Comentário devocional:
Salomão se casou com a princesa do Egito por amor? Era ela linda e inteligente ou o casamento aconteceu apenas para aliança política? Embora 2 Crônicas nos poupe de ouvir sobre ela ou sobre as demais “setecentas mulheres, princesas, e trezentas concubinas” de Salomão (1 Reis 11:03), o texto nos dá uma pista clara sobre o início de sua queda moral. “Salomão levou a filha do Faraó da cidade de Davi para o palácio que ele havia construído para ela, pois dissera: ‘Minha mulher não deve morar no palácio de Davi, rei de Israel, pois os lugares onde entrou a arca do Senhor são sagrados’ “(2 Crônicas 8:11 NVI).
Aqui Salomão claramente reconhece o seu erro. Ele não podia sequer manter sua esposa na capital pois sabia que não seria adequado mante-la perto do templo do Senhor.
Em algum momento ele tomou a decisão de desobedecer à ordem direta de Deus para não fazer alianças nem casamentos com outras nações. Aquela decisão afetaria o rumo da sua vida e traria a idolatria e sofrimento para Israel por muitas gerações.
Poderia ter sido diferente. Havia ainda oportunidade para arrependimento, ainda havia oportunidade para ajudar sua esposa a pertencer totalmente a Deus e deixar os deuses do Egito completamente para trás. Mas, como muitas vezes acontece, um pecado não totalmente abandonado leva a outro e mais outro até a consciência se encontra completamente abafada e não pode ser ouvida.
Deus o está impressionando a deixar um pecado conhecido? Então não adie o que deve ser feito. Abandone hoje mesmo o seu caminho mau, pela força que Deus concede, e encontre a verdadeira paz interior.
Pastor Scott Griswold
Recrutador de Missionários
Apoio a Projetos para o Sudeste da Ásia
Trad JAQ – Rev GASQ/JDS
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Texto bíblico: II Crônicas 8
Fonte: Blog da Bíblia
Comentário devocional:
Você pode se imaginar como um trabalhador no grande projeto de Salomão para construir o templo de Deus? Moldes enormes são feitos de argila na planície do Jordão, abaixo. A quantidade de bronze derretido e moldado foi tão grande que eles até perderam a noção do peso total!
Da planície do Jordão até as montanhas íngremes para chegar a Jerusalém e ao local do Templo a distância é enorme. Com suor, dores musculares e perseverança, lentamente, os produtos acabados são reunidos. Há um grandioso altar de bronze para sacrifícios, dez pias para lavar, dez castiçais para brilhar continuamente, dez mesas sólidas para os pães da proposição e uma centena de bacias de ouro. Além de tudo isso, há panelas, pás, garfos, aparadores, incensários, e flores ornamentais. Salomão queria oferecer a Deus apenas o melhor!
E quanto a nós? Nós não precisamos construir um templo glorioso como local de culto, mas temos de preparar os nossos corações para a adoração. Como você se prepara? O pai de Salomão, Davi, deixou isso claro: “Quem poderá subir o monte do Senhor? Quem poderá entrar no seu Santo Lugar? Aquele que tem as mãos limpas e o coração puro, que não recorre aos ídolos nem jura por deuses falsos”(Salmos 24:3-4 NVI).
Jesus acrescentou: “Portanto, se você estiver apresentando a sua oferta diante do altar […] vá primeiro reconciliar-se com seu irmão” (Mateus 5:23-24 NVI). Talvez eu e você devamos nos preparar para o nosso próximo culto de adoração, buscando-O hoje para que nos dê um novo coração, de ouro.
Pastor Scott Griswold
Recrutador de Missionários
Apoio a Projetos para o Sudeste da Ásia
Trad JAQ – Rev GASQ/JDS
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Texto bíblico: II Crônicas 4
Fonte: blog da Bíblia
Comentário Devocional:
A boa organização permite que melhores resultados sejam alcançados com os mesmos recursos humanos e financeiros. Um dos legados que Davi deixou para seu filho Salomão foi a exemplar distribuição de responsabilidades entre os Levitas.
Desde os tempos de Moisés, os Levitas haviam sido separados para serem os guias espirituais entre o povo, transportarem o tabernáculo e cuidarem dos utensílios sagrados. No entanto, os tempos mudaram. Não era mais necessário transportar o tabernáculo de um lugar para outro. A tenda e o altar de sacrifícios estava em Gibeão e a Arca estava em Jerusalém. Sendo assim, Davi determinou que houvesse uma nova distribuição de tarefas entre eles.
Os descendentes de Arão continuariam com o sacerdócio. Somente eles podiam oferecer sacrifícios, entrar no lugar santo e lidar diretamente com os objetos sagrados. Cabia a eles a coordenação geral dos serviços dos demais levitas.
Duas funções receberam maior valorização: os porteiros e os músicos. Juntos somavam um pouco mais de vinte por cento dos levitas. Seu número expressivo nos dá uma idéia da importância deles naqueles tempos.
Os Levitas viviam em cidades estrategicamente distribuídas pela nação. Eles eram os professores da Torah, os escritos de Moisés, e também os juízes. Periodicamente eles se dirigiam ao tabernáculo a fim de cumprirem com suas obrigações. Cada um sabia exatamente o que fazer, quando e como. A influência deles levava o povo para mais perto de Deus.
A exemplar organização dos Levitas, nos dias de Davi, é um modelo a ser imitado. Jesus, o supremo Sumo Sacerdote, oficia, hoje, no santuário celestial. Ele deseja ver seus seguidores organizados e ativos em Seu serviço. Como levitas e sacerdotes modernos, é nosso privilégio ajudar a preparar um povo que ame a Deus e sinta prazer em adorá-Lo.
Sumo sacerdote celestial, consagre-me e use-me em Seu serviço em qualquer posição que escolher para mim!