Reavivados por Sua Palavra


I TESSALONICENSES 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
27 de julho de 2018, 0:45
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I TESSALONICENSES 1 – A existência do cristão deve girar em torno de Jesus e Seu retorno. A mensagem do evangelho deve estar vinculada à promessa de Cristo que se cumprirá no fim dos tempos.

“Paulo e sua equipe evangelizadora haviam chegado a Tessalônica para transtornar a cidade com a mensagem do evangelho durante sua segunda viagem missionária… (At 17:6). Paulo esteve em Tessalônica entre novembro do ano 50 e fevereiro de 51. Posteriormente, estando em Corinto, envia suas cartas aos tessalonicenses por volta de 50-51. Paulo prega, fundamentando-se nas Escrituras (At 17:2), que Jesus, a quem eu os anuncio (At 17:3), não outro diferente (1Co 11:3), é o Cristo. Paulo ensinou aos tessalonicenses todas as fases do ministério de Jesus, enfatizando que Ele era o Cristo, o Rei que logo regressaria (At 17:7)” (Raúl Quiroga).

Paulo evangelizou Tessalônica sustentado financeiramente pelas ofertas dos filipenses (Filipenese 4:16). Precisou sair fugido devido à ferrenha oposição; mas, não desistiu dos seus habitantes, por isso escreveu cartas. O primeiro capítulo da primeira carta de Paulo aos tessalonicenses oferece-nos os seguintes pontos:

• Quando as pessoas aceitam o evangelho, Deus as preparará para algo muito especial – tal grupo eclesiástico recebe elogio apostólico (vs. 1-5);
• Ao permitirem que a Palavra de Deus penetre no coração, as pessoas terão seu comportamento transformado e suas emoções elevadas, ainda que surjam desafios acirrados (vs. 5-6);
• O milagre da transformação resultante da aceitação do sacrifício de Cristo impacta a muita gente, influencia muitas igrejas e alcança muitos perdidos para Cristo (vs. 7-10).

Esta carta inspiram-nos ao reavivamento! “É nossa concepção de futuro que dá forma ao presente, que define os contornos e o tom de ações e pensamentos nossos durante o dia. Se nosso senso de futuro é fraco, temos uma vida marcada pela indiferença. Boa parte das doenças emocionais e mentais e dos suicídios ocorre entre pessoas que sentem que ‘não têm futuro’. A fé cristã sempre foi caracterizada por um forte senso de futuro, sendo o exemplo mais notório a crença na segunda vinda de Jesus… Para o cristão, essa é a questão mais importante com relação ao que se crê e sabe a respeito do futuro” (Eugene Peterson).

O foco do presente deve ser preparar-se para a vida futura com Jesus. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



I TESSALONICENSES 1 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
27 de julho de 2018, 0:30
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“Com efeito, vos tornastes imitadores nossos e do Senhor, tendo recebido a palavra, posto que em meio de muita tribulação, com alegria do Espírito Santo” (v.6).


A primeira epístola de Paulo aos tessalonicenses apresenta uma igreja aparentemente sólida e unida em amor. Ele, Silvano (outro nome dado a Silas) e Timóteo foram os precursores do evangelho naquele lugar, e os aspectos que recordavam daquela igreja enchia-lhes o coração de alegria: “da operosidade da vossa fé, da abnegação do vosso amor e da firmeza da vossa esperança em nosso Senhor Jesus Cristo” (v.3). Era uma igreja que possuía fé prática, amor altruísta e firme esperança em Cristo Jesus. Mesmo “em meio de muita tribulação”, a igreja de Tessalônica recebeu a palavra “com alegria do Espírito Santo” (v.6), de sorte que “por toda parte se divulgou a [sua] fé para com Deus” (v.8). E, “deixando os ídolos”, se converteram ao Senhor, para servirem “o Deus vivo e verdadeiro” (v.9).

O testemunho desta igreja, sem dúvida, teve uma grande repercussão e foi de suma importância para a igreja primitiva. Mas ele deve continuar fazendo a diferença, hoje, em nossa vida. Mesmo sendo um capítulo curto, nos apresenta lições grandiosas. Percebam que Paulo não atribuiu título algum ao seu nome, o que dá a entender que aquela igreja tinha profundo respeito pelo ministério paulino e o reconhecia como apóstolo de Cristo. Foi uma igreja que o acolheu e que recebeu a mensagem com amor a despeito do que tiveram conhecimento sobre os filipenses (1Ts 2:2). A despeito do mau testemunho de uns, se tornaram “o modelo para todos os crentes” (v.7), sendo imitadores de líderes consagrados e imitadores do próprio Senhor (v.6).

Influência gera influência. Diante desta verdade, temos influenciado esta geração ou estamos sendo influenciados por ela? Qual tem sido o nosso papel em um mundo onde a mídia tem ditado as regras? Como cristãos, temos vivido uma fé operante, um amor altruísta e uma sólida esperança em Cristo? Tem o mundo nos reconhecido como “amados de Deus” (v.4)? Porque o evangelho não é pregado “tão somente em palavra”, mas em procedimento “e por amor” (v.5). Nossas ações e reações têm um poder de influência bem maior do que aquilo que falamos. As pessoas que estão ao nosso redor, não estão sedentas por discursos de autoajuda, mas por “ler” a Palavra de Deus na vida de alguém. Permita que o Espírito Santo lhe torne um filho amado de Deus digno de ser imitado, não por méritos pessoais, mas pelos méritos de Jesus inscritos em sua vida.

Nós fomos eleitos pelo Céu para um propósito grandioso: revelar em nossa vida o caráter de Cristo. E este propósito só terá êxito quando permitirmos que a nossa natureza carnal e corrupta morra dia após dia e, “em poder, no Espírito Santo” (v.5), nos tornemos semelhantes Àquele que nos chamou para brilhar a Sua luz. A igreja de Tessalônica compreendeu e viveu este chamado. Mas assim como Paulo não cessava de orar por ela e de exortá-la a continuar “progredindo cada vez mais” (1Ts 4:1), precisamos perseverar na oração de uns para com os outros e buscar na comunhão com Deus este progresso que só será completado por Ele quando “dos céus o Seu Filho” regressar (v.10).

Todos os dias, nos apeguemos a “Jesus, que nos livra da ira vindoura” (v.10), e busquemos em Sua Palavra a sabedoria necessária para vivermos como Ele viveu.

Bom dia, imitadores de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #1Tessalonicenses1 #RPSP



I TESSALONICENSES 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
27 de julho de 2018, 0:20
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336 palavras

4 Eleição. O apóstolo não fala de qualquer eleição absoluta da igreja tessalonicense como um todo, o que é confirmado pela expressão posterior de temor de que alguns deles caíssem em tentação e o trabalho fosse em vão (1Ts 3:5; sobre eleição e predestinação, ver com. de Jo 3:17-19; Rm 8:29; 9:11; 11:5; Ef 1:4-14; 3:11). Em nenhuma parte das Escrituras há qualquer justificativa para a doutrina de que Deus predestinou alguns indivíduos para a vida eterna, com a revoltante conclusão de que Ele predestinou o restante da humanidade para a destruição eterna. A verdadeira doutrina bíblica sobre eleição envolve as vontades divina e humana. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 226, 227.

6 Imitadores … do Senhor. Paulo não deixou os tessalonicenses apenas com um exemplo humano. Ele também os ajudou a se tornarem imitadores do Senhor. Essa era a política consistente do apóstolo (cf. 1Co 11:1); assim, quando ausente, os tessalonicenses conseguiam manter os olhos fixos em Cristo, o exemplo perfeito. CBASD, vol. 7, p. 227.

7 Macedônia e Acaia. Duas províncias em que toda a Grécia estava dividida quando foi dominada pelo jugo romano em 146 a.C. (ver vol. 6, mapa, p. 19). O testemunho de Paulo mostra a amplitude da influência dos fiéis tessalonicenses entre os companheiros cristãos. CBASD, vol. 7, p. 228.

10 Para aguardardes dos céus … Jesus. Ver com. de Fp 3:20. O alvo da vida dos conversos de Paulo era duplo: servir a Deus e aguardar o retorno de Cristo. Nesta epístola, o apóstolo enfatiza constantemente a grande doutrina da segunda vinda de nosso Senhor (1Ts 1:10; 2:19; 3:13; 4:13-18; 5:23). …  Eles viviam na expectativa do retorno do Senhor. Não era uma espera ociosa, de qualquer forma, porque combinavam o serviço e a espera. Os tessalonicenses eram tão ardentes na esperança de um rápido livramento das perseguições pela gloriosa intervenção do Senhor, que temiam que a morte privasse qualquer um deles da grande alegria de encontrá-Lo pessoalmente (cf. AA, 258). CBASD, vol. 7, p. 228, 229.

[Jesus,] Que nos livra [da ira vindoura]. Ou melhor, “está livrando”. Ao passo que o ato vital de livramento foi realizado no Calvário, o processo de livramento é contínuo e será finalizado apenas na segunda vinda de Cristo, quando os que aceitaram a ministração do Salvador estarão salvos para sempre do domínio do pecado (cf. com. de Mt 1:21; Rm 11:26). CBASD, vol. 7, p. 229.



 I TESSALONICENSES 1 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA  by Maria Eduarda
27 de julho de 2018, 0:10
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COLOSSENSES 4 by Jeferson Quimelli
26 de julho de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/colossenses/cl-capitulo-4/

No fechamento de sua epístola aos crentes de Colossos, torna-se claro o que é mais importante para Paulo – ele deseja que Cristo seja revelado a outros.

Ele pede aos Colossenses para que orem a fim de que portas sejam abertas para ele continuar a ter a oportunidade de compartilhar o mistério de Cristo (v. 3). Ele deseja falar as verdades ocultas de Cristo de uma forma compreensível para que os outros as compreendam (v. 4). Paulo também encoraja os crentes de Colossos a interagir sempre com os outros de uma forma que revele a graça de Cristo e a conduzirem suas vidas de uma forma que mostre a sabedoria do modo de vida cristão (v. 5-6). Cristo deve ser revelado, seja pelas palavras ou ações.

Logo antes de suas palavras finais, Paulo pede aos colossenses que leiam a carta perante toda a igreja e a compartilhem com outro grupo nas proximidades, a igreja de Laodicéia (v. 16).

Paulo encerra sua epístola pedindo aos fiéis que se lembrem das correntes que ele usava por causa de seu grande desejo de viver para o que era mais importante para ele – tornar Cristo conhecido (vs. 3, 18).

Kenneth Norton
Presidente da Missao Guam – Micronesia

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1357
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/05/02
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados26-07-2018.mp3



COLOSSENSES 4 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
26 de julho de 2018, 0:55
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COLOSSENSES 4 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
26 de julho de 2018, 0:45
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COLOSSENSES 4 – Há muita gente trabalhando para Deus conforme os padrões mundanos, seculares, desprovidos de espiritualidade. Inclusive líderes eclesiásticos aderem filosofias empresariais para administrar a igreja que é de Deus e não deles.

Certamente, Cristo, além de ser central na existência de cada cristão, deve estar em cada canto da periferia da nossa vida. Cristo é tudo, ou não será nada para um indivíduo.

“A religião de Cristo significa mais que o perdão dos pecados; significa remover nossos pecados e encher o vácuo com as graças do Espírito Santo. Significa iluminação divina e regozijo em Deus. Significa um coração despojado do próprio eu e abençoado pela presença de Cristo. Quando Cristo reina na alma há pureza e libertação do pecado. A glória, a plenitude, a perfeição do plano do evangelho são cumpridas na vida”.

Incrível como muitos descartam isso de suas proposições. Ellen G. White continua desafiando nosso cristianismo morno e morto: “A aceitação do Salvador traz perfeita paz, perfeito amor, segurança perfeita. A beleza e a fragrância do caráter de Cristo manifestadas na vida, testificam de que em verdade Deus enviou Seu Filho ao mundo para o salvar”.

As últimas palavras de Paulo aos crentes de Colossos são importantes. Pelo envio de Tíquico e Onésimo como elos entre ele (Paulo) e os crentes distantes revela o caráter amoroso e atencioso do apóstolo (vs. 7-9), assim como sua saudação e bênção pessoal e a sugestão da leitura de sua carta em outras comunidades religiosas (vs. 10-18).

A mensagem dos versículos 2-6 merece atenção:

• Os crentes não precisam receber incentivo para orar, subentende-se que já o fazem. O que precisam é de incentivo à perseverança e orientação quanto à vigilância espiritual (v. 2);
• Mesmo impossibilitado, o cristão precisa almejar a possibilidade de pregar a Palavra de Deus; para isso, é preciso, como Paulo, solicitar apoio através da oração, não apenas para pregar, mas também para saber como proceder (vs. 3-4);
• Os membros da igreja devem ser desafiados a portar-se com sabedoria e aproveitar as oportunidades para alcançar os de fora para Cristo. Para isso, nunca se deve usar palavras desagradáveis e desequilibradas (vs. 5-6).

A Palavra de Deus precisa ser proclamada através de nossas palavras e conduta, sem divorciar o que dizemos do que fazemos! – Heber Toth Armí.



COLOSSENSES 4 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
26 de julho de 2018, 0:30
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“Perseverai na oração, vigiando com ações de graças” (v.2).


As palavras finais de Paulo em cada uma de suas epístolas são sempre carregadas de ternos afetos e de saudações a pessoas específicas. Em todas as suas cartas ele também enfatiza a importância de uma vida de oração e da prudência que necessitamos ter na obra do Senhor. No versículo cinco, Paulo estabeleceu um princípio fundamental para o evangelismo público: “Portai-vos com sabedoria para com os que são de fora; aproveitai as oportunidades”. Em espírito de oração, precisamos clamar a Deus por sabedoria para que a nossa vida seja sempre um benefício para o nosso próximo. Jesus era uma pessoa agradável e simples, que facilmente sentava nos banquetes dos ricos e também compartilhava das humildes refeições dos pobres. Todos os dias o Seu primeiro encontro era com o Pai, para que do Céu recebesse sabedoria suficiente em prol do ministério de amar para salvar.

O cristão não é alguém desagradável cuja presença provoca aversão. Nem tampouco é influenciável, moldando-se conforme o ambiente. Jesus comia com pecadores, mas não comungava de seus pecados. Alguns fariseus e escribas O seguiam, mas Ele não Se tornava como eles para conquistá-los. Jesus simplesmente fazia a vontade de Deus enquanto Sua vida era um constante convite: “Segue-Me!” Cristo aproveitava cada oportunidade que surgia. Para a mulher samaritana, Ele foi o Homem sedento. Para a mulher adúltera, o Juiz compassivo. Para Nicodemos, o Mestre noturno. Para as multidões famintas, o “Master Chef” do deserto. Para Zaqueu, o Conselheiro de finanças. Jesus sabia exatamente como deveria “responder a cada um” (v.6), e esta mesma sabedoria está à nossa disposição, basta pedirmos: “Se, porém, algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e nada lhes impropera; e ser-lhe-á concedida” (Tg 1:5).

A oração intercessora nos livra do egoísmo e enche o nosso coração de sincero interesse pelo bem estar e salvação de nossos semelhantes. Ela também nos prepara para o serviço missionário, nos concedendo “sabedoria para com os que são de fora” (v.5). Uma vida de fé em constante comunicação com Deus, por meio da oração e do cuidadoso estudo das Escrituras, fará também as obras que Cristo fez “e outras maiores fará” (Jo 14:12). Foi após dez dias de constante oração que os discípulos receberam a aguardada promessa do Espírito Santo e iniciaram um ministério de largo alcance. Este é o momento sobremodo oportuno para nos esforçarmos “continuamente… nas orações” de uns para com os outros, a fim de que sejamos conservados “perfeitos e plenamente convictos em toda a vontade de Deus” (v.12).

Portanto, “atenta para o ministério que recebeste no Senhor, para o cumprires” (v.17). Assim como Paulo pediu para que seus irmãos lembrassem de suas algemas (v.18), peço, meus irmãos, que nos lembremos uns dos outros. Cada um de nós passamos por lutas e “algemas” diferentes e necessitamos das orações e do afeto uns dos outros. Amo e oro por vocês todos os dias. Lembrem de mim e de minha família em vossas orações também.

A graça seja convosco” (v.18).

Bom dia, intercessores perseverantes!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Colossenses4 #RPSP



COLOSSENSES 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
26 de julho de 2018, 0:20
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Vigiando. A admoestação do apóstolo enfatiza a necessidade de vigilância no ato de orar. Devemos manter a atenção constantemente para que o adversário não nos distraia, bem como para que não percamos a atitude de vigilância e enfraqueçamos. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 213.
Que Deus nos abra porta à palavra. Uma porta para a pregação. … As oportunidades de pregar o evangelho são consideradas como portas completamente abertas para o pregador passar através delas com as boas-novas. Paulo desejava ser libertado porque a pregação do evangelho estava oculta por causa de seu cativeiro. CBASD, vol. 7, p. 213.
Temperada com sal. O sal torna o alimento palatável. … Quando o cristão abre a boca devem abundar palavras edificantes, agraváveis e de auxílio ao próximo. CBASD, vol. 7, p. 214.
10 Prisioneiro comigo. Alguns imaginam que Aristarco decidiu voluntariamente compartilhar os desconfortos do encarceramento de Paulo para cuidar das necessidades dele, prática alegada por alguns como permitida pelos romanos. CBASD, vol. 7, p. 215.
11 Da circuncisão. Isto é, judeus. … cristãos judeus [judeus que haviam se convertido ao cristianismo]. CBASD, vol. 7, p. 215.
12 Perfeitos e plenamente convictos. É considerado perfeito pelo Céu o cristão que, pela graça, alcançou a meta de cada estágio de seu crescente conhecimento e experiência (ver com. de Mt 5:48). CBASD, vol. 7, p. 216.
14 Demas. Demas permaneceu leal aqui, no entanto mais tarde, a situação mudou. Durante o segundo aprisionamento, Paulo lamentou: “Demas, tendo amado o presente século, me abandonou” (2Tm 4:10). CBASD, vol. 7, p. 216.
16 E a dos de Laodiceia. Muitos sustentam a teoria de que a carta aos Efésios é mencionada aqui. Paulo escreveu aos efésios aproximadamente na mesma época em que escreveu aos colossenses, talvez até no mesmo dia. … No entanto, é apenas conjectura (sobre o problema da autoria de Efésios, ver vol. 6, p. 1101, 1102). CBASD, vol. 7, p. 216.
18 Lembrai-vos de minhas algemas. Eles [os colossenses] deveriam perceber que Paulo, apesar de algemado na prisão, ainda se preocupava com eles. Os colossenses sentiriam, uma vez mais, a afeição do apóstolo e a intercessão a favor deles. CBASD, vol. 7, p. 217.


COLOSSENSES 4 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
26 de julho de 2018, 0:00
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