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“Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo” (v.1).
Fazer distinção entre tradição e princípio é muito importante dentro do contexto bíblico. É perfeitamente possível, no entanto, que atrás de uma tradição haja um princípio que a norteia. O que Paulo estabeleceu no início deste capítulo não foi apenas uma tradição local que ficou num passado remoto, mas um princípio que não está fundamentado em cobrir ou não a cabeça, mas em levar sempre em consideração a minha forma de adoração. Apesar das tradições estarem em segundo plano com relação aos princípios, elas também ocupam o seu lugar de importância e estabelecem limites, a fim de manter a ordem e a decência no culto que prestamos ao Senhor.
Sendo uma cidade portuária, Corinto tornou-se um antro de prostituição e promiscuidade. E uma das características que revelavam a luxúria das meretrizes era a exposição de seus cabelos em público. Diante deste contexto, o apóstolo não desmereceu as mulheres da igreja, mas as aconselhou a cobrirem os cabelos para a proteção de sua própria reputação e para que o nome de Deus não fosse vituperado. Portanto, o que devemos extrair desta passagem é o princípio que permanece: que a nossa vestimenta também parte da adoração e que transmite uma mensagem a favor ou contra a fé que professamos ter.
Não falo como quem estivesse em plena comunhão com tal princípio, mas como alguém que ainda tem lutado com Deus para sair vitoriosa. Na verdade, este princípio é secundário no sentido de que deve ser uma consequência da transformação que o Espírito Santo realiza em nossa vida, de dentro para fora. Paulo não estava falando a pagãos, nem a leigos, mas aos crentes em Cristo que não haviam compreendido que Deus estabeleceu uma linha divisória bem distinta entre o santo e o profano. O mesmo Deus que um dia disse a Moisés: “Nem subirás por degrau ao Meu altar para que a tua nudez não seja ali exposta” (Êx 20:26), é o mesmo que falou por intermédio de Paulo aos coríntios e que fala a nós hoje: “Hoje se ouvirdes a Sua voz, não endureçais o vosso coração” (Hb 3:15). Portanto, o que usamos ou deixamos de usar interessa sim a Deus e sim, tem total relação com a nossa adoração a Ele. Se mostrar os ombros diante de uma rainha é considerado um insulto, qual tem sido a nossa conduta diante do Rei dos reis?
Não obstante, um outro ponto é abordado por Paulo com tristeza sobremodo profunda. A ceia do Senhor, um dos mais importantes símbolos deixados por Cristo, havia sido transformada em reunião reprovável. As divisões na igreja estavam causando um impacto tão negativo que Paulo reprovou a prática da ceia entre eles. O orgulho e a conformidade com a pobre condição espiritual os estava impedindo de enxergar que viviam o mesmo quadro caótico que viveu Israel quando severamente repreendida por Deus: “não posso suportar iniquidade associada ao ajuntamento solene” (Is 1:13).
Um exame de coração precisa ser feito. É o meu e o seu destino eterno que está em jogo. Ao lidarmos com as coisas sagradas devemos partir do princípio de que o nosso corpo também é sagrado (1Co 3:17). “Por isso, aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor, indignamente, será réu do corpo e do sangue do Senhor” (v.27). “Examine-se, pois, o homem a si mesmo” (v.28), não sem discernimento, como quem “come e bebe juízo para si” (v.29). Pois é a falta de discernimento que traz ruína ao corpo de Cristo. Consideremos, amados, estas advertências de Paulo como para nós mesmos, porque, “quando julgados, somos disciplinados pelo Senhor, para não sermos condenados com o mundo” (v.32).
Muito mais do que conselhos acalorados a uma igreja primitiva, que estas palavras inspiradas pelo Espírito Santo sejam um apelo solene e urgente ao remanescente dos últimos dias. Que a nossa adoração e que tudo em nós seja o reflexo da atuação do Espírito em nossa vida. Deus tenha misericórdia de nós!
Bom dia, imitadores de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #1Coríntios11 #RPSP
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1 Como também eu sou. Todo ministro do evangelho de Cristo deve estar apto a pedir que seus ouvintes imitem seu exemplo ao seguir o Mestre. Se não pode fazê-lo, deve esquadrinhar o coração e rogar a Deus para que viva para Ele em todos os aspectos, e não para si mesmo. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 828.
4 Sua própria cabeça. Isto pode se referir tanto a Cristo, que é “a cabeça de todo homem” (v. 3), ou à cabeça literal do homem, que seria desonrada estando coberta. O homem que, como servo do Senhor, se recusa publicamente a demonstrar respeito por Cristo, traz desonra tanto ao Senhor quanto à sua própria cabeça. Corinto era uma cidade grega, e, por consideração ao costume grego, Paulo ensinou que ao adorar a Deus, nessa cidade, os homens deviam seguir o modo usual de mostrar respeito, removendo a cobertura da cabeça na presença de um superior. Os homens não deviam agir como mulheres. CBASD, vol. 6, p. 831.
5 Sem véu. Era costume das mulheres cobrir a cabeça com véu, como evidência de que eram casadas, e também como modéstia. CBASD, vol. 6, p. 831.
10 Autoridade. Do gr. exousia. É provável que isso se refira ao sinal da autoridade do marido, o véu, que as mulheres usavam como reconhecimento público de sua posição sob a autoridade do marido. Aceitar de boa vontade esse costume era um privilégio honrado, indicando que a mulher tinha posição de respeito na comunidade, pois ela “pertencia” a alguém, e podia reclamar apoio e proteção deste sob cuja “autoridade” vivia. CBASD, vol. 6, p. 833.
11 No Senhor. Esta relação entre homem e mulher está de acordo com o desígnio e a direção do Senhor. É intenção e ordem de Deus que dependam um do outro, vivam em mútua consideração e promovam o bem-estar e a felicidade um do outro. Cada um é necessário ao bem estar do outro, e esse fato deve ser reconhecido na relação. O homem não pode existir sem a mulher, nem a mulher sem o homem. Um é incompleto sem o outro. Isso devia ser motivo suficiente para evitar a jactância por parte do homem. CBASD, vol. 6, p. 833.
14 Natureza. Neste caso, o termo indica a ordem natural das coisas, o que em geral é aceito pelas pessoas, o costume prevalecente. Na época de Paulo, era costume para um judeu, grego e romano usar cabelo curto. Entre os israelitas se considerava vergonhoso que um homem tivesse cabelo comprido, com exceção daquele que tivesse feito voto de nazireu. CBASD, vol. 6, p. 834.
17 Não para melhor. O propósito das reuniões regulares dos crentes é o fortalecimento espiritual e o encorajamento dos participantes a enfrentar a batalha da vida com mais fé e esperança. Longe de louvar seu comportamento e a forma de observar os ritos da casa do Senhor, o apóstolo achou necessário repreendê-los. Primeiramente, declarou de forma categórica que suas reuniões não produziam bons resultados, mas ruins. Em seguida, ampliou essa afirmação e mostrou como tinham permitido que práticas errôneas privassem o serviço da comunhão de sua santidade e inspiração adequadas. CBASD, vol. 6, p. 835.
27 Indignamente. Ou, sem a devida reverência pelo Senhor, cujo sofrimento e sacrifício estão sendo lembrados. Pode-se dizer que a indignidade consiste na conduta imprópria (v. 21) ou na falta de fé vital e ativa no sacrifício expiatório de Cristo. CBASD, vol. 6, p. 841.
28 Examine-se. Antes de participar da Ceia do Senhor, a pessoa deve rever sua experiência cristã e certificar-se de estar pronta para receber as bênçãos que esse rito proporciona a todos que estão em relacionamento com Deus. Deve refletir se, dia a dia, tem experimentado a morte para o pecado e o novo nascimento para o Senhor, se está ganhando a batalha contra os pecados que o afligem e se sua atitude para com o próximo está correta. Palavras, pensamentos e ações devem ser inspecionados, bem como hábitos de devoção pessoal e tudo que influencie no progresso em direção a um caráter que reflita a imagem de Jesus. CBASD, vol. 6, p. 841.
34 Fome. Isto se refere ao desejo físico por alimento, não o anseio espiritual pelo pão da vida. A Ceia do Senhor não tem o objetivo de satisfazer a fome física. Seu propósito é ser um memorial do maior e mais solene evento, e não um banquete. As instruções dadas neste capítulo, quando seguidas cuidadosamente, fazem da Ceia do Senhor um serviço cheio de consolo e santa alegria. CBASD, vol. 6, p. 843.
Compilação
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Na cidade de Corinto, uma mulher que cortasse o cabelo ou deixasse de usar o véu estava dizendo perante a sociedade que não mais estava sob a responsabilidade do marido, pai ou irmão mais velho e que, dali em diante, se tornara uma prostituta. Assim, para que as irmãs não fossem confundidas com as prostitutas e o testemunho delas se tornasse uma pedra de tropeço para a pregação do evangelho, Paulo pediu a elas que acatassem àquele costume da cidade de Corinto. Seria horrível para a igreja cristã se as irmãs fossem rotuladas por aquela cultura como sendo prostitutas. Já nos dias do Antigo Testamento, uma mulher prostitua foi identificada por encobrir o rosto com um véu (Gênesis 38:15). Percebeu o fator cultural?
O mesmo se dava em relação aos homens: em Corinto, todo aquele que deixasse o cabelo crescer era considerado homossexual. Já na época de Jesus (e do Antigo Testamento), o homem usava cabelo comprido normalmente. Era em Corinto que havia tal preconceito.
Assim, podemos ver que o assunto da calça comprida e do corte de cabelo não são princípios, mas questões culturais. Há na Bíblia costumes, que podem variar com o tempo por que foram dados apenas para um povo, de forma local. Existem também princípios, que são eternos, por terem sido transmitidos a todos e não a um povo específico. Nisto se enquadra o Sábado como dia de adoração e culto. Sendo que esse mandamento consta no Decálogo e que foi ordenado a todas as pessoas, não apenas para os judeus (ver Gênesis 2:1-3, Isaías 56:1-7, Marcos 2:28, etc.), deve ser observado para sempre em memorial ao Deus Criador. É importante diferenciarmos na Bíblia um PRINCÍPIO de um COSTUME.
Infelizmente, muitos se apegam a um costume cultural e deixam de lado um princípio universal e moral como o Sábado do Criador.
É lícito e correto o cristão se vestir decentemente e com modéstia (1 Timóteo 2:9), pois inclusive em nosso modo de vestir podemos refletir o caráter de Jesus. Porém, isto não significa que devamos ser desleixados com nossa aparência ou com o corpo, pois isso desagrada a Deus. Aqui podemos tratar do pintar o cabelo. Se a pessoa o faz por uma necessidade, para corrigir um problema ocasionado pelo pecado (Deus não criou o ser humano para envelhecer) qual o problema nisto? O errado seria pintar o cabelo com cores chamativas, que não levam a atenção dos outros para Deus.
Sendo que o corpo é o “templo do Espírito Santo” (1 Coríntios 3:16-17, 6:19-20) e o cabelo faz parte dele, também deve ser cuidado. Entretanto, tal questão (de cortar ou não o cabelo) deve ser analisada por cada um, individualmente, respeitando a opinião daqueles que pensam diferente. Também nesse tipo de atitude nosso cristianismo é manifesto.
Leandro Quadros
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/1-corintios/1co-capitulo-10/
O apóstolo Paulo fala de uma “nuvem de testemunhas”, dadas como “exemplos” para nossa “admoestação”. O que é surpreendente a respeito do registro bíblico é que ele apresenta não só os triunfos, mas também os fracassos do povo de Deus ao longo da história sagrada.
Os historiadores têm uma expressão para quando esse tipo de estudo honesto não acontece. Ele é chamado de hagiografia, ou o “estudo da vida dos santos”. O termo passou a significar o estudo não crítico da vida de uma pessoa. Movimentos religiosos muitas vezes fazem isso com seu fundador quando o exaltam, ou colocam um grupo de líderes em um pedestal não reconhecendo suas falhas. Contudo, a Bíblia não é uma hagiografia exatamente por revelar as falhas dos seus personagens principais. De fato, Ellen White observa que o registro bíblico é fidedigno e relata as histórias dos sucessos bem como as falhas do povo de Deus ao longo da história bíblica, o que é uma razão convincente para a inspiração das Escrituras (4T pp. 9-15).
Assim, quando refletimos acerca da história sagrada somos convidados à humildade. “Assim, aquele que julga estar firme, cuide-se para que não caia!”
O mais importante, porém, é que a Bíblia nos dá esperança: “Não sobreveio a vocês tentação que não fosse comum aos homens. E Deus é fiel; ele não permitirá que vocês sejam tentados além do que podem suportar. Mas, quando forem tentados, ele mesmo providenciará um escape, para que o possam suportar.”(v. 13, NVI).
Michael W. Campbell
Professor Associado de Religião
Southwestern Adventist University
Keene, Texas USA
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1317
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/03/24
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados17-06-2018.mp3
Comentários em vídeo
Ouça online [Voz Valesca Conty]:
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I CORÍNTIOS 10 – A comunidade de crente, a igreja de Deus, reúne gente de todas as raças, de todas as distâncias, de todas as línguas, de todas as cores, de todas as nacionalidades, de todas as culturas, de todos os níveis e de todos os temperamentos.
O desafio divino para a igreja cristã é que seja cada vez mais pura em sua conduta e em sua doutrina, e deve esforçar-se diligentemente para viver inteiramente unida, na mesma disposição mental e no mesmo parecer.
Para atingir esse alvo elevado, quem sabe a famosa frase de Agostinho nos ajude: “Nas coisas essenciais, a unidade; nas coisas não essenciais, a liberdade; em todas as coisas, a caridade”.
Com isso em mente, abra a tua Bíblia e, juntos vamos estudar o que Deus tem para nós.
Observe que, “as divisões em capítulos e versículos dos livros da Bíblia foram feitas por homens para facilitar a sua leitura. Nem sempre, ao passarmos de um capítulo para outro, significa que mudamos de assunto”, por isso, “leia sem pausa, 1 Coríntios 9:19-10:33. Ao chegar ao capítulo 10:31-33, note como o trecho corresponde ao capítulo 9:19-27. Observe o coração de Paulo por amor ao evangelho. Agora, leia novamente 1 Coríntios 10. Observe a continuação de pensamento de Paulo de 9:24-27 para 10:1. Note o ‘ora, irmãos’ em 10:1”, orienta-nos Kay Arthur.
Após aplicar-te ao estudo, considere:
• Nenhuma comida sofre alteração ao ser oferecida a ídolos; aliás, todo alimento pertence a Deus.
• Carne de açougue cujos fornecedores sacrificavam a ídolos não era contaminada; a questão era com o irmão fraco, cuja consciência estava afetada.
• Crentes fortes devem abster-se de comer e beber ou fazer qualquer outra coisa em prol do bem da comunidade.
• Os cristãos de verdade devem agir sempre regidos pelo amor desenvolvido com autodisciplina.
• Crentes maduros devem ter sempre em mente o bem de todos os crentes e, principalmente, a glória de Deus.
A superioridade, intolerância e indiferença para com o próximo revelam no indivíduo não imaturidade ou debilidade, mas uma existência religiosa desprovida do verdadeiro evangelho.
Todos os membros da igreja devem atuar como guardiões espirituais uns dos outros. Sempre. Devemos encorajar aos desanimados. Precisamos ser apoiadores dos filhos de Deus a fim de adentrarmos juntos nos portões celestiais…
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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“Portanto, quer comais, quer bebais, ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (v.31).
De todo o ensinamento de Paulo, creio que o princípio contido neste versículo é a suma de suas epístolas. Tudo na vida do apóstolo se resumia a glorificar o nome de Deus. Ao utilizar relatos da história de Israel, procurou dirigir os olhos dos coríntios a enxergar através das alegorias do deserto, as mais ricas lições espirituais. Mesmo diante de manifestações sobrenaturais e da constante proteção divina, “Deus não se agradou da maioria” dos israelitas (v.5). A murmuração por alimento e água, a idolatria e a cobiça eram uma prova de que, apesar de todos terem saído do Egito, o coração de quase todos permanecia lá.
Foi “para advertência nossa, de nós outros sobre quem os fins dos séculos têm chegado” (v.11) que a história de Israel foi escrita com riqueza de detalhes. Podemos dizer que o Egito simboliza este mundo e seus prazeres temporários, e o deserto o caminho estreito, o único que conduz à terra prometida. No entanto, o fato de apenas estar no deserto não é sinônimo de salvação. Quando Cristo foi tentado no deserto, ele venceu o apetite, a cobiça e a idolatria, justamente o que levou milhares de israelitas a serem “destruídos pelo exterminador” (v.10). Debilitado, fraco e faminto, Jesus confiou na provisão do Pai, e revestido de Sua armadura, guerreou contra Satanás munido das mais potentes armas do cristão: oração, jejum e a Palavra de Deus.
“Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças” (v.13). No mundo espiritual, todo aquele que, como Cristo, passa pelo batismo, segue para a segunda etapa: o deserto. É justamente no deserto que a nossa fé é provada e o fogo das aflições demonstram quem é ouro e quem é escória. Paulo compara a coluna de nuvem e a travessia do Mar Vermelho com o batismo e logo depois relata alguns fatos que aconteceram a Israel no deserto. Através do maná e do manancial da rocha, o povo recebeu provas inequívocas do cuidado de Deus. Ainda que em lugar inóspito e desprovido das necessidades básicas, Deus promete dar sustento ao Seu povo se tão-somente nEle confiar. Porque “sem fé é impossível agradar a Deus” (Hb 11:6).
Enumerando os pecados de Israel, Paulo declarou como em forma de mandamentos:
- “não cobicemos as coisas más” (v.6);
- “Não vos façais, pois, idólatras” (v.7);
- “E não pratiquemos imoralidade” (v.8);
- “Não ponhamos o Senhor à prova” (v.9);
- “Nem murmureis” (v.10).
Todos aqueles que se recusaram a abandonar tais pecados, não alcançaram a terra prometida. Confiando em seus corações enganosos, pensando estar de pé simplesmente pelo fato de estar no meio do povo de Deus, a esmagadora maioria caiu antes de chegar a Canaã.
Hoje vivemos no mesmo contexto. Sob um disfarce sutil e discreto, Satanás faz parecer que estamos seguros. Ele não está preocupado que abandonemos a igreja, mas que permaneçamos nela indiferentes à vontade de Deus; que nossos próprios interesses e vontades egoístas superem as coisas espirituais que de fato edificam. Que a oração, o jejum e o exame das Escrituras fiquem em segundo, terceiro ou em último plano, ou que sejam simplesmente ignorados. Então, nossa comida, nossa bebida, o que vestimos, o que falamos, o que contemplamos, o que ouvimos, deixam de ser considerados para a glória de Deus, e passam a ser rebaixados para a glória do nosso ‘eu’, nos impedindo de chegar à Canaã celestial.
“Não vos torneis causa de tropeço” (v.32), amados. Não busquemos o nosso “próprio interesse, mas o de muitos, para que sejam salvos” (v.33). “Porque nós, embora muitos, somos unicamente um pão, um só corpo; porque todos participamos do único pão” (v.17). Eis o nosso maná: Cristo Jesus. E todos bebemos da mesma “pedra espiritual”, “e a pedra é Cristo” (v.4). “Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios; não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios” (v.21). Portanto, “aquele que pensa estar em pé veja que não caia” (v.12). Servir a Deus requer renúncia e abnegação. Estamos dispostos a crucificar o nosso eu por amor a Jesus e aos nossos semelhantes? Nos desertos desta vida confie no Senhor, que Ele lhe “proverá livramento, de sorte que a [tentação] possais suportar” (v.13), então, chegarás seguro à eternal Terra Prometida.
Feliz semana, um só corpo em Cristo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #1Coríntios10 #RPSP