Reavivados por Sua Palavra


EZEQUIEL 9 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
3 de abril de 2024, 0:40
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EZEQUIEL 9 – Em meio à apostasia generalizada, Deus conhece os poucos que se consagram a Ele. Deus protege no julgamento àqueles que lamentam por causa dos pecados que assolam e atormentam aos pecadores que sofrem as consequências de suas desobediências.

No contexto de Ezequiel 9, o povo de Deus, por volta do século VI a.C., experimentava um tempo de juízo divino devido à sua desobediência aos mandamentos de Deus e prática abominável da idolatria (Ezequiel 8:1-5). Na Babilônia de Nabucodonosor, os judeus estavam divididos entre os que ainda mantinham a fé em Deus e os que se desviaram para a idolatria e a corrupção moral – isso não mudou hoje em dia! Portanto,

• Do mesmo modo que Deus Se afastara do Templo devido à gritante corrupção (Ezequiel 8:6), logo o Espírito Santo irá retirar-se da Terra.
• Da mesma forma que Deus não agiu para sempre no pecador antes do Dilúvio (Gênesis 6:3), também não agirá para sempre no tempo que antecede à segunda vinda de Cristo (Lucas 17:26-27).
• Quando o poder refreador de Deus é retirado, o caos se instala por todos os lados (Apocalipse 7:1); todavia, Deus tem Seus meios de proteger aos que Lhe pertencem – estes serão divinamente selados (Apocalipse 7:2-3).
• De igual modo que os judeus estavam na Babilônia, os cristãos estão na Babilônia espiritual; e assim como havia uma distinção entre quem servia a Deus de verdade e os que não O serviam, também há no contexto atual (Apocalipse 18:1-4; Mateus 7:21-23).
• Assim como Deus revelou a Ezequiel imagens de execução e julgamento para retratar a severidade do Seu juízo sobre os pecados de Israel no passado (Ezequiel 9:3-7), usa também no contexto do tempo do fim na visão dada a João exilado em Patmos (João 14:14-20).

Da perspectiva escatológica, o selo de Deus indica que os cristãos serão marcados como propriedade de Deus e protegidos por Ele durante os eventos finais da história humana. Quem sela é o Espírito Santo (Efésios 4:30), mas os mandamentos de Deus é a prova de amor a Ele (João 14:15); e, a aliança de compromisso, é o sábado (Ezequiel 20:12, 20), que é um sinal evidente de um compromisso interno (Apocalipse 14:1-5) – como é a aliança de casamento!

Busquemos compromisso sério com Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



EZEQUIEL 8 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
2 de abril de 2024, 1:00
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Texto bíblico: EZEQUIEL 8 – Primeiro leia a Bíblia

EZEQUIEL 8 – BLOG MUNDIAL

EZEQUIEL 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



EZEQUIEL 8 by Luís Uehara
2 de abril de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ez/8

As visões de Ezequiel não deixam ninguém de fora. As visões de idolatria incluíram a todos: homens e mulheres, líderes e deuses ídolos de toda a região. A idolatria se espalhou por toda Jerusalém e até mesmo para dentro do Templo. É importante notar que nessas visões acerca da idolatria de Judá, esses adoradores de ídolos nunca alegaram que Deus não existia. Na verdade, eles reconheciam a Sua existência, mas o povo de Judá e seus líderes negavam a Sua relevância na vida deles.

Acho que, às vezes, o mesmo pode ser dito a nosso respeito. Quando enfrentamos doenças graves, dificuldades financeiras devido ao corte de horas de trabalho, desemprego ou dificuldades em nossos relacionamentos, raramente questionamos a existência de Deus. No entanto, embora não duvidemos de Sua existência, nosso estresse, ansiedade e preocupação questionam claramente Sua relevância. Quando procuramos remediar nossa ansiedade e inquietação buscando nossos ídolos de entretenimento, posses ou imoralidade, comunicamos a Deus que Ele não é capaz de nos ajudar ou não quer nos abençoar. Mas há uma excelente notícia – Ele quer nos abençoar e é plenamente capaz de fazê-lo. Você e eu podemos confiar nEle acima de tudo.

Eric Bates
Diretor do Ministério da Família
Associação da Carolina, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ezk/8
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



EZEQUIEL 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
2 de abril de 2024, 0:50
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675 palavras

1 Sexto ano. Isto é, do cativeiro de Joaquim (ver com. [CBASD] de Ez 1:2), 592/591 a.C. … Uma nova série de profecias começa aqui e se estende até o final do cap. 19. A data mostra que a série começa pouco mais de uma ano após o chamado de Ezequiel para o ofício profético (ver Ez 1:2). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 658.

Anciãos. Talvez representassem certo grau de organização civil preservada durante o cativeiro e não proibida pelos babilônios. … O fato dos anciãos consultarem ao Senhor sobre a situação em que se encontravam (ver Ez 14:1; 33:31) deixa claro que Ezequiel já era um respeitado profeta entre os cativos. CBASD, vol. 4, p. 658, 659.

3 O Espírito me levantou. Não se deve supor que Ezequiel foi literalmente transportado em corpo. Os deslocamentos ocorreram, sem dúvida, em visão (ver com. [CBASD] de Dn 8:2). Mas, como Paulo, Ezequiel não era capaz de dizer se estava no corpo ou fora dele (ver com. [CBASD] de 2Co 12:3). CBASD, vol. 4, p. 659.

Imagem. Há várias conjecturas quanto a quem esta imagem representava: Baal, Moloque ou Astarote. No entanto, talvez a “imagem dos ciúmes” não represente o nome de qualquer divindade pagã em particular, mas apenas descreva uma imagem que provocasse os ciúmes do Senhor. A colocação de um deus rival no local dedicado à adoração de Yahweh produziria tal efeito. … Acaz colocou um altar idólatra dentro do próprio templo, mudando o altar de bronze para o norte, a fim de abrir espaço para o mesmo (ver. com [CBASD] de 2Rs 16:10-16). Mais tarde, Manassés “edificou altares na Casa do SENHOR” (2Rs 21:4). Com exceção de Josias, os subsequentes reis de Judá foram ímpios. É totalmente possível que tenham usado a área do templo para o culto idólatra. CBASD, vol. 4, p. 659.

6 Maiores abominações. O profeta é conduzido como que através dos sucessivos estágios de uma trama de idolatria. CBASD, vol. 4, p. 659.

8 Cavei.isto foi feito em visão. O objetivo desta parte da visão era, sem dúvida, enfatizar o sigilo envolvido nas atividades que o profeta veria. CBASD, vol. 4, p. 660.

10 Pintados. Ou, esculpidos em relevo. Alguns comentaristas identificam esses ritos idólatras como se fossem de origem egípcia; outros, como se fossem de origem babilônica. … É provável que as figuras não tivessem uma origem única, mas que representassem ritos de origens diversas. CBASD, vol. 4, p. 660.

11 Seu incensário. Para culminar, os 70 anciãos estavam todos agindo como sacerdotes e oferecendo s seus ídolos pintados o incenso que ninguém tinha o direito de usar, a não ser os filhos de Arão (2Cr 26:16-18), e que devia ser oferecido unicamente ao Deus verdadeiro. CBASD, vol. 4, p. 660.

12 O SENHOR não nos vê. Eles não negavam a existência de Deus nem Sua providência, mas pareciam pensar em Yahweh como uma divindade local a que haviam renunciado. CBASD, vol. 4, p. 660.

14 Tamuz. Um deus adorado pelos babilônios sob o nome de Du’uzu, e designado de várias formas: como irmão, filho, marido ou amante da deusa Ishtar [ver Comentários Selecionados sobre Jeremias 44:17]. Tamuz era o deus da vegetação e dos pastos e patrono dos rebanhos. De acordo com a tradição antiga, ele morria anualmente e descia ao mundo subterrâneo.. Seu falecimento era marcado pela seca das colheitas, dos pastos e dos veios d’água durante o calor do verão. Sua morte era comemorada por festividades públicas de lamentação e pelo entoar dos cantos fúnebres no quarto mês do ano semítico (duzu ou tamuz, que começava em junho ou julho; ver vol. 2, p. 100). Cria-se, também, que anualmente, Ishtar descia ao mundo subterrâneo para despertar o deus morto, e que o despertamento e a volta de Tamuz faziam com que a vegetação florescesse novamente. Os gregos preservaram uma história semelhante em seu mito de Demétrio e Perséfone. CBASD, vol. 4, p. 660.

16 Vinte e cinco … adoravam o sol. A adoração ao Sol, Shamash, era praticada desde muito cedo pelos cananeus e foi introduzida na adoração dos reis e do povo de Judá (2Rs 23:5, 11; cf. Dt 4:19; 17:3; Jó 31:26). … Se eles eram os guardiões especiais da verdadeira religião, seu pecado constituía um flagrante insulto a Deus. Assim, foi assinalado como a maior das abominações (ver 2Cr 36:14). CBASD, vol. 4, p. 661.

Texto completo do comentário de hoje:

Neste capítulo, Ezequiel, que se encontrava exilado na Babilônia, vê abominações sendo cometidas em Jerusalém, cada uma pior que a anterior. Na primeira visão (v. 1-6), Ezequiel viu um ídolo sendo adorado publicamente no portão norte de Jerusalém. O norte era a direção típica de onde os inimigos de Judá se aproximavam. Em vez de colocar a sua esperança e confiança em Deus, eles confiavam nesse ídolo para sua proteção.

A situação piora. Na segunda visão (v. 7-13), Ezequiel é levado para um local mais privado, a entrada para o pátio do Templo. Ali Ezequiel vê 70 líderes adorando ídolos semelhantes aos ídolos egípcios, desenhados em uma parede. Você pode imaginar Ezequiel vendo os líderes de Judá adorando ídolos egípcios e declarando que o Senhor não os vê e os abandonou (v. 12)? Isso é terrível, mas tamanha perversidade fica ainda pior na próxima visão.

Ezequiel vê mulheres que praticam um ritual babilônico, chorando para o deus Tamuz. O ritual tinha como objetivo apressar a ressurreição dentre os mortos do deus Dumuzu (o nome babilônico para Tamuz). Esse ritual marcava o fim do inverno e simbolizava fertilidade e vida nova. Essas mulheres estão de luto pelo deus do inverno que estava morto, em vez de adorarem ao Deus vivo.

A visão final do capítulo oito é a mais abominável. Esta visão tem lugar no próprio Templo. Ezequiel vê 25 homens de costas para o templo, olhando para o oriente, adorando o sol. Eles dão as costas para o Criador e adoram a Sua criação.

Estas visões não deixam ninguém de fora. As visões de idolatria incluíam a todos – homens e mulheres, povo e líderes, ídolos e deuses de todas as regiões. A idolatria se espalhara por toda a Jerusalém e até mesmo para o interior do Templo.

É importante notar que nessas visões da idolatria de Judá, esses adoradores de ídolos nunca diziam que Deus não existia. Na verdade, o povo de Judá e seus líderes reconheciam a sua existência, mas negavam sua relevância em suas vidas.

O mesmo pode ser dito de nós, às vezes. Professamos, nominalmente, nossa fé e raramente questionamos a existência de Deus ou Seu cuidado por nós. No entanto, quando enfrentamos problemas – uma doença grave, dificuldades financeiras devido a cortes nas horas de trabalho, desemprego ou problemas em nossos relacionamentos -, nosso comportamento, muitas vezes, nega o que professamos. Agimos como aqueles que não esperam no Senhor.

Mas aqui estão as boas notícias: Deus quer nos ajudar e tem todo o poder no céu e na terra para fazer isso! Você e eu podemos confiar nele acima de tudo. Amém.

Pr Eric Bates, EUA, publicado em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/07/05/



EZEQUIEL 08 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
2 de abril de 2024, 0:45
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Em um tempo sobremodo escuro, Deus levantou homens e mulheres que pela firmeza de caráter e fé viva sacudiram a Europa. Dentre eles estava Martinho Lutero, um sincero sacerdote da igreja papal que comoveu-se com grande reverência ao descobrir que a Palavra de Deus era muito mais do que as poucas palavras em latim proferidas nos cultos públicos. Acendeu-se em seu coração a chama do amor pela verdade. Verdade esta que defendeu e pregou a ponto de pôr em risco a própria vida. Em seus primeiros anos escolásticos aprendeu a reverenciar e ansiar estar em Roma, a qual considerava ser uma cidade santa e de atmosfera celestial. Mas eis a decepcionante surpresa do inocente clérigo:

“Na providência de Deus [Lutero] foi levado a visitar Roma. Seguiu viagem a pé, hospedando-se nos mosteiros, pelo caminho. Em um convento na Itália, encheu-se de admiração ante a riqueza, magnificência e luxo que testemunhou […] Com dolorosos pressentimentos Lutero contrastou esta cena com a renúncia e rigores de sua própria vida […] Afinal, contemplou à distância a cidade das sete colinas. Com profunda emoção prostrou-se ao solo, exclamando: ‘Santa Roma, eu te saúdo’[…] Por toda parte via cenas que o enchiam de espanto e horror. Observava a iniquidade que existia entre todas as classes do clero. Ouviu gracejos imorais dos prelados, e horrorizou-se com sua espantosa profanidade, mesmo durante a missa […] ‘Ninguém pode imaginar’, escreveu ele, ‘que pecados e ações infames se cometem em Roma; precisam ser vistos e ouvidos para serem cridos. Por isso costumam dizer: ‘Se há inferno, Roma está construída sobre ele: é um abismo donde procede toda espécie de pecado’” (EGW, O Grande Conflito, p.122).

A descrição de Lutero parece estar apoiada nas palavras dadas ao profeta Ezequiel no capítulo de hoje. O lugar de adoração, a morada de Deus, a Casa de oração para todos os povos havia se tornado em um antro de abominações. As visões apontam para pecados abertos e pecados ocultos, em uma escala crescente (ou poderia dizer, decrescente) e cada vez pior. A “imagem dos ciúmes” (v.5), os ídolos “pintados na parede em todo o redor” (v.10), as “mulheres assentadas chorando a Tamuz” (v.14), os “vinte e cinco homens, de costas para o templo” adorando o sol (v.16), compunham as terríveis abominações praticadas no templo “santo” dos judeus, e apontam para o passo a passo da apostasia final que culminará no selamento do povo de Deus e no derramamento das sete últimas pragas sobre os ímpios (Ap.7:3; Ap.16:1-16).

A apostasia de Jerusalém e a corrupção de Roma assemelham-se à condição espiritual da última igreja: “Assim, porque és morno e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da Minha boca; pois dizes: Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma, e nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu” (Ap.3:16-17). Enquanto os judeus se orgulhavam de Jerusalém e os clérigos apontavam para Roma como um lugar sagrado, há uma igreja atual orgulhosa de seu status. O convite divino, contudo, revela uma igreja cujo Deus permanece do lado de fora: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a Minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, Comigo” (Ap.3:20).

No relato de um homem desonesto, infeliz e desprezado por Seu povo, encontramos um exemplo prático de quando alguém aceita o convite do Senhor. Zaqueu tinha ouvido de Jesus e de Seus milagres. Ouviu de como Ele recebia os pecadores e como pregava e curava sem cobrar nada em troca. Zaqueu sentiu o contraste da vida de Cristo com a sua e um sentimento de vergonha e desprezo próprio tomou conta de seu coração. Ele precisava ver e ouvir Aquele Homem tão simples, mas cujo ministério era tão grandioso. Sua pequena estatura parecia-lhe um empecilho, mas foi a forma mais significativa e singela de Jesus lhe dizer: “Zaqueu, desce depressa”. Desce depressa do teu orgulho. Desce depressa do teu pedestal ilusório. E continuou: “pois Me convém ficar hoje em tua casa” (Lc.19:5).

A resposta de Zaqueu deve ser a resposta de todos nós: “Ele desceu a toda a pressa e O recebeu com alegria” (Lc.19:6). E Jesus mesmo promete a cada pecador arrependido que o resultado da visita divina será o mesmo: “Hoje, houve salvação nesta casa” (Lc.19:9). Mediante um reavivamento genuíno (ouvindo e aceitando as palavras do Senhor) e uma reforma completa de seu caráter e obras, Zaqueu é um antítipo daqueles que atenderão ao chamado divino nos últimos dias. Mediante todas as abominações que têm sido cometidas sobre a Terra e até mesmo no meio do professo povo de Deus, temos uma escolha a fazer, uma decisão firme a tomar.

Diante da indecisão de Israel, Josué declarou: “Porém, se vos parece mal servir ao Senhor, escolhei, hoje, a quem sirvais”, e manifestou a sua firme decisão: “Eu e a minha casa serviremos ao Senhor” (Js.24:15). Elias instigou a indecisão de seu povo: “Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-O; se é Baal, segui-o” (1Rs.18:21). Logo estaremos todos “no vale da Decisão” (Jl.3:14), não como num lugar físico, mas como um símbolo de cada decisão pessoal, que estará selada para a vida ou para a morte eterna. A questão é: Cristo Jesus continua do lado de fora batendo para entrar ou estamos nos banqueteando diariamente em Sua presença?

Os capítulos 8 e 9 de Ezequiel devem nos levar a uma séria e urgente reflexão, amados. Atenderemos ao chamado de Deus em reconhecimento de nossa condição pecadora e necessitada da graça e do perdão divinos? Permitiremos que Cristo entre em nossa casa, de forma que as mudanças realizadas em nós reflitam a escolha que fizemos? Ou permaneceremos arraigados a pecados que podem até estar escondidos em uma forma religiosa, mas que impedem a livre atuação do Espírito Santo e provocam “ainda maiores abominações” (v.6), endurecendo o coração aos apelos do Céu?

Oh, meus irmãos, não incorramos nas abominações que muitos “fazem nas trevas” (v.12) e que impedem o Senhor de ouvi-los (v.18)! Mas, como Ezequiel, sentados em nossa casa, ali a mão do Senhor caia sobre nós (v.1) e nos conceda um vislumbre diário de Sua Palavra em nossos momentos de comunhão. Eu não sei você, mas eu prefiro que o Senhor me puxe pelos cabelos “da cabeça”(v.3) do que estar em oposição à Sua vontade (v.17). Compremos de Jesus o ouro de Sua fé e de Seu amor, as vestiduras brancas de Sua justiça e o colírio de Seu Espírito. Então, muito em breve, sentaremos com o Senhor em Seu trono (Ap.3:18 e 21). É a promessa dAquele que é o “Amém, a Testemunha fiel e verdadeira, o Princípio da criação de Deus” (Ap.3:14).

Senhor, quantos avisos e advertências tão claros deixastes em Tua Palavra! São provas inequívocas de Teu amor, misericórdia e bondade para conosco. O Teu desejo é de nos salvar, e o sacrifício de Teu Unigênito nos garantiu a salvação. Mas todos nós temos uma escolha inteligente a fazer. Deste-nos a liberdade de decisão: obediência e vida ou desobediência e morte. É assim desde o princípio. Hoje, a falsa adoração representa o fruto proibido que podemos aceitar ou rejeitar. Pai de amor, dá-nos a real compreensão do tempo em que estamos vivendo, e como Lutero, Ezequiel, e tantos homens e mulheres de Deus do passado, dá-nos um amor tão grande por Ti que a Tua verdade seja mais preciosa do que a nossa própria vida. Dá-nos a perseverança dos santos! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, remanescente fiel!

Rosana Garcia Barros

#Ezequiel8 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



EZEQUIEL 8 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
2 de abril de 2024, 0:40
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EZEQUIEL 8 – O poder de uma sociedade corrompida é forte para penetrar no círculo do povo de Deus. Tanto líderes religiosos quanto os membros das congregações do povo de Deus devem estar alertas.

Ezequiel 8 oferece uma poderosa mensagem sobre a responsabilidade dos religiosos em proteger suas congregações dos perigos da influência secular, das filosofias humanistas e da idolatria – tanto descarada quanto camuflada.

O profeta Ezequiel, transportado em visão para Jerusalém, testemunha as práticas abomináveis ocorrendo dentro do templo, onde líderes religiosos estavam envolvidos em idolatria e adoração a outros deuses. Esta visão, que explica o cativeiro babilônico dos judeus, não apenas condena as ações pecaminosas, mas também alerta sobre os perigos de permitir que influências corruptoras permeiem a comunidade religiosa (Ezequiel 8:5-18).

No contexto contemporâneo, líderes espirituais enfrentam desafios semelhantes. Vivemos numa sociedade secular onde os valores e princípios não estão alinhados com os ensinamentos do Reino de Deus. Nesse ambiente, os líderes religiosos têm responsabilidade crucial de proteger suas congregações da contaminação espiritual e moral. Assim como Ezequiel foi chamado a denunciar as práticas abomináveis dentro do templo, os líderes consagrados de hoje são chamados a identificar e confrontar as influências nocivas que infiltram sorrateiramente na vida da igreja.

Os líderes das igrejas devem estar atentos às tendências e pressões da sociedade ao seu redor, garantindo que suas congregações locais não se conformem com os padrões mundanos, mas sejam transformadas pela renovação da mente (Romanos 12:2). Isso requer discernimento espiritual para reconhecer as distorções doutrinárias e as sutis formas de idolatria e comportamento que podem se infiltrar na vida da igreja.

O cristianismo, ao longo de sua história, foi influenciado por várias filosofias pagãs; conceitos como, a dualidade entre o mundo material e o mundo das ideias, a imortalidade da alma, o culto aos “santos”, distorções entre corpo e alma/espírito, a noção de sofrimento eterno no inferno, um céu “espiritualizado”, a transferência do ministério de Cristo para o clero e à Maria, o culto ao dia do sol (domingo) como substituto do dia do Senhor (sábado), entre tantos outros!

Em Ezequiel 8 somos chamados à responsabilidade de preservar a doutrina bíblica, e a confrontar influências corruptoras da fé cristã! Precisamos atualmente fazer autoanálises bíblicas para, então, promover um reavivamento e uma reforma! – Heber Toth Armí.



EZEQUIEL 7 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
1 de abril de 2024, 1:00
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Texto bíblico: EZEQUIEL 7 – Primeiro leia a Bíblia

EZEQUIEL 7 – BLOG MUNDIAL

EZEQUIEL 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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EZEQUIEL 7 by Luís Uehara
1 de abril de 2024, 0:55
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ez/7

Estudei o Capítulo 7, procurando um vislumbre da graça de Deus, mas tudo que encontrei foi Seu julgamento pessoal e abrangente. Foi quando Deus realmente começou a falar ao meu coração. Como tenho a tendência a ver a graça e o julgamento como muito diferentes, deixei de ver a graça de Deus em Seu julgamento. Com o tempo, passei a entender como o julgamento pode ser repleto de graça ao refletir sobre a minha infância. Quando minha mãe me disciplinava, seu objetivo não era apenas punir. Seu objetivo para comigo era o mesmo que Deus tinha para com Israel – desenvolvimento de caráter e crescimento.

A disciplina de Deus é graciosa porque nos alerta para o fato de que Ele leva o pecado a sério. O julgamento que Ezequiel profetizou não foi o julgamento eterno de Judá. No meio do julgamento, eles tiveram a oportunidade de se arrepender e retornar ao único Deus verdadeiro. À medida que o julgamento continua hoje, pela graça de Deus, nós também recebemos a oportunidade de abandonar nossos ídolos e voltar para Deus.

O Juízo contém boas novas de graça!

Eric Bates
Diretor do Ministério da Família
Associação da Carolina, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ezk/7
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



EZEQUIEL 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
1 de abril de 2024, 0:50
Filed under: Sem categoria

2405 (1870 + 536) palavras

1 A palavra do SENHOR. O capítulo é mais poético do que as mensagens precedentes  e pode ser considerado como um cântico de lamentação. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 654.

2 Fim. A repetição desta expressão é sem dúvida para ênfase. CBASD, vol. 4, p. 654.

Quatro cantos. Literalmente, “quatro alas”. A expressão hebraica equivale à expressão: “os quatro pontos cardeais”, ou “norte, sul, leste e oeste”(ver Is 11:12; Ap 7:1). É predito o fim de Israel como nação. CBASD, vol. 4, p. 654.

4 Não terei piedade. Isto é, Deus não deixará, por Sua piedade, que é um atributo integrante de Seu caráter, de cumprir os juízos. Aqui, a palavra traduzida como “piedade”não se refere à emoção da piedade, mas àquilo que alguém faz quando tem piedade. CBASD, vol. 4, p. 654.

5 Mal após mal. Calamidades após calamidades sobreviriam a Judá. CBASD, vol. 4, p. 654, 655.

ARC: “Um mal … um só mal“. Um mal sem precedentes ou paralelos virá, um mal que irá sobressair-se de todos os outros. Não haverá como produzir situação semelhante. Bíblia de Estudo Andrews.

6 Despertou-se. Há um jogo de palavras que não pode ser reproduzido na tradução. A palavra para “fim” (qets) tem quase o mesmo som que o verbo “despertou-se”(quts). O castigo previsto estava se despertando para cumprir sua tarefa de destruição. CBASD, vol. 4, p. 655.

7 Alegria. …um grito de alegria dos que prensavam uvas (ver Jr 25:30; 51:14). No lugar desse grito alegre estaria o barulho discordante e aterrador da batalha e da guerra. CBASD, vol. 4, p. 655.

o dia. Os profetas do Antigo Testamento falaram com frequência sobre “o dia” ou sobre “o Dias do Senhor” … Este seria o ia em que o Senhor haveria de vir para julgar os seus inimigos e vindicar o seu nome. Dependendo do contexto no qual fosse falado pelo profeta, o Dia do Senhor podia significar alegria ou tristeza para Israel. Bíblia de Genebra.

10, 11 No capítulo 7, Ezequiel prediz a completa destruição de Judá. O ímpio e orgulhoso finalmente teria o que merecia. Se parece que Deus ignora as más e orgulhosas pessoas de nossos dias, tenha certeza que o dia do julgamento chegará, assim como chegou para o povo de Judá. Deus está esperando pacientemente que os pecadores se arrependam (ver 2 Pedro 3:9), mas quando o julgamento chegar, “ninguém do povo será deixado”. O que você decidir a respeito de Deus agora determinará então o seu destino. Life Application Study Bible Kingsway.

10 Floresceu a vara. Intérpretes judeus geralmente entendiam que a vara é uma referência ao conquistador caldeu, como a vara da ira do Senhor. Do mesmo modo que um rebento, seu poder estava crescendo, dando sinais de vitalidade, tomando rapidamente a forma que capacitaria o conquistador a dar fortes golpes. CBASD, vol. 4, p. 655.

Quanto mais indomável o nosso orgulho, nosso amor próprio, tanto mais estaremos instigando a vara para as nossas próprias costas. Bíblia Shedd.

Há dois pecados mencionados em particular que trouxeram o julgamento divino sobre eles: o orgulho e a opressão. Deus iria humilhar o povo com Seus juízos, pois eles haviam feito de si mesmos importantes. Seus inimigos iriam tratá-los duramente, pois eles haviam tratado duramente uns aos outros. Bíblia de Estudo Matthew Henry.

12 O que compra não se alegra. Um aspecto importante da atividade israelita estava na compra e venda de terras. Segundo a lei (Lv 25:14-16), a posse em caso algum se estendia para além do ano do jubileu, ocasião em que todas as terras voltavam para quem as possuía por direito de herança. A venda de imóveis a preços baixos naturalmente traria alegria ao comprador. Por outro lado, as pessoas geralmente dispõem de suas propriedades com tristeza, por terem de transferir seus direitos a outros. Uma vez que o cerco estava próximo, Ezequiel declara que o comprador não terá motivos para se alegrar, porque não desfrutará o que comprou; e o vendedor não terá motivos para lamentar a perda de suas posses pela venda, porque, de qualquer forma, o cativeiro iminente o privaria de sua propriedade. CBASD, vol. 4, p. 655, 656.

No meio da desgraça, o comércio, o negociar, não será mais um interesse que consome todas as forças do homem, não continuará a ser uma paixão que desvia o coração humano nas épocas de prosperidade e paz. Bíblia Shedd.

13 Não voltará atrás. O vendedor, sem dúvida, estava em uma idade em que dificilmente poderia esperar viver até o término dos 70 anos de cativeiro, e o ano do jubileu não lhe seria de nenhum proveito estando cativo. CBASD, vol. 4, p. 656.

14 Não há quem vá. Uma figura que ilustra a falta de ânimo, talvez devido a uma consciência de culpa que finalmente levou os judeus a perceberem que não podiam esperar receber a ajuda de Deus. CBASD, vol. 4, p. 656.

15 Fora. A situação num cerco é que fora das muralhas há o perigo da morte pela mão do inimigo, e dentro das muralhas há morte lenta pela fome e pela peste (2 Rs 7.3-4). Bíblia Shedd.

16 Como pombas. Uns poucos escapariam e encontrariam refúgio nas montanhas, mas a condição deles seria de extrema dificuldade. CBASD, vol. 4, p. 656.

Gemendo. Quando o pecado produz seus amargos resultados, muitas vezes há dolorosos pesares. Infelizmente, esses pesares são pelas duras consequências do mal, em vez de pelo fato de o pecado desonrar a Deus. Os seres humanos anseiam o livramento das consequências, e não necessariamente a libertação da culpa e do poder do pecado; porém este deve preceder o anterior. CBASD, vol. 4, p. 656.

17 Mãos … débeis … joelhos … água. Uma figura que expressa a debilidade e o desamparo geral dos fugitivos. As mãos que deveriam ter sido fortes para empunhar armas de guerra e construir fortificações não se moviam. Os joelhos, que deveriam ter sido fortes para ficar em pé na batalha ou correr da espada desembainhada, recusava-se a agir. CBASD, vol. 4, p. 656.

todos os joelhos, em água. Ou “joelhos molhados de urina”, por causa do medo. Bíblia de Estudo Andrews.

18 De pano de saco … horror … vergonha. No Oriente, este é um sinal comum de tristeza, humilhação e miséria. O horror resultava da terrível apreensão diante dos males crescentes, e a vergonha era decorrente dos desapontamentos, da culpa consciente e da desilusão. CBASD, vol. 4, p. 656.

Pano de saco. A roupa tosca e dolorida usada pelos que estão enlutados. Bíblia Shedd.

Calva. A calvície era, muitas vezes, autoinfligida como sinal de grande tristeza (ver Is 15:2; Jr 7:29; 48:37; Am 8:10). CBASD, vol. 4, p. 656.

O costume universal entre os povos semíticos era fazer calva na testa quando da morte de um ente querido. Aos israelitas, este ato foi proibido. Bíblia Shedd.

19 Sua prata … ouro. Provavelmente uma referência ao ato de jogar fora coisas valiosas durante uma fuga, ou uma referência aos ídolos, que se demonstrariam inúteis no dia da calamidade. CBASD, vol. 4, p. 656.

A sua prata lançarão … seu ouro será como imundícia. Eles não irão beneficiar-se de seus bens e riquezas. … Seu ouro e sua prata serão lançados nas ruas, porque seriam uma inconveniência para eles, algo que retardaria sua fuga. Bíblia de Estudo Matthew Henry.

Será como sujeira. Isto é, seria considerado algo impuro. CBASD, vol. 4, p. 656.

O povo de Deus tem permitido que seu amor pelo dinheiro o leve ao pecado. E, por isso, Deus os destruirá. O dinheiro tem o estranho poder de levar as pessoas ao pecado. Paulo disse que “o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males” (1Tm 6:10). É irônico que usamos o dinheiro – um dom de Deus – para comprar coisas que nos separam dEle. É trágico que gastemos tanto dinheiro buscando satisfazer a nós mesmos, e tão pouco tempo buscando a Deus, a verdadeira foste de satisfação. Life Application Study Bible Kingsway.

20 De tais preciosas joias fizeram. As pessoas haviam usado as riquezas, a prata e o ouro para fazer ídolos detestáveis, que Deus abominava. CBASD, vol. 4, p. 656.

Deus deu a Seu povo prata e ouro, mas eles os usaram para fazer ídolos. Os recursos que Deus nos dá deveriam ser usados para fazer o Seu trabalho e realizar Sua vontade, mas muito frequentemente nós os usamos para satisfazer os nossos desejos. Quando abusamos dos dons de Deus ou usamos egoisticamente, perdemos o real propósito que Deus tem em mente. Isto é ter visão limitadas tão quanto a idolatria é. Life Application Study Bible Kingsway.

soberba. Normalmente, tida por vício de confiar em si mesmo e não em Deus; aqui se refere ao pecado de confiar em ídolos construídos pelas mãos humanas, de materiais corruptíveis, inclusive a prata. Bíblia Shedd.

Imagens de suas abominações. O templo de Deus estava servindo a um propósito errado. Eis a grande desonra que eles fizeram contra o Altíssimo ao profanar o santuário divino: produziram imagens de suas falsas divindades e puseram-nas no templo de Deus. Não poderia ser feita maior afronta contra o Senhor; por isso, o povo ficaria destituído do templo. Bíblia de Estudo Matthew Henry.

22-27 Visto que Deus tinha escolhido Jerusalém como sua habitação na terra e, no passado, havia combatido miraculosamente em favor da cidade (2Rs 18-19; 2Cr 32; Is 36.370, Judá chegou a aceitar, como uma verdade teológica, a noção de que a cidade era inviolável. Contemporâneo de Ezequiel, Jeremias também tinha advertido os habitantes da cidade para não confiar na existência do templo como garantia de sua própria segurança (Jr 7.1-15; 26.1-19). Bíblia de Genebra.

22 O lugar que tanto amo (NVI). O templo de Jerusalém. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Meu recesso (ARA). O Santo dos Santos, no templo em Jerusalém. Bíblia Shedd.

23 Cadeia. Para levar os exilados até Babilônia (ver 2Rs 25:7; Jr 40:1; Na 3:10). Bíblia de Estudo Andrews.

Assim como foi ordenado a Jeremias que fizesse correias e canzis (Jr 27:2), talvez tenha sido dito a Ezequiel que encenasse o cativeiro iminente, quando tanto o rei como o povo seriam levados em cadeias para Babilônia (2Rs 25:7; Jr 40:1). CBASD, vol. 4, p. 656, 657.

24 os piores de entre as nações. Isto é, os caldeus. CBASD, vol. 4, p. 657.

Seus lugares santos. Alguns acham que a referência aqui não seja ao templo, mas a santuários particulares erigidos na cobertura das casas e em jardins. CBASD, vol. 4, p. 657.

25 Destruição. A referência é, sem dúvida, ao horror e à aflição que acompanham grandes juízos, assim como Cristo descreveu vividamente: “Haverá homens que desmaiarão de terror”(Lc 21:26). CBASD, vol. 4, p. 657.

26 Rumor. Isto pode ser comparado com a expressão “guerras e rumores de guerras”(Mt 24:6; cf. Lc 21:9). A circulação de rumores incertos em época de invasão e de guerra intensifica a aflição. Por isso é dito que, em período de angústia, em vão se buscam as principais fontes de instrução: profetas, sacerdotes e anciãos (ver 1Sm 28:6; Jr 5:31; 6:13; 23:21-40; 28:1-9; Lm 2:9; Am 8:11; Mq 3″6). CBASD, vol. 4, p. 657.

26 Buscarão do profeta uma visão. Eles buscarão uma visão do profeta para assegurarem-se de um desfecho feliz. Ora, eles não tinham dado ouvidos ao que Deus tinha para dizer-lhes por convicção; portanto o Senhor não teria nada para dizer-lhes como encorajamento. Bíblia de Estudo Matthew Henry.

A verdadeira riqueza de Israel fora a visão dos profetas, a aplicação da lei feita pelos sacerdotes, o conselho dado de cidade em cidade pelos piedosos anciãos locais. Mas o povo escolhera a idolatria e as alianças com nações pagãs; por isso o pouco que lhes restava já desaparecera (Mt 25.29). Só lhe restava todo o desespero descrito no versículo seguinte. Bíblia Shedd.

27 rei … príncipe. Aqui, os dois substantivos referem-se à mesma pessoa. [Mas] Ezequiel considerava Joaquim o verdadeiro rei (1.2) e Zedequias, mero príncipe (12.112). Bíblia de Estudo NVI Vida.

 

 

Recentemente, preguei uma série de sermões sobre Ezequiel. Quando eu cheguei ao capítulo sete, eu pulei e preguei sobre o capítulo oito. Para ser honesto, eu saltei capítulo sete porque é um capítulo difícil. Ele fala sobre juízo e eu sempre tive dificuldades nesta questão.

Quando eu era jovem, eu estava frequentemente em problemas. Eu era o que minha esposa chama de uma criança “a todo vapor”. Eu estava constantemente fazendo o que não deveria fazer e constantemente deixando de fazer o que eu deveria fazer. Como resultado disso, enfrentei muita disciplina e julgamento. Eu era manipulador e rápido para transferir a culpa e a responsabilidade para outras crianças na família, mas a justiça, mesmo que adiada com sucesso por algum tempo, sempre me encontrava com força total.

Eu nunca tive um grande interesse em juízo, de modo que pular o capítulo sete não foi uma coisa muito difícil de fazer. Mas, enquanto eu trabalhava nos próximos capítulos na minha série de sermões, o Senhor me convenceu a não pular este capítulo, mas voltar para ele e pregar o que estava no texto.

Enquanto eu estudava este capítulo e orava, algumas coisas se destacaram para mim, como a forma completa e devastadora que o juízo divino sobre Israel deveria ser e quão pessoal foi para Deus o ato de julgamento (observe todos os pronomes pessoais em versículos 8-9). Que completo fracasso foram os ídolos de Israel em protegê-los da Babilônia!

Esquadrinhei esse texto à procura de algum vislumbre da graça de Deus, mas tudo o que eu encontrei foi o Seu juízo pessoal e abrangente.

Foi então que Deus realmente começou a falar ao meu coração. Foi por causa da minha tendência em ver graça e juízo como se fossem desconectados entre si, e esperar que a intensidade da graça divina fosse muito maior do que a do Seu juízo é que eu não via a graça de Deus em Seu juízo.

Como pode um juízo estar cheio de graça? Quando, em minha infância, minha mãe me disciplinava, seu objetivo não era apenas me punir. Seu objetivo para mim era o mesmo que Deus tinha para Israel – o desenvolvimento de caráter e crescimento.

A disciplina de Deus é misericordiosa, porque nos alerta para o fato de que Deus leva o pecado a sério. A disciplina, que, por vezes, precisa ser severa, evita que o pecado se espalhe ainda mais rápido.

Além disso, o juízo de Deus expõe quão completamente inúteis nossos ídolos são. Na verdade, ao enfrentar o juízo, o povo de Deus jogou a sua prata e ouro nas ruas como se fossem impuros (ver verso 19). Pela graça de Deus em Seu juízo nós também percebemos a inutilidade dos ídolos dos quais temos dependido para nos satisfazer e apagar nossos medos.

O juízo que Ezequiel profetizou não era eterno para Judá. No meio de seu juízo, eles tiveram a oportunidade de se arrepender e voltar para o único e verdadeiro Deus. Como o juízo divino continua válido também para nós, hoje, pela graça de Deus nós também temos a oportunidade de nos convertermos dos nossos ídolos e voltar para Deus. Há grandes novas da graça no juízo! Amém.  Pr. Eric Bates, EUA. Publicado em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/07/04/



EZEQUIEL 07 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
1 de abril de 2024, 0:45
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Ao estudarmos a Bíblia, percebemos que existe um limite até mesmo para a paciência divina; que há um prazo definido à beneficência da graça de Deus. Foi assim com os antediluvianos. Foi assim com os moradores de Sodoma e Gomorra. Foi assim com as nações de Canaã. E esta mesma mensagem de juízo foi anunciada à terra de Israel: “Ó tu, filho do homem, assim diz o Senhor Deus acerca da terra de Israel: Haverá fim!”; um juízo anunciado à nação eleita e prenunciado a todas as nações: “O fim vem sobre os quatro cantos da terra” (v.2).

Em Apocalipse 11:18 encontramos um dos prognósticos de Deus à humanidade acerca do julgamento dos justos e dos ímpios: “Na verdade, as nações se enfureceram; chegou, porém, a Tua ira, e o tempo determinado para serem julgados os mortos, para se dar o galardão aos Teus servos, os profetas, aos santos e aos que temem o Teu nome, tanto aos pequenos como aos grandes, e para destruíres os que destroem a Terra”. Em um tempo em que nunca se falou tanto em preservação ambiental, mudanças climáticas e sustentabilidade, o mundo caminha a passos largos para uma crise jamais vista. Enquanto governantes e pessoas de influência se unem em prol do que afirmam ser para um “bem comum”, em busca da paz, a Bíblia é bem clara em afirmar que as nações se enfurecerão.

“Vem a destruição; eles buscarão paz, mas não há nenhuma” (v.25). O cumprimento das profecias como as palavras do Senhor dadas aos Seus profetas revela a eterna verdade de que o Senhor é Deus: “Sabereis que Eu sou o Senhor” (v.4). A preservação dos recursos naturais de nosso planeta não é mais importante do que a prática da justiça e da misericórdia. Contudo, como mordomos de Deus na Terra, devemos agir conforme o princípio estabelecido pelo Senhor: “devíeis, porém, fazer estas coisas sem omitir aquelas” (Mt.23:23).

Estamos diante do tempo “da turbação, e não da alegria” (v.7). “Assim diz o Senhor Deus: Mal após mal, eis que vêm” (v.5). O que temos testemunhado, contudo, é uma geração alheia à vontade de Deus e aos apelos do Espírito Santo. Uma geração que protesta em favor das suas abominações e que rejeita toda forma de piedade e de disciplina. Uma geração que despreza os ensinos dos pais e o “assim diz o Senhor”, enquanto supervaloriza o que sai da boca dos influencers. Mas “ninguém fortalece a sua vida com a sua própria iniquidade” (v.13). E logo, os que não se arrependerem dos seus maus caminhos, terão de experimentar a “ira do Cordeiro” (Ap.6:16).

Como nos dias de Noé, assim têm sido os dias que antecedem o retorno de Cristo, quando “comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento” (Mt.24:38). Como a luxúria, a avareza e a glutonaria foi “o tropeço para cair em iniquidade” (v.19), os pecados contra o corpo têm sido a principal causa do porquê a “Terra está cheia de crimes de sangue” (v.23). Pois não comem, bebem ou casam para dar glórias a Deus (1Co.10:31), mas para a satisfação própria dos desejos carnais e egoístas.

Quando Noé e sua família entraram na arca e o Senhor fechou a porta (Gn.7:16), o destino de cada pessoa foi selado. De que serviram, pois, as riquezas e os prazeres desprezíveis daqueles que por tantos anos zombaram do fiel pregador da justiça? Da mesma sorte, quando Jesus sair do lugar santíssimo do santuário celestial e declarar: “Feito está!” (Ap.16:17), os ímpios “buscarão visões de profetas; mas do sacerdote perecerá a lei, e dos anciãos, o conselho” (v.26), e “nem a sua prata, nem o seu ouro os poderá livrar no dia da indignação do Senhor” (v.19).

“Vem o tempo, é chegado o dia” (v.12), e o que temos feito dos preciosos momentos finais? Alertado ao perverso sobre o salário do pecado: “Certamente morrerás” e advertindo-o “para lhe salvar a vida” (Ez.3:18)? Ou o nosso tempo, talento e recursos têm sido gastos para satisfação pessoal e egoísta? Amados, não seja esta a nossa condição! Não caminhemos para o destino dos ímpios. “O destino deles é a perdição, o deus deles é o ventre, e a glória deles está na sua infâmia, visto que só se preocupam com as coisas terrenas” (Fp.3:19).

Olhemos para Jesus e nossa vida refletirá o cuidado que Ele tinha com a criação, o amor que Ele revelava pelo Pai, a comunhão que Ele mantinha com o Espírito Santo e a compaixão que manifestava a todos. Então, nos momentos finais desta Terra, em meio a uma crise de proporções incomparáveis, ou estaremos no sepulcro aguardando a primeira e bendita ressurreição (1Ts.4:16), ou estaremos em pé suportando todas as coisas com fé inabalável. “Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo” (Fp.3:20).

Senhor, nosso Deus, estamos tão perto do fim! E precisamos manter nossos olhos fixos em Jesus, o Autor e Consumador de nossa fé. A doce e preciosa comunhão Contigo é a autorização diária que damos ao Espírito Santo de transformar o nosso caráter e torná-lo semelhante ao de Cristo. Oh, santo Deus, nos ensina, por Tua Palavra, a andarmos Contigo, em harmonia com a Tua vontade! Retira do nosso coração toda raiz de incredulidade, para que vivamos pela fé de que ao obedecê-Lo, o Senhor cuidará de nós. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, fieis servos de Deus!

Rosana Garcia Barros

#Ezequiel7 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100