo de Jeremias, foi martirizado pelo rei Jeoaquim; paralelamente, Jeremias foi protegido e liberto por príncipes e anciãos (vs. 19-24).

A história de Jeremias é uma miniatura da história dos Apóstolos de Cristo. O único dos apóstolos que morreu naturalmente foi João, os outros foram matados, tornando-se mártires pela verdade.

O avivamento verdadeiro não é natural, fácil e aceitável; é sobrenatural, difícil e objetável – inclusive por líderes religiosos. Infelizmente, Jeremias não o conseguiu, mesmo sendo ousado profeta da Palavra de Deus.

Verdadeiro reavivamento…
• …não é emocionalismo promovido com um evangelismo momentâneo que gera compromisso instantâneo, e insustentável assim que termina o projeto num determinado local.
• …não é grande ajuntamento de pessoas para um show gospel com festas e comilanças, empolgação e gritarias estridentes.
• …é um sincero arrependimento individual que atrai outras pessoas a uma entrega radical a Deus, por aceitar plenamente Sua Palavra no coração e na alma.

Jeremias era um profeta promissor e tinha condições para promover reavivamento em seus dias; contudo, não teve êxito – e não foi por negligência sua. E, nós, seremos reavivados com Suas mensagens? – Heber Toth Armí.



JEREMIAS 25 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
20 de novembro de 2020, 1:10
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TEXTO BÍBLICO JEREMIAS 25 – Primeiro leia a Bíblia

JEREMIAS 25 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

JEREMIAS 25 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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JEREMIAS 25 – Comentários selecionados
20 de novembro de 2020, 0:50
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788 palavras

1 No quarto ano de Jeoaquim. A mensagem do cap. 25 foi dada um ano após os primeiros judeus terem sido levados cativos para Babilônia (ver com. De Dn 1:1). CBASD, vol. 4, p. 483.

3 Começando de madrugada. Uma expressão idiomática para indicar esforço contínuo (ver com. De Jr 7:13). CBASD, vol. 4, p. 483.

5 Convertei-vos. Este apelo a arrependimento, conversão e obediência apresenta explicitamente a missão do verdadeiro profeta (ver 2Rs 17:13; Ez 18:30-32). CBASD, vol. 4, p. 483.

Para sempre. Se os israelitas tivessem cumprido seu destino divino, seu estabelecimento na terra teria sido permanente. CBASD, vol. 4, p. 483.

9 Meu servo. De modo semelhante, Ciro foi designado como “servo” de Deus, pois faria uma obra que Ele desejava que fosse feita (ver Is 44:24 – 45:5). CBASD, vol. 4, p. 483.

10 Voz de folguedo. A ilustração apresentada neste versículo representa a completa dissolução da vida familiar, tanto das épocas de alegria como da rotina diária (ver Ap 18:22, 23). CBASD, vol. 4, p. 483.

12 Castigarei. Esta profecia contra Babilônia começou a ser cumprida quando “os medos e persas” tomaram a cidade, mataram Belsazar e destruíram o império babilônico (Dn 5:17-31). Embora Babilônia tenha sido usada por Deus para punir Seu próprio povo, isso não eximia os babilônios da punição por suas iniquidades (ver Jr 50, 51; cf. Is 10:5-16). CBASD, vol. 4, p. 484.

Rei da Babilônia. Como um dos principais inimigos de Israel nos tempos do AT, [também] no livro de Apocalipse, Babilônia se tornou um símbolo do cristianismo apóstata em sua oposição ao povo remanescente de Deus (ver com. de Ap 14:8; 17:5; 18:2). Os símbolos do livro de Apocalipse são extraídos, em grande parte, das experiências do Israel literal nos tempos antigos, ou são baseadas nas mensagens simbólicas dos profetas do AT (ver AA, 585). Por esta razão, é importante considerar cuidadosamente as equivalências na história e na profecia do AT quando forem estudados os símbolos do Apocalipse. É somente em comparação a esses contextos que os símbolos do Apocalipse tomam o sentido completo que o Espírito Santo planejou que eles transmitissem. Vários aspectos do castigo da Babilônia literal, demonstrados em Jeremias 25, são valiosos em conexão com o estudo do castigo da Babilônia mística demonstrado em Apocalipse 16 a 19 (ver com. de Is 14:4). CBASD, vol. 4, p. 484.

16 Para que bebam. Uma imagem do pânico e terror experimentados pelas várias nações enquanto os conquistadores babilônicos avançavam sobre elas. O vinho da ira de Deus (ver v. 15) os intoxicaria, por assim dizer, com pavor e desespero (ver Is 51:17, 22; Jr 51:7; Hc 2:16; cf. Ap 14:10; 17:4;18:3). CBASD, vol. 4, p. 485.

17 Recebi o cálice. Isto é, o profeta fez isto de modo figurado, ao “derramar” suas profecias contra as nações. CBASD, vol. 4, p. 485.

18 Judá. Jeremias começa a exposição dos juízos divinos com uma profecia do castigo pronunciado sobre seu povo por causa da iniquidade dele e, então, passa aos juízos que seriam infligidos às outras nações. CBASD, vol. 4, p. 485.

19 Faraó. Nessa época, o rei do Egito era Neco II (610-595 a.C.), que foi derrotado por Nabucodonosor, em Carquemis. CBASD, vol. 4, p. 485.

26 Depois de todos eles. Depois de forçar as outras nações a beber da taça da derrota, a própria Babilônia teria a mesma experiência. CBASD, vol. 4, p. 485.

27 Bebei, embebedai-vos. Jeremias parece voltar aos v. 15 e 16 (ver com. ali) retratando o pavor e o desespero que sobreviriam às pessoas pelas tristezas de lutas internacionais. CBASD, vol. 4, p. 485.

Vomitai. Uma representação impressionante de desistência ou entrega de despojos tomados na guerra. CBASD, vol. 4, p. 485.

29 Começo a castigar. Se Jerusalém não conseguiria escapar da invasão caldeia, certamente as nações ao redor não escapariam. Tanto elas como Judá seriam sábias se adotassem uma postura de submissão ao jugo babilônico (ver Jr 49:12). CBASD, vol. 4, p. 485.

30 Rugirá. Os v. 30 a 33 resumem a mensagem do cap. 25 por meio de uma ilustração dramática. … Estas palavras são paralelas a outro cumprimento no último conflito das nações, imediatamente antes da segunda vinda de Cristo (ver CG, 656, 657; PP, 340). CBASD, vol. 4, p. 485, 486.

31 À espada. Símbolo da destruição pela por meio da guerra. No conflito final das nações, os ímpios perecerão de vários modos (ver CG, 657). CBASD, vol. 4, p. 486.

33 Não serão pranteados. À desonra do castigo deles se acrescentaria a ausência do respeito devido ao serviço funerário corriqueiro. CBASD, vol. 4, p. 486.

34 Uivai, pastores. Referência aos falsos líderes do povo do pastoreio de Deus (ver com. De Jr 23:1). O mesmo ai é proferido contra os falsos líderes religiosos que, nos últimos dias, levarão o povo a confiar na mentira (GC, 655). CBASD, vol. 4, p. 486.

Revolvei-vos. Expressão de luto e pesar. CBASD, vol. 4, p. 486.

37 Malhadas. Literalmente, “solos de pastagem”. CBASD, vol. 4, p. 486.

38 Como o filho de leão. O Cordeiro de Deus também é “o Leão da tribo de Judá” (AP 5:5). A figura do leão traz à mente não só a ilustração da majestade do rei, mas também do poder destruidor, como o que o Senhor usará quando realizar Sua “obra estranha” de destruição dos ímpios (ver com. De Is 28:21). CBASD, vol. 4, p. 486.




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