Reavivados por Sua Palavra


AMÓS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
15 de março de 2021, 0:50
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1263 palavras

1-6 Amós direcionou sua crítica àqueles que viviam em autocomplacência e luxo em Israel e Judá. Estilos de vida ricos e confortáveis podem fazer as pessoas pensarem que estão seguras, mas Deus não está satisfeito se nos isolarmos das necessidades dos outros. Deus quer que cuidemos deles assim como Ele cuida de nós. O reino de Deus não tem lugar para egoísmo ou indiferença. Devemos aprender a colocar as necessidades dos outros antes de nossas necessidades. Usar nossas riquezas para ajudar os outros é uma forma de nos protegermos contra o orgulho e a complacência. Life Application Study Bible Kingsway.

1. À vontade. O povo estava em um estado de autoindulgência e segurança ilusória (ver Is 32:9; Sf 1:12). CBASD, vol. 4, p. 1074.

Monte de Samaria. Ver Am 3:9; 4:1; ver com. de 1Rs 16:24. Localizada em uma colina que lhe dava posição de comando sobre a pequena planície que a rodeava, e poderosamente fortificada com muros compactos, a cidade de Samaria era, sem dúvida, considerada inexpugnável por seus habitantes.Sua força poderia facilmente ter alimentado um sentimento de confiança naqueles que dependiam mais de fortificações materiais do que da proteção de Deus. Essas compactas fortificações exigiram dos poderosos exércitos do império assírio de dois a três anos (ver vol. 2, p. 119, 120) para a tomada de Samaria (ver com. de 2Rs 18:9,10). CBASD, vol. 4, p. 1074.

Notáveis. Do heb. nequvim, “os ilustres” ou seja, os líderes da nação. CBASD, vol. 4, p. 1074.

Principal das nações. Israel ostentava este título orgulhoso porque era o escolhido de Deus, escolhido por Ele para levar ao resto do mundo o conhecimento divino (cf. Êx 19:5; 2Sm 7:23; ver p. 13-17). CBASD, vol. 4, p. 1074.

Aos quais. Isto se refere aos líderes da nação, chamados a dar orientação às pessoas, e que, portanto, deveriam ter sido modelos de retidão e justiça. CBASD, vol. 4, p. 1074, 1075.

2. Calné … Hamate … Gate. … as três cidades mencionadas neste versículo são citadas a Israel como exemplos de lugares prósperos que, posteriormente, foram destruídos ou subjugados e, assim, se assemelhavam ao que aconteceria à Samaria impenitente. CBASD, vol. 4, p. 1075.

3. Estar longe. Em sua presunção, Israel adiava a hora do julgamento divino para um tempo distante. CBASD, vol. 4, p. 1075.

Trono da violência. Enquanto Israel adiava o dia da calamidade, a violência era entronizada em seu meio. CBASD, vol. 4, p. 1075.

4. Camas de marfim. Ou, divãs encrustados com marfim, em que os ricos se reclinavam durante suas refeições, em seu luxo e libertinagem. Como um boiadeiro e um agricultor, portanto, um homem simples (ver Am 7:14), Amós se sente chocado com a vida sensual das classes superiores de Samaria. CBASD, vol. 4, p. 1075.

O marfim era um luxo importado, raro e extremamente caro. Mesmo uma pequena quantidade de marfim simbolizava riqueza. Algo tão extravagante como uma cama incrustada com marfim mostra o desperdício de recursos que deveria ter sido usado para ajudar os pobres. Life Application Study Bible Kingsway.

Do rebanho. Evidentemente, bezerros foram colocados para engorda a fim de suprir as mesas desses ociosos de Israel. CBASD, vol. 4, p. 1075.

6. Taças. Do heb. mizraqim, vasos sacrificiais usados para libações de vinho e para aspersão do sangue (ver Ex 38:3; Nm 7:13; 1Cr 28:17; 2Cr 4:8, 22; Zc 14:20). Amantes do luxo, esses príncipes sacrílegos usavam os utensílios em suas festas, atestando a falta de piedade e o amor ao excesso (ver Dn 5:2-4). CBASD, vol. 4, p. 1075.

O mais excelente óleo. Talvez aquele que devesse ser usado somente no serviço divino (ver Ex 30:23-25). Se tivessem consciência de sua pecaminosidade, as pessoas teriam se lamentado e evitado ungirem-se (ver 2Sm 14:2). CBASD, vol. 4, p. 1075.

Não vos afligis. As pessoas se tornaram tão imersas na sensualidade que não estavam preocupadas com a ruína que recairia sobre Israel. CBASD, vol. 4, p. 1075.

A ruína de José. Os problemas dentro do reino do norte, aqui chamado de “José”, eram de pouco interesse para os que se entregavam ao prazer desenfreado. CBASD, vol. 4, p. 1075.

7. Ireis em cativeiro. Os v. 7 a 11 anunciam a punição da nação para os crimes mencionados nos v. 1 a 6. Rejeitados por Deus, os israelitas deviam ir para o cativeiro e a ruína. A infeliz distinção de Israel é que ele vai ser o “primeiro” dos dois reinos israelitas a ir para seu destino. CBASD, vol. 4, p. 1076.

8-11 As pessoas construíram casas luxuosas para exibir suas conquistas. Embora não seja errado viver em casas confortáveis, não devemos deixar que isto se torne fontes de orgulho e auto glorificação. Foi Deus quem nos deu nossas casas, e elas devem ser usadas para o serviço, não apenas para exibir aos outros. Life Application Study Bible Kingsway.

8. Jurou. Aqui Deus fala segundo a linguagem e a experiência humana (ef. Jr 51:14; Am 4:2). CBASD, vol. 4, p. 1076.

Soberba. Já é ruim desperdiçar dinheiro ganhado honestamente em edifícios suntuosos, mas os israelitas tinham assegurado seu luxo e esplendor através da desonestidade, particularmente, da injustiça para com os pobres (ver Am 2:6, 7, 3:10, 4:1). CBASD, vol. 4, p. 1076.

9. Dez. Talvez uma referência aos “dez” de Amos 5:3, o remanescente das guerras travadas nos últimos estágios da história de Israel. Deve-se ter em mente que Israel não perdeu a prosperidade em um desastre único. A desintegração do país se deu em etapas (ver 2Rs 15:19, 20, 29; 17:5-18). CBASD, vol. 4, p. 1076.

Morrerão. Se esses “dez” se salvassem da guerra, morreriam de fome ou pestilência no cerco de Samaria (ver 2 Rs 17:5). CBASD, vol. 4, p. 1076.

Há de queimar. Geralmente os judeus enterravam os mortos, mas, em certos casos, a cremação era empregada (ver Lv 20;14; 1Sm 31:12). A cremação pode ter sido necessária naquele momento por causa do grande número de mortos, pelo tipo de peste ou porque não se podia chegar à sepultura fora da cidade por causa do cerco. CBASD, vol. 4, p. 1076.

No seu mais interior. O parente próximo é aqui retratado como falando com algum sobre vivente escondido em um canto da casa. CBASD, vol. 4, p. 1076.

Não menciones. Esta proibição tem sido interpretada de diversas formas; (1) Era resultado do total desespero dos sobreviventes que sentiam que, por ser o dia do julgamento, era tarde demais para invocar o nome do Senhor Eles não invocaram a Deus na vida, não poderiam invocá-Lo na morte. [demais 4 opções omitidas] … Talvez um sentimento de desespero por parte dos israelitas sobreviventes seria a melhor explicação para a proibição, a sensação de que seria de nenhum proveito invocar o Senhor naquela circunstância. CBASD, vol. 4, p. 1076, 1077.

12. Rocha. A parte final deste capítulo revela a loucura dos que pensam que, em sua própria força, podiam desafiar o julgamento de Deus e resistir ao inimigo enviado para os castigar. Os cavalos não podem galopar com segurança sobre os penhascos rochosos. A frase “na rocha” é usada para representar tanto o lugar de arar com bois como de correr com cavalos. CBASD, vol. 4, p. 1077.

Alosna. Do heb. laanah, uma planta do gênero Artemisia, de sabor muito amargo (ver Dt 29:18; ver com. de Pv 5:4). O fruto da perversão da justiça em Israel foi o mais amargo erro e a injustiça. CBASD, vol. 4, p. 1077.

13. Lo-Debar. Lo-Debar era o nome de um lugar em Gileade (ver 2Sm 9:4, 5; 17:27). CBASD, vol. 4, p. 1077.

14. Uma nação. Referência aos assírios, que, como instrumentos da ira de Deus (ver Is 10:5,6), invadiriam Israel a partir do norte, especificamente “desde a entrada de Hamate”, cidade na parte superior da Síria (ver com. de Nm 34:8; Am 6:2). Expressões semelhantes em outras ocasiões indicam um aviso de que a contínua recusa ao arrependimento traz desastre nacional (ver Is 5:26; Jr 5:15). CBASD, vol. 4, p. 1077.

Arabá. Do heb. aravah. Arabá é a depressão que se estende do mar da Galileia até o golfo de Áqaba (ver Dt 1:1). Provavelmente o rio de Arabá designa algum fluxo que corre para o extremo norte do Mar Morto. Significativamente, esses limites norte e sul marcam o território recuperado por Jeroboão II no período de maior prosperidade de Israel (ver 2Rs 14:25). CBASD, vol. 4, p. 1077.



AMÓS 6 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
15 de março de 2021, 0:45
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“Ai dos que andam à vontade em Sião e dos que vivem sem receio no monte de Samaria, homens notáveis da principal das nações, aos quais vem a casa de Israel!” (v.1).

Estudando as Escrituras, mais precisamente o livro do profeta Jeremias, Daniel se deu conta do momento solene em que estava vivendo, às portas de cumprir-se a profecia acerca dos setenta anos de cativeiro babilônico. Diante de tal descoberta, o profeta pôs-se a buscar ao Senhor “com oração e súplicas, com jejum, pano de saco e cinza” (Dn.9:3). E a resposta de Deus foi imediata e sublime. Ele enviou o anjo Gabriel no princípio das súplicas do profeta para revelar-lhe o entendimento acerca da profecia e declarar-lhe o quanto ele era amado (Dn.9:23). Houve, porém, resistência da parte do inimigo e Alguém ainda mais poderoso foi enviado em seu favor.

Ao compreender o “grande conflito” (Dn.10:1) de que falava a profecia, Daniel pranteou, ou seja, angustiou-se, “durante três semanas” (Dn.10:2). Durante vinte e um dias, o profeta aplicou o seu coração a humilhar-se perante Deus e nEle buscar as respostas às suas inquietações. Foi quando, em visão, contemplou o próprio Jesus e, diante da Majestade dos Céus, ao som de Suas palavras, caiu sem sentidos, “rosto em terra” (Dn.10:9). Contudo, uma mão lhe tocou, lhe sacudiu e lhe pôs prostrado. Daniel se pôs em pé ainda tremendo e uma dor sobremodo grande tomava conta de seu corpo a ponto de declarar não ter lhe sobrado “força alguma” (Dn.10:17). Então, ao ouvir a voz segunda vez, sentiu-se fortalecido.

O capítulo de hoje apresenta um povo completamente inerte ao cenário profético que estava prestes a enfrentar. Acomodados com sua religiosidade e despreocupados quanto à sua condição laodiceana, regalavam-se em suas festas insanas, comendo, bebendo e cantando “à toa” (v.5). Banqueteavam-se enquanto diziam “estar longe o dia mau” (v.3). Ao contrário de Daniel que se absteve de “manjar desejável”, de carne e de vinho e de ungir-se “com óleo algum” (Dn.10:3), os filhos de Israel comiam “os cordeiros do rebanho e os bezerros do cevadouro” (v.4), bebiam “vinho em taças” e ungiam-se “com o mais excelente óleo” (v.6). Eles não se afligiram com a ruína que estava prestes a cair sobre a nação.

Será que estamos longe desta realidade? Examinemos o que aconteceu com Daniel por etapas:

1. Daniel estudou as profecias;
2. Daniel entendeu as profecias;
3. Daniel orou, jejuou e se humilhou perante Deus;
4. Daniel recebeu entendimento ainda maior;
5. Diante de tal entendimento, Daniel angustiou-se e aplicou o coração a entender melhor os planos de Deus;
6. Em tempo de angústia, abriu mão do que poderia atrapalhar a sua busca;
7. Ao contemplar Jesus, e ao ouvir as Suas palavras, sentiu-se fraco e débil;
8. Prostrado, recebeu forças para se levantar;
9. Reconhecendo a sua fraqueza, suas forças foram renovadas;
10. Firmado na “escritura da verdade” (Dn.10:21), tornou-se vitorioso pela vitória de Miguel, o Senhor dos Exércitos.

Conforme estudamos nas profecias de Daniel, desde 22 de outubro de 1844, estamos vivendo o grande dia da expiação profético. E qual deve ser a nossa conduta diante de tal entendimento? Vejamos: “Porque toda alma que, nesse dia, se não afligir será eliminada do seu povo” (Lv.23:29). Percebem a solenidade deste momento? Quanto mais examinamos as Escrituras, mais devemos sentir a necessidade de buscar ao Senhor. Quanto mais buscamos ao Senhor, mais o Seu Espírito nos mostra o que precisamos renunciar por amor a Jesus. Quanto mais nos aproximamos de Jesus e buscamos entender as Suas palavras, mais reconhecemos a nossa debilidade. E quanto mais reconhecemos a nossa debilidade e fraqueza, mais sentimos a necessidade de um Salvador. “Este é o caminho, andai por ele” (Is.30:21).

O que é a força do homem comparada à força do Onipotente? Nada! O Senhor não está interessado em ver templos suntuosos e cultos atraentes, mas eis para quem Ele olha: “mas o homem para quem olharei é este: o aflito e abatido de espírito e que treme da Minha palavra” (Is.66:2). A aflição que o profeta Daniel sentiu e de que a Bíblia se refere não é no sentido de reclamar da vida, amados, mas de dedicar a vida por completo aos cuidados dAquele que muito em breve tornará a nossa aflição em eterna alegria. O tempo de aflição antecede o tempo de regozijo.

Como estamos vivendo o dia de angústia? Vivendo sem receio, pensando estar adorando a Deus quando na verdade estamos servindo ao nosso ventre e aos nossos desejos? Ou, como Jacó, estamos clamando em grande angústia de alma: “Não Te deixarei ir se me não abençoares” (Gn.32:26)? Despertemos, amados! As profecias nos apontam um fim iminente! A natureza grita que este mundo está nos momentos finais! As desculpas e o esforço humano de nada servirão quando eclodir o tempo de angústia final. Ellen White escreveu: “Todos os que se esforçam por desculpar ou esconder seus pecados, permitindo que permaneçam nos livros do Céu, sem serem confessados e perdoados, serão vencidos por Satanás. Quanto mais exaltada for a sua profissão, e mais honrada a posição que ocupam, mais ofensiva é a sua conduta à vista de Deus, e mais certa é a vitória de seu grande adversário. Os que se retardam no preparo para o dia de Deus, não o poderão obter no tempo de angústia, ou em qualquer ocasião subsequente. O caso de todos estes é sem esperança” (O Grande Conflito, CPB, p.626).

Fazemos parte de um movimento profético e com uma mensagem sobremodo solene. Hoje é tempo de buscar ao Senhor com toda oração e súplicas, a fim de resistirmos à hora de aflição que diante de nós está, como também o Espírito Santo nos revelou através de Sua serva: “O tempo de agonia e angústia que diante de nós está, exigirá uma fé que possa suportar o cansaço, a demora e a fome – fé que não desfaleça ainda que severamente provada. […] Jacó prevaleceu porque era perseverante e decidido. Sua vitória é uma prova do poder da oração importuna. […] Os que não estão dispostos a negar o eu, a sentir verdadeira agonia perante a face de Deus, a orar longa e fervorosamente rogando-Lhe a bênção, não a obterão. Lutar com Deus – quão poucos sabem o que isso significa!” (O Grande, Conflito, CPB, p.626, 627). Despertai e tremei, vós “que viveis despreocupadamente; turbai-vos, vós que estais confiantes” (Is.32:11)! Pois eis que a profecia “se apressa para o fim e não falhará” (Hc.2:3). Vigiemos e oremos!

Bom dia, “Daniel” dos últimos dias!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Amós6 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



AMÓS 6 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
15 de março de 2021, 0:40
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Antes de querer curtir a vida é preciso saber o que realmente é viver. Alguns se autodestroem e chamam isso de curtição. Outros fazem coisas que antecipam a morte, e chamam isso de vida.

Pecar não é sinônimo de viver. Pisar princípios divinos não significa curtir a vida. Pelo contrário, agir em desarmonia com Deus e Sua vontade é como deixar o celular acabar a bateria e não conectá-lo à energia para recarregá-lo.
• Viver longe de Deus significa fim da vida, assim como um celular sem bateria é imprestável.

O capítulo apresenta alguns pontos importantes:
1. Embora os pecadores arrogantemente descartem a Deus em sua vida, Deus ainda assim alerta sobre os perigos vindouros almejando salvá-los (vs. 1-7).
2. Infelizmente o orgulho e a arrogância não se inclinam perante a advertência divina, portanto, não ficarão impunes frente ao justo juízo divino (vs. 8-14).

“No capítulo 6, Amós continua a lamentar o pecado do povo: indiferença e indulgência (vs. 7-14); injustiça, imoralidade e idolatria (vs. 7-14). ‘Ai dos que andam à vontade em Sião’ – que descrição de alguns crentes de hoje” (Warren W. Wiersbe).

PESSOAS…
• …iludidas com pensamentos equivocados sobre si mesmos precisam dar ouvidos ao que Deus diz a fim de que desçam do seu salto alto e reconheçam que sem humilhação não há salvação (vs. 1-2).
• …cegas para a revelação divinas precisam permitir que Deus abra seus olhos para que vejam que a negligência aos recursos oferecidos pelo Céu é uma decisão pelo desastre, um compromisso com a catástrofe – embora estejam no luxo, cheios de pompa, entre os prazeres do pecado, arrogantemente desprezando aos necessitados, esbanjando dinheiro em coisas supérfluas, alimentando seus vícios, obcecados pela vaidade, sem perceberem que o fim se aproxima (vs. 3-7).
• …entorpecidas com seus pecados precisam serem advertidas com relação a um julgamento prestes a vir sobre o mundo, onde Deus revelará publicamente Sua indignação contra os arrogantes, autoconfiantes, vaidosos, orgulhosos, opressores, injustos e indiferentes (vs. 8-14).

Materialismo, intelectualismo, hedonismo, humanismo e tantos outros “ismos” são obstáculos para que os pecadores percebam sua real situação e, sua tremenda necessidade de um divino e poderoso Salvador.

Que nossos olhos sejam abertos com a mensagem deste capítulo para que sejamos despertos e busquemos ao Senhor a fim de que vivamos… – Heber Toth Armí.



AMÓS 5 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
14 de março de 2021, 1:10
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TEXTO BÍBLICO AMÓS 5 – Primeiro leia a Bíblia

AMÓS 5 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

AMÓS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)

COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)

COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO(link externo)

COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)

COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)

COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)



AMÓS 5 by Jeferson Quimelli
14 de março de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/am/5

Qualquer pessoa que passou pela interrupção de um relacionamento, se lembrará da montanha-russa emocional ao suplicar ao outro, com lágrimas e preocupação, que reconsidere a decisão. Às vezes, o medo de perder o relacionamento com um companheiro evoca uma resposta natural ao uso de apelos e persuasão, na esperança de trazer a conexão de volta a tempos melhores. Neste capítulo, Deus está implorando, alertando e acenando para que Seu povo proceda de maneira melhor. O reino do Norte tinha apenas mais alguns anos antes de sua destruição e, embora eles se sentissem privilegiados e sem necessidade de nada no momento, Deus sabia do perigo que estava à frente e apresentou à eles a preocupação do Seu coração. O apelo divino era buscar a mim e vivam, abandonem o mal e pratiquem a justiça; talvez assim o desastre possa ser evitado.

A justiça estava no centro do clamor de Deus aos israelitas, mas a apatia em relação a esse clamor dominou-lhes o coração e envenenou a sua adoração. Em vez da justiça fluindo como um rio, o tronco da injustiça obstruiu o caminho da justiça. Os sacrifícios de grãos mais cheirosos não eram capazes de compensar o fedor da sua desobediência, e isto causou dor no coração de Deus, pois Ele sabia que o relacionamento estava prestes a chegar a um ponto sem volta.

Shaun Brooks
Pastor, Associação Georgia-Cumberland, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1130
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



AMÓS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
14 de março de 2021, 0:50
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337 palavras

2 A Virgem. Este termo é aplicado a Israel, apesar de sua infidelidade a Deus, provavelmente porque a nação foi cuidada com carinho e protegida de seus inimigos por Deus (ver Is 23:12; Jr 14:17; cf Is 47:1). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1071.

Mil. Tão grave seria o castigo de Deus sobre Israel que apenas um décimo dos habitantes de uma cidade [e das pequenas cidades e vilas] seria deixado. CBASD, vol. 4, p. 1071.

Casa de José. José era o pai de Efraim, a tribo mais importante do reino do norte … ; portanto, a expressão “casa de José” é equivalente a Israel. CBASD, vol. 4, p. 1071.

Alosna. Uma planta do gênero Artemisia, com sabor amargo (ver Dt 29:18; Pv 5:4). Tão grande era a corrupção moral de Israel que a justiça se convertera na mais amarga injustiça. CBASD, vol. 4, p. 1071.

10 Na porta. Nas cidades orientais, o portão era o lugar de reuniões públicas, para negócios, administração de justiça e para se ouvir e contar notícias (ver com. de Gn 19:1; Js 8:29). A área do portão principal de Samaria era grande (ver 1Rs 22:10; 2Rs 7:1; 2Cr 18:9). CBASD, vol. 4, p. 1072.

18 Ai de vós … !  O profeta adverte contra os que confiam na relação do concerto de Israel com Deus e pensam que o formalismo religioso será aceitável. CBASD, vol. 4, p. 1072.

21 Aborreço. Fidelidade somente às formas exteriores da religião não alcançaria o favor divino na hora do julgamento. A adoração não pode ser avaliada apenas pela ordem e a beleza da forma exterior, assim como o valor dietético de uma fruta não pode ser determinado apenas pelo seu tamanho e cor. CBASD, vol. 4, p. 1073.

23 Estrépito dos teus cânticos. A adoração superficial e sem sinceridade fazia dos salmos e hinos um som ofensivo e cansativo aos ouvidos de Deus (ver Ez 26:13). CBASD, vol. 4, p. 1073.

24 Como as águas. Ou seja, o curso de água alimentado por uma corrente perene em vez de sazonal (ver com. de 1Sm 17:3). Esta bela figura de linguagem apresenta a Israel o desejo de Deus (ver com. de Jr 5:15) que permanece ainda hoje. CBASD, vol. 4, p. 1073.



AMÓS 5 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
14 de março de 2021, 0:45
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“Pois assim diz o Senhor à casa de Israel: Buscai-Me e vivei” (v.4).

Recusando-se em dar ouvidos ao Senhor e se converter dos seus maus caminhos, Israel colheria os resultados de sua insensatez. Sua condição foi revelada em uma lamentação que indicava a misericórdia divina ainda sendo manifestada, mesmo que apenas para conservar um décimo da nação (v.3). “Buscai ao Senhor e vivei” (v.6), era o apelo comovente que irrompia dos lábios do profeta. Seu ministério, contudo, não consistia em minimizar os juízos de Deus, mas declará-los com a clareza e a verdade necessárias; palavras que foram recebidas com rejeição: “Aborreceis na porta ao que vos repreende e abominais o que fala sinceramente” (v.10).

Este capítulo apresenta um Israel religioso, exímio cerimonialista e músico excepcional. No entanto, quanto à sua religião, Deus disse: “Aborreço” (v.21). Quanto às cerimônias: “nem atentarei” (v.22). E quanto aos louvores: “Afasta de Mim o estrépito dos teus cânticos” (v.23). Além de ter proferido um “Ai” que pode deixar bem confuso quem não compreende o contexto: “Ai de vós que desejais o Dia do Senhor!” (v.18).

Era um povo que sonhava com a vinda do Messias. Confiantes na promessa de um Salvador que descenderia da raiz de Davi, ostentava ser o povo da aliança, esquecendo-se, porém, do Deus da aliança. Os pobres e necessitados eram rejeitados e o tratamento de uns para com os outros era medido conforme o poder aquisitivo. Não havia amor genuíno, mas um jogo de interesses que fazia de Israel um povo com a mensagem certa, mas com as atitudes erradas.

Imagine que você vivesse no tempo da segunda guerra mundial e, buscando algum conforto, entrasse em uma igreja e se deparasse com Hitler pregando sobre o amor de Deus. Você conseguiria dar ouvidos a tal sermão? Creio que não. E o porquê desta resposta é um tanto lógica: porque as suas palavras não eram fiéis ao que ele realmente praticava. É fácil ser um bom crente de igreja, difícil é ser a igreja do único que é Bom (Mt.19:17). Tudo isso foi resumido por Tiago numa única sentença: “Tornai-vos, pois, praticantes da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos” (Tg.1:22). Ele ainda fez referência à prática dos mandamentos (Tg.1:25) e ao perigo que existe em não refrear a língua (Tg.1:26). E terminou explicando o que é, aos olhos de Deus, a verdadeira religião: “A religião pura e sem mácula, para com o nosso Deus e Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e a si mesmo guardar-se incontaminado do mundo” (Tg.1:27).

Jesus está às portas de vir buscar as dízimas da terra, aqueles que buscam viver o evangelho que pregam. O Senhor não dirá a Seus justos: “Vinde benditos de Meu Pai, porque vocês construíram suntuosas igrejas, vestiram-se com decência e bom gosto, prepararam os melhores programas e cantaram como ninguém”. Mas Ele dirá: “Vinde benditos de Meu Pai… Porque tive fome, e Me destes de comer; tive sede, e Me destes de beber; era forasteiro, e Me hospedastes; estava nu, e Me vestistes; enfermo, e fostes ver-Me” (Mt.25:34-36).

Precisamos parar de edificar “casas de pedras lavradas” (v.11) em um tempo que requer de nós a renúncia do eu em favor do próximo. E clamar ao Espírito Santo que nos conceda a prudência tão necessária nesses dias finais. Pois “o que for prudente guardará, então, silêncio, porque é tempo mau” (v.13). “Aborrecei o mal, e amai o bem, e estabelecei na porta o juízo” (v.15). Do contrário, “para que desejais vós o Dia do Senhor?” (v.18). Vigiemos e oremos!

Feliz semana, prudentes de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Amós5 #RPSP



AMÓS 5 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
14 de março de 2021, 0:40
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O pecador não pratica a justiça para ser salvo, pois isto é impossível. É a salvação que torna o pecador apto a praticar a justiça.
• Longe de Deus nossa existência sempre será moldada pelo pecado. Perto dEle, desprezamos o pecado.

Numa sociedade agitada, pautada pela cultura da pressa, caracterizada pelo estresse nosso de cada dia, temos tremenda dificuldade de ouvir a voz de Deus. Embora em nossos dias o problema de não ouvir a Deus só tenha aumentado, na história do pecado tal negligência sempre foi alvo de advertência divina (Isaías 55:1-7).

Por causa disso, temos orientações necessárias para moldar nossa vida corrida e sem tempo para Deus e as coisas relacionadas a Ele. Desde o capítulo três de Amós, Deus apela ao coração dos indiferentes, os quais nos dias de hoje podemos ser nós mesmos:
• “Ouvi a Palavra que o Senhor fala contra vós outros…” (3:1);
• “Ouvi esta Palavra…” (4:1);
• “Ouvi esta Palavra que levanto como lamentação sobre vós…” (5:1).

Uma visão abrangente auxilia-nos a perceber a urgente mensagem de Amós. Conforme William MacDonald, temos que o pecado e a punição de Israel:
• Primeira intimação (capítulo 3);
• Segunda intimação (capítulo 4);
• Terceira intimação (5:1-17);
• O primeiro ai (5:18-27)
• O segundo ai (capítulo 6).

O cenário é de juízo e condenação. O pecado obstinado provoca o julgamento divino: Deus convoca Seu povo a uma audiência.

No capítulo em pauta, Deus chama Seu povo ao arrependimento verdadeiro, o qual não significa melhorar a aparência religiosa ou a reformar a casa de culto, mas a buscar genuinamente ao Criador a fim de obter vida plena. O verdadeiro reavivamento no coração deve revelar nas ações do cristão uma mudança de estilo de vida; a razão dessa convocação divina é que o convertido não deve fazer “a justiça virar pó” nem arrastar “a justiça na lama” (v. 7).
• Arrependimento que gera genuíno reavivamento vai além das meras canções animadas, atinge a essência da vida diária.

Deus pergunta: “Alguém aí sabe o que eu quero? Eu quero justiça – um mar de justiça. Eu quero integridade – rios de integridade. É isso o que eu quero. Isso é tudo o que eu quero” (v. 24).

E você? Dará ouvidos a Deus? – Heber Toth Armí.



AMÓS 4 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
13 de março de 2021, 1:10
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TEXTO BÍBLICO AMÓS 4 – Primeiro leia a Bíblia

AMÓS 4 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

AMÓS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)

COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)

COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO(link externo)

COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)

COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)

COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)



AMÓS 4 by Jobson Santos
13 de março de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/am/4

O julgamento de Deus é frequentemente mal interpretado como uma punição arbitrária com o objetivo de fazer os pecadores sofrerem por seus erros. Algumas pessoas esperam que o julgamento de Deus caia sobre seus inimigos. Outros têm medo de que caia sobre eles.

Amós 4 nos mostra que o julgamento de Deus não é simplesmente uma raiva descarregada contra os pecadores. É a maneira de Deus restaurar a justiça e trazer Seu povo obstinado de volta para Ele.

Amós profetizou ao povo de Israel durante uma época de prosperidade nacional. As pessoas fingiam ser religiosas, mas o coração estava longe de Deus. Elas adoravam ídolos, oprimiam os pobres e levavam uma vida luxuosa e auto-indulgente. (A situação deles não parece muito diferente da nossa hoje.)

Deus relata diversas maneiras como tentou chamar a atenção deles. Eles sofreram com seca, pestilência e guerra, mas ainda assim persistiram em sua rebelião. Esses julgamentos não foram totais; Deus descreve Israel como um “tição tirado do fogo” (v. 11 NVI). O desejo de Deus é salvar, não destruir. No entanto, Ele está trabalhando para ver a justiça restaurada. Por fim, o povo enfrentará um acerto de contas final com Deus (v. 12).

Amós 4 nos lembra como Deus leva a sério os maus tratos aos pobres e o erro judiciário. O julgamento é uma expressão de Seu amor pelos oprimidos. No entanto, é também a Sua maneira de nos trazer de volta a um relacionamento correto com ele.

Que possamos nos arrepender de nossos pecados e nos voltarmos para Ele em busca de misericórdia antes que chegue o dia do ajuste de contas.

Matthew Shallenberger
Pastor, Associação Georgia-Cumberland, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1129
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara