Reavivados por Sua Palavra


Provérbios 8
12 de janeiro de 2014, 0:19
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Comentário devocional:

O uso de palavras profanas e obscenas me deixa muito desconfortável.

Uma juventude irreverente me deixou com um dicionário mental de frases de baixo calão que tenho procurado apagar da minha mente. Para piorar, logo percebi que não poderia fazer muito a respeito daqueles que amaldiçoam na minha presença. Mas eu poderia tomar medidas para controlar o que entraria em meus olhos e ouvidos a partir da Internet e das notícias da imprensa. A questão tornou-se pessoal quando assumi o comando da política de uso de palavras ofensivas na agência de notícias onde trabalho.

Muitos meios de comunicação não têm nenhum problema com obscenidades. Alguns jornais publicam a primeira letra da palavra ofensiva, seguido por uma série de traços levando o leitor mentalmente a completar a frase.

A agência de notícias onde eu trabalho não tinha regras claras quanto ao uso de palavras obscenas nos textos. Mas eu percebi que não poderia ser a única pessoa entre os meus colegas de profissão que desejava dizer juntamente com Salomão: “Todas as minhas palavras são justas; nenhuma delas é distorcida ou perversa” (v. 8, NVI). Então, eu tomei emprestado e adotei a política do jornal Washington Post a qual proibe palavrões em seus artigos e recomenda a substituição entre parênteses da obscenidade em uma citação direta.

Foi muito difícil manter esta política no início. Uns poucos jornalistas insistiram que suas histórias perdiam impacto sem as palavras profanas. Mas eu me mantive firme na defesa do que acreditava ser correto. Pouco tempo depois, o governo russo entrou em cena. Em um esforço para proteger as crianças, foi aprovada uma lei exigindo que as organizações de mídia avaliassem criteriosamente seus conteúdos. Optamos por uma classificação um pouco melhor tornando ilegal para nós mesmos publicar palavrões.

As vezes esquecemos que é errado falar palavrões, espalhar boatos e contar piadas sujas. Mas somos alertados por Salomão: “Temer o Senhor é odiar o mal; odeio o orgulho e a arrogância, o mau comportamento e o falar perverso” (v. 13, NVI). Amar a Deus envolve odiar as palavras ofensivas.

Fiquei contente quando o governo russo apoiou a minha política mais elevada quanto ao uso das palavras. Mas melhor mesmo é receber a aprovação de Deus.

Andrew McChesney

Jornalista na Rússia

 

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/pro/8/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Provérbios 8



Provérbios 2
6 de janeiro de 2014, 0:01
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Comentário Devocional

Quando Salomão assumiu o trono, o Senhor apareceu-lhe em sonho à noite e perguntou o que poderia lhe dar. Salomão, sentindo-se pequeno diante da tarefa de julgar o povo escolhido de Deus, respondeu: “Dá-me sabedoria e conhecimento, para que eu possa liderar esta nação, pois quem pode governar este teu grande povo?” (2 Crônicas 1:10, NVI).

Parece, à primeira vista, que o pedido de Salomão foi imediatamente  atendido, juntamente com “riquezas, bens e honra” (ver 2 Crônicas 1:12).
No entanto, o capítulo de hoje parece sugerir que Salomão buscou intensamente a sabedoria antes que ela lhe fosse concedida, pois ele recomenda que clamemos a Deus por entendimento e choremos em alta voz por discernimento (v. 3 NVI), o que parece ter sido a sua experiência.

Salomão recomenda que procuremos a sabedoria como se procura a prata e a busquemos como quem busca um tesouro escondido (Provérbios 2:4). Somente após isso, “se entenderá o que é temer o Senhor e achará o conhecimento de Deus” (v. 5 NVI). O Senhor é quem dá a sabedoria: aquele que O conhece é sábio.

A sabedoria (o Senhor) nos dá o conhecimento do certo e do errado, e pode nos salvar de homens maus, da mulher adúltera e do cônjuge infiel.

Que o seu coração clame em alta voz, hoje, por aquele entendimento e discernimento que somente vem de Deus.

Jackie Ordelheide Smith

Estados Unidos

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/pro/2/ 

Traduzido por JDS/JAQ 

Texto bíblico: Provérbios 2



Salmo 148
Comentário devocional:

Neste Salmo, toda a criação – o céu, a terra e o povo de Deus – louva ao Senhor.

Em primeiro lugar, todos os anjos louvam a Deus. Então, seguindo a ordem da criação, conforme descrito em Gênesis 1, os elementos e todos os seres criados levantam suas vozes em louvor ao Criador. Das árvores frutíferas às aves, o louvor finalmente chega à humanidade, a coroa da criação. Do mais alto rei até à menor criança, todos se unem no coro de Aleluia.
No entanto, esta sinfonia cósmica termina com uma nota íntima: Deus tem um “povo que Lhe é chegado” (v. 14, ARA), “a quem Ele tanto ama” (NTLH e NVI). Embora seja tão elevado e mereça os maiores elogios, Deus anseia desfrutar de um relacionamento íntimo com a humanidade.  Ele traz o seu povo perto do Seu coração.
A proximidade de Deus com seus filhos terrestres tornou-se possível através do sacrifício de Jesus no Calvário. E é este sacrifício, e tudo o que foi obtido por meio dele, que nos manterá cantando o refrão Aleluia por toda a eternidade.
Thandi Klingbeil
Tennessee , EUA

 

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Salmo 148

 



Salmo 132
17 de dezembro de 2013, 0:10
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Comentário devocional:

O Salmista exprime duas petições: “Senhor, lembra-te” (v.1 NVI) e “não rejeites o Teu ungido” (v. 10 NVI). O Senhor responde e confirma mais uma vez o pacto que fizera com Davi.

A beleza nestes versos é que o Senhor, em sua resposta (v. 13-18), afirma não só que Ele se lembra e não rejeitou Seu povo Israel, mas Ele revela o grande quadro do Seu plano de salvação através de Jesus Cristo! Como disse um comentarista: “O que eram originalmente descrições do rei governante foram dirigidas para o futuro e, tomadas em conjunto, compunham um retrato de um grande rei futuro, um messias (ungido), que viria da linhagem de Davi.”
Aqui vemos uma descrição profética de Jesus, nosso Messias, o Ungido: Ele viria e se assentaria no Seu trono eterno (v. 12 e Apoc 11:15); O poder de Davi (v. 17a NVI e Lucas 1:68-69); Ele se tornaria uma luz (v. 17b e Apoc 21:22-23).
Quando eu imagino esses peregrinos cantando as “Canções da Ascenção” enquanto viajavam a Jerusalém para adorar, eu ansiosamente antecipo que alegria será quando nós nos juntarmos na Nova Jerusalém aos peregrinos de antigamente e cantarmos todos este Salmo de Ascenção. Mal posso esperar por esse dia , e você?

Cindy Nash

Estados Unidos

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/132/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Salmo 132



Salmo 128
13 de dezembro de 2013, 0:10
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Comentário devocional:

Você deve conhecer pelo menos uma família que aparentemente tenha todas as qualidades descritas nesse Salmo. E quando digo isso, não me refiro a coisas materiais. Na verdade, o tipo de família que tenho em mente pode ter muito pouco em termos de bens materiais, mas são espiritualmente completos em Cristo. Eles têm paz. Eles irradiam alegria. Eles espalham contentamento. Eles são as pessoas ideais para terem muitos filhos, porque a mãe e o pai parecem ter sido presenteados com uma dose extra de sabedoria divina para exercerem a paternidade e a maternidade.

Este é um Salmo que exalta a família. Será que existe uma família como a que descrevi? Sim, mas uma família como esta não pode existir a menos que o líder espiritual dessa família caminhe sob a autoridade de Deus.

Vivemos em uma cultura saturada com o “evangelho da prosperidade”, onde erroneamente interpretamos nosso aumento financeiro como sendo evidência da bênção de Deus. Nesse contexto, considero apropriado ser lembrado pelo salmista que o verdadeiro significado da bênção e da prosperidade é uma família temer ao Senhor e seguir os Seus caminhos. Uma família unida, vivendo à altura do seu chamado em Cristo, eis um grupo de pessoas verdadeiramente abençoadas.

Cindy Nash

Estados Unidos

 

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/128/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Salmo 128

 



Salmo 126
11 de dezembro de 2013, 0:10
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Comentário devocional:

Quando os peregrinos viajavam para Jerusalém algumas de suas músicas eram “canções recordativas” –  canções que recordavam a libertação efetuada por Deus a favor do Seu povo.

Imagine a alegria e a admiração que o povo de Deus sentiu quando Ciro decretou o retorno dos exilados judeus de volta para sua casa em Jerusalém (ver Esdras 1). Conforme eles viajavam de volta para casa, que palavras de louvor estavam em seus lábios? Uma coisa é certa, Deus foi glorificado.

O Salmo nos diz que este ato de libertação do povo de Deus de volta para a terra prometida (nesta segunda vez em que receberam a terra como dádiva) chamou a atenção das nações vizinhas. Até mesmo os descrentes deram crédito desta recuperação a Deus afirmando: “o Senhor fez grandes coisas por eles” (Salmo 126:2b).

O Salmo termina com uma linda promessa: “Aquele que sai chorando enquanto lança a semente, voltará com cantos de alegria, trazendo os seus feixes” (verso 5, NVI).

Encontro grande conforto nessas palavras quando atravesso aqueles períodos da vida que parecem não fazer sentido. Versos como esses me mantém avançando e me dão esperança quando não vejo nenhum sinal da colheita, mesmo após ter dedicado tempo e energias plantando.
Recebo estes versos como uma maneira de Deus me dizer: “Você vai voltar para o lugar da minha abundância com louvor em seus lábios, com bênçãos em sua mão. E meu nome será glorificado para sempre”.

Cindy Nash

Estados Unidos


Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/126/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Salmo 126



Salmo 124
8 de dezembro de 2013, 22:27
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Comentário devocional:

O autor deste Salmo reconhece desde o princípio, não uma, mas duas vezes, que não somos nada sem Aquele que nos ama.

Gosto muito da maneira como o escritor começa. Ele relata diversas possibilidades de coisas que poderiam ter acontecido sem a presença e a proteção do Senhor em nossas vidas. Pense nisso por um minuto. O que seria da sua vida sem Ele, sem a esperança que temos nEle? Tremo só de pensar.

Às vezes eu simplesmente não compreendo tudo o que tenho em Cristo, tudo o que sou em Cristo. No entanto, quando minha boca profere as verdades que sei sobre Ele e cantam os Seus louvores a minha compreensão se expande. Paremos de olhar para nós mesmos e nossos problemas. Concentremo-nos nEle.

Sei que terei problemas neste mundo, mas sigo animado porque Deus venceu o mundo através de seu filho Jesus Cristo. Ele rompeu os laços do pecado que o maligno preparou para me derrotar. Eu consigo vencer não por causa de quem eu sou, mas por causa de quem Ele é.

Essa é uma verdade que merece ser contada e cantada inúmeras vezes, você não acha?

Cindy Nash

Estados Unidos

 

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/124/  

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Salmo 124



Salmo 122
7 de dezembro de 2013, 0:05
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Comentário devocional:

O salmo 122 nos fala acerca da satisfação de chegar a um lugar muito almejado. Sensações como: “Que bom estar aqui! Amo este lugar!”.

Dizem que se você viajar para Israel, desejará retornar. E foi exatamente isso que aconteceu comigo. Depois de voltar para casa de uma viagem a Israel, senti uma saudade inexplicável daquela terra e um profundo desejo de retornar. E quando voltei, anos mais tarde, tive a estranha sensação de pertencer àquele lugar.

Esta alegria manifestada pelos viajantes peregrinos ocorria porque eles finalmente chegavam ao destino, as portas da cidade de Jerusalém! Quando o viajante colocava os pés no solo da cidade de Jerusalém, que sensação de satisfação! Que alegria! Que sensação de proteção! Adentrar os portões da antiga cidade de Jerusalém era como receber um caloroso abraço.

Apenas podemos imaginar a imensa alegria que será para nós, peregrinos em direção ao céu, alcançar os portões da Jerusalém celestial e colocar os pés na “Cidade Santa”. Que sensações maravilhosas o Senhor tem reservado para nós ao chegarmos àquele lugar. Louvado seja o Seu nome para sempre!

Cindy Nash

Estados Unidos

 

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/122/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Salmo 122

 



Salmo 120
5 de dezembro de 2013, 0:15
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Comentário devocional:

Os próximos 15 Salmos (120-134) são conhecidos como “Salmos de Ascenção” ou músicas para “subir” ao Templo. Essas eram as músicas normalmente cantadas pelos israelitas que viajavam para Jerusalém, três vezes por ano, a fim de participarem das festas nacionais (Deuteronômio 16:16).

Para entender o espírito destes salmos, imagine-se viajando em direção a Jerusalém com outros viajantes cansados, unindo-se a eles em cantar salmos de ardente expectativa de chegar à cidade santa e contemplar o Templo, a morada de Deus.

Essas canções também eram cantadas pelos sacerdotes ao entrarem na área do Templo a fim de cumprirem a sua escala de serviço.
O complexo do templo era precedido por 15 degraus e, quando o viajante ou o sacerdote que ia trabalhar se aproximavam, eles paravam e cantavam uma música em cada degrau, começando com o Salmo 120, e terminando, no último degrau, com o Salmo 134.

Nós também estamos em uma peregrinação para o nosso lar eterno da promessa e, enquanto viajamos, nada melhor do que reconhecer a nossa necessidade da proteção e da direção de Deus em nossas vidas e nos lembrarmos que somos estrangeiros neste mundo (v. 5).

Nossa viagem é tornada mais leve pelos parceiros que Deus colocou para viajarem ao nosso lado, que cantam para nós mensagens de encorajamento. Louve a Deus por Sua misericórdia e cuidado, e pelos companheiros de jornada.

Cindy Nash

Estados Unidos

 

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/120/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Salmo 120



Salmo 118
3 de dezembro de 2013, 0:10
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Comentário devocional:

Pode-se dividir este Salmo de Ação de Graças Nacional em três segmentos: (1) os versículos 1-19, que eram cantados pelos israelitas em seu caminho para o Templo quando iam oferecer sacrifícios ou celebrar as festas; (2) os versículos 20-28, um diálogo entre os que estavam no templo e os peregrinos que haviam chegado, e (3) o versículo 29, que era cantado por toda a congregação.

O povo de Israel estava cercado por tribos ferozes, guerreiras, ansiosas de apoderarem-se de suas terras. No entanto, três vezes por ano todos os que tinham condições de viajar deveriam sair de suas casas para as festas em Jerusalém. O que impediria seus inimigos de atacarem as famílias desprotegidas? Deus, que havia prometido ser o protetor de Seu povo (Êxodo 34:24).
Para o evento da Páscoa, todas as casas de Jerusalém eram abertas aos peregrinos. Mas isso não era suficiente e tendas eram montadas em todo o espaço disponível na cidade e nas colinas ao redor. A Páscoa era celebrada com suas cerimônias solenes e impressionantes para comemorar a libertação da escravidão no Egito, e apontava para o sacrifício que deveria trazer libertação da escravidão do pecado. A Páscoa era seguida por sete dias da festa dos pães asmos [sem fermento]. Cinqüenta dias depois da oferta dos primeiros frutos vinha o Pentecostes, a Festa da Colheita. No sétimo mês, acontecia a Festa dos Tabernáculos, o maior ajuntamento do ano e ocasião de grande regozijo. Essa festa ocorria logo após o grande Dia da Expiação, quando a garantia havia sido dada de que a iniqüidade deles não seria mais lembrada. A Festa dos Tabernáculos recordava que Deus habitara com eles (tabernaculara) no deserto e apontava para a primeira Vinda de Jesus, quando habitou conosco pela primeira vez, e para a Segunda Vinda, quando, finalmente, habitará para sempre com o Seu povo.

Nessas assembléias anuais, a lembrança de livramentos operados por Deus no passado fortalecia a convicção de estaria com eles também no futuro. Velhos e jovens eram estimulados a amarem a Deus e o servirem de todo o coração. E a associação de pessoas vindas de diferentes partes do país, fortalecia os laços que os uniam.

Hoje também temos o privilégio de nos reunir para celebrar as poderosas obras de Deus em nosso favor e exclamar com confiança no futuro: “O Senhor é bom, o seu amor dura para sempre!” (Salmo 118:1 e 29).

Jan Harry Cabungcal

Suíça

 

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/118/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Salmo 118