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1237 palavras
1 O tema do cap 12 de Lucas é a sinceridade e a devoção que caracterizariam o verdadeiro seguidos de Jesus, em contraste com a hipocrisia dos fariseus. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 876.
Acautelai-vos. No incidente no lar do fariseu, os discípulos viram o fermento dos fariseus em ação (ver Lc 11.37-54). CBASD, vol. 5, p. 876.
fermento. A influência que corrompe. Bíblia Shedd.
5 temei. O temor reverente de Deus libera de todos os outros medos. Andrews Study Bible.
tem poder para lançar no inferno. Só Deus tem este poder. A palavra traduzida “inferno” aqui é Gehena, o lugar de punição final (e não Hades, que designa o lugar de todos os mortos). Gehena deriva-se de uma palavra hebraica que significa vale de Hinom, localizado fora de Jerusalém. Bíblia de Genebra.
6 pardais. Faziam parte da alimentação do pobre. Bíblia Shedd.
8 confessar. Literalmente, “concordar com” e “reconhecer”. CBASD, vol. 5, p. 876.
11, 12 não vos preocupeis. A melhor defesa é um coração dominado pelo Espírito Santo (cf 1 Pe 3.15). Bíblia Shedd.
13 um homem. Isto é, alguém da “multidão” (ver v. 1) que aguardava Cristo na rua, fora da casa do fariseu que o hospedava (ver Lc 11:37). Este homem que se dirigiu a Jesus tinha ouvido as acusações contra os escribas e fariseus (ver Lc 11:39-52; PJ, 253) e o conselho aos discípulos sobre o comparecimento diante de magistrados (ver Lc 12:11; cf PJ, 252). Ele concluiu que se Jesus falasse com seu irmão com a mesma autoridade, ele não se atreveria a fazer diferentemente do que Jesus ordenasse. Ele imaginou o evangelho do reino apenas como um meio de promover interesses egoístas (comparar com a atitude do mago Simão, em At 8:9-24). CBASD, vol. 5, p. 877.
A regra para a herança foi dada em Dt 21.17, e casos em disputa eram frequentemente resolvidos pelos rabinos. Este homem queria claramente uma decisão só a seu favor; ele não estava procurando um julgamento justo. Bíblia de Genebra.
ordena a meu irmão. Os dois irmãos eram ambiciosos; do contrário, haveria pouca possibilidade de briga entre eles. CBASD, vol. 5, p. 877.
14 juiz ou partidor. O reino que Jesus proclamou “não era deste mundo” (ver Jo 18:36). Ele não comissionou os discípulos como agentes de justiça social, importante como ela o seja, e em qualquer momento fez qualquer tentativa para agir judicialmente entre as pessoas (ver Jo 8:3-11). CBASD, vol. 5, p. 877.
15 avareza. A avareza pode ser definida como afeição indevida às coisas materiais. … A maior necessidade das pessoas não é de salário ou lucros maiores. Elas precisam de uma mudança de coração e mente que as levará a buscar primeiro o reino de Deus e Sua justiça, em plena confiança de que as necessidades da vida “serão acrescentadas” (ver com. de Mt 6:33). … O apego aos bens materiais é a raiz dos grande problemas do mundo. Ele está na base de grande parte das filosofias políticas e econômicas, sendo, assim, responsável pela maioria dos conflitos nacionais e de classes. A insatisfação com o que se possui gera o desejo de ter mais e conduz à exploração dos outros. Em vez disso, deve-se trabalhar honestamente. A avareza é a causa de muitos dos problemas mundiais insolúveis. CBASD, vol. 5, p. 877.
O tema de 12.13-34 é o contraste entre possuir e viver. … A única riqueza duradoura é possuir a Deus (v 21; Jo 17.3). Bíblia Shedd.
O pedido do homem foi induzido pelo mesmo espírito que leva empregadores a buscar mais rendimentos, a despeito dos meios pelos quais serão assegurados, e que leva trabalhadores a exigir salário crescente à revelia da contribuição deles para a produção da riqueza e da capacidade do empregador para pagá-los. … Jesus exortou a ver as coisas materiais na perspectiva correta e a subordiná-las às coisas de valor eterno (ver com. de Mt 6:24-34; Jo 6:27). Contrariamente à opinião da maioria, ter mais “coisas” não traz necessariamente mais felicidade. a felicidade depende não de “coisas”, mas da realização pessoal que inclui a relação com Deus (ver com. de Ec 2.1-11). CBASD, vol. 5, p. 877, 878.
16 uma parábola. Esta parábola, relatada apenas por Lucas, ilustra o princípio do v. 15, de que as “coisas” materiais não são o objetivo final da vida (ver também com. de Mt 19:16-22). CBASD, vol. 5, p. 878.
18 meu produto. Os pronomes possessivos revelam seu caráter: “meu frutos”, “meus celeiros”, “meus bens”, “minha alma” (cf Os 2:5). os pensamentos dele eram todos sobre si mesmo. CBASD, vol. 5, p. 878.
19 alma. A palavra grega pneuma se refere à vida de uma pessoa como um todo (Pv 10:3; At 2:41), mas às vezes se refere especificamente com a vida interna e pensamentos de alguém (Lc 10.27). Andrews Study Bible.
descansa. Ele construiu uma fortuna e estava pronto para se aposentar. Então, se entregaria ao consumo das boas coisas da vida, sem pensar mais em produção. CBASD, vol. 5, p. 878.
20 Louco (ARA. NVI: Insensato). Aquele cujo coração não é grato a Deus se torna “nulo” em seus “raciocínios”, e o “coração insensato” será “obscurecido” (ver Rm 1:21). O que é sábio aos próprios olhos torna-se louco aos olhos de Deus (ver Rm 1:22). Se ele persiste em tal procedimento, finalmente rejeita a Deus e se entrega à busca da felicidade material e do prazer físico (ver Rm 1:23-32); torna-se mais amigo dos prazeres que amigo de Deus (2Tm 3:4). CBASD, vol. 5, p. 878.
22 Por isso. A seção seguinte ensina a maneira sábia de encarar a vida em contraste com a maneira louca da parábola anterior. Bíblia Shedd.
33 Vendei os vossos bens. Aquilo que for impedimento para buscar e adentrar o reino (cf Mc 10.21-27), quando investido no bem dos necessitados e na obra remidora de Deus, torna-se uma ajuda (1 Tm 6.9, 18). Bíblia Shedd.
Alguns dos seguidores de Jesus tinham, pelo menos, riquezas moderadas (10.38, Jo 19.27), e Ele não está exigindo que todos os Seus discípulos sejam pobres. Mas eles devem ser generosos e não colocar seus corações nas posses terrenas. Bíblia de Genebra.
34 tesouro. Não ouro e jóias, mas almas redimidas e eternamente gratas. Bíblia Shedd.
35 cingido. Isto é, pronto para o serviço. Longa túnicas atrapalhavam os movimentos livres e eram mantidas acima dos joelhos com um cinto, quando necessário. Bíblia de Genebra.
Este versículo é um resumo da parábola das dez virgens. Bíblia Shedd.
37 há de cingir-Se. Esta é uma inversão de papéis, o senhor tomando o lugar do servo (cf 22.27). Bíblia de Genebra.
39 ladrão. Cf 21.34; 1 Ts 5.2; 2 Pe 3.10; Ap 3.3; 16.15. Vigiar significa guardar a fé e servir o Senhor. Bíblia Shedd.
50 batismo. Não o batismo de Jesus pelas mãos de João, que então já fazia mais de três anos, mas o “batismo” de Sua morte. CBASD, vol. 5, p. 879.
Liturgicamente, o batismo veio a simbolizar um velho estilo de vida e inaugurar um novo estilo. Jesus aceitou Sua própria morte como o plano divino para trazer a salvação aos pecadores. Bíblia de Genebra.
estou angustiado até que ele se realize. Jesus desejava que a hora do sofrimento já estivesse no passado. Bíblia de Estudo NVI Vida.
54-56 O povo podia discernir que um vento ocidental (do Mediterrâneo) significava chuva e um vento sul (do deserto) significava calor. Mas não era capaz de discernir o que Deus estava fazendo no meio deles. Bíblia de Genebra.
… não sabiam reconhecer os sinais da crise espiritual, a vinda do Messias, a iminência de Sua morte, a confrontação futura com Roma e as consequências eternas que esses fatos teriam para a vida delas mesmas. Bíblia de Estudo NVI Vida.
57-59 Em assuntos legais, qualquer um com um mau caso faz bem em obter um acordo extrajudicial, antes que o caso vá a julgamento. Os pecadores devem reconciliar-se com Deus agora, ou perecerão se esperarem até o Dia do Juízo. Bíblia de Genebra.
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“Ficai também vós apercebidos, porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá” (v.40).
Antes de atender e acalmar as multidões que “se aglomeraram, a ponto de uns aos outros se atropelarem” (v.1), Jesus proferiu algumas advertências extremamente importantes aos Seus discípulos. Na primeira delas, Jesus Se referiu ao perigo de uma vida de hipocrisia. Na segunda, Ele reprovou a avareza. Na terceira, os advertiu contra o ansioso interesse pela vida. Na quarta advertência, os exortou à vigilância. E, por último, esclareceu perante os Seus deslumbrados seguidores que o Seu ministério terrestre não resultaria em paz, mas em divisão (v.51). Aos Seus amigos (v.4) Jesus deu a conhecer as mais ricas lições acerca do que deve ou não ocupar o coração dos que hão de herdar a salvação.
A hipocrisia sem dúvida alguma é um dos piores estados de apostasia espiritual. O hipócrita não reconhece a sua necessidade de mudança. Para ele está tudo muito bom, “tendo forma de santidade, negando-lhe, entretanto, o poder” (2Tm.3:5). Posso afirmar, com propriedade, que a hipocrisia é um veneno que mata aos poucos e que pode levar à morte espiritual. Mas, assim como Jesus amava aqueles escribas e fariseus hipócritas, um dia esse mesmo amor me alcançou. Fui alcançada por um Deus que me despertou para a minha necessidade de desintoxicar a minha alma. Estava morrendo sem nem mesmo me dar conta disso. Não fui eu que O procurei, Ele me achou. A minha parte foi apenas a de reconhecer a minha condição e me render diante do único e verdadeiro Deus capaz de me salvar de mim mesma. O desejo do Senhor não é o de revelar os nossos pecados no dia do juízo, mas de fazê-lo agora, enquanto ainda podemos desfrutar deste “tempo da oportunidade” (2Co.6:2).
A avareza, dentre tantas coisas, também tem sido um dos piores pecados capitais. Na verdade, é a avareza fruto do egoísmo e, por sua vez, o egoísmo é o estopim ou o ponto de largada para todos os demais pecados. Não foi sem razão que Paulo destacou o egoísmo como primeira consequência, quando afirmou que “nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas” (2Tm.3:1 e 2). E depois do egoísmo, lá se vai uma lista terrível do estado do homem sem Deus. Jesus não afirmou que é pecado possuir riquezas, e sim fazer uso delas apenas para benefício próprio. Isso é tão sério, que o apóstolo Paulo declarou que “o amor do dinheiro é raiz de todos os males” (1Tm.6:10).
O ansioso interesse pelas coisas desta vida, portanto, não deixa de ser um mal proveniente do amor ao dinheiro. E em uma época onde o consumismo tem sido o slogan do século, a advertência de Cristo sobre a preocupação quanto às necessidades básicas da vida é extremamente oportuna. O mundo segue em um ritmo frenético, criando um sentimento de obrigação na mente humana, tornando a vida um fardo pesado demais para carregar. E o resultado disto tem sido uma sociedade sobrecarregada de doenças emocionais das mais diversas. A pergunta de Jesus a cada um de nós continua sendo a mesma: “Qual de vós, por ansioso que esteja, pode acrescentar um côvado ao curso da sua vida?” (v.25). Você quer experimentar a verdadeira paz? Então siga este conselho: “Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças” (Fp.4:6). Jesus não desmereceu o trabalho, mas o colocou no seu devido lugar. Ele deve ser para enobrecimento e sustento e não para esgotamento e ansiedade.
Como filhos do Reino, Jesus nos chama a assumir a postura de servos vigilantes. Como vimos, a nossa maior vigilância diz respeito a nós mesmos. Ellen White escreveu: “A fim de preparar um povo para estar em pé no dia de Deus, deveria realizar-se uma grande obra de reforma. Deus viu que muitos dentre Seu povo professo não estavam edificando para a eternidade, e em Sua misericórdia estava prestes a enviar uma mensagem de advertência a fim de despertá-los de seu torpor e levá-los a preparar-se para a vinda de Jesus” (O Grande Conflito, CPB, p.310).
O recado do profeta Jeremias nunca foi tão oportuno como para a nossa geração: “Fugi do meio da Babilônia, e cada um salve a sua vida; não pereçais na sua maldade; porque é tempo da vingança do Senhor: Ele lhe dará a sua paga” (Jr.51:6). Alinhada à voz do quarto anjo (Ap.18:4), esta mensagem é individual e é urgente. Logo, o Dia do Senhor arderá como fornalha e nada haverá “oculto que não venha a ser conhecido” (v.2). Cada um prestará contas da própria vida e “bem-aventurados aqueles servos a quem o Senhor, quando vier, os encontre vigilantes… Quer Ele venha na segunda vigília, quer na terceira, bem-aventurados serão eles, se assim os achar” (v.37 e 38). Entesouremos, pois, “tesouro inextinguível nos céus” (v.33) e muito em breve Jesus nos “confiará todos os Seus bens” (v.44). Vigiemos e oremos!
Bom dia, mordomos fiéis e prudentes (v.42)!
* Oremos pelo Espírito Santo em nossa vida. Oremos uns pelos outros.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Lucas12 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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LUCAS 12 – O termo mordomia sofreu mudança em um mundo que prefere a economia anti-bíblica. Mordomia não significa ficar à toa!
· Daremos contas do que falamos publicamente e em particular, portanto, devemos administrar sabiamente as nossas palavras (vs. 1-3).
· Prestaremos contas de nossas decisões e ações, de nossa perca de tempo em coisas banais, de nossa forma de viver e representar a Deus no mundo e também de como reagimos à obra do Espírito Santo. Se confiamos que Deus sabe até quantos cabelos temos, não desperdiçaremos nossa confiança em coisas materiais/banais (vs. 4-12).
· Mordomia é viver pautando-se pela sabedoria divina (vs. 13-21). “As pessoas que se empenham na incessante procura da felicidade por meio da aquisição de coisas materiais não alcançam a felicidade dessa maneira. Uma razão porque é tão difícil que pessoas ricas entrem no reino de Deus é a tendência de as riquezas transformarem homens e mulheres em escravos da cobiça. Deus nos criou para sermos senhores, não escravos. Devemos dominar e usar as riquezas, e não ser dominados por elas” (Walter R. L. Scraag).
· Mordomia relaciona-se com o sábio uso do dom da vida. A ansiedade consome esse dom. Ansiedade desperdiça a vida. A confiança em Deus promove a vida. A forma de viver revela se somos gentios ou cristãos (vs. 22-30).
Após ensinar isso, Jesus apelou:
“Orientem sua vida de acordo com a realidade, a iniciativa e a provisão de Deus. Não se preocupem com as perdas e descobrirão que todas as suas necessidades serão satisfeitas. Vocês são meus amigos queridos! O Pai quer dar seu Reino a vocês. Sejam generosos. Ajudem os pobres. Invistam no banco que jamais irá falir, aquela agência no céu a salvo de assaltantes e falsários, na qual vocês podem confiar. Saibam que o lugar que vocês mais desejam estar é perto do seu tesouro; e é lá que acabarão indo parar” (vs. 31-34, AM).
· O fiel mordomo não age conforme sua própria vontade, mas conforme a vontade de Seu Senhor, ainda que traga consequências (vs. 35-53).
· O mordomo de Cristo vive para glorificá-lO e aguardar Sua chegada (vs. 54-59).
Os princípios de administração dos recursos à nossa disposição devem ser pautados pela revelação concedida pelo Doador e Provedor de tudo o que temos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO LUCAS 11 – Primeiro leia a Bíblia
LUCAS 11 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
LUCAS 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube
(pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lc/11
Lucas 11 é um capítulo de contrastes: claro e escuro, bom e mau. É também acerca de plenitude e bem estar. Jesus está exortando as pessoas quebradas e quebrantadas, as quais deveriam representá-lo, a se tornarem inteiras. Ele apontou para a sua maneira de fazer doações financeiras como um exemplo de sua natureza que se recusa a dar. Eles davam meticulosamente quando se tratava de suas coisas, seus pertences, até ao ponto de calcular e dar o dízimo de suas ervas e especiarias, mas não estavam dispostos a dar totalmente a Deus seu coração, seu caráter, a fim de se tornarem como Ele, resultando em justiça em prol dos oprimidos e ações motivadas pelo amor a Deus (ver versículo 42).
Entregar-se totalmente a Deus é ser mudado das trevas para a luz. “Logo, se todo o seu corpo estiver cheio de luz, e nenhuma parte dele estiver em trevas, estará completamente iluminado, como quando a luz de uma candeia brilha sobre você” (Lucas 11:36 NVI). O que você está recusando dar a Deus? Você está satisfeito apenas com a aparência de segui-Lo? Nesse caso, você está limpando a casa e deixando-a vazia, pronta para a maldade se instalar, “e o último estado dessa [pessoa] é pior do que o primeiro.” Lucas 11:26.
Karen D. Lifshay
Secretária de Comunicações da Igreja de Hermiston, Oregon, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1230
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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2052 palavras
1 estava Jesus orando. Lucas nada registra acerca do tempo e local deste evento. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 869.
ensina-nos a orar … como João ensinou aos seus discípulos. Reconhecidos rabinos e professores ensinavam aos seus discípulos orações que ilustravam seus pensamentos chaves. Andrews Study Bible.
Os discípulos ficaram impressionados ao ouvir como Jesus orava, falando com o Pai celestial, como a um amigo. A oração dEle era diferente das preces dos líderes religiosos da época, na verdade, diferente de tudo o que tinham ouvido. A prece formal, expressa em frases prontas e aparentemente dirigidas a um Deus impessoal e distante, não tem a vitalidade que deveria caracterizar a oração. Eles pensavam que, se orassem como Jesus, sua eficácia como discípulos seria ampliada. Uma vez que Jesus os ensinou a orar por preceito (Mt 6:7-15) e exemplo (Lc 9:29), pode ser que, nessa ocasião, o pedido tenha sido de discípulos que não estiveram com Jesus em ocasiões semelhantes anteriormente. O termo “discípulos” não precisa ser confinado aos doze. Pode ter sido feito por alguns dos setenta. CBASD, vol. 5, p. 869.
2-4 Uma oração modelo, buscando primeiro as coisas de Deus e, depois, as necessidades diárias. Andrews Study Bible.
Esta forma da “Oração do Senhor” difere levemente da de Mt 6.9-13. Em Mateus, a oração é dada num sermão; aqui, é dada como resposta a um pedido. Bíblia de Genebra.
2 dizei. Esta oração pode ser adequadamente chamada de a Oração do Discípulo porque, de modo geral, não seria do tipo de oração que Jesus fazia. Por exemplo, Jesus não tinha necessidade de orar pelo perdão dos pecados. CBASD, vol. 5, p. 869.
Pai. Um novo nome pelo qual Jesus ensinou as pessoas a se dirigirem a Deus, a fim de fortalecer a fé e imprimir nelas a ideia do íntimo relacionamento que se pode desfrutar em companheirismo com Deus (PJ, 141, 142). CBASD, vol. 5, p. 869.
Isto corresponde a Abba em aramaico, que é a palavra comum para dirigir-se a um pai de família. Bíblia de Genebra.
No aramaico, seria Abba, “paizinho” (cf Mc 14.36; Rm 8.15; Gl 4.6), denotando, assim, uma íntima afeição, o que exclui a possibilidade de uma familiaridade superficial. Bíblia Shedd.
Uma introdução simples e não usual usada pelo próprio Jesus. Andrews Study Bible.
Santificado. Honrado como santo. Andrews Study Bible.
nome. O nome representa uma pessoa. A petição é para que as pessoas reverenciem a Deus. Bíblia de Genebra.
venha o Teu reino. Busca a breve vinda do reino eterno de Deus (ver 10:9; Dn 2:44; 7:13-14), bem como o Seu reino em nossas vidas no momento presente. Andrews Study Bible.
3 o pão nosso cotidiano. Pedido por comida simples, o necessário para cada dia. Andrews Study Bible.
4 deve. O pecado é uma dívida, porque tudo o que somos e temos pertence a Deus. A desobediência é roubo aos direitos divinos, que não podem nunca ser restituídos. Bíblia Shedd.
tentação. Reconhecimento da contínua guia de Deus. Andrews Study Bible.
5-8 A persistência na oração alcançará objetivos que uma mera amizade não espera. Lucas é o evangelho da oração. Bíblia Shedd.
5 à meia-noite. No Oriente, muitas viagens durante o verão ocorrem à noite. Por outro lado, pode ser que este visitante (v. 60) se atrasou na viagem. CBASD, vol. 5, p. 869.
eu nada tenho. O fato de o homem não ter nada explica porque ele pediu ajuda à meia-noite. A consciência de que não podemos fazer nada de nós mesmos (Jo 15:5) deveria, de modo semelhante, levar-nos à Fonte de alimento espiritual (ver Jo 6:27-58). Às vezes, aqueles que desejam levar os amigos a Cristo sentem que lhes falta o pão celestial que desejam compartilhar. CBASD, vol. 5, p. 869.
7 Não me importunes. Deus não é como o ser humano que se irrita ao ser importunado. Ele é um Pai generoso, amoroso e solícito. (ver v. 9-13). A relutância do amigo em se levantar para suprir a necessidade do próximo de modo algum representa a Deus (ver v. 13). A lição da parábola não é de comparação, mas de contraste. CBASD, vol. 5, p. 870.
a porta já está fechada. Como se dissesse: “Está fechada e permanecerá fechada.” Tornar uma porta segura, nos tempos antigos, não era uma tarefa simples. CBASD, vol. 5, p. 870.
comigo também já estão deitados. Em uma casa de um só quarto, a família inteira dormiria numa plataforma elevada, e para uma pessoa levantar-se, perturbaria todas as outras. Bíblia de Genebra.
Não posso levantar-me. Na verdade, atender ao pedido do amigo era apenas uma questão de disposição, não de capacidade. CBASD, vol. 5, p. 870.
8 o fará por causa da importunação. Várias vezes o líder do lar repeliu os chamados urgentes do visitante à meia-noite (ver PJ, 143), mas o visitante não aceitaria um “não” como resposta. … Novamente, a parábola ensina por contraste e não por comparação (ver com. do v. 7). Deus não está indisposto a conceder o que é bom. Não é preciso que O convençamos a fazer algo que de outro modo não estaria disposto a fazer. Deus conhece nossas necessidades, é plenamente capaz de supri-las e está disposto a fazer “infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos” (Ef 3:20). CBASD, vol. 5, p. 870.
A amizade não era suficiente para fazer com que alguém se levantasse, mas a persistência era. Bíblia de Genebra.
9 Pedi. A oração não é para persuadir Deus acerca de nossa vontade a respeito de alguma questão; ás vezes, é para descobrir a vontade dEle a respeito dessa questão. Ele conhece as necessidades antes de pedirmos; mais do que isso, ele sabe o que é melhor. Por outro lado, o ser humano tem uma consciência vaga de suas próprias necessidades. Com frequência, pensa que precisa de coisas que não são necessárias e que até podem ser prejudiciais. Às vezes, sequer está consciente de suas maiores necessidades (cf. PJ, 145). A oração pode levar a vontade e, desta forma, a vida, a estar em harmonia com a vontade de Deus (ver PJ, 143). A oração é o meio divinamente indicado para educar os desejos. Não é o verdadeiro propósito da oração operar uma mudança em Deus, mas operar uma mudança em nós, para que desejemos”tanto o querer como o realizar, segundo a Sua boa vontade” (Fp 2:13). … A lição central da parábola é a constância na oração. A parábola também define o tipo de pedidos para os quais o Senhor aconselha perseverança: orações cujo objetivo é o bem dos semelhantes e a extensão do reino de Deus. CBASD, vol. 5, p. 870.
13 maus. Isto é, imperfeitos em pensamentos e atos. Bíblia Shedd.
16 um sinal do céu. Jesus acabara de curar um mudo. Aí estava o sinal do céu que buscavam, mas não queriam conhecê-lo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
20 dedo de Deus. os milagres que Ele realiza são evidências para aqueles que têm olhos para ver que Deus está em operação. Bíblia de Genebra.
21-22. Esta parábola ensina que o reino de Deus … vem com poder para derrotar Satanás. Bíblia de Genebra.
21 o valente (ARA. NKJV: homem forte). Refere-se a Satanás (vv. 15, 18). Andrews Study Bible.
O diabo guarda em segurança o que ele domina, mas somente até a chegada do Senhor, que tem autoridade e poder para destruí-lo e resgatar a humanidade (cf. os despojos, v. 22; Cl 1.13; 2.15; Hb 2.14). Bíblia Shedd.
22 Um mais valente. Jesus, que venceu Satanás. Andrews Study Bible.
24 Voltarei para a casa, donde saí. O demônio fala do lugar que ele deixou como se ainda fosse dono dele. Bíblia de Genebra.
25 varrida e ornamentada. O homem apenas limpou a sua vida e não fez mais nada. Sua vida está vazia e, portanto, aberta a qualquer influência má. Bíblia de Genebra.
26 habitam ali. Não há segurança contra Satanás a não ser que Deus reine no interior (v. 23). Andrews Study Bible.
28 Antes. Jesus não contradisse o elogio da mulher a Maria; como qualquer boa mãe ela era merecedora de honra. Em vez disso, Jesus salientou a impropriedade do conceito da mulher acerca do reino dos Céus. Ele não aprovou nem desaprovou o que ela disse. Se Jesus pretendesse que os cristãos concedessem honra especial a Maria, esta teria sido uma oportunidade ideal para tanto. Ele também não aprovou cordialmente o que foi dito, como fez com Pedro (ver com. de Mt 16:17). Nas Escrituras, o reconhecimento da divindade de Jesus é essencial, enquanto a ideia de prestar honra a Maria não é sequer insinuada (ver com. de Mt 1:18, 25; 12:48, 50; Lc 1:28, 47). Jesus parece negar qualquer importância especial atribuída a Maria, por parte dos cristãos (ver Mt 12;46-50). CBASD, vol. 5, p. 871.
Jesus não nega que Maria fosse abençoada; ele está dizendo que ouvir e obedecer a palavra de Deus é mais importante. Bíblia de Genebra.
Maior que o privilégio de ser mãe de Jesus e compartilhar da Sua humanidade é atender à Sua mensagem salvadora e gozar o privilégio de participar do Seu corpo espiritual (Tg 1.22ss). Bíblia Shedd.
Aqueles que escutam e praticam a palavra de Deus entram num relacionamento com Ele mais íntimo do que o de uma família de sangue. Andrews Study Bible.
30 Exatamente como Jonas ficou três dias no ventre de um grande peixe como um sinal para o povo de Nínive, assim a ressurreição de Jesus, depois de três dias no túmulo, seria um sinal aos judeus de sua época. Bíblia de Genebra.
31 a rainha do Sul. A rainha de Sabá (c. 1Rs. 10-1-10). Bíblia de Estudo NVI Vida.
33 luz. Jesus, que foi enviado para iluminar a todos (ver 8:16). Andrews Study Bible.
34 olhos forem bons. A vontade do homem é que limita e controla a entrada da luz. Bíblia Shedd.
38 não Se lavara … antes de comer. O ato de lavar as mãos não era por motivos higiênicos, mas por motivos cerimoniais. As mãos tinham contato com todo tipo de coisas, algumas das quais podiam ter sido ritualmente profanadoras. Os judeus escrupulosos purificavam-se, lavando suas mãos antes de comer, de forma que as mãos impuras não contaminassem seus alimentos. Bíblia de Genebra.
41 Antes, dai esmola. A generosidade e o cuidado pelos pobres é mais eficaz para a limpeza do coração do que a preocupação com minúcias do coração. CBASD, vol. 5, p. 872.
e tudo vos será limpo. O sentido aqui é: “você será puro aos olhos de Deus”; e, quando esta condição predominar, nada mais deverá causar preocupação. CBASD, vol. 5, p. 872.
42 dízimo. O dízimo era para ser uma oferta alegre e de gratidão, que expressava amor por Deus, mas os fariseus, por darem o dízimo da hortelã e de coisas semelhantes, tinham transformado o dízimo num dever incômodo. Bíblia de Genebra.
43 saudações. Saudações elaboradas que indicavam que os que as recebiam eram pessoas importantes. Bíblia de Genebra.
44 sepulturas invisíveis.Tocar uma sepultura tornava a pessoa cerimonialmente impura. Andrews Study Bible.
Os judeus caiavam seus túmulos para que ninguém por acidente tocasse neles e assim ficasse contaminado (cf. Nm 19.16; Mt 23.27). Assim, como tocar em um túmulo resultava em impureza, associar-se aos fariseus podia levar à impureza moral. Bíblia de Estudo NVI Vida.
46 sobrecarregais os homens com fardos superiores às suas forças. Ao longo dos séculos regras e regulamentos foram adicionados à lei de Deus, dada por Moisés. Andrews Study Bible.
Deus exige perfeição, o que é um fardo muito superior às nossas forças, mas Cristo carregou este fardo por nós (cf 2Co 5.21). Bíblia Shedd.
47, 48 Ai expressa não somente ira e maldição, como também tristeza e compaixão. Bíblia Shedd.
49 a sabedoria de Deus. É mais provável que Ele quisesse dizer: “Deus em Sua sabedoria”. Não há conhecimento de um livro que tenha este título. CBASD, vol. 5, p. 873.
50 contas. Visa a guerra judeu-romana (66-70 d.C.), na qual os judeus sofreram atrocidades das mais desumanas (cf 21.20-24). Esta geração é mais culpada porque rejeita o Filho de Deus (20.14ss). Bíblia Shedd.
50-51 De Abel até Zacarias. Abrange toda a história do AT, que, na ordem hebraica, começa com o Gênesis e termina com 2 Crônicas. Bíblia Shedd.
Abel foi a primeira pessoa assassinada (Gn 4.8), enquanto o assassinato de Zacarias é registrado em 2Cr 24.21-22 (ver Mr 23.35, nota). Bíblia de Genebra.
52 a chave da ciência. É a que abre a porta do conhecimento da salvação, como este contexto e o de Mateus 23:13 o indicam. CBASD, vol. 5, p. 873.
Significa a chave que abre a porta do conhecimento de Deus – a salvação. Os escribas fecharam o acesso às escrituras por interpretações falsas e por julgarem o povo comum indigno da salvação. Bíblia Shedd.
Através da sua interpretação tradicional da lei, os “intérpretes” tinham tornado impossível, às pessoas comuns, entenderem o verdadeiro sentido da lei; os fariseus e os próprios intérpretes também usavam suas tradições para fugir às exigências da lei (cf. Mt 7.5-13). Bíblia de Genebra.
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“Se, portanto, todo o teu corpo for luminoso, sem ter qualquer parte em trevas, será todo resplandecente como a candeia quando te ilumina em plena luz” (v.36).
Existem dois grandes e poderosos elos que nos ligam a Deus: a oração e o estudo das Escrituras. Durante três anos e meio, os discípulos foram testemunhas oculares da vida de oração de seu Mestre. Seu fervor e reverência eram admiráveis e, quando observado em Seus momentos de comunhão, era perceptível e quase visível que o Céu estava atento a cada prece que Lhe saía dos lábios. Foi num momento desses, em que “estava Jesus orando” (v.1), que seus corações foram enternecidos e compelidos a pedir: “Senhor, ensina-nos a orar” (v.1). A oração do Pai Nosso contém os princípios que devem reger as nossas orações:
1. Glorificar a Deus;
2. Submeter-nos à vontade divina;
3. Reconhecer que Deus, como nosso Provedor, nos dá a provisão diária necessária;
4. Arrepender-nos de nossos pecados, confessando-os, e perdoando os nossos semelhantes;
5. Reconhecer que precisamos do auxílio divino na luta contra o mal.
Através de uma vida de oração, encontramos sempre o forte braço do Senhor estendido para nos confortar e nos dar a certeza de que as nossas preces não são importunas, e sim o aroma agradável que sobe “à presença de Deus” (Ap.8:4). O relacionamento pessoal e íntimo de Jesus com o Pai era celebrado e confirmado a cada dia quando Jesus Se retirava para Seu lugar particular de oração. Era dali que Ele saía fortalecido e habilitado para cumprir a vontade do Pai. Nossas fragilidades e fracassos devem ser constantemente depostos no altar da oração. Quando oramos como Jesus nos ensinou, o Espírito Santo nos é dado como o maestro de nossas palavras compondo diante do santíssimo a oração que Lhe é aceitável. A simplicidade da oração do Pai Nosso nos ensina que a oração que nos eleva não é aquela de admirável oratória, mas de doce simplicidade e humilde sabedoria.
De Seus refúgios solitários, contudo, Jesus saía para encontrar as multidões que queriam ouvi-Lo e ser beneficiadas com Sua cura. Dentre elas, estavam os fariseus e intérpretes da Lei sempre ávidos pela queda do Rabi de Nazaré. Quando as Escrituras deixaram de ser a voz de Deus para ser tão-somente um conjunto de normas e regras como uma espada sempre apontada na direção dos pecadores, os líderes judeus deixaram de ser adoradores para serem juízes do povo. Usaram a “espada do Espírito” (Ef.6:17) de forma errada. Perderam a essência e supervalorizaram o que é periférico. Muitos questionam porque Deus não Se manifesta dos céus com algum sinal a fim de que o mundo creia nEle. Como os antigos fariseus, pedem um sinal, enquanto milagres atuais têm acontecido diante de seus olhos. A transformação de uma vida, o poder de Cristo libertando o pecador “das trevas para a Sua maravilhosa luz” (1Pe.2:9), é suficiente evidência de que o “dedo de Deus” (v.20) ainda está em atuação habilitando um povo que esteja preparado para a vinda do Senhor.
Cristo não censurou os escribas e fariseus a fim de ofendê-los. Ele falava com cada pessoa e com cada classe da forma que lhes fosse mais impactante. Sua abordagem para com aqueles que se diziam mestres da Lei foi a que mais eficácia teria a fim de perceberem sua cegueira e sua nudez. Enquanto publicavam suas boas obras como troféus de honra ao mérito, desprezavam “a justiça e o amor de Deus” (v.42). Jesus não condenou ou revogou a devolução dos dízimos, mas nos ensinou que devemos “fazer estas coisas, sem omitir aquelas” (v.42). Nossa fidelidade e obediência devem figurar como resultado da justiça e do amor de Deus em nossa vida. Como discípulos de Cristo, precisamos conhecê-Lo primeiro antes de apresentar a Sua mensagem ao mundo. Não temos como compartilhar aquilo que não temos. As verdades da Palavra de Deus devem ser apresentadas sempre sob a perspectiva da cruz de Cristo, de que Deus tanto nos amou que deu o Seu único Filho para que nEle tivéssemos vida eterna (Jo.3:16).
Não havia misericórdia ou compaixão nos ensinos dos rabinos judeus. Em meio aos rituais sagrados e sacrifícios diários, perderam de compreender que o sangue derramado representava a maior prova do amor de Deus pela humanidade. Tudo não passava de um frio rigor religioso. Desta forma, o povo também não compreendia o mistério da piedade ilustrado diariamente no santuário e Israel prosseguia na ruína de uma casa dividida contra si mesma (v.17). Daquela geração foi dito: “Esta é geração perversa!” (v.29). É importante salientar que Ele não estava Se referindo a um povo pagão, mas à nação judaica. O que Jesus diria, hoje, dessa geração de crentes? Ele diria: “Bem-aventurados!” (v.28), porque ouvimos e obedecemos à Sua Palavra? Ou diria: “Insensatos!” (v.40), porque o nosso piedoso exterior esconde um interior que está “em trevas” (v.34)? Não precisamos viver a realidade de Laodiceia, amados (Ap.3:17)! Mas, pelo poder do Espírito, podemos fazer parte do restante que não compactua com a mornidão espiritual da maioria.
Nossas orações, nossas palavras e nossas atitudes devem estar envolvidas com o amor do Calvário e da sepultura vazia. Não precisamos de sinais e prodígios. Necessitamos do Espírito Santo operando o milagre da transformação diária do nosso caráter, até que brilhemos a luz de Cristo, “sem ter qualquer parte em trevas” (v.36). Cada um de nós temos enfrentado o nosso próprio deserto, mas precisamos lembrar que isso também é obra do Espírito Santo (Mt.4:1) e que, “provados, purificados e embranquecidos” (Dn.11:35), estaremos prontos para habitar no reino eterno, pela graça de Deus e pelos méritos de Cristo. Dentro em breve, “contas serão pedidas a esta geração” (v.51). Que, vestidos da justiça de Cristo, possamos a cada dia nos apresentar diante de Deus aprovados, “como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a Palavra da verdade” (2Tm.2:15). “Orai sem cessar” (1Ts.5:17). Vigiemos e oremos!
Bom dia, povo que ora e que maneja bem a Palavra de Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Lucas11 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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LUCAS 11 – Se não estudarmos corretamente ao Evangelho, não participaremos ativamente do conhecimento impactante que ele promove e assim não viveremos, na prática, o poder do Evangelho; consequentemente, poderemos ser desviados por pessoas enganadoras.
1. No mundo físico e espiritual o segredo para avançar segundo os planos de Deus e obter vitórias sobrenaturais é aprender a arte da comunhão com Deus, a fonte de todo poder, através da oração (vs. 1-13);
2. É através do estudo e interpretação correta do texto inspirado que estaremos capacitados para não sermos enganados. Jesus foi criticado e acusado pelos líderes religiosos de Sua época. Disseram que Ele estava possuído por demônios, pelo principal dos demônios (vs. 14-26).
“Satanás está vivo e trabalhando por meio do engano, falsos milagres, teologia ruim, visões mentirosas, sonhos mentirosos, mestres enganadores que buscam dinheiro, poder e influência. Satanás está vivo e bem. E a obra de Satanás está sendo atribuída ao Espírito Santo. Essa é uma grave blasfêmia, da mesma forma que atribuir a Satanás a obra do Espírito Santo é uma grave blasfêmia” (John MacArthur).
3. A evidência de que alguém fala da parte de Deus não deveria ser sinais e milagres (vs. 26-32), mas aquele que interpreta e prega correta e claramente à Palavra de Deus (vs. 27-28), ainda que desagrade a muitos ouvintes (vs. 53-54).
4. Jesus revela que Sua intenção é que Seus seguidores sejam íntegros, não hipócritas acanhados; Deus quer missionários declarados (vs. 33-36).
5. Os religiosos hipócritas são censurados por Jesus. O texto revela que Jesus está mais preocupado com a verdade do que com sentimentos de seus interessados (vs. 37-52).
“Muitos dizem: É melhor estar no inferno com os amigos do que no céu com os hipócritas. Mas não se esqueça que não haverá amigos no inferno, nem hipócritas no céu” (John Piper).
· Ao dedicar-nos a estudar e meditar no capítulo supracitado, concluímos que não podemos acomodar-nos com uma vida cristã deficiente.
“Os homens podem professar fé na verdade; mas, se ela não os torna sinceros, bondosos, pacientes, dominados, tomando prazer nas coisas de cima, é uma maldição a seu possuidor e, por meio de sua influência, uma maldição ao mundo” (Ellen G. White).
Não se engane, nem seja enganador, estude corretamente a Palavra do Senhor! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO LUCAS 10 – Primeiro leia a Bíblia
LUCAS 10 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
LUCAS 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube
(pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lc/10
“Senhor, ela não está me tratando com justiça!”
Imagine perguntar a Deus cara a cara se Ele não se importa que você está sendo tratada injustamente. Imagine exigir que Ele repreenda o ofensor. É preciso muita amargura para acusar Deus de não se importar.
O gemido queixoso de Marta ecoa em nossos próprios corações. Quando as pessoas abusam de nós, nos negligenciam ou se aproveitam de nós, nossos corações clamam: “Não é justo! Eu não deveria ser tratada dessa maneira.” Ansiamos que Deus conserte as situações, que Ele intervenha em nosso favor a fim de que sejamos tratados com compaixão e justiça. Ansiando pela perfeição do Éden, onde a vida era gentil, justa e misericordiosa, queremos que os erros sejam corrigidos imediatamente!
Quando o estresse e as lutas estrangulam nossos corações e roubam nossa alegria, muitas vezes clamamos “Senhor, você não se importa?” É uma resposta natural ao sofrimento.
Oh sim, Jesus se importa. Seu coração é tocado por nossa dor. Mas ele sabe que nossos corações preocupados e contrariados exigem mais do que retificar as injustiças. Precisamos da escolha de Maria: a presença íntima de Deus. Morar na presença de Cristo acalma nossos corações e apaga a dor deste mundo injusto. Seu amor cura cicatrizes produzidas pelo pecado e nos liberta de corações amargurados.
Quando nos aquecemos na graça de Deus, a injustiça perde o seu aguilhão.
Lori Engel
Capelã, Eugene, Oregon, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1229
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara