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Texto bíblico: EZEQUIEL 10 – Primeiro leia a Bíblia
EZEQUIEL 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ez/10
Ezequiel 8 mostra a idolatria do povo de Deus e Ezequiel 9 fala sobre o julgamento que virá sobre eles, mas há mais por vir! Ezequiel 10 vai ainda mais longe. Na verdade, Ezequiel chega ao ponto de mostrar a glória de Deus deixando o templo.
Ao ler isto, lembrei-me de outra história em 1 Samuel 4, onde os filhos de Eli tentam usar a arca da aliança como arma mágica para derrotar os filisteus. Em vez disso, os filisteus derrotaram os israelitas e capturaram a arca da aliança. Quando a arca foi levada, lemos que a glória de Deus deixou Israel.
Jesus fez uma declaração semelhante registrada em Mateus 23 ao olhar para Jerusalém, chegando ao ponto de dizer a Jerusalém: “Vocês são aqueles que mataram os profetas e apedrejaram aquele enviado para dar orientação, sua casa ficará desolada.”
Isso não foi tudo o que Ele disse, entretanto. Seu amor foi expresso quando Ele disse que gostaria de reunir Seus filhos como uma galinha reúne seus pintinhos, mas eles não estavam dispostos.
Isso levanta a questão: estamos dispostos a nos reunir sob Seu amor e proteção ou temos nossos próprios “ídolos” que precisam ser abandonados?
Mark Etchell
Pastor, Igreja Adventista do Sétimo Dia Loma Linda Campus Hill, Califórnia, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ezk/10
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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1127 (701 + 426) palavras
10.1 – 11.25 A glória do Senhor parte lentamente do templo na carruagem-trono, sai da cidade em direção ao oriente e para sobre o monte das Oliveiras, para ver se havia pelo menos mais alguém que se converteria e viveria (ver 18:30-32) antes de terminar a fase investigativa do juízo e executar a sentença sobre o povo. A cena lembra a pausa de Jesus no mesmo monte das Oliveiras 600 anos mais tarde, chorando por Sua cidade amada , mas fadada à ruína (Lc 19:41-44); aponta para a longanimidade futura de Deus no tempo do fim, não querendo que ninguém pereça (2Pe 3:9-13). O juízo executivo sobre Judá é anunciado (Ez 11:1-13) e o profeta deixa uma mensagem de esperança e restauração futura para aqueles que enfrentariam o exílio (v. 14-20). Bíblia de Estudo Andrews.
1 Olhei. A visão descrita em Ezequiel 1:15 a 28 reaparece. Na expansão do firmamento é vista, como antes, a semelhança de um trono de safira. Ezequiel não menciona ninguém sobre o trono, mas o fato de que havia um ser ali fica implícito pela forma verbal “falou, que ocorre no versículo seguinte. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 666.
Querubins. “Querubim”é uma transliteração da forma plural hebraica kerubim. Os “querubins” do cap. 10 correspondem aos “seres viventes”do cap. 1. Na teologia hebraica u querubim é um ser de natureza sublime e celestial, de forma humana, mas com asas. Querubins guardaram os portões do paraíso (Gn 3:24). As estátuas em cima do propiciatório, tanto no tabernáculo como no templo de Salomão, eram chamadas de querubins (Êx 25:18; 1Rs 6:23; cf. 1Sm 4:4; 2Sm 22:11). CBASD, vol. 4, p. 666.
2 Ao homem. O capitão dos seis ministros de juízo (Ez:9:2) recebe a ordem de encher as mãos com brasas acesas e espalhá-las sobre a cidade. O ato simboliza a iminente destruição da cidade. Não se sabe ao certo se esse símbolo na verdade significa o meio pelo qual ocorreria a destruição (2Cr 36:19). O templo e a cidade foram queimados pelos caldeus. CBASD, vol. 4, p. 666 .
3, 4, 18, 19 Querubins … esperavam ao lado da carruagem-trono vazia; a glória de Deus parou na entrada do templo, chegou e ocupou seu lugar no trono da carruagem, moveu-se pelo monte do santuário e parou pela última vez à porta oriental da cidade. Bíblia de Estudo Andrews.
4 se levantou a glória do SENHOR. Os movimentos da glória do Senhor podem representar que a Presença divina se preparava para deixar o templo. CBASD, vol. 4, p. 666.
5 A voz. O fato de as asas estarem em movimento sugere que os querubins se preparavam para deixar o templo (ver Ez 1:24). CBASD, vol. 4, p. 666.
Deus Todo-Poderoso. Do heb. ‘El-Shadai, um título frequente de Deus. CBASD, vol. 4, p. 666.
6 Toma fogo. Os movimentos simbolizam a íntima ligação entre o Céu e os eventos da terra. O curso da história não é o resultado da atuação de forças cegas. Por trás das marchas e contramarchas dos eventos humanos, Deus está operando Seus propósitos (ver com. [CBASD] de Ez 1:19). CBASD, vol. 4, p. 666.
9 Quatro rodas junto aos querubins. Os v. 9 a 17 repetem, em grande parte, a descrição dada no cap. 1 (ver com. [CBASD] ali. Há algumas variações. A repetição não é acidental, pois aqui os movimentos são dados em conexão com o progresso da narrativa, e Deus é mostrado como estando diretamente ligado aos eventos que levariam à queda de Jerusalém. A visão dos seres viventes junto ao rio Quebar foi de caráter geral, mostrando a mão de Deus em toda a história; a que foi dada em Jerusalém foi específica, mostrando a mão divina num evento significativa. entre as variações está a menção da abundância de olhos (Ez 10:12). Eles cobrem todo o corpo do querubim, bem como os aros das rodas (Ez 1:18). Esses olhos, sem dúvida, simbolizam vigilância e inteligência. Mostram que nada pode escapar aos olhos de Deus, uma vez que “todas as coisas estão descobertas e patentes aos olhos dAquele a quem temos de prestar contas” (Hb 4:13). … O v. 14 não ocorre na LXX, o que deixa em dúvida a forma correta do texto. CBASD, vol. 4, p. 666, 667.
19 E se elevaram. No v. 3, os querubins se colocam “ao lado direito da casa”. O deslocamento para a porta oriental prepara para a partida definitiva. CBASD, vol. 4, p. 667.
20 São estes. Estas palavras tornam evidente que ele viu a mesma coisa nas duas visões. CBASD, vol. 4, p. 667.
Texto completo do comentário da rodada anterior:
Este é um capítulo onde há movimento, mas ao contrário do capítulo 8, onde Ezequiel é transportado para Jerusalém e para o Templo, o que se movimenta aqui é a glória de Deus.
A glória de Deus se move do lugar Santíssimo até o portão oriental do Templo e, em seguida, a glória de Deus deixa a cidade completamente. Sem a presença da glória de Deus, Jerusalém está condenada. Não é coincidência que Judá tenha desistido de Deus em favor de seus ídolos e agora Deus pareça desistir de Judá por causa de sua tola confiança nos seus ídolos. A glória de Deus havia permanecido durante séculos no lugar Santíssimo, mas agora ela se foi por causa da desobediência do povo.
O que você faria se descobrisse que Deus havia decidido se afastar do prédio da igreja onde você congrega por causa da sua rebelião e idolatria? Como você se sentiria se descobrisse que, apesar de seus hinos e orações no sábado pela manhã, Deus não estava mais em sua igreja? Eu penso que eu e os líderes da minha igreja iríamos nos humilhar e nos lançar sobre a misericórdia de Deus. Veremos, entretanto, no capítulo 11, que esta não foi a reação de Judá quando a glória de Deus deixou o templo.
Apesar da partida de Deus, os líderes de Judá não se humilharam diante do Senhor e Ezequiel descreve que não foi sem pesar que a glória de Deus os abandonou. À medida que Sua glória e os querubins se moviam, em cada local onde passavam houve uma pausa no movimento. Este movimento pode ser descrito como hesitante.
Minha família gosta muito de visitar outras famílias, quando os adultos passam horas em conversação e as crianças brincam. Mas, quando chega a hora de voltar para casa, a despedida leva quase o mesmo tempo que permanecemos juntos. Começamos nosso adeus na sala de estar, fazemos uma pausa no corredor e, em seguida, mais uma pausa na entrada. Nós andamos e paramos várias vezes, porque nós realmente não queremos ir embora.
Deus se afastou de Jerusalém com relutância, porque Ele não queria deixá-los sem dar a Judá amplas oportunidades para implorar: “Senhor, por favor, não vá! Nós não queremos que vás embora. Podes ficar mais tempo?”
Deus é o mesmo ontem, hoje e sempre. Ele está ansioso para ouvir hoje Seus filhos pedindo a sua ajuda e implorando por Sua presença. Louvai o nosso Deus para sempre porque a Sua misericórdia dura para sempre. Pr. Eric Bates, EUA, publicado em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/07/07/
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“Então, saiu a glória do Senhor da entrada da casa e parou sobre os querubins” (v.18).
Semelhante à sua primeira visão, Ezequiel viu como uma fusão entre àquela e a última. O “homem vestido de linho” (v.2) aparece segunda vez com a missão de espalhar “brasas acesas” (v.2) sobre Jerusalém. Haveria um juízo purificador, mediante o qual a glória de Deus seria retirada. O movimento das rodas e dos querubins simbolizava a perfeita ordem que há nos oráculos de Deus. A apostasia de Judá contrastava por completo com a obediência dos seres viventes que realizavam com exatidão as ordens “do Deus Todo-Poderoso”, de forma que até o “tatalar das asas dos querubins” se assemelhava à voz do Senhor, “quando fala” (v.5).
As brasas lançadas “sobre a cidade” (v.2) representavam o juízo purificador de Deus sobre aquele lugar. Logo, não mais uma cidade apenas receberá tal juízo, mas toda a Terra, no “Dia de Deus, por causa do qual os céus, incendiados, serão desfeitos, e os elementos abrasados se derreterão” (2Pe.3:12). “Quando, porém, se completarem os mil anos” (Ap.20:7), descerá sobre a Terra o fogo definitivo, que consumirá os ímpios: “desceu, porém, fogo do céu e os consumiu” (Ap.20:9). Há uma mensagem de advertência para nós, hoje, dada aos profetas. As profecias foram reveladas não somente ao antigo Israel, mas são um recado atual que revela a justiça e a misericórdia de Deus, como reforça Ellen White:
“As mensagens de consolo e admoestação dadas por meio dos profetas que tornaram claro o eterno propósito divino em favor da humanidade são de valor especial para a igreja de Deus hoje – os guardas de Sua vinha na Terra. Nos ensinos dos profetas, o amor de Deus pela humanidade decaída e Seu plano para sua salvação são claramente revelados. A história do chamado de Israel, de seus sucessos e fracassos, de sua restauração ao favor divino, da rejeição do Senhor da vinha e de Seu plano ser levado avante por um bom remanescente, a quem seriam cumpridas todas as promessas do concerto, tem sido o tema dos mensageiros de Deus para Sua igreja através dos séculos até aqui. E hoje a mensagem de Deus à Sua igreja – aos que estão ocupando Sua vinha como fiéis lavradores – não é outra senão aquela expressa pelo profeta no passado” (Profetas e Reis, CPB, p.22).
Quando for fechada a porta que ninguém pode abrir e for retirado da Terra o Espírito Santo que ainda inibe as forças do mal, terá início uma cena de horror jamais vista. Como a nação de Israel ficou destituída da glória de Deus, recebendo sobre si os juízos sobre os quais havia sido advertida, o mundo há de sofrer tudo o que, por intermédio de Seus profetas, o Senhor tornou conhecido. Não haverá desculpas para a ignorância. A obra do Espírito Santo estará completada assim como a obra do Pai e do Filho. Todos haverão decidido de que lado estar no grande conflito.
Pela fé, ouçamos hoje, como o “tatalar das asas dos querubins”, “a voz do Deus Todo-Poderoso” (v.5) a nos falar por meio de Seu profeta: “Os céus e a terra tomo, hoje, por testemunhas contra ti, que te propus a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência, amando o Senhor, teu Deus, dando ouvidos à Sua voz e apegando-te a Ele; pois disto depende a tua vida e a tua longevidade; para que habites na terra que o Senhor, sob juramento, prometeu dar a teus pais, Abraão, Isaque e Jacó” (Dt.30:19-20). Eis a terra que Abraão e sua descendência aspiravam: “uma pátria superior, isto é, celestial” (Hb.11:16). Suspiremos pela pátria celestial, confessando que somos “estrangeiros e peregrinos sobre a Terra” (Hb.11:13). Então, quando chegar o tempo das desolações finais, não temeremos, mas seguros estaremos “no esconderijo do Altíssimo” (Sl.91:1), até o Dia de nosso resgate.
Oh, Senhor, que reina soberano no trono do Universo, mas que também habita com o contrito e abatido de espírito, nós Te louvamos por Tua Palavra e pelas preciosas e fieis promessas nela contidas! Está muito perto o dia de nossa eterna libertação e queremos estar preparados para Te encontrar. Que o Teu Espírito complete em nós a boa obra que começou. Que a nossa comunhão diária Contigo nos santifique e continue a nos santificar até o glorioso dia em que receberemos a coroa da vitória sobre o mal. Ajuda-nos a sermos Teus amigos! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, remidos do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#Ezequiel10 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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EZEQUIEL 10 – Esta visão é uma continuação daquela descrita em Ezequiel 1, onde o profeta testemunha a glória de Deus “junto ao rio Quebar” (Ezequiel 10:15, 20, 22).
Ezequiel observa os querubins e a nuvem de glória sobre o templo; depois a glória de Deus se retira, indicando o julgamento divino sobre Jerusalém.
• O templo representa a presença de Deus entre Seu povo e a centralidade da adoração.
• A partida da glória de Deus simboliza o abandono divino devido à idolatria e à injustiça do povo.
• O julgamento divino reflete a justiça de Deus diante da desobediência do povo, mas também a oportunidade de arrependimento e restauração.
Esta visão em análise carrega um significado teológico profundo, não apenas para o contexto histórico de Israel, mas também para a compreensão da natureza de Deus e de Sua relação com a humanidade ao longo da história. Considerando Ezequiel 10:1-11:25, a Bíblia Andrews comenta que, “a glória do Senhor parte lentamente do templo na carruagem-trono, sai da cidade em direção ao oriente e para sobre o monte das Oliveiras, para ver se havia pelo menos mais alguém que se converteria e viveria (ver 18:30-32) antes de terminar a fase investigativa do juízo e executar a sentença sobre o povo. A cena lembra a pausa de Jesus no mesmo monte das Oliveiras 600 anos mais tarde, chorando por Sua cidade amada, mas fadada à ruína (Lc 19:41-44); aponta para a longanimidade futura de Deus no tempo do fim, não querendo que ninguém pereça (2Pe 3:9-13). O juízo executivo sobre Judá é anunciado (Ez 11:1-13) e o profeta deixa uma mensagem de esperança e restauração futura para aqueles que enfrentariam o exílio (v. 14-20)”.
Diante disto:
• Devemos uma vida de integridade e santidade, refletindo a natureza de Deus que anseia por um povo separado para Si mesmo.
• Precisamos reconhece a paciência de Deus nos momentos de nossa vida em que enfrentamos dificuldades e desafios, entendendo que Ele prefere nossa salvação, não nossa condenação.
• Necessitamos praticar a paciência e a tolerância com aqueles que ainda não conhecem a verdade, lembrando que Deus também espera pacientemente pela conversão deles.
• Carecemos de corações compassivos e misericordiosos, refletindo o caráter de Deus que deseja que todos se arrependam e se salvem.
Enfim, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.