Reavivados por Sua Palavra


NÚMEROS 13 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
23 de maio de 2022, 0:40
Filed under: Sem categoria

NÚMEROS 13 – Os espias não eram quaisquer indivíduos escolhidos aleatoriamente. Eram líderes das doze tribos, chefes dos israelitas; eles foram enviados conforme a ordem divina. Insatisfação e ingratidão diante de tudo quanto Deus havia feito e prometido foi a resposta de dez dos doze espias.

Por quarenta dias experimentaram o gostinho do cumprimento da promessa. Estava à vista a tão sonhada terra prometida. Após toda demonstração de poder no império egípcio, conquistar Canaã era apenas detalhe – se não fosse a incredulidade, o pessimismo e rebeldia do povo. Que tragédia! Quanta paciência Deus precisa ter conosco, indivíduos difíceis de lidar.

Josué e Calebe, por mais que estivessem certos em suas colocações, por mais corajosos e confiantes que mostrassem, por mais positivos e motivados que estivessem, não puderam alterar a incredulidade do povo.

Infelizmente, a avaliação incrédula atrai mais que a dos fieis. Nosso coração é mais forte para oposição a Deus que o interesse de submeter-se a Ele. A razão humana parece mais lógica que a revelação divina.

Nota-se aqui que, mesmo que as pessoas tenham as mesmas informações e dados, as conclusões podem ser diferentes/contrastantes; isso tanto na biologia, quanto na astronomia ou na geologia…, e, até mesmo na teologia. A conclusão depende da cosmovisão de cada pessoa.

Quem se vê como gafanhoto diante de gigantes (Números 13:33), jamais perceberá que os inimigos são como gafanhotos diante do Deus que é verdadeiramente “gigante” (Números 13:30).

O medo pode levar indivíduos valentes a acreditarem em ilusões absurdas. Os doze líderes retornaram vivos após 40 dias na terra prometida, mas dez deles alegaram que “a terra devora os que nela vivem” (Números 13:32). Apesar da oposição, Josué e Calebe permaneceram resolutos!

“Os Calebes já foram necessários em diferentes períodos da história… Precisamos hoje de obreiros de perfeita fidelidade, obreiros que sigam inteiramente ao Senhor, obreiros que não estejam dispostos a silenciar quando devem falar, que sejam fieis aos princípios como o aço, que não procurem fazer uma exibição pretensiosa, mas que andem humildemente com Deus, precisamos de obreiros pacientes, bondosos, prestativos, corteses, que entendam que a ciência da oração é exercer fé e mostrar obras que manifestem a glória de Deus e o bem de Seu povo” (Ellen White, CBASD, v. 1, p. 1228).

Atenção: Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.


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