Reavivados por Sua Palavra


POR QUÊ QUATRO EVANGELHOS? by Jeferson Quimelli
28 de janeiro de 2018, 0:59
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A fim de que um quadro completo da vida e do ministério de Jesus pudesse ser preservado para gerações futuras, o Espírito Santo conduziu e capacitou quatro homens para preservar um registro da narrativa do evangelho, escrito talvez a partir do ponto de vista que interessava a cada um pessoalmente. Cada evangelista foi guiado por um objetivo diferente ao escrever e omitiu certos incidentes mencionados pelos demais, acrescentando certos detalhes (ver p. 178-180).

É como se quatro pintores fizessem um quadro de Jesus, cada um a partir de um ponto de vista diferente. O sujeito é o mesmo, mas o aspecto é diferente. Em conjunto, os quatro retratos fornecem um conceito mais completo e perfeito de Jesus do que uma única figura. O retrato feito pelos quatro evangelistas nos possibilita contemplar a vida de Cristo numa perspectiva real. Tudo o que precisamos saber sobre o Salvador foi revelado (ver O Outro Poder, p. 158). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 272.



MATEUS 3 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
28 de janeiro de 2018, 0:55
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MATEUS 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
28 de janeiro de 2018, 0:45
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MATEUS 3 – Quase 30 anos se passaram do capítulo anterior. Jesus não exibiu-Se ou exaltou-Se – esperou o tempo oportuno para começar Seu ministério. Ele não fez propaganda, nem campanha política nem usou recursos de marketing. Ele agiu diferentemente daqueles que, atualmente, dizem serem Seus representantes.

João Batista entrou em cena para ser Seu precursor; fez isso sem salário, num lugar nada promissor: o deserto. Não comia em restaurantes glamorosos e nem vestia-se com roupas de grife.

O resultado? Multidões afluíam da cidade para ouvi-lo no deserto da Judeia. Sua mensagem? Simples! “Arrependei-vos” (vs. 1-6).

• Guiado pelo Espírito Santo tudo foge à logica humana.

João tornou-se conhecido por Batista ao introduzir o batismo como evidência de arrependimento; todavia, profetizou que o Messias viria para batizar com Espírito Santo e fogo. Estes não são dois tipos de batismos, em diferentes momentos. A Bíblia não diz “ou com fogo”, mas “e com fogo” (v. 11).

Elucida LeRoy E. Froom que esse texto refere-se a “uma frase explicativa, completando a ideia. É a maneira escriturística de repetir para salientar e reforçar um só pensamento”.

Portanto, “devemos ser batizados com fogo divino agora para escaparmos da destruição do fogo consumidor mais tarde”, salienta Froom. João cumpriu a profecia de Isaías 40:3 e Malaquias 4:5.

Imagina o que seria hoje de um pregador como ele? “Raça de serpentes! O que vocês pretendem rastejando até o rio? Acham que um pouco de água nessa pele de cobra vai fazer alguma diferença? É a vida de vocês que precisa mudar, não a pele! […] O que conta mesmo é a vida. A vida de vocês mostra frutos? Se estiver como madeira morta, só serve para o fogo” (vs. 7-10).

Logo em seguida apareceu Jesus para ser batizado como todos os outros, para identificar-se com os pecadores. Ali a Trindade tornou-Se clara pela primeira vez: Jesus, o Emanuel, no rio Jordão; o Espírito Santo veio em forma de pomba; e, ouviu-se a voz do Pai (vs. 12-17). Três seres divinos, distintos, unidos num mesmo objetivo: salvar pecadores condenados à morte!

1. Precisamos atentar ainda hoje para a mensagem do Batista;
2. Precisamos batizar-nos com Espírito Santo e com fogo para livrar-nos do fogo do inferno.

Evidentemente, é imprescindível o reavivamento e a reforma! – Heber Toth Armí.



MATEUS 3, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
28 de janeiro de 2018, 0:30
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“Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus” (v.2).


Filho de pais zelosos e tementes a Deus, João Batista veio ao mundo com uma missão tão grandiosa, que o próprio Jesus o considerou o maior ser humano que já pisou nesta terra (Mt 11:11). Com vestes peculiares e uma mensagem arrebatadora, João atraía multidões ao “deserto da Judeia” (v.1). Como profetizara Isaías, “a voz do que clama no deserto” (v.3) iniciou a obra de preparar os corações para receber o Messias. João não estava preocupado em agradar pessoas e deixou isto bem claro ao dirigir-se aos fariseus e saduceus com as duras palavras: “Raça de víboras, quem vos induziu a fugir da ira vindoura?” (v.7). A sua vida, tal qual a sua mensagem, era um testemunho de amor, abnegação e serviço. E as pessoas “saíam a ter com ele” (v.5) porque viram em João o que jamais conseguiram ver em seus líderes religiosos.

Há uma sequência neste relato sobre a missão de João que nos aponta a realidade da igreja de Deus naquela época e nos últimos dias:

  1. Arrependei-vos” (v.2). Esta deveria ser a primeira atitude do povo. Este deve ser o nosso primeiro passo. É sempre a primeira entonação do chamado de Deus aos Seus filhos;
  2. … porque está próximo o reino dos céus” (v.2). Porque o Messias logo iniciaria o Seu ministério terrestre. Porque Cristo logo voltará a esta Terra;
  3. e não comeceis a dizer entre vós mesmos: Temos por pai a Abraão” (v.9). A “síndrome” de Laodiceia já existia e hoje tomou corpo bem mais preocupante, pois pouco tempo resta para definirmos de que lado estaremos na batalha final;
  4. Eu vos batizo com água” (v.11). O batismo é um passo essencial na vida do cristão. O próprio Jesus, livre de pecado, foi batizado para que se cumprisse “toda a justiça” (v.15), nos deixando exemplo para que façamos o mesmo;
  5. Ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo” (v.11). O Espírito Santo nos foi outorgado como nosso Consolador, Instrutor e Guia. Mediante a Sua obra, somos preparados para suportar a fornalha da aflição e de lá sairmos como ouro refinado;
  6. … recolherá o Seu trigo no celeiro, mas queimará a palha em fogo inextinguível” (v.12). Há uma sacudidura em andamento e só estarão a salvo aqueles que produzem “frutos dignos de arrependimento” (v.8).

O batismo de Jesus foi um dos Seus atos mais significativos. Ao ser mergulhado nas águas do Jordão, Cristo não “sepultou” os Seus pecados, pois não os possuía. Mas aceitou a Sua missão, cuja vitória da ressurreição foi aclamada com antecedência pelo Pai, logo que saiu da água: “Este é o Meu Filho amado, em Quem Me comprazo” (v.17). Lendo um testemunho sobre um jovem de um país do Oriente Médio me emocionei com a sua sinceridade. Ao estudar a Bíblia e sendo conduzido pelo Espírito Santo às verdades do Senhor, ele entrou no banheiro de sua casa, encheu um balde, fez uma oração e jogou a água na cabeça com a intenção de batizar-se. Algum tempo depois ele aprendeu que o batismo é por imersão e teve a oportunidade de ser batizado da maneira correta.

Meus irmãos, a missão de João Batista preparou o caminho para a primeira vinda de Cristo e recebemos a mesma missão, mas desta vez para preparar o caminho para o Seu segundo advento. Assim como o Espírito Santo trabalhou no coração daquele sincero jovem, Ele tem trabalhado em nossos corações incansavelmente para que sejamos guiados “a toda a verdade” (Jo 16:13). O batismo é apenas a subida do primeiro degrau. Precisamos continuar subindo, subindo e como Paulo buscando “as coisas lá do alto, onde Cristo vive” (Cl 3:1), almejando logo estar lá com Ele. Sigamos, pois, os passos de Jesus (1Pe 2:21) e, certamente, não erraremos o caminho.

Bom dia, trigo do celeiro do Senhor!

Desafio do dia: Se você ainda não se decidiu pelo batismo, não perca mais tempo. Procure uma igreja no site abaixo e prepare-se para tornar real a decisão mais importante de sua vida.
www.encontreumaigreja.com.br

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Mateus3
#RPSP



MATEUS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
28 de janeiro de 2018, 0:20
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1 João Batista. “João”, heb Yohãnãn, “Deus teve misericórdia”. A palavra “Batista” refere-se à sua vocação especial de batizar, assinalando arrependimento em preparação para a aceitação de Cristo. Bíblia Shedd.

A influência que João exercia sobre o povo se tornou tão grande que Herodes Antipas, em princípio, hesitou em fazer-lhe dano (Mt 14:1, 5; Mc 11:32), e os líderes judeus não ousavam falar abertamente sobre ele (Mt 21:26; Lc 20:6). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 300.

Deserto da Judéia. Esta expressão em geral se refere aos montes áridos e escarpados entre o mar Morto e as montanhas do centro da Palestina, uma região de pouca chuva e de poucos habitantes. CBASD, vol. 5, p. 301.

2 Arrependei-vos. Operar uma mudança radical na vida como um todo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Do gr metanoeo, literalmente, “pensar de forma diferente depois”, “mudar de idéia”, “mudar de propósito”. Inclui muito mais que a confissão de pecados, embora isso certamente estivesse incluído na pregação de João (v. 6). No sentido teológico, a palavra envolve não só mudança de pensamento, mas nova direção da vontade, uma mudança de propósito e atitude. CBASD, vol. 5, p. 301.

O reino dos céus. Mateus prefere usar “céus” ao invés de “Deus”, em deferência à prática judaica de evitar dizer o nome divino. Marcos e Lucas, que estavam escrevendo para uma audiência majoritariamente não judia, usam “reino de Deus” mais frequentemente. CBASD, vol. 5, p. 301.

a expressão significa a maneira de vida dos que se deixam dirigir por Deus em tudo. É o reino dos céus porque sua origem, seus propósitos, e seu rei, são celestiais. Bíblia Shedd.

O reino dos céus é a soberania de Deus, tanto uma realidade presente quanto uma esperança futura. A ideia do reino de Deus é fundamental nos ensinos de Jesus, sendo mencionada 50 vezes só em Mt. Bíblia de Estudo NVI Vida.

3 Voz. Mateus cita Is 40:3. Assim como João Batista foi a voz que conclamava a “preparar o caminho ao Senhor” na primeira vinda de Jesus, os seguidores de Deus, hoje, devem trabalhar para preparar Sua Segunda Vinda (ver Mat 28:19-20). Andrews Study Bible

João representava apenas uma voz, mas ela ecoou através dos séculos, até os nossos dias. Como profeta, João foi a voz de Deus à sua geração. CBASD, vol. 5, p. 301.

A figura de linguagem usada representa os preparativos que devem ser feitos antes da vinda do rei. Quando um monarca oriental queria visitar partes de seu reino ele enviava mensageiros aos lugares a serem visitados, anunciando sua visita e ordenando aos habitantes a se prepararem para sua chegada. Os habitantes de cada distrito deviam preparar o caminho pelo qual ele passaria, visto que pouco se fazia para conservar as estradas. CBASD, vol. 5, p. 301, 302.

A preparação deveria ser moral e espiritual. Bíblia de Estudo NVI Vida.

4 vestes … cinto … mel silvestre. Os alimentos, as roupas e o modo de vida singelos de João eram um protesto visual conta a vida regalada. Bíblia de Estudo NVI Vida.

João era nazireu de nascimento (DTN, 102), e sua vida simples e sóbria estava de acordo com as exigências desse voto sagrado. … Contudo, não se deve concluir que ele era essênio. … Os essênios se separaram da sociedade e se tornaram ascetas. João passou tempo considerável sozinho no deserto, mas ele não era um asceta, pois de tempos em tempos se misturava com o povo, mesmo antes do início de seu período oficial de ministério (ver DTN, 102). … não há evidência histórica de que João estivesse associado a essa seita rígida. Entretanto, observam-se notáveis semelhanças entre João e os essênios. CBASD, vol. 5, p. 302.

pelos de camelo. Não pele de camelo, como imaginavam alguns, mas uma vestimenta de pelo tecida em tear. CBASD, vol. 5, p. 302.

5 Saíam a ter com ele. João se estabelece num vau natural do Jordão conhecido como “Betabara” ou “Betânia do outro lado do Jordão” (Jo 1.28), por onde tinha de passar todo israelita que demandava Jerusalém. Bíblia Shedd.

A forma do verbo grego [saíam] indica ação continuada: o povo continuava saindo. As multidões continuavam indo ao Jordão para ver e ouvir João e para serem batizadas por ele. … O fato de eles estarem dispostos a deixar seu trabalho e caminharem quilômetros pelo deserto testemunha do poderoso magnetismo da mensagem que João proclamava. CBASD, vol. 5, p. 302, 303.

7 fariseus e saduceus. Os fariseus eram um grupo legalista e separatista que guardava de modo rigoroso, porém de modo também hipócrita, a lei de Moisés e a “tradição dos anciãos” não registrada por escrito (15.2). Os saduceus eram mais mundanos e dados à política e, além disso, não eram teologicamente ortodoxos – entre outras coisas, negavam a ressurreição, os anjos e os espíritos (At 23.8) [influências helenizantes]. Bíblia de Estudo NVI Vida.

9 por pai a Abrão. João adverte à sua audiência e Mateus aos seus leitores que passado familiar religioso não assegura salvação. Não é um direito de nascimento. Andrews Study Bible.

A salvação não ocorre por direito de nascença (nem sequer para os judeus), mas mediante a fé em Cristo (Rm 2.28, 29; Gl 3.7,9,29). Bíblia de Estudo NVI Vida.

10 Já está posto o machado à raiz das árvores. O juízo está próximo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

11 batizo com água. Também traduzido “batizo na água”. O batismo por imersão era uma prática comum no judaísmo para não-judeus que se convertiam à religião judaica. Os Essênios, uma seita judaica, praticavam este rito como um ato simbólico através do qual as impurezas eram lavadas. Andrews Study Bible.  

mais poderoso do que eu. A pregação de João era tão cheia de poder que muitos criam que ele era o Messias. Até mesmo os líderes da nação foram forçados a considerar seriamente essa possibilidade (Jo 1:19, 20). CBASD, vol. 5, p. 306.

12 A sua pá. Do gr. ptuon, uma “peneira” com a qual se levantava o grão da eira e o lançava contra o vento para tirar a palha (ver com. de Rt 3:2). O grão caía no chão e a palha era levada pelo vento e, depois, queimada. CBASD, vol. 5, p. 307.

Essa pá é para joeirar. Aqui serve de figura do dia do juízo, na segunda vinda de Cristo. Os profetas do AT e os escritores do NT às vezes encaixam a primeira e a segunda vinda de Cristo de modo que parecem ser um só acontecimento. Bíblia de Estudo NVI Vida.

fogo inextinguível. Um fogo que não se apaga até que queime todo o combustível. Para mais sobre inferno e o fogo do inferno, ver 13:42; 25:41; Mc 9:43; Judas 7. Andrews Study Bible.

13-17 O batismo de Jesus não era para arrependimento. Era apenas um sinal de que Jesus se colocava do lado da minoria dos fiéis e que dava apoio à obra de João. Além disso, era a unção sacerdotal de Jesus, o cumprimento da cerimônia descrita em Ex 29.4-7. Bíblia Shedd.

15. Assim, nos convém. Isto é, “é adequado”, “é apropriado”. CBASD, vol. 5, p. 309.

16,17 saiu logo da água. Note que todas as pessoas da Trindade estão presentes no batismo (Jesus, sendo batizado; o Pai fala; o Espírito desce). Mateus conclui o seu evangelho com uma ênfase similar na presença dos três membros da Trindade no batismo de todos os crentes (ver 28:19). Andrews Study Bible.

17 me comprazo (ARA; me agrado, NVI). A forma verbal grega aqui empregada passa a ideia de algo interminável. Deus sempre Se agradou do Seu Filho e sempre Se agradará. Bíblia de Estudo NVI Vida.



Mateus 2 by Jobson Santos
27 de janeiro de 2018, 1:00
Filed under: Mateus

Leia primeiro, em espírito de oração, o texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/mateus/mt-capitulo-2/


Comentário devocional
:

No segundo capítulo de Mateus vemos como Deus começou a falar com Seu povo novamente depois de séculos de silêncio entre o AT e o NT, quando não houve nenhum profeta ou nova revelação profética escrita. Parece que Mateus queria enfatizar que Deus usa pessoas comuns. Ele queria que os leitores e os ouvintes vissem que foi a obediência de pessoas comuns que possibilitou que o plano de Deus se cumprisse na Terra.

Imagine o que José deve ter sentido ao saber que sua noiva estava grávida e que ele não era o pai! Mas então, o anjo do Senhor lhe aparece em sonho e ele ouviu, acreditou e obedeceu. Mas Deus não parou por aí. Ele enviou José e Maria depois do nascimento de Jesus para o Egito. José continuou a obedecer a vontade de Deus, porque sentiu que lhe havia sido confiada a enorme tarefa de proteger a vida do Messias.

É interessante ver como pessoas simples como José e Maria foram obedientes e é triste ver como meticulosos estudantes da Bíblia, como os sacerdotes, fecharam os olhos para a mais importante profecia, a profecia que indicava a chegada do Messias.

Assim como Deus confiou a José uma responsabilidade, hoje também Ele confia ao Seu povo uma importante tarefa: levar a mensagem de Jesus ao mundo inteiro. Para cumprirmos esta missão necessitamos ouvir a voz de Deus e sermos obedientes. Deus irá nos guiar passo a passo. Precisamos apenas estar dispostos a obedecê-Lo por amor.

 

Oleg Kostyuk
Apresentador do programa “Cross Connection”
Hope Channel

 

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/2 ou https://www.revivalandreformation.org/?id=1177
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/11/03
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados27-01-2018.mp3
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/


MATEUS 2 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
27 de janeiro de 2018, 0:55
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MATEUS 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
27 de janeiro de 2018, 0:45
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MATEUS 2 – O fato de Jesus ter vindo ao mundo só terá resultado se Ele tiver lugar na estrebaria de nosso coração.

Três grupos existirão até o fim da história do pecado:

1. Algumas pessoas, como Herodes, sempre odiarão Jesus (vs. 2, 12-23). Perseguidores, críticos, ateus, incrédulos, etc. possuem ódio mortal contra Ele, mesmo que no fundo sabem que deveriam aceitá-lO!
2. Muitas pessoas, como os sacerdotes e escribas, negligenciarão sempre a Jesus (vs. 3-6). Professar ser cristão não é a mesma coisa que ser cristão. Aqueles que vivem relaxada, superficial e negligentemente as orientações de Cristo não O amam de verdade.
3. Alguns sempre adorarão a Jesus, como os magos (vs. 2, 11). Esses presentes valiosos revelam o quanto devemos valorizar Jesus.

Curioso é que os sábios vieram do Oriente, com presentes caros, até Jerusalém; guiados sobrenaturalmente por uma estrela, sem serem judeus; entretanto, nada disso atiçou a curiosidade dos líderes religiosos, conhecedores de Bíblia, a investigarem se realmente o Messias, prometido em todo o Antigo Testamento, estaria nascendo em seus dias.

Indagados por Herodes, os principais líderes religiosos citaram de memória Miqueias 5:2 (v. 6). Consequentemente, o texto mostra que, conhecer a Bíblia não é o mesmo que conhecer Jesus. Ser Dr. em teologia, pastor, padre, bispo, presbítero, diácono, professor de classe bíblica, etc. não é garantia de ser verdadeiramente religioso.

O que precisa ser feito? Submeter-se a Deus como demonstraram os sábios:

• É necessário buscar a Jesus com fé sincera: Viajando a camelos, enfrentando o deserto arenoso, frio à noite e calor de dia, eles viajaram com fé.

• É necessário procurar Jesus séria e diligentemente: Sem perceber vestígios do nascimento do Messias em Jerusalém, os sábios perguntaram diligentemente por Ele até chegar a Herodes, o governador. Eles não desistiram enquanto não O encontraram.

• É necessário seguir à revelação inspirada: Possivelmente os sábios tiveram apenas a profecia de Números 24:17; contudo, eles atentaram para o que tinham.

Enfim, cuidado com a religiosidade teórica, superficial e formal. Apenas quem segue os passos dos magos aos procurarem por Jesus encontrarão e adorarão ao verdadeiro Salvador

Se Jesus não hesitou em nascer numa estrebaria fétida Ele não terá problema em nascer num coração apodrecido de dúvidas e pecados. Ele quer transformar nossa vida! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



MATEUS 2, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
27 de janeiro de 2018, 0:30
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“E, vendo eles a estrela, alegraram-se com grande e intenso júbilo” (v.10).


Havia-se passado cerca de quatrocentos anos após a última profecia messiânica. Um longo período de silêncio foi então rompido por três “magos do Oriente” (v.1) que, de repente, fazem a perturbadora pergunta: “Onde está o recém-nascido Rei dos judeus?” (v.2). Pergunta esta que alarmou não somente o ímpio rei Herodes, mas “toda a Jerusalém” (v.3). Imediatamente, foram convocados “todos os principais sacerdotes e escribas do povo” para deles saber “onde o Cristo deveria nascer” (v.4). De pronto, vem a resposta: “Em Belém da Judeia” (v.5), como escreveu o profeta Miqueias (v.6). Herodes, temendo perder o seu trono, reúne os magos em secreto e os persuade a informar-lhe onde estava Jesus para poder ir adorá-Lo, quando, na verdade, a sua intenção era matar Aquele que pensou lhe ser uma ameaça.

Apesar da terrível intenção de Herodes, a sua reação foi equivalente ao seu caráter maligno, mas a reação do povo de Jerusalém e de seus líderes religiosos foi ainda pior. Quão diferente foi a atitude dos magos comparada a deles! Percebendo a grandiosidade do que representava aquela nova estrela, partiram em uma longa e difícil viagem esperando ouvir de longe os cânticos de Jerusalém a receber o Seu Salvador. Mas que surpresa deve ter sido para aqueles sábios descobrir que eles eram os únicos na cidade “santa”, ansiosos por ver o recém-nascido Messias. Aqueles homens do Oriente podiam não saber todas as informações acerca do Cristo, mas mostraram aos sacerdotes e escribas que não bastava o conhecimento das Escrituras, mas o conhecimento do Deus das Escrituras. E, como iniciaram a sua viagem, da mesma forma continuaram, apenas os três. Nenhum do povo os acompanhou. Nenhum dos líderes religiosos mostrou interesse de unir-se a eles para adorar e levar seus tesouros Àquele que trocara os tesouros celestes por uma vida de escárnio e privações.

Mal havia nascido, e o tão “esperado” Messias foi rejeitado e perseguido. “Veio para o que era Seu, e os Seus não O receberam” (Jo 1:11), tendo que partir com seus pais para o Egito (v.13). Satanás utilizou de todos os meios que podia para interromper o milagre da salvação. Em sua fúria e terror ao ver cumprir-se a fiel promessa, Herodes foi seu instrumento para amortizar ainda mais a mente do povo, desviando a atenção do nascimento do Salvador para a morte de tantas crianças inocentes (v.16). O que profetizou Jeremias se cumpriu. E os vivas de júbilo foram trocados por inconsolável pranto (v.18). Mas a missão salvífica havia apenas começado e, durante trinta anos, Jesus testemunhou as rudezas de um mundo imerso no pecado, antes de sentir a dor da rejeição do povo que se chamava pelo Seu nome.

A triste condição espiritual de Israel na primeira vinda de Cristo não é dessemelhante da que prevalece no meio cristão de hoje. Assim como as profecias apontavam para o exato cumprimento do nascimento do Salvador, diante de nossos olhos as profecias se cumprem e se avolumam indicando que o relógio do Apocalipse está prestes a soar a “meia-noite” (Mt 25:6). O Espírito Santo tem exclamado “com potente voz” (Ap 18:2) o derradeiro clamor e, da mesma forma que se deu com os magos do Oriente tem acontecido nestes últimos dias. Há uma igreja invisível sendo chamada em todo o globo terrestre enquanto o povo do advento dorme e, à semelhança dos sacerdotes e escribas, gaba-se do conhecimento: “Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma” (Ap 3:17). A Bíblia não foi escrita para nos fornecer informações, mas para transformar a nossa vida. Estudar as Escrituras a fim de assegurar a vitória nos debates é para Deus considerado inútil e fútil (Tt 3:9). Mas estudá-la a fim de obter o verdadeiro conhecimento redundará em vida eterna: “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a Quem enviaste” (Jo 17:3).

Muito em breve, o exército de anjos entenderá que chegou a hora de brilhar não mais como uma estrela no firmamento, de erguer um cântico não apenas aos pastores no campo (Lc 2:13), mas chegada é a hora de toda a humanidade contemplar a Majestade dos Céus e a uma só voz exclamar: Só o Senhor é Deus! Que, assim como o foi com os magos do Oriente, seja esta a nossa reação diante do advento do nosso Redentor. Alegremo-nos, povo do Senhor, “com grande e intenso júbilo” (v.10), pois eis que o nosso Rei vem vindo!

Feliz sábado, “a todos quantos amam a Sua vinda” (2Tm 4:8)!

Desafio do dia: Prepare um “presente para Jesus” e entregue a alguém que esteja necessitando.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Mateus2
#RPSP



MATEUS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
27 de janeiro de 2018, 0:20
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Belém da Judéia. Aldeia a uns 8 km ao sul de Jerusalém. … É chamada “Belém da Judéia” não para distingui-la da cidade de mesmo nome, uns 12 km a noroeste de Nazaré, mas para ressaltar que Jesus provinha da tribo e do território que deram origem à linhagem dos reis davídicos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Belém. Literalmente, “casa do pão”. Seu nome anterior, Efrata (Gn 48:7), significa “fertilidade” (ver com. de Gn 53:19). A região de Belém, com suas colinas e seus vales cobertos de vides, figueiras, oliveiras e campos de cereais, provavelmente era, em parte, o celeiro da Judeia. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 292, 293.

rei Herodes. Herodes, o Grande (37 – 4 a.C.), que deve ser distinguido dos outros Herodes da Bíblia. … Assim como a maioria dos governantes daqueles dias, eera implacável: assassinou a esposa, os três filhos, a sogra, o cunhado, o tio e muitos outros – sem mencionar os meninos de Belém (v. 16). Seu reinado também ficou célebre pelo esplendor, conforme se vê nos muitos teatros, anfiteatros, monumentos, altares pagãos, fortalezas e outros edifícios que erigiu ou reformou – incluindo a maior de todas as obras, a reconstrução do templo de Jerusalém, iniciada em 14 a.C. e terminada 68 anos depois de sua morte. Bíblia de Estudo NVI Vida.

uns magos do oriente. As lendas populares atribuíram nomes a estes magos, fazendo deles três reis orientais; talvez o número de presentes (v. 11) e uma aplicação do Sl 72.10-11 levaram a estas conjeturas, porém o evangelho não se detém nestes assuntos. Bíblia Shedd.

Do Gr. magoi, que designava homens de diferentes classes cultas. A palavra “magos” vem dessa raiz. Entretanto, esses “magos” não eram magos no sentido como hoje se entende essa palavra. Eles eram nobres de nascimento, educados, ricos e influentes. Eram os filósofos, os conselheiros do reino, instruídos em toda sabedoria do antigo Oriente. Os “sábios” que foram em busca do Cristo recém-nascido não eram idólatras; eram homens retos e íntegros. Eles estudavam as Escrituras hebraicas e ali encontraram uma clara exposição da verdade. Em particular, as profecias messiânicas do AT chamaram sua atenção e, entre elas, as palavras de Balaão: “uma estrela procederá de Jacó” (Nm 24:17). É provável que também conhecessem e entendessem a profecia de tempo de Daniel (Dn 9:25, 26), e chegaram à conclusão de que a vinda do Messias estava próxima. CBASD, vol. 5, p. 293.

Jerusalém. O fato de os magos terem sido guiados a Jerusalém em vez de a Belém (DTN, 61) é um indício do propósito divino de que a sua visita fosse um meio de chamar a atenção dos líderes da nação para o nascimento do Messias (ver v. 3-6). A atenção e o interesse do povo foram despertados ao saberem da missão dos magos, e então buscaram estudar as profecias. Os líderes judeus se ofenderam com o fato de os magos serem gentios e se recusaram a crer que Deus passaria por alto os hebreus e Se comunicaria com pagãos (ver DTN, 62, 63). CBASD, vol. 5, p. 293.

Rei dos judeus. Uma indicação de que os magos eram gentios e que Mateus desejava também adorá-Lo com seu evangelho. Andrews Study Bible.

Sua estrela. Essa estrela não era uma conjunção de planetas, como imaginaram alguns, nem uma nova (fenômeno astronômico), como sugeriram outros. A “estrela” que apareceu na noite do nascimento de Cristo era um “longínquo grupo de anjos resplendentes” (DTN, 60; v. 7). CBASD, vol. 5, p. 294.

alarmou-se o rei Herodes. A aparente relutância dos sacerdotes em divulgar informações sobre as profecias messiânicas, mencionadas sem dúvida pelos magos, fez Herodes suspeitar de que os sacerdotes conspiravam com os magos a fim de destroná-lo, talvez por meio de uma revolta popular. CBASD, vol. 5, p. 294.

alarmou-se … toda a Jerusalém. Não é de se surpreender que toda a cidade se alarmasse, pois seus habitantes sabiam do que Herodes era capaz. Temendo uma revolta popular, ele bem poderia decretar a matança de centenas ou milhares do povo. CBASD, vol. 5, p. 294.

chefes dos sacerdotes. Os saduceus responsáveis pelo culto no templo em Jerusalém.

Mestres da lei. Os estudiosos judaicos daquela época, instruídos para profissionalmente desenvolver, ensinar e aplicar a lei do AT. A autoridade deles era rigorosamente humana e tradicional. Bíblia de Estudo NVI Vida.

indagava. A forma do verbo, em grego, indica que Herodes indagou com persistência. Aparentemente os sacerdotes tentavam se evadir de uma resposta direta. Herodes teve que arrancá-la deles. CBASD, vol. 5, p. 295.

assim está escrito. Em João 7:42 fica claro que o significado de Miqueias 5:2 era conhecido mesmo do povo. CBASD, vol. 5, p. 295.

com precisão. Herodes exigiu informação específica. CBASD, vol. 5, p. 295.

11 o menino com Maria, Sua mãe. Todas as vezes que Jesus e Sua mãe são mencionados juntos, Ele é mencionado primeiro. Bíblia de Estudo NVI Vida.

O adoraram ..ouro, incenso e mirra. A adoração incluía presentes significativos: ouro, simbolizando a realeza; incenso, a divindade; mirra, o sacrifício. Bíblia Shedd.

Alguns dos mais valiosos e transportáveis presentes disponíveis, eles foram, sem dúvida, essenciais para a sobrevivência financeira da família de José na viagem ao Egito. Andrews Study Bible.

11 na casa. Jesus então tinha pelo menos 40 dias. CBASD, vol. 5, p. 295.

A lei levítica estipulava que o tempo de “impureza” da mãe se tivesse um menino era de 40 dias, se tivesse uma menina, era de 80 dias. … Durante esse período ela deveria permanecer em casa e não deveria participar das práticas religiosas públicas. Era a mãe, e não a criança, que precisava de “purificação”. A mãe e a criança precisavam comparecer ao templo para a “purificação” de um e apresentação do outro. Houve uma finalidade dupla que levou José, Maria e Jesus a Jerusalém nessa ocasião [Lc 2:22], numa distância de oito quilômetros. A ida ao templo ocorreu antes da visita dos magos, porque, depois disso, José e Maria não se atreveriam a visitar Jerusalém. Além disso, deixaram Belém e foram ao Egito quase que imediatamente após a visita dos magos. CBASD, vol. 5, p. 770 [com. sobre Lc. 2:22].

13 tendo eles partido. Tanto os magos como José e Maria foram desviados do caminho de Herodes pela mensagem mandada por Deus.Bíblia Shedd.

foge para o Egito. O Egito era outra província romana e estava além da jurisdição de Herodes. … Nessa época, muitos judeus viviam no Egito. Portanto, José não estaria completamente entre estranhos. Havia sinagogas nas cidades, e até mesmo templos judeus. Heliópolis (Om, cf. Gn 41:45, 50; 46:20) é o lugar para o qual, segundo a tradição, José e Maria figuram em busca de segurança. CBASD, vol. 5, p. 296.

15 Do Egito chamei Meu Filho. Essa citação de Os 11.1 referia-se aos tempos de Moisés, quando Deus chamou a nação para sair do Egito. Mateus, porém, sob a inspiração do Espírito, também a aplica a Jesus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

16 matar todos os meninos. …estimou-se que numa aldeia cuja população provavelmente não excedesse 2 mil habitantes, incluindo arredores, teriam existido apenas cerca de 50 ou 60 crianças da idade indicada, e que somente metade delas seriam meninos [justificando um dos possíveis porquês do historiador Josefo não ter citado a matança dos meninos de Belém]. CBASD, vol. 5, p. 297.

18 Ramá. Há diferença considerável de opinião quanto a identificação de Ramá. CBASD, vol. 5, p. 297.

Raquel chorando. As palavras de Jermias [Jr 31:15] ser referem às amargas experiências dos cativos hebreus levados a Babilônia, em 586 a.C. [provavelmente passando por Ramallah, de Efraim, a 15 km a noroeste de Jerusalém]… A morte de Raquel, em algum lugar próximo dali, no nascimento de Benjamin (ver Gn 35:18-20), torna a metáfora bem apropriada. Ela chamou seu filho de Benoni (ver Gn 35:18), que significa “filho da minha tristeza”. Inspirado, Mateus aplica as palavras de Jeremias à matança das crianças de Belém ordenada por Herodes. CBASD, vol. 5, p. 297.

22 Arquelau. Esse filho de Herodes, o Grande, reinou sobre a Judéia e sobre Samaria durante dez anos apenas (4 a.C. – 6 a.C.). Foi excepcionalmente cruel e tirânico, sendo deposto por isso. Bíblia de Estudo NVI Vida.

22 Galileia. Sua população era uma mistura de judeus e gentios, e os preconceitos religiosos da maioria judia eram menos evidentes ali. … Seus habitantes era desprezados pelos residentes da província da Judeia, mais próspera (Jo 7:52; cf. Mt 26:69; Jo 1:46). CBASD, vol. 5, p. 298.

23 Nazaré. Um pequeno vilarejo cerca de 100 km ao norte de Jerusalém, entre o extremo sul do mar da Galileia e o mar Mediterrâneo. … Era uma vila proverbial por sua impiedade, mesmo entre o povo da Galileia. CBASD, vol. 5, p. 298.

Ele será chamado Nazareno. Essas palavras exatamente não se acham no AT e provavelmente se referem a várias prefigurações e/ou predições do AT (observe o plural “profetas”) de que o Messias seria desprezado (e.g., Sl 22.6; Is 53.3), pois nos dias de Jesus, “Nazareno” era quase sinônimo de “desprezado” (v. Jo 1.45,46). Alguns sustentam que Mateus, ao chamar “Nazareno”, refere-se em primeiro lugar à palavra “renovo” (heb netser) de Is 11.1. Bíblia de Estudo NVI Vida.
A raiz mais provável [para o nome de Nazaré] é nasar, da qual deriva netser, um “ramo”, “rebento” ou “renovo”. CBASD, vol. 5, p. 299.