Reavivados por Sua Palavra


JOÃO 7 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
10 de abril de 2018, 0:55
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JOÃO 7 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
10 de abril de 2018, 0:45
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JOÃO 7 – O Evangelho de João foi escrito porque a igreja cristã estava sendo invadida por pessoas que negavam a natureza humana ou a natureza divina de Cristo. Portanto, como observa Álvaro César Pestana, este livro é o evangelho…

• …Da divindade de Jesus, nenhum livro explora tanto essa questão.
• …Do Espírito Santo, a promessa de Sua vinda torna-se um elemento fundamental no final do livro.
• …Do amor de Deus. Amor pelo Filho, amor pelos homens; amor do homem para Deus e Jesus, e amor dos seres humanos de uns para com outros.
• …De milagres. O uso do termo “sinais” referindo-se aos milagres mostra que estes indicavam a ação de Deus entre humanos.

A partir do capítulo em pauta, nota-se a existência de um conflito. Oposição ferrenha levanta-se contra Cristo após os sinais revelados e os sermões proclamados.

1. Antes da festa dos tabernáculos que relembrava o tempo em que Israel viveu no deserto em casas tipo tendas os irmãos e irmãs de Cristo não acreditaram em Jesus (vs. 1-9; ver Levítico 23:34-44).
2. A multidão ia aumentando ao redor de Jesus, porém, os judeus alegavam que Ele não poderia ter vindo de Deus devido à uma cura realizada no sábado. Os argumentos da oposição atacaram os seguintes pontos:

• O caráter de Cristo: Uns discutiam que Ele era bom, outros questionavam alegando ser Ele um enganador (vs. 10-13);
• A doutrina de Cristo: Ao começar a ensinar no templo os judeus se admiraram com tanto conhecimento, por Ele não ter frequentado as escolas dos Rabis. Jesus aproveitou e questionou o ensino e as intenções assassinas de Seus opositores (vs. 14-19);
• A procedência de Cristo: Acusaram Jesus de estar possuído de demônio por revelar segredos do coração dos opositores que não conseguiam ver mais do que a mera superficialidade das coisas espirituais. Jesus declarou ter vindo de Deus (vs. 20-29).

3. Quanto mais Jesus falava pior ficava para Ele, mais confusão e oposição suscitavam mesmo num dia de festa (vs. 30-36).
4. No oitavo dia, encerrando a festa dos tabernáculos, as impactantes palavras de Jesus impressionaram a muitos positivamente, inclusive os guardas que saíram para prendê-lO e não O fizeram (vs. 37-53).

Quem não tem um coração disposto a obedecer não entenderá verdades espirituais (v. 17). Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JOÃO 7 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
10 de abril de 2018, 0:30
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“Responderam eles: Jamais alguém falou como este Homem” (v.46).


De todos os ofícios e ocupações, creio eu que educar seja o mais desafiador de todos. Pelo menos, é esta a realidade para o educador verdadeiramente comprometido. As teorias e métodos de educação são os mais diversos. Mas, de todos os meios empregados neste sentido, nenhum deles jamais poderá superar o método de Jesus. Perante uma sociedade conduzida, em sua maioria, por mestres desprovidos dos princípios mais basilares, como o apreço e a compaixão por seus “alunos”, Jesus prosseguia em Seu ministério num paciente processo de educar com “aulas” prático-teóricas.

A rejeição à Sua metodologia de ensino, porém, era tão grande que “nem mesmo os Seus irmãos criam nEle” (v.5). Para a maioria, Seus atos de misericórdia afrontavam as tradições dos anciãos, e a profecia de Simeão (Lc 2:34-35) podia ser claramente observada entre uns que diziam: “Ele é bom. E outros: Não, antes engana o povo” (v.12). Em uma religião movida pelo medo (v.13), Jesus apresentou o amor, pois “o perfeito amor lança fora o medo” (1Jo 4:18). E Sua declaração seguinte revela a fonte de Sua sabedoria: “O Meu ensino não é Meu, e sim dAquele que Me enviou” (v.16).

Jesus estava diante de um povo que se orgulhava do templo, das tradições, dos rituais, mas que não conhecia a Deus (v.28) nem tampouco observava a Sua Palavra (v.19). Certamente, foi o corpo discente mais desafiador de toda a história, mas o mais privilegiado também. E, felizmente, nem tudo estava perdido, já que “muitos de entre a multidão creram nEle” (v.31). O incomparável Educador não Se limitava a subir nos púlpitos, pois que as montanhas e as relvas eram os mais aprazíveis cenários de Suas obras. E mesmo questionado quanto a Seu título acadêmico (v.15), Sua sabedoria e “reta justiça” (v.24), faziam os mais improváveis aprendizes declarar: “Jamais alguém falou como este Homem” (v.46).

Aprender na escola de Cristo requer de nós a submissão de discípulos. É, diariamente, entrar na sala de aula do Maravilhoso Conselheiro para ouvir as Suas palavras, falar com Ele, e só então colocá-las em prática. É aceitar o Seu convite: “Se alguém tem sede, venha a Mim e beba” (v.37). O resultado disso? A aprovação do Céu: “Quem crer em Mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva” (v.38). Que a nossa vida seja uma constante declaração: “Ele é o Cristo!” (v.41), de fato e de palavra. E que o Espírito Santo continue nos guiando até a nossa aprovação definitiva.

Bom dia, alunos da escola de Jesus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#João7
#RPSP



JOÃO 7 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Jeferson Quimelli
10 de abril de 2018, 0:25
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JOÃO 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
10 de abril de 2018, 0:20
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1. Passadas estas coisas. Denota transição de uma narrativa para outra, mas não indica se o intervalo é curto ou longo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, p. 1082.

Matá-Lo. Nessa ocasião, “a Páscoa […] estava próxima” (6:4), e a frase “não desejava percorrer a Judeia” (7.1) indica que Jesus não esteve presente à Páscoa que então se aproximava. CBASD, p. 1082.

3. Deixa este lugar. Uma vez que os irmãos de Jesus O haviam rejeitado (Jo 6:66), esses irmãos deviam pensar que, ao manifestar poder na capital, o centro religioso da nação, Jesus
poderia recuperar parte do prestígio perdido. CBASD, p. 1082.

Teus discípulos. O ministério na Judeia produzira poucos resultados (ver com. de Mt 4:12; Jo 3:22). Contudo, Jesus tinha discípulos ali. Na verdade, Ele havia saído da Judeia devido a dificuldades que surgiram por causa de Sua popularidade junto às pessoas daquela região (Jo 4:1-3). CBASD, p. 1082, 1083.

4. Ao mundo. Esses “irmãos” desejavam que Jesus Se mostrasse abertamente às multidões reunidas em Jerusalém para a festa, e exibisse diante delas Seus maravilhosos milagres. Eles esperavam que os líderes testassem as reivindicações dEle e, caso Jesus fosse o Messias e Suas obras fossem genuínas, ansiavam que Ele fosse proclamado rei na sede de Seu reino e em meio às alegrias da
festa. CBASD, p. 1083.

5. Seus irmãos criam. Eles sabiam que Ele operava milagres, pois O viram realizá-los. … Mas, apesar dos milagres, eles estavam cheios de dúvida e descrença. Jesus não Se encaixava no conceito que tinham do Messias, e duvidavam que algum dia Ele viesse a Se encaixar. CBASD, p. 1083.

6. Ainda não chegou. Talvez Seus irmãos estivessem bem-intencionados, mas Jesus tinha um conhecimento mais amplo. Para Ele, os eventos da vida eram dirigidos por prazos estabelecidos por Deus, e havia um tempo apropriado para a realização de cada propósito. CBASD, p. 1083.

7. Mundo. Os irmãos solicitaram que Jesus Se mostrasse ao mundo (v, 4), mas Ele os lembrou de que o “mundo” O odeia (cf. Jo 15:18). As suposições deles (ver com. dos v. 3 e 4) eram falsas. Se Ele seguisse o que estavam propondo, nao receberia a aclamação que esperavam. Por outro lado, as simpatias os interesses deles eram como os do mundo. Assim, o mundo nao podia odiá-los pois mundo ama o que é seu (Jo 15:19). CBASD, p. 1083.

Testemunho a seu respeito. As pessoas se ressentem quando seus maus caminhos são expostos. Caim matou Abel “porque as suas obras eram más, e as de seu irmão, justas” (1 Jo 3:12). “Todo aquele que pratica o mal aborrece a luz” (Jo 3:20). CBASD, p. 1083.

10. Em oculto. Esta frase sugere que Ele nào viajou pelas rotas habituais das caravanas de peregrinos. Provavelmente escolheu uma rola pouco usada que atravessava a região de Samaria (cf. DTN, 452). CBASD, p. 1083.

11. Os judeus. Com esta expressão, geralmente João se refere aos representantes oficiais da nação e não ao povo comum (v. 12, 15). Havia, sem dúvida, considerável incerteza quanto à ida de Jesus à festa, já que Ele nao havia estado presente à Páscoa anterior (v. com de Jo 6:1; 7:1). CBASD, p. 1083.

14. Em meio. Uma vez que a festa continuava até o oitavo dia, a metade seria no quarto dia (cf. com. dos v. 2, 37). CBASD, p. 1084.

15. Letras. A surpresa não era porque Jesus sabia ler ou escrever, mas por Ele ser tão bem
informado e capaz de apresentar um discurso com tanto conhecimento. … O autodidata no estudo das Escrituras não era incomum, mas tal educação era considerada como bem inferior à do ensino das escolas rabínicas. CBASD, p. 1084.

16. Não é Meu. Jesus negou ser autodidata e, ao mesmo tempo, afirmou que Sua fonte de conhecimento era muito mais elevada do que a das escolas rabínicas. O próprio Deus era Seu mestre. CBASD, p. 1084.

17. Quiser fazer a vontade dEle. Um pré-requisito para se receber a luz é que a pessoa esteja disposta a seguir a verdade que venha a ser revelada. … A dificuldade para se descobrir o “que a verdade” na religião é um assunto comum de queixa. As pessoas falam das muitas diferenças entre os cristãos em assuntos de doutrina e pensam ser impossível decidir quem está certo. Em geral, essa suposta incapacidade para desvendar a verdade se torna uma desculpa para viver sem religião. CBASD, p. 1084.

18. Glória. Do gr. doxa. que aqui significa “honra”, “fama” “reputação”. … 0 Céu desaprova o orgulho e o egoísmo ver Mt 6:2,5,16). Aquele que exibe essas características não é um verdadeiro mestre. CBASD, p. 1085.

Verdadeiro. 0 adjetivo é aplicado a Jesus (Mt 22:16: Mc 12:14; Jo 7:18) e a Deus (Jo 3-33; 8:26;
Rm 3:4), mas no NT não é usado para seres humanos, exceto em 2 Coríntios 6:8. CBASD, p. 1085.

19. Não vos deu Moisés a lei? A palavra “lei” é aqui usada no sentido geral, referindo-se às instruções do Pentateuco. CBASD, p. 1085.

Ninguém dentre vós. Jesus elabora Seu argumento com base na premissa do v. 17. A vontade de Deus estava contida no Pentateuco, mas os judeus não estavam obedecendo à mesma. Por isso, eram incapazes de julgar se os ensinos de Jesus eram do Céu ou não. CBASD, p. 1085.

Matar-Me. Com frequência, os preconceitos e as opiniões individuais quanto ao que se constitui a obediência limitam a submissão à vontadfe divina. Muitos se contentam com o que é meramente exterior e poucos se esforçam para obter de Cristo Sua perfeita justiça. CBASD, p. 1085.

21. Um só feito. Isto é, a cura homem enfermo no dia de sábado por ocasião da última visita de Cristo a Jerusalém, 18 meses antes (Jo 5). CBASD, p. 1085.

a circuncisão … vem … dos patriarcas. A circuncisão não havia se originado cora Moises. Foi iniciada no tempo de Abraão como sinal da aliança (Gn 10-14; cf. Rm 401). 1085.

23. curado … ao todo. A circuncisão envolvia a reparação de apenas um membro do corpo. Jesus havia reparado o corpo todo. CBASD, p. 1085.

24. Reta justiça. A Jei tradicional judaica com relação ao sábado continha muitas provisões
mediante as quais ela própria podia ser burlada. Por exemplo, havia leis severas proibindo que fossem carregadas cargas no sábado, mas se os judeus quisessem transportar um objeto naquele dia, tinham meios de legalmente realizar seu objetivo. CBASD, p. 1086.

26. Nada Lhe dizem. As pessoas propõem uma possível razão: que investigações mais profundas teriam levado os líderes à conclusão de que Jesus era o Messias. CBASD, p. 1086.

Reconhecem. A argumentação das pessoas era equivocada. Os líderes continuavam determinados a eliminar Jesus. CBASD, p.1086.

28. Vós não somente Me conheceis. Jesus não negou os fatos quanto a Seus pais terrenos; também não Se deteve em discutir o argumento teológico deles. … Ele era conhecido em forma humana, mas desejava ser visto também em Sua divindade e filiação divina. CBASD, p. 1087.

A quem vós não conheceis. Os judeus tinham uma concepção distorcida do caráter do Pai celestial. Séculos de obstinação o rebelião os havia impedido de ver a Deus como Ele realmente é: um Pai bondoso e misericordioso. Pensavam que Ele fosse cruel e severo e, em vários aspectos, muito diferente das divindades pagãs adoradas pelas nações vizinhas. Por meio de Jesus, Deus queria corrigir essa errônea concepção. Quando as pessoas contemplassem Aquele que Deus havia enviado, deveriam obter uma noção de como era o Pai (ver com. de Jo 1:18). Jesus declarou: “Quem Me vê a Mim vê o Pai” (Jo 14:9). Ao rejeitar Jesus, os judeus rejeitaram a revelação do Pai sobre Si mesmo e, assim, continuaram a desconhecê-Lo. CBASD, p. 1087.

31. Maiores sinais. A pergunta em grego sugere resposta negativa. A seguinte tradução ilustra a força desta construção: “Ele não fará maiores sinais do que este, fará?”. CBASD, p. 1087.

32. Guardas. Presumivelmente, os policiais do templo. CBASD, p. 1087.

34. Haveis de procurar-Me. A referência deve ser ao juízo futuro, quando pessoas lamentariam ter rejeitado a Cristo, mas buscariam a salvação em vão, porque seria tarde demais (ver Jr 8:20; Am 8:11, 12; Mt 7:21-23; 25:11. 12; Lc 13:25-30). CBASD, p.1087.

35. A Dispersão. Do gr. diáspora, palavra técnica que se refere aos judeus dispersos por toda a extensão do mundo antigo após o exílio. CBASD, p. 1087.

36. Que significa […]? Os judeus não conseguiam entender a enigmática declaração. nem Pedro pôde captar as implicações daquilo que Jesus afirmava (Jo 13:37). CBASD, p. 1087.

37. Se alguém tem sede. Estas palavras de Jesus, sem dúvida, fazem referência à cerimônia da libação de água realizada durante os sete dias de festa. CBASD, p. 1088.

Venha a Mim.Durante sete dias sucessivos as pessosas testemunhavam a cerimônia da libação da água e participavam de outras atividade da festa, mas havia pouca coisa para satisfazer os anesios da vida espiritual. Entre essas, desta vez, estava Aquele que é a fonte da vida e que podia fornecer as águas vivas que saciariam a todas as necessidades. Os cristãos genuínos podem testificar da satisfação encontrada em Cristo, pois encontraram nEle mais do que esperavam; provaram Sua paz, e as dúvidas e temores foram removidos; encontrara, graça na medida de sua necessidade e força equivalente às exigências de cada dia. Muitas vezes ficaram desapontados com eles mesmos, mas nunca se desapontaram com Cristo. CBASD, p. 1088.

50. Nicodemos. Aquele que procurou Jesus à noite então falou em Seu favor durante o dia. Sua declaração foi uma resposta à pergunta dos líderes: “Porventura, creu nEle alguém dentre as autoridades ou algum dos fariseus?” (v. 48). CBASD, p. 1089, 1090.

51. Sem primeiro ouvi-Lo. Nicodemos pede um tratamento justo e reto, segundo a lei. Quando
Jesus foi, mais tarde, preso e eondenado à morte, foram quebradas muitas regras da jurisprudência judaica (ver Nota Adicional a Mateus 26). CBASD, p. 1090.

52* Também tu és da Galileia? Com esta pergunta, os líderes buscam se evadir à questão de Nicodemos, para a qual só poderia haver uma resposta. Os fariseus deixam implícito que Nicodemos se juntou aos galileu simpatizantes de Jesus. O ciúme exclusivista deles se reflete no desprezo pelos judeus galileus, que eram menos cultos (ver com. de Jo 7:49). CBASD, p. 1090.

Levanta. Evidências textuais (cf. p. 136) apoiam a variante “se levantou”. Este texto enfatizaria a confusão das ideias deles, pois seriam incapazes de defender uma generalização assim. CBASD, p. 1090.



João 6 by Jobson Santos
9 de abril de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/joao/joao-capitulo-6/

Comentário devocional:

Nossa leitura de hoje é uma incrível coleção de histórias poderosas e surpreendentes: a alimentação de 5.000 homens (e suas esposas e filhos), Jesus caminhando sobre o mar, Jesus declarando ser Ele o Pão da Vida, Jesus sendo rejeitado pelos Judeus e também por muitos dos seus discípulos.

A alimentação dos 5.000 homens nos fala que Jesus pode atender a qualquer necessidade que temos, independentemente de quão grande ela seja. O fato de Jesus alimentar tão grande número de pessoas com cinco pães de cevada e dois peixinhos do almoço de um garoto, nos diz que Ele pode usar os dons de pessoas comuns, como você e eu, para fazer coisas extraordinárias. Os doze cestos coletados do que sobrou da refeição nos revelam que Jesus quer que sejamos bons administradores dos recursos a nós confiados.

Jesus deseja usar a você e a mim para fazermos coisas grandes e milagrosas. No entanto, atente para a experiência de Pedro: “Quantas vezes, ao sobrevir-nos aflição, fazemos como Pedro! Olhamos para as ondas, em lugar de manter os olhos fixos no Salvador” (O Desejado de Todas as Nações, p. 382).

Quando Deus nos chamar para fazer algo grande para ele, olhemos não para as dificuldades, mas para o Seu grandioso poder. Jesus tem poder para suprir a cada uma de nossas necessidades e nos assegura de que ao lado dEle temos a vida eterna.

Willie Oliver
Diretor Mundial do Departamento dos Ministérios da Família da IASD

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1249
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados09-04-2018.mp3


JOÃO 6 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
9 de abril de 2018, 0:55
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JOÃO 6 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
9 de abril de 2018, 0:45
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JOÃO 6 – Os milagres de Cristo descritos por João são seletivos, com objetivos claros. São apenas sete milagres identificados por sinais:
 
• Primeiro: Jesus transformou abundantes águas em vinho melhor do que aquele que era servido antes de acabar no casamento (João 2);
• Segundo: Jesus curou o filho do oficial romano estando longe desse filho (João 4);
• Terceiro: Jesus curou o paralítico de Betesda com 38 anos de idade, sem tocá-lo (João 5);
• Quarto: Jesus multiplicou pães e peixes para uma grande multidão (João 6:1-15);
• Quinto: Jesus andou por sobre as águas e salvou Seus discípulos (João 6:16-21);
• Sexto: Jesus curou um cego de nascença depois que ele se distanciou e lavou-se no tanque de Siloé (João 9);
• Último milagre: A ressurreição de Lázaro que esteve quatro dias morto (João 11).
 
O objetivo de João era mostrar milagres que Jesus fez sem tocar em quem precisava dEle. O único milagre citado por João em que Jesus tocou o necessitado é no caso do cego; contudo, o milagre só aconteceu quando ele se distanciou de Jesus obedecendo-O ao lavar seus olhos no tanque de Siloé.
 
Tudo isso está em harmonia com o propósito de João, que escreveu sobre Cristo quando já se havia passado mais de meio século que Ele subira ao Céu. Estando invisível entre as pessoas, João queria desenvolver a fé e estimular a crença cristã em seus leitores.
 
Do capítulo 6, temos ainda alguns pontos a considerar:
 
• Após alimentar a numerosa multidão tendo apenas cinco pães de cevada e dois peixinhos emprestados de um menino e, de haver andado por sobre as águas, Jesus revelou-Se como o Pão da Vida enviado do Céu para saciar a fome da alma da humanidade (vs. 1-40).
• Após Seu poderoso sermão, os ouvintes de Jesus tiveram reações confusas sobre Ele, e muitos O abandonaram dizendo: “Duro é este discurso; quem o pode ouvir?” (vs. 41-71).
 
Assim, fica claro que, como declarou Russel P. Sheed: “Cristãos têm uma inclinação muito maior para aceitar a Jesus do que para viver com o estilo de Jesus”.
 
Muitas vezes queremos Jesus, mas não Seus sermões; contudo, Suas mensagens são nutrientes para nosso coração!
 
Oremos: “Senhor, embora Tua Palavra seja dura para nós que somos resistentes aos Teus ensinamentos, precisamos dela. Reaviva-nos!” – Heber Toth Armí.


JOÃO 6 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
9 de abril de 2018, 0:30
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“Eu sou o Pão da Vida” (v.48).


Há algo de muito especial nesta declaração de Jesus. Após o milagre da multiplicação dos pães e dos peixes, Seu ministério nunca foi tão aclamado pelas multidões. Percebendo o grande poder que dEle emanava, as expectativas do povo cresceram não no sentido de reconhecer o Cristo das Escrituras, mas de fazer dEle o rei que levantaria uma nação livre de enfermidades e farta de pão. Conhecendo-lhes as intenções, Jesus “retirou-Se novamente, sozinho, para o monte” (v.15). A oração particular era um hábito do qual Ele não abria mão.

Nesse meio tempo, Seus discípulos navegavam “rumo a Cafarnaum” (v.17), quando o barco foi impelido por fortes ventos. E aquela situação, que já era assustadora o suficiente, se agravou ainda mais quando avistaram um vulto humano “andando por sobre o mar” (v.19). Aterrados com aquela visão e possuídos de medo pela possibilidade de perecerem, uma voz familiar lhes acalmou o coração: “Sou Eu. Não temais!” (v.20). Eles O receberam com alegria e “logo o barco chegou ao seu destino” (v.21). Apesar de João não fazer menção da experiência de Pedro ao andar sobre as águas, ela foi, certamente, uma das mais fortes experiências do apóstolo e de seus companheiros com o seu Mestre.

A multidão estava ávida por cumprir o seu propósito. Uma busca desenfreada começou e não desistiriam até encontrar Aquele que acreditavam ser um tipo de Moisés, um novo líder de Israel. Mas o encontro que julgavam ser a solução de suas dificuldades materiais, tornou-se para eles em decepção. Até mesmo os que antes diziam segui-Lo, escandalizaram-se diante da afirmação de que Cristo “é o Pão da Vida” (v.35). Jesus foi enviado pelo Pai para suprir as nossas necessidades não só físicas e materiais, mas, sobretudo, espirituais. E ali estava Ele, oferecendo àquele povo o inigualável privilégio do alimento espiritual que redunda em vida eterna. Mas Ele sabia, “desde o princípio, quais eram os que não criam e quem O havia de trair” (v.64).

De toda aquela multidão, bem como a quantidade de cestos que sobrou na multiplicação, apenas os doze discípulos permaneceram com Jesus. No entanto, mesmo entre os doze, havia um que, no íntimo, alimentava o mesmo sentimento das multidões e a falsa esperança de que, mais cedo ou mais tarde, Jesus iria Se revelar como o rei que os libertaria do jugo romano. Tanto Judas quanto aquele povo representam um falso cristianismo firmado não em Cristo e Suas palavras, mas no delicado alicerce de areia das vontades humanas.

A experiência sobrenatural de Pedro ao andar sobre as águas, o levou a declarar:

Senhor, para quem iremos? Tu tens as palavras da vida eterna; e nós temos crido e conhecido que Tu és o Santo de Deus” (v.68-69). Em outras palavras, Pedro, inspirado pelo Espírito Santo, confirmou o que Jesus disse em João 14:6. Vejamos:

Senhor, para quem iremos?“, Jesus é o Caminho; “Tu tens as palavras“, Jesus é a Verdade; “da vida eterna“, Jesus é a Vida. Quando nos aproximamos de Jesus desta forma, é inevitável crer e conhecer que Ele é o Pão da Vida, o Santo de Deus, o nosso Salvador. Experimente Jesus Cristo e creia que, se preciso for, Ele andará por sobre as águas da aflição com você e estará na embarcação de sua vida até que possas chegar “ao seu destino” (v.21) final: a eternidade com Ele.

Bom dia, aqueles que andam com Jesus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#João6
#RPSP



JOÃO 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
9 de abril de 2018, 0:20
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Contagem de palavras: 1320

1-71 Este capítulo é o ponto crucial dos caps. 2 – 12. Revela a identidade de Jesus como Aquele enviado do Pai (vs. 38, 44, 46, 50-51, 57); de maneira figurada, distingue entre a fé e a descrença através da ilustração do comer e do beber a carne e o sangue de Jesus (vs 53-58); narra a crescente rejeição, motivada pela descrença com que Jesus Se defrontou (vs 41-42, 60-66). Os sinais, neste capítulo, recordam os correspondentes eventos salvíficos na história de Israel. Indicam que Jesus cumpre a tipologia da Páscoa, do êxodo e da provisão de alimento no deserto. Bíblia de Genebra.

1-15 A multiplicação dos pães para os 5 mil é o único milagre, afora a ressurreição, que se encontra em cada um dos quatro evangelhos. Demonstra que Jesus supre as necessidades humanas, e monta o cenário que testemunhará dEle como o Pão da Vida (v. 35). Bíblia de Estudo NVI Vida.

mar de Tiberíades. O nome romano para o lago da Galileia. Uma indicação de que João estava escrevendo tendo em mente os não-judeus. Andrews Study Bible.

5-13 O único milagre encontrado nos quatro Evangelhos. Uma demonstração do poder criativo e divindade de Jesus. Ver 1:1-3. Andrews Study Bible.

para lhes dar de comer. Reminiscência de Nm 11.13, onde Moisés faz uma pergunta semelhante. Bíblia de Genebra.

duzentos denários. Aproximadamente o salário de 200 dias de trabalho. Andrews Study Bible.

15 fazê-Lo rei. Eles esperavam que Ele os livraria dos romanos, como Moisés livrou os israelitas do Egito. Andrews Study Bible.

Jesus rejeitara a versão mundana da realeza por ser tentação do diabo (Mt 4.8-10). Bíblia de Estudo NVI Vida.

19 trinta estádios equivalem a cerca de 5 a 6 km. Bíblia Shedd.

20 Sou Eu. Do gr ego eimi, “eu sou”. Estas palavras são repetidamente encontradas na LXX como tradução do heb. ‘ani hu’, “Eu [sou] Ele”, uma declaração de Yahweh de que Ele é Deus (ver Dt 32:39; Is 43:10; 46:4). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1075.

Em face do temor dos discípulos, Jesus pronuncia “Sou Eu”… Isso não deixaria de chamar a atenção ao fato que Ele Se chamaria pelo nome divino (cf 8.24, 28). Bíblia Shedd.

21 e logo chegaram à praia. Alguns acham que se trata aqui de mais um milagre. De qualquer maneira, a chegada segura do barco implicitamente atribui o feito a Jesus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

24 à Sua procura. A busca de Jesus é nobre unicamente quando a motivação é certa. Aqui deparamos puro materialismo (26). Bíblia Shedd.

26-27 sinais. Os milagres de Jesus apontavam para realidades espirituais, mas o povo estava pensando em um nível material. Andrews Study Bible.

27 vos dará. Nós não ganhamos vida eterna; ela é um dádiva [dom, presente]. Andrews Study Bible.

Jesus aponta para o significado espiritual do milagre, que é estabelecer o selo de Deus como aprovação de Seu ministério e identificá-Lo como o Filho do Homem, o Messias prometido. Bíblia de Genebra.

28 realizar as obras de Deus. Os judeus pensaram na possibilidade de aprender a fazer os milagres como Jesus e Moisés fizeram. Jesus esclarece que a “obra” que antecipa todas as obras (14.12) é a fé submissa em Cristo, o Enviado de Deus. Bíblia Shedd.

Não tinham percebido a lição de que a vida eterna é dádiva de Cristo, e pensavam sob o aspecto de alcançá-la mediante obras piedosas. Bíblia de Estudo NVI Vida.

29 A obra de Deus é … crer. Crer em Jesus Cristo é a “obra” indispensável que Deus requer – a qual conduz à vida eterna. Bíblia de Estudo NVI Vida.

31 maná. Ver Êx 16. Havia uma tradição de que quando o Messias viesse, faria cair novamente maná em uma Páscoa. Andrews Study Bible.

32 Não foi Moisés. Jesus os corrigiu, mostrando que o maná do deserto não procedera de Moisés, mas de Deus, e que o pai ainda “dá” (é importante esse tempo no presente) o verdadeiro pão do céu (a vida por meio do Filho). Bíblia de Estudo NVI Vida.

33 O que desce do céu e dá vida ao mundo. Jesus não ensina aqui a salvação universal, mas a relevância e o apelo universais de Sua obra salvadora (3.16, nota). Bíblia de Genebra.

34 desse pão. Provavelmente outro equívoco, como o da mulher junto ao poço (4.14; cf tb. Nicodemos: 3.4). A mente deles seguia balizas materialistas. Bíblia de Estudo NVI Vida.

35 Eu sou o pão da vida. primeira das sete reivindicações introduzidas por “ego eimi” (6.35; 8.12, 28; 10.7; 11.11, 25; 15.1; cf Êx 3.14n). Bíblia Shedd.

39 que nenhum Eu perca de todos os que Me deu. Não “uma vez salvo, sempre salvo”. O objetivo de Deus é que todos se salvem, mas ninguém é forçado a responder positivamente. Ver 17:12. Andrews Study Bible.

40 vida eterna o ressuscitarei no último dia. A morte não pode destruir a vida que Cristo dá. Bíblia de Estudo NVI Vida.

41 Murmuravam, pois, dele os judeus. Esta atitude é semelhante à dos israelitas no deserto, que murmuravam contra Moisés e Arão (Êx 16.7; 17.3; Nm 11.1). Bíblia de Genebra.

51-58 Jesus emprega a linguagem do comer e do beber para ilustrar a intimidade entre Cristo e o crente. Bíblia de Genebra.

51 minha carne, que Eu darei. Antevendo o Calvário. Bíblia de Estudo NVI Vida.

52 “Carne” e “sangue” significam a plena humanidade de Cristo ( 1 Jo 4.2, 3). No sacrifício o sangue obrigatoriamente pertencia a Deus (Gn 9.4; Dt 12.16, 23) porque nele estava a vida. Jesus declara que se não assimilarmos Sua vida não participamos nEle. Bíblia Shedd.

53 beberdes o Seu sangue. …comer Sua carne e beber Seu sangue significa apropriar-se de Sua vida pela fé. “Comer a carne e beber o sangue de Cristo é recebê-lo como Salvador pessoal, crendo que Ele perdoa nossos pecados, e nEle ficamos completo” (DTN, 389). CBASD, vol. 5, p. 1075.

53 se não comerdes e não beberdes não tendes vida. Fora da união pessoal com o Salvador, não há salvação. Bíblia de Genebra.

53-58 É simplesmente impossível que a declaração absoluta de Jesus no v. 53 … seja referência direta à ceia do Senhor. Certamente Ele não ensina que receber esse sacramento seja o grande requisito para a vida eterna, nem que essa é a única ordenança pela qual Cristo e Seus benefícios salvíficos são recebidos. Nesse mesmo discurso Ele resalta a fé em consequência do testemunho a respeito dEle. Bíblia de Estudo NVI Vida.

54 quem comer. Do gr trogon, um particípio presente que indica comer continuamente, alimentar-se constantemente. Não é suficiente participar uma única vez da vida de Cristo. Os crentes precisam de nutrição espiritual contínua, alimentando-se dAquele que é o pão da vida. CBASD, vol. 5, p. 1075.

55 verdadeira. quer dizer, “a única”. Bíblia Shedd.

59 Cafarnaum. Evidentemente, toda a cena de 6:22-71 aconteceu na sinagoga de Cafarnaum. Andrews Study Bible.

60 dura. De difícil aceitação, não de difícil entendimento. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Duro é este discurso. Referindo-se aos versos 50-59. Jesus não se conformava às suas expectativas messiânicas. Andrews Study Bible.

discípulos. A fala de Jesus dividiu até mesmo os discípulos. Andrews Study Bible.

63 a carne para nada aproveita. O sucesso nesta vida é relativamente de pouca importância em contraste com a eternidade. Andrews Study Bible.

palavras de vida eterna. Expressão genérica; Pedro não se referia a uma fórmula falada, mas ao conteúdo global dos ensinos de Jesus. Percebia a verdade do v. 63. Bíblia de Estudo NVI Vida.

66-71 Um ponto crucial neste Evangelho. Muitos de seus discípulos, juntos com a multidão, rejeitaram a Cristo em sua descrença, enquanto os Seus discípulos, que permaneceram fiéis (como mostra a confissão de Pedro), aprofundaram sua fé nEle. Bíblia de Genebra.

69 temos crido e conhecido que Tu és o Santo de Deus [ARA, NVI; NKJV: o Cristo]. A identidade de Jesus, como mostrada no Evangelho de João, é a chave para uma fé consistente e estável. Andrews Study Bible.

Como os verbos gregos estão no tempo perfeito, significam “Já entramos num estado de fé e de conhecimento que tem continuado até o tempo presente”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

70 um diabo. Judas (v. 71) se oporia a Cristo movido pelo espírito de satanás. Bíblia de Estudo NVI Vida.

70-71 Dá a entender que Judas não compartilhou da confissão de fé que Pedro fez no v. 69. Mesmo entre os doze havia um que colocava a posição mundana acima das coisas eternas. Andrews Study Bible.