Reavivados por Sua Palavra


HEBREUS 10 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
27 de agosto de 2018, 0:30
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“Com efeito, tendes necessidade de perseverança, para que, havendo feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa” (v.36).


Já vimos que todo o sistema sacrifical representava o sacrifício de Cristo Jesus, que viria a este mundo e pagaria o preço dos nossos pecados “com uma única oferta” (v.14). Vocês entendem a magnitude do sacrifício do Salvador? Os anjos do Céu desejavam tomar o Seu lugar! Mas somente o sacrifício do Criador poderia dar fim ao abismo que O separava de Sua criatura. Criatura alguma tem o poder de remir pecados. Porque há “um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem” (1Tm 2:5). Só pelo sangue de Cristo conseguimos ser envoltos pelo perdão de Deus! Só pelo sangue de Cristo há esperança e salvação! “Nessa vontade é que temos sido santificados, mediante a oferta do corpo de Jesus Cristo, uma vez por todas” (v.10).

Após a morte de Cristo, não fazia mais sentido algum todos aqueles rituais do santuário, pois todos eles apontavam para o verdadeiro e único sacrifício válido. Jesus veio e cumpriu com fidelidade todo o plano da redenção. Em Israel, havia uma regra áurea que definia a sua vitória, ou a sua ruína, caso fosse descumprida: a obediência a Deus. A Bíblia deixa bem claro que quando o povo seguia as orientações do Senhor prosperava, e, quando não, colhia resultados desastrosos. Entendam: Deus não castiga, mas Ele permite que soframos as consequências de nossas próprias escolhas, porque faz parte da liberdade que Ele mesmo nos concedeu. Porque tanto nos ama, nos deu o livre arbítrio.

No princípio do mundo, o mal já existia, pois se originou no coração de um anjo, que, ao se rebelar contra Deus, foi expulso do Céu com terça parte dos anjos (Ap 12:9). Deus precisava, portanto, colocar diante de nossos primeiros pais a escolha de obedecê-Lo ou não. Deus requer que O sigamos porque O amamos e não porque temos medo de ser por Ele castigados. A obediência a Deus, pois, é nada mais nada menos do que a colheita do amor que O devotamos. Obedecemos ao Senhor porque por Ele fomos salvos e confiamos em Seus propósitos! É em nosso coração que Ele deseja gravar a Sua santa, boa e justa lei: “Porei no seu coração as Minhas leis e sobre a sua mente as inscreverei” (v.16). É o mesmo que os pais fazem com seus filhos. Todo pai e toda mãe aconselha seus filhos e espera como retorno a obediência. Assim é o nosso Pai, o nosso Criador. Quem melhor do que Ele para saber como devemos andar? Antes mesmo de O conhecermos, Ele nos amou! Antes mesmo de existirmos, Ele nos escolheu!

Pelo sangue de Jesus”, podemos “entrar no Santo dos Santos” (v.19) e nos aproximar de Deus “com sincero coração” (v.22). E após “lavado o corpo com água pura” (v.22), ou seja, mediante o batismo, devemos guardar “firme a confissão da esperança, sem vacilar, pois Quem fez a promessa é fiel” (v.23), considerando “também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras” (v.24), congregando e fazendo “admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima” (v.25). São conselhos que devemos ter em grande conta, visto a nossa condição como última igreja de Cristo. “Porque, ainda dentro de pouco tempo, Aquele que vem virá e não tardará” (v.37) e “o Senhor julgará o Seu povo” (v.30).

Jesus, mediante o Seu “Espírito da graça” (v.29), ainda está batendo à porta de cada coração (Ap 3:20).

Abra a porta do teu coração e deixe entrar o Rei da glória! Você verá que nada neste mundo pode se comparar à beleza e à paz de um coração movido por Deus! Entrega toda a tua vida ao Senhor e Ele apagará o teu passado, conduzirá o teu presente e assegurará o teu futuro! “Não abandoneis, portanto, a vossa confiança; ela tem grande galardão” (v.35).

Bom dia, justos que vivem pela fé!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Hebreus10 #RPSP

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HEBREUS 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
27 de agosto de 2018, 0:20
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424 palavras

1 Sombra. Uma sombra mostra apenas as linhas gerais do original. Assim, não se deve esperar completa semelhança entre a sombra e o objeto que a molda. A palavra é aqui contrastada com “imagem” (eikõn), que indica uma representação mais próxima (Ap 3:14). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 498.

5 Sacrifício e oferta. A afirmação de que Deus não desejava isso é referente ao oferecimento desses sacrifícios apenas como cumprimento de um ritual, sem a verdadeira devoção. Foi Cristo que instituiu o sistema sacrificial. Usado corretamente, era uma bênção ao adorador. Mas Deus não tinha prazer nos sacrifícios do adorador formal (Os 6:6). CBASD, vol. 7, p. 498.

14 Aperfeiçoou. O sacrifício único de Cristo realizou o que os sacrifícios contínuos dos sacerdotes não podiam realizar, pois estes não poderiam purificar a consciência. Quando o pecador aceita pela fé os benefícios desse único sacrifício, ele é aceito no Amado, sendo considerado perfeito, porque Cristo, o substituto, assume seu lugar (Rm 5:1). CBASD, vol. 7, p. 500.

22 Plena certeza. Aqueles que “se aproximam” devem fazê-lo com fé no poder de Cristo em purificar do pecado e conceder graça para viver acima do pecado. A dúvida e a incredulidade restringem a capacidade de se apropriar dos méritos do Salvador. CBASD, vol. 7, p. 502.

25 O Dia. A referência é ao dia de “juízo e fogo vingador” (v. 27), o dia em que “Aquele que vem virá” (v. 37). A expressão “vedes que o dia se aproxima” aponta para a antiga admoestação do Senhor, em resposta à indagação dos discípulos: “Dize-nos quando sucederão estas coisas e que sinal haverá da Tua vinda e da consumação do século” (Mt 24:3). A indagação e a resposta abrangem igualmente tanto a destruição de Jerusalém, no ano 70 d.C., quanto o fim do mundo. CBASD, vol. 7, p. 503.

26 Já não resta sacrifício. A lei mosaica prescrevia a morte, não sacrifícios, para os apóstatas obstinados (v. 28). Foi assim com Nadabe e Abiú (Lv 10:1-5), Coré, Datã, Abirão e seus 250 apoiadores (Nm 16:1-35). Sacrifícios por essas pessoas teriam sido inaceitáveis ao Senhor, pois tinham valor apenas como representação de corações arrependidos. CBASD, vol. 7, p. 504.

37 Aquele que vem. Ou seja, aquele que prometeu voltar (Jo 14:1-3). CBASD, vol. 7, p. 507.

Tardará. Do gr. chronizõ, “passar o tempo”, “atrasar”. As promessas de Deus podem parecer demoradas, mas, a seu tempo, se cumprirão. CBASD, vol. 7, p. 507.

39 Somos dos que. Diplomaticamente, o autor inclui todos os leitores no grupo que “viverá pela fé” (v. 38). A admoestação dos v. 23 a 36 sugere que alguns deles estavam em perigo de retornar “para a perdição”. Mas o escritor afasta o pensamento de que qualquer deles pudesse fazê-lo. CBASD, vol. 7, p. 507.



HEBREUS 10 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
27 de agosto de 2018, 0:15
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HEBREUS 9 by Jeferson Quimelli
26 de agosto de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/hebreus/hb-capitulo-9-2/

O autor argumenta neste capítulo que Jesus proveu para nós a bênção do acesso direto a Deus, a mais cobiçada de todas as bênçãos.

Os leitores são lembrados de que no primeiro santuário e seus regulamentos de adoração, as pessoas não tinham acesso a Deus. Só uma pessoa podia entrar no Santo dos Santos, onde estava o trono de Deus, e apenas uma vez por ano. O problema era que os sacrifícios oferecidos naquele tabernáculo não podiam purificar a consciência do adorador.

Os versos 11-14 afirmam, porém, que Jesus entrou uma vez por todas no santuário celestial e ofereceu um sacrifício perfeito que purifica nossas consciências.

Eu amo a maneira como Hebreus 9:24 descreve o sacrifício e a ascensão de Jesus “para … se apresentar diante de Deus em nosso favor” (NVI). A expressão hebraica “se apresentar diante de Deus” significa pedir ajuda a Deus. A esperança era que ao estar diante de Deus o Seu rosto brilhasse com alegria (Nm 6:25). Isto é certamente o que aconteceu quando Jesus apareceu perante o Pai em nosso benefício.

Que o rosto de Deus brilhe sobre você hoje!

Felix H. Cortez
Universidade Andrews
Estados Unidos

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1388
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/06/02
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Gisele Quimelli e Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosB/Reavivados26-08-2018.mp3

Áudio online [voz Valesca Conty]:



HEBREUS 9 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
26 de agosto de 2018, 0:55
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HEBREUS 9 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
26 de agosto de 2018, 0:45
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HEBREUS 9 – Após Jesus validar a nova aliança (ou novo pacto) não é mais necessário depender da forma da antiga. Pois a nova é superior, por ser a original e real aliança estabelecida por Deus.

O esboço de F. F. Bruce nos ajuda ter uma ideia geral do capítulo:

1. O Santuário sob o antigo pacto (vs. 1-5);
2. Um ritual temporal (vs. 9-10);
3. A redenção eterna de Cristo (vs. 11-14);
4. O Mediador do novo pacto (vs. 15-22);
5. O sacrifício perfeito (vs. 23-28).

O cristianismo surgiu a partir da construção da religião revelada por Deus no Antigo Testamento. Portanto, para entender a nova aliança é essencial entender como funcionava a antiga aliança.

Por isso, o capítulo começa relembrando aspectos da aliança utilizada por Deus com os pecadores por cerca de um século e meio (vs. 1-5). O Santuário, que era copia do modelo do Céu teve sua validade, e seus serviços apontavam para a realidade do que Cristo faria. O Santuário possui dois compartimentos, o Santo e o Santíssimo. Entender estes dois compartimentos nos leva a entender as duas fazes do ministério de Cristo no Céu.

Sendo visto como parábola para o tempo presente, não podemos ignorar o estudo do Santuário nos dias atuais. O Espírito Santo nos guia à verdade por meio deste recurso didático (vs. 6-10).

Sendo que os sacrifícios antigos purificavam cerimonialmente o pecador, mas não satisfazia plenamente os anseios do coração, os pecadores precisam de Cristo para alcançar a plena purificação. Os muitos sacrifícios não equivaliam ao único sacrifício de Cristo, o qual é o único suficiente para o perdão dos pecados (vs. 11-14).

Sendo Cristo, o Mediador da aliança apontada pela antiga, sendo Ele o sacrifício perfeito, a oferta perfeita e o Sumo Sacerdote perfeito, Seu ministério difere do serviço levítico quanto ao lugar e o sangue: O lugar é num Santuário Superior, perfeito; e, o sangue, não é de nenhum animal, é o dEle mesmo. Nos versos 15-28 notamos que isso implica que:

O sangue de Jesus foi derramado:

• …uma vez por todas;
• …para a remissão dos pecados;
• …para operar a nossa salvação.

Assim que Jesus morreu, um novo testamento entrou em vigor: Muito melhor que o anterior que era apenas sombra/símbolo deste. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



HEBREUS 9 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
26 de agosto de 2018, 0:30
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“Com efeito, quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e, sem derramamento de sangue, não há remissão” (v.22).


Após quatrocentos anos sob jugo egípcio, os filhos de Israel finalmente marcharam em direção à liberdade. E como toda nação organizada que há sobre a Terra, Israel precisava de leis que a regessem. O Senhor deu a Moisés, portanto, leis diversas a fim de educar o povo e torná-lo modelo para os demais (Dt 4:6). Antes, porém, de estabelecer o santuário, Deus fez algo que Ele não delegou a Moisés nem a homem algum, Ele mesmo escreveu com o Seu próprio dedo a lei dos Dez Mandamentos (Êx 31:18). Enquanto escrevia, em meio à trovões e relâmpagos e forte clangor de trombeta, ao pé do monte, o povo ouvia e se estremecia. No entanto, bastou a ausência de Moisés por alguns dias para o juramento que haviam feito: “Tudo o que o Senhor falou faremos” (Êx 19:8), se transformar em um culto pagão a “um bezerro fundido” (Êx 32:4).

O santuário terrestre revelaria tanto a nossa condição pecadora e carente de perdão, quanto a nossa necessidade de um perfeito Mediador; tanto a impossibilidade do homem de prestar perfeita obediência, quanto de haver Alguém que o fizesse. “É isto uma parábola” (v.9). Foi a forma didática do Senhor ensinar ao Seu povo que o plano da redenção já estava traçado “antes da fundação do mundo” (1Pe 1:20). “Era necessário, portanto, que as figuras das coisas que se acham nos Céus” (v.23) nos fossem reveladas a fim de compreendermos a missão do Filho, e a nossa como herdeiros das promessas. O passo a passo do santuário representa também a nossa jornada rumo ao Céu. Acompanhem comigo:

Quando aceitamos a Cristo como Senhor e Salvador de nossas vidas e cremos em Seu sacrifício expiatório (Altar de sacrifício), assim como Ele nos deixou exemplo, entregamos a nossa vida em Suas mãos através do santo batismo (pia da purificação). A partir daí, como novas criaturas em Cristo Jesus, e “sacerdócio real” (1Pe 2:9), entramos no “Santo Lugar” (v.2), “porquanto Deus não nos chamou para a impureza, e sim para a santificação” (1Ts 4:7), a fim de que através do estudo das Escrituras (mesa dos pães) e de uma vida de oração (altar de incenso), possamos, juntos como igreja e revestidos do poder do Espírito Santo, ser a luz do mundo (candelabro). É perseverando neste caminho, que, pelos méritos dAquele que retirou o véu da separação entre Deus e o homem, podemos adentrar no “Santo dos Santos” (v.3), e, pela fé, viver em conformidade com a vontade de Deus, em obediência (arca da aliança), “pois esta é a vontade de Deus: a [nossa] santificação” (1Ts 4:3).

Deus desenhou para nós a Sua vontade e o caminho que devemos percorrer para alcançá-Lo. Através do ministério sacerdotal, descreve M. L. Andreasen, “o povo era ensinado como se devia aproximar de Deus; como o perdão podia ser alcançado; como a oração se podia tornar agradável a Deus; quão inexorável é a lei; como o amor e a misericórdia prevalecem, por fim. Todo o plano da salvação lhes era esclarecido até ao ponto em que era possível ser revelado em símbolos e ofertas. Cada cerimônia visava impressionar-lhes o espírito com a santidade de Deus e as fatais consequências do pecado. Ensinava-lhes também a admirável provisão feita mediante a morte do cordeiro. Fosse embora um ministério de morte, era glorioso em suas promessas. Contava de um redentor, de alguém que levava o pecado, que compartilhava a carga, um mediador. Era o evangelho em perspectiva” (O Ritual do Santuário, p. 43).

Amados, Cristo Jesus “Se manifestou uma vez por todas, para aniquilar, pelo sacrifício de Si mesmo, o pecado. E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo, assim também Cristo, tendo-Se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que O aguardam para a salvação” (v.26-28). A humanidade nunca esteve tão perto desta saudosa promessa, mas também nunca esteve tão longe de Deus. Os dias que antecedem o retorno do nosso Senhor e Salvador, como Ele próprio afirmou, se assemelham aos dias de Noé e aos dias de Ló (Mt 24:37; Lc 17:28). Se aproxima o tempo em que os homens “correrão por toda parte, procurando a Palavra do Senhor, e não a acharão” (Am 8:12). Enquanto temos a Bíblia em mãos e a graça de ainda poder estudá-la, busquemos com mais empenho a sua sabedoria, pois “o Dia do Senhor está prestes a vir sobre todas as nações” (Ob 1:15). Que Jesus nos encontre apercebidos!

Feliz semana, chamados para serem santos!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Hebreus9 #RPSP

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HEBREUS 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
26 de agosto de 2018, 0:20
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443 palavras

1 Também tinha. O fato de a primeira aliança ter preceitos é evidência de que a nova também os tem. O autor introduziu o serviço de Cristo como sumo sacerdote e, então, amplia as considerações sobre esse serviço. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 484.

Santuário terrestre. Ou seja, o santuário adaptado para a Terra, o qual está em contraste com o santuário da nova aliança, o “verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem”. CBASD, vol. 7, p. 484.

8 Espírito Santo. O Espírito é o intérprete divino da verdade (Jo 14:26). CBASD, vol. 7, p. 488.

9 Consciência. Do gr. suneidêsis (Rm 2:15). O adorador poderia cumprir as exigências exteriores e ainda não ter paz nem a certeza da aceitação divina. Só mediante a fé pessoal em Cristo ele poderia encontrar essa paz. Mas poucos alcançavam essa experiência superior. CBASD, vol. 7, p. 489.
10 Tempo […] de reforma. Literalmente, “tempo de endireitar”. O sistema levítico era temporário. Suas ordenanças apontavam para a obra do Messias e tinham a intenção de vigorar até que o Messias viesse. A transição do antigo sistema para o novo é chamada de “reforma” por causa da decadência do tema antigo (Ef 2:15). CBASD, vol. 7, p. 490.
12 Seu próprio sangue. A superioridade do ministério de Cristo é ainda mais enfatizada. Depois de afirmar que essa superioridade se destaca por ser realizada num “maior e mais perfeito tabernáculo”, o autor diz que ela se evidencia mediante o sangue envolvido: o do próprio Filho de Deus, em contraste com o sangue de meros animais. CBASD, vol. 7, p. 491.
14 Pelo Espírito eterno. No grego, não há o artigo definido, o que sugere que não é ao Espírito Santo que se refere aqui, mas à própria natureza divina de Cristo, que é eterna. Enquanto Ele estava em Seu estado preexistente e eterno, Cristo Se ofereceu para dar a vida pela humanidade (Ap 13:8). CBASD, vol. 7, p. 492.
16 É necessário. O testamento não tem força alguma, enquanto o testador ainda vive. Para que se torne eficaz, o testador precisa morrer. CBASD, vol. 7, p. 493.
22 Quase todas as coisas. Havia algumas exceções. Algumas coisas eram purificadas com fogo ou água, sem uso de sangue (Nm 19; 31:23, 24). CBASD, vol. 7, p. 493.
26 Para aniquilar […] o pecado. Cristo veio para “[salvar] o Seu povo dos pecados deles” (Mt 1:21). Ele é “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Dn 9:24). CBASD, vol. 7, p. 495.
28 Sem pecado. Isto está em contraste com a frase “para tirar os pecados de muitos”. No primeiro advento, Cristo tomou sobre Si os pecados do mundo. Ele foi feito “pecado por nós, […] para que, nEle, fôssemos feitos justiça de Deus” (2Co 5:21). Mas a obra que Ele veio fazer pelo pecado estará concluída antes que venha pela segunda vez. CBASD, vol. 7, p. 496.
 by tatianawernenburg


HEBREUS 9 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
26 de agosto de 2018, 0:05
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HEBREUS 8 by Jeferson Quimelli
25 de agosto de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/hebreus/hb-capitulo-8-2/

O autor de Hebreus já demonstrou nos capítulos anteriores que Jesus é superior aos maiores personagens do Antigo Testamento. Ele é maior do que os anjos, os quais, se cria que governavam as nações (Hb 1). Como governante, Jesus é o maior porque derrotou o diabo – que tinha o poder da morte – e nos libertou (Hb 2). Jesus também é mais fiel do que Moisés (Hebreus 3), nos leva a um descanso melhor do que Josué levou o povo israelita (Hb 4) e Seu sacerdócio é melhor do que o dos sacerdotes levitas (Hb 5-7). O argumento mais importante da carta, contudo, é que Jesus é um mediador superior a Moisés, porque tem mediado uma melhor aliança (Hebreus 8-10).

Uma aliança (ou concerto) é um meio legal através do qual os benefícios da família se aplicam àqueles que não são da família. Assim, por meio de Jesus, Deus inaugurou uma nova aliança que nos leva de volta a uma relação familiar com Ele. A nova aliança é superior à antiga por conta de duas coisas: ela é baseada em um sacrifício superior e é ministrada no santuário real, o celestial. Em outras palavras, o sacrifício de Jesus nos provê perdão (v. 8-12) e fornece acesso à própria casa de Deus, o santuário celeste!

Felix H. Cortez
Universidade Andrews
Estados Unidos

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1387
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/05/31
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Gisele Quimelli e Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosB/Reavivados25-08-2018.mp3

Áudio online [voz Valesca Conty]: