Reavivados por Sua Palavra


APOCALIPSE 16 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
7 de janeiro de 2022, 0:50
Filed under: Sem categoria

1376 palavras

16:1-21 Há muitos paralelos com as sete trombetas dos cap 8 e 11. As trombetas afetam terços da Terra; já os flagelos assolam o planeta inteiro. As quatro primeiras taças provavelmente devem ser interpretadas de maneira literal, uma vez que não há nenhum significado simbólico claro. As três últimas têm desdobramentos simbólicos evidentes. Bíblia de Estudo Andrews.

1 derramai. Liga esta cena a 15:5-8. Os acontecimentos no Céu afetam o que se passa na Terra. O contexto do cap. 16 é uma série de eventos que ocorrem depois do fim do tempo da graça. Bíblia de Estudo Andrews.

Em alguns aspectos, os sete últimos flagelos são semelhantes às dez pragas do Egito (Êx 5:1-12:30). Ambos os relatos testificam da autoridade e do poder superior de Deus. … Cada uma das dez pragas do Egito foi dolorosamente literal; e cada uma tinha o propósito de demonstrar como eram mentirosos os dogmas da religião falsa e quão inútil era depender dela … . CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 930.

Cólera de Deus. Cer com. de 2Rs 13:3; Ap 14:10. Indaga-se por que Deus atormentaria os seres humanos da maneira terrível descrita neste capítulo depois do fechamento da porta da graça, quando não haverá mais oportunidade para o arrependimento. Por que Cristo não volta e coloca fim no reino do pecado imediatamente? … As quatro ou cinco primeiras pragas possuem, de certo modo, natureza preliminar e levam os seres humanos a reconhecer que vinham lutando contra Deus (ver GC, 640). Contudo, em vez de se arrependerem, eles blasfemam ainda mais do que antes e se tornam cada vez mais resolutos em sua obstinação (ver Ap 16:9; 11, 21). Portanto, os flagelos servem para revelar o espírito de rebelião que controla o coração deles. … Assim como a disposição de morrer por outra pessoa é a manifestação suprema de amor (Jo 15:13), a intenção de tirar a vida de alguém expressa o maior grau de ódio. Nos dois últimos flagelos, desenvolve-se uma situação que torna a distinção plenamente visível, mesmo para os próprios participantes. Assim, a justiça de Deus em pôr fim à história humana fica evidente tanto para os seres humanos quanto para os anjos (ver Rm 14:11; Fp 2:10; GC, 638-640; cf. PP, 260; ver com. de Ap 16:13, 14, 16, 17). Será demonstrado perante o universo que o remanescente prefere morrer a desobedecer a Deus, e que aqueles que escolheram servir a Satanás matariam, se preciso, todos os que podem atrapalhar seu propósito de controlar a Terra. Apanhados no ato de tentar colocar em vigor um decreto de morte, eles ficam sem desculpa diante de Deus (ver com. de Ap 16:17). É claramente traçada a linha divisória entre os que servem e os que não servem a Deus. Por meio dos ímpios, o diabo é liberado para demonstrar como seria o universo caso ele pudesse controlá-lo (ver GC, 37; comparar com Ap 7:1). CBASD, vol. 7, p. 930.

2 imagem, sobrevieram. Os alvos dos flagelos são os opressores de Ap 13:14-17. Bíblia de Estudo Andrews.

úlceras. Do gr. helkos, “chaga”, “ferida supurada”. CBASD, vol. 7, p. 931.

Mesma palavra usada em Êx 9:9-11 e se refere à lepra em Lv 13:18-26. Bíblia de Estudo Andrews.

Malignas e perniciosas. Ou, “dolorosas e severas”, “problemáticas e incômodas”. CBASD, vol. 7, p. 931.

5-7 O castigo é adequado ao crime e lembra a pergunta de 6:10 [“Até quando, ó Soberano Senhor, … não julgas, nem vingas o nosso sangue…?]. Bíblia de Estudo Andrews.

7 Altar. Isto é, o altar de incenso. Não há menção a um altar de holocaustos no Céu. CBASD, vol. 7, p. 932.

Verdadeiro e justos. Ver Ap 1:5; 3:7; 6:10; 15:3. Ao verter os juízos terríveis sobre os que rejeitaram a misericórdia, Deus é verdadeiro no sentido de ser fiel a Sua Palavra. Ele coloca em prática aquilo que havia prometido (Ap 14:9-11). Os juízos são justos, no sentido de que a justiça requer o castigo daqueles que se rebelaram contra o Céu (ver com. de Ap 16:1). CBASD, vol. 7, p. 932.

8 Queimar os homens com fogo. Embora os seres humanos sofram diretamente com o calor intenso, os piores resultados são a mais grave seca e a maior fome que o mundo já viu (GC, 628). CBASD, vol. 7, p. 932.

9 blasfemaram … Deus … nem se arrependeram. O contrário de 11:13, texto em que o juízo leva ao arrependimento. Nada mais do que Deus faz mudará o coração dos ímpios. Bíblia de Estudo Andrews.

Neste caso, blasfemar contra Deus significa falar dEle de maneira acusativa. Durante a quarta praga, as pessoas começam a culpá-Lo pela miséria que sofrem, e percebem, enfim, que estão lutando contra Ele. CBASD, vol. 7, p. 933.

10 trono. Centro da autoridade, Bíblia de Estudo Andrews.

Do gr thronos (ver com. de Ap 13:2). O trono da besta é sua sede. Nesta passagem, a besta representa, em primeiro lugar, o papado reavivado, não no aspecto religioso, mas, sim, no exercício do poder mundial dominante (ver com. de Ap 13:1, 2, 10; 17:3, 8, 9, 11). CBASD, vol. 7, p. 933.

Trevas. A referência é a trevas literais …, com o frio e a desordem que as acompanham. A ausência de luz e calor será ainda mais impressionante e dolorosa depois do calor intenso vivenciado durante a quarta praga. CBASD, vol. 7, p. 933.

Remordiam a língua por causa da dor. Ou, “continuavam a morder a língua em dor”. É possível que um frio intenso acompanhe a escuridão prolongada. CBASD, vol. 7, p. 933.

12 Eufrates. O rio era o sistema de defesa da antiga Babilônia (Jr 50:35-38). No Apocalipse, representa os poderes políticos do mundo (Ap 17:1, 15). Bíblia de Estudo Andrews.

secaram (ver Is 44:24-28). Indica a perda de apoio político sofrida por Babilônia (Ap 17:16). Bíblia de Estudo Andrews.

13 Sair da boca. A boca é o instrumento da fala. Ao sair da boca do “dragão”, da “besta”e do “falso profeta”, os três espíritos imundos representam a política que esta tríplice união religiosa proclama ao mundo, chamada de vinho de Babilônia (Ap 17:2; ver com. de Ap 16:4; 17:2, 6). CBASD, vol. 7, p. 936.

Dragão. O primeiro membro da tríplice união religiosa costuma ser identificado com o espiritismo ou espiritualismo (paganismo). De fato, muitos pagãos adoram espíritos e praticam diversas formas de espiritismo que se assemelham, até certo ponto, ao espiritismo moderno que se professa nos países cristãos. CBASD, vol. 7, p. 936.

dragão … besta … falso profeta. A falsa trindade de Ap 12-13. Juntos, eles formam a Babilônia do fim do tempo (16:19). Sua ruína é narrada em 19:20; 20:10. Bíblia de Estudo Andrews.

Três espíritos imundos. Defensores dos dois pontos de vista concordam na identificação do dragão, da besta e do falso profeta como o espiritismo moderno ou paganismo (GC, 561, 562), CBASD, vol. 7, p. 936.

espíritos imundos (ver 18:2). Agentes do dragão, da besta e do falso profeta. Bíblia de Estudo Andrews.

14 demônios. Anjos satânicos e falsificações dos três anjos de 14:6-12. Bíblia de Estudo Andrews.

reis do mundo. Equivalente ao rio Eufrates de 16:12, conforme definido em 17:15. Bíblia de Estudo Andrews.

15 Guarda as suas vestes. Isto é, permanece na fé e no caráter completamente leal a Deus (ver com. de Mt 22:11). CBASD, vol. 7, p. 937.

A sua vergonha. Isto é, ver que ele abriu mão de sua fé. Embora o destino já esteja definido por ocasião do fechamento da porta da graça (ver com. de Ap 22:11), o povo de Deus não deve relaxar em sua vigilância. Em vez disso, deve ficar cada vez mais alerta à medida que Satanás intensifica seus enganos. CBASD, vol. 7, p. 937.

16 Armagedom.Do gr. Harmageddon, transliteração do hebraico, conforme explica João. … Considerando que nunca houve uma localidade geográfica com este nome, o significado do termo não fica claro a princípio. CBASD, vol. 7, p. 938.

Composição de hebraico e grego com o provável significado de “montanha de Megido”. Pode se referir ao Monte Carmelo (1Rs 18) ou às batalhas do AT em Megido (Jz 5:19). A intenção não é identificar uma localização geográfica, mas se referir a uma batalha decisiva entre Deus e o diabo. Bíblia de Estudo Andrews.

17 trono. Não há distinção, no Apocalipse, entre o trono celestial e a sala do trono de Deus. Bíblia de Estudo Andrews.

18 Grande terremoto. Trata-se de um terremoto literal, conforme sugere o restante do v. 18 … mas acompanhado de um terremoto figurado, qeu abala a Babilônia mística (v. 19). Assim como um terremoto literal deixa uma cidade em ruínas, um terremoto figurado levará ruína e desolação à “gande Babilônia” (ver com. de Ap 17:16; 18:6-8, 21). A tríplice união dos v. 13 e 14 entrará em colapso (cf. Is 28:14-22). CBASD, vol. 7, p. 939

19 Babilônia. Cumprimento sumário de 14:8-11. Bíblia de Estudo Andrews.

21 um talento. Cerca de 34 kg. Bíblia de Estudo Andrews.

blasfemaram. Os flagelos confirmam a indisposição dos ímpios de se arrepender. Bíblia de Estudo Andrews.

 

Não deixe de ler os excelentes comentários em: APOCALIPSE 16 – COMENTÁRIOS ADICIONAIS

 


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