Reavivados por Sua Palavra


EFÉSIOS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
17 de outubro de 2021, 0:50
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1476 palavras

1-16 Paulo ensinou que Deus trouxe judeus e gentios para um novo relacionamento mútuo na igreja, chamando a igreja para demonstrar sua sabedoria. Paulo passa agora a mostrar como Deus proporcionou aos membros da igreja viverem e trabalharem em união, além de amadurecerem juntos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Paulo exprime seu interesse profundo na união da igreja. Ele começa com uma exortação de abertura à união (v. 1-3) e prossegue com uma lista poética de sete elementos que unem os cristãos (v. 4-6). O restante da passagem (v. 7-16) usa a metáfora da igreja como corpo de Cristo para discutir a identidade e a função unificadora dos dons espirituais. A união é, ao mesmo tempo, algo que a igreja já possui (v. 4-6), um atributo que deve receber constante cuidado e atenção (v. 1-3) e um alvo futuro em direção ao qual nos movemos (v. 13). Bíblia de Estudo Andrews.

1 Rogo-vos, pois. Com este versículo começa o que pode ser denominado de seção prática da epístola, embora o apóstolo Paulo não considerasse a doutrina e a prática como aspectos separados da fé. A teoria e sua aplicação estão entretecidas na apresentação que Paulo faz do grande tema da unidade dos crentes. Porém, nesta seção são dadas exortações especiais sobre os deveres e privilégios cristãos, devido à graça recebida e às responsabilidades mútuas entre os irmãos. A ênfase aqui é colocada mais nos efeitos do que nas causas da vida espiritual. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 1132.

2 Suportando-vos. Do gr. apechõ, “sustentar”. CBASD, vol. 6, p. 1133.

Em amor. A paciência somente se manifesta em um coração que ama. CBASD, vol. 6, p. 1133.

4-6 A unidade dos sete elementos que formam os alicerces do cristianismo apela insistentemente para uma unidade correspondente entre aqueles que confiam nesse fundamento. Bíblia Shedd.

7 a cada um. A abordagem de Paulo aos dons espirituais é estruturada por lembretes de que cada membro da igreja tem um dom e de que a saúde do corpo depende do bom funcionamento de cada parte (v. 7, 16; comparar com 1Co 12:12-27). Bíblia de Estudo Andrews.

Todo membro da Igreja tem uma função a desempenhar para o bem do Corpo. Toda responsabilidade e poder são recebidos de Cristo que concede os dons à Igreja para o seu aperfeiçoamento que resulta não só em crescimento em número como também em varonilidade, i.e., firmeza na doutrina verdadeira (cf v 14, 15). Bíblia Shedd.

9 Regiões inferiores da terra. Pode-se entender este enunciado como se referindo à própria Terra, no qual “Terra” está ligada a “regiões inferiores”, ou a “inferno”, para onde se diz ter ido a alma de Cristo ao morrer. Esta última interpretação requer que a passagem seja referente à morte e ao sepultamento de Cristo. Foi a humilhação de Cristo que O levou à exaltação. Por meio dessa experiência, Ele Se tornou um sumo sacerdote compreensivo e eficaz, familiarizado com todas as vicissitudes da vida humana, inclusive com a morte. CBASD, vol. 6, p. 1134.

profetas. Jl 2:28-31 ensina que haverá um derramamento de dons espirituais no período imediatamente anterior ao retorno de Jesus. Tais dons, inclusive o de profecia, não devem ser desprezados, mas testados para ver se são genuínos segundo a Palavra de Deus (1Ts 5:19-21). Há quatro testes dessa natureza encontrados em Is 8:20; Jr 28:9; Mt 7:20; 1Jo 4:1, 3. Bíblia de Estudo Andrews.

12 preparar os santos para a obra do ministério. Os mencionados no v. 11 não deviam fazer todo o trabalho para os membros da igreja, mas treiná-los para fazerem a obra por conta própria. Bíblia de Estudo NVI Vida.

13 maturidade … plenitude de Cristo. Não a maturidade da convicção doutrinária que acaba de ser mencionada, nem a maturidade que encerra a capacidade de termos bom relacionamentos (cf. v. 2, 3), mas a maturidade do caráter perfeitamente equilibrado de Cristo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

14 Agitados de um lado para outro. Literalmente, “atirados pelas ondas”. A falta de firmeza, muitas vezes associada à juventude, não deve ser a característica do crente, mas a paciência, a resistência e a estabilidade. Os que sempre buscam algo novo e são atraídos por ideias sensacionalistas, colocam uma base frágil para a vida da igreja. Da mesma forma, a especulação teológica e filosófica além dos limites legítimos produz instabilidade de crença e de caráter. CBASD, vol. 6, p. 1136.

Vento de doutrina. Paulo não menospreza a doutrina ou a teologia, como uma expressão sistematizada de conhecimentos a respeito de Deus, mas adverte contra a indecisão, incerteza e imprecisão que, com frequência, acompanham a reflexão teológica. Sem dúvida, ele também se refere à especulação ociosa que geralmente marca os debates religiosos. Os dois extremos são elementos perturbadores da vida da igreja. CBASD, vol. 6, p. 1136.

Artimanha. Literalmente, “jogo de dados”. Os “ventos de doutrina” são projetados para enganar, como quando um jogador ingênuo é vítima da astúcia de um trapaceiro. Não é apenas uma questão de acaso, pois os dados estão viciados; o que parece ser ensino de Cristo, em realidade não o é. CBASD, vol. 6, p. 1136.

15 seguindo a verdade em amor. Fica subentendido um modo sincero e amoroso de viver. Bíblia de Estudo NVI Vida.

4:17-5:20 Paulo acaba de considerar a unidade e a maturidade alvos gêmeos para a igreja, a qual Deus gerou pela morte de Cristo. Agora passa a demonstrar que a pureza também é essencial entre os que pertencem a Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

17 Vaidade dos seus pensamento (ARA; NVI: “inutilidade dos seus pensamentos”) . Do gr. mataiotes. A ideia não é de presunção, mas de objetivos frívolos e vazios. O gentio sem Cristo vagueia sem objetivo, sem esperança, e descuidadamente. CBASD, vol. 6, p. 1137.

A vida sem Deus é intelectualmente frustrante, inútil e sem sentido (v., e. g., Ec 1:2; Rm 1:21). Bíblia de Estudo NVI Vida.

20 aprendestes a Cristo. As pessoas que observam os cristãos devem ser capazes de notar que eles aprenderam de Cristo. Bíblia de Estudo Andrews.

22-24 Despojeis … revistais. Os velhos trajes imundos são abandonados para se vestir os novos vestidos brancos de santidade (Cl 3.8-12). Os tempos dos verbos indicam que se referem a atos definidos; enquanto a “renovação” (23) é um processo. Só pela renovação contínua do Espírito é possível viver a vida cristã. Bíblia Shedd.

Usando a imagem de uma mudança de vestimenta, Paulo exorta os cristãos a se despojarem (v. 22) do velho padrão de vida e se revestirem (v. 24) do novo, inspirado por Cristo (comparar com Rm 6:1-14; 13:12; Cl 3:9-14). Bíblia de Estudo Andrews.

22 O velho homem. Esta expressão parece significar mais do que simplesmente antigos atos ou hábitos; inclui a própria mente e a natureza humana, de onde se originam os atos. O velho eu morre (Rm 6:6) e não deve reviver. CBASD, vol. 6, p. 1139.

25 Membros uns dos outros. A mentira tende a destruir a unidade da irmandade; o engano opõe um membro ao outro (ICo 12:15). Não pode haver verdadeira união entre as pessoas a não ser na base da absoluta confiança (Zc 8:16). CBASD, vol. 6, p. 1140.

26 Não pequeis. O texto grego indica que se trata de uma ordem. Esta advertência é feita para evitar que ira justificável produza reações de ressentimento pessoal, vingança e perda de domínio próprio. Alguém comentou que “às vezes, fazemos bem em demonstrar ira, mas temos confundido essas vezes”. CBASD, vol. 6, p. 1140.

Irai-vos e não pequeis. Paulo usa o vocabulário de Sl 4:4, com o seguinte sentido: “Caso fiquem irados, não pequem.” Não se trata de uma ordem direta para sentir ira. A ira, sobretudo quando deixada inflamar-se pode prejudicar a comunidade cristã. Bíblia de Estudo Andrews.

Os cristãos não ficam destituídos de emoções quando se convertem, mas essas emoções devem ser purificadas. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Não se ponha o sol. Aqui está uma salvaguarda contra o abuso da indignação. Embora deva sempre haver indignação contra o pecado, o ressentimento acalentado é destrutivo. CBASD, vol. 6, p. 1140.

28 não furte mais … trabalhe … tenha o que repartir. Não basta abandonar o pecado; a pessoa precisa praticar o bem. O que era ladrão deve agora ajudar os necessitados. Bíblia de Estudo NVI Vida.

29 A que for boa. Não é suficiente que o cristão se abstenha da linguagem obscena. Suas palavras devem cumprir um propósito útil. Jesus advertiu contra o uso de palavras ociosas ou sem propósito útil (Mt 12:36). CBASD, vol. 6, p. 1141.

30 entristeçam. Mediante o pecado, como a palavra “torpe” (v. 29) e os pecados mencionados no v. 31. O verbo também demonstra que o Espírito Santo é uma pessoa, não meramente uma influência, porque somente uma pessoa pode ser entristecida. Bíblia de Estudo NVI Vida.

31, 32 Poucas passagens das Escrituras falam de relacionamentos pessoais de maneira tão tocante quanto esta breve exortação. Bíblia de Estudo Andrews.

32 Perdoando. Esta atitude cristã básica, resultante de termos sido perdoados em Cristo, junto com sermos bondosos e compassivos, transmite ao próximo o que recebemos de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

O perdão graciosamente oferecido deve ser vivido em nossos relacionamentos (ver Mt 6:12, 14, 15; 18:21-35; Mc 11:25; Cl 3:12, 13). Bíblia de Estudo Andrews.

A bondade e a ternura são de pouco proveito, a menos que se expressem no espírito de perdão. A bondade pode ser meramente uma espécie de cortesia ou polidez, se não estiver disposta a dar o passo do perdão. O espírito de perdão é mais do que um ideal ou mesmo uma virtude, é uma decidida atitude do coração e da mente. O Senhor Jesus é o único modelo que devemos seguir (Mt 6:12; Lc 6:36). O perdão foi comprado a um preço infinito, porém, não custa nada ao pecador, exceto o sacrifício do orgulho pessoal de perdoar os outros. CBASD, vol. 6, p. 1142.



EFÉSIOS 4 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
17 de outubro de 2021, 0:45
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“E não entristeçais o Espírito de Deus, no qual fostes selados para o dia da redenção” (v.30).

Como corpo de Cristo, a igreja precisava compreender o verdadeiro sentido do serviço, da edificação e da plenitude, esforçando-se “diligentemente por preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz” (v.3). Uma vida de serviço abnegado e altruísta redunda na “edificação do corpo de Cristo” (v.12), que, por sua vez, resulta na “unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo” (v.13). E é justamente esta maturidade espiritual que livra o cristão de ser enganado “por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro” (v.14).

Para que haja unidade, é necessário espírito de cooperação mútuo e ideias que se encaixem perfeitamente a fim de atingir um alvo específico. É aí que entra o serviço, através da prática dos diversos dons espirituais. Apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e mestres (v.11), todos unidos num só propósito, “seguindo a verdade em amor”, crescendo “em tudo nAquele que é a cabeça, Cristo” (v.15). Ora, se Cristo é a cabeça, isto nos diz claramente que Ele está no comando e a nossa parte é simplesmente cooperar para que aconteça a etapa seguinte: o aperfeiçoamento cristão.

Aperfeiçoar significa chegar o mais perto possível da perfeição, melhorar, aprimorar, tornar mais elevado. Não é perfeição no sentido de não errar mais, e sim perseverar em permanecer praticando o que já provou ser a conduta mais eficiente. Um médico que descobre o tratamento para a cura de uma determinada doença, por exemplo, vai aplicá-lo em seus pacientes até que se descubra a cura por intermédio de um método ainda mais eficaz. Assim deve ser na vida espiritual. Precisamos avançar através de uma renovação diária da mente. A experiência pessoal que tive com o Senhor ontem não pode suprir a necessidade que tenho de uma nova experiência hoje. É nesse ponto que muitos têm perdido o primeiro amor e ressuscitado “o velho homem, que se corrompe segundo as concupiscências do engano” (v.22).

Experiências passadas podem e devem ser lembradas como provas do amor e do cuidado de Deus por nós e como testemunho de fé para outros, mas jamais devem substituir aquelas que Jesus deseja nos proporcionar dia após dia, a fim de que nos revistamos diariamente “do novo homem, criado segundo Deus, em justiça e retidão procedentes da verdade” (v.24). Uma vida de santidade só pode ser real através desse relacionamento diário com Aquele que é “Santo, Santo, Santo” (Ap.4:8). Se cada membro do corpo de Cristo entendesse que o seu relacionamento pessoal com Jesus deve ser o primeiro passo a ser dado a cada dia, todo o corpo andaria no mesmo compasso; não haveria competição, e sim cooperação.

Ser santo nada mais é do que ser separado para um propósito específico e, neste caso, para um propósito divino. É estar constantemente submisso à vontade de Deus, reconhecendo a sua total dependência dEle. E ser mentiroso, iracundo, ladrão ou néscio em palavras, definitivamente não são características daqueles que estão caminhando para encontrar um Deus Santo em uma cidade santa. Jesus foi o perfeito exemplo de santidade, mas também nos deixou o perfeito exemplo de compaixão. A definição de que “somos membros uns dos outros” (v.25) nos diz que, ainda que a sua vida esteja em paz com Deus, ela não é parâmetro para o corpo, mas um membro em potencial para ajudar o que está enfermo a se recuperar.

Eis a “perfeita varonilidade”, a “plenitude de Cristo” (v.13): sermos “uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-[nos] uns aos outros, como também Deus, em Cristo, [nos] perdoou” (v.32). Quando compreendemos, de fato, o que Cristo fez por nós na cruz do Calvário e o que Ele está realizando hoje no Santíssimo do santuário celeste, passamos a odiar o pecado, e não os pecadores. Não “deis lugar ao diabo” (v.27), amados, nutrindo sentimentos maus, mas “longe de vós, toda amargura, e cólera, e ira, e gritaria, e blasfêmias, e bem assim toda malícia” (v.31). Que nossas mãos trabalhem para o bem. Que cada palavra nossa “transmita graça aos que ouvem” (v.29). E que o selo do Espírito Santo nos guarde “para o dia da redenção” (v.30).

Avante, igreja do Deus vivo! Vigiemos e oremos!

Feliz semana, membros do corpo de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Efésios4 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



EFÉSIOS 4 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
17 de outubro de 2021, 0:40
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EFÉSIOS 4 – Os cristãos não vivem como os pagãos. Os crentes se portam de forma diferente dos incrédulos. Os religiosos piedosos revelam comportamento contrário dos religiosos hipócritas.

A reforma operada pelo poder do Espírito Santo manifesta-se na vida prática e pública.

Baseando em Matthew Henry, destaco os pontos do capítulo:

1. Uma exortação geral para que o cristão ande conforme a fé cristã (v. 1).

2. Uma exortação ao amor, unidade e acordo mútuo, com os meios e motivos para fomentá-los (vs. 2-16):
a) Meios da unidade: Humildade, mansidão e longanimidade.
b) Natureza da unidade: A base da unidade cristã está no coração e no Espírito.
c) Motivos corretos para fomentar a unidade e harmonia cristãs:
• Alegria e glória da profissão cristã;
• Cristo concedeu variedade de dons aos cristãos;
• A grande finalidade e desígnio de Cristo em relação aos dons: Para que não sejamos mais meninos; para que sigamos a verdade em caridade; para que cresçamos em tudo naquele que é o cabeça, Cristo; para auxiliar uns aos outros, como membros do mesmo corpo.

3. Exortação geral de pureza e santidade de coração e vida (vs. 17-24):
a) Cristãos não andam como os ímpios:
• Cristãos regenerados são arrebatados de uma sociedade iníqua como tições do meio do fogo.
• Cristãos devem separar-se do modo de vida dos ímpios, não vivem mais nas trevas e depravações.
b) A velha vida não deve ser carregada no presente, deve ser abandonada no passado: O velho homem deve ser despojado, deve-se vestir do novo homem.

4. Exortações específicas (vs. 25-32):
a) Guardem-se da mentira e cuidem ainda mais para falar a verdade;
b) Guardem-se da ira e das paixões desgovernadas;
c) Exortação contra o roubo, adultério e conselhos referentes à honestidade e à caridade;
d) Exortação contra a comunicação corrompida e observar o que é útil e edificante;
e) Não entristecer o Espírito Santo.

“Não andamos ‘…como é digno da vocação com que fostes chamados’ se não formos amigos fieis de todos os cristãos, e inimigos declarados de todo pecado” (Henry).

A conversão que não gera mudança é falsa. O reavivamento que não produz intimidade com Deus e unidade entre os irmãos deve ser rejeitado.

Devemos buscar o verdadeiro reavivamento que implanta o caráter de Deus no lugar do nosso mau temperamento! – Heber Toth Armí.



EFÉSIOS 3 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
16 de outubro de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO EFÉSIOS 3 – Primeiro leia a Bíblia

EFÉSIOS 3 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

EFÉSIOS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



EFÉSIOS 3 by Jobson Santos
16 de outubro de 2021, 0:55
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ef/3

“Recebi, pela graça, o privilégio de falar aos gentios sobre os tesouros infindáveis que estão disponíveis a eles em Cristo e de explicar a todos esse segredo que Deus, o Criador de todas as coisas, manteve oculto desde o princípio. O plano de Deus era mostrar a todos os governantes e autoridades nos domínios celestiais, por meio da igreja, as muitas formas da sabedoria divina. Esse era seu propósito eterno, que ele realizou por meio de Cristo Jesus, nosso Senhor” (Efésios 3:8-11, Nova Versão Transformadora).

Aqui Paulo explica o propósito do seu chamado – muito maior do que questões de circuncisão ou de comer ou não alimentos que poderiam ter sido oferecidos anteriormente a um ídolo.

João, o Revelador, fala acerca do “evangelho eterno” – as Boas Novas que existem de eternidade a eternidade, que é como Moisés descreveu a Deus (Salmo 90:2). Só Deus é eterno, mas Ele também sempre soube o que aconteceria… e o que Ele faria.

Portanto, este “propósito eterno” certamente deve abranger o conflito cósmico com toda a oposição do diabo e a morte e devastação que resultariam. A “sabedoria divina” enfrentaria a terrível emergência, e Seu método garantiria que a rebelião nunca mais se levantasse. Deus enfrentou a emergência através da revelação de Seu próprio grande caráter na vida e morte de Cristo, e do Seu perdão e justificação daqueles que por meio fé abraçam a Sua graça.

O Evangelho é o segredo de Deus revelado – e um convite para que todos façam parte dele!

Virginia Davidson
Artista – projetista e construtora de vitrais,
Igreja Adventista do Sétimo Dia de Spokane Valley, Washington, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1346
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



EFESIOS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
16 de outubro de 2021, 0:50
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766 palavras

1-13 No v. 1, Paulo começa um novo relato de suas orações pelos efésios (ver 1:15-23), ao qual ele retorna em 3:14-21. Ele interrompe para falar de sua obra de pregar o “mistério” do evangelho (v. 2-13), há muito “oculto em Deus” (v. 9), mas agora um segredo desvendado. Bíblia de Estudo Andrews.

1 Por essa razão. Por tudo o que Deus tem feito, explicado nos versículos anteriores. Bíblia de Estudo Vida.

prisioneiro. Segundo parece, Paulo estava em prisão domiciliar na época (v. At 28.16, 30). Bíblia de Estudo Vida.

3 O mistério vem descrito e analisado no v. 6. É simplesmente “Cristo em vós (gentios) a esperança da glória” (Cl 1.27). Bíblia Shedd.

O apóstolo de maravilha com o fato de o mistério de Deus incluir gentios e judeus em sua igreja (ver 2:11, 22). Ele se sente abençoado por ter aprendido sobre esse mistério por revelação (3:3) e ter sido chamado a compartilhá-lo (v. 7, 8). Hoje, depois de tanto tempo, o “mistério” pode ter perdido o seu frescor. Devemos cultivar a habilidade de sentir o deslumbre de Pulo pela obra divina de formar uma igreja com base em grupos étnicos, sociais e culturais diversos. Também devemos nos alegrar por fazer parte dela. Bíblia de Estudo Andrews.

5 como, agora, foi revelado. O silêncio do Antigo Testamento sobre o mistério de Paulo – a união de judeus e gentios na igreja (v. 6) – não foi absoluto, mas relativo. Foi previsto pelos profetas (“Bendito seja o Egito, meu povo, e a Assíria, obra de minhas mãos, e Israel, minha herança.” Is 19.25). Se a ideia tivesse sido completamente desconhecida no Antigo Testamento, Paulo não poderia ter dito, como disse em Rm 4, que a aliança abraâmica compreendia todos os que fossem da fé que teve Abraão, inclusive os gentios. Paulo disse a Agripa que a sua proclamação de luz para judeus e gentios, indistintamente, não ultrapassava o que havia prometido por Moisés e os profetas (At 26.22-23). Bíblia de Genebra.

6 que os gentios são co-herdeiros. Embora o Antigo Testamento ofereça vislumbres ocasionais de uma raça humana unificada, é somente à luz do sacrifício de Cristo que o plano de Deus se torna claro: em um único e grandioso ato, Deus removeu a inimizade entre ele mesmo e a humanidade, bem como eliminou as divisões que fracionavam a humanidade (2.14-18). Bíblia de Genebra.

10 agora. Em contraposição às “épocas passadas” (v.9). Bíblia de Estudo Vida.

mediante a igreja. O fato de Deus ter feito o aparentemente impossível – reconciliando e unindo num organismo (a igreja) judeus e gentios – faz da igreja um meio perfeito de demonstrar a sabedoria de Deus. Bíblia de Estudo Vida.

10 principados e potestades. Em 6:10-20, estes elementos representam o mal. Portanto, o papel da igreja, formada por judeus e gentios, parece ser anunciar o plano divino mais amplo de fazer convergir todas as coisas em Cristo (1:10), levando à queda desses poderes (ver 6:12). Bíblia de Estudo Andrews.

14-21 Paulo agora faz uma oração que brota da consciência de tudo o que Deus está realizando nos crentes. As dádivas principais de Deus são “poder”(v. 16, 18, 20) e “amor” (v. 17-19). Bíblia de Estudo Vida.

Paulo volta a relatar suas orações por seus leitores (1:15-23). Parece que os cristãos se sentiam tentados a desanimar por causa da prisão do apóstolo (3:1, 13). Nesta passagem, Paulo vislumbra uma experiência bem diferente para eles (e para nós): ser imersos no poder e no amor do Pai, do Senhor Jesus Cristo e do Espírito. Bíblia de Estudo Andrews.

16 Fortalecidos. Como o corpo humano tem força pela alimentação física, o homem interior é somente revigorado pelo Espírito de Cristo (17) que habita nele (cf Jo 15.5; 1 Co 12.8-28). Bíblia Shedd.

homem interior. Essa expressão integra o mais elaborado vocabulário de Paulo sobre a obra do Espírito Santo dentro dos indivíduos (2Co 5.17). … O cristianismo não é uma confissão coletiva à exclusão da experiência individual nem uma piedade particular sem visão corporativa. Bíblia de Genebra.

14 por essa razão. Retoma o pensamento do v.1. Bíblia de Estudo Vida.

ajoelho-me. Expressa profunda emoção e reverência, pois as pessoas dos dias de Paulo em geral oravam em pé. Bíblia de Estudo Vida.

15 família. A palavra grega [patria, cf. Bíblia Shedd] assim traduzida é semelhante à palavra que significa “pai” [gr. pater, idem] …, de modo que se pode dizer que a “família” extrai seu nome (e existência) do “pai”. Deus é nosso Pai, e podemos dirigir com confiança as nossas orações a ele. Bíblia de Estudo Vida.

18 a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade. Essas medidas de espaço lembram a metáfora do templo em 2.21. … A linguagem espacial exalta o amor de Cristo para com o seu povo – um amor que é inclusivo, inesgotável e auto-sacrificial. Bíblia de Genebra.

20, 21 Ele conclui com uma doxologia inspiradora, uma oração de louvor a Deus (v. 20, 21). Bíblia de Estudo Andrews.



Efésios 3 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
16 de outubro de 2021, 0:45
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“E, assim, habite Cristo no vosso coração, pela fé, estando vós arraigados e alicerçados em amor” (v.17).

O maior tesouro que temos nesta terra chama-se Palavra de Deus. Em Sua infinita bondade e misericórdia, Deus nos deixou a Sua Palavra como o GPS em nossa jornada para o lar celestial. Ao fazer aliança com Abraão e sua descendência, o Senhor tinha propósitos bem maiores e melhores do que simplesmente estabelecer uma nação. Israel foi escolhida como mensageira de Deus às demais nações. Sua missão consistia em viver em conformidade com o maior dos dons: “Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força” (Dt.6:5). Mas, no decorrer do percurso de Israel, o favor de Deus para com alguns estrangeiros, demonstrou o Seu real desejo: salvar a todos. Raabe, a prostituta de Jericó (Js.6:25), Rute, a moabita (Rt.1:4), Naamã, o sírio (2Rs.5), e o povo de Nínive (Jn.3:5), são exemplos inquestionáveis da atenção do Senhor para com todos os pecadores.

O Senhor também declarou: “Aos estrangeiros que se chegam ao Senhor, para O servirem e para amarem o nome do Senhor, sendo deste modo servos Seus, sim, todos os que guardam o sábado, não o profanando, e abraçam a Minha aliança, também os levarei ao Meu santo monte e os alegrarei na Minha Casa de Oração […] porque a Minha casa será chamada Casa de Oração para todos os povos” (Is.56:6-7). Essa é uma bênção e uma promessa que alcança a cada um de nós. A diferença é que, hoje, podemos compreender o “mistério de Cristo” (v.4), que àquelas gerações “não foi dado a conhecer” (v.5). Mesmo cientes de que Deus lhes daria livramento através do Messias, eles morreram sem ver cumprida a promessa.

Deus não mais manifestaria o Seu poder em uma nação apenas, mas, por meio de Cristo Jesus, estabeleceu a Sua igreja mundial, para que, por meio dela, “a multiforme sabedoria de Deus se torne conhecida” (v.10). Ele passou a contar com pessoas de todas as nações, tribos, povos e línguas que fazem parte “do mesmo corpo” (v.6) de Cristo. Pessoas em cujo coração Cristo habita por meio do Espírito Santo, estando “arraigados e alicerçados em amor” (v.17). Que conhecem “o amor de Cristo, que excede todo entendimento” (v.19), porque nutrem diariamente uma amizade genuína com Ele. Sobre estes recai “toda a plenitude de Deus” (v.19) para que, como “igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade” (1Tm.3:15), glorifiquem a Ele mediante “a fé que atua pelo amor” (Gl.5:6).

Por esta causa, me ponho de joelhos diante do Pai” (v.14). Por esta causa, sou imensamente grata pelo “eterno propósito que estabeleceu em Cristo Jesus, nosso Senhor, pelo qual temos ousadia e acesso com confiança, mediante a fé nEle” (v.11-12). Fomos constituídos ministros de Cristo, “conforme o dom da graça de Deus […] segundo a força operante do Seu poder” (v.7). A nós, os menores “de todos os santos, [nos] foi dada esta graça de pregar” a todas as nações “o evangelho das insondáveis riquezas de Cristo” (v.8). Fazemos parte de uma igreja profética e guiada por Deus. Que privilégio! Fomos chamados para realizar uma obra que os anjos desejariam desempenhar! Que sublime convocação!

Há um exército de fiéis cuja pátria não é aqui. Que experimenta e compartilha o amor de Deus com todos, compreendendo que a nossa luta não é contra pessoas, mas contra Satanás e tudo o que é mau (Ef.6:12). Uma igreja que corresponde ao amor que a salvou e que trabalha não para agredir, mas para revelar ao mundo a única verdade que liberta (Jo.8:32). Será este remanescente que o Senhor virá buscar; que, independentemente das ameaças humanas e das trevas morais, escolheram não se contaminar com as iguarias do príncipe deste mundo (Dn.1:8). Um povo que confia que, Aquele “que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o Seu poder que opera em nós” (v.20), há de cumprir a Sua derradeira promessa.

Conforme escrevi a pouco, resumidamente” (v.3), encerro com as palavras desta canção, que também resume o que Deus espera de nós como Seus representantes:

Eu quero uma igreja que sare ao ferido, que rompa as correntes, liberte ao cativo, que aclare a mente que está confundida, e que fale a verdade. Eu quero uma igreja que com seu olhar mostre a esperança à alma angustiada. Eu quero uma igreja que sare as feridas desta humanidade. Eu quero um rebanho onde Minhas ovelhas se sintam seguras e cheias de paz, onde a Palavra seja o alimento, ali quero morar” (“A Igreja”, intérprete: Luiz Cláudio).

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, igreja do Deus vivo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Efésios3 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



EFÉSIOS 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
16 de outubro de 2021, 0:40
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EFÉSIOS 3 – O apóstolo Paulo revela mistérios espirituais. Se você almeja conhecê-los, leia Efésios 3 inteiro; depois, reflita nas seguintes observações:
• Por mais inteligente que sejas, não dá para saber o que acontece no Céu, muito menos na mente de Deus; contudo, aqueles que reconhecem suas limitações encontram acessibilidade a estes mistérios na revelação de Deus (vs. 1-3). A Bíblia contém o segredo/mistério de Deus revelado.
• O mais simples e humilde cristão terá compreensão de mistérios que aqueles que ignoram Deus e a Bíblia jamais obterão, ainda que tenha títulos acadêmicos renomados (vs. 4-6). Este mistério é: pessoas do mundo inteiro podem participar ativamente do plano de salvação desenvolvido por Deus.
• Por mais cultas que sejam as pessoas, o evangelho só pode ser conhecido mediante instrumentos (profetas/apóstolos) usados por Deus para transmiti-lo; do contrário, teria permanecido oculto a nós (vs. 7-12). Agora o evangelho descortinado por estas instrumentalidades deve ser anunciado/proclamado pela Igreja Cristã espalhada pelo mundo.
• Por mais espiritual que seja o cristão, revelar/proclamar os mistérios de Deus nunca será tarefa fácil; contudo, com Deus jamais será impossível. Nenhuma tribulação deve desfalecer o cristão; mas através da oração e intercessão o fortalecerão (vs. 13-14).
• Aqueles que aceitam o mistério de Deus devem passar da imaturidade à maturidade. Cristãos verdadeiros se recusam viver a fé superficialmente (vs. 14-21). Como Paulo, cristãos maduros anseiam o amadurecimento de outros na pura essência do Evangelho: Cheios da plenitude de Deus!

Os versículos 14-21 são considerados por Peter T. O’Brien “a intercessão de Paulo por poder, amor e maturidade espiritual”. Dividindo-a em duas partes:
1. Oração pedindo poder, amor e maturidade (vs. 14-19);
2. Doxologia a Deus que pode fazer mais do que pedimos ou imaginamos (vs. 20-21).

William Hendriksen observa: “O apóstolo ora para que os leitores possam concentrar-se tão intensamente e de maneira tão exaustiva na intensidade e glória do amor de Cristo, que cheguem à compreensão de que este amor sempre excede o conhecimento”.

Devemos aprofundar-nos na revelação divina! Crentes devem deixar assuntos periféricos, focar no amor que excede todo entendimento, e proclamá-lo a tantos carentes espalhados pelo mundo!

Procure encher-se da plenitude de Deus, e assim trilhar o caminho do pleno reavivamento espiritual! Ajude outras pessoas a obterem a experiência da plenitude de Deus! – Heber Toth Armí.



EFÉSIOS 2 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
15 de outubro de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO EFÉSIOS 2 – Primeiro leia a Bíblia

EFÉSIOS 2 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

EFÉSIOS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



EFÉSIOS 2 by Jobson Santos
15 de outubro de 2021, 0:55
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ef/2

“Mas Deus …” (v. 4 ARA). Essas duas palavras devem ser as palavras mais cheias de esperança que a humanidade conhece. Nos versos 1-10 Paulo descreve o passado sombrio dos que o liam ou ouviam. Compartilham o infortúnio de toda a humanidade que se pôs num caminho de rebelião contra Deus e tiveram suas vidas dominadas pelo pecado e por Satanás (vs. 1-3).

“Mas Deus…” interveio. E o que Deus fez por eles e por nós? 1) Ele nos ressuscitou com Cristo – a ressurreição de Cristo é a nossa ressurreição; 2) Ele nos fez ascender com Cristo – a ascensão de Cristo é a nossa ascensão; 3) No céu, ele nos fez assentar com Cristo – a coroação de Cristo é a nossa própria coroação (vs. 4-7). Nós não somos meros espectadores dos eventos palpitantes da vida de Cristo! Deus realiza essas fabulosas ações não por causa de qualquer mérito nosso, mas por causa do Seu amor (vs. 8-9) o qual nos habilita a viver em solidariedade com Jesus e praticar “boas obras” (v. 10).

Enquanto os versos 1-10 ensinam que devemos viver em solidariedade com Jesus, os versos 11-22 ensinam que devemos viver em solidariedade uns com os outros como parte da igreja de Jesus. Através da graça de Deus você tem o privilégio de viver este dia em solidariedade com Jesus e seus companheiros de fé.

John McVay
Professor Associado de Religião
Universidade de Walla Walla, EUA.

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1345
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara