Reavivados por Sua Palavra


LUCAS 08 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
19 de junho de 2021, 0:45
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“Ele, porém, lhes respondeu: Minha mãe e Meus irmãos são aqueles que ouvem a palavra de Deus e a praticam” (v.21).

Acompanhado de Seus discípulos, Jesus andava “de cidade em cidade e de aldeia em aldeia, pregando e anunciando o evangelho do reino de Deus” (v.1). Sua jornada também era acompanhada de “algumas mulheres” (v.2) que, movidas por profunda gratidão, “Lhe prestavam assistência com os seus bens” (v.3). Mas “de todas as cidades” (v.4) milhares de pessoas iam ter com Jesus a fim de ouvirem Sua sabedoria e de serem por Ele curadas. Quando falava por meio de parábolas, a ênfase era dada ao reino de Deus quanto à forma de perdê-lo ou de alcançá-lo.

A todo discípulo Seu, Jesus lhe dá a “conhecer os mistérios do reino de Deus” (v.10) e o que era difícil de se compreender, Ele o revela. Pois “os que, tendo ouvido de bom e reto coração, retêm a palavra; estes frutificam com perseverança” (v.15). É interessante notar que o verbo ouvir é constantemente usado por Jesus. Na explicação da parábola do semeador, percebam que todos ouviram a palavra, mas apenas os que a ouviram “de bom e reto coração” (v.15) foram os que deram frutos. Também na parábola da candeia, Jesus encerra dizendo: “Vede, pois, como ouvis” (v.18). Isto é, preste atenção na forma como você está ouvindo!

No episódio que se segue, Jesus não rejeitou a Sua família terrestre, mas a ampliou: “Minha mãe e Meus irmãos são aqueles que ouvem a palavra de Deus e a praticam” (v.21). A primeira ação, portanto, será sempre ouvir. Entretanto, é a reação ao que se ouve que define a que família pertencemos. Jesus foi bem claro ao afirmar que pertence à Sua família não os que apenas ouvem, mas os que ouvem e praticam o “assim diz o Senhor”. E isto não significa salvação por obras, amados, e sim, os frutos provenientes de uma vida cheia do Espírito Santo. Se nossas obras tivessem algum tipo de participação na salvação, certamente Jesus teria escolhido os mestres da Lei como Seus discípulos e não um grupo tão instável.

Mas Ele provou o Seu amor para com a raça caída pisando no solo enegrecido pelo pecado e escolhendo para ter perto de si homens e mulheres que, aos olhos humanos, seriam totalmente indignos de segui-Lo. Pois Aquele que lê os corações vê na mais atribulada alma a oportunidade de transformá-la no mais lindo testemunho. Por isso que a Sua ordem ao ex-endemoniado foi: “Volta para casa e conta aos teus tudo o que Deus fez por ti” (v.39). E por ter ouvido a palavra de Jesus “de bom e reto coração” (v.15) foi que, prontamente, a obedeceu, indo “ele anunciando por toda a cidade todas as coisas que Jesus lhe tinha feito” (v.39).

O que temos feito da Palavra de Deus, amados? Qual tem sido a nossa reação diante de tudo o que, até hoje, temos ouvido? Fazemos parte de uma geração tão absorvida pelos barulhos deste mundo que parar para ouvir a voz de Deus tornou-se algo monótono e praticamente impossível. Mas Jesus nos convida a ouvir a Sua voz e da mesma forma que Ele falou e a filha de Jairo ouviu e obedeceu, Ele deseja realizar um milagre em nossa vida. E neste exato momento, Ele nos diz: “Levanta-te!” (v.54). E todo aquele que ouve a Sua voz “de bom e reto coração” imediatamente se levanta e torna-se um inquestionável testemunho do Seu poder. Pois todos os que são restaurados por Jesus, “não [podem] ocultar-se” (v.47).

Ainda que a tempestade nos açoite, confiemos nAquele cuja voz tem o poder de transformá-la em “bonança” (v.24). Que seja a nossa oração: “Ensina-me, Senhor, o Teu caminho, e andarei na Tua verdade” (Sl.86:11). Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, família de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Lucas8 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



LUCAS 8 – COMENTÁRIO DO PASTOR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
19 de junho de 2021, 0:40
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LUCAS 8 – Vamos meditar na Palavra de Deus?

1. Jesus faz uma turnê na Galileia por aproximadamente dezesseis meses com cura, restauração e pregação. Na abertura do capítulo, contou com a companhia das seguintes pessoas:

· Os doze;

· Maria Magdalena, que fora liberta de sete demônios;

· Joana, mulher rica e esposa de um político da casa de Herodes;

· Suzana e muitas outras mulheres.

As mulheres ajudaram a sustentar o ministério de Jesus e Seus doze discípulos.

2. Jesus conta uma parábola em público e a explica aos seus discípulos, (vs. 4-15). “Geralmente conhecida como a Parábola do Semeador, poderia antes ser chamada de Parábolas das Terras” (D. L. Moody). Reflita em algumas lições desta parábola:

· As pessoas recebem a Palavra individualmente, ninguém deve ser forçado a aceitá-la.

· Cada pessoa recebe a Palavra conforme lhe convém, ninguém deve ser manipulado para aceitá-la.

· Só quem recebe a Palavra de forma plena, intensa e profundamente dará frutos, ou seja, proclamará verdadeiramente a Palavra de Cristo a outros.

3. Quando ouvimos a Palavra e não a aplicamos à vida, demonstramos negligência. Devemos ouvir a Palavra, recebê-la, vivê-la na rutina do dia e, por fim, anunciá-la; do contrário, perderemos seus benefícios, seremos inúteis como uma lâmpada coberta (vs. 16-18).

4. Só faz parte verdadeiramente da real família de Jesus quem ouve a Palavra e a pratica no dia a dia (vs. 19-21).

5. A palavra de Jesus tem muito poder, assim como no princípio, na criação do mundo em Gênesis 1. Observe: Jesus…

· …deu ordens ao forte vente e à fúria da água, e imediatamente os discípulos experimentaram bonança, calmaria (vs. 22-25).

· …deu ordens a uma legião de demônios para que saísse de um homem feroz e perigoso que vivia no cemitério; então, o endemoninhado ficou livre dos espíritos imundos (vs. 26-34).

· …deu ordens a uma menina morte para que se levante (muitos riram do disparate ridículo); então, a menina se levantou – para espanto de todos (vs. 44-42, 49-56).

· …mesmo sem usar Palavras revelou poder, porque Ele próprio é o verbo de Deus (vs. 43-48).

Assim como sementes nos diversos solos, temos diversas reações a Jesus; neste capítulo, por exemplo, os gerasenos rejeitaram a Jesus (vs. 35-39). E quanto a nós, como reagiremos às palavras de Jesus?

Clamemos: “Senhor, reaviva-nos!” – Heber Toth Armí.



LUCAS 7 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
18 de junho de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO LUCAS 7 – Primeiro leia a Bíblia

LUCAS 7 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

LUCAS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube

(pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



LUCAS 7 by Jobson Santos
18 de junho de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lc/7

Por que a fé de um centurião romano em Cafarnaum fez Jesus se maravilhar e chamá-la de a maior fé que havia encontrado? Os Anciãos dos judeus haviam pedido a Jesus para curar o servo do centurião, porque ele “ama a nossa nação, e construiu a nossa sinagoga” (Lc 7:4 NVI). Quando Jesus se encaminha para curar o servo, o centurião envia um apelo diferente: “Senhor … não mereço receber-Te debaixo do meu teto. Por isso, nem me considerei digno de ir ao Teu encontro. Mas dize uma palavra e o meu servo será curado” (Lc 7:6, 7 NVI).

Somos tentados a pensar que somos dignos de receber a cura de Jesus por causa do que fizemos. O centurião reconheceu sua indignidade e baseou seu pedido no poder da Palavra de Jesus. Seu servo não precisava de presença e toque de Jesus. Jesus era o Senhor do Universo, Ele tinha autoridade sobre tudo, incluindo a doença do empregado: “Pois eu também sou homem sujeito à autoridade, e com soldados sob o meu comando. Digo a um: Vá, e ele vai; e a outro: Venha, e ele vem. Digo a meu servo: Faça isto, e ele faz” (Lc 7: 8 NVI). Jesus maravilhou-se com a fé do centurião. Quando os mensageiros voltaram para a casa do Centurião, encontraram o servo completamente curado.

Quão grande é a sua fé no poder da Palavra de Deus? Você está disposto a parar de depender de suas próprias obras e confiar sua salvação à Palavra de Jesus?

Douglas Jacob
Professor de Ministério da Igreja e Homilética
Seminário, Southern Adventist University

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1226
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



LUCAS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
18 de junho de 2021, 0:50
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1323 palavras

3 enviou alguns dos anciãos dos judeus. Consciente da costumeira atitude dos judeus para com os gentios (ver com. de Mt 7:6), o centurião não sabia como Jesus responderia ao pedido de alguém que não pertencia a Seu povo… e temia ser rejeitado. … Possivelmente, os “anciãos” pertencessem à sinagoga que Jesus frequentava quando estava em Cafarnaum. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 829.

com instância. Do Gr. spoudaios, “intensamente” ou “com urgência”. A questão era que o homem estava prestes a morrer. CBASD, vol. 5, p. 830.

é amigo do nosso povo. Parece que o centurião era um “prosélito da porta”, alguém que cria no verdadeiro Deus e nos princípios da fé judaica, mas não aceitava a circuncisão, o sinal da aliança (ver com. de Gn 17:10, 11), nem praticava o ritual cerimonial da religião judaica. CBASD, vol. 5, p. 830.

não sou digno. Como Pedro (5:8), este gentio reconhecia a grandeza de Jesus. Ele provavelmente temia que Jesus cresse que ao entrar na casa de um gentio Ele se tornasse um judeu cerimonialmente impuro (p. ex., At 11:1-3). Andrews Study Bible.

É muito interessante comprovar que Jesus e os líderes judeus, frequentemente em completo desacordo, afirmassem ambos, a dignidade de um gentio. É claro que os motivos deles não eram os mesmos: os “anciãos” aprovavam as obras do centurião; Jesus aprovou sua fé. … É raro um líder ser estimado igualmente por pessoas de partidos ou ideais diferentes. É raro um professor ser honrado por todos os seus estudantes, tanto os que recebem notas baixas quanto os bem avaliados. É raro um pastor apreciado por todos os segmentos em sua congregação. CBASD, vol. 5, p. 831.

será curado. O centurião parecia perceber que tudo o que era necessário era Jesus querer que o servo fosse libertado da doença. CBASD, vol. 5, p. 831.

também eu sou homem sujeito à autoridade. O centurião reconheceu, do que ouviu, que Jesus representava a autoridade e o poder celestiais do mesmo modo que ele, um oficial do exército, representava o poder e a autoridade de Roma. CBASD, vol. 5, p. 831.

Jesus admirou-se. Só duas vezes está registrado que Jesus se admirou: aqui, por causa da fé; em Nazaré, por causa da incredulidade (Mc 6.6). Bíblia de Estudo NVI Vida.

10 encontraram curado o servo. Tal cura traria esperança aos leitores do evangelho de Lucas, que não poderiam entrar na presença física de Jesus para serem curados. Andrews Study Bible.

11 dirigia-se Jesus. Desta forma começa a segunda grande viagem missionária pelas cidades e vilas da Galileia, possivelmente durante o início do outono de 29 d.C. (ver com. de Mt 4:12; 5:1; Mc 1:39). A segunda viagem começou em Cafarnaum, a sede de Jesus durante Seu ministério na Galileia. … Tendo Jesus formalmente inaugurado o reino da graça divina, com a indicação dos doze (ver com. de Mt 5:1), e tendo proclamado a lei fundamental e o propósito do reino no Sermão do Monte, então empreendeu Sua segunda viagem pela Galileia para demonstrar, por preceito e exemplo, a natureza de Seu reino e a extensão dos benefícios à humanidade. CBASD, vol. 5, p. 833.

12 único. Do gr. monogenes, “único” ou “único de uma espécie” (ver com. de Jo 1:14). CBASD, vol. 5, p. 834.

12-13 Uma viúva seria dependente de seu filho para suprir as suas necessidades, e agora ela não tinha nenhum. Andrews Study Bible.

13 vendo-a, o Senhor. Gr kurios. Jesus é descrito [por Lucas] como aquele que, de fato, tem o poder de banir a morte e a tristeza (cf 1Co 15.55-57). Bíbia Shedd.

O Senhor Se compadeceu. O motivo para ressuscitar ao filho único da viúva não foi outro senão o próprio amor compassivo de Cristo. É impossível saber quantas vezes recebemos um benefício imerecido, devido apenas ao amor de Deus (cf Mt 5.45)Bíblia Shedd.

14 tocou o esquife. O esquife, um caixão aberto com o corpo envolto em linhos, era levado à frente do cortejo fúnebre (ver DTN, 318). Nos templos bíblicos, um “esquife” era feito de vime. CBASD, vol. 5, p. 834.

Uma violação das regras judaicas de pureza ritual (Nm 19:16) que ao invés de trazer contaminação a Jesus, trouxe o poder de Jesus ao homem. Andrews Study Bible.

14, 15 Que Jesus levantou mortos, isto é testemunho na apologia de Quadrato endereçada a Adriano (125 d.C.). Afirma que os restaurados continuaram vivos além dos dias de Jesus, até aos próprios tempos do autor. Bíblia Shedd. [Ou: em uma carta doutrinária escrita por Quadrato a Adriano, em 125 d.C., o primeiro cita que naquele ano ainda viviam alguns dos ressuscitados por Jesus.]

16 Grande profeta. Recorda a profecia de Moisés em Dt 18:18-19 (ver tb At 3:19-23). Andrews Study Bible.

Deus visitou o Seu povo. A ressurreição do defunto foi prova suficiente de que Deus visitara Seu povo. Bíblia Shedd.

19 Aquele que estava para vir. Deus permite que sobrevenham momentos de perplexidade mesmo a Seus servos mais dignos e confiáveis, a fim de fortalecer sua fé e confiança. Às, vezes, quando é necessário para o desenvolvimento do caráter ou para o bem da causa de Deus na terra, ele os permite passar por experiências que parecem sugerir que os esqueceu. Assim ocorreu quando Jesus pendia na cruz (ver Mt 27:46; DTN, 753, 754) e com Jó (ver Jó 1:21; 13:15). CBASD, vol. 5, p. 835.

23 não se ofende (NKJV). Não se afasta de Jesus porque os Seus atos não se conformam com suas ideias preconcebidas. Andrews Study Bible.

26 João era único no sentido de que a ele fora dada a honra singular de preparar o caminho ao Senhor. Andrews Study Bible.

28 o menor no reino de Deus é maior do que ele. Ironicamente, João nunca pôde testemunhar as obras de Jesus ou participar nos triunfos de Sua ressurreição e obras através da igreja. Andrews Study Bible.

30 mas os fariseus e os intérpretes da lei rejeitaram, quanto a si mesmos, o desígnio de Deus. “O livre arbítrio dá ao homem a capacidade de anular o propósito divino de dar-lhe a salvação” (Plummer). Bíblia Shedd.

31 presente geração. Na maioria, seguiu aos líderes que rejeitaram o convite divino por meio de João e Jesus. Bíblia Shedd.

32 Como crianças que ficam sentadas na praça. As pessoas tinham rejeitado tanto a Jesus quanto a João Batista, mas por razões diferentes – como crianças que não querem participar de uma brincadeira alegre nem de um evento tristonho. Não queriam associar-se a João quando seguia as regras mais rigorosas, nem a Jesus quando se relacionava livremente com todo tipo de pessoas. Bíblia de Estudo NVI Vida.

35 a sabedoria é justificada por todos os seus filhos. Filhos da sabedoria são aqueles que reconhecem a sabedoria de Deus e a declaram justa e verdadeira. Andrews Study Bible.

36 lugar à mesa. Era costume reclinarem-se sobre divãs à mesa, com os pés para trás. Assim, seria fácil para a mulher regá-los com lágrimas e ungi-los. Bíblia Shedd.

37 pecadora. No sentido de mulher de má reputação, uma prostituta. Bíblia Shedd.

alabastro. Pedra cara, macia o suficiente para ser escavada. Andrews Study Bible.

39 Se este fora profeta. Simão ouvira que Jesus era profeta, mas a maneira acolhedora de Jesus [à pecadora] o decepcionou. Bíblia Shedd.

Jesus ironicamente demonstra que ele é realmente um profeta por conhecer e responder à crítica silenciosa de Simão. Andrews Study Bible.

46 óleo. A hospitalidade de Simão era insignificante comparada à gratidão ilimitada de Maria. CBASD, vol. 5, p. 841.

47 perdoados … muito amou. O amor que Maria sentia por Cristo era resultado do perdão já concedido a ela antes desta ocasião. … Simão amava pouco a Jesus, pois seus pecados não foram perdoados. Como Nicodemos, ele não se considerava um pecador em necessidade do perdão divino. CBASD, vol. 5, p. 841.

A doutrina católica romana afirma que o tributo de amor merece o perdão (contritio caretate forata). Mas é o contrário – a parábola ensina que reconhecer o perdão é que produz o amor. Não foi o amor que salvou a mulher, mas a sua fé (50). Bíblia Shedd.

48 perdoados são os teus pecados. Aos olhos do Céu, ela não era mais uma pecadora porque já lhe havia sido concedido o perdão. Andrews Study Bible.

50 vai-te em paz. O presente do indicativo, no Gr, descreve um estado de permanente paz com Deus e no próprio coração. Bíblia Shedd.



LUCAS 07 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
18 de junho de 2021, 0:45
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“Por isso, te digo: perdoados lhes são os seus muitos pecados, porque ela muito amou; mas aquele a quem pouco se perdoa, pouco ama” (v.47).

À vista dos fariseus e demais líderes judeus, pecadores eram todos aqueles que, além de transgredir os mandamentos de Deus, não andavam segundo o rigor de suas tradições. De uma forma mais severa, os leprosos, os publicanos, os romanos e as meretrizes eram por eles considerados a escória da sociedade. E o fato de Jesus não esquivar-Se em andar na companhia de tais pecadores, os incluindo como herdeiros da promessa, enchia de fúria o coração dos rabinos judeus.

A obra de Cristo era movida pela compaixão e pelo amor. Nada do que Ele falava ou fazia era desvinculado do poder que recebia através de Sua íntima comunhão com o Pai. A fé do centurião romano, a desesperança da viúva de Naim, a submissão e a gratidão da mulher “pecadora” (v.39), são exemplos claros de que todos são convidados a experimentar do amor de Jesus. Todos são bem-vindos! Se a graça divinal é um presente para quem não merece, então, você e eu também podemos desfrutar desse presente gracioso.

Contudo, encerrado em uma prisão, aquele que anunciara a chegada do Cordeiro de Deus, sentia-se oprimido pela dúvida. Ao pregador do deserto, restava apenas o desejo por saber de que seu ministério havia cumprido o propósito divino. Sobre este momento na vida de João Batista, declara Ellen White:

O isolamento foi a sorte que lhe coube. E não lhe foi dado ver os frutos de seus labores. Não teve o privilégio de estar com Cristo, e testemunhar do poder divino que acompanhava a maior luz. Não lhe foi concedido ver o cego no gozo da vista, o enfermo restabelecido e o morto ressuscitado. Não contemplou a luz que irradiava de cada palavra de Cristo, derramando glória sobre as promessas da profecia. O menor discípulo que viu as poderosas obras de Cristo, e Lhe ouviu as palavras, foi, nesse sentido, mais altamente privilegiado que João Batista e, portanto, diz-se ter sido maior do que ele” (O Desejado de Todas as Nações, CPB, p.123).

Mesmo assediado por pensamentos que, por determinado momento, lhe tiravam a paz, o retorno de seus discípulos com a resposta de Jesus frente a tudo o que eles mesmos contemplaram, complementa a irmã White, “foi o suficiente […] Compreendendo mais claramente agora a natureza da missão de Cristo, [João Batista] entregou-se a Deus para a vida e para a morte, segundo melhor conviesse aos interesses da causa que amava” (O Desejado de Todas as Nações, CPB, p.121). João creu na verdade de que “Deus visitou o Seu povo” (v.16).

Seja por meio de “um vaso de alabastro com unguento” (v.37), ou simplesmente “com lágrimas” (v.44); seja com uma vida de privações ou apenas com um coração quebrantado pela dor da perda, Jesus não está preocupado com o que temos para oferecê-Lo, mas como estamos oferecendo. A semelhança entre o “Não chores” (v.13) e “A tua fé te salvou” (v.50) está no fato de que Jesus sempre diz exatamente o que necessitamos ouvir. Simão, o fariseu, ofereceu um banquete a Jesus, mas o que estava por trás de sua oferta não era um coração sincero e contrito e, foi por esta razão, que Jesus o fez olhar para aquela que considerava indigna, mas cujo íntimo estava cheio de gratidão. E, dos lábios de Cristo, Simão ouviu não o que queria, mas o que precisava ouvir: “Vês esta mulher? […] perdoados lhe são os seus muitos pecados, porque ela muito amou” (v.44, 47).

O amor de Jesus tem sido derramado pelo Espírito Santo de forma abundante e suficiente sobre toda a humanidade. Nossos “muitos pecados” (v.47) não podem limitar o Seu poder de atuação, mas ao aceitarmos o perdão de Deus, de forma impressionante, uma multidão de pecados é transformada em muito amor. Se a única coisa que você tiver para oferecer a Jesus for uma vida manchada pelo pecado, adivinha? Jesus está disposto a te receber e a te dizer: “Perdoados são os teus pecados” (v.48). Se você se considera muito indigno de estar diante de Jesus, mas crê que a Sua Palavra tem o poder de que tanto precisa, é para você que Ele diz: “Afirmo-vos que nem mesmo em Israel achei fé como esta” (v.9). Se o pranto roubou a sua paz, Ele te diz: “Não chores!” (v.13). Não perca o privilégio de ouvir a voz do seu Pastor, pois para as Suas ovelhas Ele jamais será “motivo de tropeço” (v.23), e sim, Aquele que as conduzirá aos pastos verdejantes da eternidade. Vigiemos e oremos!

Bom dia, ovelhinhas de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Lucas7 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



LUCAS 7 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
18 de junho de 2021, 0:40
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LUCAS 7 – O estudo da Palavra de Deus promove a fé. Ao ler o capítulo em apreço, note que as respostas positivas dadas pelas pessoas vieram após entenderem Quem Ele realmente é.

• Como obter tal entendimento sem a devida análise do texto revelado e inspirado?

Baseando-me na divisão de Darrell L. Borchert destaco os seguintes pontos:
1. Um centurião gentio demonstrou possuir uma fé melhor que a dos judeus, evidenciando o contraste entre Israel e as nações (vs. 1-10).
2. A multidão creu que Jesus era um profeta quando ressuscitou o filho da viúva de Naim, como Elias e Eliseu haviam feito (vs. 11-17).
3. João Batista expressou dúvidas se Jesus era aquele que viria, provavelmente porque o estilo de ministério dEle não evidenciava o Messias que viria para governar e julgar. Jesus redarguiu que suas ações escatológicas, curando e pregando, servem de resposta afirmativa (vs. 18-35; conferir Isaías 29:18; 35:5-6; 51:1).

• Jesus é aquele que traz o tempo do cumprimento. A diferença das duas épocas é tão grande que João, o melhor dos homens que viviam na época de Jesus, é menos que o menor dos que participarão na era vindoura (v. 28).

4. Uma fé exemplar foi demonstrada pela mulher que ungiu Jesus em público (vs. 36-50).

Para quem não quer crer, nada mudará suas convicções mesquinhas. Nos versículos 31-35 temos exemplos diferentes dos que revelaram fé em Cristo nos pontos supracitados. Deste trecho inspirado, temos as seguintes revelações: A incredulidade…
• …perverte a capacidade de perceber a verdade.
• …impede as pessoas de se converterem da iniquidade.
• …se revela na rejeição da única solução para os verdadeiros problemas da alma.
• …promove o preconceito e fundamenta as crenças em suposições engenhosamente inventadas pelos ignorantes.

É evidente o coração corrompido pelo afastamento de Deus tem predisposição para odiar e rejeitar tudo o que vem de Deus.

A sabedoria divina estimula a fé que combate à incredulidade responsável por perverter a intelectualidade humana. Se necessário, faça como João Batista, investigue, analise, mas não seja incrédulo!

A incredulidade que cede espaço à fé desaparecerá miraculosamente. A fé suplanta a descrença concedendo vitória ao que decide ser fiel. A fé é alavanca que impulsiona o pecador para o invisível, mas real, reino de Deus.

“Senhor, aumenta nossa fé!” – Heber Toth Armí.



LUCAS 6 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
17 de junho de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO LUCAS 6 – Primeiro leia a Bíblia

LUCAS 6 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

LUCAS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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(pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



LUCAS 6 by Jobson Santos
17 de junho de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lc/6

Quais foram os resultados dos momentos de oração de Jesus no deserto? “Certo dia, quando ele ensinava, estavam sentados ali fariseus e mestres da lei, procedentes de todos os povoados da Galiléia, da Judéia e de Jerusalém. E o poder do Senhor estava com ele para curar os doentes.” (Lucas 5:17). De onde veio o poder de Jesus para curar? Da sua vida de oração!

É penoso imaginarmos as constantes acusações feitas contra Jesus pelos escribas e fariseus que O seguiam o dia todo, todos os dias, em busca de oportunidades de criticá-Lo e minar Seu ministério. Como os repórteres de hoje que expõem políticos e atores, os espiões que seguiam Jesus pareciam sempre presentes. Mas, embora Jesus muitas vezes se retirasse para orar, Ele nunca se esquivou de contestar as acusações com as Escrituras e usar Seu poder de cura para provar Sua divindade.

Lucas conclui com outra história das sessões de oração de Jesus, resultando em poder de cura. Na oração, temos acesso a todo o poder disponível a Jesus. Ao ler as histórias acerca das multidões que O seguiam e os conflitos que aconteciam em todos os lugares, peça a Deus que lhe dê poder para lidar com o estresse que você enfrenta todos os dias.

Douglas Jacob
Professor de Ministério da Igreja e Homilética
Seminário, Southern Adventist University

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1225
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



LUCAS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
17 de junho de 2021, 0:50
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1434 palavras

1 sábado. A principal fonte de controvérsia entre Jesus e os fariseus prendia-se ao uso correto do sábado. Eles o cercavam de regulamentos opressivos com o objetivo de evitar que o sábado fosse quebrado. Jesus não defendia tanto a ideia de que os regulamentos deviam ser relaxados, mas insiste que eles entendiam mal o significado do sábado – que era um dia em que as boas obras deviam ser feitas. Bíblia de Genebra.

3 Davi. Nem Deus nem os fariseus condenavam Davi por esta transgressão. Davi foi orientado a agir assim, a fim de preservar sua vida para servir ao Senhor. Bíblia Shedd.

5 Senhor do sábado. Jesus reconhece o sábado como uma instituição vigente e declara Sua autoridade para interpretar como deve ser guardado. Ele quer dizer que Ele é Quem instituiu o sábado na criação (Gn 2:1-3; Êx 20.8-11). Andrews Study Bible.

6 em outro sábado. Parece que os três autores sinóticos [Mt, Mc e Lc] agruparam determinados episódios de conflito entre Jesus e os líderes judeus em ordem temática, não cronológica, para enfatizar a crescente oposição dos escribas e fariseus para com Jesus e Sua obra. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 819.

mão direita. Apenas Lucas, com a visão profissional de um médico, observa esse detalhe. … A palavra grega traduzida neste versículo como “mão” pode também incluir o braço, e assim é utilizada pelos autores gregos. CBASD, vol. 5, p. 819.

8 venha para o meio. Para que não houvesse dúvidas a respeito da cura. Bíblia de Estudo NVI Vida.

9 é lícito? Aqueles que, hoje, afirmam que Jesus não considerou a lei de Deus, em outras palavras, que por preceito e exemplo Ele se afastou das reivindicações do quarto mandamento, unem-se aos escribas e fariseus e compartilham do espírito deles. No final de Sua vida terrestre, Jesus afirmou que guardara todos os mandamentos de Seu Pai (ver Jo 15:10). CBASD, vol. 5, p. 820.

Jesus propõe uma escolha entre fazer o bem e fazer o mal no dia de sábado, e não entre fazer o bem e fazer nada. Ele considera a falta de fazer o bem como um mal em si mesmo. Bíblia de Genebra.

Aquele que se recusa em fazer o bem, faz o mal. Andrews Study Bible.

Os escribas e fariseus matavam, no íntimo. … Talvez Jesus tivesse esse quadro em mente quando falou sobre destruir a vida, e procurou dirigir-lhes a atenção ao fato de que a malícia os tornava verdadeiros transgressores do sábado. CBASD, vol. 5, p. 821.

O dia do Senhor é consagrado por meio da prática de boas ações em favor dos outros. Bíblia Shedd.

11 ficaram furiosos. Porque não conseguiam resistir ao raciocínio de Jesus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

12 orar. Para o Filho de Deus, a oração era perfeita comunhão. Bíblia Shedd.

13 chamou Seus discípulos. Entre os que vinham escutar a Jesus, havia um grupo que o seguia regularmente e se dedicava aos Seus ensinos. Havia ao todo pelo menos 72 homens, considerando que esse foi o número enviado numa campanha evangelística (10.1, 17). Posteriormente, 120 crentes esperavam e adoravam em Jerusalém após a ascensão (Atos 1.15). Dentre esses discípulos, Jesus escolheu 12 nessa ocasião para serem Seus apóstolos, que significa “enviados com uma missão especial”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

14 Bartolomeu. “Filho de Tolmai = Ptolomeu”, era, provavelmente, outro nome de Natanael (cf Jo 1.45). Bíblia Shedd.

16 Judas Iscariotes, que se tornou traidor. Nesta época, Judas não era um traidor de fato, apenas potencialmente. Quando foi escolhido, não manifestou tendência à traição. ele não percebeu que determinados traços de caráter, errados e latentes, caso acalentados, o levariam ao vergonhoso clímax de sua vida. CBASD, vol. 5, p. 822.

17 Planura. Este sermão parece ser distinto do Sermão da Montanha (Mt 5.1-7.29), ainda que os paralelos sejam muitos. Bíblia Shedd.

20 olhando Ele para os Seus discípulos. Este sermão mostra para toda a multidão de discípulos (v. 17) o que significa viver como discípulo. Andrews Study Bible.

Bem-aventurados. Este termo implica mais do que “afortunado” ou “feliz”; é um termo religioso e significa “os que desfrutam do favor de Deus”.Bíblia de Genebra.

22-23 Uma bênção para o perseguido é muito inesperada. E não é para o sofrimento em geral que a bênção é prometida, mas só para o sofrimento que é por “causa do Filho do Homem”. Bíblia de Genebra.

22 quando vos expulsarem. …uma referência à excomunhão da sinagoga (ver Jo 9:22, 34; 12:42; 16:2). … A excomunhão poderia ser permanente, envolvendo a exclusão plena do judaísmo para sempre, ou temporária. … A excomunhão indicava contaminação religiosa e social, ou impureza. CBASD, vol. 5, p. 823.

rejeitarem o vosso nome. Essa rejeição se refere à circulação de calúnias (ver 1Pe 4:14). CBASD, vol. 5, p. 823.

24 ai. Gr Ouaí, sinal de dor ou desagrado, é o contrário de “bem-aventurança” (21-23). A riqueza, a fartura, o prazer e o louvor do mundo material (cf 1Jo 2.15-17) só poderão recompensar com desventura aqueles que O buscam (Tg 5.1-6). Bíblia Shedd.

ricos. Deus pode abençoar uma pessoa com riqueza, mas esta deve ser gasta para ajudar aqueles em necessidade (Lc 1.50-53; 6:30; 12:21, 33; Pv 28:11; Is 58:1-10; At 2:44-45). Aqueles que se orgulham de sua riqueza espiritual também são os alvos deste lamento (p. ex., Lc 18:10-14). Andrews Study Bible.

Aqueles que não tem consciência de sua pobreza espiritual, mas confiam nos seus próprios recursos, colherão desastre no fim. O termo “ai” frequentemente representa um oráculo profético de ruína (p. ex., Ez 34.2).Bíblia de Genebra.

O pouco valor que Jesus dava às coisas materiais (ver com. de Mt 5:3) alienava as afeições da classe social que considerava a riqueza e o prestígio como os principais objetivos da vida (ver Mt 6:1-6; etc.), embora o Salvador buscasse levar a salvação a todas as classes sociais, tanto rico como pobres. Na verdade, comparativamente poucas pessoas da classe rica se tornaram amigas de Jesus, sendo que Nicodemos e José de Arimateia são notáveis exceções. Jesus estava preocupado em levar as pessoas a entesourar no Céu e não na terra (ver Mt 6:33, 34; Lc 12:13-33), a fim de que o coração delas estivesse mais intimamente ligado a Deus. Em muitos casos, a riqueza provou ser uma insuperável barreira ao Espírito (ver Mc 10:23, 25; Lc 18:24, 25). CBASD, vol. 5, p. 823.

27-28 amai os vosso inimigos. Revela o radical princípio subjacente ao reino de Deus – amor sacrifical mesmo para aqueles que aparentemente mais indignos deste amor. Andrews Study Bible.

31 assim fazei-o vós. Jesus é o primeiro a dar a “Regra de Ouro” desta forma positiva. Bíblia de Genebra.

Este versículo áureo ensina que a base de todas as relações sociais deve ser o amor genuíno (Gl 5.14; 1Pe 1.22). Bíblia Shedd.

35 emprestai, sem esperar nenhuma paga. A tradução da KJV está baseada na Vulgata, que interpreta: “por este motivo, não espere nada”. Em consonância com a Vulgata, a Igreja Católica proibiu, durante séculos, o empréstimo de dinheiro a juros e, como resultado, os judeus se tornaram os grandes credores e banqueiros da Europa. O contexto de Lucas 6:30 a 35 deixa claro que Cristo não Se refere, aqui, a juros sobre empréstimos, mas ao grande princípio de que os cristãos deveriam ser doadores (v. 30), tratar aos outros com equidade (v. 31), fazer o bem (v. 31, 35) e amar aos outros (v. 32) – sem calcular com antecedência a probabilidade de obter de volta a mesma quantia ou além dela. Os cristãos devem ajudar mesmo em casos aparentemente sem esperança. CBASD, vol. 5, p. 824.

vosso galardão. Nossa motivação não é ter uma vida melhor a fim de adquirir determinadas recompensas, embora elas tenham seu lugar, mas viver corretamente em reconhecimento de que, por si só, isso é uma vida melhor. Um cristão encontra satisfação total em viver em harmonia com os grandes princípios eternos do reino celestial. CBASD, vol. 5, p. 825.

37 Não julgueis. No sentido de censurar com o propósito de destruir a reputação e levar ao desprezo o caráter de outrem. Bíblia Shedd.

…o que Ele adverte aqui é a hipocrisia dos que condenam outros por aquilo de que eles mesmos são culpados (vs 41-42)  e o fracasso em demonstrar misericórdia. Bíblia de Genebra.

39 Não cairão ambos no barranco? Preferivelmente, “poço”. CBASD, vol. 5, p. 825.

40 O discípulo não está acima do seu mestre. Isto é, o aprendiz não está acima do professor. Esta frase é semelhante ao provérbio em que a corrente de água não se eleva acima do nível de sua nascente. … Ou seja, aqueles que posam como professores devem ter clara visão dos assuntos sobre os quais se propõem a instruir. A menos que ajam assim, atingirão um baixo padrão. CBASD, vol. 5, p. 825, 826.

42 Hipócrita. Literalmente, um ator representando alguém que não é. Andrews Study Bible.

43 Não há árvore boa que dê mau fruto. Jesus frisa a necessidade da conversão. Sem o novo nascimento pelo Espírito, o caráter não pode produzir uma vida agradável a Deus, nem pode conduzir outras a Ele (Jo 15.5, 16). Bíblia Shedd.

46-49 Chamar Jesus de “Senhor” é dizer que Ele deve ser obedecido. Bíblia de Genebra.