Comentário devocional:
Jesus nos ensina: “…não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do maligno…” (Mat 6:13 NKJV). Esta também é a oração de Davi neste salmo – libertação dos maus e ser livrado da tentação.
Sua oração é um grito desesperado por ajuda, mas também um ato de adoração, tendo em vista que sua oração é comparada com o incenso que era queimado nos cultos no Antigo Testamento.
“Enquanto empenhados em nosso trabalho diário, devemos erguer a alma ao Céu em oração. Estas petições silenciosas sobem como incenso perante o trono da graça, e o inimigo é confundido. O cristão cujo coração é assim firmado em Deus não será derrotado. Nenhum artifício do mal poderá destruir sua paz. Todas as promessas da Palavra de Deus, todo o poder da graça divina, e todos os recursos de Jeová estão empenhados em garantir a sua libertação” (OE p. 254).
Davi tem consciência de sua necessidade de libertação de seus inimigos e da tentação (v. 4). E ele mantém seus olhos em Deus (v. 8) – ele sabe onde buscar ajuda.
Davi também está preocupado com as palavras que fala (v.3). Às vezes, nós, também, somos tentados a dizer palavras insensatas, sem tato, indelicadas ou mesmo desonestas. Precisamos orar como Davi para que Deus livre nossos corações do mal, pois “…a boca fala do que está cheio o coração” (Mateus 12:34, NIV).
Outro belo sentimento surge deste salmo. Davi valoriza a amizade verdadeira (v. 5). Os verdadeiros amigos ajudam a nos manter no caminho do bem e da salvação (ainda que seja “estreito e apertado”) e tem a coragem de nos dizer quando estamos indo na direção errada.
Que nós também valorizemos os verdadeiros amigos e os abençoemos quando eles nos derem conselhos sábios, vindos de Deus.
Thandi Klingbeil
Tennessee , EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/psa/141/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Salmo 141
Comentário devocional:
Este Salmo, conhecido como o “Grande Hallel” [Grande Louvor], é tradicionalmente cantado no final da Páscoa judaica.
Ao estudarmos a estrutura e o conteúdo deste Salmo, podemos extrair algumas práticas que podem ser incorporadas a nossos cultos modernos:
1. O Salmo é participativo. Com a repetição, em cada verso, do refrão sobre o amor misericordioso de Deus, esta estrutura parece ter sido concebida de forma que a congregação pudesse facilmente cantá-la como resposta.
2. O Salmo usa a repetição. Do bebê aprendendo a falar ao adulto querendo memorizar um número importante, a repetição é um dos métodos de aprendizagem mais comumente usados. Depois de cantar este Salmo, não há dúvida de que cada adorador, do mais novo até o mais velho, saíam impressionados com a verdade de que “o amor de Deus permanece para sempre.” Embora a Bíblia advirta contra a repetição vã ou sem sentido, este Salmo ilustra como a repetição pode ser utilizada de uma forma positiva.
3. O Salmo conta uma história. Contar histórias é uma das melhores maneiras de transmitir emoção. E existe história melhor para contar do que um testemunho? Isto é exatamente o que os judeus fazem neste Salmo, ao contar como Deus os conduziu no passado. Da mesma forma, compartilhando nosso testemunho com outros adoradores, damos evidências de que Deus continua a liderar Seu povo e fortalecemos a fé uns dos outros.
Ao nos reunirmos para congregar utilizemos também alguns dos recursos de comunicação utilizados neste Salmo a fim de tornar mais significativo nosso culto de adoração a Deus.
Lori Futcher
Estados Unidos
Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/136/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Salmo 136 http://biblia.com.br/novaversaointernacional/salmos/sl-capitulo-136/
Comentário devocional:
O salmista nesse poema defende Deus da ridícularização e insulto proferido pelos incrédulos, que também dirigem este desafio aos que nEle crêem.
Como pessoas que creem na Bíblia, somos atacados muitas vezes com a pergunta: Onde está o seu Deus? (v. 2). Tentamos provar a existência de Deus com uma resposta intelectual e filosófica. Mas que resultados estamos realmente conseguindo?
Na minha convivência com pessoas seculares fui desafiado a produzir alguma evidência sobrenatural da existência de Deus. Muitos desses incrédulos chegaram a declarar que creriam em Deus, se de alguma forma pudessem vê-Lo ou tocá-Lo! O que Deus revelou acerca de si mesmo em Sua Palavra, somente, parece não ser suficiente para eles.
Vivemos em uma época em que a informação é supervalorizada. Somos desafiados a provar a existência de Deus por meio de informações e argumentos. Mas a existência de Deus é melhor revelada na aplicação diária em nossas vidas daquilo que conhecemos ser verdade sobre Deus. Aquilo que um homem é tem mais influência do que o que ele diz.
Um homem tende a se tornar semelhante a quem ele adora (v. 8). Aquele que adora o Senhor é transformado à Sua imagem, de glória em glória (2Cor 3:18).
A mensagem que o incrédulo precisa é a revelação do caráter de Deus. Devemos, portanto, manifestar a Sua glória em tudo o que fazemos, e revelar, em nossa própria vida e caráter, o que a graça de Deus tem feito por nós. Isso é o que significa bendizer ao Senhor (v. 18).
Existe algo em suas crenças ou procedimentos que está em desarmonia com a vontade de Deus? Você está disposto a permitir que Deus fale através da sua vida?
Jan Harry Cabungcal, neurocientista
Suíça
http://www.reavivadosporsuapalavra.org
Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/115/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Salmo 115
Comentário Devocional:
O Salmo 103 é um dos salmos mais alegres e bonitos. Entre os salmos de louvor ele tem sido chamado de “O Pico da Montanha Mais Alta”, porque nos eleva a alturas espirituais de perder o fôlego. Quando nosso filho era adolescente, uma vez eu li este salmo em voz alta no fim do sábado. Quando eu terminei, ele falou, com lágrimas na voz: “Isto é lindo!”
Este Salmo é trabalhado como se fosse uma grande sinfonia musical, com quatro partes. Leia em voz alta e dê uma boa pausa após cada seção.
Na seção introdutória (v. 1-5), o orador fala para si mesmo. A maioria dos salmos se dirige diretamente ao Senhor ou à congregação. Este nos ensina a falar conosco mesmos. O pastor Paul Tripp gosta de dizer: “Ninguém é mais influente em sua vida do que você, porque ninguém fala mais com você do que você mesmo.”
O Salmo 103 mostra-nos como falar para nós mesmos e ensinar à nossa alma a se lembrar de todos os benefícios do Senhor: como Ele perdoa os nossos pecados, cura as nossas doenças, nos redime da destruição, coroa-nos com graça e misericórdia e satisfaz nossa boca com coisas boas. Ele nos mostra de que modo proceder a fim de louvar a Deus.
Na segunda parte (vs. 6-14), o salmista se transforma de orador a porta-voz dos filhos de Israel, lembrando como o Senhor os livrou da opressão egípcia e foi “misericordioso e compassivo, mui paciente e cheio de amor” (v. 8 NVI): porque Ele “não nos trata conforme os nossos pecados nem nos retribui conforme as nossas iniquidades” (v. 10 NVI). “Como um pai tem compaixão de seus filhos, assim o Senhor tem compaixão dos que o temem. Pois Ele sabe do que somos formados; lembra-se de que somos pó” (v. 14 NVI).
A terceira parte (vs. 15-18) ilustra a brevidade da vida do homem sem Deus. “Quanto ao homem, os seus dias são como a relva … mas a misericórdia do Senhor é de eternidade a eternidade, sobre os que O temem, e a Sua justiça, sobre os filhos dos filhos, para com os que guardam a sua aliança e que com os que se lembram dos Seus preceitos e os cumprem” (v. 15, 17 e 18).
Na quarta seção (v. 19-22a) o salmista resume por que Deus ajuda os indivíduos e seu povo: “O Seu reino domina sobre tudo” (v. 19b). Então, o orador em vez de chamar a si mesmo para louvar a Deus, convida uma miríade de anjos e todas as obras de Deus para louvá-Lo: “Bendizei ao Senhor, todos os Seus anjos … Bendizei ao Senhor, todos os Seus exércitos … Bendizei ao Senhor, vós, todas as Suas obras, em todos os lugares do Seu domínio” (v 20-22a).
Ao lermos o final do verso 22, podemos nos juntar ao salmista enquanto ele repete a primeira linha do Salmo:
“Que todo o meu ser Te louve, ó Senhor!” (v. 22b, NTLH).
R. Lynn Sauls
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/psa/103/
Traduzido por JAQ/GASQ/JDS
Texto bíblico: Salmo 103
Filed under: Salmos | Tags: adoração, comunicação, perdão, relacionamento, vitória
Comentário devocional:
O rei do universo que está entronizado acima dos anjos, o santo e justo juiz é o mesmo que toma a iniciativa de buscar o homem onde ele está para restaura-lo segundo seu propósito original.
A majestade de Deus não impede que Ele ouça a minha voz e escute o meu clamor.
Desde o Éden, antes e depois da presença do pecado, é Deus quem toma a iniciativa para comunicar-se com o homem. Ele é quem busca, quem propõe uma aliança e estabelece um relacionamento.
Adorar o excelso Deus é manter viva essa comunicação. Os israelitas ouviam a Sua voz proclamada na coluna de nuvem, obedeciam a Sua lei.
Se não tenho tido sucesso na vida espiritual, se tento vencer a natureza pecaminosa pode ser que estou tentando obedecer sem ouvir, sem relacionar-me com Deus.
Não há adoração sem comunicação. Entre perguntas dos homens e respostas de Deus há uma relação de resgate. Ele é perdoador e Salvador. Eu preciso do perdão e da salvação.
Adorar é contemplar a misericórdia de Deus exatamente como Moisés aprendeu ao pediu para ver a glória de Jeová (Ex. 33:18) e ouvir a suave resposta: “Você não poderá ver a minha face, mas Eu farei passar toda a minha bondade por diante de ti. (Ex. 33:19-20)
O rei do universo é um Pai perdoador.
Pr. Almir Marroni
Vice-presidente Divisão Sul Americana da IASD
Texto original em português gentilmente fornecido pelo autor
Texto no site mundial: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/99
Texto bíblico: Salmo 99
Texto publicado no blog mundial: http://revivedbyhisword.org/en/bible/psa/98/
Texto bíblico: Salmo 98
Comentário devocional:
O Salmo 84, como outros salmos, tem sido fonte inesgotável de inspiração para poetas e compositores, como a feita por Brahms: “Como é agradável o lugar da tua habitação” [“How lovely is thy dwelling place!”].
Este é “um Salmo dos filhos de Coré”. Como é maravilhoso que os descendentes do grande rebelde, Coré, não tenham seguido os seus passos! Pelo contrário, eles amavam o serviço que faziam no Templo de Deus. Eles consideravam o “santuário-templo”, como o lugar da habitação de Deus e desejavam “contemplar a Sua face”.
Eles também amavam estar no templo. Os corais organizados pelo músico Davi tinham muito prazer em estar nos aposentos especialmente construídos para eles, adjacentes ao santuário de Deus: “Como são felizes os que habitam em tua casa; louvam-Te sem cessar!” (v. 4, NVI).
Neste salmo são expressos os sentimentos dos peregrinos, que se dirigem a Jerusalém e que, ao passarem pelo Vale de Baca, “lugar de choro”, se refrigeram com a lembrança do cuidado de Deus e são fortalecidos a prosseguir a caminhada (v. 7). Eles seguem na expectativa de estar no lugar onde um dia vale mais do que mil em outros lugares (v. 10).
O Salmo conclui com lindas expressões de gratidão a Deus, reconhecendo que o Senhor é luz, proteção e tem prazer de fazer o bem e favorecer e honrar os Seus amados (v. 11). E como é feliz aquele que nEle confia (v. 12).
Senhor, amamos nos reunir na Tua casa para Te adorar. Ali, na companhia dos irmãos, compartilhamos as bênçãos da Tua presença. Transforma o nosso coração para que estejamos em plena harmonia conTigo e sintamos o pleno prazer de estar em Tua presença.
Beatrice Neall
Estados Unidos
Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/84/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Salmo 84
Muitos salmos são letras prontas para canções espirituais, dada a qualidade das poesias, que refletem muito bem os anseios da alma, e que tem levado conforto e apoio a muitos, em todas as épocas.
O salmo 63 é um deles. Daniel Ludtke se inspirou nele para compor a música de “Os Meus Lábios Te Louvam”. Impressionante é que ele retirou as palavras literais dos versos 1 a 3 da versão Almeida, compondo uma linda melodia que se encaixou lindamente com o texto. Realmente um artista inspirado.
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=hDal7TVWEJU
Outra canção inspirada é a “Better than life”, do grupo ACapella, que tem como centro a frase: “Seu amor é melhor do que a vida” (NVI). Um pensamento muito significante, que merece meditarmos nele, pois mostra uma verdade espiritual profunda. Na verdade, o próprio fundamento da salvação, que mostra tanto o papel de Deus quanto o nosso.
Deixo aqui o link para que você desfrute uma versão desta canção, assim como a tradução da letra.
http://youtube.com/w/?v=Qv5zZOnQ654
Um abraço,
Jeferson
Melhor que a Vida (Better than life)
Em uma terra seca e cansada, onde não há água
A minha alma tem sede de você
Eu Te vi no santuário
Vi o Seu poder e glória
Meus lábios Te glorificarão
Eu te louvarei enquanto eu viver
Em teu nome levantarei as minhas mãos
Coro:
Teu amor é melhor do que a vida
Teu amor é melhor do que a vida
Sinceramente eu procuro você
A minha alma tem sede de Ti
Porque Teu amor é melhor do que a vida
Porque Tu é minha ajuda eu vou estar sempre cantando
À sombra de Tua asa.
Eu vou ficar bem perto de você
A tua mão direita me sustém
Eu penso em você a noite toda
Com os lábios cantando louvarei
E a minha alma ficará satisfeita
Coro
Ponte:
Oh, Deus, Tu és o meu Deus
Sinceramente eu procuro você
Tenho saudades de você
Oh, Deus, Tu és o meu Deus
Sinceramente eu Te busco
Tenho saudades de Ti
Repita Chorus
Fonte: http://lyrics.wikia.com/Acappella:Better_Than_Life
In a dry and weary land where is no water
My soul is thirsting for you
I have seen you in the sanctuary
Beheld your power and glory
My lips will glorify you
I will praise you as long as I live
In your name I will lift up my hands
Chorus:
Your love is better than life
Your love is better than life
Earnestly I seek you
My soul is thirsting for you
Cause your love is better than life
Because you are my help I will be singing
In the shadow of your wing
I’m staying close beside you
Your right hand upholds me
I think of you through the night
With singing lips I will praise
And my soul will be satisfied
Repeat Chorus
Bridge:
Oh, God, you are my God
Earnestly I seek you
I’m longing for you
Oh, God, you are my God
Earnestly I seek you
I’m longing for you
Repeat Chorus
Comentário devocional:
O salmo 53 é uma cópia quase exata do salmo 14. Davi escreveu o Salmo 14 como o temos agora, mas o salmo 53 foi adaptado deste para refletir uma nova situação. Ambos os Salmos se direcionam aos tolos malfeitores que dizem que Deus não existe, mas cada capítulo responde a um grupo diferente daqueles que negam a existência de Deus. Este Salmo diz que eles foram “tomados de pavor, quando não existe motivo algum para temer! Pois foi Deus quem espalhou os ossos dos que atacaram você” (v. 5, NVI). Podemos imaginar isto sendo escrito após Senaqueribe ter atacado Jerusalém, só para ter seu exército de 185 mil soldados destruído por um anjo de Deus, que deixou seus ossos espalhados do lado de fora das muralhas da cidade.
“Diz o tolo em seu coração: ‘Deus não existe!’ ” Isto não quer dizer que o tolo realmente nega a existência de Deus – no mundo antigo praticamente ninguém era ateu, todos acreditavam na existência de seres sobrenaturais. Mas o tolo vive sem a referência de Deus. Para ele, Deus pode interferir na vida dos humanos, mas preferiria não fazer isso. Entretanto, quando as coisas vão mal, o tolo instintivamente se volta para um poder maior do que ele próprio.
Se nós conduzimos nossas vidas diárias como se Deus não existisse, nós somos os maiores tolos de todos. Isto também é verdade se mantemos Deus associado somente ao Sábado e prosseguimos nosso atrapalhado e egoísta modo de vida pelos próximos seis dias, com quase nenhum pensamento dirigido a Ele até o próximo Sábado.
Os tolos que dizem que Deus não existe “corromperam-se e cometeram injustiças detestáveis; não há ninguém que faça o bem” (v. 1b, NVI). Remova Deus do cenário e não mais haverá ponto de referência moral. Todo mundo faz o que é correto aos seus próprios olhos. Os ateus acreditam que a moralidade está inteiramente relacionada com a cultura social ou à consciência do indivíduo, mas ambos os conceitos têm se mostrado não confiáveis e incapazes de levar à moralidade.
Num mundo governado pelo conceito evolutivo da lei do mais forte [original: tooth and claw – dentes e garras], a regra é “cada um por si”, independente do meio utilizado. A auto-preservação é a lei básica desse conceito em que Deus é excluído. Auto- promoção é o seu maior objetivo; porém no final temos a auto-destruição. No entanto, eles utilizam qualquer argumento que desvincule o universo de seu Criador.
Mas Deus não se separa de Sua criação: “Deus olha lá dos céus […] para ver se há alguém que tenha entendimento, alguém que busque a Deus” (v. 2 NVI). Ele não está longe de nós; Ele se preocupa conosco e quer que saibamos que o melhor da vida gira em torno dEle . A arrogância intelectual de uma ciência que rejeita a noção de Deus nunca pode satisfazer a fome de verdade da alma ou restaurar a profunda fragilidade de nosso mundo. Mas onde quer que se busque e se encontre a Deus há uma sensação de paz e plenitude, de propósito e esperança.
Senhor, neste tempo de tanta descrença, eu Te busco. Restaura-me! Restaura o Teu povo!
Garth Bainbridge
Australia
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/53/
Texto bíblico: Salmo 53
Filed under: Salmos | Tags: adoração, gratidão, Jerusalém, louvor, templo de Salomão
Comentário devocional:
A beleza e a glória da cidade de Deus e do monte Sião.
Este é um “poema sobre Jerusalém”. Cantar hinos em louvor ao lugar de adoração significa louvar o Deus que ali habita. Não sabemos se era um hino cantado pelos peregrinos que subiam a estrada íngreme até o Monte do Templo, ou se era um hino com o qual os “filhos de Coré” animavam os viajantes, quando chegavam.
Por séculos, pessoas tem feito peregrinações em feriados e em suas benvindas férias; contudo, esta não é uma canção aprendida por viajantes piedosos como parte de uma turnê turística, pois esses visitantes não vieram a Jerusalém para visitar os seus pontos turísticos. Também eles não vieram como parte de uma penitência por seus pecados ou na esperança de obter algum mérito. Esta é uma jornada em que os pecadores vão ao local onde Deus está, com a intenção de estar em Sua presença e adorá-Lo. Aqui eles esperam encontrar refúgio contra o inimigo de suas almas, pois sabem que a sua fortaleza é o próprio Deus.
O salmista está confiante de que assim como Deus empregou o Seu poder para salvar em face de ameaças passadas, Ele vai permanecer eternamente como o protetor do Seu povo.
Neste salmo o peregrino é convidado a participar de uma procissão até o templo para adorar a Deus, e, em seguida, marchar ao redor do templo (v. 12), reconhecendo este lugar de culto como a melhor fonte de segurança.
Pai, eu testemunhei a Tua bondade, amor e justiça. Mas como a minha experiência é limitada, vejo apenas uma pequena parte da Tua majestade; minha voz é apenas um sussurro no grande louvor erguido diante de Teu trono; mesmo assim, com alegria, eu me uno aos canticos que são oferecidos a Ti. Amém.
Helen Pyke
Professora aposentada
Universidade Adventista do Sul
www.reavivadosporsuapalavra.org
Traduzido por JDS/JAQ
Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/48/
Texto bíblico: Salmo 48