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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2cr/13
O rei Abias de Judá conseguiu reunir 400.000 valentes guerreiros. Parecia suficiente. Entretanto o rei Jeroboão de Israel trouxe um exército de 800 mil contra ele. As chances eram de 2 contra 1.
O rei Abias levantou-se no Monte Zemaraim e gritou advertências contra seu inimigo. “Temos sido fiéis a Deus e vocês se rebelaram.” “Temos o Deus vivo e Seu grande templo. Você tem bezerros de ouro.” “Nós temos os levitas. Seus sacerdotes são pessoas de caráter duvidoso que obtiveram seu trabalho por suborno.”
Parecia uma boa estratégia, mas as ameaças não reverteram as probabilidades. Enquanto Abias falava, Jeroboão armou uma emboscada por trás das linhas de Judá. De repente, eles se viram cercados, sem lugar para se refugiar.
Melhor dizendo: sem lugar para se refugiar … a não ser para cima. “Eles clamaram ao Senhor” (versículo 14). Desta conexão de fé originou-se um grito. “Quando os homens de Judá gritaram, Deus feriu Jeroboão e todo o Israel diante de Abias e de Judá. … e Deus os entregou nas mãos deles … porque confiaram no Senhor Deus de seus pais” (versos 15-18).
Os seus problemas estão lhe cercando, deixando-o sem ter para onde correr? Todo o seu planejamento e esquemas parecem inúteis? Olhe para cima. O Senhor está pronto para livrar todo aquele que nEle confia.
Pastor Scott Griswold
Recrutador de Missionários
Apoio a Projetos para o Sudeste da Ásia
Texas, USA
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=626
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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II CRÔNICAS 13 – Geralmente quem está errado tende a atacar quem está certo; por outro lado, quem está certo busca orientar, advertir e reconciliar (II Cr 13). Abias enfrentou ameaças da parte de Jeroboão, então levou 400 mil soldados e proferiu um discurso apaixonado, almejando evitar a guerra entre os irmãos. Porém, Jeroboão, com um exército de 800 mil soldados, armou emboscada contra ele. Ao invés de atentar às palavras apaixonadas de Abias, o exército de Jeroboão atacou-o.
Há lições neste relato: Deus usou Abias para:
- Pregar um sermão às dez tribos em rebelião para mostrar que quem abandona a Deus perde tudo: perde a paz, a proteção e as bênçãos do Céu (vs. 4-7).
- Alertar Jeroboão e impedir que se dessem mal naquela guerra, mostrando que quem avisa amigo é e também que quem alerta do perigo deseja o bem do próximo (vs. 8-11).
- Informar a Jeroboão que Israel abandonara Deus, praticado a idolatria, expulsado os sacerdotes e que a tentativa de guerrear contra Judá implicaria em lutar contra Deus, pois o povo que se consagra tem Deus por Capitão e ninguém tem sucesso contra Ele (v. 10).
O princípio é: quem abandona a Deus tem um vulcão, uma tempestade, uma guerra dentro do coração a ponto de fazer guerra contra seus irmãos. Na igreja tem gente que ataca seus irmãos porque não tem Deus no coração! Tais pessoas não dão ouvidos às advertências de ninguém e vão de mal a pior achando que são sempre humilhados. Quem dera dessem ouvidos à voz da advertência!
O texto de II Crônicas 13 revela-nos que o povo que nominalmente adora a Deus pode se dividir pela apostasia. O joio e o trigo estão juntos. Os verdadeiros e os falsos servos de Deus lutam entre si; os falsos atacam, os verdadeiros se defendem dos injustos ataques. Nesta guerra entre irmãos, Deus entra em cena mostrando de qual lado está e como gostaria que os que estão do lado errado compreendessem que estão lutando contra Ele mais do que atacando os verdadeiros fieis. O cronista deixa claro que a idolatria, a rebelião e brigas não tem aprovação divina, mas Deus protege os que Lhe pertencem. Ele dá a vitória aos Seus verdadeiros servos, ainda que tenham que lutar contra os mais fortes. O joio que se levantou contra o trigo era bem maior em número, em força e em habilidade: 800 mil soldados contra 400 mil – porém, o trigo, protegido por Deus, que tentou a paz, teve que lutar pela paz e a alcançou-a sob a liderança e a bênção do Príncipe da Paz, que é Jesus. Diante de ameaças, os servos de Deus devem buscar a reconciliação sempre; quando não for possível, devem clamar a Deus e deixar a guerra com Ele. A Deus pertence Seu povo, Sua igreja. Ele não perde uma batalha. Precisamos confiar que o que Ele fizer é o melhor. Temos de depender dEle sempre, ouvir Sua poderosa voz de comando e crer na vitória! Se você é causador de confusão converta-se ao Príncipe da paz, Ele te fará ser um pacificador!
Deus não aceita adoração falsificada. Ele não tolera adoração adulterada. Ele quer reformar, restaurar e unificar as religiões, mas não baseada nas tendências e práticas perversas oriundas da limitada e corrupta mente humana. Deus não é a favor do ecumenismo promovido no mundo atualmente, por ter o ponto de união focado no lugar errado: as falsas doutrinas. No entanto, Deus gostaria que houvesse no mundo um só rebanho e um só Pastor. Jesus orou pela unidade de Sua igreja e gostaria que o mundo todo fosse uma só igreja. Esse desejo divino de união é visto em toda a Bíblia, e particularmente em II Crônicas 13, onde o povo de Israel estava dividido por causa da religião. De certo modo como o cristianismo hoje, que possui mais de 40.000 fragmentações diferentes. Percebe-se no texto que ainda que Abias não seja profeta ele utiliza a linguagem profética para alertar Jeroboão, em razão deste ter desviado o povo em direção a imagens (idolatria), em vez dirigi-lo a crer na Bíblia e no Deus verdadeiro (vs. 1-9). Como Jeroboão endureceu o coração ao invés de voltar-se a Deus e a Sua Palavra, ele foi punido por sua infidelidade (vs. 20-22). A lição é clara: Até que todos busquem a Deus e Sua Palavra é improvável a unidade, aliás, é por isso que existe guerra e perseguição entre as religiões! Unamo-nos, mas tendo a Palavra de Deus como base da unidade! Os que lutam contra a unidade proposta por Deus será punido no final! – Heber Toth Armí.
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“… não pelejeis contra o Senhor, Deus de vossos pais, porque não sereis bem sucedidos” (v.12).
O relato do reinado de Abias no primeiro livro de Reis 15:1-8 não é favorável como o de hoje. Lá em Reis, a Bíblia diz que ele “andou em todos os pecados que seu pai havia cometido” (1Rs15:3). Já o relato de hoje, revela um episódio de muita fé por parte de Abias. Lá estava ele e seu exército de quatrocentos mil homens. Jeroboão, por sua vez, levou o dobro de “guerreiros valentes” (v.3). Era uma enorme desvantagem. Aparentemente, uma derrota certa para o exército de Judá. E seria, de fato, uma terrível derrota, não fosse a decisão de Abias. Ele decidiu, firmemente, confiar em Deus. Ele confiava na fidelidade da aliança do Senhor. A “aliança de sal” significava permanência, segurança no fiel e imutável caráter de Deus.
Enquanto Abias confiava no Senhor, Jeroboão confiava em “bezerros de ouro” (v.8). Abias tinha a certeza de que Deus estava com Judá. Então, eles clamaram a Deus, os sacerdotes tocaram suas trombetas, os homens gritaram e Deus feriu Jeroboão e o “imbatível” exército de Israel. Diante das batalhas da vida, a quem você tem pedido auxílio? Jeroboão e Israel confiaram em imagens de fundição e uniram-se a “gente vadia, homens malignos” (v.7). Abias e Judá confiaram no Senhor e uniram-se aos eleitos do Senhor. Qual foi o resultado de confiar em imagens de escultura e em homens ímpios? “feriu Deus a Jeroboão e a todo o Israel” (v.15); “Os filhos de Israel fugiram de diante de Judá” (v.16); “foram humilhados os filhos de Israel” (v.18); “feriu o Senhor a Jeroboão, que morreu” (v.20).
E o que aconteceu com Abias e com Judá?
“Deus os entregara nas suas mãos” (v.16); “prevaleceram os filhos de Judá, porque confiaram no Senhor, Deus de seus pais” (v.18); “Abias, porém, se fortificou” (v.21). Amados, não há sucesso em pelejar contra Deus. Quando alguém intenta ferir um de Seus pequeninos, é como se estivesse ferindo a Ele mesmo. Diante daquele que perseguia o Seu povo, Jesus disse: “Saulo, Saulo, por que Me persegues?” (At.9:4). Jesus está em cada um de Seus filhos, habitando em cada coração que a Ele se entrega. Nenhum deles que clame e grite ao Senhor por livramento é rejeitado. Nenhum!
O resultado de nossas batalhas depende da escolha do general. Depositaremos a nossa confiança em ídolos modernos e marcharemos com um exército de homens corruptos (2Tm.3:1-5)? Ou confiaremos em Deus e em Sua Palavra, como Seu remanescente fiel (Ap.12:17)? Seguir o caminho da multidão nunca foi sinônimo de vitória. Lembrem-se que apesar de divididos, Judá e Israel ainda faziam parte do mesmo povo. Tomemos muito cuidado, meus irmãos, com o que nos advertiu Paulo: “Rogo-vos, irmãos, que noteis bem aqueles que provocam divisões e escândalos, em desacordo com as doutrinas que aprendestes; afastai-vos deles” (Rm.16:17). Jeroboão foi o organizador da rebelião e isso gerou guerras e separação entre o povo de Deus. Não sejamos, pois, “homens malignos” (v.7), mas “se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens” (Rm.12:18). Confiemos nossas lutas Àquele a quem pertence a justiça e a vingança (Rm.12:19): o Senhor dos Exércitos! Porque enquanto clamamos, Ele luta por nós. Vigiemos e oremos!
Bom dia, exército do Deus vivo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #2Crônicas13 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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321 palavras
1 Aliança de sal. Costume oriental mencionado em Lv 2.13; Nm 18.19. A cerimônia consistia em comer sal como penhor de um pacto ou uma aliança. Era a garantia de uma amizade perpétua, simbolizada pela qualidade do sal, como preservador contra a corrupção. Bíblia Shedd.
4 Monte Semaraim. A localização exata deste monte não é conhecida. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 253.
7 Ainda jovem e indeciso. No sentido de ser inexperiente. Roboão tinha 41 anos de idade quando começou a reinar. CBASD, vol. 3, p. 253.
9 Sete carneiros. Na consagração original dos filhos de Arão, Deus requereu dois carneiros (Êx 29.1; Lv 8.2). Jeroboão, que já havia abandonado o plano de Deus, alterara a cerimônia de consagração, aumentando o número de sacrifícios obrigatórios para cada sacerdote. A religião inventada pelos homens, muitas vezes, coloca ações aparentemente fervorosas no lugar de uma verdadeira e sincera relação espiritual com Deus. Bíblia Shedd.
10 O SENHOR é nosso Deus. Judá ainda era formalmente leal ao culto a Deus, embora o próprio Abias não servisse a Deus de todo o coração (1Rs 15:3). CBASD, vol. 3, p. 253.
12 Não pelejeis contra o SENHOR. Uma luta contra o povo de Deus significa uma luta contra o próprio Deus; foi isto que Paulo de Tarso descobriu no caminho de Damasco, quando ia para lá em perseguição à igreja (At 9.4-5; 5.39). As tribos do norte ainda poderiam se humilhar e servir a Deus. Bíblia Shedd.
18 A narrativa repetidamente chama a atenção para a verdadeira razão do sucesso de Judá. A grande necessidade do ser humano é reconhecer sua dependência da poderosa mão do Senhor e viver e trabalhar de tal forma que a presença divina possa estar com ele. Nos últimos dias, o remanescente fiel colocará sua confiança no Senhor e não será envergonhado (Dn 12:1). CBASD, vol. 3, p. 253, 254.
21 Abias, porém, se fortificou. Achando-se forte e seguro depois de sua vitória sobre Jeroboão, Abias se entregou a uma vida de luxúria [lascívia, atração pelos prazeres carnais]. CBASD, vol. 3, p. 254.
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2cr/12
Após Roboão ter seguido a Deus por três anos, apenas dois anos depois “ele e todo o Israel abandonaram a lei do Senhor” (v.1 NVI) e perderam totalmente a proteção de Deus. Um enorme exército, de 1.200 carros, 60 mil cavaleiros, e um povo incontável de várias nações, liderado por Sisaque do Egito, marchou contra Judá e tomou todas as suas cidades fortificadas.
Quando eles estavam prestes a entrar em Jerusalém, Deus deixou claro através de Semaías, o profeta, por que isso havia acontecido. “Vocês me abandonaram, por isso estou colocando vocês nas mãos de Sisaque.” (v. 5 NKJV).
Rapidamente os líderes e o rei se humilharam. Deus, com Sua graça característica, abrandou-se e disse que eles não seriam destruídos. No entanto, Deus disse que eles iriam experimentar a diferença entre servir a Deus e servir a Sisaque. Com isso, Sisaque marchou contra Jerusalém e despojou a casa do Senhor e a casa do rei de todos os tesouros de ouro que Salomão havia reunido. E os colocou sob tributo.
Foque, hoje, a sua mente nas alegrias da obediência. Deste modo você não perderá a sua liberdade em Cristo pela invasão de algum Sisaque estrangeiro em sua vida espiritual.
Pastor Scott Griswold
Recrutador de Missionários
Apoio a Projetos para o Sudeste da Ásia
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=625
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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II CRÔNICAS 12 – A fé de nenhum ser humano deve tirar férias, principalmente quando ela mais parece não ser necessária. Geralmente os momentos “bons” parecem bons momentos para tirar férias da fé; mas é aí mora o perigo, esse é o momento em que o inimigo ataca (vs. 1-4). A vida em paz parece ser um convite para deixar Deus e Seus princípios de lado. Até que a próxima crise nos lembre dEle. Nunca se deve tirar férias da fé, nem dos princípios bíblicos e nem de Deus, isto é ilusão e muito arriscado. Já presenciei alguns casos de pessoas que ao viajarem em férias com a família, relaxando da correria e do estresse da vida cotidiana, agiram da mesma forma com a vida espiritual. É errado não participar da igreja, não levar a Bíblia e ou livros religiosos para as férias. É errado deixar de orar, de adorar a Deus e cultuá-lO em momentos de descanso, lazer e viagens. Quem tira férias de Deus abre uma brecha para o inimigo, que ameaça em algum ponto a segurança da família, do emprego ou até mesmo da fé. Já vi pastores saírem de férias e tirar férias até de Deus; se tirar férias da fé já é catastrófico para um membro da igreja, quanto mais para um líder: o rei Roboão abandonou a Lei do Senhor e todo o povo o seguiu. Que tragédia! Evite muitas tragédias, nunca abandone a Lei do Senhor! A vida é muito melhor ao lado de Deus!
Toda e qualquer tentação tem como base a intenção de levar as pessoas a viverem separadas e independentes de Deus. Desta forma, o pecado aparece apenas quando o indivíduo se afasta de Deus. Quando o povo de Deus se afastou dEle e de Seus princípios, a nação ficou desprotegida, e o rei Sisaque do Egito conquistou as cidades fortificadas de Judá e atacou Jerusalém (vs. 1-4). O rei Roboão e o povo então se lembraram de Deus, se arrependeram, se humilharam, confessaram seus pecados, voltando-se para Ele. Então Deus poupou Jerusalém, permitindo que Sisaque apenas levasse os tesouros do palácio (vs. 5-12). Esse texto revela claramente que Deus está no controle de tudo até mesmo quando Ele retira Sua proteção. Isso não quer dizer que Deus seja o responsável pelas guerras, problemas e tragédias que acontecem na terra. O responsabilidade é daquele que se afasta de Deus. Não é pelo fato de Deus ter dado o livre arbítrio que Ele se torna o culpado do mal no mundo; ainda que Ele tenha o controle de todas as coisas, deixou-nos o livre arbítrio; e seremos julgados de acordo com o modo responsável ou irresponsável que lidamos com ele. Deus não é autoritário e nós não somos robôs e nem marionetes em Suas mãos de modo que Ele exerça controle sobre tudo. Mas mesmo assim Ele tem o controle. Estude com atenção e com tempo II Crônicas 12 e entenda melhor o que estou querendo te dizer! Há sabedoria em cada página da Bíblia Sagrada!
Quem para de amadurecer e avançar na vida espiritual passa a regredir até morrer (vs. 13-16). Roboão agiu bem por três anos e depois voltou a fazer o mal. Sempre pergunto:
- por que alguém que já experimentou as bênçãos de Deus O abandonaria?
- por que pessoas que já experimentaram o prazer do compromisso com Deus e Sua vontade se afastam e morrem perdidos?
- como pode alguém que viveu na graça cair na desgraça?
- qual a razão pela qual alguém que algum dia correu para Deus venha a correr dEle?
- qual é a motivação de alguém que trilhou o caminho da santidade vir a despencar para a imoralidade e o pecado?
- como explicar que alguém que andou na luz volte a andar nas trevas e ali permaneça até a morte?
- como entender alguém que já provou a alegria e paz da presença de Deus permitir que a vida termine na tristeza e angústia ao lado do diabo?
- como pode alguém que ia ao Céu desviar-se para o inferno?
- como entender alguém que amou a Deus manifestar a indiferença a Ele?
Não consigo entender, sinceramente! Gostaria de ajudar tais pessoas, mas na maioria das vezes sempre as encontro decididas a permanecerem afastadas de Deus. Talvez elas nunca estiveram perto ou são realmente ingratas diante de tantas bênçãos recebidas de Deus. Sei que Deus quer salvá-las, mas nem todos se salvarão porque Deus não força ninguém; por mais que este seja o caminho da sua destruição! Então faça o que precisa ser feito já: entregue sua vontade a Deus! – Heber Toth Armí.
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“Tendo-se ele humilhado, apartou-se dele a ira do Senhor para que não O destruísse de todo; porque em Judá ainda havia boas coisas” (v.12).
Com o reino confirmado e fortalecido, Roboão assumiu um governo de postura presunçosa, deixando “a lei do Senhor, e, com ele, todo o Israel” (v.1). Seus primeiros anos de liderança e sucessos de aquisição, através de suas cidades-fortaleza, encheram o seu coração de orgulho e o fizeram esquecer de que sua função havia sido dada por Deus. Não bastasse a sua rebelião, seu poder de influência gerou uma apostasia nacional.
A nação que foi retirada pelo poder de Deus da servidão do Egito, pelo Egito seria disciplinada “(porque tinham transgredido contra o Senhor)” (v.2). Aquela geração não provara os anos de escravidão nem tampouco as dificuldades do deserto. Desdenharam das advertências do Senhor por intermédio de Seus profetas. Ignoraram o Seu justo governo. Seus líderes assumiram as rédeas de uma nação sem freios. E mediante tamanho descaso para com Aquele que tanto os amava, só puderam confessar: “O Senhor é justo” (v.6).
“Vendo, pois, o Senhor que se humilharam” (v.7), colocou sobre a Sua ira o glorioso peso de Sua misericórdia. No entanto, não os deixou em situação tranquila. Permitiu que o Egito os dominasse, “para que conheçam”, disse Deus, “a diferença entre a Minha servidão e a servidão dos reinos da Terra” (v.8). Passando pela semelhante experiência de seus antepassados, o fogo da aflição provaria os que de fato eram servos do Senhor. Nesse ínterim, o rei do Egito “tomou tudo” (v.9) o que havia de mais valioso em Jerusalém, mas, mesmo diante de um cenário nada promissor, houve uma significativa mudança na vida de Roboão e “em Judá ainda havia boas coisas” (v.12).
Em toda a Bíblia há um forte apelo pessoal. A salvação é individual e você e eu precisamos desenvolver um relacionamento íntimo e singular com Deus. Ele tem formas diferentes e criativas de alcançar corações e cada vida é de particular importância para o Céu. Há, porém, outra peculiaridade que encontramos em ambos os Testamentos: a responsabilidade da liderança. Noé, Moisés, Jacó, Davi, dentre outros, foram exemplos de líderes escolhidos por Deus para ir adiante de Seu povo. E a queda deles significava grande prejuízo para o todo.
Assumir um cargo de liderança, e, principalmente de liderança espiritual, requer, no mínimo, três requisitos: ser dependente de Deus, saber ouvir, saber calar. Mais do que confirmar e fortalecer a liderança, é preciso manter sempre em mente a origem da eleição. Boa oratória e carisma não são provas de uma liderança de sucesso. Noé foi escolhido porque andava com Deus, liderando a sua casa para dentro da arca. Moisés foi chamado quando não tinha capacidade alguma para guiar o povo. Jacó foi nomeado príncipe de Deus após uma noite de luta e humilhação. Davi foi chamado o homem segundo o coração de Deus após se humilhar e confessar os seus pecados.
Em tempos de crise iminente, o Senhor olha para a Terra e segura os quatro ventos porque ainda consegue ver boas coisas. Não necessitamos de críticos de plantão que, acima de expor os pecados dos líderes, promovem vexame ao nome de Deus. Necessitamos de líderes espirituais cujo caráter reflita o flavo ouro da presença do Espírito Santo, cuja influência conduza a igreja de Deus a ser o que foi chamada para ser: “a igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade” (1Tm.3:15), a fim de que sejamos considerados por Deus como as “boas coisas” (v.12) do tempo do fim. Sigamos, pois, o conselho de nosso supremo Líder: “Vigiai e orai” (Mt.26:41).
Feliz sábado, igreja de Cristo Jesus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #2Crônicas12 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100