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“…eu, porém, oro” (v.4).
De todo este Salmo, esta é a expressão mais impactante e mais poderosa: “eu, porém, oro”. Davi fez menção da grande angústia que sofreu por causa das investidas malignas de seus inimigos. Entretanto, em nenhum momento ele falou em fazer justiça com as próprias mãos. Muito pelo contrário, o salmista descreveu os juízos que recairão sobre todo aquele que “amou a maldição… e não quis a bênção” (v.17). “Ó Deus do meu louvor, não Te cales!” (v.1). Este não foi um protesto contra o silêncio de Deus, e sim um clamor de um filho cujo coração confiava apenas na ação divina (v.21).
No livro dos Salmos encontramos muitas profecias. O verso oito não se referia apenas aos adversários de Davi, mas uma referência profética a Judas, que trocou a bênção pela maldição: “Os seus dias sejam poucos, e tome outro o seu encargo”. Essas palavras são repetidas em Atos 1:20, quando os discípulos se unem com o propósito de eleger o décimo segundo apóstolo para ocupar o lugar do traidor. Também no verso vinte e cinco encontramos outra profecia, esta cumprida na vida de nosso Salvador: “Tornei-me para eles objeto de opróbrio; quando me veem, meneiam a cabeça”. Enquanto Cristo padecia na cruz do Calvário, “os que iam passando blasfemavam dEle, meneando a cabeça” (Mt.27:39).
Diante disso, percebemos que neste mundo sempre existiram e sempre existirão apenas duas classes de pessoas: os que escolhem o caminho da bênção e os que escolhem o caminho da maldição. Os perseguidores e os perseguidos. O joio e o trigo. Não há uma terceira opção. Então, só temos duas alternativas, duas escolhas a fazer: ou seguimos a Deus e a Sua Palavra, ou seguimos o caminho das multidões. Atentem bem para isso, amados: Cuidado com as multidões! Lembrem de Noé, de Elias, de João Batista, de Daniel e seus amigos, dos próprios discípulos, em que todos eles, apesar de ser a minoria, andaram na contramão de sua época e foram vitoriosos pela ação de Deus.
Se, hoje, assumirmos a postura de Davi tendo uma vida de oração e confiando na justiça divina, a nossa vida será um louvor a Deus “no meio da multidão” (v.30). Fazemos parte da geração dos últimos dias deste mundo, e o que estamos fazendo com a oportunidade que o Senhor colocou em nossas mãos? Podemos afirmar, como o salmista: “eu, porém, oro”? Uma vida de oração não consegue ficar presa a quatro paredes. Ela é um louvor a Deus em meio às multidões. Uma vida de oração não é uma vida estagnada e presa ao conceito de ser feliz neste mundo. Uma vida de oração é um alto clamor para o mundo e compreende que felicidade de verdade só em Jesus.
Você está sendo perseguido e lhe devolvem o bem com o mal (v.5)? Alegra-te, servo do Deus vivo (v.28)! Cristo te diz hoje: “Bem-aventurados, sois quando, por Minha causa, vos injuriarem, e vos perseguirem, e, mentindo, disserem todo mal contra vós. Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; pois assim perseguiram aos profetas que viveram antes de vós” (Mt.5:11-12). Meus queridos irmãos, a nossa redenção de aproxima, mas, antes dela, um tempo de angústia “qual nunca houve… mas, naquele tempo, será salvo o Teu povo” (Dn.12:1). Só venceremos se fizermos do Senhor a nossa defesa. Lembrem-se de que enquanto meneavam a cabeça para Jesus, Ele orava, dizendo: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lc.23:34). Eis a decisão que o Senhor espera de Seu remanescente: “eu, porém, oro”! Vigiemos e oremos!
Bom dia, homens e mulheres de oração!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Salmo109 #RPSP
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“Porque acima dos céus se eleva a Tua misericórdia, e a Tua fidelidade, para além das nuvens” (v.4).
Sendo mais um Salmo de Davi, o Salmo 108 contém palavras dos Salmos 57 e 60. A vitória tão celebrada e anunciada por Davi é novamente reforçada em um cântico de gratidão e adoração ao Senhor exaltado “acima dos céus” (v.5). Como rei e guerreiro, Davi havia provado muitas conquistas sob a força que nenhum poderoso combatente poderia subjugar: “porque do Senhor é a guerra” (1Sm.17:47). Ao derrubar o gigante Golias, ferir duas centenas de filisteus, sobreviver à acirrada perseguição de Saul e abater os adversários de seu povo, Davi reconhecia em cada ato a poderosa destra de Deus a seu favor.
Nunca foi desígnio do Senhor guerras e destruição, pois Ele é o “Príncipe da Paz” (Is.9:6) e o nosso Criador. Mas diante do pecado que fez separação entre Ele e o Seu mais precioso bem, Ele se apresenta como Miguel para defender os Seus escolhidos “do Oriente e do Ocidente, do Norte e do mar” (Sl.107:3), “porque Ele mesmo calca aos pés os nossos adversários” (v.13). Basta que uma sincera súplica ascenda aos Céus para que Deus envie o Seu anjo poderoso ou Ele mesmo avance na linha de frente, assim como foi com o profeta Daniel em resposta às suas palavras (Dn.10:12).
Não temos o que temer, amados, se estivermos “à sombra do Onipotente” (Sl.91:1). Em tempos em que o grande conflito está às portas do clímax final, o nosso coração precisa estar firme em Deus através da confiança em Seus fiéis desígnios. A profecia declara que “o povo que conhece ao seu Deus se tornará forte e ativo” (Dn.11:32). Não tombarão à vista dos últimos acontecimentos. Mas, munidos “de toda a armadura de Deus” (Ef.6:11), avançam “para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Fp.3:14).
Sob o cetro do Senhor dos Exércitos, recebemos “auxílio na angústia” (v.12) e depositamos toda a nossa confiança nAquele que devemos prosseguir em conhecer até que Ele volte (Os.6:3). Que a nossa vida, firme na esperança que revela os primeiros raios de seu breve cumprimento, seja um louvor a Deus diante de um mundo que precisa ser alcançado pela proclamação do “evangelho eterno” (Ap.14:6). Oremos ao Senhor: “Sê exaltado, ó Deus, acima dos céus; e em toda a Terra esplenda a Tua glória, para que os Teus amados sejam livres; salva com a Tua destra e responde-nos” (v.5-6). Vigiemos e oremos!
Bom dia, amados de Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Salmo108 #RPSP
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“Então, na sua angústia, clamaram ao Senhor, e Ele os livrou das suas tribulações” (v. 6, 19 e 28).
Por mais que saibamos que neste mundo teremos aflições, nunca estamos suficientemente preparados para enfrentá-las. Elas nos causam uma sensação de impotência, tristeza e desânimo. Todos nós passamos por momentos angustiosos e, muitas vezes, difíceis de entender. Alguns acontecem não por nossa própria vontade. Outros são resultado de nossa própria insensatez. Porém, apesar de nos serem agentes negativos, há uma promessa divina que faz com que possamos enxergar uma luz no fim do túnel: “Muitas são as aflições do justo, mas o Senhor de todas o livra” (Sl.34:19).
Cristo mesmo nos advertiu: “No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; Eu venci o mundo” (Jo.16:31). Os “remidos do Senhor” (v.2) não estão livres de passar por tribulações. Lembremos que ainda somos pecadores e que este mundo não é o Céu. Estamos sujeitos a passar “pelo vale da sombra da morte” (Sl.23:4), mas precisamos confiar de que o Senhor Deus está conosco e que usará a Sua vara e o Seu cajado para nos consolar.
Quantas vezes causamos o nosso próprio infortúnio por andar “errantes pelo deserto” (v.4). O deserto não surge em nossa vida para nos fazer cair, e sim para nos educar e fortalecer. Lembrem do exemplo de Cristo (Leia Mt.4:1-11). O que vai tornar o nosso deserto em bênção ou maldição são as nossas escolhas. Somos livres para escolher andar “por ermos caminhos” (v.4), ou ser conduzidos por Deus “pelo caminho direito” (v.7). Somos livres para escolher nos rebelar “contra a palavra de Deus” (v.11), ou por ela sermos sarados e libertos do poder da morte (v.20). Somos livres para escolher entre a estultícia (v.17) e a sabedoria (v.43).
A segunda voz angélica nos faz uma séria e urgente advertência: “Caiu, caiu a grande Babilônia que tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição” (Ap.14:8). Babilônia representa um sistema religioso que ensina o engano, um falso sistema de adoração. E o Senhor, por intermédio do Seu profeta, nos faz o seguinte chamado: “Fugi do meio da Babilônia, e cada um salve a sua vida; não pereçais na sua maldade; porque é tempo da vingança do Senhor: Ele lhe dará a sua paga” (Jr.51:6). Um apelo semelhante é feito em Apocalipse 18:4, quando o quarto anjo anuncia a mensagem do Senhor: “Retirai-vos dela [Babilônia], povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos”.
Amados, Deus não permite que sejamos tentados além das nossas forças (1Co.10:13). E nem que sejamos provados se não for para o nosso crescimento e amadurecimento cristão. Jesus tornou-se semelhante a nós e como homem venceu as tentações e suportou as provações para nos deixar exemplo de que, se seguirmos os Seus passos, como Ele e com Ele, sairemos “vencendo para vencer” (Ap.6:2). Portanto, rendamos “graças ao Senhor por Sua bondade e por Suas maravilhas para com os filhos dos homens!” (v.8, 15, 21, 31) e “[tenhamos] por motivo de toda alegria o [passarmos] por várias provações, sabendo que a provação da [nossa] fé, uma vez confirmada, produz perseverança” (Tg.1:2-3). E qual é a perseverança dos santos? “Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap.14:12). E aquele “que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt.24:13). “Quem é sábio atente para essas coisas e considere as misericórdias do Senhor” (v.43). Vigiemos e oremos!
Bom dia, sábios de Deus!
Desafio da semana: Estude a Bíblia com alguém via vídeo conferência. Peça ao Espírito Santo por sabedoria e para lhe indicar quem esteja interessado.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Salmo107 #RPSP
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“Bem-aventurados os que guardam a retidão e o que pratica a justiça em todo tempo” (v.3).
Humilhados à condição de escravidão, os filhos de Israel sofreram 400 anos sob a tirania de um monarca cujo objetivo principal era engrandecer o seu reino sobre todos os outros. Ouvindo o clamor de Seu povo oprimido, o Senhor suscitou os irmãos Moisés e Arão a fim de guiá-los de volta à terra que outrora prometera por intermédio de Abraão. Grandes sinais e prodígios deixaram o grande reino do Egito em ruínas, pela dureza do coração de Faraó, abrindo caminho aos hebreus para seguir em liberdade ao destino prometido.
As vozes, porém, que antes haviam se erguido em clamor e súplica, encurralados entre os inimigos e o Mar Vermelho, logo se esqueceram das pragas que apenas com os olhos contemplaram, erguendo-se em ofensas e acusações contra a liderança de Moisés. Mais uma vez, o Senhor manifestou o Seu poder abrindo caminho seco no improvável e destruindo aos que os ameaçavam. “Então, creram nas Suas palavras e Lhe cantaram louvor. Cedo, porém, se esqueceram das Suas obras e não Lhe aguardaram os desígnios” (v.12-13).
O salmista apresentou uma lista dos pecados de Israel: ingratidão (v.13), desobediência (v.14), cobiça (v.15), inveja (v.16), idolatria (v.19), murmuração (v.25), rebeldia (v.33), jugo desigual (v.35), infanticídio e culto aos demônios (v.37). De forma que Deus “abominou a Sua própria herança e os entregou ao poder das nações” (v.40-41). Os grandes milagres realizados a favor de Israel certamente podem ser classificados dentre as maiores maravilhas já realizadas à vista de homens. As pragas derramadas sobre o Egito, a abertura do Mar Vermelho, a coluna de nuvem durante o dia, a coluna de fogo à noite, o maná, a fonte de águas direto da rocha, os livramentos quanto aos inimigos que os assediavam, são exemplos da misericórdia do Senhor sobre um povo que constantemente O provocava à ira (v.29) por rejeitar as Suas leis e estatutos.
Uma sociedade sem leis é passível de desordem e toda sorte de hediondos resultados. É do intuito de Satanás promover tamanha ruína sobre o mundo, lançando sobre a Terra as sementes do engano e do desprezo pela verdade com o mesmo afinco com que instigou Israel a pecar. Ao seus agentes humanos apontarem para a Palavra de Deus como uma obra retrógrada e passível de mudanças, a autoridade e a Lei de Deus são negadas e rebaixadas à condição de um mero livro de aleatória consulta.
Neste tempo em que “Satanás está exercendo o seu poder”, com suas malignas visitações cada vez “mais frequentes e desastrosas” (O Grande Conflito, p.594), o maior perigo para a nossa vida e para a nossa família está em afastar-nos das verdades que por sua eficácia, e fidelidade de Seu Autor, são a nossa única salvaguarda. Aproxima-se o momento em que pela lealdade e obediência dos filhos de Deus, estes receberão sobre si a acusação de serem a causa das calamidades finais. Quando for assinado o decreto que nos obriga a honrar um sábado ilegítimo, que nossa vida assinale o testemunho da perseverança dos santos. Vigiemos e oremos!
Bom dia, santos do Altíssimo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Salmo106 #RPSP
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“Buscai o Senhor e o Seu poder; buscai perpetuamente a Sua presença” (v.4).
Em minha infância, todas as manhãs, o meu desjejum era café com leite e pão com manteiga. Essa era a minha alimentação matinal nada nutritiva. Então, meu pai conheceu a mensagem de saúde e começou a fazer algumas mudanças em casa. Certa manhã, ao chegar na cozinha e pegar a minha caneca para beber, descobri que não era café com leite, e sim, cevada com leite de soja. Irmãos, como eu fiquei brava! Mas com o tempo, acostumei com o gosto da cevada e deixei de reclamar. E, com a mudança alimentar, o meu paladar foi acostumando-se a ingestão de alimentos mais saudáveis.
O lindo resumo da história de Israel nos mostra situações em que mudanças também foram necessárias. Vejamos: Abraão saiu de sua terra “e partiu sem saber aonde ia” (Hb.11:8). José foi retirado de sua casa e levado ao Egito, da casa de Potifar à prisão, e da prisão ao governo do Egito. Moisés passou de escravo a príncipe do Egito, de príncipe a pastor de ovelhas, de pastor de ovelhas a enviado de Deus para libertar o povo da escravidão, e do Egito ao deserto. O povo de Israel saiu do Egito ao deserto e do deserto à Canaã. Foram muitas mudanças, mas todas, para o benefício do povo de Deus.
O Senhor nunca nos pede algo para o nosso prejuízo. Ele sempre visa o nosso bem-estar eterno. Por amor a nós, Ele ordena: “Não toqueis nos Meus ungidos” (v.15). Ele só faz “sair o Seu povo” (v.37) de onde não haja a possibilidade de crescimento. “Ele é o Senhor, nosso Deus” (v.7) e precisamos confiar que todas as mudanças que Ele deseja realizar em nossa vida é para que possa nos conduzir com alegria “e, com jubiloso canto, os Seus escolhidos” (v.43).
Se Deus te chama para o que você julga ser demasiado difícil, alegre-se o seu coração (v.3), pois você está recebendo um chamado do Senhor do Universo! Ele lhe será por nuvem concedendo-lhe alívio no fogo da provação. E lhe será por fogo, aquecendo o seu coração com a chama do Espírito Santo. Basta fazer o que fizeram Moisés e Arão, que “não foram rebeldes à Sua palavra” (v.28). Temos em mãos as preciosas verdades da “santa Palavra” (v.42) de Deus e precisamos levá-las a sério. Satanás sabe que somos controlados por nossos sentidos e vai sempre colocar diante de nós “as finas iguarias” (Dn.1:8) que nos são apetecíveis, fazendo com que seja muito mais atrativo do que o “assim diz o Senhor”. Porém, todo aquele que, de coração, busca cumprir os preceitos e as leis de Deus (v.45), percebe que “são mais doces do que o mel e o destilar dos favos” (Sl.19:10).
No final, amados, o que definirá o nosso destino eterno serão as nossas próprias escolhas. Permanecer com nossos gostos e preferências, ou aceitar os planos do Senhor? Buscar “perpetuamente a Sua presença” (v.4), ou acomodar-se ao “café com leite” de uma religiosidade de aparências? Abraão, Isaque, Jacó, José, Moisés, Arão, eram homens semelhantes a nós, “sujeitos aos mesmos sentimentos” (Tg.5:17), mas que pela fé e obediência o registro de suas vidas tornou-se em extraordinário legado. Deus espera a manifestação de Seus derradeiros filhos, “homens que se não comprem nem se vendam; homens que, no íntimo de seu coração, sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao polo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus” (Ellen G. White, Educação, p.57). Vigiemos e oremos!
Feliz semana, ungidos do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Salmo105 #RPSP
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“Que variedade, Senhor, nas Tuas obras! Todas com sabedoria as fizeste; cheia está a Terra das Tuas riquezas” (v.24).
“No princípio, criou Deus os céus e a terra” (Gn.1:1). Moisés, divinamente inspirado, escreveu o relato da criação, a maravilhosa revelação da primeira semana da Terra. A expressão “Houve tarde e manhã” (Gn.1:5, 8, 13, 19, 23, 31) deixa clara a verdade de que Deus criou o mundo em seis dias literais. Na narrativa de cada dia, o servo de Deus teve o privilégio de compor a história de nossa origem e a arrebatadora forma com que o Criador tudo fez por Sua Palavra, “de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem” (Hb.11:3).
Toda a Bíblia aponta para o fato de que o Senhor é o nosso Criador. Toda a natureza aponta para o design inteligente de Deus. “Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o Seu eterno poder, como também a Sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas” (Rm.1:20). Apontando para as obras do Senhor: “Tu estendes o céu” (v.2), “Lançaste os fundamentos da terra” (v.5), “Eis o mar vasto” (v.25), o salmista O exaltou como Aquele que fez “os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há” (Êx.20:11).
Mediante a irremediável corrupção humana, Noé ouviu a triste sentença do Criador para a sua geração: “Farei desaparecer da face da Terra o homem que criei, o homem e o animal” (Gn.6:7). Em sua tristeza e sofrimento, Jó foi confrontado com as irrefutáveis palavras do Criador: “Onde estavas tu, quando Eu lançava os fundamentos da terra?” “Ou quem encerrou o mar com portas”? (Jó 38:4 e 8). A Israel, foi declarada a origem de toda vida em forma de mandamento irrevogável: “Lembra-te do dia de sábado para o santificar… porque, em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há” (Êx.20:8 e 11). Frente à insanidade de sua fuga, o profeta Jonas confessou: “Sou hebreu e temo ao Senhor, o Deus do céu, que fez o mar e a terra” (Jn.1:9).
Encerrando os evangelhos, João declarou a respeito de Cristo: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dEle, e, sem Ele, nada do que foi feito se fez” (Jo.1:1-3). Confinado em uma ilha, destituído de liberdade e longe dos irmãos foi que o mesmo apóstolo viu e escreveu a revelação que declara: “Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe” (Ap.21:1). A Bíblia inicia com o relato da criação e encerra com a promessa da recriação.
O salmista louva ao Deus Criador que cuida, sustenta, protege, redime e salva. Toda a criação declara ser regida pelas leis do Maestro celestial. A cada sábado, temos o privilégio de participar das bênçãos conferidas a este dia. Como memorial da criação, o sábado vem até nós como uma fragrância do Éden que aponta seguramente para o futuro dos salvos: “E será que… de um sábado a outro, virá toda a carne a adorar perante Mim, diz o Senhor” (Is.66:23). Todos são convidados à eterna celebração, como está escrito: “em qualquer nação, aquele que O teme e faz o que é justo Lhe é aceitável” (At.10:35).
Deleite-se neste dia na certeza de que Aquele que estava no princípio com Deus e que nos comprou com o Seu sangue, em breve voltará e nos levará de volta para Casa. Aceite o Seu dom gratuito e logo Ele te recriará para a eternidade. Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, santos em construção!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Salmo104 #RPSP
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“Como um pai se compadece de seus filhos, assim o Senhor se compadece dos que O temem” (v.13).
Não tem uma imagem que retrate mais a paz do que a de uma criança dormindo. O rosto sereno e o sono tranquilo revelam a ausência de preocupação. A criança em tenra idade é totalmente dependente dos pais e requer cuidados especiais que jamais conseguiria prover sozinha. Os pais procuram oferecer ao infante tudo o que ele necessita, além de lhe ser a primeira lição que precisa aprender, de que a figura paterna deve ser a representação terrena do Pai celestial.
Quando Deus tirou o Seu povo do Egito, lhes proveu água, alimento, proteção, amor e estabeleceu regras. Ora, não é isso que os pais fazem para com seus filhos? Deus manifestou “os Seus feitos aos filhos de Israel” (v.7) como Pai, cuidando de cada uma de suas necessidades. Por mais que o povo se comportasse como um filho rebelde, ao arrepender-se, o Senhor o perdoava e o sarava (v.3). A isso chamamos misericórdia e compaixão (v.8).
Imaginem que um filho desobedeceu ao pai. Então, esse pai olha para o filho e muito friamente diz:
– Pode ir embora, você não me serve mais!
A atitude correta não seria a de procurar corrigir o filho e orientá-lo a não mais agir daquela forma?
O nosso Pai é “assaz benigno” (v.8). “Ele é benigno até para com os ingratos e maus”, afirmou Jesus (Lc.6:35). E ainda disse: “Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos Céus, dará boas coisas aos que Lhe pedirem?” (Mt.7:11).
Como ninguém, “Ele conhece a nossa estrutura e sabe que somos pó” (v.14). Deus conhece a nossa condição vulnerável e mortal (v.15-16), e nos oferece a Sua eterna misericórdia e a Sua justiça “sobre todos que O temem… sobre os filhos dos filhos, para com os que guardam a Sua aliança e para com os que se lembram dos Seus preceitos e os cumprem” (v.17-18). Agora, percebam a ligação perfeita com os textos a seguir: ”Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez os céus, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7).
Quem fez céus, terra e mar? O mesmo que disse:
“Lembra-te do dia de sábado para o santificar… porque em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há” (Êx.20:8 e 11). Então, o Deus que não muda (Leia Tg.1:17), o mesmo que com o dedo escreveu os Seus mandamentos (Êx.31:18), disse que nos últimos dias, o povo de Deus, os que O temem, serão estes: “os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap.14:12).
Meus amados, se somos filhos do Senhor e almejamos a Sua herança, se queremos um dia estar na morada dos anjos, como eles devemos obedecer a Sua Palavra e fazer a Sua vontade (v.20-21). Porque o Pai só quer o melhor para os Seus filhos. E se Ele disse: “Não terás outros deuses diante de Mim… Lembra-te do dia de sábado para o santificar… Não matarás… Não adulterarás…” (Leia os mandamentos na íntegra em Êxodo 20), é porque Ele nos ama e “os Seus mandamentos não são penosos” (1Jo.5:3), e sim, uma proteção.
Somos chamados a bendizer o nome de Deus com tudo o que somos (v.1), e isso só é possível quando há arrependimento e total entrega à Sua vontade. Quem assim aceita viver, é guiado pela bendita esperança de que nem a morte o separará do amor de Deus, “que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm.8:38-39). Ele entregou o Seu único Filho para que mediante a vitória sobre a morte, possa em breve nos coroar “de graça e misericórdia” (v.4) e renovar a nossa mocidade pela eternidade sem fim (v.5). Como uma criança, aceite os cuidados de seu Pai e seja-Lhe submisso. Lembre-se de que “se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus” (Mt.18:3). Vigiemos e oremos!
Bom dia, crianças do Pai do Céu!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Salmo103 #RPSP
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“Tu, porém, és sempre o mesmo, e os Teus anos jamais terão fim” (v.27).
Eu não sei se você sente a mesma coisa, mas não parece que o mundo está em clima de constante expectativa? Você pode me perguntar: Mas, expectativa do quê? Costumamos ficar ansiosos pela aprovação em um concurso, ou pela admissão em um emprego, ou pela chegada de um filho, ou até mesmo por uma viagem. Contudo, nada neste mundo pode superar a expectativa dos filhos do Reino em ver o seu Senhor “na Sua glória” (v.15).
O mundo está gemendo de dor! A natureza grita e se manifesta em desastres jamais registrados. A história revela que tudo tem se intensificado e a ciência comprova que esta terra está chegando ao seu limite. A economia mundial está em colapso e mais doenças surgem trazendo morte ou sequelas. Antes, o que era considerado imoral, tornou-se “aceitável”, formando uma geração tão corrompida quanto os antediluvianos ou como os sodomitas. A violência ganha proporções cada vez mais assustadoras. As famílias estão sendo destruídas e filhos sendo “deseducados”. O relógio simbólico do Apocalipse marca 100 segundos para meia-noite (https://glo.bo/2ArmbLu) e, diante deste caos, o que estamos fazendo?
Meus amados, o tempo que Deus tem nos concedido nestes últimos dias deve ser investido em oração. “Orai sem cessar” não é uma sugestão, é uma questão de vida ou morte. Não podemos encarar esta crise global como sendo mais uma, mas como uma oportunidade que o Senhor está nos dando de buscar o Seu poder como jamais o fizemos. Se aquele resumo da situação do planeta não move o seu coração a suplicar como o salmista, como pregar sobre o amor de Deus? Lembre-se que antes de pregar às multidões, os discípulos investiram tempo em oração.
O Deus eterno está ansioso por derramar torrentes da chuva serôdia sobre o Seu povo. Entretanto, estamos prontos para recebê-la? Temos aceitado receber as bênçãos diárias da chuva temporã? A aflição deste mundo redunda em depressão para a morte. O aflito de Deus transforma queixume em súplica, porque o seu coração está repleto de esperança no Senhor, que é “sempre o mesmo” (v.27). Sobre este fiel adorador, quão grande aguaceiro do Espírito será derramado!
É tempo, de como o salmista, clamarmos a Deus para que tenha pressa em nos acudir. De olhar para a situação da Terra, e por ela interceder:
– Senhor, “é tempo de Te compadeceres dela, e já é vinda a sua hora” (v.13). Deus jamais desdenhará a oração de um filho Seu (v.17). Jamais estará de ouvidos fechados aos oprimidos que mesmo em face da morte O buscam (v.20).
Irmãos queridos, ainda que sintamos nossas forças indo embora na jornada desta vida (v.23), que, como Paulo, tenhamos esta firme convicção: “Porque, quando sou fraco, então, é que sou forte” (2Co.12:10). Está chegando o tempo em que os céus e a terra passarão e em que o Senhor recriará esta Terra (v.26; Leia Ap.21:1). E para todos os que, mesmo em meio a grande aflição, confiaram na graça santificadora e salvadora de Cristo, o Senhor fará com que habitem em segurança na Terra de esplendor. Ele “estabelecerá a sua descendência” (v.28), ou seja, é uma promessa não somente para você, mas para a sua família.
Você pode ser considerado um desamparado neste mundo, mas se busca ter uma vida de oração, se apesar dos sofrimentos confia no Deus da tua salvação, diante dEle você é digno de servir de testemunho para a posteridade (v.18), de que o Senhor do Universo, lá dos céus, “baixou vistas à Terra” (v.19). Uma vida consagrada a Deus diariamente, através da oração e do estudo da Palavra, será naturalmente uma vida de serviço abnegado e submissa à vontade divina. E, certamente, você será um grande atalaia dos últimos dias, erguendo a voz tanto em súplicas quanto em favor da verdade. Portanto, vigiemos, oremos e, guiados pelo Espírito, preguemos!
Bom dia, atalaias do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Salmo102 #RPSP
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“Os meus olhos procurarão os fiéis da Terra, para que habitem comigo; o que anda em reto caminho, esse me servirá” (v.6).
Modelo, segundo a definição do dicionário, significa “aquele que serve de objeto de imitação”. Este Salmo davídico apresenta uma série de ações que definem o modelo de um bom rei e a escolha sensata de seus servos. Seu coração anseia por viver sábia e fielmente diante de Deus e na companhia dos “fiéis da Terra” (v.6). Estabelecer um reino sobre o seguro fundamento da verdade e da justiça é seu principal objetivo.
Só houve no mundo um Modelo digno de imitação, cuja origem é eterna e perfeito o Seu caráter. Jesus Cristo, a Raiz de Davi, o Rei da Glória, declinou de Seu trono por 33 anos e meio a fim de servir àqueles que deveriam servi-Lo. “Portas a dentro” (v.2) de Sua casa em Nazaré, Sua conduta cheia de zelo até mesmo nos pequenos afazeres era um deleite para Seus pais e como uma harmoniosa melodia que Lhe iluminava o semblante. Cada pessoa que entrava em contato com Ele era impactada pelo contraste de Sua vida santa mesmo em face de Sua humanidade.
Diante do triste quadro do pecado e do fato de que as nossas obras não são suficientes para nos redimir, a nossa única saída está em imitar o excelente e incomparável Modelo. Foi com ousadia que Paulo escreveu: “Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo” (1Co.11:1). O testemunho do apóstolo dos gentios é uma tremenda evidência de que é possível atentar “sabiamente ao caminho da perfeição” (v.2). Provando que ser perfeito não significa nunca mais errar, e sim, nunca mais se curvar diante do erro. Desvendados os olhos para contemplar o esplendor das verdades que outrora eram apenas leis restritivas, Paulo enxergou a beleza do evangelho na pessoa de Jesus Cristo.
Necessitamos olhar para o Rei se queremos um dia habitar em Seu reino. Os Seus olhos estão a percorrer a Terra à procura de Seus servos fiéis. Pois não há de entrar em Sua casa “o que usa de fraude” (v.7), nem o “que às ocultas calunia o próximo”, e “que tem olhar altivo e coração soberbo” (v.5); “o que profere mentiras não permanecerá ante os [Seus] olhos” (v.7). Pois “a todos os mentirosos, a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte” (Ap.21:8). Mas aos de “coração sincero” (v.2), prometeu: “voltarei e vos receberei para Mim mesmo, para que, onde Eu estou, estejais vós também” (Jo.14:3).
“Oh! Quando virás ter comigo?” (v.2), tem sido o clamor de cada coração ansioso para encontrar-se com Deus e ser participante de Seu reino eterno. Ao sofrer em nosso lugar, Jesus nos deixou exemplo para seguirmos os Seus passos (1Pe.2:21). A nossa total submissão a Ele é o que revela a Quem pertencemos e para onde estamos indo. Que apegados à graça e misericórdia do Senhor, nossa vida seja a evidência que o mundo precisa de que há um Rei no Céu que Se fez servo e que em breve voltará “com poder e grande glória” (Lc.21:27). Jesus prometeu: “Eis que venho sem demora” (Ap.22:7). E Ele não mente! Vigiemos e oremos!
Bom dia, fiéis servos de Deus!
* Deixe nos comentários o seu pedido de oração. #EuOroPorVocê
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Salmo101 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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“Porque o Senhor é bom, a Sua misericórdia dura para sempre, e, de geração em geração, a Sua fidelidade” (v.5).
Todos nós já passamos por várias primaveras e, certamente, para cada mês do ano, conhecemos uma ou mais pessoas que fazem aniversário. E tão melhor quanto celebrar a vida é celebrar o amor. Festas de casamento são outro tipo de celebração que unem um homem e uma mulher no propósito de que os dois sejam uma só carne enquanto ambos viverem. Num hino de entrada no templo, somos todos convidados para uma grande festa. Analisemos com cuidado e oração cada trecho deste Salmo:
“Celebrai com júbilo ao Senhor” (v.1), isto é, alegre-se tremendamente diante de Deus! “Todas as terras”: Todos os povos são convidados para participar deste momento, como está escrito: “porque a Minha casa será chamada Casa de Oração para todos os povos” (Is.56:7). “Servi ao Senhor com alegria” (v.2): Como servos de Deus, nossas obras devem ser motivadas por nosso amor por Ele. Se O amamos, O serviremos alegremente. “Apresentai-vos diante dEle com cântico” (v.2): Não é sem razão que os cultos de adoração são introduzidos com louvores. Os cânticos iniciais preparam o nosso coração para ouvir a Palavra de Deus e promove em nós uma sensação de bem-estar. Quando negligenciamos os momentos de louvor com conversas e distrações, deixamos de receber grandes bênçãos.
“Sabei que o Senhor é Deus” (v.3) e “nenhum outro há, senão Ele” (Dt.4:35): Quando, de fato, conhecemos o Dono da casa, a nossa noção de reverência em Sua casa torna-se ainda maior. Pois, “foi Ele quem nos fez, e dEle somos; somos o Seu povo e rebanho do Seu pastoreio”. Como “povo de propriedade exclusiva de Deus” (1Pe.2:9) e como ovelhas do Seu pasto (Ez.34:31), nossa vida deve ter uma única direção, aquela que é dada pelo Bom Pastor: “Este é o caminho, andai por ele” (Is.30:21).
“Entrai por suas portas com ações de graças” (v.4) ou seja, ninguém vai ao Senhor de mãos vazias. Quando oferecemos a Ele o que Ele nos pede: “Dá-Me, filho Meu, o teu coração” (Pv.23:26), prontamente Ele nos capacita para que possamos dar muito fruto, “e nos seus átrios”, adentramos “com hinos de louvor”, rendendo graças ao Senhor que transforma o nosso corrupto coração em terra espiritualmente fértil.
“Bendizei-Lhe o nome”, “porque o Senhor é bom” (v.5). Para todos aqueles que admiramos e que amamos, nossas palavras são proferidas para bem dizer. E se temos prazer em falar bem de pessoas que consideramos especiais, quanto mais com relação Àquele que é a própria bondade. Deus é bom por essência. NEle não há um resquício sequer que não seja a mais pura bondade. Nada neste mundo pode mudar o fato de que Ele é bom e de que “a Sua misericórdia dura para sempre”, renovando-se a cada manhã (Lm.3:23). “De geração em geração”, o Senhor tem mostrado a Sua fidelidade, em que “Nenhuma promessa falhou de todas as boas palavras que o Senhor falara à casa de Israel; tudo se cumpriu” (Js.21:45). Deus é fiel e sempre será, mesmo diante de nossa infidelidade (2Tm.2:13).
Nossas ações, como o próprio nome já diz, “de graças” (v.4), devem ser um louvor que penetra nos átrios celestes e move o coração de Deus a transformá-lo em excelentes frutos. Se você for casa de Deus (1Pe.2:5) dentro e fora da igreja, certamente o mundo reconhecerá a Quem você pertence (v.3)! Vigiemos e oremos!
Bom dia, igreja do Senhor Deus!
Desafio da semana: Separe um momento do dia para ligar ou fazer uma vídeo chamada para um parente ou amigo(a). Converse um pouco, leia um texto bíblico de sua preferência e termine com uma oração. Faça disso um hábito durante essa quarentena.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Salmo100 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100