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659 palavras
1 Tenazmente nos assedia. Ou, “facilmente nos distrai”. Alguns sugerem que “agarrar fortemente” pode ter sido o sentido original. Por mais que um pecado nos detenha e por mais doloroso que seja o processo de separação, ele deve ser deixado para trás, uma vez que a vitória na corrida da vida é o alvo a ser atingido. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 523.
3 Para que não vos fatigueis. Um olhar sobre o fardo que Cristo levou fará nossos fardos parecerem comparativamente leves (Mt 11:28-30). Se olharmos para Jesus e considerarmos o que Ele suportou, as dificuldades e decepções serão suportadas mais facilmente. CBASD, vol. 7, p. 525.
4 Não tendes resistido até ao sangue. Ou seja, até a morte. Aqui, a metáfora dos v. 1 e 2 muda um pouco. O cristão ainda está na arena com a figurativa “nuvem de testemunhas” olhando fixamente para ele; então, ele é confrontado por um oponente que espera envolvê-lo num combate mortal. O cristão ainda não experimentou tudo o que o mal pode fazer contra ele, nem deve pensar que está sofrendo mais na sua luta contra o pecado do que Deus pode legitimamente esperar dele (l Co 10:13). No entanto, desembaraçando-se do pecado que o assedia, ele é chamado a resistir à tentação com toda a firmeza resoluta que empregaria para enfrentar um antagonista em uma batalha fatal. CBASD, vol. 7, p. 525.
6 Açoita. Deus administra toda disciplina necessária para a formação do caráter, ou permite experiências que alcancem esse objetivo. No entanto, a declaração não deve ser lida literalmente, como se Deus pessoalmente ou diretamente autorizasse ou ordenasse o sofrimento e a tristeza que acompanham as experiências disciplinares. CBASD, vol. 7, p. 526.
10 Participantes da Sua santidade. O objetivo de toda disciplina divina é a transformação do caráter. A meta é a perfeição (Mt 5:48). CBASD, vol. 7, p. 527.
14 Santificação. Só os puros de coração podem esperar ver a Deus (Hb 5:8). CBASD, vol. 7, p. 529.
17 Não achou lugar de arrependimento. Os longos anos vivendo apenas para as atividades terrenas privaram Esaú da capacidade de suportar as mais pesadas responsabilidades da vida. Por escolha própria, sua mente e seu caráter se tornaram incorrigíveis. O autor de Hebreus não está sugerindo que Esaú realmente desejou se arrepender de seus maus caminhos, mas simplesmente que se arrependeu de ter vendido o direito de primogenitura. Desejou tê-lo de volta, mas percebeu que a situação era irrevogável. Ele o havia perdido para sempre. Nenhum ato arbitrário de Deus impediu Esaú de receber a herança que normalmente teria sido dele. Seu próprio caráter o incapacitou para tais privilégios e responsabilidades. CBASD, vol. 7, p. 529.
Com lágrimas. Quando Esaú percebeu o que havia perdido, “bradou com profundo amargor” (Gn 27:34). CBASD, vol. 7, p. 529.
21 De tal modo era horrível. A ênfase está na imponência do que foi visto e ouvido, principalmente a voz de Deus. Face a face com o Legislador e Juiz de toda a Terra, o povo experimentou algo do “temor do Senhor” (2Co 5:11). A promulgação da lei no Sinai foi seguida por impressionante exposição do poder e da majestade de Deus. Nunca antes nem depois o mundo presenciou algo que inspirasse tanto medo. CBASD, vol. 7, p. 530.
23 Igreja dos primogênitos. Uma referência aos cristãos renascidos, ou toda a igreja invisível. CBASD, vol. 7, p. 530.
Arrolados nos céus. Ou, “gravados no Céu”, isto é, no Livro da Vida do Cordeiro (Ap 3:5). CBASD, vol. 7, p. 530.
Justos aperfeiçoados. Estes são os cristãos amadurecidos. CBASD, vol. 7, p. 530.
27 Coisas abaladas. Ou seja, que podem ser abaladas. O pecado e todas as suas obras serão “abalados”. O presente mundo com tudo que nele há vai passar. CBASD, vol. 7, p. 531.
Coisas que não são abaladas. Ou seja, o “reino inabalável”, incluindo todos os “justos aperfeiçoados”. CBASD, vol. 7, p. 531.
Permaneçam. Quando a voz de Deus sacudir novamente o céu e a terra, só o que é reto, puro e verdadeiro permanecerá. CBASD, vol. 7, p. 531.
29 Fogo consumidor. Isto foi demonstrado no monte Sinai (Êx 24:17). O fogo do dia final destruirá tudo o que estiver contaminado pelo pecado (2Pe 3:7, 10-12). CBASD, vol. 7, p. 532.
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/hebreus/hb-capitulo-11-2/
O capítulo 11 fornece a evidência para a afirmação no capítulo 10 de que o “justo viverá pela fé”, fornecendo uma impressionante lista de exemplos de pessoas de fé da história de Israel.
A estrutura retórica deste capítulo também tem uma poderosa surpresa para nós. A repetição da frase “pela fé Abel…”, “pela fé Enoque…”, “pela fé Noé…”, etc, cria um ritmo que culmina no vs. 31: “Pela fé a prostituta Raabe,…”
“Você está falando sério? Você quer dizer que Raabe, a prostituta, é o clímax do capítulo acima de Enoque, Abraão e Moisés?” Sim, e eu amo isso. A confissão de fé de Raabe em Josué 2:10-11 é uma das mais belas nas Escrituras. Acredito, porém, que Raabe foi escolhida por outra razão. Raabe separou-se de uma geração sem fé, desobediente, que seria destruída. Ela não viu as pragas do Egito, nem o Mar Vermelho se abrir, ou a coluna de fogo, ou a água que fluiu a partir da rocha. Ela simplesmente ouviu e acreditou.
Podemos não ter visto ou experimentado os milagres poderosos de Jesus, mas somos convidados a acreditar e ter vida.
Felix H. Cortez
Universidade Andrews
Estados Unidos
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1390
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/06/05
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Gisele Quimelli e Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosB/Reavivados28-08-2018.mp3
Áudio online [voz Valesca Conty]:
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HEBREUS 11 – Ao ser estudado, o livro de Hebreus deve avivar a nossa fé. Observe a sequência elaborada por Merrill F. Unger para entender a razão pela qual este livro tem essa função:
• A superioridade do Filho sobre os profetas e os anjos (1:1-2:18);
• A superioridade do Filho sobre Moisés e Josué (3:1-4:16);
• A superioridade do sacerdócio de Cristo (5:1-8:5);
• A superioridade da nova aliança sobre a antiga aliança (8:6-10:39);
• A superioridade da fé (11:1-13:25).
Tudo o que foi visto até o capítulo 10 de Hebreus deve estimular a fé do leitor, essa é a mensagem do capítulo 11. Ou seja, a fé do capítulo 11 não está isolada das doutrinas e ensinamentos dos capítulos 1-10. “O autor começa com uma definição de fé: ‘É a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não veem (11:1). Em seguida, relaciona exemplo do AT daquilo que essa fé torna possível (11:2)”, destaca Tesfaye Kassa; e, então, sintetiza:
1. A fé vê aquilo que outros não conseguem enxergar (vs. 3-4);
2. A fé permite que os fiéis…
• …andem com Deus (vs. 5-6);
• …antevejam perigo e destruição (v. 7);
• …obedeçam a Deus quando não conhecem o caminho (vs. 8-10);
• …recebam a promessa de Deus em situações impossíveis (vs. 11-12);
• …perseverem mesmo quando a promessa não se cumpre de imediato (vs. 13-16);
• …sacrifiquem a promessa (vs. 17-19);
• …reconheçam e transmitam a bênção de Deus (vs. 20-22);
• …corram riscos (v. 23);
• …recusem os prazeres deste mundo (vs. 24-28);
• …superem o medo e outras barreiras (vs. 29-31);
• …suportem muitas outras dificuldades (vs. 32-39).
Nem nós nem os crentes do Antigo Testamento tivemos o cumprimento pleno da promessa (vs. 39-40). O destino do fiel é o céu, a Pátria Superior/Melhor. Conquanto, não devemos desanimar-nos; devemos avançar como aqueles que viveram antes do cumprimento das promessas messiânicas.
E, temos maiores motivos para isso:
• Jesus cumpriu as promessas da primeira vinda, assumiu o ministério no Santuário Celestial e intercede em nosso favor;
• A Bíblia que temos está completa, muitos deles não tinham todo o Antigo Testamento e nenhum deles tinha o Novo Testamento;
• Temos os fiéis do passado como inventivo, o testemunho deles nos motiva a enfrentar as dificuldades sabendo, pela fé, que temos destino garantido.
Portanto, precisamos reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.
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“Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não veem” (v.1).
Falar de fé é um desafio devido a natureza particular deste dom. Por mais que tenha se tornado uma palavra de uso comum e uma expressão de motivação, a fé bíblica envolve não somente um estereótipo social, mas compromisso e ação. Conforme o versículo acima, “esta fé é o alicerce sólido que sustenta qualquer coisa que faça a vida digna de ser vivida” (Bíblia A Mensagem); é a esperança viva, é crer para ver. Fé não se explica, fé se experimenta. E foi com base em experiências que este capítulo foi composto. Experiências que comprovam a base da fé: confiança no poder de Deus.
Se fizermos uma pesquisa pública perguntando se as pessoas confiam em Deus, certamente, entre o público cristão, teremos um percentual de praticamente 100% de respostas positivas. No entanto, o estudo de Hebreus 11 nos fornece informações suficientes para concluirmos que nem todos que afirmam confiar em Deus, de fato confiam. Ter fé em Deus inclui confiança plena em Seus propósitos, mesmo que estes sejam contrários às expectativas pessoais e à opinião geral. O autor relata, por exemplo, a experiência de Noé, que, “sendo temente a Deus, aparelhou uma arca para a salvação de sua casa” (v.7), contrariando todo o mundo antediluviano, que o taxou de fanático e de louco. Abraão deixou a sua terra e a casa de seu pai para ir a um lugar que ele não conhecia. Sem falar no “disparate” de caminhar três dias até um monte para sacrificar o próprio filho. Atitudes que, aos olhos humanos, são difíceis de se conceber, mas que foram reais e impactaram a história deste mundo.
“De fato, sem fé é impossível agradar a Deus” (v.6). Porque a fé não é algo que se professa da boca para fora, mas que se consuma em atos de um verdadeiro adorador. “Pois, pela fé, os antigos obtiveram bom testemunho” (v.2). Suas vidas deixaram um legado de fé nas promessas eternas, “confessando que eram estrangeiros e peregrinos sobre a terra” (v.13). Quantos, hoje, estão dispostos a abandonar suas aspirações pessoais e egoístas para se render à vontade de Deus? Quantos, “agora, aspiram a uma pátria superior, isto é, celestial” (v.16)? Quantos de nós teríamos a coragem de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, de permanecer em pé enquanto o mundo se prostra perante à falsa adoração? Ah, amados, fé não se trata de uma confissão de palavras, mas de atitudes.
Percebem que a obediência é o resultado da fé? Pela fé, Abel obedeceu. Pela fé, Enoque foi obediente. Pela fé, “fez Noé, consoante a tudo o que Deus lhe ordenara” (Gn 6:22). Pela fé, “Abraão, quando chamado, obedeceu” (v.8). Pela fé, Moisés obedeceu, permanecendo “firme como quem vê Aquele que é invisível” (v.27). Pela fé, Israel continuou marchando, atravessando “o mar Vermelho como por terra seca” (v.29). “Pela fé, Raabe, a meretriz, não foi destruída com os desobedientes, porque acolheu em paz aos espias” (v.31). Pela fé, homens e mulheres de Deus “dos quais o mundo não era digno” (v.38) “obtiveram bom testemunho por sua fé”, não obtendo, “contudo, a concretização da promessa” (v.39). Eles “morreram na fé” (v.13), aguardando “a cidade que tem fundamentos, da qual Deus é o arquiteto e edificador” (v.10). Suas vidas manifestavam “estar procurando uma pátria” (v.14). “Por isso, Deus não Se envergonha deles, de ser chamado o seu Deus, porquanto lhes preparou uma cidade” (v.16).
Deus tem um lugar preparado para todos os “que O buscam” (v.6). A obediência é tão somente o resultado de uma vida impulsionada pela fé, “a fé que atua pelo amor” (Gl 5:6). Se eu amo ao Senhor, eu creio “que Ele existe” (v.6), e se eu O amo e creio em Sua existência, confio em Seus propósitos para minha vida e O obedeço. Compreendem? Os exemplos de fé do passado precisam ser vistos no presente a fim de que, ainda em nossa geração, alcancemos o glorioso futuro. “E o que mais direi? Certamente, me faltará o tempo necessário para referir o que há a respeito de” (v.32) tantos outros heróis da fé que não temeram entregar a própria vida pela confiança no Deus ao Qual serviam e em Suas promessas imutáveis.
Mas termino deixando registrado o supremo Exemplo, nas palavras do pastor Morris L. Venden:
“A obediência resulta somente pela fé porque Jesus é nosso poderoso exemplo. Ele viveu e efetuou Suas obras mediante o poder que Lhe vinha de cima (João 14:10), e não por algum poder inerente. Ele veio a este mundo não apenas para morrer por nós, para pagar a pena pelo pecado, mas também para mostrar-nos como viver dependendo de um Poder superior. Jesus levou uma vida de obediência exclusivamente pela fé e tornou-Se o maior argumento para provar-nos que somos convidados a viver como Ele o fez, em obediência pela fé” (Como Conhecer a Deus, p. 121).
Bom dia, obedientes pela fé!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Hebreus11 #RPSP
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/hebreus/hb-capitulo-10-2/
O capítulo 10 de Hebreus nos convida a aceitar o sacrifício de Jesus em nosso favor e a nos achegarmos com fé à presença de Deus:
- Os sacrifícios do santuário terrestre eram apenas sombras do verdadeiro sacrifício que Jesus ofereceu a Deus em obediência perfeita.
- O ministério de Jesus é eficaz por causa de sua oferta perfeita. Por isso contrasta com o ministério dos sacerdotes terrenos que constantemente ofereciam sacrifícios que não podiam limpar a consciência.
- Não existe nenhum outro sacrifício que possa ser apresentado para trazer perdão àqueles que rejeitam o sacrifício e o ministério de Jesus. Haverá apenas o julgamento para eles.
Então, os versos 31-39 convidam os leitores para se achegarem com fé à presença de Deus, apesar de perseguições e obstáculos provenientes do mundo em torno deles.
Essa é uma lição difícil de aprender. Nós sempre queremos trazer um presente, uma dádiva ou um sacrifício que possa nos tornar aceitáveis diante de Deus. O livro de Hebreus afirma que nenhum sacrifício humano é bom o suficiente para tornar-nos limpos. Nenhum sacrifício humano que venhamos a trazer pode nos tornar aceitáveis em Sua presença. Deus providenciou em Jesus o único sacrifício que realmente pode nos purificar e nos tornar aceitáveis perante Ele. “Deus se opõe aos orgulhosos, mas concede graça aos humildes” (1 Pedro 5:5).
Felix H. Cortez
Universidade Andrews
Estados Unidos
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1389
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/06/03
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Gisele Quimelli e Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosB/Reavivados26-08-2018.mp3
Áudio online [voz Valesca Conty]:
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HEBREUS 10 – Por meio de Cristo toda a humanidade deve saber que a entrada de acesso a Deus é franca. A reconciliação do pecador com o Criador é possível; porque, em Cristo, o Pai está ininterruptamente disponível a quem quiser.
Observe estes pontos do capítulo em pauta:
• Os sacrifícios oferecidos serviam como lembrança anual dos pecados acumulados do povo (vs. 1-4);
• Deus quer mais que um rito sacrifical de um animal irracional, quer uma entrega total e submissão em seguir a Jesus que, submeteu-Se à vontade do Pai oferecendo-Se como sacrifício pelos pecados da humanidade, tornando-nos aceitáveis aos olhos divinos quando éramos reprováveis (vs. 5-10);
• O perdão de pecados é um ato da graça, não de mérito de nossa parte. Contudo, custou um preço altíssimo para Cristo, que derramou Seu sangue. Portanto, “todo aquele que humilha o coração, confessando os pecados, encontrará misericórdia, graça e segurança” (Ellen G. White) (vs. 11-18).
A partir de 10:19, o livro de Hebreus tratará da parte prática da perseverança na piedade.
Quando cristãos estão trôpegos na caminhada rumo ao Céu, quando a fé parece desfalecer frente às dificuldades e quando a satisfação com a mornidão parece mais importante que a busca pela consagração, quatro coisas são imprescindíveis para auxiliar no reavivamento (vs. 19-39):
1. Entrar através do véu diretamente na presença do Deus que está no Céu;
2. Estimular uns aos outros a frequentar aos cultos congregacionais;
3. Lembrar que desistir de Cristo expõe o indivíduo ao julgamento divino;
4. Desenvolver diligentemente a genuína fé que gera obediência a Deus.
Ellen G. White declara:
• “Este é o grande Dia da Expiação, e nosso Advogado está diante do Pai, suplicando como nosso intercessor. Em vez de revestirmos de vestes de justiça própria, deveríamos estar diariamente nos humilhando diante de Deus, confessando nossos pecados e buscando o perdão das transgressões […]. A menos que adentremos o santuário do alto e nos unamos a Cristo na obra de operar nossa salvação com temor e tremor, seremos pesados na balança e achados em falta”.
• “Aqueles que não sentem a necessidade de procurar congregar-se com os santos, tendo a preciosa certeza de que o Senhor se encontrará com eles, mostram quão pouco valorizam a provisão que Deus fez para eles”.
Oremos: “Senhor, reaviva-nos!” – Heber Toth Armí.