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729 palavras
1 Retorna ao enredo de 37:26. José chegou agora ao Egito (Andrews Study Bible).
2-6 Enquanto as circunstâncias de José mudam, Deus nunca muda. Ele está sempre com Seus filhos (Jos. 1:5; Is. 41:10; Jer. 1:8, 19; Mat 28:20) e os habilita para grandes desafios (Andrews Study Bible).
2 O Senhor era com José do mesmo modo como nosso Senhor Jesus prometera estar conosco (Mt 28.20). Sabemos que Ele cumpre Sua promessa. Nosso dever e nosso privilégio é reconhecer e corresponder ao companheirismo que o Senhor nos proporciona. No caso de José, tal correspondência está evidente em seu espírito serviçal, alegre e criterioso (v 4; cf Cl 3.23), sua fidelidade absoluta (vv 5, 6) e sua resistência em face da tentação (vs 7-15). Constraste-se com este procedimento de José o que se menciona de Judá no capítulo anterior (Bíblia Shedd).
O benefício da presença de Deus foi experimentado até mesmo na escravidão, fora da terra da bênção (Bíblia de Genebra).
próspero. Uma das palavras chave deste capítulo (vs, 2-3; 23), sempre ligadas à bênção especial de Deus. A rápida ascensão de José na casa de Potifar se deve ao reconhecimento do mestre de que este escravo é diferente (Andrews Study Bible).
4 servia.O termo hebraico aqui denota serviço pessoal, como Josué servia a Moisés (Êx. 24:13) ou Elise servia a Elias (1 Reis 19:21) (Andrews Study Bible).
7-10 O texto bíblico sugere um longo período de sedução e o firme comprometimento de José de fidelidade e integridade moral. A longa resposta de José ao convite da mulher reconhece que o pecado não destrói apenas as relações humanas mas – e principalmente – é uma afronta a Deus (Sal. 51:4) (Andrews Study Bible).
7 cobiçá-lo. Olhava com desejo para ele. Bíblia de Estudo NVI Vida.
9 pecar contra Deus. Todo pecado é contra Deus em primeiríssimo lugar (v. Sl 51.4). Bíblia de Estudo NVI Vida.
O adultério era considerado um grande pecado no antigo Oriente Próximo (20.9), porém José estava absolutamente consciente de que vivia na presença de Deus (cf 2Sm 12.13; Sl 51.4) (Bíblia de Genebra).
11-19 Outra recusa deixa a roupa de José (note novamente a importância da roupa na narrativa de José) na mão da mulher de seu mestre, que rapidamente cria uma história plausível visando punir aquele que a recusou (Andrews Study Bible).
12 pegou. O termo hebraico aqui implica violência (Deut. 9:17; 22:28; 1 Reis 11:30) (Andrews Study Bible).
14 este hebreu. Isto é, um descendente de Héber (ver Gn 10:21; 14:13). Geralmente era assim que os descendentes de Jacó se referiam a si mesmos como um povo, e que os outros se referiam a eles (ver Gn 39:17; 40:15; 41:12; 43:32; Êx 1:15, 16. 19; 2:6; etc.). Originalmente, um “judeu” era um descendente de Judá, mas após o cativeiro o termo perdeu sua estrita aplicação tribal. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 460.
17 servo. Clara calúnia racial (Andrews Study Bible).
20 Mesmo que Potifar pareça furioso, a punição surpreende, tendo em vista que a lei bíblica exigia que estupradores convictos fossem sumariamente executados (Deut. 22:23-27). Potifar parece não acreditar em sua mulher, mas para manter as aparências colocou José na prisão. O foco agora muda para a prisão (o que reflete claramente um ambiente egípcio, tendo em vista que o Egito tinha prisões antes de outros povos ao redor), o próximo local das experiências positivas e negativas de José (Andrews Study Bible).
Embora a ira de Potifar fosse incidente sobre José, sua ação posterior indica que ele duvidou da acusação de sua esposa. Uma tentativa de estupro da esposa de um senhor por um escravo certamente resultaria em sentença de morte, mas a punição de José (aprisionamento com os prisioneiros do rei) foi relativamente suave (Bíblia de Genebra).
[Potifar] Queria tão somente preservar o nome da família. Tudo se ajustava, perfeitamente, nos planos providenciais de Deus com relação a José e ao seu povo escolhido (Bíblia Shedd).
A leniência de Potifar sem dúvida reflete sua confiança na integridade de José e, em contraste, seu pouco respeito pelo relato do episódio contado pela esposa. O castigo de José, no entanto, parece a princípio ter sido severo, pois ele sofreu mais coisas do que a narrativa de Gênesis deixa implícito. Segundo o Salmo 105:18, seus “pés” foram apertados “com grilhões” e ele foi posto “em ferros”. CBASD, vol. 1, p. 460, 461.
21 Há um paralelismo muito estreito entre o comportamento de José e o de Cristo, quando diante de situações adversas e de falsas acusações, ambos as recebiam sem murmurações, como expressões da vontade de Deus (cf Is 53.7). Como Cristo, José não sofrera por erro algum cometido, mas sim, em virtude da retidão da conduta (Bíblia Shedd).
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/genesis/gn-capitulo-38/
Este capítulo é sobre a história da família de Judá, tribo da qual Jesus foi descendente. E é por isso que temos muito da história dessa família!
O Messias não veio de uma linhagem de pessoas sagradas ou honradas. Em vez disso, Judá e seus filhos agiram de maneiras que desagradaram a Deus. Os ancestrais humanos de Jesus eram pecadores. Judá até escolheu uma esposa pagã contrário à vontade de Deus (v. 1,2). E esta senhora pode ter sido a principal má influência a seus filhos.
Judá parece mau neste capítulo, enganando Tamar e sendo enganada por ela quando ela finge ser uma prostituta. Se ele tivesse escolhido uma vida de obediência, tudo teria sido muito mais simples, com bênçãos em vez de maldições.
Judá finalmente confessou: [Tamar] “é mais justa do que eu” (v. 26 NVI). Às vezes, tendemos a julgar as pessoas rapidamente, sem perceber que somos talvez tão pecadores ou até mais do que elas.
A Bíblia não esconde o fato de que Jesus veio de uma linhagem humana tão pecadora como esta. Mas apesar de suas fraquezas herdadas, Ele confiou em Seu Pai e nunca pecou uma vez.
Jesus é nosso exemplo perfeito. Judá, confiando em si mesmo, certamente não é.
Wai Fong Chan
Nutricionista na Aenon Health
Tampin, Malásia
Malásia Institute of East Asia Training
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=284
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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GÊNESIS 38 – Leia atentamente esta história…
Primeiramente, decepcionante é observar que a intrigante história de José não consta aqui como esperávamos, não há nenhuma menção a ele (somente no capítulo seguinte).
Este capítulo é um interlúdio proposital, merece nossa atenção para entender o todo – lembre-se, o foco não é José, é Deus agindo intencionalmente na história mundana.
Judá destaca-se por sua imoralidade, justificando por que o foco bíblico está em José. Abaixo estão os nomes dos 13 filhos de Jacó/Israel:
1. Rúben/filho de Lia;
2. Simeão/filho de Lia;
3. Levi/filho de Lia;
4. Judá/filho de Lia;
5. Dã/filho de Bila, escrava de Raquel;
6. Neftali/filho de Bila, escrava de Raquel;
7. Gad/filho de Zilpa, escrava de Lia;
8. Aser/filho de Zilpa, escrava de Lia;
9. Issacar/filho de Lia;
10. Zabulon/filho de Lia;
11. Diná/filha de Lia;
12. José/filho de Raquel;
13. Benjamim/filho de Raquel.
Judá, o quarto filho de Lia, viveu num emaranhado de pecado. Casou-se com uma cananeia. Dois de seus três filhos sofreram a justiça divina por praticarem extremas maldades/malandragens/iniquidades.
Viúva, sua nora esperou a lei do levirato, quando o caçula de Judá pudesse ser seu marido; contudo, o levirato fora ignorado. Judá, ao ver uma suposta prostituta, fez sexo com ela, engravidando-a; e, era sua nora.
Judá, após passar os dias de luto da morte da esposa, deturpou-se sexualmente. Além disso, engravidou sua nora por engano (fornicação); depois, pretendeu executar justiça queimando-a viva – até descobrir no “teste de DNA” que o filho era dele!
Tamar teve gêmeos de seu sogro. Chamou-os de: Farés/Perez=Brecha/rompimento, e, Zara/Zerá=Brilhante/ascensão.
Deus procurava alguém disponível para desenvolver Seu plano de salvação; dentre tantos pecadores, Ele viu potencial em José, o menino de 17 anos no Egito, vendido por seus irmãos aos comerciantes de escravos…
Em casa José corria mais perigo que entre desconhecidos estrangeiros. Longe dos invejosos irmãos podia aproximar-se mais de Deus.
Às vezes Deus nos tira de nossa aparente zona de conforto para nosso próprio bem!
Curiosidade: Jesus=descendente de Judá; Tamar, a cananeia, está em Sua genealogia (Mateus 1:5; Lucas 3:33). Graça divina ultrapassa qualquer desgraça! Apreciemo-la sem questioná-la!
O Deus da graça opera até mesmo nas piores desgraças humanas. Mesmo quando o pecado parece prevalecer, Deus está vencendo! Aleluia!
Reavivemo-nos! Não perca amanhã! Compartilhe! – Heber Toth Armí.
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“Aconteceu, por esse tempo, que Judá se apartou de seus irmãos e se hospedou na casa de um adulamita, chamado Hira” (v.1).
A história de José foi pausada para destacar um episódio da vida de Judá. Não bastasse a crueldade contra seu irmão, Judá “tomou por mulher” (v.2) uma cananeia, com quem teve três filhos: Er, Onã e Selá. Ele logo cuidou de tomar esposa para Er; “o nome dela era Tamar” (v.6). Porém, o primogênito de Judá era tão perverso que Deus não permitiu tivesse este descendência. Cumprindo a lei do levirato, em que o irmão deveria tomar para si a esposa do falecido, Onã casou-se com Tamar. Mas a sua atitude em evitar qualquer possibilidade de suscitar descendência para seu irmão fora igualmente condenada por Deus, “pelo que também a este fez morrer” (v.10).
Percebendo Judá a mortandade entre seus filhos, Tamar tornou-se praticamente uma viúva negra. E a fim de proteger seu derradeiro filho, ele firmou um acordo com sua nora sem ter a mínima intenção de cumpri-lo. Tamar fez conforme seu sogro havia dito, mas com o passar do tempo, percebendo que havia sido enganada, preparou uma estratégia que daria continuidade à descendência de Jesus Cristo. Aproveitando a festividade pagã, vestiu-se de prostituta cultual e se pôs no caminho por onde passaria Judá. Este, envolvido com a celebração, não reconhecendo se tratar de Tamar, a possuiu e deixou-lhe como penhor os seus objetos de identificação.
“Passados quase três meses” (v.24), Judá foi avisado da gravidez de Tamar, que tão logo foi sentenciada à morte. Era a chance de vingar a morte de seus dois filhos. Ele não tinha interesse algum na vida daquela que só lhe recordava a dor do luto. Qual não foi a sua surpresa ao reaver seus objetos pessoais das mãos de Tamar, que dele concebera gêmeos. Não era da vontade de Deus aquela relação ilícita, mas independente de nossas más escolhas, os Seus planos não podem ser frustrados. Judá enganou e recebeu de volta o engano. Pecado gera pecado. Mas o Senhor está sempre disposto a dar fim a esta dízima periódica nos envolvendo com o “fio encarnado” (v.28) do amor de Cristo.
A genealogia de Jesus tornou-se uma das maiores provas de que o ser humano não tem parte alguma no plano da salvação. Composta de pagãos, adúlteros e impuros, não possui um só homem ou mulher que tenha conseguido alcançar a salvação por mérito próprio. Todos somos alvos do amor e da misericórdia de um Deus que não impõe limites ao perdão, mas que respeita quando nós mesmos impomos esses limites. Quando a Bíblia diz: “E nunca mais a possuiu” (v.26), revela uma mudança na vida de Judá. Ele não se aproveitou da situação para dar continuidade ao pecado, mas tão logo o percebeu, tratou de extirpá-lo pela raiz. Está você disposto a nunca mais possuir o que não lhe convém? Então aceite a ordem de Cristo: “Vai e não peques mais” (Jo.8:11).
Esqueça o passado que te fez cair, viva o presente que o Senhor te dá e sonhe com o futuro glorioso que Jesus conquistou para você!
Bom dia, salvos pela graça de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Gênesis38 #RPSP
Comentários em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
https://www.youtube.com/channel/UCzzqtmGdF4UqBopc6CRiqLA
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322 palavras
1-30 À primeira leitura, este capítulo parece fora de lugar. Contudo, existem nele importantes ligações para a circundante história de José. Vocabulário similar, a importância de símbolos de status (roupa, selo, equipe) e a importância crescente (e transformação) de Judá conecta este capítulo aos circundantes (Andrews Study Bible).
1-5 Judá sai da casa de Jacó e se casa com uma cananita e se torna amigo de um líder cananita. Todos estes elementos sugerem que Judá está perdendo sua visão da linhagem como povo especial de Deus (Andrews Study Bible).
6-10 A apresentação de Tamar, a esposa cananita de Er, é significativa. Apesar de que o fato de ser canaanita a coloca de fora das promessas especiais da família de Abraão, ela se torna a real heroína da história (Andrews Study Bible).
8 O casamento do levirato é conhecido das leis dos hititas e medo-assírias. A diferença principal é que na lei bíblica o cunhado é responsável em prover um herdeiro (Deut. 25:5-10). Onan tem relações sexuais com Tamar mas rejeita sua responsabilidade com ela e com seu falecido irmão (Andrews Study Bible).
11 Judá envia Tamar para a casa de seu pai para viver como viúva (Lev 22:13; Rute 1:8). Ele não parece estar comprometido a ter Tamar como membro de sua casa (Andrews Study Bible).
12-13 Note a diferença entre Tamar e Judá. Tamar está vestindo suas roupas de viúva enquanto Judá, por sua vez, está a caminho de atividades festivas (Andrews Study Bible).
23 Judá está preocupado com respeito à vergonha de não haver redimido sua promessa, mas ignora os direitos de Tamar (Andrews Study Bible).
24-25 Adultério exigia a morte do ofensor (Lev 20:10; Deut 22:22) (Andrews Study Bible).
26 A justiça de Tamar é contrastada com a semi justiça de Judá. A história se foca mais nos motivos do que nos atos e os motivos de Tamar estão alinhados com a lei do do levirato, que visava preservar famílias. Como resultado, Tamar é parte da linhagem messiânica (Rute 4:12, 18-22; Mat 1:3-6) (Andrews Study Bible).
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“Ora, Israel amava mais a José que a todos os seus filhos, porque era filho da sua velhice; e fez-lhe uma túnica talar de mangas compridas” (v.3).
O favoritismo de Jacó por José, filho de sua amada Raquel, suscitou graves consequências. Além do ódio dos demais irmãos, José tornou-se um filho mimado e delator de seus irmãos, levando “más notícias deles a seu pai” (v.2). Já não bastasse a predileção de seu pai e o ilustre presente que dele ganhara, José passou a relatar sonhos em que via sua família inclinar-se perante ele, e seus irmãos “o odiaram ainda mais” (v.5).
O fato de enviar José ao encontro de seus demais filhos, mostra que Jacó não fazia ideia do perigo em que o havia submetido. Considerando os sonhos de José, não percebera os ciúmes que consumiam seus filhos. Cheios de ódio e de inveja empreenderam uma longa viagem que começara a causar preocupação ao coração do velho pai. Mas a instrução de Jacó dada a José não era para que fosse chamar seus irmãos de volta, e sim que visse o que estavam fazendo e voltasse para contá-lo. E ao avistarem José sozinho de longe, viram ali a oportunidade de consumar o seu ódio homicida.
Os planos de Deus, porém, não incluíam a morte do favorito de Jacó, mas o caminho de duras provas que forjaria o seu caráter e o prepararia para uma obra grandiosa. Seus irmãos não faziam ideia, mas ao derrubá-lo naquele poço e vendê-lo aos ismaelitas, estavam simplesmente contribuindo para a realização dos sonhos que tanto desprezaram. Quando Rúben percebera o que fizeram seus irmãos, foi tomado de terrível angústia, mas tornou-se participante da mentira que por longos anos lhes seria um grande fardo e a causa da inconsolável tristeza de seu pai.
Não era propósito de Deus tamanha tragédia familiar. Mas Ele transformaria a maldição em bênção. A atitude de Jacó para com José fora um reflexo da predileção de Rebeca por ele e de Isaque por Esaú. A prova pela qual José passaria no Egito também se tornaria a prova de Jacó, experimentando um pouco do que sofreu sua mãe quando teve que fugir de Esaú. Pais e mães que compreendem o significado de que os filhos são “herança do Senhor” (Sl.127:3), assumem com grande seriedade o compromisso de educar. A verdadeira educação abrange o amor e muita dedicação, mas também diligente esforço e comum acordo entre os pais. Pai e mãe não podem divergir quando o assunto é educar. Cada filho deve ser objeto de dedicado estudo tendo sempre em mente o objetivo principal da educação: devolvê-los a Quem lhes pertence.
José realmente era um jovem especial, mas não seria a predileção de Jacó que o tornaria um grande homem, e sim a disciplina de anos de duras provas. E aqui aprendemos outra preciosa lição. Os sofrimentos que nos atingem podem até ser resultado de nossas más escolhas, mas Deus sempre está disposto a transformá-los em instrumentos de misericórdia. Lembre-se de que Deus disciplina a quantos ama (Ap.3:19) e que este é um recado especial para os nossos dias. Que o Senhor conceda à cada pai e à cada mãe a sabedoria do alto e que nós, como Seus filhos, aceitemos ser forjados na fornalha da aflição, crendo que estamos sendo preparados para sair do poço deste mundo para o palácio de Deus.
Feliz semana, filhos do Pai de misericórdia!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Gênesis37 #RPSP
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/genesis/gn-capitulo-37/
O que eu aprendi nessa parte da história de José sobre a traição que sofreu de seus irmãos é que Deus tem planos para todos e a cada um de nós. Tudo o que acontece, bom ou ruim, Deus pode fazer funcionar para beneficiar nossas vidas. Quando lemos da história de José nos próximos capítulos, vemos como Deus planejou tudo para o bem final.
Da mesma forma, você e eu podemos enfrentar provações, tentações, dificuldades, mas não nos esqueçamos de que, se entregarmos nossas vidas a Ele, Ele direcionará nosso caminho e cuidará de nós. Ele certamente fez isso por mim. Então, sejamos fiéis até a recompensa. Deus nunca nos colocará em uma posição que não possamos suportar em Sua força. Somos abençoados por termos Deus que pode mudar para melhor mesmo as piores situações de nossa vida! Amém!
Alex Vanlalthlanga
refugiado da luta étnica de Mianmar que encontrou o adventismo como verdade enquanto estudava no Instituto de Treinamento da Ásia Oriental, Malásia
Institute of East Asia Training
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=283
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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