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181 palavras
1. Vacas de Basã. … o fato de ambos os gêneros serem indicados nos verbos e pronomes em hebraico nos v. 1 a 3 sugere que Amós está repreendendo a vida dos amantes do luxo, incluindo homens e mulheres da capital de Israel. CBASD – Comentário Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1066.
Tenha cuidado de não desejar tanto os bens materiais a ponto de estar disposto a oprimir os outros e desgostar a Deus para obtê-los. Life Application Study Bible Kingsway.
6. Dentes limpos. Esta expressão denota fome, sendo paralela às palavras que se seguem, “falta de pão”. CBASD, vol. 4, p. 1068.
12. Prepara-te. A mensagem do profeta era: “Preparem-se para os julgamentos do Senhor prestes a vir.” Os que atendessem ao chamado e se arrependessem seriam perdoados e teriam a garantia da proteção de Deus no dia do terrível castigo. … Deus nunca adverte alguém a se preparar para encontrá-Lo sem antes fazer uma provisão de misericórdia. CBASD, vol. 4, p. 1069.
Um dia, cada um de nós encontrará Deus face a face para explicar o que fizemos ou recusamos fazer. Você está preparado para encontrá-lo? Life Application Study Bible Kingsway.
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“Portanto, assim te farei, ó Israel! E, porque isso te farei, prepara-te, ó Israel, para te encontrares com o teu Deus” (v.12).
A profecia específica contra as mulheres de Samaria não foi exclusiva no que se trata de juízos contra as mulheres de Israel. Por duas vezes, Isaías repreendeu as filhas de Sião por sua arrogância e vaidade (Is.3:16-26) e por se mostrarem acomodadas e negligentes com relação ao seu importante papel no desenvolvimento e bem-estar do lar e da nação (Is.32:9-11). Em visão, Ezequiel também viu na entrada do Tabernáculo, “mulheres assentadas chorando a Tamuz”, um deus babilônico” (Ez.8:14). O profeta Amós, portanto, foi mais uma voz de advertência àquelas que foram escolhidas por Deus para uma missão de caráter sagrado e de propósitos eternos.
A cegueira espiritual de Israel se deu, em grande parte, pelo procedimento insensato e indiferente daquelas que deveriam iluminar seus lares com a luz provinda das Escrituras. Mas qual as “vacas de Basã” (v.1), que viviam em campos férteis engordando a fim de serem abatidas, as mulheres de Israel exigiam de seus maridos uma vida de ostentação ignorando, mesmo que de forma indireta, que o seu luxo custava o que poderia dar alívio aos necessitados, caminhando, sem perceber, como o gado cevado para a morte iminente. Era um tempo em que as mulheres se preocupavam apenas com o embelezamento de si mesmas e de suas casas, enquanto seus filhos cresciam em um lar economicamente próspero e nominalmente religioso, mas espiritualmente falido.
Que dor não sentiam os profetas de Deus em ver seu povo se autodestruindo! Imagino esses homens de Deus com lágrimas nos olhos e voz embargada ao proferir essas palavras difíceis. Principalmente ao perceberem que suas mensagens eram consideradas alarmistas e fanáticas. Amós descreveu a religião de Israel como uma religião ativa e publicamente divulgada. Havia sacrifícios matinais diários, devolução de dízimos “de três em três dias”, “sacrifício de louvores do que é levedado”, “ofertas voluntárias”, tudo isso sendo publicado, porque disso gostavam (v.4-5). Era a típica religião de aparências. Resultado dessa religiosidade: “Vinde a Betel e transgredi, a Gilgal, e multiplicai as transgressões” (v.4).
Resumindo, amados: Estava tudo errado. Tudo errado! O que julgavam ser meios de se aproximarem de Deus, na verdade os afastavam ainda mais do Senhor e de Sua santa vontade. Com isso, os meios divinos não foram reconhecidos a fim de que se convertessem a Ele. O Senhor enviou a fome, a seca, as pragas na vegetação, a doença e até mesmo a destruição de suas cidades, mas nem assim se converteram ao Senhor nem tampouco se arrependeram de seus pecados. Era naquela situação degradante que teriam de se deparar com o “Senhor, Deus dos Exércitos” (v.13). Um último e comovente apelo foi erguido ainda assim: “Prepara-te, ó Israel” (v.12)!
Não é o capítulo de hoje uma mensagem atual? De que forma nos encontramos, mulheres? De que forma nos encontramos, Israel de Deus? Onde estão os nossos olhos e onde está o nosso coração? Olhando para o Céu, para o Autor e Consumador de nossa fé, com o coração humilde e silente a fim de ouvir e aceitar os planos do Senhor em nossa vida? Ou olhando para baixo, para este mundo corrupto, contemplando e admirando as redes sociais e as selfies que tão somente revelam a vaidade humana? O que mais precisa acontecer para que despertemos de nosso sono letal? Vocês acham que Deus considera como de pequena importância a insensibilidade do Seu povo enquanto milhares de pessoas morrem todos os dias? É à nossa geração que Jesus tem clamado a plenos pulmões enquanto estende perante o Pai as marcas de Seu sacrifício: “Este povo honra-Me com os lábios, mas o seu coração está longe de Mim” (Mc.7:6).
Prepara-te, ó Israel! Prepara-te “para te encontrares com o teu Deus” (v.12)! Porque “vem o nosso Deus e não guarda silêncio” (Sl.50:3). O nosso coração deve arder nesta expectativa e buscar o preparo necessário não importando se Jesus volte hoje, amanhã ou daqui há cem anos. Sinceramente, amados, nunca foi a minha intenção compartilhar qualquer palavra alarmista, mas o meu coração tem ardido cada dia mais na certeza de que logo nos encontraremos com o nosso Deus. Não é tempo de oferecer ao Senhor louvores levedados por nossos gostos pessoais corrompidos. É tempo de viver na presença de Deus ainda que o mundo e até mesmo aqueles que mais amamos nos humilhem ou ignorem. “Prepara-te, povo Meu!”, diz o Espírito Santo a cada um de nós. “Prepara-te […] “para te encontrares com o teu Deus” (v.12)! Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, Israel que despertou!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Amós4 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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Se a apatia é negativa em qualquer relacionamento, e a indiferença e frieza causam problemas dentro do casamento, quanto mais se estas condutas, apatia, indiferença e frieza são trazidas para o compromisso com Deus.
A mensagem de Amós se deve ao fato que “Israel tornou-se uma nação de opressores viciados em opulência e de sincretistas religiosos (4.1-5; 6:1-7). Apesar das tentativas específicas efetuadas por Deus com o propósito de trazê-lo ao arrependimento, permanece indiferente ou até mesmo ignorante a respeito da maneira e da razão de Yahewh agir (4.6-13)” (Paul R. House).
Warren Wiersbe complementa: Nesse tempo, “os valores do povo eram errados, seu reavivamento religioso era uma farsa e haviam se recusado a ouvir as advertências que Deus havia lhes dado”.
Na mensagem de Amós, Deus quer falar a nós que:
1. Vaidade, luxo e prazeres desenfreados são pecados sob a plataforma do orgulho que resulta em ganância insaciável a tal ponto de oprimir aos necessitados, desvirtuar valores e corromper a bênção dos laços matrimoniais; tudo isso atrai o justo julgamento divino (vs. 1-3).
• É importante ter dinheiro, contudo é imprescindível fazer uma autoanálise a fim de avaliar se não estamos perdendo as coisas que o dinheiro não pode comprar: Caráter, família unida, amizades verdadeiras, paz, salvação e vida eterna.
2. Hipocrisia, corrupção religiosa e analfabetismo bíblico resultam de compromissos frouxos, religião meramente formal, e da perversão da adoração. Uma espiritualidade com estes traços revelam uma religiosidade de aparência que, para Deus, carece de reavivamento e reforma espirituais com urgência (vs. 4-5).
• É importante ter uma religião tanto quanto é importante que ela seja verdadeira. Contudo, não basta pertencer à igreja de Deus, é necessário ser cristão de verdade!
3. Obstinação frente à disciplina, desprezo pela solução divina e amor ao pecado impedem o desenvolvimento de um verdadeiro reavivamento, resultando em um processo divino de julgamento; pois, após usar muitos métodos disciplinares, teimosamente o povo de Deus permaneceu em seus pecados (vs. 6-13).
• Verdadeiro reavivamento surge quanto há disposição para ouvir a Deus e arrependimento genuíno dos pecados cometidos.
“É devido à falta de fé que deixamos de receber o cumprimento das promessas de Deus. Devemos trabalhar, orar e crer. Devemos avançar firme e diligentemente, confiando no Senhor, e dizendo: ‘Não fracassaremos nem nos desanimaremos’” (Ellen G. White).
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO AMÓS 3 – Primeiro leia a Bíblia
AMÓS 3 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
AMÓS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO(link externo)
COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/am/3
Neste capítulo, Amós apela às pessoas negligentes e sem sensibilidade espiritual para que tomem conhecimento da justiça e dos juízos de Deus (vv. 1-8) dirigidos àqueles que continuam a pecar e não se arrependem. Deus é revelado como justo e santo (vv. 9-15).
A punição divina foi pronunciada por causa da extrema corrupção, cobiça e luxo que os levou a se esquecerem dos mais simples deveres para com os vizinhos e a oprimirem violentamente os pobres. Os grandes e os ricos utilizavam mal a sua riqueza e influência, as quais, se bem utilizadas, poderiam ter solucionado a corrupção e a pobreza existentes.
Deus declara que sua relação especial com Israel não poderia continuar por mais tempo por eles se apegarem às suas iniquidades, semelhante a duas pessoas que não podem caminhar juntos (v.3), a menos que caminhem na mesma direção (tenham um propósito comum).
Quando Israel, a família de Deus, recusou viver de acordo com seus altos privilégios e aceitar suas responsabilidades, sua posição favorecida lhe foi retirada e concedida à igreja, a família espiritual de Deus. Quanto maior é o conhecimento da vontade de Deus, maior é a responsabilidade e maior a recompensa.
Deepati Vara Prasad
Casa Publicadora Watchman, Índia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1128
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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802 palavras
1. Ouvi a palavra. Esta frase ocorre no início dos cap. 3, 4 e 5. Estes capítulos apresentam três mensagens distintas que apontam de forma definitiva os pecados de Israel e anunciam a aproximação do julgamento de Deus. Na primeira das três, Deus denuncia Israel diante do tribunal da justiça divina e salienta o distanciamento que então havia entre Ele e Seu povo (ver v. 3, 10; sobre esta mensagem, ver o v. 3). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1063.
Toda a família. Isto indica que o chamado divino é dado às 12 tribos, a quem o Senhor manifestou Seu grande favor, trazendo-as “da terra do Egito” (ver Am 2:10). CBASD, vol. 4, p. 1063.
2. Punirei. Por causa dos elevados privilégios e da luz abundante que o Senhor fizera brilhar sobre seu caminho, Ele particularmente puniria Israel por suas iniquidades. Quanto mais claramente se conhece o parentesco espiritual com Deus, mais repreensível é rejeitá-Lo e mais merecedor se faz das consequências de tal ação. Não se deve abusar de grandes privilégios senão eles trarão grandes penalidades (ver Lc 12:47, 48). CBASD, vol. 4, p. 1063.
Por todas as vossas iniquidades. Amós condena veementemente os ricos e poderosos por utilizarem mal a riqueza e a influência, bênçãos que deveriam ter sido usadas para remediar a corrupção e a pobreza. CBASD, vol. 4, p. 1063.
3. Acordo. Literalmente, “ter um compromisso”. Assim como duas pessoas não andam juntas se não tiverem um propósito comum, do mesmo modo, o Senhor indica que o relacionamento especial com Israel (v. 2) não pode continuar, pois os israelitas estavam apegados a suas iniquidades. … O caminhar com Deus não significa um ato ocasional, mas um hábito que surge a partir de uma relação estabelecida. Significa uma companhia baseada em harmonia entre espírito e mente. CBASD, vol. 4, p. 1063, 1064.
4. Rugirá o leão … ? Como regra, o leão ruge mais terrivelmente quando está prestes a saltar sobre a sua presa. Da mesma forma, quando Deus fala por meio de um profeta, as pessoas podem ter certeza de que Ele está prestes a punir Seu povo (cf. Am 1:2, 3:8). CBASD, vol. 4, p. 1064.
7. Certamente, o SENHOR Deus. Todas as ameaças de males sobre Israel se cumpririam, mas não antes o povo ser avisado por meio dos profetas ( ver Jo 13:19; 14:29). A misericórdia de Deus é demonstrada pelo fato de Ele não impor Seus juízos sobre as pessoas sem primeiro alertá-las por meio de Seus profetas. Ele anuncia o mal por vir, na esperança de não ter de infligi-lo. … no tempo presente, antes da destruição do mundo, por ocasião da segunda volta de Cristo, Deus claramente adverte as pessoas por meio das profecias registradas em Sua Palavra (ver GC, 594, 598; T7, 14). CBASD, vol. 4, p. 1064.
Mesmo na ira Deus é misericordioso: sempre avisou seu povo através dos profetas antes de puni-los. As advertências sobre o pecado e o julgamento aplicam-se às pessoas hoje assim como fizeram com Israel. E porque fomos avisados sobre o nosso pecado, não temos desculpas quando somos punição. Deus havia avisado seu povo através de seus profetas para que não racionalizassem ou se queixassem quando Deus os punisse por se recusarem a se arrepender. Preste atenção nas advertências da palavra de Deus sobre o julgamento. Suas advertências são uma maneira de mostrar misericórdia a você. Life Application Study Bible Kingsway.
8. Quem não profetizará? Como o rugido de um leão provoca medo em homens e animais, a palavra divina produz seu efeito sobre o profeta, e ele não pode deixar de falar (cf. Jr 1:7; 20:9; At 4:19, 20, 1Co 9:16). CBASD, vol. 4, p. 1064, 1065.
9. Ajuntai-vos. … o profeta faz uma chamada figurativa para que os espectadores se reunirem em volta e observarem os “grandes tumultos” e as opressões em curso na cidade. Em vez de “os grandes tumultos”, a LXX diz “muitas coisas assombrosas”, o que implica que as ações executadas em Samaria eram uma grande surpresa mesmo para os pagãos. CBASD, vol. 4, p. 1065.
10 Não soube fazer. É característico da cegueira moral e espiritual causada pelo pecado que o pecador não só deixe de fazer o bem, mas, por fim, seja incapaz de perceber isso (comparar com Os 4:6). CBASD, vol. 4, p. 1065.
Israel já não sabia como fazer o que era certo. Quanto mais pecaram, mais difícil era lembrar o que Deus queria. O mesmo é verdade para nós. Quanto mais aguardamos para lidar com o pecado, maior será seu poder sobre nós. Finalmente, esquecemos o que significa ser justo. Você está à beira do esquecimento? Life Application Study Bible Kingsway.
12. Como o pastor livra da boca do leão as duas pernas ou um pedacinho da orelha. Tão extenso seria o castigo divino, que todos, exceto um remanescente piedoso de Israel, seriam condenados. Para o pastor Amós (ver com. de Am 1:1, 7:14), esta ilustração era bastante natural. CBASD, vol. 4, p. 1065.
14. As pontas do altar. Eram as projeções nos quatro cantos do altar (ver Êx 27:2; 29:12; Lv 16:18). O profeta prediz que esses pontos de idolatria resultarão na destruição dos idólatras. CBASD, vol. 4, p. 1065.
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“Certamente, o Senhor Deus não fará coisa alguma, sem primeiro revelar o Seu segredo aos Seus servos, os profetas” (v.7).
O castigo iminente contra a maldade de Israel, bem como os juízos contra as demais nações não eram sentenças definitivas, mas alertas proféticos, assim como a trombeta anunciava o conflito e o rugido de um leão contra a sua presa. Quando o profeta Jonas, por exemplo, foi chamado para ir a Nínive, sua mensagem não incluía um apelo ao arrependimento, e sim de juízo: “Ainda em quarenta dias, e Nínive será subvertida” (Jn.3:4). A resposta àquela dura mensagem foi de profundo arrependimento e sincera humilhação diante de Deus. E toda a cidade foi salva de seus pecados. Pessoas que, segundo Deus, não sabiam discernir “entre a mão direita e a mão esquerda” (Jn.4:11). Ou seja, um povo que não tinha o conhecimento de Deus, mas, ainda assim, O buscaram de todo o coração se esforçando por alcançar o Seu perdão e a Sua aprovação.
Uma atitude similar deveria ter acontecido em Israel. Mas diante do castigo vindouro, o povo permanecia em sua letargia espiritual, corrompendo ainda mais suas faculdades e selando o juízo predito. Samaria, capital da nação, havia se tornado a capital da depravação e do luxo. Castelos, casas de verão, casas de inverno e grandes casas ornadas com marfim compunham o cenário de uma sociedade dominada pelos ricos. E nos “altares de Betel” (v.14) eram praticados todos os tipos de rituais detestáveis. Ainda sustentando fazer parte da herança eleita, o coração endurecido do povo permanecia estático e as palavras do profeta uma grave ofensa à sua consciência embotada pelas orgias e estilo de vida depravado.
A triste condição de que “Israel não sabe fazer o que é reto” (v.10) precisa ecoar como uma trombeta em nossos ouvidos, hoje. Temos o velho hábito de estudar os relatos sobre o antigo Israel como se tivessem ficado no passado de um povo rebelde e inconstante. Mas o apóstolo Paulo bem compreendeu a razão desses registros: “Ora, estas coisas se tornaram exemplos para nós, a fim de que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram” (1Co.10:6). Como Israel de Deus, precisamos dar ouvidos à Palavra de Deus, revelada a nós através de Seus profetas. A verdade presente para o nosso tempo através das três mensagens angélicas de Apocalipse 14:6-12 não é tão fácil de se proclamar quanto os juízos anunciados por Amós. Seu teor inclui um juízo global que está em andamento, um juízo sobre um sistema político-religioso denominado de Babilônia e um juízo final contra todo aquele que “adora a besta e a sua imagem e recebe a sua marca na fronte ou sobre a mão” (Ap.14:9).
Como vemos, não é bem a mensagem de “Deus é amor” que a maioria gostaria de ouvir. Sim, Deus é todo amor! Ele é o próprio Amor (1Jo.4:8)! E é por causa desse amor que Ele não pode permitir que o mal se perpetue. É por amor que Ele repreende e disciplina a fim de despertar o Seu povo adormecido. Foi por amor que Cristo pagou o preço que jamais poderíamos pagar. E deve ser por amor, a entrega da nossa vida a Ele. Quando alguém se converte genuinamente e passa a entender a verdadeira natureza do pecado, de como ele entristece o coração de Deus e como também magoa os seus semelhantes, é impossível continuar na prática do pecado. Ainda que na jornada aconteçam momentos de fraqueza, sua alma gemerá as dores de quem enfrenta a guerra do corpo contra o espírito: “mas vejo, nos meus membros, outra lei que, guerreando contra a lei da minha mente, me faz prisioneiro da lei do pecado que está nos meus membros. Desventurado homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte?”. E a maravilhosa resposta vem logo em seguida: “Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor” (Rm.7:23-25).
“O Senhor olha dos céus; vê todos os filhos dos homens; do lugar de Sua morada, observa todos os moradores da Terra” (Sl.33:13-14). O que Ele tem visto ao olhar para a Sua igreja? Templos bem edificados e ornados com marfim, ou um povo “que vive com integridade, e pratica a justiça, e de coração fala a verdade; que não difama com sua língua, não faz mal ao próximo, nem lança injúria contra o seu vizinho; que, a seus olhos, tem por desprezível ao réprobo, mas honra aos que temem ao Senhor; que jura com dano próprio e não se retrata; que não empresta o seu dinheiro com usura, nem aceita suborno contra o inocente” (Sl.15:2-5)? Sabem, amados, o que conforta o nosso coração é saber que, através da palavra profética de Ellen White, o Senhor nos revelou de que a Sua igreja pode até parecer que está prestes a cair, mas não cairá. Aleluia! Que façamos parte, pela graça de Deus e poder do Espírito Santo, da última igreja que revelará o caráter manso e humilde de Cristo, o único tesouro que Deus leva em conta. Vigiemos e oremos!
Bom dia, cidadãos do reino dos céus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Amós3 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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AMÓS 3 – Deus avisa antes de realizar Suas ações, sejam elas positivas (salvação) ou aquelas que parecem negativas (julgamento). Os planos divinos não são executados em segredo, Ele anuncia através de Seus profetas sempre que existir necessidade.
Através dos profetas Deus não apenas fala aos habitantes deste mundo carcomido pelo pecado, mas orienta e cuida de Seu povo que vive numa sociedade corrompida moralmente. A presença dos profetas oferece segurança aos fiéis – o problema é quando profetas de Deus são rejeitados.
Diante do chamado de Deus, o homem Amós foi compelido “a pregar com tamanha ousadia contra os pecados do rei Jeroboão e contra a classe alta de Samaria, que foi acusado de traição (7.7-8.2)” (John D. Watts).
• Os mensageiros de Deus não são apreciados, muitas vezes, nem pelo povo de Deus.
E nós, ouviremos a Amós?
• Quando Deus chama alguém ou povo para uma missão, tal privilégio não é liberação para pecar; é uma responsabilidade da qual Deus pedirá conta (vs. 1-3).
• Pessoas são salvas para levar a mensagem de salvação aos que estão condenados no pecado, não para permanecerem no pecado, nem justificarem ou ignorarem seus defeitos (v. 10).
• Pessoas privilegiadas que não são dedicadas a viverem conforme seus privilégios, certamente ouvirão a sentença contra seus sacrilégios (vs. 4-9, 11-15).
A mensagem exortativa proclamada pelas sete trombetas apocalípticas não surtiram efeito como Deus planejou (Apocalipse 8-9). Por isso, antes do toque da sétima trombeta, que indica o advento de Cristo (Apocalipse 11:15-19), Deus levantaria um povo, o qual passaria por uma titânica decepção (Apocalipse 10:1-10), mas seria reavivado para proclamar uma mensagem específica (Apocalipse 10:11-11-14).
O juízo investigativo teve início em 1844, conforme mostra Daniel 8:13-14, quando Cristo passou do lugar santo para o santíssimo no santuário celestial. Desde então, a mensagem do juízo tem sido pregada (Apocalipse 14:6-12).
• Esse movimento pré-advento, é um povo privilegiado, mas não é por isso que deve negligenciar suas responsabilidades.
• O remanescente do tempo do fim não deve galgar os caminhos da indiferença e pecado como fez o Israel do passado.
• Antes do fim, Deus avisará à humanidade (Mateus 24:14); pois, além de oferecer oportunidade, Ele mostrará que certamente não fará coisa alguma sem primeiro anunciar Seus planos aos profetas (Amós 3:7).
Portanto, animemo-nos na missão! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO AMÓS 2 – Primeiro leia a Bíblia
AMÓS 2 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
AMÓS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO(link externo)
COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/am/2
Como pastor, Amós sabia que era costumeiro para um rebanho de ovelhas ouvir a voz de seu pastor e obedecer. Quando o pastor chamava as ovelhas, ele esperava que o rebanho obedecesse, seguindo ou permanecendo em sua presença. Era praticamente impossível um rebanho de ovelhas seguir a um estranho.
Judá e Israel deveriam ter conhecido o caráter e a voz de Deus, por isso Ele os castigou mais duramente do que as outras nações. Israel foi resgatado do Egito e conhecia os mandamentos do Senhor. Eles sabiam o quão devastadora a injustiça poderia ser especialmente à luz de sua anterior escravidão.
Por que então os Israelitas agiriam como se não conhecessem o Sumo Pastor? Por que negariam justiça aos oprimidos e venderiam os inocentes por prata? Por que Judá rejeitaria os mandamentos de Yahweh e seria guiado por deuses desconhecidos? Esses deuses não forneceram benefícios, mas o povo de Deus os adorou como se fossem obrigados. O comportamento de Judá e de Israel foi alarmante, para dizer o mínimo, e refletiu um abandono dos princípios do verdadeiro pastor.
Que Deus nos ajude hoje a ouvir a voz do supremo pastor e a caminhar em Seu caminho.
Shaun Brooks
Pastor, Associação Georgia-Cumberland, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1127
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara