Reavivados por Sua Palavra


I CRÔNICAS 27 – Comentários selecionados
12 de outubro de 2019, 0:05
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743 palavras

O autor sagrado volta-se para questões de ordem militar (27.1-15), chefes tribais (27.16-24), superintendentes reais (25-31) e conselheiros reais (32-34). Bíblia de Genebra.

Após apresentar  um esboço da organização religiosa do país (1Cr 22-26), o relato descreve de maneira sucinta a administração militar e civil. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 201.

1 Os chefes das famílias. Isto é, os chefes das 12 tribos de Israel. CBASD, vol. 3, p. 201.

de mês em mês. Os deveres militares tinham uma rotatividade, tal como se dava com as responsabilidades sacerdotais (24.7-18, nota). Bíblia de Genebra.

A cada mês uma divisão de 24 mil homens ficava de prontidão como guarda nacional, para a ação imediata. Este constante rodízio das tropas tornava possível o treinamento de um grande número de homens, de modo que um exército de soldados aptos estivesse disponível a qualquer momento no caso de alguma emergência. Visto que o tempo era de apenas um mês, ninguém era sobrecarregado. CBASD, vol. 3, p. 202.

2-15 Os doze capitães mencionados eram sete de Judá, dois de Benjamim, dois de Efraim e um de Levi. Bíblia Shedd.

Os que tinham servido a Davi quando este fugiu de Saul ficaram sendo comandantes no exército regular. Bíblia de Estudo NVI Vida.

2 Jasobeão. De acordo com 2 Samuel 23:8 (ver 1Cr 11:11), Jasobeão era sem dúvida o “principal dos capitães”, de todos os homens valentes de Davi. A honra de comandar a primeira tropa a servir durante o ano foi concedida a ele. CBASD, vol. 3, p. 202.

16-22 a ordem das doze tribos difere aqui da de Gênesis e de 1 Cr 4-7. Gade e Aser não são incluídos, Levi e Arão são separados, embora fossem ambos levitas. Dã aparece em último lugar, e alguns atribuem isso ao fato de terem caído na idolatria; mas outros ligam-no ao fato de que havia uma tradição hebraica afirmando que o falso Messias sairia da tribo dessa tribo. Dã é chamado de serpente (Gn 49.17). Bíblia Shedd.

23-24. Estes versículos referem-se ao recenseamento de Davi em 21.1-22.1 (2Sm 24). Por causa da reação divina ao recenseamento, a contagem nunca veio a tornar-se parte do registro oficial da corte. Bíblia de Genebra.

23 vinte e três anos. Os soldados em Israel eram homens de 20 anos para cima. Bíblia de Estudo Andrews.

25-31 Lista dos encarregados para cuidar dos bens do rei (v. 31). As cidades grandes do antigo Oriente Médio tinham tres setores econômicos básicos: 1) da realeza; 2) dos templo; e 3) particular. Não há evidência da cobrança direta de impostos durante o reinado de Davi; sua corte parece ter sido financiada por propriedades imóveis extensivas, pelo comércio, pelos despojos das suas muitas guerras, e pelos tributos pagos pelos reinos subjugados. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Davi havia enriquecido, e eram necessárias pessoas hábeis que tomassem conta de suas finanças. CBASD, vol. 3, p. 203.

27 Vinhas. O solo da Palestina era favorável ao cultivo de uvas. A uva florescia em todo o país, nas colinas d Judá e SAmaria, nas planícies e Esdraelom, e nos planaltos do outro lado do Jordão. CBASD, vol. 3, p. 203.

as adegas. A palavra original hebraica também pode se referir a um lugar para armazenamento do suco da uva. Bíblia de Estudo Andrews.

28 os olivais. A principal fonte de óleo no antigo Oriente Médio. Bíblia de Estudo Andrews.

A oliveira … era muito valorizada não apenas por seu fruto, mas também por seu azeite, que era usado para cozinhar e temperar, para iluminar os candeeiros e para ungir. CBASD, vol. 3, p. 203.

Sicômoros. Ou, figueiras. Eram abundantes nas planícies de Judá, e encontradas também no vale do Jordão. CBASD, vol. 3, p. 203.

campinas. No heb. Shephelah [ou Sefelá]. Nome próprio da região baixa entre a região montanhosa da Judéia e o Mediterrâneo. Bíblia Shedd.

29 Sarom. Uma planície fértil ao longo da costa mediterrânea, ao sul do monte Carmelo. CBASD, vol. 3, p. 203.

30 o ismaelita. Um descendente de Ismael, o filho de Abrão e Agar. Bíblia de Estudo Andrews.

Os ismaelitas do deserto da Arábia entendiam bem de camelos, e um deles seria uma pessoa adequada para cuidar dos camelos de Davi. CBASD, vol. 3, p. 203.

os camelos … as jumentas. Animais de carga usados para o transporte de pessoas e mercadorias. Bíblia de Estudo Andrews.

32 Atendia os filhos do rei. Hacmoni deveria ser um um tutor dos filhos do rei. CBASD, vol. 3, p. 203. [NC: E, à luz dos conflitos na família, não foi muito eficiente…].

33 Aitofel. Desertara a Davi para apoiar a rebelião de Absalão (2 Sm 15.12, 31; 16.20-23), mas sendo seu plano desfeito por Husai (15.32, 37; 17.1-16), suicidou-se (17.23). Bíblia Shedd.

Usai, o arquita. O fiel conselheiro de Davi que contestou o conselho de Aitofel (ver 2Sm 17:7-14). CBASD, vol. 3, p. 203.



I CRÔNICAS 26
11 de outubro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1cr/26

As funções mais importantes do reino de Israel eram desempenhadas pelos levitas. Alguns atuavam como porteiros, outros como tesoureiros e outros ainda como administradores e juízes da nação.

Os porteiros eram os vigias, os guardas do templo. A presença deles era muito necessária a fim de preservar a integridade dos adoradores e também para proteger o edifício em si. O templo de Salomão era revestido de ouro e abrigava os mais valiosos tesouros da nação. Cabia aos porteiros garantir a segurança de toda esta riqueza.

Zacarias, um dos porteiros, era também um conselheiro muito sábio. Isto ilustra que não precisamos ficar restritos a nossa atividade básica de sobrevivência, mas podemos ampliar a nossa área de atuação a fim de dar a melhor contribuição possível à sociedade.

Alguns levitas atuavam como tesoureiros. Eles zelavam pela correta utilização das dádivas do povo e dos espólios de guerras que haviam sido consagrados ao Senhor. Aqueles que ocupavam esta função eram descendentes de Gérson e Eliézer, filhos de Moisés.

Seis mil levitas foram separados para atuar como administradores e juízes. Eles cuidavam de questões religiosas ligadas ao templo e de assuntos seculares ligados a administração civil. Ao redor do país, eles eram os encarregados pelo ensino religioso e pela sábia condução do reino como um todo.

O sucesso de qualquer empreendimento depende da atuação dedicada e fiel de alguns colaboradores chaves. Davi encontrou nos levitas homens capazes e consagrados, que lhe ajudaram a fazer da nação de Israel um reino próspero e justo. Hoje, também, Deus está procurando por pessoas de confiança a quem Ele possa usar para abençoar a humanidade.

Rei celestial, use-me para dar uma importante contribuição para o Seu reino!

Pastor Jobson Santos
UNASP

Fonte: https://www.revivalandreformation.org

Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



I CRÔNICAS 26 – Comentários selecionados
11 de outubro de 2019, 0:05
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473 palavras

1-19 A mais extensiva das listas de porteiros em Crônicas (v.9-17-27; 16.37,38) [NC: designados por Davi]. Uma lista de porteiros no período pós exílico acha-se em Ed 2.42 (Ne 7.45) (Biblia de Estudo NVI Vida).

1 porteiros. Havia quatro mil porteiros (23.5) cujos deveres eram abrir e fechar todos os portões, agir como guardas contra os intrusos, ajudar e encorajar aos adoradores, impedir os imundos de entrarem nos recintos sagrados (2Cr 23.19). Estavam encarregados dos vasos sagrados e das ofertas voluntárias (2Cr 31.14) e habitavam nas câmaras ao redor do templo (1Cr 9.27). Eram levitas e vinham das vilas levíticas cada sete dias para servirem por turnos (1Cr 9.25). Seu serviço era honroso, como o dos cantores, abaixo dos sacerdotes (Biblia Shedd).

1 Asafe. Este não é o Asafe do cap. 25.2 [o músico], que era gersonita (1Cr 6:38-43). Os coraítas, descendentes de Corá, eram levitas coatitas [descendentes de Coate, filho de Levi] (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 198).

4,5 Inúmeros filhos são, aqui também, um sinal da bênção divina (Biblia de Estudo NVI Vida).

Deus o abençoou.Assim como a Hemã (25.4-5), Obede Edom tinha muitos filhos. Sendo levita, ele cuidou da arca por três meses e isto lhe foi uma fonte de grande bênçãos (Andrews Study Bible).

10 a quem o pai constituiu chefe. Isto é, tornou-o um “fratriarca” (líder entre seus irmãos), com o direito de exercer autoridade além dos direitos que em geral acompanhavam a primogenitura (ver The Biblical Archaeologist, vol. 3, nº 1, p. 9,10) (CBASD, vol. 3, p. 198, 199).

14 porta leste. Esta, a primeira porta mencionada, era a porta de honra, pois o santuário dava para o leste (CBASD, vol. 3, p. 198, 199).

A entrada principal; tinha seis guaritas para os guardas , em contraposição com quatro diante das demais portas (v. 17) (Biblia de Estudo NVI Vida).

15 porta sul. Os palácios de Davi e de Salomão ficavam ao sul do monte do templo. A porta do sul seria a principal usada pelo rei, e essa destinação provavelmente reflete uma honraria especial para Obede Edom (Biblia de Estudo NVI Vida).

16 porta Salequete. A única referência a uma porta com esse nome; presumidamente ficava no lado oeste. O cronista escreve a leitores familiarizados com esses pormenores topográficos (Biblia de Estudo NVI Vida).

Significado provável: “a porta por onde se tira”, isto é, a “porta dos resíduos”. Imagina-se que tenha sido a porta pela qual eram retirados os dejetos do templo (ver Ne 3.13) (CBASD, vol. 3, p. 199).

24 filho de Gérson. Exemplo de “filho” no sentido de descendente remoto (CBASD, vol. 3, p. 198, 199).

29-32 Esses versículos designam os 6 mil oficiais e juízes (23.4) que trabalhariam fora de Jerusalém; são tirados de dois subclãs de Coate (6.18) [NT: um dos filhos de Levi]. Dt 17.8-13 prevê uma função judicial para os sacerdotes e levitas (v. 2Cr 19.4-11) (Biblia de Estudo NVI Vida).

Sendo levitas, conheciam a lei e podiam promover e administrar a justiça (Biblia Shedd).

31 No ano quarenta. O último ano do reinado de Davi (Biblia de Estudo NVI Vida).



I CRÔNICAS 25
10 de outubro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1cr/25

Davi gostava de música e se interessava pessoalmente pelo ministério dos cantores e instrumentistas. Dos trinta e oito mil levitas existentes em seus dias, quatro mil foram separados para louvar ao Senhor com instrumentos musicais (1 Crônicas 23:5) e 288 foram escolhidos para cantores no templo (1 Crônicas 23:7).

A fim de desempenhar os seus papéis sagrados na adoração pública, os cantores precisavam estar sob a direção do Espírito Santo. Por isso se dizia que foram escolhidos “para o ministério de profetizar ao som de harpas, liras e címbalos” (1 Crônicas 25:1, NVI). A eles cabia comporem e cantarem hinos que levassem o povo para mais perto de Deus.

Os músicos profissionais que serviam no templo pertenciam à família dos Levitas. Isto significa que eles eram sustentados com os recursos do dízimo e com as dádivas trazidas pelos adoradores. Esta permanente provisão financeira permitia que eles se dedicassem integralmente à sua nobre função e resultava num serviço de qualidade. Suas composições musicais não priorizavam satisfazer o gosto popular, mas, sobretudo, agradar a Deus.

Embora nem todos sejamos músicos profissionais, todos somos convidados a louvar ao Senhor e darmos glória a Ele através da nossa maneira de viver!

Senhor, reavive os louvores no meio do Seu povo, pela inspiração do Seu Espírito.

Pastor Jobson Santos
UNASP

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=609
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



I CRÔNICAS 25 – Comentário Pr Heber
10 de outubro de 2019, 0:45
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A música exercia e deve ainda exercer influência tão grandiosa na adoração ao Deus do Universo a ponto de impactar os ouvintes. Em I Crônicas 25 nos são apresentados os responsáveis pela música e a organização do louvor. A música na verdade deve ser o centro de toda adoração elevada a Deus. Porém, não deve ser qualquer música e nem de qualquer jeito! A adoração não deve ser desorganizada, sem preparação ou improvisada. Além disso, há muita tradição na música e pouquíssima adoração. Um grande número de pessoas assiste aos cultos sem experimentarem o significado da verdadeira adoração ao verdadeiro Deus. As normas de um culto que as pessoas aprendem ao se unirem à uma determinada igreja, servem de diretrizes, seguindo as tradições como sendo as normas para determinar a adoração de outras pessoas. Outros podem nunca ter parado para pensar que cochilos, irreverência e cochichos têm sido muito comuns nos cultos devido a que tais pessoas estão completamente deslocadas e desfocadas na igreja e nem percebem que tais atitudes são um insulto à adoração a Deus. Enquanto alguns cultos se parecem com shows de tão agitados outros se parecem com velórios de tão parados. Precisamos urgentemente olhar para I Crônicas 25 e equilibrar nossa adoração a Deus pelas lentes das Sagradas letras inspiradas pelo Espírito Santo e não pelo espírito humano. Reavivamento espiritual passa pela reforma na adoração!

Quando o culto não é realmente de adoração a Deus, jamais será possível desejar que os participantes do culto se retirem da igreja convictos de terem estado na presença do santo e soberano Deus. É certo que uma das causas de não sentir a presença de Deus no culto está na falha de quem busca, por buscá-Lo inapropriadamente, ou seja, de forma errada, resultando, assim, num desleixo, descuido e irreverência na adoração.

O santuário ou o templo eram cópia do Santuário Celestial; o sacerdócio e os serviços cúlticos no templo terrestre eram típicos do celestial, revelando assim que, qualquer coisa que fizermos em relação a Deus não deve ser imitação de coisas terrestres, mundanas, mas das coisas celestiais, espirituais. Se existe uma lição importantíssima em I Crônicas 25 que devemos praticar é: prestemos atenção à nossa adoração a Deus a fim de que ela seja aceitável por Ele; do contrário, seremos rejeitados por Ele – estaremos trilhando o caminho de Caim! Devemos aprender com Davi a adorar a Deus verdadeiramente em espírito e em verdade! Faça isso todos os dias!

Há uma semelhança em I Crônicas 25 com Apocalipse 5. Em Apocalipse fala de 24 anciãos no Céu e em I Crônicas fala de 24 grupos de músicos. Em Apocalipse os anciãos tocam suas harpas e em I Crônicas os músicos tem suas harpas para adorar a Deus no templo. Ambos adoram a Deus tocando constantemente as suas harpas. Os serviços dos anciãos em Apocalipse tem uma réplica em I Crônicas para mostrar-nos que aqueles que se aproximam de Deus não fazem outra coisa a não ser adorá-lO e servi-lO de todo coração o tempo todo. Se em I Crônicas é formado na terra o primeiro maior coral de adoração ao Deus do Universo, em Apocalipse 5 é revelado o maior espetáculo musical da História Universal, mas no Céu. Entre esses dois pontos estamos nós, desde a terra sobem nossos altos louvores e se unem com o louvor dos anjos até o dia em que estaremos diretamente na presença de Deus no Céu. Enquanto isso vamos ensaiando aqui neste mundo para cantarmos a Deus lá no Céu. Experimentemos o poder de Deus, confiando nEle a fim de um dia celebremos com todos os salvos juntos no Céu a vitória concedida por Cristo na cruz. Não abaixe a cabeça, erga a voz em louvor e adoração a Deus! Ensaie celebrar tua vitória desde agora! – Heber Toth Armí



I CRÔNICAS 25 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
10 de outubro de 2019, 0:05
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466 palavras

1-31 A lista dos instrumentistas e cantores é colocado logo após os levitas, refletindo a relação entre suas atividades no serviços do santuário (Andrews Study Bible).

O cap. 25 alista as 24 classes de cantores. Esses músicos formavam um grupo importante e desempenhavam um papel significativo nos serviços do templo (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 196).

profetizarem com harpas. A assim chamada “profecia levítica” era inspirada em música e tinha foco em louvores a Deus no Seu sagrado santuário. Outras passagens bíblicas que relacionam música com profetizar são 1Sm e 2Rs 3.15. Hemã, um dos três chefes da música, é chamado “o vidente do rei”, um título normalmente aplicado a um profeta (Andrews Study Bible).

Muitos dos salmos ou cânticos foram compostos por profetas e são de natureza profética, como alguns dos de Davi, e seu canto visava à edificação do povo de Deus, bem como a Sua glória (ver 1Sm 10.5). Esses salmos foram escritos em forma poética (Bíblia Shedd).

seis. Apenas cinco nomes são alistados aqui. A lista nos v. 9 a 31 sugere que o nome que falta é Simei, do v. 17. A LXX [Septuaginta, versão grega do VT] inclui o nome de Simei, colocando-o como o quarto nome da lista (CBASD, vol. 3, p. 196).

Hananias. A partir do sexto filho, Hananias, os nomes traduzidos do hebraico formam a seguinte oração de Hemã sobre sua obra como cantor: Sê gracioso, Senhor, Sê gracioso comigo; Meu Deus, a Ti; Tenho orado; e Exaltado pedindo auxílio; Embora exaltado sozinho; Tenho proclamado; O Altíssimo; Visões. Deus deu a Hemã esses filhos, e este piedoso servo do Senhor deu a sesu meninos esses nomes, compondo uma mensagem. Cria que Deus o abençoaria de forma a completar a sentença formada com os nomes de seus filhos (Bíblia Shedd).

cujo [de Hemã] poder Deus exaltou. Uma metáfora hebraica bem conhecida que significa exaltar uma pessoa ou aumentar seu poder (ver 1Sm 2:10; Sl 89:17; 92:10). Portanto, o significado, neste caso, parece ser que o Senhor tinha exaltado Hemã ao dar-lhe 14 filhos e três filhas (CBASD, vol. 3, p. 196).

Ter muitos filhos é sinal da bênção divina (v. Jó 1.2; 42.13). No caso de Hemã, esse fato é especialmente aplicado como consequência das promessas que Deus fizera de torná-lo poderoso. V. 3.1-9; 14.2-7; 26.4,5; 2Cr 11.18-21; 13.21; 21.2; 24.3 (Bíblia de Estudo NVI Vida).

duzentos e oitenta e oito. Este número é 24×12; assim, os 24 “filhos” de Asafe, Jedutum e Hemã, alistados nos v. 2 a 4, devem ter sido músicos dirigentes, cada qual tinha consigo 11 músicos associados. Os 24 líderes devem ter acompanhado com música instrumental o coral que dirigiam (CBASD, vol. 3, p. 196).

deitaram sortes. As sortes foram lançadas a fim de determinar a ordem dos turnos de cada um dos 24 grupos de músicos para a realização dos serviços correspondentes (CBASD, vol. 3, p. 196).

17 Simei. O sistema explicado no v. 9 sugere que este é o nome que falta no v. 3 (CBASD, vol. 3, p. 196).



I CRÔNICAS 24
9 de outubro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1cr/24

Lançar sortes para decidir quem ocupará uma posição de liderança nos parece muito estranho. Considere nossos métodos hoje. Temos a comissão da igreja que dialoga, do ponto de vista humano, a respeito da melhor maneira de preencher um cargo. Mas neste capítulo, eles lançaram sortes sem maiores conversas! A escolha não ocorria porque alguns eram polidos e educados, ou tinham o título certo ou as melhores conexões interpessoais. No método de sorteio ficam de fora as competições, as fofocas e as brigas pelo poder antes das eleições.

O trabalho na igreja não deveria ter nada a ver com o poder, mas, sim, com o serviço. Ninguém tem uma procuração vinda do céu, ou o direito, de ficar num cargo para sempre. Todo cristão deve estar disposto a servir em uma posição hoje e em outra totalmente diferente no futuro. Se tivéssemos a mentalidade de “lançar sortes”, ou seja, seguir a vontade de Deus, manifestada pela Palavra e pelo Espírito, não precisaríamos ficar com medo de não sermos reeleitos! Nossas decisões seriam então baseadas, não no que os outros pensam, mas apenas nas verdades da Palavra de Deus. Quanto dano poderia ser evitado hoje, quanto mais espaço dado ao Espírito Santo, se fôssemos totalmente dependentes da liderança de Deus ao selecionarmos pessoas para os cargos da igreja.

Tente implantar este importante princípio em sua vida. Esteja satisfeito com qualquer função ou cargo em que você esteja servindo hoje e alegre-se por estar sendo dirigido pelo Espírito Santo.

Kris Lenart
Conselheiro, Amos Ministry, Áustria

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=608
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli




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