Reavivados por Sua Palavra


NÚMEROS 34 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
12 de março de 2019, 0:10
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NÚMEROS 34 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
12 de março de 2019, 0:05
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521 palavras

A terra foi dada por Deus como herança… Os limites declarados por Deus eram maiores que a área efetivamente ocupada pelos hebreus. Os limites correspondem à área efetivamente conquistada por Davi e ao território ideal retratado por Ezequiel (Ez 47.48). O tamanho da terra mostra a generosidade de Deus. Ele sempre nos dá mais do que podemos pedir ou pensar. Life Application Study Bible.

1-12 Descrevem-se os limites geográficos de Canaã propriamente dita, excluindo a parte além do Jordão, já distribuída. Bíblia Shedd.

1-15 Essas fronteiras de Canaã não incluem o território já atribuído à Transjordânia, a leste do rio Jordão (vs.13-15). ver cap. 32. Bíblia de Genebra.

Quando entrardes. No território entre o Jordão e o mar Mediterrâneo (ver Nm 32:32; Js 22:11, 32). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1033.

A região sul. Literalmente, “seu lado sul”. CBASD, vol. 1, p. 1033.

Suas saídas. O lugar onde termina a linha divisória. Bíblia Shedd.

a subida de Acrabim. Isto é, “a passagem dos escorpiões”, sugerindo que os escorpiões eram numerosos nas redondezas (Js 15:3; Jz 1:36). CBASD, vol. 1, p. 1033.

até o ribeiro do Egito. Não o rio Nilo, mas o Wadi el-‘Arish, que deveria formar a fronteira ocidental de Israel, até chegar ao mar Mediterrâneo, cerca de 80 km abaixo de Gaza. Este deveria ser o limite com o Egito. CBASD, vol. 1, p. 1033.

O Mar Grande. O mediterrâneo, às vezes chamado “o Mar”. Bíblia Shedd.

entrada de Hamate. O vale do [rio] Orontes [hoje Líbano] ou o moderno Lebweh, 112 km a sudoeste de Hamate, no mesmo vale. …Lebweh, ou o vale do Orontes, poderia ser chamado, com propriedade, de “entrada de hamate”, da perspectiva de alguém que se aproximava de Hamate pelo sul. CBASD, vol. 1, p. 1033.

11 Quinerete. É o nome hebraico do Mar da Galileia, o lugar onde Jesus passou tanto tempo com seus discípulos. Bíblia Shedd.

As palavras “da borda do” se referem às bordas montanhosas do nordeste do mar da Galileia. Uma tradução melhor seria “declives”. A NVI traz “encostas”. CBASD, vol. 1, p. 1033.

13 nove tribos e à meia tribo. Duas tribos se estabeleceram do outro lado do Jordão (ver v. 14-15). CBASD, vol. 1, p. 1033.

17  São estes os nomes.  Para dirigir a obra de repartir a terra, foi escolhido um líder eclesiástico (Eleazar) e um líder cívico (Josué). Bíblia Shedd.

Foram nomeados homens respeitáveis, cujas decisões seriam respeitadas (ver Nm 26:54-55). Eleazar e Josué deviam supervisionar a divisão da terra na presença de Deus à porta do tabernáculo (Js 18:6, 8, 10; 19:51). CBASD, vol. 1, p. 1034.

16-29 Nenhum desses dez nomes foi incluído nas listas anteriores de líderes (Nm 1.5-15; 2.3-29; 7.12-78) e nem é algum deles filho de um homem incluído nessas listas. Bíblia de Genebra.

Comparar com Js 14-19. Andrews Study Bible.

18 de cada tribo, um príncipe. Homens respeitados e de autoridade se uniram a Eleazar, o sumo sacerdote, e a Josué, o comandante chefe do exército. Dese modo, a imparcialidade e a igualdade na divisão da terra foram garantidas. CBASD, vol. 1, p. 1034.

A exatidão com que a Inspiração preservou o registro dos limites das atribuições de terra feitas às diversas tribos enfatiza a ordem com que deve proceder na obra de Deus. Nada pode ser deixado ao acaso; tudo deve ser planejado e executado cuidadosamente. CBASD, vol. 1, p. 1034.



NÚMEROS 33 by Jeferson Quimelli
11 de março de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/numeros/nm-capitulo-33/

O povo de Deus havia alcançado as margens do rio Jordão, onde eles contemplaram a terra prometida. O Senhor ordenou a Moisés que registrasse todos os lugares onde o povo de Israel havia acampado a caminho de Canaã. O registro mostra dois grupos de lugares. Um grupo é composto de lugares onde Deus fez prodigiosos atos de fidelidade ao Seu povo, como Ramsés, Pi-Airote, Elim, etc. O outro grupo de lugares mostra Israel como um povo rebelde contra Deus. No entanto, o Senhor foi misericordioso, perdoando em alguns lugares e exercendo julgamento em lugares como Mara, Quibrote Haatavá, Cades, etc. Deus é fiel em cumprir Suas promessas e punir a rebelião.

Agora você faz parte do povo espiritual de Israel e Cristo virá em breve para levá-lo à terra prometida. Quais eventos você lembra mais do curso da sua vida? Você poderia descrever as maravilhas e milagres que Deus fez por você ao longo da vida? Você poderia avaliar as ocasiões em que se rebelou contra Deus e o modo como Deus lidou com você? Diga às outras pessoas o que Deus fez por você e através de você no caminho para o reino de Deus. Lembre-se, Deus é Fidelidade.

Marcelo Zanga
Professor do Seminário Teológico da DSA
Universidade da União Peruana

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=396
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



NÚMEROS 33 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
11 de março de 2019, 0:55
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NÚMEROS 33 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
11 de março de 2019, 0:45
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Atenção para as palavras de A. W. Tozer: “Não leia somente os teus textos preferidos, nada como a Bíblia completa para fazer um cristão completo”.

Tomothy R. Ashley chama este capítulo de “Itinerário de viagem”. Tiremos lições importantes para nossa jornada espiritual…

Considere os três momentos destacáveis no capítulo em apreço:

1. PRESENTE: Diante do desafio de avançar e possuir a promessa, Moisés fez uma retrospectiva histórica à geração que sobreviveu ao deserto. Antes de prosseguir na jornada espiritual deve-se fixar e confirmar preciosas lições aprendidas com o passado (vs. 1-2). Faça este exercício!

2. PASSADO: Olhar no retrovisor da vida pode ser fundamental para avançar com fé rumo aos sublimes propósitos que Deus tem para nós. Deus, sabendo disso, relembrou aos israelitas os eventos desde a saída do Egito até aquele momento. “Quando os hebreus se aproximaram de Canaã, Moisés rememorou as fases da jornada. Cada fase era uma lembrança da guia de Deus […]. Esse registro marcou o nascimento de um povo prometido em caminho para a terra prometida. A mão de Deus podia ser vista em cada fase: os milagres da travessia do Mar Vermelho, a água que jorrou da rocha, a construção do tabernáculo e o maná diário; mas houve também advertências solenes na revolta de Corá e a praga das serpentes” (Frank Holbrook).

É certo que a vida nos ensina, mas o professor que está por trás é o próprio Deus; basta olhar nossa história com os olhos da fé e discernimento espiritual! (vs. 3-49).

3. FUTURO: Parados nas campinas de Moabe, à margem do Jordão, diante de Jericó, o povo de Deus recebe instruções de como avançar e o quê fazer:

• Expulsar toda a população que estiver na terra;
• Destruir todos os ídolos, deuses esculpidos e imagens fundidas;
• Derrubar os locais de adoração pagã;
• Não esquecer que Deus deu a promessa da terra;
• Distribuir a terra conforme o tamanho de cada tribo.

Sem eliminar cada influência de pecado, o que sobrar será farpas nos olhos e espinhos nos pés dos filhos de Deus (vs. 50-56).

Este pensamento encerra uma importante lição espiritual: “Nada temos a temer quanto ao futuro, a menos que nos esqueçamos como Deus tem nos conduzido no passado” (Ellen G. White).

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 33 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
11 de março de 2019, 0:30
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“Escreveu Moisés as suas saídas, caminhada após caminhada, conforme o mandado do Senhor…” (v.2).


Os anos passados no deserto foram registrados por Moisés a mando do Senhor. Cada caminhada ganhara um diário que guardaria lembrança para as futuras gerações. A história de Israel não cairia no esquecimento, mas passaria a compor os primeiros livros do Cânon Sagrado e deixaria à humanidade um legado de tirar o fôlego. Os relatos dos altos e baixos da nação eleita, ainda hoje, despertam o olhar crítico de quem não consegue conceber que o Deus do Novo Testamento é O mesmo dos antigos registros. Este pensamento, no entanto, lançaria por terra o evangelho contido dentro do mais famoso verso bíblico: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo.3:16).

Enquanto Israel prosseguia “caminhada após caminhada” (v.2), à cada experiência vivida, Deus preparava o Seu povo para o futuro. Tanto a morte de Arão quanto a notícia de que Israel se aproximava de Canaã, fez o coração dos filhos de Israel pulsar no desejo de logo encontrar descanso no lugar prometido. Contudo, não seria tão fácil a sua conquista. Precisavam desapossar os habitantes de Canaã a fim de desfrutar de suas moradas. Aqueles povos, à semelhança do Egito, receberam um prolongado tempo de graça que ignoraram para permanecer na prática da idolatria e da imoralidade. A promessa de paz seria condicional à obediência de Israel em livrar-se daquelas nações idólatras e de tudo o que envolvia sua falsa adoração.

Na fronteira da derradeira promessa, nossos olhos quase podem contemplar o Rei que Se aproxima. Não podemos nos prender nas derrotas e vitórias do passado, mas, sem dúvida, elas nos ajudam a olhar com esperança para o futuro. Os relatos de Israel, os arquivos da reforma protestante, os escritos dos pioneiros adventistas fazem parte de uma memorável coleção da atuação divina no meio do Seu povo. Em cada fase histórica, Deus tem agido pontualmente conforme a necessidade humana. Sua atuação no Antigo Testamento relata um período difícil de santificação e purificação de Israel, mas também o desejo de estender as bênçãos da salvação a todos os que se arrependessem e O buscassem de todo o coração, como foi com os habitantes de Nínive (Jn.3:10).

A ordem divina de não permitir a fusão do santo com o profano não ficou no passado, mas também será um dos sinais que fará a diferença “entre o que serve a Deus e o que não O serve” (Ml.3:18). Creio que a história de Israel deixa isso bem claro. Paulo reforçou este princípio, ao escrever: “Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniquidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas?” (2Co.6:14). Sigamos os passos de Jesus, que Se misturava com todos para curar e salvar, e não para comungar de seus pecados.

“Tendo, pois, ó amados, tais promessas, purifiquemo-nos de toda impureza, tanto da carne como do espírito, aperfeiçoando a nossa santidade no temor de Deus” (2Co.7:1).

Bom dia, separados para a vida eterna!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Números33 #RPSP

Comentário em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100



NÚMEROS 33 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
11 de março de 2019, 0:05
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1538 palavras

1-49 São alistados os inúmeros lugares (que perfazem o número significativo de 40 entre Ramessés e as campinas de Moabe) na experiência de Israel no deserto. Infelizmente, a maioria dos locais eram acampamentos no deserto, e não cidades com registros arqueológicos permanentes, de modo que é difícil serem localizados. … O fator numérico de 40 locais entre Ramessés e as campinas de Moabe faz supor alguma estilização da lista, o que ajuda a explicar os locais não incluídos. … em última análise, esse registro é um recital das bênçãos do Senhor sobre Seu povo durante o período prolongado das peregrinações no deserto. Embora certamente não destituída de importância geográfica, a listagem das etapas da experiência de Israel no deserto é fundamentalmente um documento religioso, uma litania do livramento por Deus do Seu povo. Bíblia de Estudo NVI Vida. [Litania “ou ladainha é uma forma de oração utilizada no culto cristão que consiste em uma série de preces organizada em curtas invocações alternadamente entre um solista e a assembleia”, Wikipedia].

Escreveu Moisés. O itinerário das viagens foi escrito por Moisés “conforme o mandado do Senhor”; esta é uma das muitas instâncias que nos dão a entender que os cinco livros de Moisés foram, realmente, documentos contemporâneos escritos pelo próprio punho de Moisés.  … o histórico das peregrinações no deserto é algo que a obediência teria evitado, 14.21-23. Bíblia Shedd.

Moisés registrou as jornadas dos israelitas do modo como Deus ordenou a ele, provendo um registro de seu progresso tanto espiritual como geográfico. Tem feito você progressos espirituais ultimamente? Registrar seus pensamentos de meditação a respeito de Deus e as lições que Ele lhe ensinou ao longo do tempo pode ser um auxílio para o crescimento espiritual. Um registro de sua peregrinação espiritual permitirá que você verifique o seu progresso e evite repetir velhos erros. Life Application Study Bible Kingsway.

O Senhor impôs castigo sobre os seus deuses (NVI) ao enviar as pragas. Veja a nota em Êx 10:22 para mais explicações [“À medida que cada tenebrosa praga se abatia sobre a terra, o povo egípcio percebia quão impotentes eram seus deuses para interrompê-las. Hapi, o deus do rio Nilo, não pôde evitar que suas águas se tornassem em sangue (7:20). Hathor, a deusa representada em forma de vaca, foi impotente em socorrer quando o gado do Egito morreu em grande quantidade (9:6). Amon-Ra, o deus-sol e o principal dos deuses egípcios não pôde interromper a misteriosa escuridão que cobriu a terra por três dias completos (10:21, 22). … Deus estava declarando aos hebreus e aos egípcios que somente ele é o Deus vivo e todo poderoso”]. Life Application Study Bible Kingsway.

Sucote. Quer dizer “Barracas”, as casas dos israelitas no decurso das suas peregrinações, ou seja, os “Tabernáculos”. Bíblia Shedd.

Migdol. Quer dizer “Torre”, na fronteira do Egito, o último obstáculo transposto, antes de chegarem ao Mar Vermelho. Bíblia Shedd.

Mara. Quer dizer “Amargo”, o lugar onde a água era impotável, Êx 15.22-27. Bíblia Shedd.

11 deserto de Sim. Não deve ser confundido com o deserto de Zim mencionado em Nm 13:21. CBASD-Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1030.

14 Refidim. Quer dizer “Expansões”, o primeiro dos dois lugares onde Moisés recebeu água da rocha, Êx 17.1-7. Veja Nm 20.2-13. Bíblia Shedd.

Refidim também foi o lugar do ataque dos amalequitas (ver com. de Êx 17:8-12; ver tb 1Sm 15:2), que inflidiram grandes perdas aos que ficavam para trás. CBASD, vol. 1, p. 1030.

15 Sinai. Foi ali que o povo recebeu os Dez Mandamentos. Bíblia Shedd.

16 Quibrote-Hataavá. Que dizer “Os Sepulcros da Concupiscência”, onde o apetite carnal dos israelitas superou o desejo de serem independentes e herdeiros da Terra Prometida. Nm 11.31-35. Bíblia Shedd.

Literalmente “as sepulturas de seus desejos” (ver Nm 11:34). Muitos morreram neste lugar por reclamar do maná. Também foi neste lugar que Deus derramou Seu espírito sobre os 70 anciãos. CBASD, vol. 1, p. 1030.

17 Hazerote. Ver a atitude invejosa de Miriã e Arão em relação a Moisés neste lugar (Nm 11:35; 12:1, 10). CBASD, vol. 1, p. 1030.

20 Libna. Provavelmente um acampamento que não ficava perto de nenhuma comunidade habitada. O radical da palavra significa “ser branco”, e o nome pode se dever a formações calcárias nas proximidades. CBASD, vol. 1, p. 1030.

35 Eziom-Geber. Ver Dt 2:8; 1Rs 9:26; 22:48; 2Cr 8:17; 20:36. Um porto para os barcos mercantes do rei Salomão, na extremidade norte do golfo de Áqaba [extremidade sul de Israel]. Hoje o local é conhecido como Tell el-Kheleifeh [próximo a Eilat]. CBASD, vol. 1, p. 1030.

36 Cades. Foi daqui que os espias saíram, Nm 11.31-35. Bíblia Shedd.

Ver Nm 20:1. Esta é Cades-Barneia, na fronteira com Canaã. CBASD, vol. 1, p. 1031.

Este capítulo lista Cades somente uma vez, apesar dos israelitas terem estado em lugares com este nome antes (13:26) e depois da peregrinação no ermo [wilderness, lugares desabitados]. Entre essas duas paradas se passaram 38 anos de peregrinação através de lugares não significantes, até que decorresse o tempo para que toda a velha geração morresse (Dt 2:1-3, 14). Andrews Study Bible.

39 A morte de Arão era tão importante que exigiu uma pausa na narrativa da marcha dos israelitas para a terra Prometida. Bíblia Shedd.

40 o cananeu, rei de Arade. Esta tribo consta como uma das sete nações pagãs que habitavam em Canaã, e este rei derrotado serve para representar todos aqueles que tentaram barrar o caminho dos israelitas para Canaã, dos quais alguns se descrevem em Nm 21. Bíblia Shedd.

49 e acamparam-se junto ao Jordão. Finalmente, o povo de Israel estava mobilizado ao longo da fronteira natural de Canaã, o rio que deveria atravessar. … É interessante que a marcha descrita nos vs 5-49 … deixa de mencionar os quarenta anos de desobediência durante os quais o povo ficou no deserto até a morte de uma geração. Bíblia Shedd.

50-53 Deus disse a Moisés que antes dos israelitas se estabelecerem na terra prometida eles deveriam expulsar os ímpios habitantes e destruir seus ídolos. Em Colossenses 3, Paulo nos encoraja a viver como cristãos do mesmo modo: livrando-nos do nosso antigo modo de vida e mover em frente em nossa vida de obediência a Deus e fé em Jesus Cristo. Como os israelitas tomando posse da terra prometida, podemos destruir a impiedade em nossas vidas ou podemos nos acomodar com ela e viver com ela. Para entrar e tomar posse da nova terra, devemos expulsar de nossas vidas as práticas e pensamentos pecaminosos. Life Application Study Bible Kingsway.

52 desapossareis. Não se deveria permitir que os antigos habitantes permanecessem na terra, pois eram devotos à idolatria e corromperiam Israel (ver Êx 23:33; Dt 20:16-18). CBASD, vol. 1, p. 1031.

expulsem da frente de vocês todos os habitantes da terra … Destruam todas as suas imagens … ídolos (NVI). O que Israel realizara na guerra contra os midianitas (cap. 31) devia agora ser estendido a todos os habitantes de Canaã. de especial importância era a ordem de destruir todos os símbolos do sistema religioso pagão dos cananeus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

pedras com figuras. Pode ser uma referência às figuras talhadas nos pilares dentro dos templos a ídolos, como é comum na Índia hoje. CBASD, vol. 1, p. 1031.

ídolos. Ou, “altos” (ARC). Nesse caso, seria uma referência aos santuários e altares pagãos construídos nos morros e colinas. CBASD, vol. 1, p. 1031.

56 farei a vós outros como pensei fazer-lhes a eles. Isto quer dizer que os cananitas induziriam os israelitas à apostasia de modo que incorreriam em condenação divina similar (como descrito no cap. 25 e no livro dos Juízes). Andrews Study Bible.

Na verdade, os habitantes idólatras de Canaã nunca foram exterminados por completo. Sua negativa influência continuou ao longo de toda a história de Israel, que por isso enfrentou os juízos de Deus (ver Jz 3:8, 14; 6:2). CBASD, vol. 1, p. 1031.

“As instruções de Deus para seu povo escolhido eram que eles livrassem a terra prometida de TODOS os seus habitantes e destruíssem TODA a sua idolatria. Deus não disse para expulsar alguns dos habitantes e destruir alguns dos ídolos. Suas instruções eram precisas e diretas. Livrem-se de tudo!

“A não observância das instruções explícitas de Deus resultaria em problemas futuros. Ele disse isso bem antes que acontecesse. ‘Se vocês não expulsarem os habitantes da terra e permitirem que alguns vivam com vocês, eles vão lhe causar problemas intermináveis e vão afastá-los de mim. Eles vão ser tão irritantes para vocês quanto uma farpa no seu olho e um espinho no seu lado'(Núm. 33:55, versão Clear Word).

“Deus não se satisfaz com uma atitude dividida, laodiceana. Sua tolerância ao pecado é zero. Não existe meio-termo entre o certo e o errado: ou escolhemos pecar, ou escolhemos não pecar. ‘Não podemos pertencer metade ao Senhor e metade ao mundo. Não somos filhos de Deus a menos que o sejamos totalmente’ (Caminho a Cristo, p. 44). No final, quando Deus erradicar o pecado, Ele vai fazê-lo com a mesma atitude expressa aqui em Números 33. Seu processo de limpeza será completo; nem mesmo uma pequena percentagem do pecado permanecerá. “Para o pecado, onde quer que se encontre, ‘nosso Deus é um fogo consumidor’. Heb. 12:29. O Espírito de Deus consumirá pecado em todos quantos se submeterem a Seu poder. Se os homens, porém, se apegarem ao pecado, ficarão com ele identificados. Então a glória de Deus, que destrói o pecado, tem que destruí-los” (O Desejado de Todas as Nações, p. 107). Estas palavras dirigidas a nós expressam o mesmo sentimento que Deus demonstrou ao seu povo escolhido em Números 33.

As palavras empregadas neste capítulo não podem ser mal entendidas ou mal interpretadas”. Fred Knopper, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2012/09/13/ (acessado em 07/12/2015).

 



NÚMEROS 33 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
11 de março de 2019, 0:05
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NÚMEROS 32 by Jeferson Quimelli
10 de março de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/numeros/nm-capitulo-32/

Este capítulo apresenta significativas lições acerca da importância de se manter a unidade e a habilidade de resolver conflitos por meio da comunicação direta e franca. As tribos de Rúben e Gade tinham uma imensa quantidade de gado e, assim, fizeram um pedido que gerou um momento de tensão junto ao seu líder Moisés. “Se podemos contar com o favor de vocês”, disseram eles, ”(V. 5 NVI). Moisés interpretou este pedido como um ato de deslealdade e covardia (vs. 6-14).

Felizmente, os líderes das tribos de Gade e Manassés reconheceram que precisavam esclarecer seus motivos para responder às objeções e medos de Moisés. Este esclarecimento cumpriu seu objetivo. Moisés aceitou a proposta e enfatizou a importância de cumprir o compromisso assumido de ajudar militarmente as demais tribos a conquistarem o território delas. Desta forma, uma situação que parecia colocar em risco a unidade do povo foi resolvida pela atitude amigável das tribos de Gade e Manassés. Moisés teve a sabedoria de ouvir as explicações e depois avaliar a situação de uma perspectiva mais ampla. Hoje também podemos resolver muitas situações estressantes seguindo o bom exemplo de Moisés.

Walter Alaña
Reitor do Seminário Teológico Adventista
Universidade da União Peruana

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=395
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



NÚMEROS 32 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
10 de março de 2019, 0:55
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