Reavivados por Sua Palavra


FILIPENSES 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
20 de outubro de 2021, 0:50
Filed under: Sem categoria

425 palavras

1 Servos. Do gr. douloi. Alguns sugerem que ao aplicar esse termo a si mesmo, Paulo podia ter em mente a prática grega frequente de se libertar um escravo ao comprá-lo para um dos deuses. Uma transação de negócios fictícia era arranjada, e o escravo deveria pagar ao tesouro do templo seu preço de compra, dinheiro que ele teria poupado. O proprietário e o escravo iam juntos ao templo. O senhor recebia o preço de compra, e o escravo era supostamente vendido para o deus. Assim, o escravo se tornava propriedade particular daquele deus. Contudo, para fins práticos, ele estava livre. Paulo se considerava de Cristo comprado por preço. Sabia que não pertencia a si mesmo, pois fora comprado por Cristo, que o amava e por ele dera a vida. Essa compra não era ilusória, mas uma realidade viva. Ele estava sob pleno controle do Mestre. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 125.

6 Aquele que começou. Isto é, Deus. O apóstolo espera que seus conversos lembrem que Deus é o autor da salvação deles. CBASD, vol. 7, p. 126.

12 Coisas que me aconteceram. Paulo assegura aos filipenses que seu confinamento tem resultado em bênçãos, em vez de prejuízos. Os filipenses deviam compreender que, pela providência de Deus, as provas estavam sendo utilizadas para fazer a pregação do evangelho avançar. Como ocorre com frequência, a ira das pessoas termina por produzir glória para Deus. CBASD, vol. 7, p. 128.

15 Inveja e porfia. Ou, “inveja e rivalidade”. O apóstolo não menciona a causa da rivalidade. Mesmo em Roma devia haver um partido que tinha ciúmes da influência de Paulo; e, supostamente, sua prisão seria uma boa oportunidade para diminuir a influência de Paulo e fortalecer a posição deles. Paulo estava aprisionado, e eles tinham acesso ao povo. Os opositores podiam até concordar com Paulo na doutrina, mas procuravam prejudica-lo com inimizade. Como esses homens professavam pregar a Cristo, era difícil discernir os motivos deles. CBASD, vol. 7, p. 129.

18 Sempre me regozijarei. O regozijo de Paulo não era apenas momentâneo. Ele continuaria a se regozijar nos pregadores opositores assim como se alegraria na pregação daqueles que a faziam de boa vontade. CBASD, vol. 7, p. 130.

21 Lucro. O cristão não tem nada valioso para perder diante da morte, mas tem muito a ganhar. Ele perderá tentação, provação, labuta e tristeza, e ganhará, na ressurreição, a imortalidade. CBASD, vol. 7, p. 132.

30 Combate. Do gr. agõn, “uma competição”, expressão utilizada para competições atléticas ou entre gladiadores. Aqui se refere a conflitos com o inimigo. Os filipenses estavam enfrentando perseguições semelhantes ás que sobrevieram a Paulo. CBASD, vol. 7, p. 135.

by tatianawernenburg



FILIPENSES 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
20 de outubro de 2021, 0:40
Filed under: Sem categoria

FILIPENSES 1 – Precisamos de líderes eclesiásticos que tiram os olhos das coisas materiais para fixá-los nas coisas espirituais; pois os crentes do presente precisam dos mesmos ensinamentos que os crentes do passado.

Nesta carta aos crentes de Filipo, “Paulo queria que eles fossem frutíferos na compreensão espiritual rica e profunda, de modo que permanecessem irrepreensíveis até o dia de Cristo. Esse dia será uma ocasião de julgamento das obras dos crentes, quando o Senhor se manifestar e a fidelidade deles for recompensada” (David S. Dockery).

Após a saudação (vs. 1-2), temos três tópicos no capítulo em questão, conforme apresentado por William MacDonald:
• Ação de graças e oração de Paulo em favor dos crentes (vs. 3-14);
• As glórias de Cristo, Cabeça da Igreja (vs. 15-23);
• O ministério confiado a Paulo (vs. 24-29).

A amizade cristã é uma das ênfases no primeiro capítulo da epístola. Gene Getz, comentando-o, destaca que: “Os relacionamentos humanos não acontecem simplesmente – nem mesmo em Cristo. Devem ser cultivados e mantidos cuidadosamente. Por exemplo, os filipenses faziam tudo para expressar seu amor em Cristo por Paulo. Conservaram abertas as linhas de comunicação. Paulo, por sua vez, fazia o mesmo”.

Os versículos 20-26 oferecem uma mensagem pouco percebida por aqueles que pouco estudam ou apenas leem superficialmente o texto sagrado. Destaco os seguintes pontos:
1. Cristãos verdadeiros têm como alvo diário engrandecer a Cristo na vida e na morte, não importa a situação (v. 20).
2. Desafios na existência cristã são tão grandes que, no sofrimento, o desejo de estar com Cristo no Céu é muito maior que viver ou morrer numa sociedade tão insana (vs. 21-23):
• O viver é Cristo, mas neste mundo até Cristo sofreu;
• O morrer é lucro, porque repousa até a ressurreição;
• Por isso, mais do que viver ou morrer por Cristo, melhor mesmo é ascender aos Céus para estar com Cristo.

3. Ainda que seja melhor estar no Céu em vez de viver numa sociedade opressora, servos de Deus estão dispostos a influenciar pessoas para Cristo até o dia de Seu advento (vs. 24-26).

A esperança do cristão não é morrer. A morte é salário do pecado (Romanos 6:23), nunca poderia ser caminho para o Céu. O caminho para o Céu é uma existência vivida em Cristo. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



EFÉSIOS 6 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
19 de outubro de 2021, 1:00
Filed under: Sem categoria

TEXTO BÍBLICO EFÉSIOS 6 – Primeiro leia a Bíblia

EFÉSIOS 6 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

EFÉSIOS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



EFESIOS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
19 de outubro de 2021, 0:50
Filed under: Sem categoria

768 palavras

1 Filhos. O apóstolo faz uma transição natural de maridos e esposas para filhos. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 1154.

Obedecei. Isto é mais forte do que a palavra “sujeitai-vos”, que é usada para expressar a relação da mulher para com o marido (Ef 5:22), e indica uma relação diferente. Em toda a Escritura, a desobediência aos pais é tratada como um dos piores males (Rm 1:30; 2Tm 3:2). A obediência por parte dos filhos é razoável e justa. O bebê, ao nascer, é o mais indefeso de todos os seres e, durante anos, depende completamente do amor e ternura dos pais. Não pode haver vida em uma família sem a obediência dos filhos, pois a criança não é competente para julgar o motivo de certas formas de ação. Ainda mais importante, a criança desobediente aos pais certamente será desobediente a Deus, pois não conhece as disciplinas e restrições essenciais ao crescimento cristão. A palavra “obediência” não soa agradável aos ouvidos modernos, mas os que se ressentem dela como uma “imposição” devem assumir sua parcela de culpa pelo alarmante aumento da delinquência juvenil nos últimos tempos. CBASD, vol. 6, p. 1154.

4 Pais. O termo pode ser usado,genericamente para incluir pais e mães. No entanto, a primeira responsabilidade para a disciplina geralmente recai sobre o pai e, além disso, os pais com frequência precisam seguir esse conselho mais do que as mães. Às vezes, as mães tendem a ser indulgentes, e os pais, à severidade. CBASD, vol. 6, p. 1155.

Não provoqueis. Este conselho negativo é essencial para que a necessária obediência dos filhos se apoie em uma base moral. A passagem paralela de Colossenses dá o motivo para esta exortação: “Para que não fiquem desanimados” (Cl 3:21). A presente condição de baixa autoridade paterna, por vezes, se origina de posturas injustas e irritantes, até mesmo brutais cometidas pelos pais sobre os filhos, especialmente os indesejáveis. Muitas vezes, os filhos são considerados “perturbadores da paz” do lar, um aborrecimento. Outra causa comum de ressentimentos entre os filhos são as exigências caprichosas e incoerentes de alguns pais. Até mesmo obediência exterior é obtida por meios violentos, à custa da honra e do respeito. CBASD, vol. 6, p. 1155.

Admoestação. Do gr. nouthesia, “colocar na mente”. Esta palavra implica instrução ou disciplina que se transmite por meio da palavra, em forma de advertência. A admoestação ou conselho incentiva a criança quando está correta e avisa quando procede de forma errada. Tem sido seriamente sugerido por alguns educadores que a criança deve ser deixada para formar suas próprias ideias e convicções religiosas, uma vez que é injusto impor a religião a ela quando está despreparada para pensar por si mesma. Este raciocínio é enganoso, pois é impossível a uma criança crescer sem nenhum tipo de convicção religiosa. Se os pais ou responsáveis não instruírem seus filhos na verdade, alguém vai instruí-los no erro. Não há neutralidade nessa questão. CBASD, vol. 6, p. 1156.

8 Certos. O escravo pode ter a certeza de que sua vida e seus atos são observados pela Providência, e que as recompensas que sobrevêm a outros também serão suas. As grandes promessas de ordem espiritual são para todos os crentes. CBASD, vol. 6, p. 1157.

11 Revesti-vos. Paulo usa frequentemente a figura de “revestir-se”. Aqui, refere-se a colocar a armadura que protege o cristão. CBASD, vol. 6, p. 1159.

Toda a armadura. Do gr. panóplia, “armadura completa”. A armadura é de Deus, porque Ele é o único que fornece cada equipamento em particular (Ef 6:14-17). O cristão é convidado a se revestir dela e lutar bravamente na batalha. Aquele que fez a armadura garante sua eficácia. CBASD, vol. 6, p. 1159.

Do diabo. Do gr. diabolos. Se o conflito fosse apenas com seres humanos, a necessidade da armadura não seria tão evidente, mas é preciso enfrentar as artimanhas e astúcias do diabo. As tentações que Cristo sofreu revelam as sutilezas dos métodos do diabo, sempre dirigidos para os pontos mais frágeis da pessoa. É muito mais fácil lidar com a hostilidade aberta do que com a fraude. A armadura de Deus é planejada para defender contra os ataques cheios de astúcia que, de outra maneira, destruiriam o guerreiro cristão. CBASD, vol. 6, p. 1159.

12 Dominadores deste mundo. Literalmente, “governantes do mundo das trevas deste século”. É evidente que Paulo se refere aos espíritos malignos, que exercem certo grau de autoridade sobre o mundo. CBASD, vol. 6, p. 1159.

22 Console. Paulo sabia o quanto seus leitores estavam preocupados com seu bem-estar e desejava aliviá-los de toda preocupação desnecessária, bem como mostrar-lhes como um cristão pode suportar os sofrimentos com alegria. CBASD, vol. 6, p. 1162.

24 Sinceramente. Literalmente, “em incorruptibilidade”. Em suas palavras finais, Paulo dirige a atenção dos leitores às realidades eternas. CBASD, vol. 6, p. 1163.

by tatianawernenburg



EFÉSIOS 6 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
19 de outubro de 2021, 0:40
Filed under: Sem categoria

EFÉSIOS 6 – A batalha entre o bem e o mal é real, e não há meio termo: Ou tomamos o partido do bem ou nos posicionamos ao lado do mal.

O bem está no evangelho, o qual afeta profundamente todos os relacionamentos. A primeira parte do capítulo, baseando-me em Warren Wiersbe, obtemos os seguintes pontos:

1. Filhos cristãos (vs. 1-3):
• São cristãos (“no Senhor”);
• A obediência correta;
• A obediência é ordenada;
• A obediência traz bênçãos.

2. Pais cristãos (v. 4):
• Não deve provocar seus filhos;
• Deve nutri-los;
• Deve discipliná-los;
• Deve instrui-los e incentivá-los.

3. Servos cristãos (vs. 5-8):
• Devem trabalhar como se estivesse servindo a Cristo;
• Fazer um bom trabalho é a vontade de Deus;
• Serão recompensados pelo Senhor.

4. Senhores cristãos (v. 9):
• Deve-se preocupar com o bem-estar de seus funcionários;
• Não deve ameaçá-los;
• Deve sujeitar-se ao Senhor;
• Não deve ter favoritismo.

A batalha espiritual é intensa, quanto mais nos identificamos com Deus. A última parte do último capítulo de Efésios, conforme Hernandes Dias Lopes, oferece-nos os seguintes pontos:

1. O inimigo (vs. 11-13) contra quem lutamos na mais terrível batalha mundial é…
• …invisível;
• …maligno;
• …astuto;
• …persistente;
• …numeroso;
• …oportunista.

2. O equipamento que precisamos para essa batalha (vs. 14-17):
• Cinturão da verdade;
• Couraça da justiça;
• Calçado do evangelho;
• Escudo da fé;
• Capacete da salvação;
• Espada do Espírito.

3. O poder para vencer essa guerra (vs. 10-13): Precisamos…
• …do revestimento do poder de Deus;
• …do revestimento de toda a armadura de Deus;
• …de vigilância constante;
• …estar a postos e não ceder às pressões;
• …continuar atentos mesmo depois de uma vitória consagrada.

4. A energia com a qual devemos lutar essa guerra (vs. 18-20): A oração é o poder para a vitória:
• O tempo da oração: “Orando em todo o tempo”;
• A natureza da oração: “Com toda oração e súplica”;
• A esfera da oração: “No Espírito”;
• A vigilância da oração: “E, para isso mesmo, vigiando”;
• A perseverança da oração: “Com toda perseverança”;
• O alcance da oração: “E súplica por todos os santos, e…”.

5. O encorajamento para lutar essa guerra (vs. 21-24):
• Não estamos sozinhos na batalha;
• Mesmo em guerra, somos o povo mais abençoado do mundo.

Encontramos em Efésios os propósitos de Deus para os cristãos e para a igreja, vamos vivê-los. Lutemos, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

O que você achou interessante ao estudar a carta de Efésios?



EFÉSIOS 5 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
18 de outubro de 2021, 1:00
Filed under: Sem categoria

EFÉSIOS 5 – Se cremos em Cristo e aceitamos de fato e de verdade Seus preciosos ensinamentos, uma mudança será nitidamente perceptível em nosso comportamento e em nossos relacionamentos.

Estudando o livro de Efésios, nota-se que o alvo de mudança para o cristão é sobre-humano. De fato, a vida cristã é sobrenatural (vs. 1-2). Para que você experimente profundamente a essência da verdadeira religião bíblica determine-se a trocar o tempo dedicado às mídias sociais, filmes, novelas e seriados – que intentam impor comportamentos pagãos em quem os assiste –, pelo que realmente importa para a eternidade. Com oração, reflita hoje, neste pensamento:

“Convido-vos a olhar para o Homem do Calvário. Olhai para Aquele cuja cabeça foi coroada com a coroa de espinhos, que suportou a cruz da ignomínia, que desceu passo a passo o caminho da humilhação. Olhai para Aquele que foi um homem de dores e que sabia o que é padecer, que foi desprezado e rejeitado pelos homens […]. Olhai para o Calvário até que o vosso coração se enterneça diante do maravilhoso amor do Filho de Deus. Ele não deixou nada por fazer para que o homem caído pudesse ser elevado e purificado […]. Oh! Se pudesse vir sobre vós o batismo do Espírito Santo, para que fôsseis imbuídos do Espírito de Deus! Então, dia a dia vos tornaríeis mais semelhantes à imagem de Cristo…” (Ellen G. White).

Completando a argumentação ética-teológica dos capítulos anteriores, o capítulo em pauta ensina, quer gostemos ou não, que verdadeiros cristãos…
1. …Vivem em pleno relacionamento de amor (vs. 1-7);
2. …Agradam a Deus não se deixando influenciar pelos atos dos ímpios (vs. 8-14);
3. …Praticam a sabedoria divina no dia a dia (vs. 15-17);
4. …São capacitados a viver o ideal de Deus quanto mais buscam a plenitude do Espírito Santo (v. 18);
5. …Se unem para adorar a Deus em harmonia, submetendo-se uns aos outros (vs. 19-21);
6. …Praticam a essência do verdadeiro evangelho primeiramente em casa, no mais íntimo dos relacionamentos: O matrimônio (vs. 22-33).

Se o evangelho não funciona em casa, o que parece evangelho na igreja não passa de meras formalidades religiosas que iludem os ignorantes.

Busquemos viver o verdadeiro evangelho. Convertamo-nos realmente ao evangelho bíblico. “Senhor, ajuda-nos!” – Heber Toth Armí.



EFÉSIOS 5 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
18 de outubro de 2021, 1:00
Filed under: Sem categoria

TEXTO BÍBLICO EFÉSIOS 5 – Primeiro leia a Bíblia

EFÉSIOS 5 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

EFÉSIOS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



EFÉSIOS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
18 de outubro de 2021, 0:50
Filed under: Sem categoria

1202 palavras

1-21 Neste texto, Paulo usa o termo “andar” no sentido de “viver” ou “comportar-se”. A passagem contrasta o modo cristão de “andar” ou “viver” com o estilo de vida do descrente. … Podemos sentir a tentação de desanimar, pensando que nunca seremos tão puros e sábios como se exige aqui. Mas, em vez de interpretar a passagem como um padrão intimidador, devemos vê-la com o espírito de ação de graças que Paulo advoga. Agradeça a Deus por estar atuando a fim de imbuir sua vida com a pureza e sabedoria divinas. Bíblia de Estudo Andrews..

1-7 imitadores de Deus. O padrão para o comportamento cristão é excepcionalmente elevado, uma vez que devemos ser imitadores de Deus, espelhando o amor de Cristo por nós (v. 1, 2). Portanto, não nos deve surpreender o fato de o padrão de pureza sexual para os cristãos também ser elevado (v. 3-7). Ao levar uma vida piedosa de amor, os cristãos excluem a luxúria [lascívia, emoção de intenso desejo pelo corpo] de sua vida. Em lugar do linguajar obsceno tão comum, os cristãos praticam “ações de graças” (v. 4). Bíblia de Estudo Andrews.

Uma maneira de imitar a Deus é ter um espírito perdoador (4.32). Também imitamos a nosso Senhor ao Agirmos “como” (v. 2; 4.32) Ele agia. Bíblia de Estudo NVI Vida.

2 Entregou em sacrifício por nós, quer dizer no nosso lugar. A mesma palavra aparece em Rm 8.32 para descrever o sacrifício do Pai. Bíblia Shedd.

Aroma suave. A mesma frase aparece 40 vezes no Pentateuco (LXX). Enfatiza a aceitabilidade do sacrifício. Bíblia Shedd.

3-4 convém … inconvenientes. Banalizar o relacionamento sexual (“chocarrices”) ou, por outro lado, idolatrá-lo, está em descompasso com a nossa identidade de “santos”. Uma vez que fomos convocados dentre a raça humana (1.4-6) para portar a imagem restaurada de Deus (4.24), podemos aceitar os dons de Deus, inclusive a sexualidade, com ações de graça, e restituí-los ao seu uso apropriado (Pv 5.18-19; 1Tm 4.1-5; Hb 13.4). Bíblia de Genebra.

nem conversas tolas nem gracejos imorais. O contexto, com a palavra “obscenidade”, mostra a impropriedade não do humor em si, mas de piadas sujas e de conversas desse tipo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

ações de graça. Com uma atitude de gratidão por tudo o que Deus nos tem dado, poderemos afastar todos os pensamentos impuros e palavras más. Bíblia de Estudo NVI Vida.

5 idólatra. O cobiçoso deseja certas coisas mais que a Deus …, incorrendo assim na idolatria. Bíblia de Estudo NVI Vida.

6 Filhos da desobediência. É um hebraísmo [expressão da língua hebraica] significando pessoas rebeldes diante do apelo do evangelho (cf. 2.2; Cl 3.6). Bíblia Shedd.

participantes com eles. Os cristãos precisam considerar o terrível destino dos não-cristãos e recusar a juntar-se a eles em sua loucura. Bíblia de Genebra.

7 não participem. Embora os cristãos convivam nos relacionamentos sociais com o próximo, como também acontecia com o Senhor Jesus (Lc 5.30-32; 15.1, 2), não devem participar do modo de vida pecaminoso dos incrédulos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

8 filhos da luz. Este estilo de vida bane a escuridão. Bíblia de Estudo Andrews.

Essa seção acentua o contraste entre a luz e as trevas, demonstrando que os pertencentes ao Senhor, que é “luz” (1Jo 1.5), i.e., puro e verdadeiro, não apenas têm avida iluminada por ele, mas também são o meio de introduzir essa luz nas áreas escuras da conduta humana (cf. Mt 5.14). Bíblia de Estudo NVI Vida.

14 tu que dormes … mortos. Duas figuras que retratam o pecador (cf. 2.1) Bíblia de Estudo NVI Vida.

15 insensatos … sábios. Tendo realçado o contraste entre a luz e as trevas, Paulo agora passa ao contraste entre a sabedoria e a insensatez. Bíblia de Estudo NVI Vida.

16 Remindo o tempo. São as mesmas palavras do gr que vêm muito bem traduzidas em Cl 4.5: “Aproveitai as oportunidades”. Bíblia Shedd.

18 não vos embriagueis. O êxtase temporário induzido pelo álcool nunca pode competir com a recompensa duradoura oferecida por uma vida cheia de alegria, sob a inspiração do Espírito. Bíblia de Estudo Andrews.

Não se embriaguem … deixem-se encher pelo Espírito. O tempo presente em grego é usado para mostrar que a plenitude do Espírito Santo não é uma experiência de uma vez por todas. Repetidas vezes, conforme requeira a ocasião, o Espírito reveste de poder para a adoração, para o serviço e para o testemunho. A oposição que há entre estar cheio de vinho e estar cheio do Espírito é evidente. … Quando [Paulo] fala aqui a respeito de deixar-se encher pelo Espírito … refere-se a estar debaixo do controle de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

enchei-vos do Espírito. Quem está cheio do Espírito está cheio de Jesus e da Sua Palavra (Jo 14.16, 26; 16.12-15; 17.17). Bíblia de Genebra.

O contraste entre o vinho e o Espírito. O cristão cheio do Espírito não tem: 1) andar cambaleante (15); 2) dias perdidos (16); 3)mente entorpecida (17); 4) cântico discordante (19). Em contraste, tem um coração repleto de: 1) comunicabilidade; 2) louvor e música (19); 3) gratidão contínua e universal (20), e 4) desejo de servir (21). Bíblia Shedd.

21 Esse versículo de transição conclui uma série de expressões que ilustram o resultado de encher-se do Espírito (vs. 19-21, nota). Independente da classe social a que pertencem, todos os cristãos devem moldar sua conduta na sociedade pela humildade e bondade de Cristo (4.32 – 5.2; cf Lc 22.24-27; Jo 13.14-16). Essa submissão “uns aos outros” é a base para os modelos de autoridade nos diferentes relacionamentos examinados em 5.22 – 6.9. Bíblia de Genebra.

A lista de Paulo contrasta com exemplos extrabíblicos, os quais defendem um tratamento severo para manter a honra do marido, pai e senhor de escravos. … Fica claro que a submissão não se aplica somente às esposas e aos escravos, mas também aos maridos e senhores. Bíblia de Estudo Andrews.

22-32 Paulo ensina que os dois sexos se complementam e que um homem e uma mulher são iguais perante Deus. Bíblia de Genebra.

23 Salvador do corpo. … a Igreja só pode existir em união íntima com Cristo e em submissão total a Ele. Sua vontade fica claramente exposta na Bíblia especialmente no NT. Bíblia Shedd.

como também Cristo. A analogia entre o relacionamento de Cristo com a igreja e o do marido com a mulher é fundamental no trecho inteiro, Bíblia de Estudo NVI Vida.

25 Maridos. Paulo passa a mostrar que não se trata de sujeição unilateral, mas de um relacionamento recíproco. Bíblia de Estudo NVI Vida.

como também Cristo amou a igreja e a Si mesmo de entregou por ela. Em parte alguma do Novo Testamento, o amor de Cristo, de auto-sacrifício, é apresentado de forma mais direta a uma relação mais específica como um modelo a ser imitado (cf. v. 2). Bíblia de Genebra.

entregou-se. Entregar-se à morte a favor da amada é manifestação mais extrema de devoção que aquilo que se exige da esposa. Bíblia de Estudo NVI Vida.

28 Assim também. O amor sacrificial de Cristo é o exemplo do amor que o marido cristão deve para a Sua esposa. Bíblia Shedd.

Se o marido e a mulher se tornam “uma só carne”, logo, quando o homem ama a esposa, ama aquela que se tornou parte de si. Bíblia de Estudo NVI Vida.

31 Numa só carne. O mistério da união do homem com a sua mulher é um tipo de união mais alta de Cristo com os Seus num só Corpo ou numa só existência. Bíblia Shedd.

33 O conselho ainda se aplica hoje: o que uma esposa mais deseja é o terno amor de um marido dedicado. Bíblia de Estudo Andrews.



EFÉSIOS 4 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
17 de outubro de 2021, 1:00
Filed under: Sem categoria

TEXTO BÍBLICO EFÉSIOS 4 – Primeiro leia a Bíblia

EFÉSIOS 4 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

EFÉSIOS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



EFÉSIOS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
17 de outubro de 2021, 0:50
Filed under: Sem categoria

1476 palavras

1-16 Paulo ensinou que Deus trouxe judeus e gentios para um novo relacionamento mútuo na igreja, chamando a igreja para demonstrar sua sabedoria. Paulo passa agora a mostrar como Deus proporcionou aos membros da igreja viverem e trabalharem em união, além de amadurecerem juntos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Paulo exprime seu interesse profundo na união da igreja. Ele começa com uma exortação de abertura à união (v. 1-3) e prossegue com uma lista poética de sete elementos que unem os cristãos (v. 4-6). O restante da passagem (v. 7-16) usa a metáfora da igreja como corpo de Cristo para discutir a identidade e a função unificadora dos dons espirituais. A união é, ao mesmo tempo, algo que a igreja já possui (v. 4-6), um atributo que deve receber constante cuidado e atenção (v. 1-3) e um alvo futuro em direção ao qual nos movemos (v. 13). Bíblia de Estudo Andrews.

1 Rogo-vos, pois. Com este versículo começa o que pode ser denominado de seção prática da epístola, embora o apóstolo Paulo não considerasse a doutrina e a prática como aspectos separados da fé. A teoria e sua aplicação estão entretecidas na apresentação que Paulo faz do grande tema da unidade dos crentes. Porém, nesta seção são dadas exortações especiais sobre os deveres e privilégios cristãos, devido à graça recebida e às responsabilidades mútuas entre os irmãos. A ênfase aqui é colocada mais nos efeitos do que nas causas da vida espiritual. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 1132.

2 Suportando-vos. Do gr. apechõ, “sustentar”. CBASD, vol. 6, p. 1133.

Em amor. A paciência somente se manifesta em um coração que ama. CBASD, vol. 6, p. 1133.

4-6 A unidade dos sete elementos que formam os alicerces do cristianismo apela insistentemente para uma unidade correspondente entre aqueles que confiam nesse fundamento. Bíblia Shedd.

7 a cada um. A abordagem de Paulo aos dons espirituais é estruturada por lembretes de que cada membro da igreja tem um dom e de que a saúde do corpo depende do bom funcionamento de cada parte (v. 7, 16; comparar com 1Co 12:12-27). Bíblia de Estudo Andrews.

Todo membro da Igreja tem uma função a desempenhar para o bem do Corpo. Toda responsabilidade e poder são recebidos de Cristo que concede os dons à Igreja para o seu aperfeiçoamento que resulta não só em crescimento em número como também em varonilidade, i.e., firmeza na doutrina verdadeira (cf v 14, 15). Bíblia Shedd.

9 Regiões inferiores da terra. Pode-se entender este enunciado como se referindo à própria Terra, no qual “Terra” está ligada a “regiões inferiores”, ou a “inferno”, para onde se diz ter ido a alma de Cristo ao morrer. Esta última interpretação requer que a passagem seja referente à morte e ao sepultamento de Cristo. Foi a humilhação de Cristo que O levou à exaltação. Por meio dessa experiência, Ele Se tornou um sumo sacerdote compreensivo e eficaz, familiarizado com todas as vicissitudes da vida humana, inclusive com a morte. CBASD, vol. 6, p. 1134.

profetas. Jl 2:28-31 ensina que haverá um derramamento de dons espirituais no período imediatamente anterior ao retorno de Jesus. Tais dons, inclusive o de profecia, não devem ser desprezados, mas testados para ver se são genuínos segundo a Palavra de Deus (1Ts 5:19-21). Há quatro testes dessa natureza encontrados em Is 8:20; Jr 28:9; Mt 7:20; 1Jo 4:1, 3. Bíblia de Estudo Andrews.

12 preparar os santos para a obra do ministério. Os mencionados no v. 11 não deviam fazer todo o trabalho para os membros da igreja, mas treiná-los para fazerem a obra por conta própria. Bíblia de Estudo NVI Vida.

13 maturidade … plenitude de Cristo. Não a maturidade da convicção doutrinária que acaba de ser mencionada, nem a maturidade que encerra a capacidade de termos bom relacionamentos (cf. v. 2, 3), mas a maturidade do caráter perfeitamente equilibrado de Cristo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

14 Agitados de um lado para outro. Literalmente, “atirados pelas ondas”. A falta de firmeza, muitas vezes associada à juventude, não deve ser a característica do crente, mas a paciência, a resistência e a estabilidade. Os que sempre buscam algo novo e são atraídos por ideias sensacionalistas, colocam uma base frágil para a vida da igreja. Da mesma forma, a especulação teológica e filosófica além dos limites legítimos produz instabilidade de crença e de caráter. CBASD, vol. 6, p. 1136.

Vento de doutrina. Paulo não menospreza a doutrina ou a teologia, como uma expressão sistematizada de conhecimentos a respeito de Deus, mas adverte contra a indecisão, incerteza e imprecisão que, com frequência, acompanham a reflexão teológica. Sem dúvida, ele também se refere à especulação ociosa que geralmente marca os debates religiosos. Os dois extremos são elementos perturbadores da vida da igreja. CBASD, vol. 6, p. 1136.

Artimanha. Literalmente, “jogo de dados”. Os “ventos de doutrina” são projetados para enganar, como quando um jogador ingênuo é vítima da astúcia de um trapaceiro. Não é apenas uma questão de acaso, pois os dados estão viciados; o que parece ser ensino de Cristo, em realidade não o é. CBASD, vol. 6, p. 1136.

15 seguindo a verdade em amor. Fica subentendido um modo sincero e amoroso de viver. Bíblia de Estudo NVI Vida.

4:17-5:20 Paulo acaba de considerar a unidade e a maturidade alvos gêmeos para a igreja, a qual Deus gerou pela morte de Cristo. Agora passa a demonstrar que a pureza também é essencial entre os que pertencem a Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

17 Vaidade dos seus pensamento (ARA; NVI: “inutilidade dos seus pensamentos”) . Do gr. mataiotes. A ideia não é de presunção, mas de objetivos frívolos e vazios. O gentio sem Cristo vagueia sem objetivo, sem esperança, e descuidadamente. CBASD, vol. 6, p. 1137.

A vida sem Deus é intelectualmente frustrante, inútil e sem sentido (v., e. g., Ec 1:2; Rm 1:21). Bíblia de Estudo NVI Vida.

20 aprendestes a Cristo. As pessoas que observam os cristãos devem ser capazes de notar que eles aprenderam de Cristo. Bíblia de Estudo Andrews.

22-24 Despojeis … revistais. Os velhos trajes imundos são abandonados para se vestir os novos vestidos brancos de santidade (Cl 3.8-12). Os tempos dos verbos indicam que se referem a atos definidos; enquanto a “renovação” (23) é um processo. Só pela renovação contínua do Espírito é possível viver a vida cristã. Bíblia Shedd.

Usando a imagem de uma mudança de vestimenta, Paulo exorta os cristãos a se despojarem (v. 22) do velho padrão de vida e se revestirem (v. 24) do novo, inspirado por Cristo (comparar com Rm 6:1-14; 13:12; Cl 3:9-14). Bíblia de Estudo Andrews.

22 O velho homem. Esta expressão parece significar mais do que simplesmente antigos atos ou hábitos; inclui a própria mente e a natureza humana, de onde se originam os atos. O velho eu morre (Rm 6:6) e não deve reviver. CBASD, vol. 6, p. 1139.

25 Membros uns dos outros. A mentira tende a destruir a unidade da irmandade; o engano opõe um membro ao outro (ICo 12:15). Não pode haver verdadeira união entre as pessoas a não ser na base da absoluta confiança (Zc 8:16). CBASD, vol. 6, p. 1140.

26 Não pequeis. O texto grego indica que se trata de uma ordem. Esta advertência é feita para evitar que ira justificável produza reações de ressentimento pessoal, vingança e perda de domínio próprio. Alguém comentou que “às vezes, fazemos bem em demonstrar ira, mas temos confundido essas vezes”. CBASD, vol. 6, p. 1140.

Irai-vos e não pequeis. Paulo usa o vocabulário de Sl 4:4, com o seguinte sentido: “Caso fiquem irados, não pequem.” Não se trata de uma ordem direta para sentir ira. A ira, sobretudo quando deixada inflamar-se pode prejudicar a comunidade cristã. Bíblia de Estudo Andrews.

Os cristãos não ficam destituídos de emoções quando se convertem, mas essas emoções devem ser purificadas. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Não se ponha o sol. Aqui está uma salvaguarda contra o abuso da indignação. Embora deva sempre haver indignação contra o pecado, o ressentimento acalentado é destrutivo. CBASD, vol. 6, p. 1140.

28 não furte mais … trabalhe … tenha o que repartir. Não basta abandonar o pecado; a pessoa precisa praticar o bem. O que era ladrão deve agora ajudar os necessitados. Bíblia de Estudo NVI Vida.

29 A que for boa. Não é suficiente que o cristão se abstenha da linguagem obscena. Suas palavras devem cumprir um propósito útil. Jesus advertiu contra o uso de palavras ociosas ou sem propósito útil (Mt 12:36). CBASD, vol. 6, p. 1141.

30 entristeçam. Mediante o pecado, como a palavra “torpe” (v. 29) e os pecados mencionados no v. 31. O verbo também demonstra que o Espírito Santo é uma pessoa, não meramente uma influência, porque somente uma pessoa pode ser entristecida. Bíblia de Estudo NVI Vida.

31, 32 Poucas passagens das Escrituras falam de relacionamentos pessoais de maneira tão tocante quanto esta breve exortação. Bíblia de Estudo Andrews.

32 Perdoando. Esta atitude cristã básica, resultante de termos sido perdoados em Cristo, junto com sermos bondosos e compassivos, transmite ao próximo o que recebemos de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

O perdão graciosamente oferecido deve ser vivido em nossos relacionamentos (ver Mt 6:12, 14, 15; 18:21-35; Mc 11:25; Cl 3:12, 13). Bíblia de Estudo Andrews.

A bondade e a ternura são de pouco proveito, a menos que se expressem no espírito de perdão. A bondade pode ser meramente uma espécie de cortesia ou polidez, se não estiver disposta a dar o passo do perdão. O espírito de perdão é mais do que um ideal ou mesmo uma virtude, é uma decidida atitude do coração e da mente. O Senhor Jesus é o único modelo que devemos seguir (Mt 6:12; Lc 6:36). O perdão foi comprado a um preço infinito, porém, não custa nada ao pecador, exceto o sacrifício do orgulho pessoal de perdoar os outros. CBASD, vol. 6, p. 1142.




%d blogueiros gostam disto: