Reavivados por Sua Palavra


JOÃO 20 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
25 de julho de 2021, 0:45
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“Disse-lhe Jesus: Porque Me viste, creste? Bem-aventurados os que não viram e creram” (v.29).

Oprimidos pela dor e tomados de medo de que a sorte de Jesus recaísse sobre eles, os discípulos permaneciam a portas fechadas . De forma destemida, João relatou a coragem de uma mulher em particular: Maria Madalena. Ainda o sol não havia nascido, e ela não pôde mais esperar, indo ao sepulcro onde estava o corpo de seu Mestre. Porém, ao aproximar-se do local, percebeu algo estranho: a pedra estava removida, os soldados romanos não estavam lá e o corpo de Jesus havia sumido. Logo pensou que tivessem levado o seu Senhor e correu para avisar aos discípulos.

Pedro e João precisavam ver com os próprios olhos o que aquela mulher lhes falou de forma tão atônita. Correram e viram por si mesmos que ela lhes havia falado a verdade. Mas um detalhe deste relato faz toda a diferença. João diz que ele e Pedro viram os lençóis que cobriam o corpo de Cristo, mas “o lenço que estivera sobre a cabeça de Jesus”, este foi “deixado num lugar à parte” (v.7). E, em outras versões diz que o lenço foi “dobrado num lugar à parte”. Na tradição dos hebreus, após um servo preparar a mesa para seu senhor, ele ficava fora da visão de seu senhor aguardando que terminasse. Terminada a refeição, geralmente o senhor usava o lenço e o jogava de forma descuidada à mesa antes de se retirar. Isto era uma mensagem clara ao seu servo: “Eu já terminei”. Mas se deixasse o lenço cuidadosamente dobrado, era como se estivesse dizendo: “Eu volto já”.

A Bíblia diz que João, ao entrar e ver aquele lenço dobrado, ele “viu, e creu” (v.8). Ele entendeu o recado do seu Senhor: “Eu voltarei!”. O anúncio dos anjos e a aparição de Jesus a Maria Madalena e Seus discípulos são relatos extraordinários acerca do poder de Deus e da fidelidade de Suas promessas. E aquele lenço dobrado foi a mais linda ilustração já usada por Cristo. Após relatar em riqueza de detalhes o sofrimento e morte do Messias, o profeta Isaías descreveu a Sua vitória: “Ele verá o fruto do penoso trabalho de Sua alma e ficará satisfeito” (Is.53:11). Jó, em sua agonia e sofrimento, pela fé, viu o cumprimento da fiel promessa, ao declarar: “Porque eu sei que o meu Redentor vive e por fim Se levantará sobre a terra” (Jó 19:25).

Tomé precisou ver e tocar para crer no que Isaías e Jó não puderam vislumbrar e ainda assim creram . Mas foi a estes e a todos “os que não viram e creram” que Jesus chamou de bem-aventurados (v.29). Jesus Cristo está vivo! O apóstolo Paulo escreveu: “E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados” (1Co.15:17). A nossa fé não está firmada em um Cristo morto, mas que ressuscitou “para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em Seu nome” (v.31). Este é o objetivo do evangelho. Este foi o objetivo do lenço dobrado. Para que você e eu façamos parte do fruto do penoso trabalho do nosso Redentor. Como diz a letra da canção: “Porque Ele vive, posso crer no amanhã. Porque Ele vive, temor não há”.

Dentro em breve, amados, Jesus não aparecerá apenas a Maria Madalena e Seus discípulos, mas “todo olho O verá” (Ap.1:7). Logo, assim como Maria, poderemos declarar: “Vi o Senhor!” (v.18). Que este Dia seja para nós motivo de muita alegria! Dia em que o Senhor trocará as nossas vestes de servos pelas vestes reais do Palácio de Deus e nos levará para o banquete da eternidade. Bendito seja o nosso Senhor Jesus Cristo! Aquele que dobrou o lenço para nos dizer: “Venho sem demora” (Ap.3:11). Como o discípulo amado, seja este o clamor do nosso coração: “Amém! Vem, Senhor Jesus!” (Ap.22:20). Vigiemos e oremos!

Feliz semana, servos dAquele que há de vir!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #João20 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JOÃO 20 – COMENTÁRIO PASTOR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
25 de julho de 2021, 0:40
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JOÃO 20 – A medicina descobriu “o valor do sangue. O sangue é o único elemento que pode combater interiormente uma infecção. Um milímetro cúbico de sangue contém 5 bilhões de glóbulos vermelhos, cinco mil glóbulos brancos e 300 plaquetas. Esses glóbulos levam nutrição às células do corpo. Diz-se que, enquanto o sangue circula nas células, o indivíduo está vivo e, quando o sangue para de circular, o indivíduo está morto. Embora a ciência tenha descoberto tudo isso nas últimas décadas, Deus revelou nas Escrituras, há mais de 3.500 anos, a vida da carne está no sangue […]. Um cordeiro é que derrama o próprio sangue; esse cordeiro é Cristo e, porque Ele derramou o próprio sangue, não é preciso que mais ninguém morra [eternamente], basta apenas aceitar o sacrifício de Jesus” (Alejandro Bullón).

Jesus morreu para dar-nos vida! Não há vida eterna à parte do sacrifício vicário de Cristo. Sua vitória sobre a morte é concedida a nós gratuitamente. Sua ressurreição é a certeza de nossa absolvição da condenação por nossos pecados.

Destacando neste capítulo que João apresenta a “ressurreição e aparições de Jesus, e a comissão de Seus discípulos”, Andreas J. Köstemberguer fragmenta os seguintes tópicos:
1. A tumba vazia de Jesus (vs. 1-10);
2. Jesus aparece a Maria Madalena (vs. 11-18);
3. Jesus aparece a Seus discípulos (vs. 19-23);
4. Jesus aparece a Tomé (vs. 24-29).

Na última parte (vs. 30-31), Köstemberguer sintetiza a conclusão de João: “Os sinais do Messias presenciados pela nova comunidade messiânica”.

Além do que foi visto até aqui, existem mais alguns pontos que devem nos levar à reflexão:
• A morte não segurou Jesus por muito tempo na tumba porque Ele é mais forte do que a morte; consequentemente, a morte não deve mais amedrontar o crente.
• Jesus não subiu ao Céu para permanecer com o Pai enquanto não Se mostrou ressuscitado em carne e osso aos Seus seguidores.
• Banir a incredulidade é um dos objetivos primários do evangelista João, quem estuda com atenção e oração seus escritos sobre Cristo desenvolverá convicção nEle.
• O objetivo final de apresentar o Jesus real é para que os mortais tenham esperança na vida plena ao crerem no Salvador.

Leia, reflita, medite e assimile a mensagem deste capítulo!

Ore, creia e testemunhe! – Heber Toth Armí.



JOÃO 19 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
24 de julho de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO JOÃO 19 – Primeiro leia a Bíblia

JOÃO 19 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

JOÃO 19 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube

(pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



JOÃO 19 by Jobson Santos
24 de julho de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jo/19

Carregando a própria cruz. . .

Que imagem! O Criador das galáxias, o Inventor do arco-íris, o Criador do passarinho patola de pés azuis, o próprio Filho de Deus está agora arqueado por estar carregando a pesada cruz de madeira de um criminoso. Suas costas cheias de cicatrizes devido às chicotadas estão curvadas sob o peso dos pecados do mundo, carregando uma cruz que Ele não merece.

Tendo sido o primeiro a carregar a cruz, Ele chama a cada um de nós para seguirmos o Seu exemplo, para tomarmos nossa própria cruz personalizada e segui-Lo (Mt 16:24). Viajar com Cristo em direção ao céu sempre envolve carregarmos a nossa cruz. Ele sempre exige uma crucificação da vontade própria diária, na verdade, a cada momento.

A sua cruz será muito diferente da minha cruz. Aquilo para o qual você é chamado a morrer, pode ser muito diferente do que devo crucificar em minha vida. Ninguém carrega exatamente a mesma cruz, mas cada um de nós, se estivermos sinceramente seguindo a Cristo em nossos pensamentos, sentimentos e comportamentos, morrerá mil mortes por dia. Cristo nos mostrará ternamente o que Ele quer que crucifiquemos, se escutarmos à sua mansa e suave voz.

Se queremos viver eternamente, devemos morrer diariamente. Se não quisermos morrer hoje, significa que depois receberemos a morte eterna.

Pai, batiza-me com o Espírito Santo, a fim de que eu seja capacitado a morrer para o eu e a viver para amar supremamente a Deus e ao próximo.

Lori Engel
Capelã, Eugene, Oregon, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1262
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



JOÃO 19 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
24 de julho de 2021, 0:50
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1654 palavras

Açoitá-Lo. Esta foi a primeira seção de açoites. O objetivo da primeira seção de açoites era tentar despertar a compaixão da multidão sedenta de sangue. CBASD, vol. 5, p. 1181.

A flagelação normalmente fazia parte do processo de extrair uma confissão. Devia, segundo a lei romana, preceder a crucificação. Bíblia Shedd.

O açoite romano era cruel e, às vezes, fatal. O chicote tinha fragmentos de metal ou de ossos para lacerar a carne. Bíblia de Genebra.

coroa de espinhos. Para zombar de Sua afirmação de realeza. Andrews Study Bible.

Manto de púrpura. Representava realeza. Andrews Study Bible.

Não acho nEle crime algum. Com estas palavras, Pilatos revelou sua fraqueza. Se Jesus era inocente, Pilatos não deveria ter permitido que Ele fosse açoitado. Uma violação da consciência levou a outra, até que Pilatos renunciou a cada partícula de justiça. CBASD, vol. 5, p. 1181.

5. Eis o homem! O objetivo de Pilatos com esta exclamação era estimular a compaixão. Ali estava Jesus diante deles em vestes reais escarnecedoras, com uma coroa de espinhos, sangrando e pálido pelos então recentes sofrimentos, mas com uma postura real. Pilatos achava que as exigências dos líderes judeus seriam satisfeitas. Mas ele estava enganado. CBASD, vol. 5, p. 1181.

Um modo natural de Pilatos apresentar o acusado, mas providencialmente uma afirmação significativa. Jesus… sumariza tudo aquilo que a humanidade poderia e deveria ser. Bíblia de Genebra.

Quem [dos assistentes] poderia ter percebido que, Nesse Homem, Deus restaurava o propósito original da criação? Bíblia de Genebra.

Não acho nEle crime algum. Esta foi a terceira vez que Pilatos mencionou o fato. CBASD, vol. 5, p. 1181.

Temos uma lei, e, de conformidade com esta lei Ele deve morrer. Pilatos havia julgado repetidamente Jesus inocente da acusação civil (18:38; 19:4, 6), então mudaram para uma acusação religiosa. Pilatos estava obrigado pela lei romana a proteger a religião judaica de sacrilégio. Andrews Study Bible.

Ainda mais atemorizado. Pilatos estava politicamente vulnerável aqui, porque sua insensibilidade com a assuntos da religião judaica tinham lhe trazido problemas no passado. Andrews Study Bible.

Pilatos ficou [também] aterrorizado porque Filho de Deus (Divi Filius) era um título do imperador romano. Bíblia Shedd.

A carta da esposa de Pilatos informando sobre seu sonho (Mt 27:19) foi o primeiro motivo de temor. A insinuação de que Jesus era um ser sobrenatural encheu-o de mau pressentimento. CBASD, vol. 5, p. 1181.

Mas Jesus não lhe deu resposta. A submissão de Jesus à prisão e ao julgamento é a parte de Sua entrega de si mesmo como sacrifício. Bíblia de Genebra.

10 Não sabe que eu tenho autoridade para libertá-Lo e para crucificá-Lo? Sua [de Pilatos] segunda pergunta mostra a responsabilidade de Pilatos na crucificação de Jesus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

12 Não és amigo de César. “Amigo de César” era um título reconhecido para os apoiadores políticos do imperador. Os judeus ameaçam Pilatos com a sugestão de que ele será considerado traidor de Roma se soltasse alguém que se diz rei. Bíblia de Genebra.

Pilatos, o procurador romano na Palestina, estava envolvido com problemas. Seus erros políticos e administrativos juntos com a impossibilidade de se defender perante o imperador motivaram sua capitulação diante da pressão dos judeus. Bíblia Shedd.

13 Pavimento (Gr lithostroton) – já foi identificado pelos arqueólogos confirmando assim a exatidão desse evangelho. Bíblia Shedd.

14. Paresceve pascal. Do gr. Paraskeuê tou pascha. Esta frase é equivalente ao heb. ‘ereb happesach, “véspera da Páscoa”, um termo comum na literatura rabínica que designa o 14 de nisã. A expressão indica a “véspera” do sábado, designação judaica para o dia da preparação. CBASD, vol. 5, p. 1183.

15. Não temos rei, se não César! Estas palavras foram inconsequentes, pois os judeus não estavam prontos para abandonar a esperança messiânica ou formalmente repudiar a Deus como seu rei. Esse subterfúgio refletia a ansiedade de se livrar de Jesus. No entanto, por esta declaração, eles se retiraram da relação de aliança com Deus e deixaram de ser Seu povo escolhido. CBASD, vol. 5, p. 1183.

Caifás argumentara [profeticamente] que um homem deveria ser sacrificado para salvar a nação; agora ele está desejando o sacrifício da nação para destruir um homem. Andrews Study Bible.

16 crucificado. Uma peculiar forma romana de execução. A vítima era desnudada e amarrada ou pregada a uma estaca de madeira e tinha que fazer força [com as pernas] para respirar. Com a exaustão, a morte vinha por asfixia. Era uma dor lenta, humilhante e dolorosa. Ver também Mt 27:35; Mc 15:24. Andrews Study Bible.

17 levando a Sua própria cruz. A cruz podia ter a forma de T, de X, de Y ou de I, além da forma tradicional. O condenado normalmente carregava uma das vigas até o local da execução. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Ele próprio, carregando a Sua cruz, como Isaque que carregou a lenha do holocausto em Gn 22.6. Bíblia Shedd.

18 O crucificaram. Assim como no caso dos açoites, João refere-se a esse horror com uma só palavra em grego. Nenhum dos escritores dos evangelhos demora-se no relato dos sofrimentos físicos de Jesus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

19 o que estava escrito era.  Os quatro Evangelhos registram a inscrição de Pilatos com pequenas diferenças, talvez porque a inscrição estava em três línguas. Bíblia de Genebra.

20 A placa estava escrita em aramaico, latim e grego. Aramaico. Um dos idiomas do povo judeu daqueles dias. Latim. O idioma oficial de Roma. Grego. O idioma comum de comunicação em todas as partes do império. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Este título anunciava o motivo da condenação da vítima à morte. Bíblia Shedd.

23 túnica. Tipo de camisa que descia do pescoço até os joelhos, ou mesmo aos tornozelos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Tais túnicas não eram incomuns no mundo antigo. A questão importante não é o valor da túnica, porém a profunda humilhação de Jesus, de quem tudo foi tirado, quando ele se ofereceu a Si mesmo. É também o cumprimento do Sl 22.18. Bíblia de Genebra.

Sem costura. Por isso, valiosa demais para ser  recortada a fim de repartir os pedaços. Bíblia de Estudo NVI Vida.

23, 24 O cumprimento de Sl 22.18 nos mínimos pormenores mostra a grandeza do nosso Deus onisciente que revela eventos futuros. Bíblia Shedd.

25 A mãe de Jesus. Em seu sofrimento mental e na dor física, Jesus não Se esqueceu de Sua mãe. Ele a viu ali, ao pé da cruz. Conhecia bem a sua angústia e a confiou aos cuidados de João. CBASD, vol. 5, p. 1183.

Juntando Mc 15.40 com Mt 27.56 deduzimos que a irmã de Maria, mãe de Jesus, era Salomé, mãe de Tiago e João (esposa de Zebedeu). Neste caso, Jesus seria primo desses filhos de Zebedeu. Bíblia Shedd.

26 Eis aí o teu filho. A relação entre João e Jesus era mais íntima do que entre Jesus e os outros discípulos, e João poderia, portanto, exercer as funções de um filho mais fielmente do que os demais. O fato de Jesus confiar Sua mãe ao cuidado de um discípulo é tido como evidência de que José já não vivia, e alguns consideram como indicação de que Maria não teve outros filhos, pelo menos em condição social ou econômica para cuidar dela. CBASD, vol. 5, p. 1184.

28 Tenho sede. Jesus era verdadeiro homem. Contraria a teoria gnóstica que afirmava que o Cristo divino veio sobre Jesus e O deixou quando morreu. … AquEle que sofreu a sede na cruz ofereceu Sua vida para saciar a sede espiritual do mundo (7.37-39). Bíblia Shedd.

29 vinagre. Tipo de vinho barato – semelhante a vinagre -, a bebida do povo comum. Bíblia de Estudo NVI Vida.

30 Está consumado! Jesus havia completado o trabalho que o Pai Lhe confiara (Jo 4:34). CBASD, vol. 5, p. 1184.

Por certo, o clamor em voz alta registrado em Mt 27.50 e em Mc 15.37. Jesus morreu como um vencedor que completara o que viera fazer. Bíblia de Estudo NVI Vida.

31 não ficassem os corpos na cruz. Isto cerimonialmente contaminaria a terra (Dt 21.23). Este é um forte exemplo que revela a insensibilidade depravada deles, que reuniam forças para cometer um assassinato e, ao mesmo tempo, estavam cheios de cuidados meticulosos com relação ao cumprimento da lei cerimonial. Bíblia de Genebra.

Que lhes quebrassem as pernas. Respirar era tão difícil a um crucificado, que se as pernas não ajudassem a manter o tronco suspenso, a morte ocorreria rapidamente. Bíblia de Genebra.

33 Já estava morto. Foi incomum a morte vir logo depois da crucifixão. Algumas vítimas permaneciam vivas por vários dias.CBASD, vol. 5, p. 1184.

34 Lhe abriu o lado com uma lança. Provavelmente para ter total certeza da morte de Jesus, mas talvez simplesmente como ato de brutalidade (cf. v 37; Is 53.5; Zc 12.10; cf Sl 22.16). Bíblia de Estudo NVI Vida

Este ato prova que Jesus não estava em coma, mas estava morto. … Tanto a preservação de Seus ossos intactos (v. 33) como o ferimento do Seu lado cumprem as Escrituras do Antigo Testamento (vs 36-37; Sl 34.20; Zc 12.10). Bíblia de Genebra.

Sangue e água. Resultado de a lança penetrar no pericárdio (saco que envolve o coração) e no próprio coração. Bíblia de Estudo NVI Vida.

35 Aquele que viu isso… sabe que diz a verdade. João, o autor do Evangelho, sabia porque ele estava lá (13:23; 18:15-16; 19:26; 21:20-24). Andrews Study Bible.

38 José de Arimateia. Os quatro evangelhos descrevem o papel de José no enterro de Jesus. Apenas João menciona que, secretamente, ele era um discípulo. CBASD, vol. 5, p. 1185.

39 Nicodemos. Somente João conta que ele acompanhou José de Arimatéia no sepultamento. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Cem libras (i.e, mais de 32 kg de especiarias aromáticas). Nicodemos evidentemente era rico (cf 3.1-21; 7.50s). Bíblia Shedd.

Quantidade muito grande, como a que era usada nos sepultamentos da realeza. Bíblia de Estudo NVI Vida.

40 faixas de linho. Faixas estreitas, semelhantes a ataduras. Havia, também, uma mortalha, um grande lençol. Bíblia de Estudo NVI Vida.

41 Um jardim. Só João nos informa do local do sepulcro e sua proximidade do Calvário. O pecado original e a morte originaram-se no jardim do Éden. A redenção e a vida eterna também tiveram início num jardim. Bíblia Shedd.

42 Preparação. Era necessária pressa, pois o sol estava para se por, e então começaria o sábado, no qual nenhum serviço poderia ser feito. Bíblia de Estudo NVI Vida.



JOÃO 19 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
24 de julho de 2021, 0:45
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“Quando, pois, Jesus tomou o vinagre, disse: Está consumado! E, inclinando a cabeça, rendeu o espírito” (v.30).

Mesmo após a exposição da sabedoria acima do extraordinário do Inocente réu, Pilatos mandou açoitar a Jesus. O temor de que seu julgamento fosse temerário quanto a inocentar Aquele que o povo acusava de ser inimigo de César, tornou aquele episódio em um tribunal do júri popular. Deixou sob responsabilidade dos acusadores decretarem a tão cruel sentença: “Tomai-O vós outros e crucificai-O” (v.6). Mas ao declararem o motivo de sua sorte, Pilatos “mais atemorizado ficou” (v.8) e iniciou um segundo interrogatório com Jesus que o levou a procurar soltá-Lo, “mas os judeus clamavam: Se soltas a Este, não és amigo de César!” (v.12).

O governador romano nunca havia se sentido daquele jeito. Imagino Pilatos suando como nunca antes, pressionado por uma indescritível angústia e uma sensação constante de que Aquele prisioneiro não merecia qualquer condenação. Seu coração batia acelerado cada vez que olhava para Jesus, mas o medo lhe consumia a cada ameaça do povo. Seu veredito a favor de Cristo lhe causaria a acusação de inimigo do Império e sob a pressão das massas acusadoras, sentiu-se como segundo réu daquela feita. Então, mediante todo aquele cenário, temendo perder o seu prestígio e posição, “O entregou para ser crucificado” (v.16). E, carregando o peso da mais injusta condenação, Jesus percorreu o Seu mais doloroso caminho.

Quando Deus ordenou a Abraão que tomasse a Isaque e o levasse caminho de três dias ao monte Moriá e ali o oferecesse em sacrifício, Abraão prontamente obedeceu, “tomou consigo dois dos seus servos e a Isaque, seu filho; rachou lenha para o holocausto e foi para o lugar que Deus lhe havia indicado” (Gn.22:3). Ao contrário de Jesus, Isaque não fazia ideia da razão de sua peregrinação e nem que estava sendo uma figura do maior ato de amor de todos os tempos. Isaque carregou “a lenha do holocausto” (Gn.22:6). Jesus carregou a pesada cruz. Abraão “levava nas mãos o fogo e o cutelo” (Gn.22:6). O Pai faria Jesus beber do cálice de Sua ira. Abraão e Isaque “caminhavam ambos juntos” (Gn.22:6). O Pai caminhava junto a Cristo para executar o Seu mais doloroso ato. Abraão “estendendo a mão, tomou o cutelo para imolar o filho” (Gn.22:10). Jesus Se doou para ser pregado naquela cruz. Mas a voz que impediu o patriarca de concretizar o sacrifício, não foi ouvida no Calvário. E ali, perante as testemunhas do espetáculo do amor incondicional, Jesus bradou: “Está consumado! E, inclinando a cabeça, rendeu o espírito” (v.30).

Tudo isso foi por mim e foi por você. Ele foi “desprezado e o mais rejeitado entre os homens… e dEle não fizemos caso. Certamente, Ele tomou sobre Si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre Si; e nós O reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas Ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele, e pelas Suas pisaduras fomos sarados… Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca; como ovelha muda perante os seus tosquiadores, Ele não abriu a boca… Designaram-Lhe a sepultura com os perversos, mas com o rico esteve na Sua morte, posto que nunca fez injustiça, nem dolo algum se achou em Sua boca. Todavia, ao Senhor agradou moê-Lo, fazendo-O enfermar” (Is.53:3-10).

O texto de Isaías, sem sombra de dúvida, é a mais fiel descrição da missão messiânica. A profecia foi cumprida à risca, quando a morte calou o Verbo de Deus. Mas ela não faria sentido algum se a morte fosse a sua palavra final. E sob arrebatadora expectativa, a sequência da profecia aguardava o seu fiel cumprimento. O lugar onde “depositaram o corpo de Jesus” (v.42), tornou-se o cenário da certeza de nossa fé e de nossa maior esperança. Pois, amanhã, veremos que a história continua. Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, redimidos pelo sangue do Cordeiro de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #João19 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JOÃO 19 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
24 de julho de 2021, 0:40
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JOÃO 19 – Que as profundas e terríveis experiências de Cristo num extraordinário gesto de sacrifício penetrem profundamente nossa mente a tal ponto de inundar nosso coração com o amor divino até alcançar a transformação substancial de nossa existência.

1. Estude este capítulo com oração e atenção. Perceba como Pilatos intentou apaziguar à turbulenta multidão que intentava matar o inocente Jesus utilizando estratégias crudelíssimas. Observe que Jesus foi terrivelmente açoitado, torturado. Tente imaginar Jesus sofrendo a humilhação da zombaria da jocosa coroação com coroa toda de espinhos, um manto de púrpura real, e bofetadas; visando satisfazer a sede por sangue dos opositores…
• Contudo, os sedentos de sangue não se satisfizeram. Queriam mais! Tomados de ódio e fúria, líderes religiosos e guardas exigiram a crucificação do visivelmente inocente que alegava e demonstrava ser o Filho de Deus. Pilatos não sabia mais o que fazer, senão atender à súplica por vingança (vs. 1-11).

2. Preste atenção nos argumentos dos judeus intentando convencer Pilatos a levar à crudelíssima morte de cruz ao meigo e amoroso Jesus. Imagine a cena: era dia 14 de Nisã, de preparação da celebração nacional da Páscoa. Pilatos volta-se contra os judeus e os ridiculariza com seus argumentos: “Eis o vosso rei”. Por que ter medo de alguém arruinado e passivo como este pobre coitado?
• Depois disto, os judeus se submeteram a um rei pagão, César, para não se submeterem a Jesus. Pilatos estava inclinado a soltar Jesus, entretanto, o que faz é ceder, dando consentimento ao veredicto judaico que se lhe oferecia. Apesar disse, Jesus cumpre a Palavra de Deus, torna-Se a realidade da profecia, é crucificado, despido e morto diante de Sua mãe (vs. 12-29).

3. Reflita profundamente em cada detalhe apresentado por João. Medite demoradamente no lado aberto de Jesus depois de morto e, em Seu enterro… (vs. 30-42).
• “A morte de Jesus certamente foi singular, e muitos supõem que foi causada por uma ruptura no coração, i.e., coração partido. O sofrimento e a pressão de Sua humanidade imaculada ao tornar-se oferta pelo pecado foi demais para seu corpo físico, que não suportou, provocando o rompimento do coração – o sangue acumulou-se no pericárdio, dividindo-se em massa aquosa e em espécie de coágulo sanguíneo” (Merril F. Unger).

Como ficar indiferente diante de cenas assim?

“Senhor, impressiona-nos!” – Heber Toth Armí.



JOÃO 18 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
23 de julho de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO JOÃO 18 – Primeiro leia a Bíblia

JOÃO 18 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

JOÃO 18 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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(pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



JOÃO 18 by Jobson Santos
23 de julho de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jo/18

O que é a verdade?

Hoje, a pergunta cínica de Pilatos corre solta em todo o mundo. A verdade objetiva não é mais vista como desejável ou mesmo possível. Pelo contrário, a verdade é definida como aquilo que funciona para qualquer indivíduo em particular. Valores que antes eram valorizados têm sido considerados antiquados. Não mais ancorada firmemente à âncoras espirituais ou éticas, a cultura está à deriva nas ondas do relativismo.

No meio desse caos, Jesus ainda insiste que Ele é a Verdade encarnada – a verdade sobre o coração de Deus, a verdade sobre a natureza humana e a verdade sobre a vida eterna. Ele insiste que, se você quer descobrir a verdade, deve ouvi-lo. Ouvir atentamente a Cristo demonstra que você está do lado da verdade.

Nem sempre é fácil ouvir a Cristo. Você ouvirá verdades essenciais que lhe atingem no âmago da alma e viram seu mundo de cabeça para baixo. Você O ouvirá pedindo-lhe para abrir mão de falsas crenças e comportamentos que lhe trouxeram segurança e conforto. O eu será crucificado e nascerá de novo. Ouvir a Cristo sempre envolve investigar os motivos do coração.

No entanto, se você ouvir e se render à verdade, você a reconhecerá e será reconhecido por Aquele que é a Verdade, quando estiver diante dEle.

Lori Engel
Capelã, Eugene, Oregon, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1261
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



JOÃO 18 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
23 de julho de 2021, 0:50
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Palavras: 1246

1 Saiu. Jesus e os discípulos tinham deixado a sala superior antes disso (Jo 14:31) e, nesse momento, estavam percorrendo o caminho até o jardim do Getsêmani. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1175.

3 dos principais sacerdotes e dos fariseus, alguns guardas. Estes eram, provavelmente, os mesmos guardas do templo referidos em 7.32, 45. Eles, obviamente, esperavam resistência à prisão, tanto por parte de Jesus como dos discípulos. Bíblia de Genebra.

4 Adiantou-Se. Sua hora havia chegado. Ele saiu sem medo ao encontro do traidor.CBASD, vol. 5, p. 1176.

A quem buscais? Jesus estava no controle completo da situação. Ele toma a ofensiva e questiona os opositores. CBASD, vol. 5, p. 1176. 

5 Sou Eu. … a resposta de Jesus coincide com o nome solene de Deus (EU SOU), usado na tradução grega do Antigo Testamento [LXX], em Êx 3.14. Bíblia de Genebra.

6 Caíram por terra. Este incidente não é mencionado pelos demais evangelhos. O recuo e a queda da multidão sugerem uma manifestação da divindade. O milagre deu mais provas para a turba assassina da divindade dAquele a quem eles procuravam prender. A relutância foi momentânea, pois, logo mais, eles executaram seus planos (v. 12). CBASD, vol. 5, p. 1176. 

Todas as forças sob o príncipe deste mundo (12.31; 14:30) recuam e se prostram diante daquEle que que recebeu toda autoridade do Pai (17.2). Outra vez João observa que Jesus se entrega voluntariamente. Bíblia Shedd.

7 Jesus, de novo, lhes perguntou. Jesus ainda estava no comando. Esse deve ser o momento em que Judas se adianta e Lhe dá o beijo traidor (ver com. de Mt 26:49), o qual, entretanto, João não menciona. CBASD, vol. 5, p. 1176. 

8 Deixai ir estes. O pedido revela a preocupação de Jesus com os discípulos. Pouco tempo depois, “deixando-O, todos fugiram”. (Mc 14:50). CBASD, vol. 5, p. 1176.

10 Malco. João conhecia o nome deste escravo (gr doulos) porque ele conhecia pessoalmente o sumo sacerdote (15)… Alguém sugeriu que Zebedeu e seus filhos, Tiago e João, forneceram peixe salgado do mar da Galileia à casa de Anás e Caifás (16n). Bíblia Shedd.

Só João registra que Pedro carregava uma espada e que Malco era o nome do servo; somente Lucas registra que Jesus o curou (Lc 22.51). Bíblia de Genebra.

11 Mete a espada na bainha. A repreensão de Jesus nada tem a ver com a possibilidade da autodefesa ou da resistência civil; a questão é que Jesus veio dar a Sua vida em resgate de muitos e Ele não devia ser dissuadido desta tarefa (cf. Mt 16.21-23). Bíblia de Genebra.

não beberei o cálice. Esse “cálice” é o cálice do vinho da ira de Deus (Sl 75.8; Is 51.17; Jr 25.15-17, 27-38). O “cálice” que Jesus escolheu beber não é meramente a morte, mas a ira de Deus sobre o pecado (cf Mt 20.22; Mc 10.38). Bíblia de Genebra.

12 Comandante (gr chiliarcos) com a escolta ali presente mostra a participação dos romanos. Bíblia Shedd.

Manietaram-No. Provavelmente por amarrar as mãos atrás das costas. A submissão voluntária de Jesus é evidente em toda a narrativa. CBASD, vol. 5, p. 1176.

15 Simão Pedro. Pedro nega a Jesus. (Mt 26:69-75, Mc 14:66-72) CBASD, vol. 5, p. 1176.

Outro discípulo. Ou seja, João, filho de Zebedeu, o autor do evangelho. Ele não se identifica pelo nome, como em João 13:23. CBASD, vol. 5, p. 1176.

É provável que este fosse João, uma vez que, dos três mais chegados a Jesus (Pedro, Tiago e João), ele é o único que não é mencionado pelo nome no Evangelho. Bíblia de Genebra.

Conhecido. Do gr. gnõstos. Não é possível definir o grau de familiaridade ou associação através desta palavra. CBASD, vol. 5, p. 1176.

17 Não sou. Notável entre os evangelhos é a maneira branda em que João descreve a negação tríplice de Pedro (17, 25, 26). Pedro aqui não jura nem amaldiçoa. Bíblia Shedd.

18 Tendo acendido um braseiro. Jerusalém estava a uma altitude de 800m, e as manhãs de primavera eram frias. CBASD, vol. 5, p. 1176. 

20 Falado francamente … nada disse em oculto. Jesus pregou publicamente, mas ensinou também em particular. Aqui, Ele nega a acusação implícita de planejar uma sedição secretamente. Sua resposta foi uma censura aos meios desonestos pelos quais os judeus tentavam incriminá-Lo. CBASD, vol. 5, p. 1177. 

O ministério culminante de Jesus foi sobre a cruz (12.32). Bíblia Shedd.

21 Por que Me interrogas? Era ilícito forçar o réu a se condenar a si mesmo. Bíblia Shedd.

22 Deu uma bofetada em Jesus. Provavelmente um tapa no rosto, como sugere o texto grego. CBASD, vol. 5, p. 1177.

Isto, obviamente era altamente irregular, especialmente quando o prisioneiro estava amarrado (v. 24). Bíblia de Genebra.

Jesus sofre esta violência porque fez Anás parecer estúpido, não porque o insultou. Bíblia Shedd.

26 Um dos servos… parente daquele a quem Pedro tinha decepado a orelha. Uma pergunta feita por este colocou Pedro em maior perigo do que as perguntas anteriores, uma vez que o interlocutor podia estar querendo vingar Malco. Bíblia de Genebra.

27 Pedro O negou. A queda de Pedro, ocorrendo três vezes, mostra a inerente fraqueza da carne quando privada da assistência sobrenatural do Espírito (Gl 5.16). Bíblia Shedd.

28 Pretório. Residência de Pilatos, o governador romano. Bíblia Shedd.

Cedo. Do gr. prõi, um termo geral para início da manhã. O julgamento começou, provavelmente, às seis horas. CBASD, vol. 5, p. 1177.

Não entraram no pretório para não se contaminarem. O pretório romano era um lugar de hostilidade entre os romanos e os judeus, e um lugar imundo para os judeus. Bíblia de Genebra.

Para um judeu entrar numa casa pagã significava contaminação ritual, o que devia ser evitado a todo custo (cf Mt 7.2-4). Bíblia Shedd. 

30 Se Este não fosse malfeitor, não to entregaríamos. As autoridades judias não queriam qualquer investigação da parte do romanos. Bíblia Shedd.

31 Julgai-O segundo a vossa lei. Pilatos manda que os judeus julguem a Jesus, uma vez que o mal de que O acusavam era uma infração religiosa de que os romanos não podiam tomar conhecimento. Bíblia Shedd.

A nós não nos é lícito matar ninguém. Acredita-se que o direito de executar a pena de morte teria sido tirado dos tribunais judaicos no tempo em que a Judeia se tornou uma província, em 6 d.C. CBASD, vol. 5, p. 1178.

Os judeus nem sempre eram tão obedientes: veja-se a morte de Estêvão (At 7.57-60). Bíblia de Genebra.

32 O modo por que havia de morrer. Jesus havia predito a morte por crucifixão Se tivesse morrido pelas mãos dos judeus, sem dúvida, teria sido morto por apedrejamento. CBASD, vol. 5, p. 1178.

33 És Tu o rei dos judeus? Alguém informara a Pilatos nesta altura que Jesus era um pretendente ao trono de Israel (Lc 23.2, 3). Bíblia Shedd.

35 Sou judeu? … Que fizeste? O orgulho impediu Pilatos de confessar qualquer interesse sincero em saber sobre a missão de Jesus. CBASD, vol. 5, p. 1178.

37 Logo, Tu és rei? A pergunta de Pilatos enseja a maravilhosa resposta de Jesus, cujo reino e missão são fundados na verdade (1.8, 14, 17; 8.32; 14:6). Bíblia de Genebra.

38 Que é a verdade? Pilatos levantou cinicamente a maior dúvida da filosofia. Pilatos indaga, “Que”; Jesus já declarara que Ele é a verdade (“Quem”). Bíblia Shedd.

Pilatos ficou impressionado com as palavras de Jesus e teria ouvido mais ensinamentos. No entanto, a multidão do lado de fora clamava por uma decisão, e Pilatos não esperou por uma resposta. Assim, ele deixou passar uma oportunidade áurea. CBASD, vol. 5, p. 1178.

A verdade não importa para aqueles que, como Pilatos, são motivados por oportunismo. Do mesmo modo, a verdade não importa para os céticos, que perderam a esperança de conhecê-la. Bíblia de Genebra.

Crime algum. Pilatos se convenceu da inocência de Jesus e deveria ter determinado a liberação dEle imediatamente. CBASD, vol. 5, p. 1179.

Pilatos não encontra crime em Jesus e está relutante em condenar Jesus à morte. Ironicamente, é um governador romano pagão que tenta soltar Jesus, enquanto “os Seus” (1.11) querem matá-Lo. Bíblia de Genebra.

 

Compilação: Tatiana Wernenburg