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GÊNESIS 37 – Para quem gosta de histórias…
Ainda que forças do mal estejam agindo na família do servo de Deus e injustiças pareçam aflorar, Deus transformará até maldições em bênçãos, desgraças em graça… Acompanhe diariamente a história de José, a maior de todas do AT.
Aliás, acabei de cometer um erro. Veja bem, a Bíblia não diz ser a história de JOSÉ que começa no capítulo em questão; diz assim: “Esta é a história de Jacó. Sendo José…” – Isso mostra-nos que a história do filho é a extensão da história do pai.
Contudo, uma análise mais atenta, percebe-se que o texto apresenta a história da soberania de Deus frente a todas as investidas contra Seus planos. José é apenas instrumento que se dispôs fazer a vontade de Deus acima de sua própria vontade.
Jacó cometeu os mesmos erros de seus pais. Entre seus filhos, José era preferido. Talvez, pelos seguintes motivos: José…
1. …É filho de Raquel, sua esposa predileta;
2. …Nasceu quando Jacó já tinha idade avançada;
3. …Adquiriu características diferentes de seus irmãos.
Com tal preferência, Jacó presenteou José com uma túnica colorida. Isso suscitou ódio em seus irmãos contra ele. Além disso, os sonhos de José, anunciados a eles, causou-lhes grande inveja e raiva dele (vs. 1-11).
Quando sentimentos negativos regem o coração dos irmãos, eles usam palavras ásperas, ferinas, rudes e grosseiras.
Ódio e inveja é o berço do assassinato. Só é preciso oportunidade. Longe da vista do pai, os irmãos de José planejaram fratricídio (matar o irmão)!
Aplicações:
1. O pecado torna as pessoas frias, mentirosas, cruéis, destrutivas;
2. Sonhos dados por Deus podem ser banalizados até por parentes invejosos;
3. Inveja e ódio juntos tramam projetos maligníssimos. Cuidado!
O grande conflito sobressai por toda Bíblia, o mal sempre age para sufocar o bem. Contudo, não importam de onde venham as conspirações, aqueles que se colocam nas mãos de Deus experimentam vitória.
Jogado em um poço, o tempo impediu do pior acontecer. Uma sugestão mudou todo o plano A, José não foi assassinado, foi vendido como escravo e revendido até chegar à casa de Potifar, no Egito, distante de tudo e de todos. E agora José? (vs. 12-36).
Reavivemo-nos! Convide outras pessoas a unirem-se conosco nesta história impactante! Aceitas? – Heber Toth Armí.
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1287 palavras
1-28 A história de José, que livrou sua família e todo o Egito da fome e da morte, prefigura a vinda do Messias, que tem o poder de nos salvar da condenação eterna quer sejamos judeus, quer gentios. José era muitíssimo favorecido pelo seu pai (v. 3). Israel mandou José aos campos para encontrar seus irmãos e os encontrou (vs. 13,14). Mas quando os irmãos de José o viram chegar, conspiraram para matá-lo (vs. 18-20). Eles tiraram sua túnica (v. 23) e, por fim, o venderam como escravo por 20 moedas de prata (v. 28). Jesus foi também favorecido por Seu Pai celestial (Mat 3.17 e Mc 1.11), que enviou Jesus ao mundo para buscar a nós, seus irmãos e irmãs ( ver Rm 8.17; Gl 4.7; Mt 12.50; 25.40). No entanto, quando Jesus “veio para o que era Seu,[…] os Seus não O receberam” (Jo 1.11). Aqueles que pertenciam à mesma linhagem de Jesus (Mt 1.1-17) exigiram que Ele fosse crucificado (Jo 19.6,15). Jesus foi despido e surrado (Mt 27.26,28). E em troca de moedas de prata, ele foi traído por seu próprio discípulo (Mt 26.15; 27.9) (Bíblia NVI Evangelismo em Ação).
O restante de Gênesis é dedicado à história de José e liderança de Deus (Andrews Study Bible).
1 Habitou. Enquanto Abraão e Isaque somente jornadearam em Canaã (12:10; 20:1; 26:3), Jacó se estabeleceu (Andrews Study Bible).
2 história. Heb. toledoth. Esta palavra hebraica, às vezes traduzida como “as gerações de” ou “a genealogia de”, introduz os principais acontecimentos da narrativa de Gênesis (5.1; 6.9; 10.1; 11.10,27; 25.12,19; 36.1,9; 37.2) (Bíblia de Genebra).
más notícias. José era o mais novo e, pelo costume, era o que tinha menos direitos na família. Ele age como um fofoqueiro. O termo é usado em outras passagens para indicar falsos relatórios (Num. 13:32; 14:36-37), apesar de que, conhecendo o passado dos filhos de Jacó, estas notícias podem ter sido verdadeiras (Andrews Study Bible).
Transparece aqui que Dã e Naftali, Gade e Aser se fizeram mui notórios pelo péssimo comportamento que tiveram por causa do quase inerradicável paganismo das duas mães, Bila e Zilpa. A influência materna ficou bem evidente no caráter dos filhos (Bíblia Shedd).
3 Jacó ama a José mais do que a qualquer outro filho, portanto, plantando a semente da inveja e rancor. Jacó dá a José uma roupa especial. O hebraico não é claramente entendido. As versões grega e latina traduzem a frase como “túnica de muitas cores”. Roupas desempenham importante papel na história de José (vs. 3, 23; 39:12; 41:14) (Andrews Study Bible).
Tudo indica que Jacó estivesse planejando deixar José como sucessor. Como prova dessa sua intenção, distinguira-o dando-lhe a túnica principesca, ou de cores variadas (Bíblia Shedd).
Um sinal da posição de José como filho preferido (cf. 2Sm 13.18) e um sinal irritante aos irmãos de José do seu favoritismo (Bíblia de Genebra).
É um erro dos pais mostrarem predileção por certos filhos; mas não nos surpreende essa parcialidade de Jacó para com o rapaz que lhe recordava tão vividamente a amada Raquel. […] O casaco de muitas cores era uma túnica longa de delicada tessitura, com mangas, e própria para jovens príncipes ou nobres, que não eram designados para o trabalho subalterno do campo ou da casa (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).
4 e já não lhe podiam falar pacificamente. Ou “não podiam saudá-lo com a paz”. A saudação era um elemento crucial nas boas maneiras de comportamento antigo (cf 1Sm 25.6). Tal falha em não estender a saudação ao irmão indicava um alto grau de animosidade (Bíblia de Genebra).
5 Os sonhos do rapaz são notórios e proféticos. No caso de José teria sido mais sábio que o rapaz tivesse conservado seus segredos trancados em seu próprio coração, embora a revelação deles fosse um tributo à sua simplicidade e inocência confiantes. A sugestão da grandeza futura suscitou uma inveja terrível por parte de seus irmãos, mas as mãos do Todo-Poderoso o sustentaram (49.23,24) (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).
7-11 Primeira introdução ao sonhador. Ele não somente é favorecido pelo seu pai, mas também por Deus. Note a clara implicação do sonho para a hierarquia da família, que foi entendida pelos irmãos de José. Jacó guarda o assunto em sua mente (Lucas 2:19, 51) (Andrews Study Bible).
8 Reinarás. A questão retórica foi posteriormente respondida quando José veio a governar “sobre toda a terra do Egito” (41.43) e, então, sobre a família da aliança vivendo no Egito. A posição de José como cabeça da família da aliança foi confirmada quando ele recebeu o “direito de primogenitura” de seu pai Jacó “1Cr 5.2; cf Dt 33.16) (Bíblia de Genebra).
10 mãe. Provavelmente uma referência à madrasta de José, Lia, porque sua mãe, Raquel, já havia morrido no parto de Benjamim (35.16-20) (Bíblia de Genebra).
11 considerava o caso consigo mesmo. Esta declaração talvez antecipe a decisão posterior de Jacó de dar a José o direito de primogenitura e porção dobrada (v. 8; 48.5-6) (Bíblia de Genebra).
12-22 A idílica cena pastoral é manchada por um plano maldoso para se livrarem de José. Como primogênito, Ruben procura salvar o irmão. Contudo, após seu incesto com Bila (35:22), ele perdeu autoridade (Andrews Study Bible).
14 De Hebrom a Siquém a distância seria pouco mais que 100 km. A solicitude de Jacó por saber como estariam os filhos certamente se relacionava com o que havia acontecido em Siquém (cf 34.25-30). A mesma razão teria determinado a retirada dos jovens pastores para Dotã (Bíblia Shedd).
15 andava errante pelo campo. Por causa deste atraso ordenado por Deus, os ismaelitas chegaram bem a tempo (vs. 21-28) (Bíblia de Genebra) [provavelmente um enviado de Deus, homem ou anjo].
Não foi o acaso, mas a providência, que encaminhou esses midianitas ao poço naquela hora. Naturalmente, eles tinham fixado a hora da partida de sua terra natal […] sem levar em conta quaisquer outras considerações, que não seu próprio interesse e conveniência. Todavia, sem que o soubessem, estavam viajando segundo uma programação divina. […] Podemos estar num poço de negra infelicidade, mas Deus sabe que estamos ali e cronometra os momentos. Continuemos a confiar e não tenhamos medo! Bem-aventurados os que creem; para eles haverá precisa providência. Uma caravana já partiu há meses e chegará aqui na hora exata em que a presença dela será mais proveitosa e necessária (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).
20 A mentira teria, forçosamente, de seguir-se ao assassínio planejado. É extremamente raro conseguir-se que um pecado ocorra isolado, relativamente a outros pecados (Bíblia Shedd).
23-28 José é despido de sua roupa e jogado em um poço seco, provavelmente uma cisterna vazia (Andrews Study Bible).
25-27 sentando-se para comer pão … viram que uma caravana de ismaelitas vinha de Gileade … Vinde, vendamo-lo aos ismaelitas. Os irmãos, mais tarde, reconhecem o seu comportamento impiedoso (veja 42.21) (Bíblia de Genebra).
27 Ismaelitas. Nesta seção, o autor usa dois termos para os mercadores. Ismaelitas e midianitas são ou tribos aparentadas ou diferentes clãs da mesma tribo (Jz. 8:24). Dotã se situa próximo às principais rotas que atravessam Canaã a caminho do Egito (Andrews Study Bible).
Os Ismaelitas e os midianitas (36) eram descendentes de Abraão. A aparência de ambas as tribos e suas características eram tão comuns que uma dada caravana poderia receber tanto um nome como outro (Bíblia Shedd).
28 vinte siclos. Aproximadamente 0,2 kg (8 onças). O Código Babilônico de Hamurabi também atesta este preço para um escravo (veja também Lev. 27:5) (Andrews Study Bible).
Os vinte ciclos de prata corresponderiam próximo ao salário que então se pagava por dois anos e meio de trabalho. (Bíblia Shedd).
31-33 Observe a ironia desses versos. Tendo enganado a seu pai Isaque com pele de cabritos (27.9) e com a roupa de Esaú, (27.27), Jacó é agora enganado com o sangue de cabritos sobre a roupa de seu filho (Bíblia de Genebra).
35 sepultura. Hebraico: Sheol. Essa palavra também pode ser traduzida por profundezas, pó ou morte (Bíblia NVI).
36 O favorito de seu pai se torna um escravo. Potifar. Um alto oficial da corte de Faraó. O nome significa “aquele a quem Ra [o deus sol] deu”. Esta forma de nome é confirmada em fontes extrabíblicas da época de Moisés (Andrews Study Bible).
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/genesis/gn-capitulo-36/
Aqui no Quênia, há uma febre de apostas entre os jovens e adultos. Muitos estão participando de apostas esportivas e loterias, na esperança de ganhar o jackpot [NT: algo como “Mega Sena acumulada”].
Em Gênesis 36, encontramos uma narração da genealogia de Esaú. Apesar de Deus ter prometido multiplicar Jacó e enriquecê-lo, Esaú é aquele que se multiplica e é enriquecido primeiro.
O cumprimento da promessa de Deus a Jacó aparece mais tarde, mas o efeito da bênção permaneceu por mais tempo e se completa no Israel espiritual. Deus prometeu a Jacó que dele descenderiam os reis (Gên 35: 11), mas o sangue de Esaú se torna real muito antes que o de Jacó. No entanto, pouco é mencionado sobre a linhagem de Esaú após a terceira e quarta geração.
Na história de Jacó, aprendemos que, seja qual for o tempo, a palavra de Deus será cumprida. Não fomos chamados para sermos distraídos pelo que é fugaz e temporário, nem sermos desencorajados caso ocorra atraso da promessa; o chamado é para, em todas as coisas, permanecermos fiéis.
Podemos confiar que Deus completará o trabalho em nós e que ele não é negligente em relação à sua promessa (Fp 1:6, 2 Pe 3:9).
Eliud Choge
Auditor de Sistemas de Informação
Nairobi, Kenya
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=282
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
Ouça em áudio (voz: Valesca Conty):
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GÊNESIS 36 – A Palavra de Deus revela-nos grandes verdades, dão-nos elevadíssimas orientações e preciosíssimos conselhos práticos, tanto seculares como espirituais. Utilizando-a corretamente, amplia a percepção das coisas e alimenta nossa mente.
Observe com atenção o esboço do capítulo em questão:
1. Genealogia de Esaú em Canaã e seu afastamento desta terra (vs. 1-8);
2. Filhos e príncipes de Esaú até a terceira geração (vs. 9-19);
3. Filhos e príncipes de Esaú: Os Hereus de Seir (vs. 20-30);
4. Reis e príncipes de Edom (vs. 31-43).
Embora nota-se a família e descendência de Esaú prosperando, não se nota nenhum deles buscando a Deus; isso prova que prosperidade nem sempre está vinculada com fidelidade a Deus, apenas na cabeça dos ambiciosos e escrúpulos religiosos.
Percebe-se consagração, reavivamento e reforma em Jacó e sua família no capítulo anterior, mas no caso de Esaú e sua família não há nada de espiritualidade, mesmo obtendo grande prosperidade.
A conquista do Monte Seir revela grandeza de Esaú e sua realeza. Assim como Jacó teve seu nome mudando, Esaú também teve o seu, para Edom, que quer dizer avermelhado, devido à troca de sua primogenitura com um prato de lentilhas vermelhas – indiferença a algo tão nobre!
Negligência em buscar a Deus leva à indiferença aos princípios do Céu. O caminho trilhado por Esaú é uma advertência a quem não quer ir para o inferno.
Esaú foi pai dos edomitas, grande nação!
Esaú ficou sem a bênção da qual seu pai dera a Jacó, por engano. Contudo, Deus não o deixou na miséria. Ao dar-lhe vida, família e prosperidade, oferecia-lhe uma oportunidade de arrependimento; contudo, isso nunca aconteceu. O autor de Hebreus nos adverte:
“Cuidado com a síndrome de Esaú: desprezar o dom permanente de Deus para satisfazer um apetite passageiro. Vocês sabem que Esaú, mais tarde, se arrependeu daquele ato impulsivo e tentou, ora com lágrimas, ora sem lágrimas, recuperar a bênção de Deus – mas já era tarde demais” (Hebreus 12:16-17, AM).
Aplicações:
1. Insignificantes atitudes podem afetar a vida/família inteira;
2. Prosperidade não está sempre vinculada à fidelidade, pode ser oportunidade do pecador reconhecer Quem é o Abençoador;
3. Ninguém se perderá por falta de oportunidade ou de bênçãos, mas por falta de amor a Deus.
Precisamos relacionar-nos com Deus! – Heber Toth Armí.
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“São estes os filhos de Esaú, e esses seus príncipes; ele é Edom” (v.19).
Mesmo após a sua reconciliação com Jacó, Esaú levou sua família e tudo o que lhe pertencia “e se foi para outra terra, apartando-se de Jacó, seu irmão” (v.6). Semelhante ao problema enfrentado por Abraão e seu sobrinho Ló, “a terra de suas peregrinações não os podia sustentar por causa do seu gado. Então, Esaú, que é Edom, habitou no monte Seir” (v.7-8). A diferença entre os nomes de suas mulheres relatados no texto de hoje e em Gênesis 26:34 e 28:9, pode ser explicada considerando dois costumes orientais:
- Seus nomes podem ter sido mudados naquela fase de sua vida. Este era um costume comum, assim como Abrão tornou-se Abraão, Sarai que recebeu o nome de Sara e o próprio Esaú que foi chamado de Edom;
- Judite e Oolibama, além de serem diferentes os nomes citados no capítulo de hoje, também se diferem no nome de seus pais e na nacionalidade de ambas. As esposas que não tivessem filhos não eram citadas nas genealogias, portanto, pode-se cogitar que as duas primeiras esposas de Esaú citadas no capítulo de hoje fossem outras mulheres, já que aquelas, provavelmente, não tenham lhe dado descendência.
Houve uma junção, por casamento, entre os filhos de Esaú e os filhos de Seir, “moradores da terra” em que Esaú se estabeleceu (v.20). Seus príncipes e reis revelam que se tornaram um povo organizado e regido por governantes antes mesmo “que houvesse rei sobre os filhos de Israel” (v.31). Para Esaú, a conveniência política era mais importante do que fazer a vontade de Deus. Através de seus casamentos, misturando-se com os povos pagãos, decretou de uma vez por todas a sua separação da nação eleita do Senhor. Enquanto Jacó se tornou Israel, príncipe de Deus, Esaú se tornou “pai de Edom” (v.43), fundador de um reino ímpio e idólatra.
As genealogias podem não ser os textos bíblicos mais agradáveis de se ler, mas possuem importantes informações que nos ensinam importantes lições. O Senhor desaprova a união do santo com o profano. Sobre isso, escreveu o apóstolo Paulo: “Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniquidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas? Que harmonia, entre Cristo e o Maligno? Ou que união, do crente com o incrédulo? Que ligação há entre o santuário de Deus e os ídolos?” (2Co.6:14-16). Apesar do contexto mais provável do texto de Paulo referir-se à associação dos coríntios com falsos apóstolos, ele também se aplica a casamentos mistos e associações comerciais ilícitas.
Em cada aspecto da vida, o povo de Deus precisa dar ao mundo uma clara mensagem de sua fé. Ao unir-se, sob qualquer circunstância, em sociedade com o incrédulo, o cristão assume o risco de perder a sua identidade e cair na triste “estatística” de Mahatma Gandhi: “Eu gosto de Cristo. Eu não gosto de vocês, cristãos. Vocês são tão diferentes de Cristo”. Assim como a identidade de Esaú mudou de filho de Isaque para “pai de Edom” (v.43), muitos têm recusado a paternidade divina em troca de vantagens terrenas e provisórias. Mas um título nunca poderá substituir a essência. Esaú era o primogênito, mas foi em Jacó que Deus viu um coração disposto a servi-Lo e a amá-Lo.
Hoje, o Senhor não está dizendo que os casamentos entre fiéis e ímpios devem ser desfeitos, mas que o que um dia começou errado, por Sua infinita graça, seja transformada em uma união harmônica. Que pelo procedimento do fiel, o cônjuge descrente seja ganho para Cristo. Estamos vivendo em um tempo decisivo e nossas escolhas, mais do que nunca, possuem uma influência que tem o poder de selar a nossa vida e a de outros ou para a vida, ou para a morte eterna. Que o Espírito Santo encontre em nós corações dispostos a servir e a amar ao Senhor e que, revestidos de Cristo, nossos pensamentos, palavras e ações revelem que pertencemos à família do Céu.
Feliz sábado, filhos de Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Gênesis36 #RPSP
Comentários em áudio:
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673 palavras
1-43 O capítulo contém uma contabilidade concisa dos descendentes de Esaú e está inserida aqui para mostrar o cumprimento da promessa de “muitas nações”, dada à Sara e Abraão (17:5-6, 16), mesmo fora da linha da promessa. Esta lista contém setenta nomes e assinala um movimento político abrangente de uma extensa família (36:1-8) para uma organização tribal (vs 15-19) e finalmente a uma monarquia (vs 31-39), o que lembra a própria história de Israel. Deut. 23:7 lembra as futuras gerações que os edomitas são irmãos e não deveriam ser abominados, mesmo embora em períodos subseqüentes Edom e Israel tenham se tornados amargos inimigos (Obadias; Sal. 137:7-9) (Andrews Study Bible).
1 descendentes. Com essa genealogia de Esaú, começa uma nova seção no Livro de Gênesis (2.4).
Esaú, que é Edom. “Edom”, que deriva da palavra hebraica “vermelho”, era outro nome para Esaú (25.25; 25.30). O termo era também apropriado para a terra de Edom, com formações de arenito e solo avermelhado (Bíblia de Genebra).
2-3 Somente um nome (Basemate) das três esposas de Esaú coincide com as listas anteriores (26:34; 28:9). Talvez as esposas tinham mais de um nome (Andrews Study Bible).
6-8 Edom é ligado ao país montanhoso de Seir (Deut. 2:4-6, 12, 22; Jos. 24:4). O movimento de Esaú relembra outros movimentos de divisão na história patriarcal (Gên. 12:5; 13:5-6; 31:18). Ao sair de Canaã, ele também remove a si mesmo da terra da promessa (Andrews Study Bible).
O retorno de Jacó a Manre confirmou a decisão de Esaú de mudar-se permanentemente para Edom. Separados em espírito, Jacó e Esaú iriam separar-se também geograficamente (Bíblia de Genebra).
7 Reconhecendo o lugar de primazia que deveria proporcionar espaço suficiente a Jacó em Canaã, Esaú procurou mudar-se daí […] tendo em vista a riqueza de que Jacó era herdeiro em virtude da primogenitura (Bíblia Shedd).
8 idumeu. O uso do nome “idumeu” para designar os filhos de Esaú perdurou até o tempo de Cristo. Herodes, o Grande, era idumeu. A extensão das terras pertencentes a Edom (monte Seir) compreendia desde as margens meridionais [ao sul] do Mar Morto até o Golfo de Acaba, ou seja, uma distância de cerca de 160 km. É região de topografia irregular, contendo algumas montanhas, cujos picos atingem a mais de 1000 metros de altura (Bíblia Shedd).
9-14 Esta genealogia enfoca os doze filhos de Esaú (VS. 2-8), sem contar Amaleque, o filho da concubina de Elifaz, Timna (v. 12) (Bíblia de Genebra).
12 Amaleque era neto de Esaú. Foram seus descendentes que sempre se opuseram a Israel, em todas as circunstâncias, através de séculos, até Hamã, personagem relatado no livro de Ester, que era descendente do rei Agague (Et 3.10; I Sm 15.8ss) (Bíblia Shedd).
Filho de uma concubina. Mais tarde um amargo inimigo de Israel (Êx. 17:8-16), a nação não estava incluída na linhagem edomita (Deut. 25:17-19) (Andrews Study Bible).
15 “Príncipes“, refere-se a capitães tribais (Bíblia Shedd).
15-19 Esta lista mostra a transição dos descendentes de Esaú de uma família a uma estrutura tribal (Bíblia de Genebra).
20-30 Esta genealogia apresenta os habitantes aborígenes do monte Seir, os quais os filhos de Esaú destruíram (Dt 2.22) e, em outros casos, com os quais se casaram (VS. 22, 25) 15-19 Esta lista mostra a transição dos descendentes de Esaú de uma família a uma estrutura tribal (Bíblia de Genebra).
21 Os horeus eram antigos habitantes de Edom, subjugados por Quedorlaomer (Gn 14.6) e não por Esaú. Descendiam de Seir. Mediante casamento com a filha de Aná, chefe horita, Esaú teria formado relações muito amigáveis com essa tribo (Gn 14.6) (Bíblia Shedd).
28 O nome Uz aparece no drama de Jó, “na terra de Uz” (Jó 1.1) (Bíblia Shedd).
31-39 A lista mostra a transição de Edom de uma estrutura tribal para uma estrutura destinada ao reinado (Bíblia de Genebra).
31-43 Faz distinção entre reis e príncipes no fato de que os primeiros detinham autoridade e exerciam domínio sobre maior extensão territorial do que os segundos (Bíblia Shedd).
35 Sua cidade indica que, [do mesmo modo] como Saul elevara sua cidade nativa, Gibeá, à categoria de capital, também estes reis Edomitas elevavam as respectivas cidades nativas à categoria de capitais enquanto estivessem exercendo o reinado (Bíblia Shedd).
43 A última linha estabelece um vínculo com o v.1, identificando Esaú como o pai de todos os edomitas (Andrews Study Bible).
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/genesis/gn-capitulo-35/
Gênesis 35 mostra três situações de morte relacionadas a Débora, Raquel e Isaque.
Débora serviu fielmente como ama de Rebeca enquanto vagavam da Mesopotâmia para Canaã. Jacó e Raquel lamentaram sua morte como a perda de uma querida amiga da família que muito contribuíra para eles. Como lembrança, seu túmulo sob um carvalho em Betel foi chamado Alom Bacute (Allon bachuth), “o carvalho do choro” (v. 8).
Pouco tempo depois, Raquel deu à luz seu segundo filho. Mas este seu presente para o amado Jacó lhe custou a vida. No seu leito de morte Raquel deu ao menino o nome de Benoni, “filho da minha tristeza”, porém Jacó o batizou de Benjamim, “filho da minha força”. A morte de Raquel foi para ele uma profunda e pesada dor, lembrada ainda em seu leito de morte.
A longa vida de Isaque em Hebrom foi a de um estrangeiro, assim como havia sido a vida de Abraão. Mas seus 180 anos foram marcados tanto pela obediência, quanto pelo sofrimento e trabalho. Ele viveu, surpreendentemente, 180 anos (v. 28).
Penso nestes finais de vida relatados nas histórias das Escrituras. Toda a vida de serviço fiel de Débora, o verdadeiro amor de Raquel à sua família e a perseverança de Isaque como um crente entre os pagãos, tocam meu coração aqui na Malásia.
Mercella Chen
Estudante malaia no iEAT
Institute of East Asia Training
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=281
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
Ouça em áudio (voz: Valesca Conty):