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4 serpente de bronze. Ver Nm 21:6-9. Esta é a primeira referência a esta serpente depois do tempo de Moisés. … Por esse tempo … era considerada uma relíquia sagrada e se pensava que possuísse qualidades especiais. Ao queimar incenso diante dela, o povo dava a esta serpente de bronze a veneração que deveria prestar somente a Deus. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 1052.
Neustã. Possivelmente “deus de bronze”, da mesma raiz da palavra heb. nehosheth, “bronze”. CBASD, vol. 2, p. 1052.
6 não deixou de segui-Lo. Ezequias também errou (2Rs 20:12-19), mas ele nunca abandonou o Senhor. CBASD, vol. 2, p. 1052.
13 as cidades fortificadas. Senaqueribe alegou ter conquistado 46 cidades muradas em Judá. CBASD, vol. 2, p. 1054.
19 que confiança…? Ezequias havia posto sua confiança em Deus (2Cr 32:7, 8), e os embaixadores assírios se referiam a essa confiança no Senhor (2Cr 32:10, 11). CBASD, vol. 2, p. 1055.
23 dois mil cavalos. O mensageiro assírio tentou ridicularizar a limitada força militar de Judá. Os assírios subiram com um grande exército de cavalaria, e por isso 2 mil cavalos não significavam nada para eles. CBASD, vol. 2, p. 1056.
24 um só capitão. Zombou do povo por não ser forte o suficiente para repelir um único capitão do exército assírio, responsável por um dos mais fracos batalhões dentre os muitos que os assírios tinham em campo. CBASD, vol. 2, p. 1056.
26 aramaico. Esta afirmação mostra que a linguagem siríaca ou aramaica [de Aram, outro nome para a Síria] ainda estava em uso, entre assírios e hebreus. Materiais contemporâneos mostram que o aramaico passava a ser a linguagem da diplomacia e do comércio por toda a Ásia Ocidental. Entre os hebreus não era comum porque o povo não a compreendia. Após o exílio babilônico, o aramaico, aos poucos, tomou o lugar do hebraico entre os judeus. CBASD, vol. 2, p. 1056.
em judaico. Além de nesta narrativa e em seus paralelos (2Cr 32 e Is 36), a expressão ocorre somente em Neemias 13:24. A palavra “judeu” aparece primeiro em 2 Reis 16:6, mas, nos textos bíblicos posteriores o nome se torna comum. De acordo com o costume assírio contemporâneo, o povo do reino do sul já era conhecido como Yehudim ou judeus, e a linguagem deles [o hebraico], como judaica. CBASD, vol. 2, p. 1056.
34 de Hamate. Todas as cidades aqui listadas haviam caído diante do poder assírio havia pouco tempo. CBASD, vol. 2, p. 1057.
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Lembre-se que você pode sempre conferir aqui, ao lado, em “TÓPICOS RECENTES” se o seu comentário favorito já foi publicado. 🙂
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Comentário devocional:
Ezequias é uma clara ilustração de uma vida centrada em Deus. Embora seu pai adorasse ídolos, Ezequias determinou-se a tirar o povo dos seus maus caminhos, removendo os lugares altos. Por que a má influência de Acaz não influenciou Ezequias? Muito provavelmente porque havia outras pessoas que tinham forte influência sobre ele, e essa pessoa muito bem poderia ser a sua mãe “Abia, filha de Zacarias” (v. 2).
Nossa origem e experiências podem ter enorme influência sobre nossas vidas. Mas isso nunca pode se tornar desculpa para o pecado. Podemos viver uma vida santificada, a despeito do ambiente pecaminoso em que estamos, e podemos seguir a Deus mesmo estando no meio de adoradores de ídolos.
Por outro lado, não devemos nunca levar o crédito por algo de bom que tenhamos feito. Embora Ezequias confiasse no Senhor, e que “não havia ninguém como ele entre todos os reis de Judá, nem antes dele ou depois dele” (v. 5), ele cometeu os erros de seus antecessores. Quando o rei da Assíria, atacou Judá no décimo quarto ano do reinado de Ezequias, ele confiou que pagando o rei da Assíria com prata e de ouro, isso resolveria o problema e ele falhou completamente.
Quando desviamos o olhar para longe de Deus e o mantemos em nós mesmos, cairemos de vergonha, com nossas faces no chão.
Daniel Jiao
União Missão Chinesa
Hong Kong
Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/2ki/18 e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/18 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/2ki/18/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/03/13/
Tradução: Jeferson Quimelli /Cindy Tutsch
Texto bíblico: 2 Reis 18
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas:
http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/sop/pp/29 e https://credeemseusprofetas.org/
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II REIS 18 – Onde há declínio espiritual, é necessário haver reavivamento espiritual; o qual será correto, unicamente sendo pautado pela orientação do Deus Onipotente.
Por não viver o ideal divino, ignorar planos revelados, decidir pelas exigências do coração, o antigo povo de Deus decresceu – não evoluiu; na verdade, regrediu! Mesmo com tanto amor paternal, mesmo com tanto empenho, dedicação e devoção divinos, Israel entregou-se aos caprichos da carnalidade perniciosa. Mas, Deus não desistiu de Israel.
• Deus não abandona Seu povo nem mesmo quando Seu povo O abandona.
Ao afastar-se de Deus, o povo teve que lidar com serpentes venenosas; então, Deus possibilitou a cura mediante o olhar a uma serpente de bronze içada numa haste – o que não consistiu em idolatria, mas numa didática evangelística.
Entretanto, transcorrendo o tempo, o povo transformou este meio evangelístico em objeto idolátrico; por isso, Ezequias destruiu o que veio a se chamar Neustã (v. 4). Assim, Deus observa e corrige os passos dados por Seu povo, mesmo havendo instabilidade na conduta.
Neste capítulo encontramos os seguintes pontos importantes:
• Quando Satanás parece ter introduzido a idolatria de todas as formas entre o povo de Deus, causando deformação na religião, Deus não cruza os braços. Ele providencia alguém disposto a fazer uma reforma, na tentativa de reavivar e restaurar o povo que o diabo intenta arrastar para a destruição (vs. 1-5).
• Há diferença gritante na vida do indivíduo, família, igreja ou nação que serve fielmente a Deus, obedece a Seus santos mandamentos e vive em constante relacionamento com Ele buscando um reavivamento e reforma espirituais. Os resultados contrastantes da história de Israel e Judá nos evidenciam a diferença de servir e não servir a Deus (vs. 6-12).
• Pequenas brechas na vida espiritual são oportunidades suficientes para surgimento de afrontas ferozes e massacrantes dos incrédulos. Os ataques de Senaqueribe a Ezequias exemplificam esse ponto (vs. 13-37).
A ousadia dos incrédulos é tremenda. Eles usam a lógica, intimidam com evidências, argumentam fortemente, confrontam arrogantemente. Intrepidamente provocam ao próprio Deus. Eles não temem a Deus e ainda intimidam ao povo que crê nEle.
Isso é verdade em todas as áreas do conhecimento. A Bíblia e seus temas são escrupulosamente atacados pelos incrédulos. Como Deus lidará com isso? Saberemos no próximo capítulo!
Não percam! – Heber Toth Armí.
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#rpSp #2Reis18
“Fez ele o que era reto perante o SENHOR, segundo tudo o que fizera Davi, seu pai” (v. 3).
O rei Ezequias foi o primeiro rei de Judá cuja fidelidade foi comparada a de Davi. O que os seus antecessores não fizeram, fez Ezequias: “Removeu os altos, quebrou as colunas e deitou abaixo o poste-ídolo” (v. 4); removendo do meio de Judá tudo aquilo que fosse abominável ao SENHOR. Mas a sua fidelidade, destacada nas Escrituras, foi fruto de que? Ezequias “confiou no SENHOR” de forma que não houve nem antes e nem depois dele, rei semelhante em Judá (v. 5). Ele “se apegou ao SENHOR” seguindo Seus passos e observando os Seus mandamentos (v. 6). Então, para onde quer que fosse Deus o acompanhava e o fazia lograr bom êxito (v. 7).
Confiança e entrega. Esses dois ingredientes são fundamentais para uma vida cristã vitoriosa. Ezequias confiou e se apegou.
Geralmente confiamos nas pessoas que sabemos que nos amam. Mas precisamos em nosso dia a dia depositar certo grau de confiança até em pessoas que não conhecemos. E em Deus? Confiamos? Uma coisa é certa: não existe alguém que nos ame mais do que ele! E da confiança na operação divina dependem todas as coisas, inclusive, e, principalmente, a salvação. Porém, apegar-se a alguém é diferente. Aquela pessoa torna-se seu confidente, com quem pode contar nas boas e nas más horas; que sempre estará ao seu lado.
Nas primeiras horas de cada manhã, Deus Se apresenta a cada ser humano e aguarda pacientemente pelo convite de fazer morada no coração e de conduzi-lo pelo caminho da verdade.
Quando confiamos, nos apegamos. Portanto, apegar-se é resultado da confiança.
E a pergunta feita pelo rei da Assíria ao povo de Judá por intermédio de Rabsaqué foi desafiadora: “Que confiança é essa em que te estribas?” (v. 19). Em outras palavras: Que confiança é essa em que você se apega? A fé de Ezequias e do povo foi provada através de palavras de desânimo e maldição. E o ASSIM DIZ O SENHOR foi desafiado pelo “Assim diz o rei” (v. 29).
“Calou-se, porém, o povo” (v. 36), obedecendo às ordens do rei Ezequias.
Todo cristão é desafiado a cada dia com a mesma pergunta: Que confiança é essa em que você se apega? E se essa confiança não gerar o apego ao SENHOR, a entrega completa do coração, não se trata de confiança, mas de presunção.
Afirmamos com muita segurança confiar em Deus, contudo, nas oportunidades de provar a teoria, a prática falha.
Nem sempre falar é a melhor solução. Bater de frente com quem testa a nossa fé pode ser a resposta da nossa falta de confiança no agir de Deus. Calar-se diante da afronta é sábio: “o homem prudente, este se cala” (Provérbios 11:12) e é cristão: “e, como ovelha muda perante os Seus tosquiadores, Ele não abriu a boca” (Isaías 53:7).
Apenas falar não faz de nós retos perante o SENHOR. O nosso desafio diário é viver em conformidade com Aquele em quem dizemos confiar.
Somos cartas de Cristo para o mundo (2 Coríntios 3:2-3) e nossa vida deve ser uma linguagem entendida por todos. Porque o mal que nos cerca e tenta nos abalar sabe bem qual o idioma do nosso coração (v. 26). E ele vem para trazer os dejetos do pecado (v. 27) e nos fazer acreditar numa falsa paz (v. 31); ou até mesmo que o SENHOR aprova a desgraça (v. 25).
Ao nos questionarem a respeito de nossa confiança, que nossa resposta seja: —Eu confio no SENHOR dos Exércitos!
De palavra e de fato!
Ezequias foi um líder que conduzia o Seu povo a seguir-lhe os passos da fé. Que tipo de liderança estamos exercendo sobre nossos semelhantes? Muitos estão como o povo que estava sobre os muros (v. 26), ouvindo palavras desencorajadoras e sem saber para que lado seguir. A oferta de Senaqueribe era tentadora (v. 31-32), assim como é a oferta do pecado. E, em cima do muro, não sabem para onde ir e nem em quem confiar. Se Ezequias não tivesse demonstrado com sua vida (v. 5-7) que valia a pena confiar em Deus e manter um relacionamento íntimo com Ele, o povo não teria escolhido seguir suas ordens (v. 36).
Ezequias foi um exército de um só homem em defesa de sua confiança no SENHOR dos Exércitos!
Que a sua vida seja uma resposta diária de confiança e de intimidade com Deus!
Confie e se apegue a Deus e Ele fará de você um instrumento incomparável (v. 5) em Sua obra!
Bom dia, apegados ao SENHOR!
*Leiam #2Reis 18
Rosana Garcia Barros