Reavivados por Sua Palavra


SALMO 119 – Comentado por Rosana Barros
31 de maio de 2020, 0:45
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“Lâmpada para os meus pés é a Tua Palavra e, luz para os meus caminhos” (v.105).

Porque devo obedecer à Lei de Deus? Os dez mandamentos dados por Deus a Moisés no Sinai ainda são válidos? Só os judeus devem guardar os mandamentos? Jesus substituiu o decálogo por mandamentos novos? Ele aboliu os mandamentos de Seu Pai na cruz? O Senhor não ignora tais perguntas, pelo contrário, Ele deseja responder a cada uma e aponta para a Sua Palavra como a fonte das descobertas para o indagador. Na verdade, o Criador é o maior especialista quando se trata de abordagem interrogativa. O supremo Professor sabe bem como instigar Seus alunos a tomar decisões de forma racional.

Escrito em acróstico e separado por parágrafos iniciados com as letras sucessivas do alfabeto hebraico, o maior Salmo e maior capítulo da Bíblia, poderia, por si só, responder a todas aquelas perguntas. A sua extensão, ordem e excelência linguística indica o grau de importância de seu conteúdo. A Palavra, a Lei, os preceitos, os estatutos, os juízos, os mandamentos, são apresentados como uma salvaguarda, e não como uma arbitrária imposição. Cheio de amor, intrepidez e certeza, o salmista expôs uma sequência de características empregadas à Lei do Senhor como um manancial inesgotável de bênçãos e de regozijo.

Em cada versículo há a beleza de quem descobriu a verdadeira felicidade; de quem percebeu que a vida não faz sentido se não for vivida nos moldes dAquele que o criou. Que o pecado, que “é a transgressão da Lei” (1Jo.3:4), era justamente o motivo pelo qual o Messias desceria à Terra para morrer em nosso lugar. Em cada sentença, seu coração clamava pelo auxílio e ensino do Único capaz de ordenar a sua vida e torná-la um testemunho das benesses da obediência. Reconhecendo a sua dependência de Deus, foi um instrumento inspirado na revelação do caráter divino, na obra de indicar “a vereda dos… mandamentos” (v.35) em que Cristo andaria com perfeição.

A Lei dada a Israel no Sinai não fazia dela uma lei restrita da nação, mas fazia da nação responsável por anunciá-la ao mundo. Em seu escopo está contido o desejo de Deus de preparar um povo para o Céu, fundamentado na “palavra da verdade” (v.43). Um povo que não se envergonhe de falar o que é direito e justo, ainda que sua conduta seja o único “discurso” que possa manifestar. Que não tenha orgulho de si mesmo, mas em conhecer ao Senhor pela poderosa influência de uma vida perfeitamente habilitada “para toda boa obra” (2Tm.3:17). Em Jesus, podemos obter o necessário preparo para a vida futura. Em Sua obediência e fidelidade, a lição primordial de que devemos guardar os preceitos do Senhor “de todo o coração” (v.69): “Se guardardes os Meus mandamentos, permanecereis no Meu amor; assim como também Eu tenho guardado os mandamentos de Meu Pai e no Seu amor permaneço” (Jo.15:10).

Em Sua infinita graça e bondade, o Senhor prometeu bênçãos incontáveis aos “filhos da obediência” (1Pe.1:14). Suas promessas são mais valiosas “do que milhares de ouro ou de prata” (v.72) e a fidelidade delas “estende-se de geração em geração”, desde a fundação da Terra (v.90). Com propriedade, o sábio Salomão chegou à seguinte conclusão: “Teme a Deus e guarda os Seus mandamentos; pois este é o dever de todo homem” (Ec.12:13). Mas o Senhor transforma o dever em prazer (v.47), e nos oferece generosamente as dádivas celestiais. E até mesmo na aflição, instrui e aperfeiçoa os que O temem.

Amados, ainda vivemos neste mundo de injustiça e aflição, vulneráveis à maldade predominante. Quando Jesus esteve aqui, também viveu esta realidade, mas, apegado e confiante no poder do alto, em Sua humanidade provou ser possível viver “a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm.12:2). Dando ênfase a todos os mandamentos através de uma síntese inteligente do que seja o cumprimento da Lei (Mt.22:36-40), foi o único Homem a deixar registro de uma vida sem pecado. Por meio dEle, porém, somos motivados a experimentar o “legado perpétuo” dos testemunhos divinos que “constituem o prazer do coração” (v.111), e sermos fiéis “até ao fim” (v.112), por Seus méritos eternos.

Já é tempo, Senhor, para intervires, pois a Tua lei está sendo violada” (v.126). Não há outro meio, senão a desobediência, em que Satanás atue com fremente esforço a fim de “roubar, matar e destruir” (Jo.10:10). É em lançar por terra a Lei de Deus, que o inimigo das almas avança em seu plano de ação contra a humanidade. Foi para refutar o enganador e proteger os Seus santos, que Cristo aclarou a verdade que os ministros do maligno tentam deturpar: “Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra” (Mt.5:18). Mediante os últimos sonidos da terceira mensagem angélica, que façamos parte daqueles que, pela obediência, serão “o fruto do penoso trabalho” de Cristo Jesus (Is.53:11): “os que guardam os mandamentos de Deus e têm a fé em Jesus” (Ap.14:12). Vigiemos e oremos!

Feliz semana, os que amam a Lei do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Salmo119 #RPSP

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SALMO 118 – Comentado por Rosana Barros
30 de maio de 2020, 0:45
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“Digam, pois, os que temem ao Senhor: Sim, a Sua misericórdia dura para sempre” (v.4).

Com a entrada do pecado no mundo, foi-nos dada a necessária provisão para sairmos vitoriosos do conflito hostil. Diante da expectativa de colher de imediato a consequência inevitável da desobediência, Adão e Eva receberam a prova de que o Senhor “é bom” e de que “a Sua misericórdia dura para sempre” (v.1). Escondidos dAquele que julgaram os açoitaria mediante severo castigo, foram surpreendidos pelo Amor que os vestiu e, fitando o inimigo que os enganou, lhes proveu plano de resgate: “Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu Lhe ferirás o calcanhar” (Gn.3:15).

Desde então, cada geração dos “que temem ao Senhor” (v.4) aguardava a concretização do perfeito plano da salvação. E Ele veio! Nascido de uma virgem, anunciado entre os simples da Terra, louvado pelos anjos: “Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na Terra entre os homens, a quem Ele quer bem” (Lc.2:14). Jesus veio, trazendo Consigo todo o amor e a bondade do Céu para com a raça caída. Seu coração, cheio de compaixão, era machucado diante da miséria humana, mas transbordava de alegria ao estender as mãos para ensinar, curar e salvar. Mesmo os casos mais graves eram para Ele objeto de Sua terna misericórdia. O mundo estava diante da única porta de acesso ao Céu.

Esta é a porta do Senhor” (v.20): Jesus Cristo. Ao declarar: “Eu sou a porta” (Jo.10:9), deu-nos a mesma esperança que no Éden concedeu a nossos primeiros pais; o mesmo Caminho, a mesma Verdade e a mesma Vida (Jo.14:6). O nosso Salvador é a porta da salvação e “por ela entrarão os justos” (v.20). “A pedra que os construtores rejeitaram, essa veio a ser a principal pedra, angular; isto procede do Senhor e é maravilhoso aos nossos olhos” (v.23). “Oh! Salva-nos, Senhor, nós Te pedimos” (v.25)! Que entremos por Tuas “portas da justiça” (v.19) com ações de graças, revelando-Te em nossa vida!

Aproxima-se o dia de nosso resgate; “regozijemo-nos e alegremo-nos nele” (v.24)! “Vem o nosso Deus e não guarda silêncio” (Sl.50:3). Ele virá, não mais como um bebê indefeso ou humilde servo, mas como “Rei dos Reis e Senhor dos Senhores” (Ap.19:16). “O Senhor é Deus, Ele é a nossa luz; adornai a festa com ramos” (v.27). Nós somos os ramos (Jo.15:5) que o Senhor deseja ver a adornar o Dia de Seu triunfo. Ele vem buscar a todos os que, como o salmista, O conheceram pessoalmente, e por experiência viveram na presença de Deus (v.28). Busque ao Senhor e Salvador Jesus Cristo enquanto O pode achar, “invocai-O enquanto está perto” (Is.55:6). “Prepara-te… para te encontrares com o teu Deus” (Am.4:12). Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, justos a caminho do Lar!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Salmo118 #RPSP

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SALMO 117 – Comentado por Rosana Barros
29 de maio de 2020, 0:45
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“Louvai ao Senhor, vós todos os gentios, louvai-O, todos os povos” (v.1).

Com apenas dois versículos, este é o menor Salmo e o menor capítulo da Bíblia. Contudo, sua mensagem é uma das mais abrangentes das Escrituras. De uma forma muito clara, o salmista conclama que “todos os gentios… todos os povos” (v.1) louvem ao Senhor. Todos são convocados a louvar Aquele que os criou e que os salvou: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira, que deu o Seu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo.3:16).

Grande é a misericórdia do Senhor “para conosco” e a Sua fidelidade é eterna (v.2). Estes atributos de Deus são oferecidos à humanidade como presentes de Sua infinita graça. Não há uma explicação melhor diante de um Deus santo que aceita a adoração de seres corruptíveis. Ele deseja celebrar a vitória da redenção com todas as Suas preciosas criaturas, e com elas manter um relacionamento pessoal e eterno.

Há estudiosos que afirmam que este Salmo tenha sido o que Jesus cantou com Seus discípulos logo após a ceia: “E, tendo cantado um hino, saíram para o monte das Oliveiras” (Mt.26:30). Sobre isto, escreveu o teólogo adventista Jael Eneas: “Todos olham para Jesus. Ele se levanta e canta. Mesmo diante da expectativa de morte, Sua voz não era de lamento, mas, de júbilo. Timidamente, os discípulos foram se unindo a Cristo, e, todos passam a entoar o Salmo 117”.

Creio que faz todo o sentido Jesus ter cantado este Salmo. No fim da celebração da Páscoa, os judeus cantavam os Salmos 113 a 118, conhecidos como “Hallel”, que no hebraico significa “louvor”. O Cordeiro de Deus estava prestes a entregar a Sua vida em favor de “todos os gentios” (v.1), de todas as nações. O Seu louvor declarou diante do Universo a oferta de amor que estava prestes a dar. Por Sua morte e ressurreição, Cristo Jesus garantiu a “todo aquele que nEle crê” participar do coral da eternidade.

Precisamos aceitar diariamente o convite de louvar ao Senhor aqui, para que então, muito em breve, tenhamos o inigualável privilégio de entoar um “novo cântico diante do trono” (Ap.14:3); um cântico que ninguém mais poderá aprender, a não ser “os seguidores do Cordeiro por onde quer que vá… os que foram redimidos dentre os homens, primícias para Deus e para o Cordeiro” (Ap.14:4). Para onde quer que você for e onde você estiver, que a sua vida seja um louvor ao Cordeiro de Deus! Vigiemos e oremos!

Bom dia, coral de verdadeiros adoradores!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Salmo117 #RPSP

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SALMO 116 – Comentado por Rosana Barros
28 de maio de 2020, 0:45
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“Compassivo e justo é o Senhor; o nosso Deus é misericordioso” (v.5).

Em tempos de crise, onde uma doença tornou-se a principal notícia e preocupação em todo o mundo, desencadearam-se, ou melhor, tornaram-se aparentes, problemas que estavam apenas sob o manto da negligência. A frieza entre casais e dificuldade de relacionamento entre pais e filhos têm revelado que o afastamento social já existia dentro da própria casa. E, mediante as extremas medidas de confinamento, dois resultados têm sido colhidos: famílias que, reconhecendo o problema, buscaram auxílio e fortaleceram os laços; e, por outro lado, aquelas que jogaram a toalha e entraram na triste estatística de famílias desfeitas e sacudidas pelos ventos da indiferença.

A guerra contra o vírus ainda não acabou. Mas uma guerra bem mais antiga, com dimensões e resultados ainda mais devastadores, se apressa para o fim. Reconhecendo os riscos desse conflito cósmico em que estava envolvido e prestes a sucumbir, o salmista caiu “em tribulação e tristeza” (v.3) e esteve “sobremodo aflito” (v.10). Consciente de sua terrível condição, não obstante, confiante no auxílio divino, ergueu a sua voz em súplica: “ó Senhor, livra-me a alma” (v.4). O resultado foi o encontro com o Senhor, nosso Deus, que é justo e compassivo, que é misericordioso e que “vela pelos simples” (v.6), que salva e é generoso, que quebra as cadeias do mal e ouve as orações dos que O invocam.

Estávamos todos perdidos e condenados à morte eterna. Fomos sequestrados pelo inimigo e lançados no cativeiro do pecado. Mas o Senhor, que é justo e compassivo, nos proveu libertação. Na cruz do Calvário, a guerra foi decidida e pago o alto preço de nosso resgate. Por isso que “preciosa é aos olhos do Senhor a morte dos Seus santos” (v.15). É apenas uma questão de tempo para que, concluída a Sua obra de intercessão, Jesus rasgue os céus com a Sua glória e, com potente voz, dê a ordem de Sua vitória sobre a morte: “Porquanto o Senhor mesmo, dada a Sua palavra de ordem, ouvida a voz do Arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro” (1Ts.4:16).

Encare este momento como o tempo da oportunidade às famílias para viverem o cumprimento da profecia em seus lares, “antes que venha o grande e terrível Dia do Senhor”: “ele converterá o coração dos pais aos filhos e o coração dos filhos a seus pais” (Ml.4:5 e 6). Como o último Elias, Deus chama o Seu povo para em uníssono proclamar: “Tomarei o cálice da salvação e invocarei o nome do Senhor” (v.13). No juízo, Deus não pedirá contas de nossas conquistas laborais ou acadêmicas, mas perguntará: “Onde estão os filhos que Eu vos dei para educar para Mim? Porque não estão à Minha mão direita?” (Orientação da Criança, p.561).

Como povo do advento e Elias atual, que possamos declarar com inteireza de coração: “Amo o Senhor… Cumprirei os meus votos ao Senhor, na presença de todo o Seu povo” (v.1 e 14). Vigiemos e oremos!

Bom dia, simples de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Salmo116 #RPSP

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SALMO 115 – Comentado por Rosana Barros
27 de maio de 2020, 0:45
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“Confiam no Senhor os que temem o Senhor; Ele é o seu amparo e o seu escudo” (v.11).

Em humilde súplica, o salmista aponta para o “Senhor, que fez os céus e a terra” (v.15) como o único digno de glória e louvor. A aparente manifestação da misericórdia e da fidelidade de Deus para com o Seu povo é reclamada como prova de Sua existência e da inutilidade dos ídolos pagãos. Este Salmo reforça a autoridade dos dois primeiros mandamentos do decálogo: “Não terás outros deuses diante de Mim. Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não as adorarás, nem lhes darás culto; porque Eu sou o Senhor, teu Deus, Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que Me aborrecem e faço misericórdia até mil gerações daqueles que Me amam e guardam os Meus mandamentos” (Êx.20:3-6).

O primeiro ídolo rejeitado pelo salmista encontra-se no versículo um, quando diz: “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao Teu nome dá glória”. O próprio homem tem se tornado um dos piores objetos de culto espúrio. Pela vaidade, pelo orgulho ou pela insanidade de erguer um monumento de adoração aos “que descem à região do silêncio” (v.17), a criatura se coloca em lugar do Criador, seguindo o princípio diabólico do originador do mal: “subirei acima das mais altas nuvens e serei semelhante ao Altíssimo” (Is.14:14). E multidões são atraídas pelo afã de ver ou tocar em ídolos de carne e osso, ou pela falsa segurança de ter em casa objetos que “têm boca e não falam; têm olhos e não veem; têm ouvidos e não ouvem; têm nariz e não cheiram. Suas mãos não apalpam; som nenhum lhes sai da garganta” (v.5-7).

Satanás tem urdido através das eras sua trama de afastar as pessoas da Palavra de Deus. Pela violência, feriu os reformadores com a vara da perseguição religiosa escurecendo a Idade que foi marcada pela gloriosa manifestação dos corajosos e irrepreensíveis servos de Cristo. Em um conflito marcado claramente pelo contraditório de leis arbitrárias estabelecidas pelos que se diziam representantes de Deus, os verdadeiros filhos de Deus foram perseguidos, inúmeros torturados e até mortos por escolher viver o princípio apostólico: “Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens” (At.5:29).

O cenário atual tem sido preparado para que um tempo ainda mais escuro cubra toda a Terra. Desde que “a ferida mortal foi curada” (Ap.13:3), percebendo que sua antiga estratégia em derramar o sangue dos santos tornou ainda mais poderoso e numeroso o movimento de reforma, o adversário tem velado a sua maligna atuação através da sutil estratégia em misturar aos poucos a verdade com o engano, fazendo com que “tanto pequenos como grandes” quebrem um por um os mandamentos “do Senhor, que fez os céus e a terra” (v.15; Leia Êx.20:8-11). Pela letargia e falsa piedade de um cristianismo supostamente ativo, Satanás exulta ao ver o seu exército de homens e mulheres que “mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador” (Rm.1:25).

Mas, à meia-noite” (Mt.25:6), em meio às trevas morais e espirituais que cobrem a Terra, o Senhor está despertando um povo que se está levantando com suas lâmpadas acesas em caminho “para as bodas” (Mt.25:10). Homens e mulheres, jovens e crianças, como Ellen White escreveu, “com o rosto iluminado e a resplandecer de santa consagração, apressar-se-ão de um lugar para outro para proclamar a mensagem do Céu. Por milhares de vozes em toda a extensão da Terra, será dada a advertência” (O Grande Conflito, p.611). Eis que a vinda do Senhor se aproxima! “Sede benditos do Senhor, que fez os céus e a terra” (v.15). Confiem no Senhor, “os que temem o Senhor” (v.11), de que Ele mesmo, “que em Cristo vos chamou à Sua eterna glória, depois de terdes sofrido por um pouco, Ele mesmo vos há de aperfeiçoar, firmar, fortificar e fundamentar. A Ele seja o domínio, pelos séculos dos séculos. Amém!” (1Pe.5:10-11). Vigiemos e oremos!

Bom dia, tementes a Deus!

* Deixe nos comentários o seu pedido de oração. #EuOroPorVocê

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Salmo115 #RPSP

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SALMO 114 – Comentado por Rosana Barros
26 de maio de 2020, 0:45
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“Estremece, ó Terra, na presença do Senhor, na presença do Deus de Jacó” (v.7).

Através de extraordinários feitos, o Senhor libertou o Seu povo do Egito e o fez passar “pelo meio do mar em seco” (Êx.14:16). Sob a liderança de Moisés, os filhos de Israel iniciaram uma santa peregrinação. Ainda que no deserto, o Senhor lhes proveu pão do Céu e água da rocha; deu-lhes o frescor de Sua sombra de dia, e os aqueceu à noite. Diante dos inimigos pelo caminho, fez de simples escravos guerreiros poderosos, erguendo no meio do Seu povo a Bandeira da vitória (Êx.17:15). Desceu sobre o monte Sinai, de modo que “todo o monte tremia grandemente” (Êx.19:18), e deu a Israel os mandamentos da aliança do Senhor com o Seu povo.

Olhemos, agora, para o relato de tão sublime livramento e cuidado como uma ilustração da providência divina nos últimos dias. Bem à nossa frente está o tempo determinado por Deus para o derramamento das sete últimas pragas; tempo em que Ele livrará “a todos quantos amam a Sua vinda” (2Tm.4:8). Desde 1844, não há mais profecia de períodos ou tempos específicos, senão aquele que Cristo afirmou que “a respeito daquele dia e hora ninguém sabe” (Mt.24:36). E diante do risco de Seus discípulos perderem o foco no que realmente importa que busquemos, Ele também nos deixou a áurea advertência: “Não vos compete conhecer tempos ou épocas que o Pai reservou pela Sua exclusiva autoridade; mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis Minhas testemunhas… até aos confins da Terra” (At.1:7-8).

A preparação para que estejamos prontos para receber o nosso Senhor e Salvador deve ser diária e constante. Foi por sua rebeldia e falta de consagração que os filhos de Israel acrescentaram quarenta anos à sua jornada no deserto. Não era propósito de Deus que fosse assim. Canaã estava às portas daquela geração, mas não souberam aproveitar o “tempo da oportunidade” (2Co.6:2). E tudo o que puderam ver da terra prometida foram alguns frutos como prova da promessa divina (Nm.13:23). Oxalá não façamos parte de uma geração de cristãos incrédulos que adiam a vinda do Senhor. Mas que, “guiados pelo Espírito de Deus” (Rm.8:14), como Josué e Calebe, lideremos a geração que está pronta para a concretização da gloriosa promessa.

É tempo, amados, de abandonarmos a síndrome de um Pedro não convertido olhando para a agitação do mar deste mundo (Mt.14:30), e declararmos e vivermos como um Pedro convertido: “Ora, o fim de todas as coisas está próximo; sede, portanto, criteriosos e sóbrios a bem das vossas orações” (1Pe.4:7). É tempo de perguntarmos a nós mesmos: “Estou eu suficientemente ativo, testificando de Cristo, de modo que Deus me possa usar em breve durante as maravilhosas manifestações dos milagres pentecostais dos dias finais, e na iluminação da Terra inteira com a última e gloriosa mensagem de admoestação?” (Fernando Chaij, A Vitória da Igreja na Crise Final, p.17).

Estremece, ó Terra, na presença do Senhor, na presença do Deus de Jacó” (v.7). “Tocai a trombeta em Sião e dai voz de rebate no Meu santo monte; perturbem-se todos os moradores da Terra, porque o Dia do Senhor vem, já está próximo” (Jl.2:1). Vigiemos e oremos!

Bom dia, atalaias do Senhor!

Desafio da semana: Como anda a sua comunhão diária? O Senhor nos chama para encontrá-Lo no silêncio das primeiras horas da manhã. Aceitaremos o Seu convite de graça?

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Salmo114 #RPSP

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SALMO 113 – Comentado por Rosana Barros
25 de maio de 2020, 0:45
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“Do nascimento do sol até ao ocaso, louvado seja o nome do Senhor” (v.3).

Aleluia!” (v.1).

Quando paro para pensar em minha vida, no quanto o Senhor me esperou e no quanto Ele tem sido paciente e misericordioso comigo, só posso dizer: “Bendito seja o nome do Senhor, agora e para sempre” (v.2). O estudo de Sua Palavra tem sido o meu alimento todos os dias, e a oração, o fôlego de minha alma. Não tenho como explicar a bendita esperança que inunda o meu coração, é algo que excede todo entendimento; que precisa ser vivido para ser compreendido. E quanto mais eu busco ao Senhor, mais percebo o quanto dependo dEle e mais desejo desfrutar de Sua companhia, porque ninguém “há semelhante ao Senhor, nosso Deus” (v.5), que “ergue do pó o desvalido e do monturo, o necessitado, para o assentar ao lado dos príncipes” (v.7-8). Que faz com “que a mulher estéril viva em família e seja alegre mãe de filhos” (v.9). “Do nascimento do sol até ao ocaso, louvado seja o nome do Senhor” (v.3)!

A nossa vida é feita de altos e baixos. Infelizmente, ainda estamos sujeitos ao pecado e às suas consequências. Enquanto aqui estivermos, jamais poderemos dizer que alcançamos a plenitude da santidade em Cristo. Em um mundo onde cada dia traz “o seu próprio mal” (Mt.6:34), precisamos seguir a ordem de Jesus: “buscai, pois, em primeiro lugar, o Seu reino e a Sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” (Mt.6:33). Oh, amados, não é qualquer desvalido ou necessitado que Deus eleva à posição de príncipe! Também não é qualquer mulher estéril que Ele torna fértil a madre. Mas os que O buscam em primeiro lugar, Ele mesmo os honra, tornando estas coisas um acréscimo, e não o principal. Pois todo aquele que oferece a Deus a posição de excelência em sua vida, louvando-O acima de todas as coisas (v.4), ainda que tenha que aqui experimentar a queda ao pó e ao monturo (v.7), vive na certeza de que há um Reino futuro onde será recebido como príncipe e vencedor (v.8).

A nossa busca deve ser diária e constante. Somente a intimidade com Deus nos faz galgar os degraus de uma vida santa e agradável a Ele. Nossos pensamentos tornam-se elevados, e nobres os nossos anseios. Passamos a odiar o pecado e amar o pecador e nossas maiores “ambições” não têm a ver com conquistas terrenas, mas com bênçãos espirituais e salvação de pessoas. Nossa luta contra a carne é acentuada e o Espírito Santo nos desperta à necessidade de buscá-Lo cada vez mais. Nossos clamores se intensificam, nossa fé é provada e sentimos a firme certeza de que o nosso Deus estará ao nosso lado, “todos os dias até à consumação do século” (Mt.28:20).

Creio que a nossa maior batalha tem sido contra o nosso eu, tão dessemelhante do caráter de Cristo. Mas Ele mesmo já venceu esta luta por mim e por você. Precisamos tão somente entregar-Lhe o controle de nossa vida e confiar que Ele nos guiará em segurança para as moradas do Pai. Que assim como na vida do salmista, Deus seja o nosso maior e mais digno objeto de louvor do nascer do sol ao seu ocaso. Louvemos ao Senhor, nosso Deus, do início (v.1) ao fim (v.9) de nossa vida!

Aleluia!” (v.9).

Bom dia, servos do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Salmo113 #RPSP

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SALMO 112 – Comentado por Rosana Barros
24 de maio de 2020, 0:45
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“A sua descendência será poderosa na terra; será abençoada a geração dos justos” (v.2).

No sermão do monte, no início de Seu ministério terrestre, Jesus nos deixou escrito nos capítulos cinco a sete de Mateus a descrição de uma vida cristã piedosa. Diante de uma “geração má e adúltera” (Mt.12:39), Jesus apresentou o verdadeiro caráter do evangelho prático, e o fez mediante as seguintes palavras inaugurais: “Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus” (Mt.5:3), encerrando com a seguinte conclusão: “Todo aquele, pois, que ouve estas Minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha” (Mt.7:24).

O Salmo de hoje apresenta o cristão piedoso como aquele “que teme ao Senhor e se compraz nos Seus mandamentos” (v.1). Nele encontramos um pequeno resumo do sermão de Cristo e completa harmonia com as palavras do sábio Salomão: “De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus e guarda os Seus mandamentos; porque isto é o dever de todo homem” (Ec.12:13), e uma ligação direta com as palavras dos mensageiros dos últimos dias: “Temei a Deus e dai-Lhe glória”. “Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap.14:7 e 12).

As promessas apontadas pelo salmista incluem uma descendência poderosa, uma geração abençoada (v.2), “prosperidade e riqueza” (v.3), uma vida iluminada (v.4), memória eterna (v.6), conforto em meio às “más notícias” (v.7) e justiça eterna (v.9). Percebam que a promessa principal aponta para uma vida futura e não exime o justo de ser surpreendido por tribulações aqui e ser alvo da perseguição e ódio do perverso. O próprio Jesus nos preveniu: “No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; Eu venci o mundo” (Jo.16:33). “Sereis odiados de todos por causa do Meu nome; aquele, porém, que perseverar até ao fim, esse será salvo” (Mt.10:22).

A piedade cristã é aquela vivida por meio do poder que “se exaltará em glória” (v.9): “mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis Minhas testemunhas… até aos confins da Terra” (At.1:8). O Espírito Santo na vida faz nascer “luz nas trevas” (v.4), motivando o justo a manifestar as obras de Cristo. Não, porém, mediante exposição, mas, em conformidade com as palavras de seu Senhor e Mestre: “Guardai-vos de exercer a vossa justiça diante dos homens, com o fim de serdes vistos por eles; doutra sorte, não tereis galardão junto de vosso Pai celeste” (Mt.6:1).

Ainda que uma vida piedosa desperte a ira dos ímpios, a certeza da constante companhia de Jesus e a fé na bendita esperança de Seu breve retorno apaga “todos os dardos inflamados do Maligno” (Ef.6:16) e fortalece o coração na confiança de que “não será jamais abalado”, pois “será tido em memória eterna” (v.6). Abracemos com firmeza estas maravilhosas e fiéis promessas, e prossigamos olhando para Jesus, como “a geração dos justos” (v.2) que, muito em breve, O contemplará “vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória” (Mt.24:30). Vigiemos e oremos!

Feliz semana, geração dos justos!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Salmo112 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



SALMO 111 – Comentado por Rosana Barros
23 de maio de 2020, 0:45
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“As obras de Suas mãos são verdade e justiça; fiéis, todos os Seus preceitos” (v.7).

Jesus, o Criador do Universo (Hb.1:2), o Verbo por intermédio do qual foram feitas todas as coisas, “e, sem Ele, nada do que foi feito se fez” (Jo.1:3), estava presente no ato da criação do mundo. Em Cristo, “o princípio da criação de Deus” (Ap.3:14), “criou Deus os céus e a terra” (Gn.1:1). Aquele que é “o Alfa e o Ômega, o Primeiro e o Último, o Princípio e o Fim” (Ap.22:13), foi a fonte vivificante da feitura original. Nele foram criados “desde o minúsculo átomo até ao maior dos mundos” (O Grande Conflito, p.678), fazendo “memoráveis as Suas maravilhas” (v.4). A expressão “No princípio” (Gn.1:1), portanto, aponta não somente para um tempo determinado, mas para Aquele que o determinou.

Da mesma forma, encontramos no “princípio da sabedoria” (v.10), uma ponte de ligação com o Céu, que envolve obediência, “fidelidade e retidão” (v.8). Obediência a “todos os Seus preceitos” (v.7), fidelidade à “Sua aliança” (v.5) e retidão em praticar o “temor do Senhor” (v.10). Como a própria expressão já revela, o temor é do Senhor, e não algo que nos seja inerente. Porque o “temor do Senhor consiste em aborrecer o mal” (Pv.8:13), algo que só pode vir de Deus. E a sabedoria também é um atributo divino, como está escrito: “Desde a eternidade fui estabelecida, desde o princípio, antes do começo da Terra” (Pv.8:23).

Tem sido assustadora a maneira pela qual muitos têm sediado no coração a ideia de que há harmonia entre a teoria da evolução e a Bíblia. Mas há um total desacordo entre um e outro. Mediante tal pensamento, teríamos de tombar toda a Bíblia e rejeitar a sua autoridade. Com a intrepidez e confiança de quem temia a Deus, o salmista destacou a fidelidade e imutabilidade dos preceitos divinos: “Estáveis são eles para todo o sempre” (v.8), corroborando com as palavras dAquele que foi enviado para a nossa redenção (v.9): “até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra” (Mt.5:18).

Jesus, o Princípio, a Palavra, a Sabedoria, Se submeteu a uma encarnação sujeita a cair para, por Sua vitória, nos levantar. Nele, em cujas “obras há glória e majestade” (v.3), podemos encontrar a mina de onde brotam os tesouros do Céu, “onde traça nem ferrugem corrói, e onde ladrões não escavam, nem roubam” (Mt.6:20). Desde o princípio, quando manifestou “o poder das Suas obras” (v.6), “até à consumação do século” (Mt.28:20), quando voltará em “glória e majestade” (v.3), Jesus, o nosso Criador e Redentor, o Princípio e o Fim, indica ao homem “um caminho sobremodo excelente” (1Co.12:31). Perto como estamos de contemplá-Lo revestido como o Ômega, que Ele nos encontre como aqueles “que O temem” (v.5), “na companhia dos justos” (v.1). Para que isso aconteça em nossa vida, vigiemos e oremos!

Feliz sábado, assembleia dos justos!

Parabéns às crianças adventistas e aventureiros pelo seu dia! Deus os abençoe e os guarde!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Salmo111 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



SALMO 110 – Comentado por Rosana Barros
22 de maio de 2020, 0:45
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“Apresentar-se-á voluntariamente o Teu povo, no dia do Teu poder; com santos ornamentos, como o orvalho emergindo da aurora, serão os Teus jovens” (v.3).

Oh, gloriosa redenção! O Dia em que veremos o nosso Salvador em glória não pode assemelhar-se a nenhum outro dia já vivido nesta Terra. A expectativa que faz o nosso coração desfalecer (Leia Jó 19:27) está prestes a tornar-se realidade. O Céu trabalha para isso enquanto o Senhor arregimenta o Seu exército de santos. Tudo se apressa para o fim e as taças estão prestes a ser derramadas, para que então seja dito: “Feito está!” (Ap.16:17).

Oh, gloriosa redenção! A redenção que foi rejeitada pelos líderes judeus. Tão diligentes na letra da Lei, mas tão ignorantes acerca de sua essência. Ansiaram pelo filho de Davi e deram as costas ao Filho de Deus. Diante deles estava Aquele sobre o qual o próprio Davi escreveu: “Disse o Senhor ao meu Senhor: Assenta-te à Minha direita, até que Eu ponha os Teus inimigos debaixo dos Teus pés” (v.1, Mt.22:44).

Em cada geração deste mundo, Deus tem um povo para chamar de Seu, e assim o será até o fim. Quando chamou Abraão para ser o pai de uma numerosa nação, de várias formas o abençoou. E uma delas foi através da aparição de um rei desconhecido na genealogia bíblica, chamado Melquisedeque (v.4), denominado “sacerdote do Deus Altíssimo” (Gn.14:18-20). Já em Hebreus, encontramos a seguinte descrição acerca deste rei: “...rei de justiça… rei de paz; sem pai, sem mãe, sem genealogia; que não teve princípio de dias, nem fim de existência, entretanto, feito semelhante ao Filho de Deus, permanece sacerdote perpetuamente” (Hb.7:2-3). É como se o próprio Cristo tivesse aparecido a Abraão para abençoá-lo pessoalmente. E Ele, além de ter-Se assentado à destra de Deus Pai como nosso Juiz, também cumpre o Seu papel de Sumo Sacerdote, intercedendo por nós.

A obra no santuário celestial está prestes a completar-se. Cristo tem intercedido junto ao Pai por todos os crentes, e como tem sido difícil para Ele o veredicto de alguns! A luta de Jesus tem sido para que os Seus filhos não O louvem apenas com os lábios. Porque, para estes, quando Ele voltar “no dia da Sua ira” (v. 5), com o coração partido terá que dizer: “Nunca vos conheci!” (Mt.7:23). Precisamos buscar ao Senhor e louvá-Lo com todo o nosso coração. Se afirmamos louvá-Lo com o coração cheio de orgulho, vaidade ou raiva que sentimos por alguém, para Ele este louvor é maldito e não tem valor algum. Com urgência, devemos aprender a lição do Mestre: “…se não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos Céus” (Mt.18:3). Deve ser nossa oração constante: “Dá-me, ó Deus, um coração puro; rápido para amar, rápido para perdoar!” Então, assim como um dia Cristo disse: “Deixai vir a Mim os pequeninos” (Mt.19:14), nos dirá nAquele grande Dia: “Vinde, benditos de Meu Pai!” (Mt.25:34). Não será diferente. Como as crianças tiveram total acesso a Cristo, nos apresentaremos voluntariamente no Dia do Seu poder, “com santos ornamentos, como o orvalho emergindo da aurora” (v.3).

Oh, gloriosa redenção! Naquele Dia, se encontrarão a graça e a verdade, a justiça e a paz se beijarão (Sl.85:10) em favor de todos aqueles que temem a Deus. Todavia, a preciosa graça tão copiosamente derramada dará lugar ao juízo para todo aquele que não se arrependeu de seus maus caminhos (v.5-6). “Por ocasião da vinda de Cristo, os ímpios serão eliminados da face de toda a Terra: consumidos pelo sopro de Sua boca e destruídos pelo resplendor de Sua glória” (Revista Eventos Finais, 10 dias de oração, p. 32). Não ignoremos as profecias, meus irmãos! Pois, “não havendo profecia, o povo se corrompe” (Pv.29:18). Chegou a hora de erguermos o alto clamor proclamando ao mundo o último chamado de Deus! Você nasceu nesta época com esta finalidade, como a “Voz do que clama no deserto” (Is.40:3). Assim como João Batista foi escolhido para anunciar a primeira vinda de Cristo, fomos eleitos para anunciar a Sua segunda vinda. Onde estão vocês, homens, mulheres e jovens de coragem? Agora é o momento de vestirmos toda a armadura de Deus (Ef.6:10) e, como Isaías, tomarmos a firme decisão: “Eis-me aqui, envia-me a mim” (Is.6:8).

A chama do Espírito Santo foi acesa, amados! “Não apagueis o Espírito” (1Ts.5:19). Vigiemos e oremos!

Bom dia, santos dos últimos dias!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Salmo110 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100