Reavivados por Sua Palavra


EFÉSIOS 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
15 de julho de 2018, 0:45
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EFÉSIOS 3 – O apóstolo Paulo revela mistérios espirituais. Se você almeja conhecê-los, leia Efésios 3 inteiro; depois, reflita nas seguintes observações:
• Por mais inteligente que sejas, não dá para saber o que acontece no Céu, muito menos na mente de Deus; contudo, aqueles que reconhecem suas limitações encontram acessibilidade a estes mistérios na revelação de Deus (vs. 1-3). A Bíblia contém o segredo/mistério de Deus revelado.
• O mais simples e humilde cristão terá compreensão de mistérios que aqueles que ignoram Deus e a Bíblia jamais obterão, ainda que tenha títulos acadêmicos renomados (vs. 4-6). Este mistério é: pessoas do mundo inteiro podem participar ativamente do plano de salvação desenvolvido por Deus.
• Por mais cultas que sejam as pessoas, o evangelho só pode ser conhecido mediante instrumentos (profetas/apóstolos) usados por Deus para transmiti-lo; do contrário, teria permanecido oculto a nós (vs. 7-12). Agora o evangelho descortinado por estas instrumentalidades deve ser anunciado/proclamado pela Igreja Cristã espalhada pelo mundo.
• Por mais espiritual que seja o cristão, revelar/proclamar os mistérios de Deus nunca será tarefa fácil; contudo, com Deus jamais será impossível. Nenhuma tribulação deve desfalecer o cristão; mas através da oração e intercessão o fortalecerão (vs. 13-14).
• Aqueles que aceitam o mistério de Deus devem passar da imaturidade à maturidade. Cristãos verdadeiros se recusam viver a fé superficialmente (vs. 14-21). Como Paulo, cristãos maduros anseiam o amadurecimento de outros na pura essência do Evangelho: Cheios da plenitude de Deus!
Os versículos 14-21 são considerados por Peter T. O’Brien “a intercessão de Paulo por poder, amor e maturidade espiritual”. Dividindo-a em duas partes:
1. Oração pedindo poder, amor e maturidade (vs. 14-19);
2. Doxologia a Deus que pode fazer mais do que pedimos ou imaginamos (vs. 20-21).
William Hendriksen observa: “O apóstolo ora para que os leitores possam concentrar-se tão intensamente e de maneira tão exaustiva na intensidade e glória do amor de Cristo, que cheguem à compreensão de que este amor sempre excede o conhecimento”.
Devemos aprofundar-nos na revelação divina! Crentes devem deixar assuntos periféricos, focar no amor que excede todo entendimento, e proclamá-lo a tantos carentes espalhados pelo mundo!
Procure encher-se da plenitude de Deus, e assim trilhar o caminho do pleno reavivamento espiritual! Ajude outras pessoas a obterem a experiência da plenitude de Deus! – Heber Toth Armí.


EFÉSIOS 3 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
15 de julho de 2018, 0:30
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“A saber, que os gentios são coerdeiros, membros do mesmo corpo e coparticipantes da promessa em Cristo Jesus por meio do evangelho” (v.6).


Desde os tempos antigos o Senhor tem manifestado o Seu cuidado para com toda a raça caída. Através de Abraão, Deus constituiu o Seu povo na Terra, uma nação eleita a fim de ser testemunha de Deus “perante os olhos dos povos” (Dt 4:6). Mas, no decorrer do percurso de Israel, o favor de Deus para com alguns estrangeiros e povos inimigos, demonstrou o Seu real desejo: salvar a todos. Raabe, a prostituta de Jericó (Js 6:25), Rute, a moabita (Rt 1:4), Naamã, o sírio (2Rs 5), e o povo de Nínive (Jn 3:5), são exemplos inquestionáveis da atenção do Senhor para com todos os que perecem.

O Senhor também declarou: “Aos estrangeiros que se chegam ao Senhor, para O servirem e para amarem o nome do Senhor, sendo deste modo servos Seus, sim, todos os que guardam o sábado, não o profanando, e abraçam a Minha aliança, também os levarei ao Meu santo monte e os alegrarei na Minha Casa de Oração… porque a Minha casa será chamada Casa de Oração para todos os povos” (Is 56:6-7). Esta é uma bênção e uma promessa que alcança a cada um de nós. A diferença é que hoje podemos compreender o “mistério de Cristo” (v.4), que àquelas gerações “não foi dado a conhecer” (v.5). Mesmo cientes de que Deus lhes daria livramento através do Messias, eles morreram sem ver cumprida a promessa.

Deus não mais manifestaria o Seu poder em uma nação apenas, mas, por meio de Cristo Jesus, estabeleceu a Sua igreja mundial, para que, por meio dela, “a multiforme sabedoria de Deus se torne conhecida” (v.10). Ele passou a contar com pessoas de todas as nações, tribos e línguas que fazem parte “do mesmo corpo” (v.6) de Cristo. Pessoas em cujo coração Cristo habita por meio do Espírito Santo, estando “arraigados e alicerçados em amor” (v.17). Que conhecem “o amor de Cristo, que excede todo entendimento” (v.19), porque nutrem diariamente uma amizade genuína com Ele. Sobre estes recai “toda a plenitude de Deus” (v.19) para que, como “igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade” (1Tm 3:15), glorifiquem a Ele mediante “a fé que atua pelo amor” (Gl 5:6).

Por esta causa, me ponho de joelhos diante do Pai” (v.14). Por esta causa, sou imensamente grata pelo “eterno propósito que estabeleceu em Cristo Jesus, nosso Senhor, pelo qual temos ousadia e acesso com confiança, mediante a fé nEle” (v.11-12). Fomos constituídos ministros de Cristo, “conforme o dom da graça de Deus… segundo a força operante do Seu poder” (v.7). A nós, os menores “de todos os santos, [nos] foi dada esta graça de pregar” a todas as nações “o evangelho das insondáveis riquezas de Cristo” (v.8.). Que privilégio! Fomos chamados para realizar uma obra que os anjos desejariam desempenhar! Que sublime convocação!

Há um exército de fiéis cuja pátria não é aqui. Que experimenta e compartilha o amor de Deus com todos, compreendendo que a nossa luta não é contra pessoas, mas contra Satanás e tudo o que é mau (Ef 6:12). Uma igreja que corresponde ao amor que a salvou e que labuta não para agredir, mas para revelar ao mundo a única verdade que liberta (Jo 8:32). Será este remanescente que o Senhor virá buscar. Que, independente das ameaças humanas e trevas morais, escolheram não se contaminar com as iguarias do príncipe deste mundo (Dn 1:8.). Um povo que confia que, Aquele “que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o Seu poder que opera em nós” (v.20), há de cumprir a Sua derradeira promessa.

Conforme escrevi a pouco, resumidamente” (v.3), encerro com as palavras desta canção, que também resume o que Deus espera de nós como Seus representantes:

Eu quero uma igreja que sare ao ferido, que rompa as correntes, liberte ao cativo, que aclare a mente que está confundida, e que fale a verdade. Eu quero uma igreja que com seu olhar mostre a esperança à alma angustiada. Eu quero uma igreja que sare as feridas desta humanidade. Eu quero um rebanho onde Minhas ovelhas se sintam seguras e cheias de paz, onde a Palavra seja o alimento, ali quero morar” (Luiz Cláudio).

Feliz semana, igreja do Deus vivo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Efésios3 #RPSP



EFÉSIOS 3 – VIDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Jeferson Quimelli
15 de julho de 2018, 0:10
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Efésios 2 by Jobson Santos
14 de julho de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/efesios/ef-capitulo-2/

“Mas Deus …” (v. 4 ARA). Essas duas palavras devem ser as palavras mais cheias de esperança que a humanidade conhece. Nos versos 1-10 Paulo descreve o passado sombrio de sua audiência. Compartilhando o infortúnio de toda a humanidade que se pôs num caminho de rebelião contra Deus e teve suas vidas dominadas pelo pecado e por Satanás (vs. 1-3).

“Mas Deus…” interveio. E o que Deus fez por eles e por nós? 1) Ele nos ressuscitou com Cristo – a ressurreição de Cristo é a nossa ressurreição; 2) Ele nos fez ascender com Cristo – a ascensão de Cristo é a nossa ascensão; 3) No céu, ele nos fez assentar com Cristo – a coroação de Cristo é a nossa própria coroação (vs. 4-7). Nós não somos meros espectadores dos eventos palpitantes ​​da vida de Cristo! Deus realiza essas fabulosas ações ​​não por causa de qualquer mérito nosso, mas por causa do Seu amor (vs. 8-9) que nos habilita a vivermos em solidariedade com Jesus e praticar “boas obras” (v. 10).

Enquanto os versos 1-10 ensinam a nós que devemos viver em solidariedade com Jesus, os versos 11-22 ensinam que devemos viver em solidariedade uns com os outros, pois compomos Sua Igreja. Através da graça de Deus você tem o privilégio de viver este dia em solidariedade com Jesus e seus companheiros de fé.

John McVay
Professor Associado de Religião
Universidade de Walla Walla
Estados Unidos

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1345
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/04/20
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados14-07-2018.mp3
Comentários em vídeo

Ouça online [Voz Valesca Conty]:



EFÉSIOS 2 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
14 de julho de 2018, 0:55
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EFÉSIOS 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
14 de julho de 2018, 0:45
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EFÉSIOS 2 – A igreja é uma instituição divina, mas não é perfeita. Seu dono (e líder) é perfeito, mas seus membros são imperfeitos. A igreja é o lugar de doentes espirituais, assim como os hospitais. A igreja não é o lar dos doentes, mas o lugar onde eles precisam passar.

A igreja é o lugar onde levamos nossas mazelas, angústias e frustrações com a vida, com a família, com a economia, com a política, com a medicina, enfim, frustrações com nossas lutas visando nos salvar, mas sem conseguir. Também é onde refrigeramos nossa alma aflita de tanto perambular pelos desertos áridos da vida.

A igreja é a antessala do Céu, em que nos preparamos física, mental, emocional e espiritualmente para entrar na própria morada de Deus. Desta forma, em seu ambiente, o cansado encontra esperança, o desesperado recebe salvação e o destruído experimenta a restauração.

Pena que muitos valorizam mais o trabalho que a igreja, se preparam mais para o sucesso mundano do que para o sucesso espiritual, fazem mais cursos para ampliar suas habilidades profissionais do que para desenvolver seus dons espirituais.

Após esta reflexão, observe os pontos do capítulo em questão. Em Cristo…

• …Deus nos ressuscitou da morte causada pelo pecado; a ressurreição do Filho de Deus garante a ressurreição do filho da desobediência/ira que crê no evangelho (vs. 1-2);

• …somos elevados de nossas mazelas e podridão de vida e baixeza moral para junto de Cristo; assim, de filhos rebeldes, desgraçados no pecado, somos restaurados pela rica misericórdia e amor de Deus (vs. 3-7);

• …não somos preguiçosos, inativos. Deus opera, e nós reagimos. Diferentemente de outrora, agora praticamos boas obras devido à operação da graça alcançada mediante a fé, nunca mediante as obras meritórias e humanas (vs. 8-10);

• …o corpo de crentes forma a igreja verdadeira na Terra, a qual é composta de pessoas de todas as nações. Pois todos foram contemplados no sacrifício de Cristo e nEle o crente é reconciliado com Deus, unindo-se sobrenaturalmente a outros crentes através do Espírito Santo (vs. 11-18);

• …mediante Sua Palavra, Deus reconstrói o ser humano, elevando-o a um padrão muito além de qualquer padrão mundano: Torna-se habitação da Trindade, família de Deus e cidadão do Céu (vs. 19-22).

Temos importantíssimas razões para avivar-nos! Compartilhe-as! – Heber Toth Armí.



EFÉSIOS 2 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
14 de julho de 2018, 0:30
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“Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus” (v.8).


A liberdade em Cristo é explicada de forma clara neste capítulo: por Sua morte e ressurreição, Jesus nos deu a vida. Para quem passara toda a vida acreditando e pregando a salvação por obras, Paulo descreve a sua real compreensão acerca da salvação pela graça porque da mesma forma com que vivera a escravidão, experimentara a liberdade. A sua própria experiência com Cristo é descrita aqui com veemente convicção. A convicção de quem havia descoberto “o grande amor com que [Deus] nos amou” (v.4).

Jesus assumiu os nossos delitos, morrendo em nosso lugar, de forma que Deus, “juntamente com Ele, nos ressuscitou, e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus; para mostrar, nos séculos vindouros, a suprema riqueza da Sua graça, em bondade para conosco, em Cristo Jesus” (v.6-7). Só a eternidade poderá explicar um amor que salva pecadores de graça; que declara inocentes aqueles que mereciam a morte (Rm 6:23). E é neste prisma que as obras nada tem a ver com o plano da redenção. O homem não teve participação alguma na salvação da humanidade. E este princípio continuará em vigor até que Cristo venha e estabeleça o Seu reino eterno.

Na vida espiritual, a ordem dos fatores altera sim o produto final. O fato de termos sido “criados em Cristo Jesus para boas obras” (v.10), estabelece a verdadeira ordem dos fatores: não fazemos boas obras para nos salvar, mas porque fomos salvos em Cristo, realizamos boas obras. Através do profeta Isaías, assim disse o Senhor: “a todos os que são chamados pelo Meu nome, e os que criei para Minha glória, e que formei, e fiz” (Is 43:7). E quando avançamos para o livro de Mateus, Jesus nos diz o seguinte: “Assim brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (Mt 5:16).

Há uma lógica inquestionável entre os textos do Antigo e do Novo Testamentos, que nos afirmam que fomos criados para a glória de Deus e que glorificamos a Ele através de uma vida de santidade, que nada mais é do que revelar a luz de Cristo. A fé prática é o resultado inevitável da salvação pela graça. Ninguém que tenha experimentado o amor de Deus em Cristo Jesus permanece do jeito com que foi encontrado. Da mesma forma com que o filho pródigo recebeu vestes limpas em troca das que estavam esfarrapadas e sujas (Lc 15:22), “o vencedor será assim vestido de vestiduras brancas” (Ap 3:5).

A mensagem aos “que se assentam sobre a Terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo” é a mesma que “em grande voz” é proclamada: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap 14:6-7). Todo aquele que teme a Deus, submetendo-se à Sua vontade, também O glorificará através de uma vida de obediência, sendo um verdadeiro adorador do Criador. A “parede da separação” (v.14) que dividia os judeus dos demais povos foi derrubada por Jesus. “A lei dos mandamentos na forma de ordenanças” (v.15), ou seja, toda a lei cerimonial que apontava para o Cordeiro de Deus, foi abolida na cruz. Não os dez mandamentos, pois estes são a expressão do caráter de Deus, mas os sacrifícios, a circuncisão, as festas anuais e ritos simbólicos que ilustravam o plano da redenção, estes sim foram cumpridos em Cristo. Por isso não tinham mais razão de ser.

Assim já não há mais “estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos, e sois da família de Deus” (v.19). Somos “edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas”, isto é, do Novo e do Antigo Testamentos, que testificam de “Cristo Jesus, a pedra angular” (v.20). A salvação, amados, está disponível para judeus e gentios, para homens e mulheres, para ricos e pobres, escravos e livres, muçulmanos e cristãos, evangélicos e carismáticos, para todos enfim. A salvação em Cristo é um princípio universal e irrevogável, basta crer. Deus tem um povo peculiar espalhado por todas as nações, e Ele tem agido com urgência, mas também com paciência, “não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” (2Pe 3:9).

Sejamos, pois, dia após dia, “edificados para habitação de Deus no Espírito” (v.22), um testemunho vivo dAquele que nos “chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz” (1Pe 2:9).

Feliz sábado, salvos pela graça de Cristo para a glória de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Efésios2 #RPSP



EFESIOS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
14 de julho de 2018, 0:20
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622 palavras

1 Mortos. O ser humano sofre algo mais do que desajustes sociais ou incômodos complexos. O seu estado é de morte espiritual. A situação de degradação humana é parecida com a morte física. Na morte, falta o princípio da vida, essencial ao crescimento e à disposição, e esta é precisamente a condição dos espiritualmente mortos. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 1115.

2 O príncipe. Isto é, o diabo. Jesus o chama de príncipe deste mundo (Jo 12:31). Os racionalistas creem que Satanás seja apenas uma figura mitológica. O diabo está muito desejoso de que as pessoas creiam que ele não existe. Porém, as Escrituras o apresentam claramente como um ser real (Mt 4:3). CBASD, vol. 6, p. 1115.

Do ar. Provavelmente, significando os céus atmosféricos. A expressão pode destacar o fato de que os seres demoníacos são invisíveis e habitam o ar que rodeia o planeta. CBASD, vol. 6, p. 1115.

8. Pela graça […] mediante a fé. E a graça da parte de Deus e a fé da parte dos seres humanos. A fé aceita o dom de Deus. Somos salvos quando confiamos em Cristo e nos entregamos a Ele. A fé não é a causa da salvação, mas apenas o meio. CBASD, vol. 6, p. 1117.

12 Sem Cristo. Ou, “longe de Cristo”, separados dEle. Paulo não condena os gentios, apenas diz que, como estavam desconectados do Messias, careciam da fonte do poder regenerador. “Sem Cristo” é a antítese trágica da expressão tema repetida muitas vezes: “em Cristo”. CBASD, vol. 6, p. 1118.

14 De ambos fez um. Assim, já não há judeu nem grego, nem escravo nem livre (GI 3:28). CBASD, vol. 6, p. 1118.

Parede da separação. Literalmente, “parede divisória do muro”. A imagem pode ter sido tomada da barreira que no templo separava  o átrio dos gentios do pátio dos judeus. Além desse limite, nenhum gentio se atrevia a passar. CBASD, vol. 6, p. 1119.

15 Aboliu. Do gr. katargeõ, “cancelar”, “tornar nula e sem efeito”. Este verbo é utilizado em referência à figueira infrutífera que “ocupava inutilmente” (katargeõ) a terra (Lc 13:7) e também para a incredulidade que “torna nula” a fidelidade de Deus (Rm 3:3). CBASD, vol. 6, p. 1119.

Lei dos mandamentos. Geralmente, considera-se que se refere à lei cerimonial. É verdade que a lei cerimonial chegou ao fim na cruz, mas se deve lembrar que o sistema cerimonial, como Deus o deu, não se destinava a criar a inimizade que Paulo descreve nesta passagem. Foram a interpretação que os judeus lhe acrescentaram, as adições que lhe fizeram e as atitudes exclusivistas e hostis que adotaram, como resultado, que se tornaram a base da hostilidade. Os regulamentos adicionais, juntamente com as interpretações envolvidas, serviram para modificar a força e a função dos mandamentos originais ou então para anulá-los. O judaísmo, com seu sistema intrincado de mandamentos e decretos, perdera sua eficácia. Ao aceitar a Cristo e tendo sido removida essa barreira, os gentios, que estavam “longe”, foram “aproximados”. Porém, o término do sistema cerimonial judaico não significou a revogação de todas as leis que Deus havia dado aos judeus. A lei cerimonial, que apontava para Cristo, naturalmente, chegou ao fim quando Cristo cumpriu seus tipos. A lei civil judaica já havia se tornado sem efeito em grande parte com a perda da soberania nacional. Mas os preceitos morais, que são uma transcrição do caráter de Deus, são tão eternos quanto o é o próprio Senhor, e não podem ser revogados. Em todos os seus ensinos sobre o fim do sistema legal judaico, Paulo enfatizou que a lei moral não foi revogada (Rm 3:31). Falando do fim da circuncisão, Paulo teve o cuidado de acrescentar, “mas o que vale é guardar as ordenanças de Deus”. CBASD, vol. 6, p. 1119 e 1120.

22 Sendo edificados. Ou, “sendo construídos em conjunto”, indicando um processo contínuo, quando novos acréscimos são feitos à igreja. CBASD, vol. 6, p. 1122.

by tatianawernenburg



EFÉSIOS 2 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
14 de julho de 2018, 0:08
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Efésios 1 by Jobson Santos
13 de julho de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/efesios/ef-capitulo-1/

Alguém descreveu a carta aos Efésios como os Alpes do Novo Testamento. O nosso guia de montanhismo, o apóstolo Paulo, nos leva a uma subida rápida. Ficamos rapidamente sem fôlego e espantados com a vista que se abre diante de nós.

Efésios 1:3-14 funciona como um mapa no alto de uma montanha que identifica os demais picos no horizonte. A partir desse lugar privilegiado, Paulo nos apresenta a vasta paisagem do Plano de Salvação. O cenário abrange a extensão completa da história da salvação, desde a eternidade passada, até à eternidade futura. A redenção dos crentes está enraizada em iniciativas divinas tomadas “antes da fundação do mundo” (v. 4) e que agora estão produzindo efeito em nossas vidas (ver versos 7-8; 13-14).

Estar no topo de uma montanha inspira ações de graças ao Criador. Nos versos 15-19 Paulo dá graças a Deus ao orar para que os crentes possam experimentar a salvação que Deus planejou para eles. E nos encontramos em outra subida íngreme quando ele nos aponta para cima para o Cristo que ressuscitou, subiu ao céu e foi coroado, e que governa sobre todos os poderes imagináveis por todo o sempre (vv. 20-23).

Viva o dia de hoje no topo da montanha!

John McVay
Professor Associado de Religião
Universidade de Walla Walla
Estados Unidos

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1344
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/04/19
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados13-07-2018.mp3
Comentários em vídeo

Ouça online [Voz Valesca Conty]: